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Museu do Diamante apresenta a mostra ‘Bonecas que contam histórias’

Bonecas que contam historiasNo próximo dia 12, o Museu do Diamante apresenta a exposição “Bonecas que contam histórias”. A mostra retrata por meio de bonecas que representam o cotidiano e a religiosidade de matriz afrodescendente (orixás) a história das Abayomi, um povo que mesmo aprisionado /escravizado traz em si a resistência somada a suas crenças e valores, levando ao público uma reflexão histórica.

As bonecas são produzidas sem rosto e os corpos não são padronizados para manter a característica das Abayomi, que eram feitas da barra das roupas das africanas trazidas como escravas.

Os autores da mostra, Calebe Silva Ribeiro e Mariana Miranda, motivados por essa característica de luta em prol da resistência contra a violência de gênero, contra o racismo e contra a intolerância religiosa desenvolveram a exposição.

A mostra vai ficar disponível até dia 28 de setembro.

O Museu das Bandeiras funciona de terça a sábado, das 10h às 17h; domingos e feriados, das 9h às 13h.

 

 

Museu do Diamante e Museu Victor Meirelles disponibilizam seus acervos na web, com a plataforma Tainacan

Dois museus da rede Ibram disponibilizam online, a partir do hoje, seus acervos museológicos na plataforma Tainacan, são eles o Museu do Diamante, em Minas Gerais, e o Museu Victor Meirelles, em Santa Catarina.

Do acervo do Museu do Diamante, estão disponíveis 130 objetos. São obras relacionadas à exploração do diamante, arte sacra, mobiliário, instrumentos musicais, dentre outras, que refletem a temática do Museu e estão, em sua maioria, no circuito expositivo.

Tainacan-MuseudodiamanteO Museu do Diamante possui 1.677 peças catalogadas e 806 fotografias de ruas, casas, monumentos, de personalidades de Diamantina e sobre mineração e garimpo na região, totalizando 2.485 bens culturais. Muitos objetos estão em reserva técnica e em processo de pesquisa de procedência. A medida que estas pesquisas obtiverem mais informações, novas peças serão incluídas na plataforma.

Em 2018, o Museu do Diamante contratou serviços especializados para o registro fotográfico do seu acervo, para a criação de um banco de imagens em alta resolução. Essa ação foi fundamental para que a disponibilização do acervo através do Tainacan tivesse maior êxito.

No final daquele mesmo ano, o Museu realizou uma parceria com o Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais da Escola de Belas Artes da UFMG, que viabilizou a higienização de uma parte expressiva de objetos do acervo. Essa ação possibilitou que os objetos estivessem em melhor estado de conservação para registro das imagens.

A administradora, Juliane Nicolle Câmara, que coordenou a implantação da plataforma Tainacan no Museu do Diamante, comentou que a expectativa da equipe é promover uma maior fruição entre o público e a instituição, e que isso mobilize os visitantes para conhecer o Museu de perto.

Museu Victor Meirelles

O Museu Victor Meirelles (MVM) disponibilizou todo o seu acervo museológico, totalizando 235 itens, que estão divididos em duas coleções: a Coleção Victor Meirelles e a Coleção XX e XXI.

Tainacan-MuseuVictormeirellesO Museu já possuía imagens com boa resolução de grande parte do acervo, capturadas em outros momentos, seja por contratação de empresa terceirizada, seja realizadas pela própria equipe do Museu. Recentemente o Museu Victor Meirelles adquiriu uma câmera fotográfica profissional e, com ela, foram captadas as fotografias das novas aquisições.

Para o museólogo do MVM, Rafael Muniz de Moura, a ferramenta tem uma ótima interface de pesquisa e um uso administrativo prático e intuitivo, o que vai facilitar o acesso à informação sobre o patrimônio preservado pelo Museu e atende à necessidade de publicização da documentação relativa ao seu acervo museológico.

Museu do Diamante completa 65 anos de criação

Inaugurado em 12 de abril de 1954, o Museu do Diamante foi criado pela Lei Nº 2.200, sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas, em acolhimento a projeto do então deputado Juscelino Kubitschek.

Inaugurado em 12 de abril de 1954, o Museu do Diamante foi criado pela Lei Nº 2.200, sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas, em acolhimento a projeto do então deputado Juscelino Kubitschek.

O Museu do Diamante, em Diamantina, completa nesta sexta-feira (12) seus 65 anos de criação.

Inaugurado em 12 de abril de 1954, o Museu do Diamante foi criado pela Lei Nº 2.200, sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas, em acolhimento a projeto do então deputado Juscelino Kubitschek.

