Nota pública sobre o retorno de obras de arte do Palácio do Planalto ao MNBA

O retorno ao Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), de 48 obras de arte que estavam cedidas à Presidência da República/Palácio do Planalto acontece em virtude do término do contrato de comodato tratado entre as duas instituições. Tal devolução faz parte de um processo administrativo interinstitucional comum e se dá visando, principalmente, à conservação e preservação deste acervo.

As obras em questão fazem parte do patrimônio da União, uma vez que o Museu Nacional de Belas Artes, detentor da guarda do acervo, é uma instituição sob a alçada do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura.

Ao retornarem ao Museu Nacional de Belas Artes, as obras passarão por restauro e higienização. Posteriormente, integrarão ações de circulação, por meio de exposições no próprio MNBA, em museus que integram a rede Ibram ou mesmo outras instituições nacionais e internacionais, considerando que o órgão tem como uma de suas finalidades contribuir para a divulgação e difusão dos acervos museológicos brasileiros.

A parceria entre o Ibram e o gabinete da Presidência da República, representado pela Diretoria de Documentação Histórica, é permanente e se traduz no desenvolvimento de ações de conservação e de preservação de obras que integram o acervo da Presidência da República e em outras atividades de colaboração voltadas ao aprimoramento das relevantes ações museológicas desenvolvidas.

Texto: Ascom/Ibram

Museu Nacional de Belas Artes pode receber obras doadas pela Receita Federal

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebeu na quarta-feira (30), como fiel depositário, 17 obras de arte contemporânea, de artistas brasileiros e estrangeiros, como resultado de apreensão realizada pela Receita Federal.

O lote inclui esculturas, pinturas e um desenho, produzidas entre 1969 e 2012, de autoria dos artistas Anish Kapoor, Sergio Camargo, Ivan Navarro, François-Xavier Lalanne, Niki de Saint-Phalle, Edgar Negret, Miguel Angel Riosa, Michelangelo Pistoletto, Juarez Machado, Jorge Eduardo Guinle, Barbara Kruger, Victor Vasarely, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Antony Gormley, Callum Innes e Cildo Meirelles.

Obra sem título de Sergio Camargo integra o lote de arte contemporânea doado  ao MNBA pela Receita Federal.

Obra de Sergio Camargo (1930-1990) integra doações da Receita Federal para o MNBA

Apreendidas pela alfândega da Receita Federal no Porto do Rio de Janeiro, as obras precisavam estar em local propício a sua preservação, devido ao fato de não haver no local instalações adequadas para armazenamento, o que poderia causar danos irreparáveis às peças.

Por solicitação do inspetor-chefe da Alfândega no Porto do Rio de Janeiro, Ricardo Lomba Villela Bastos, o Ibram indicou o MNBA para receber as obras, que ainda aguardam a finalização do processo de “perdimento” em curso, na qualidade de fiel depositário.

Ao final do processo, as obras poderão ser incorporadas em caráter definitivo ao acervo do MNBA, conforme definido pela Lei 12.840/2013, que prevê a destinação dos bens de valor cultural, artístico ou histórico aos museus nas hipóteses de apreensão, dação em pagamento de dívida ou abandono de obras.

“Além de cumprirmos a missão de garantia do patrimônio cultural preservado, a possibilidade de incorporar essas obras ao acervo público do Museu Nacional de Belas Artes significará, além do valor patrimonial e artístico, a democratização do bem cultural, garantindo à sociedade a contemplação de obras relevantes para a arte contemporânea”, avaliou o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: divulgação
Última atualização: 1º.7.2014

Painel de Portinari adquirido pelo Ibram já está no Museu de Belas Artes

Preparativos para a transferênca da tela de Portinari para o MNBA/Ibram

Aconteceu no último sábado, 26 de janeiro, a transferência do painel A Primeira Missa no Brasil, de Cândido Portinari, do Banco Bradesco, antiga sede do Banco Boa Vista -localizado no centro do Rio de Janeiro – para o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), que fica na Cinelândia.

A transferência, que contou com o apoio da Polícia Federal, envolveu cerca de 50 pessoas. O presidente do Ibram, José do Nascimento Jr. e a Diretora de Difusão, Fomento e Economia de Museus, Eneida Braga, acompanharam todo o processo, que durou cerca de quatro horas.

A Primeira Missa no Brasil foi adquirida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) no final de 2012. A obra de Portinari, um painel datado de 1948, com dimensões de 271 cm X 501 cm e realizado em têmpera sobre tela, representa a primeira missa realizada no Brasil.

Painel de Portinari já no MNBA: exposição deve acontecer em março

A previsão é que o público possa ver a tela a partir de março. Será feita uma exposição do quadro de Portinari e de A Primeira Missa no Brasil, de Victor Meirelles, realizada em 1860, junto com os estudos realizados pelos artistas na criação e execução das telas.

