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MAB inicia nova temporada de curso sobre história indígena e afro-brasileira

20643248_1456759351038132_912690072367566555_o (1)Terá início no próximo sábado (19) a nova temporada do curso de extensão “Tópicos da História e Cultura Indígena e Afro-Brasileira”, promovido pelo Museu da Abolição (MAB), em Recife (PE). Iniciada em abril, a iniciativa objetiva subsidiar professores dos níveis fundamental e médio das redes municipal e estadual para o ensino da temática, cuja obrigatoriedade é prevista pelas Leis 10.639/03 e 11.645/08.

A primeira temporada do curso, desenvolvida entre os meses de abril e junho, abordou temas como identidade nacional e situação dos indígenas no Brasil Colônia até o Brasil República, e incluiu a promoção do seminário “África Contemporânea e Novas Diásporas”, em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco.

“Tópicos da História e Cultura Indígena e Afro-Brasileira” é realizado numa parceria colaborativa com professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Secretaria de Educação do Estado. “Com uma presença média de 35 alunos, as aulas do primeiro semestre foram consideradas um sucesso de audiência, tendo em vista serem realizadas em dias da semana e horários flutuantes”, explica Fabiana Sales, responsável pela realização do curso.

A nova etapa vai trazer como temática “Liberdade de culto: legislação que protege a liberdade de cultura de matriz africana e indígena”. As aulas acontecerão no MAB em encontros quinzenais com carga horária de 4h cada, abordando um tema a cada encontro. Serão conferidas declarações de participação a cada encontro e certificados para os inscritos que participarem de 75% da carga horária total do curso. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail mab.educativo@museus.gov.br.

Fortaleza e Recife recebem obras do acervo dos Museus Castro Maya

A CAIXA Cultural Fortaleza recebe, de hoje (12) até 10 de setembro de 2017, a exposição Henri Matisse – Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês Henri Matisse (1869-1954). A mostra reúne 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947. Foram impressos 250 álbuns, destes, dois estão no Brasil. As obras ora apresentadas pertencem ao exemplar 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya/Ibram. A curadoria da exposição é de Anna Paola Baptista, curadora do Museu da Chácara do Céu.

Também com curadoria de Anna Paola, a Caixa Cultural Recife recebe a mostra Ukiyoe – a magia da gravura japonesa, a partir de 18 de julho. A exposição exibe um conjunto de gravuras realizadas no Japão entre os séculos XVII e XIX, assim como livros e máscaras. As obras pertencem a duas importantes coleções de arte brasileiras: o acervo dos Museus Castro Maya e a coleção João Maurício de Araújo Pinho, ambas do Rio de Janeiro.

As gravuras ukiyoe retratam, em sua maioria, o estilo de vida dos japoneses no periodo EDO (1603 | 1668), no qual o país foi governado pelos xoguns da família Tokugawa. Nesta época, pela primeira vez, as populações urbanas tiveram oportunidade de se interessar pela cultura e pela moda. Também dedicavam-se incessantemente à busca de divertimento. Este estilo de vida foi denominado ukiyo (mundo flutuante), do qual faziam parte poesia, música, gueixas, os teatros kabuki e bunkaro e as prostitutas Oiran. Os registros em xilogravura dessa vida hedonista foram chamados de ukiyo-e (retratos de um mundo flutuante). As gravuras representam também cidades, províncias, o Monte Fuji, animais, flores, pássaros e heróis.

Mais informações sobre as exposições no site da Caixa Cultural.

Evento debaterá desdobramentos da Abolição no MAb

18582194_1380516485329086_268400718037659322_nO Museu da Abolição (MAb/Ibram), em Recife (PE), recebe no próximo sábado (27) evento voltado ao debate e circulação de ideias em torno dos desdobramentos históricos da Lei Áurea, que foi sancionada em 1888 e aboliu a escravidão no Brasil.

Com uma programação que inclui palestras, rodas de diálogo, shows e oficinas, “Abolição para Quem? Debatendo o 13 de maio” vai abordar questões relacionadas às condições sociais da população negra no Brasil pós-abolição.