O prédio foi construído em 1749 e foi residência do Inconfidente Padre José de Oliveira e Silva Rolim, um dos principais implicados na chamada Conjuração Mineira de 1789. O imóvel permaneceu em mãos de particulares até 1945, quando foi desapropriado pela União.

Memória da era diamantífera e aurífera

O acervo do museu reúne itens de arte sacra, mobiliário, armaria, transporte, indumentária, tecelagem, mineração e outros objetos, que revelam como se deu a ocupação da região e explicitam a influência histórica da extração de diamantes na economia e no meio social do antigo Distrito de Diamantina e de outras regiões do país.

De acordo com seu Regimento Interno, oficializado este mês, o museu tem como missão a “promoção da história e da memória da indústria da mineração diamantífera e aurífera, por meio da sua influência na conformação urbana, social e cultural de Diamantina e de outras regiões do país, além de estimular a pesquisa, a arte, a cultura e a educação, priorizando a universalidade do acesso dos cidadãos aos bens culturais musealizados que compõem os seus acervos”.

Segurança, conservação e acesso

Situado num dos prédios de maior significado histórico e arquitetônico para a cidade de Diamantina, o Museu do Diamante tem desenvolvido ações importantes voltadas à segurança e conservação de seu edifício e acervo. Também tem garantido o acesso democrático a projetos e ações alinhados com sua missão, como prova o Edital de Seleção Pública “Ocupa Museu do Diamante/Ibram”, aberto até o próximo dia 25.

Para comemorar a data, o museu recebe nesta sexta (12), a partir das 18h, apresentação ao ar livre da Banda Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz. Também será lançado selo comemorativo aos 65 anos. O Museu do Diamante está situado na Rua Direita, 14 – Centro, em Diamantina (MG). Saiba mais.

Mais dois museus da rede Ibram ganham regimento interno

Museu do Diamante tem missão voltada à história e memória da indústria da mineração diamantífera e aurífera, por meio da sua influência na conformação urbana, social e cultural de Diamantina e de outras regiões do país.

Museu do Diamante tem missão voltada à história e memória da indústria da mineração diamantífera e aurífera, por meio da sua influência na conformação urbana, social e cultural de Diamantina e de outras regiões do país.

Duas instituições vinculadas ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) passaram a contar, esta semana, com regimentos internos.

O Museu do Diamante, em Diamantina (MG), e o Museu das Missões, em São Miguel das Missões (RS), são os mais novos museus da rede Ibram a contar com o instrumento de gestão, previsto pela Lei 11.904/2009 (Estatuto de Museus) e tornado obrigatório para todos os museus Ibram pela Portaria Nº 110, de 8 de outubro de 2014 (Regimento Interno do Ibram).

O Regimento Interno é um documento de organização interna que traz definições importantes para o funcionamento de um museu, como sua natureza, missão e objetivos; estrutura administrativa; responsabilidades de seus setores internos; e atribuições de dirigentes e servidores. Também formaliza diretrizes e procedimentos, assegurando maior transparência e comunicação entre todos os envolvidos na prestação dos serviços que cada museu oferece à sociedade.

O Museu do Diamante teve seu Regimento Interno oficializado pela Portaria Nº 127, de 1º de abril de 2019. O documento define como sua missão a “promoção da história e da memória da indústria da mineração diamantífera e aurífera, por meio da sua influência na conformação urbana, social e cultural de Diamantina e de outras regiões do país, além de estimular a pesquisa, a arte, a cultura e a educação, priorizando a universalidade do acesso dos cidadãos aos bens culturais musealizados que compõem os seus acervos”.

Museu das Missões é focado na experiência histórica da região missioneira do Rio Grande do Sul, estimulando na população local e visitantes a reflexão sobre o legado cultural de seus remanescentes históricos.

Museu das Missões enfoca a experiência histórica da região missioneira do Rio Grande do Sul.

Já o Regimento Interno do Museu das Missões foi oficializado com a publicação da Portaria Nº 128, de 1º de abril de 2019. A missão da instituição, segundo o texto legal, é “pesquisar, documentar e divulgar a experiência histórica missioneira, através de um pensamento crítico sobre as relações entre patrimônio cultural, arte, história e memória, estimulando na população local e visitantes a reflexão sobre o legado cultural dos remanescentes históricos da região missioneira do Rio Grande do Sul”.

A missão definida por cada instituição em seu regimento coincide com aquela estabelecida em seu plano museológico – outro instrumento de gestão básico para um museu. Os regimentos internos dos dois museus, assim como seus planos museológicos, foram elaborados com o apoio técnico de servidores do Ibram em Brasília (DF). O corpo de 30 museus da rede Ibram prevê 24 regimentos internos, dos quais dez já foram oficializados legalmente e 9 estão em processo de elaboração.