Texto e foto: Ascom/Ibram

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Ibram adquire quadro de Candido Portinari A Primeira Missa no Brasil

MNBA reabre galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea no RJ

A galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea, uma das principais mostras permanentes do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro, reabre neste dia 10 (quinta-feira), às 19h, após reformas estruturais iniciadas em setembro passado.

Situada no 3º Piso do MNBA, a galeria abriga uma da raras mostras no Brasil onde se pode descortinar, num só espaço, um relevante percurso artístico que vai do início do século XX até os dias atuais.

Na nova exposição, que chega atualmente a 205 peças, há obras de Candido Portinari, Willys de Castro, Décio Vieira, Maria Bonomi, Fayga Ostrower, Gilvan Samico, Celso Antonio, entre outros artistas brasileiros.

Com 1.800 metros quadrados, divididos em dois andares, a galeria exibirá no primeiro andar, o movimento da Abstração na gravura, e no segundo, a importância da gravura na produção artística brasileira das décadas de 1980 à contemporaneidade, assim como esculturas de artistas como Farnese de Andrade e Rubens Gerchman.

O MNBA fica aberto de terça a sexta, de 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados de 12h às 17h. Mais informações na página do museu.

Texto e foto: Divulgação MNBA

Ciclo de palestras sobre Modigliani no Museu de Belas Artes (RJ)

A exposição Modigliani: Imagens de uma vida segue em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), na cidade do Rio de Janeiro, até 15 de abril de 2012.

Com obras que circulam pela primeira vez na América Latina, a exposição exibe 12 pinturas e cinco esculturas originais, além de obras, documentos, fotos, desenhos, diários e manuscritos de Amadeo Modigliani e de importantes artistas da sua época, num total de 230 peças. Saiba mais.

Em paralelo, acontece um ciclo de palestras gratuitas, organizado pelo Diretor da Casa Modigliani, Olivio Guedes, em torno do artista italiano. Os encontros tratam de questões diversas da sua produção, indo da relação entre escultura e desenho até a influência judia e dos relacionamentos vividos. Veja a programação completa:

15 de fevereiro, das 15h às 17h
Diálogo: A tridimensionalidade a partir do desenho em Modigliani
Palestrante: Denise Barros – Escultura e professora, doutoranda pela Unicamp

29 de fevereiro, das 15h às 17h
Diálogo: Modigliani, judeu
Palestrante: Alexandre Leoni – Rabino e pós-doutor USP

15 de março, das 15h às 17h
Diálogo: A pintura reducionista de Modigliani
Palestrante: Marcos Rizolli – Professor Doutor Mackenzie SP

30 de março, das 15 às 17h
Diálogo: Modigliani e seus relacionamentos
Palestrante: Olívio Guedes – Diretor da Casa Modigliani

Fonte: Divulgação MNBA/Ibram

MNBA abre exposição Modigliani: imagens de uma vida no Rio de Janeiro

O embaixador da Itália, a diretora do MNBA, a ministra da Cultura e o Presidente do Ibram/MinC na abertura da exposição. Foto: Andre Gomes

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro, foi palco no dia 31 de janeiro, da cerimônia de abertura da exposição Modigliani: imagens de uma vida.

Com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, do embaixador da Itália no Brasil, Gherardo La Francesca, do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, do chefe da Representação do MinC no Rio de Janeiro e Espírito Santo, Marcelo Velloso, da diretora do MNBA, Mônica Xexéo, dentre outras autoridades, artistas e público em geral,  a mostra é um dos pontos altos da programação do Momento Itália-Brasil 2011-2012 e fica aberta ao público até 15 de abril.

Em seu discurso, a Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, ressaltou a importância do intercâmbio cultural entre Brasil e a Europa, lembrando do festival Europália, recém-encerrado na Bélgica, acrescentando que a exposição Modigliani é importante também para o público brasileiro conhecer a obra de artistas que influenciaram nosso modernismo, nas primeiras décadas do século XX.

Centenas de pessoas estiveram na abertura da exposição Modigliani no Rio

O presidente do Ibram, José do Nascimento Júnior, comentou que o evento marca os 75 anos de criação do MNBA, dono de um dos mais importantes acervos de arte do país. Nascimento disse que a agenda cultural da instituição coloca o museu em destaque no panorama das artes brasileiras e prometeu que, até a Copa do Mundo de 2014, o Museu de Belas Artes terá todas as suas obras de restauração concluídas.

O embaixador italiano, Gherardo La Francesca, afirmou que os brasileiros “têm sensibilidade especial para a beleza” e, por isso, vão gostar muito da exposição. Segundo ele, Modigliani encontrou seu caminho pessoal e deixou uma marca importante na arte contemporânea, apesar de sua morte prematura aos 36 anos. O embaixador destacou também o trabalho em equipe que tornou possível a exposição, celebrando as relações entre os dois países. Continue lendo.