O principal objetivo é integrar movimentos sociais, estudantes, pessoas negras de diferentes faixas etárias, profissionais de diversos segmentos e todo público que tem interesse em conhecer melhor o tema e debatê-lo.

A participação no evento é gratuita, sendo exigida apenas inscrição online. O Museu da Abolição está situado à Rua Benfica, 1150 – Madalena, em Recife (PE).

Texto: Ascom/Ibram

Diáspora: exposição no MAb reúne ícones da cultura afro-brasileira

Trazer à tona a história social e cultural afro-brasileira com destaque para o legado dos inúmeros criadores da chamada diáspora negra nos domínios da música, artes plásticas e ativismo político do Brasil, entre outras searas: esta é a busca que motivou durante quatro anos pesquisa do artista plástico brasiliense Josafá Neves.

Resultado de quatro anos de pesquisa, exposição retrata personalidades negras com legado intangível para a formação da cultura nacional.

Resultado de quatro anos de pesquisa, exposição retrata personalidades negras com legado intangível para a formação da cultura nacional

Resultado deste trabalho e já vista por grande público em outras cidades, a exposição Diáspora chega ao Museu da Abolição/Ibram, em Recife (PE), nesta sexta-feira (16).

A mostra apresenta 30 obras – entre painéis, telas e esculturas – que retratam personalidades negras com legado imensurável para a formação da cultura nacional. O patrimônio imaterial e símbolos da religiosidade de matriz africana também estão representados.

Todo o prédio que abriga o Museu da Abolição, situado em casarão do século XVII pertencente a antigo engenho de açúcar, foi mobilizado para receber a exposição, em que retratos de ícones como Pixinguinha, Elza Soares, Itamar Assumpção, Milton Santos, Luiz Gonzaga e Mãe Stella de Oxóssi dividem espaço com esculturas de orixás e telas que retratam antigos navios negreiros, entre outros temas.

Das raízes ancestrais e míticas à atualidade, com passagem crítica sobre uma história de violência, racismo e silenciamento, a exposição permite entrever como a dispersão dos negros pelo Brasil frutificou uma suntuosa herança cultural que se traduz em inúmeras expressões.

Diáspora fica em cartaz até 27 de maio de 2017, no Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 – Madalena), na capital pernambucana.

Texto: Ascom/IbramFoto: Divulgação

Museus da rede Ibram celebram Consciência Negra no RJ e PE

O dia 20 de novembro é celebrado no Brasil como o Dia da Consciência Negra. Provável data da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695, o objetivo é ampliar a reflexão sobre a presença do negro e de sua cultura na sociedade brasileira. Com essa perspectiva, dois museus da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) organizam atividades que marcam a data.

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Casa de Cláudio de Souza/Museu Imperial em Petrópolis (RJ)

Em Petrópolis (RJ), a Casa de Cláudio de Souza, que integra o Museu Imperial, realiza no dia 21, a partir das 17h,  apresentações de dança afro e uma série de palestras sobre cultura, saúde e estética.

Reflexões quanto ao Dia da Consciência Negra; Quebrando os mitos quanto as doenças que afeta a população negra; A mídia e o negro como protagonista; A contação de história afro brasileiras nas séries iniciais e a formação da identidade; O que carrego na cabeça; Fundamentação sobre os penteados nagos e a Beleza da mulher negra são os temas abordados pelos palestrantes.

As atividades são gratuitas. A Casa de Cláudio de Souza fica na Praça da Liberdade, 247 – Centro de Petrópolis. Outras informações pelo telefone (24) 2231.5156.

Novembro Negro
Em Recife (PE), O Museu da Abolição segue com uma programação que teve início em 6 de novembro – batizada de Novembro Negro.

No dia 24 o destaque será o encontro de formação, para professores e alunos, sobre a Lei 10.639/03, que incluiu no currículo escolar oficial o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. No dia 26, acontece o lançamento do livro Arraial Novo de Canudos, de Rodrigo Capibe,  com apresentação de afoxé e de xirê. Saiba mais sobre o Museu da Abolição.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu Imperial/Divulgação

Novembro Negro celebra Mês da Consciência Negra no MAB

O Museu da Abolição (MAB/Ibram), em Recife (PE), preparou uma programação especial para celebrar o Mês da Consciência Negra.