Lançado o Edital de Seleção Pública ‘Ocupa Museu do Diamante/Ibram’

O Museu do Diamante/Ibram lançou na segunda-feira (18) o 2º Edital de Seleção Pública “Ocupa Museu do Diamante/Ibram” para Permissão de Uso Não Oneroso de seus espaços para a realização de projetos e ações culturais alinhados com a missão estabelecida no Plano Museológico da instituição.

O instrumento tem por objetivo destacar e fortalecer a capacidade educativa e cultural do Museu, por intermédio do chamamento de interessados para a realização de projetos e ações gratuitos à comunidade. A iniciativa promove o intercâmbio de experiências e conecta as atividades institucionais e locais proporcionando ao público visitante uma agenda diversificada ao longo do ano.

O prazo para a apresentação vai até o dia 25/04/2019, de 10h às 17h, por meio de entrega da documentação constante no Edital nº 01/2019, pessoalmente ou via postal, no endereço da unidade. Poderão participar da seleção pessoas físicas ou jurídicas residentes e/ou domiciliadas no Brasil, com comprovada atuação nas áreas de conhecimento para as quais postulam seus projetos.

As propostas serão selecionadas por uma Comissão interna formada por servidores do Museu do Diamante/Ibram.

Para mais informações clique aqui.

Equipe do Museu do Diamante recebe treinamento do Corpo de Bombeiros

Grupo recebem treinamento especial para brigadas de edificações com bens culturais, que incluiu partes teórica e prática.

Grupo recebeu treinamento especial para brigadas de edificações com bens culturais, que incluiu partes teórica e prática. (Foto: Rodrigo Dias/6ª Cia. Independente do Corpo de Bombeiros)

Profissionais que integram a equipe do Museu do Diamante, situado em Diamantina (MG) e integrante da rede Ibram, receberam na última terça e quarta-feira (22 e 23) Curso de Brigada de Incêndio na sede do Corpo de Bombeiros da cidade.

O curso é uma exigência do Corpo de Bombeiros entre as medidas de segurança contra incêndio e pânico, e oferece treinamento especial para brigadas de edificações com bens culturais.

O treinamento é dividido em parte teórica, que inclui o reconhecimento do acervo, propriedades construtivas e cuidados requeridos; e parte prática, com técnicas de inspeção e teste dos equipamentos, capacitando o brigadista para a realização de inspeções rotineiras.

Esta foi a primeira turma a receber o treinamento e contou com 10 participantes, entre eles a diretora do Museu do Diamante, Sandra Martins Farias, e profissionais das áreas de apoio técnico, informática, recepção, limpeza e segurança.  A segunda turma será treinada na próxima quarta e quinta-feira (30 e 31).

Museu do Diamante realiza conservação preventiva de seu acervo

Realizada em parceria com o curso de graduação em Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ação incluiu a higienização de peças no local e deslocamento de parte delas para restaurações mais detalhadas.

Ação incluiu a higienização de peças no local e deslocamento de parte delas para restaurações mais detalhadas.

Parte expressiva dos bens culturais que integram o acervo Museu do Diamante, em Diamantina (MG), passou esta semana por processo de conservação preventiva. O trabalho foi realizado entre a última segunda e esta quinta-feira (10 a 13 de dezembro) em parceria com o curso de graduação em Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Coordenada pelos professores Dr. Luiz Antônio Cruz Souza, Dra. Bethania Reis Veloso e a mestranda assistente Alexsandra Rosa, a disciplina Vivência Profissional levou 7 alunos do curso ao museu, que integra a rede Ibram, onde puderam colocar em prática seu conhecimento em cuidados básicos de conservação, manuseio, acondicionamento, inventário, exposição e guarda de acervos museológicos, envolvendo questões vinculadas ao meio ambiente do museu e seu entorno, bem como à edificação e seus materiais e técnica construtiva.

Os alunos realizaram no local a higienização de 15 peças que integram a exposição de longa duração do Museu do Diamante. A lista inclui peças históricas de mobiliário, imagens sacras e objetos de uso cotidiano dos séculos XVIII e XIX.  Outras peças que integram a reserva técnica da instituição também foram deslocadas para a realização de trabalhos mais detalhados de restauração a serem realizados na Escola de Belas Artes da UFMG.