Texto: Heloísa Lopes – Ascom RRRJ/MinC
Edição e fotos: Ascom/Ibram

Exposição de Modigliani abre dia 31 no Museu Nacional de Belas Artes

Um dos mais importantes eventos do calendário oficial do Momento Itália – Brasil, a exposição Modigliani: Imagens de uma vida, será inaugurada no dia 31 de janeiro no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), na cidade do Rio de Janeiro. A exposição fica aberta ao público de 1º de fevereiro a 15 de abril de 2012.

Com obras que circulam pela primeira vez na América Latina, a exposição vai exibir 12 pinturas e cinco esculturas originais, além de obras, documentos, fotos, desenhos, diários e manuscritos de Amadeo Modigliani e de importantes artistas da sua época, num total de 230 peças.

Aberta ao público a partir do dia 1º de fevereiro, a mostra vai oferecer aos visitantes um rico panorama da vida artística parisiense e italiana do século XX, distribuídas em cinco salas do MNBA. Saiba mais.

Ciclo de palestras
Organizado pelo Diretor da Casa Modigliani, Olivio Guedes, um ciclo de palestras em torno da exposição do artista acontece gratuitamente entre 15 de fevereiro e 30 de março no MNBA. Os encontros tratam de questões diversas em torno da produção de Modigliani – indo da relação entre escultura e desenho até a influência judia e dos relacionamentos na sua produção artística. Veja a programação completa a seguir.

15 de fevereiro, das 15h às 17h
Diálogo: A tridimensionalidade a partir do desenho em Modigliani
Palestrante: Denise Barros – Escultura e professora, doutoranda pela Unicamp

29 de fevereiro, das 15h às 17h
Diálogo: Modigliani, judeu
Palestrante: Alexandre Leoni – Rabino e pós-doutor USP

15 de março, das 15h às 17h
Diálogo: A pintura reducionista de Modigliani
Palestrante: Marcos Rizolli – Professor Doutor Mackenzie SP

30 de março, das 15 às 17h
Diálogo: Modigliani e seus relacionamentos
Palestrante: Olívio Guedes – Diretor da Casa Modigliani

Fonte: Divulgação MNBA

MNBA inaugura duas novas exposições no Rio de Janeiro

A admiração pelo universo estético europeu do século XVII e a releitura de um dos mais relevantes períodos artísticos motivou a produção coletiva de três artistas de Niterói (RJ) para a exposição Guilda de São Francisco, que o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram exibe de 30 de novembro de 2011 a 5 de fevereiro de 2012.

Célio Belém, Claudio Valerio Teixeira e Milton Eulálio enveredam na arte do século XVII, tendo por base, entre outras, a obra do pintor flamengo Peter Paul Rubens (1577-1640). Os três artistas buscaram uma aproximação daquele período artístico, lançando mão de técnicas centenárias como o uso do método indireto, a imprimatura, a construção em grissaille e a velatura de acabamento.

O titulo da exposição remete as corporações profissionais da Idade Média, denominadas guildas, que agregavam profissionais de determinados ofícios na defesa de seus interesses.

No mesmo período, acontece a exposição individual do artista Claudio Valerio. Serão exibidos 27 desenhos, de pequenas e grandes dimensões, resultado da retomada da produção de trabalhos concebidos originalmente para uma mostra realizada em 1978 – e que, agora, acrescidos de outros desenhos, constituem sua nova exposição.

Em plena ditadura militar, em 1978, os trabalhos expostos na Funarte Rio exibiam, em tons realistas alguns problemas que afligiam o país. Observador dos percursos da arte e do momento, Claudio Valério traçou representações do clima que se respirava sob os olhares de personagens imortalizados na obra do mestre espanhol Velásquez. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Nacional de Belas Artes

Acervo do Museu de Belas Artes (RJ) integra exposição sobre África

73 peças do acervo do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram estão na exposição Onde Somos África?, que propõe um painel significativo da produção cultural africana, em cartaz de 22 de outubro a 27 de novembro, na Caixa Cultural São Paulo. A entrada é franca.

As peças cedidas envolvem esculturas, tecidos, objetos e máscaras produzidas pelas etnias Baulê, Fon, Yorubá, e Dogon. A participação na mostra reforça o caráter nacional do MNBA, atuando para além de suas fronteiras e fazendo circular entre outros públicos o seu acervo. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para conhecer a programação atualizada.

Segundo os organizadores de Onde Somos África?, a exposição pretende apresentar a arte africana ao mesmo tempo em que situa esta cultura como parte importante na formação do povo brasileiro.

Fonte: Divulgação MNBA/Ibram