Oficinas, atividades de formação, lançamento de livro, campanha virtual, encontros com representantes de terreiros e coletivos afro-brasileiros, música e poesia integram a programação do Novembro Negro.

A programação foi aberta no domingo (6) com a realização do Jardim Sonante, que ocupou o museu com apresentações de bandas locais, recital de poesia e oficina de confecção de brinquedos na ludoteca do MAB.

No dia seguinte, foi lançada na fanpage do museu campanha virtual pelo mês da Consciência Negra – que, com a hashtag #NovembroNegro, convida todos a celebrar a cultura afro brasileira e suscita reflexões sobre a história e trajetória da população negra no Brasil.

Na quinta-feira (17), como parte do Novembro Negro, o Museu da Abolição recebe a oficina Museu, Memória e Cultura Afrobrasileira. Uma semana depois, no dia 24, o destaque será encontro de formação, para professores e alunos, sobre a Lei 10.639/03, que incluiu no currículo escolar oficial o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.

Outro destaque, no dia 26, será o lançamento do livro Arraial Novo de Canudos, de Rodrigo Capibe,  com apresentação de afoxé e de xirê. Visite a página do Museu da Abolição para outras informações.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu da Abolição/Divulgação
Última atualização: 18.11.2016

Museu da Abolição recebe 3ª Edição do Encrespa Geral

1607abolicaoA 3ª Edição do Encrespa Geral, promovido pelo Coletivo Encrespa, será realizada no Museu da Abolição/Ibram, em Recife (PE), no próximo sábado, 16 de julho, a partir das 14h. A programação do evento conta com roda de conversa sobre representatividade e empoderamento; concurso e desfile organizado em parceria com a agência Creole Models; exposição de produtos; sorteio de brindes e um espaço voltado para o público infantil, o Encrespa Kids.

O Coletivo Encrespa, surgido em 2011, iniciou sua atuação inspirado nas questões estéticas e de autoestima que envolve o uso do cabelo em sua forma natural, sem nenhuma intervenção química ou física, como alisamentos ou chapinhas. Esta atuação, inicialmente nas redes sociais, esteve voltada à divulgação de cuidados com os cabelos crespos e cacheados, de forma a evidenciá-los e valorizá-los, sem a prática do disfarce destes tipos de cabelo, estimulada na sociedade, nas mídias, propagandas, etc..

Em 2013, o grupo realizou os primeiros encontros regionais, em 15 cidades de diferentes estados, dentre elas o Recife. Surgiu assim a primeira edição do Encrespa Geral. A segunda edição foi realizada no ano seguinte, 2014, e contou com uma rica programação: palestras de conscientização, depoimentos e exposição de trabalhos artesanais dos participantes.

Para as organizadoras, o Encrespa Geral “é um evento que celebra a inspiração e valorização do uso do cabelo natural (cabelo crespo, cacheado, ondulado) como forma de autoconhecimento e reencontro das raízes, independente da idade, cor de pele, etnia ou tipo de textura capilar.  Nesse espaço é possível contribuir no processo de descoberta e aceitação da identidade negra que passa por muitos desafios para ser construída, respeitando e celebrando a diversidade do Brasil. Vemos o ato estético também como político, pois esteticamente sua imagem mostra o que você defende”.

Apoiando este evento, o Museu da Abolição receberá a 3ª Edição do Encrespa Geral em Recife, potencializando as ações do Projeto Selos MAB, que em 2016 tem por tema Mulher Negra Protagonista. O evento será realizado na área externa do Museu da Abolição, situado na Rua Benfica, número 1150.

Museu da Abolição promove o Festival Todo Poder a Elas

0807abolicaoNo próximo domingo (10), o Museu da Abolição (MAB/Ibram), em parceria com o coletivo Poder Feminino Crew, a Secretaria de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas (Secod) e a Secretaria da Mulher da Prefeitura do Recife, realizará o Festival Todo Poder a Elas que tem por objetivo trabalhar questões como o empoderamento feminino, preconceito racial e direitos das mulheres, por meio de palestras, cine-debate, rodas de diálogo, oficinas e outras atividades formativas. Sem fins lucrativos e produzido de forma colaborativa, o Festival iniciará as atividades do segundo semestre do Museu da Abolição, reafirmando que é necessário, cada vez mais, promover ações voltadas para o empoderamento feminino.