O Cecor

O Cecor – Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais, que colaborou na ação, é um órgão complementar da Escola de Belas Artes da UFMG constituído para apoiar e desenvolver ensino, extensão e pesquisa na área de conservação e restauração de obras artísticas e culturais. Nos ateliês e laboratórios do centro, inúmeros bens do patrimônio artístico e histórico nacional são constantemente conservados e restaurados por meio de convênios institucionais, projetos acadêmicos e prestação de serviços.

A atuação do Cecor enfatiza a recuperação de documentos, esculturas, fotografias, livros, obras em papel e pinturas, bem como a conservação preventiva, documentação e análise técnica de obras de arte e de objetos culturais. Atualmente, a infraestrutura instalada no Cecor permite viabilizar o Curso de Graduação em Conservação e Restauração da Escola de Belas Artes da UFMG que, desde a década de 1980, vem contribuindo para qualificar profissionais de nível superior para atuarem na área de conservação e restauração.

Museu do Diamante inaugura exposição com bordados regionais

Natividade bordada_Museu do DiamanteEm Diamantina (MG), o Museu do Diamante/Ibram inaugurou na quinta-feira (29) a exposição “Natividade Bordada – presépios bordados”, de Parísina Ribeiro.

A artista é filha de bordadeira e alia suas memórias, dons familiares, formação acadêmica, experiências (nacional e internacional) em diversas vertentes do bordado, com ênfase no bordado livre, espontâneo, Naïf.

Os trabalhos apresentados propõem uma viagem aos festejos natalinos através da técnica de bordado que alia a arte têxtil, a cultura popular presente em Diamantina (MG), a memória afetiva da artista e uma homenagem ao seu avô Edson Ribeiro, construtor de presépios na família.

A mostra contará, ainda, com a participação de convidadas, as artistas bordadeiras Beatriz M. Telles, de Poços de Caldas (MG); Olinda Evangelista, de Florianópolis (SC) e Vania Cardoso, de Socorro (SP).

A exposição “Natividade Bordada – presépios bordados” fica em cartaz até 07 de janeiro de 2019, sendo o último projeto contemplado pelo Edital Ocupa Museu do Diamante/Ibram.

Museu do Diamante abre edital para uso de espaços com atividades culturais

O Museu do Diamante/Ibram, em Diamantina (MG), publicou hoje (22), no Diário Oficial da União (DOU), Extrato de Edital visando credenciamento para permissão de uso dos espaços do museu para a realização de atividades culturais.

Os projetos, alinhados com a missão da instituição estabelecida no Plano Museológico, poderão ser de diversas áreas de conhecimento: artes cênicas, integradas,visuais, audiovisual, música, patrimônio cultural, cultura popular, gastronomia, multimídia, entre outros.

Museu do Diamante (MG)

Museu do Diamante (MG)

O edital contempla a sala de exposições temporárias (sala Multiuso), deck e pátio interno do Museu do Diamante para a realização de atividades.

Todas as despesas decorrentes da realização dos projetos e ações selecionadas deverão ser custeadas pelos participantes. Poderão se habilitar pessoas físicas e jurídicas residentes e/ou domiciliadas no Brasil.

As inscrições acontecem de 23 de fevereiro a 30 de março de 2018 e podem ser feitas pessoalmente ou por via postal. Não serão aceitas inscrições via e-mail.

As propostas serão julgadas por comissão de seleção formada por servidores do Museu do Diamante. O resultado será divulgado na página web do museu no dia 11 de abril.

Para informações completas sobre a seleção pública, acesse a íntegra do edital e seus anexos.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu do Diamante/Divulgação

Nomeada nova diretora do Museu do Diamante

Museu do Diamante (MG)

Museu do Diamante (MG)

A nova diretora do Museu do Diamante (Ibram/MinC), em Diamantina (MG), foi nomeada nesta sexta-feira (1). Sandra Martins Farias ficou em primeiro lugar no chamamento público realizado pelo Ibram para preencher o cargo.

Graduada em Ciências Sociais pela UFMG e especialista em Gestão do Patrimônio Cultural pela PUC Minas, ela é mestre em antropologia e doutora em Integração na América Latina pela Universidade de São Paulo (USP).

Sandra tem sua atuação voltada para a área de Antropologia, principalmente nas seguintes temáticas: memória e patrimônio cultural, museus e museologia, cultura e diversidade cultural, manifestações tradicionais, antropologia cultural, teoria antropológica e história da antropologia.

O processo seletivo levou em consideração critérios técnicos e objetivos de qualificação baseados em análise de Currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho, além de entrevista oral. Podiam concorrer ao cargo, servidores públicos e não-servidores com formação acadêmica em nível superior, experiência comprovada em gestão e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu.

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