Idealizador e produtor do Festival, o Poder Feminino Crew (PFC), é um coletivo feminino de hip-hop criado em 2014 que tem se destacado no cenário musical local, sendo citado em matérias de revistas, jornais e páginas virtuais. Os objetivos do PFC, para este evento, fazem parte das iniciativas desenvolvidas pelo Museu da Abolição para potencializar suas ações por meio do Projeto Selos MAB, no qual, a cada ano, será lançado um selo-tema que será incorporado às ações, discussões, eventos e exposições realizadas no MAB. Neste ano, o Projeto Selos MAB ressalta o Protagonismo Feminino, comemorando a liberdade e o empoderamento da mulher na sociedade contemporânea.

No ano dia 08 de março deste ano, o Museu da Abolição lançou o selo Negra|Protagonista 2016, com o intuito de organizar ações, eventos e exposições, em parceria com outras instituições, públicas e privadas, ONGs, coletivos e movimentos sociais. Ainda primeiro semestre começou a colher os frutos desta iniciativa: foi realizada a Primeira Mostra de Estética Afro do MAB (abril); as exposições voltadas para a temática feminina (Exposição do IV Prêmio Mestre Luis de França, Exposição Lélia Gonzáles e Exposição Cabelo uma questão de identidade); a Oficina de Grafite Abolir: Mulheres na luta por terra, teto e alforria (voltado para alunas das escolas públicas próximas ao Museu). Estes são exemplos da dinâmica provocada no Museu da Abolição a partir do tema escolhido para o projeto selos deste ano. O Museu da Abolição fica na Rua Benfica, 1150, no bairro de Madalena, em Recife (PE). Saiba mais

Gestores de Museus de Recife se encontram com diretoria do Ibram

Recife recebe no dia 19 de abril, o presidente e os diretores do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para um bate-papo sobre o tema O Ibram, a Política Nacional de Museus e o papel dos Sistemas Estaduais de Museus. O evento acontece na Fundação Joaquim Nabuco e é voltado aos gestores de museus e secretários de Cultura da região.

A equipe do Ibram pretende discutir a importância da criação de um sistema pernambucano de museus, o papel do órgão como formulador de políticas públicas para o setor, bem como ouvir os gestores e pensar, em conjunto, ações para o fortalecimento dos museus de Pernambuco.

A articulação entre o Instituto Brasileiro de Museus, o Museu da Abolição e entidades e órgãos de Pernambuco é uma ação proposta pelo Ibram. Para o presidente do Instituto, Carlos Roberto Brandão, “é importante que pensemos juntos para potencializar as instituições neste momento de poucos recursos e seguirmos em frente”.

A equipe do Ibram também se reunirá com os servidores do Museu da Abolição, vinculado ao Ibram, e fará visitas técnicas à Fundação Joaquim Nabuco e ao Museu Cais do Sertão, entre os dias 18 e 20.

Sebramus recebe submissão de trabalhos

O II Seminário Brasileiro de Museologia (Sebramus) recebe até o dia 20 de agosto, a submissão de trabalhos para as modalidades Apresentação Oral e Pôster. Todas as informações na página do evento.

O Sebramus acontecerá entre os dias 16 e 20 de novembro em Recife. O encontro foi idealizado pela Rede de Professores e Pesquisadores do Campo da Museologia em seus V e VI Encontros anuais, ocorridos em 2012 em Petrópolis e 2013 no Rio de Janeiro, respectivamente. A primeira edição ocorreu em 2014 e foi realizada na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, entre 12 e 14 de novembro de 2014.

São co-organizadores do evento deste ano, juntamente com a Rede de Professores e Pesquisadores do Campo da Museologia, a Universidade Federal de Pernambuco e a Fundação Joaquim Nabuco, que hospedará o evento no Museu do Homem do Nordeste.

Para esta edição, mantém-se o desafio de construir um evento que possa ser representativo de todas as áreas da Museologia, agregando professores e pesquisadores do Campo em um espaço de construção solidária e dialógica da Museologia no cenário nacional.

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