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Museu da República e MNBA participam da 1ª Bienal Internacional da Caricatura

Cavalcante retrata personagens emblemáticos do país…

Teve início  no dia 27 de novembro, a 1ª Bienal Internacional da Caricatura. Idealizada pelo caricaturista e historiador Luciano Magno, o evento, que segue até 30 de março de 2014, traz 30 mostras históricas e contemporâneas em vários estados brasileiros. Os museus da República e Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (RJ), vinculados ao Ibram/MinC, participam desta edição.

…como a presidenta da República, além de personagens da cultura nacional

No Museu da Republica, a exposição Te vi Guidacc, em cartaz até 20 de fevereiro de 2014, acontece na galeria principal do Jardim Histórico do antigo Palácio do Catete, e apresenta caricaturas do artista gráfico de Manaus (AM), Jorge Guidacci, que notabilizou-se como um dos mais combativos desenhistas de humor dos anos 70.

Além da exposição, o museu receberá neste fim de semana (dias 7 e 8), às 18h, diversos artistas do desenho e pesquisadores. Durante os encontros, eles vão trocar impressões sobre seus trabalhos e refletir sobre as múltiplas questões que envolvem a profissão.

Cavalcante no MNBA
Os traços inconfundíveis de Cavalcante inauguram um capítulo importante da Bienal de Caricatura, a partir de sexta- feira (6), no MNBA/Ibram. Com 25 anos de carreira e uma longa trajetória na imprensa, Paulo Cavalcante, nesta sua primeira exposição retrospectiva, reunindo 114 trabalhos, vai mostrar caricaturas, charges, pinturas, desenhos, e esboços artísticos inéditos. A exposição segue até 9 de março de 2014.

A programação da 1ª Bienal Internacional da Caricatura, que conta também com o apoio do Centro Cultural Justiça Federal e outras instituições culturais brasileiras, inclui ainda mostras com obras de artistas como Manoel de Araújo Porto-Alegre (patrono da caricatura brasileira), Calixto Cordeiro, Hermé, Zé Andrade, Glen Batoca, e outros. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA

MNBA irá restaurar a escultura “Música” de Rodolfo Bernardelli

musica_mnbaO Museu Nacional de Belas Artes recebeu nesta semana, a escultura Música, de Rodolfo Bernardelli. A peça, que faz parte do acervo do Museu, mas ficava na rua Heitor de Mello, na Cinelândia, será restaurada.

A transferência da escultura para o pátio do Museu  contou com o apoio da  Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos, por meio da Coordenadoria de Operações Especiais (COE).  O trabalho foi realizado sob coordenação da Gerência de Monumentos e Chafarizes.

Rodolfo Bernardelli e a Música

Em 1903, como parte da reformulação urbanística que deu um ar parisiense à então capital do Brasil, começa a se construir um complexo cultural em volta da praça Ferreira Viana, hoje  Marechal Floriano, na Cinelândia, integrado pelo Teatro Municipal, Biblioteca Nacional e Escola Nacional de Belas Artes, com sua pinacoteca, hoje Museu Nacional de Belas Artes IBRAM/MinC.

O nome de Rodolfo Bernardelli, diretor da Escola Nacional de Belas Artes e artista prestigiado, é escolha natural para conceber e executar o programa escultórico da arquitetura da casa de artes cênicas. Para coroar o contorno das fachadas frontal e laterais do majestoso e imponente edifício, inaugurado em 1909, definem-se as alegorias às artes do espetáculo: tragédia, comédia, música, poesia, dança e canto.

Rodolfo Bernardelli, de 1905 a 1907, concebe o conjunto de figuras em cujos estudos se alternam as bases retangulares e as quadradas, experimentações do artista em momentos do seu processo de criação, possivelmente a partir de concepções desenhadas, passando pelos pequenos modelados em gesso, até a realização de modelos em tamanho próximo ao da obra final a ser disposta no edifício, em cimento.

Museus estão entre os lugares mais visitados na Copa das Confederações 2013

Pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) mostra que atividades culturais foram destaque entre os turistas que vieram para a Copa das Confederações no Brasil, em junho deste ano.

Realizada com 453 entrevistados durante os dias da Copa, os números da pesquisa apontam os lugares mais visitados pelos turistas estrangeiros: bairros históricos (50,8 % dos entrevistados), museus, casas de cultura e exposições (39,5%), monumentos (39%) e shows (15,5%).

Eventos internacionais movimentaram museus como o MNBA no Rio de Janeiro

De acordo com a pesquisa, museus, casas de cultura e exposições foram a escolha de 69,4% dos turistas que foram a Brasília; 55,7% dos que foram ao Rio de Janeiro; e 55,4% dos que foram a Belo Horizonte.

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Museus, Angelo Oswaldo, tais números devem servir de estímulo para que o setor se mobilize no sentido de receber melhor o turista estrangeiro. “Esse é um momento oportuno para realização de parcerias em busca de mais recursos e apoio para a qualificação dos museus brasileiros”, declarou.

Na semana passada, foi anunciado pelo Ministério da Cultura (MinC) o valor de R$ 20 milhões via Petrobras para investimento na modernização de 12 museus. Saiba mais.

Outros eventos
Além da Copa das Confederações, outros eventos internacionais também atraíram visitantes para o Rio de Janeiro nos últimos meses. A cidade foi sede da Jornada Mundial da Juventude, em julho, e a exposição A Herança do Sagrado, em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram até outubro, já recebeu mais de 60 mil visitantes. Já a exposição A Arte a Serviço da Fé, no Museu Histórico Nacional/Ibram, recebeu cerca de 20.240 visitantes nos meses de junho e julho.

Durante a 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus (Icom), realizada de 10 a 17 de agosto, o Museu da Maré também despertou grande interesse entre os participantes da Conferência, cujo tema foi “Museu (Memória+Criatividade) = Mudança Social”. Além disso, vários museus na cidade, e mesmo em outros estados, tiveram visitação gratuita no período do evento internacional.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Museu Nacional de Belas Artes recebe exposição sobre sustentabilidade e design

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga, até 13 de outubro, a exposição Arte e criatividade para a proteção da criação, produzida pelo Ministério do Meio Ambiente da Itália. A mostra integra a agenda cultural da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 e é composta por 33 objetos que enfocam a sustentabilidade e levam a assinatura de renomados designers italianos.

Exposição fica em cartaz no MNBA até o dia 13 de outubro

A exposição proporciona ao visitante a chance de  conhecer um significativo conjunto de peças recicladas a partir da transformação de materiais como plástico, alumínio, papelão e outros, que deram origem à suportes de mesa,  bolsas,  cadeiras, luminárias, entre outros objetos.

Na instalação,  encontram-se também imagens de satélite, fornecidas pela empresa Telespazio, que mostram o estado de degradação ambiental em que se encontra o planeta.

Os produtores da exposição acreditam que o evento contribui para fortalecer, proteger e preservar os bens e recursos da natureza. A mostra apresenta em síntese a necessidade de proteção e as oportunidades de desenvolvimento que devem caminhar juntas para alcançar o crescimento sustentável da humanidade.

O Museu Nacional de Belas Artes tem entrada gratuita até o dia 13 de outubro e funciona no período em horário diferenciado: de terça a domingo, de 9h às 21h. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MNBA

Jornada Mundial da Juventude: arte e religiosidade ocupam museus Ibram

A cidade do Rio de Janeiro se prepara para receber a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), maior evento jovem da igreja católica. A JMJ acontece de 23 a 28 de julho e contará com a presença do Papa Francisco. A expectativa é que o evento receba mais de dois milhões de jovens de todo o mundo. No contexto, três museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) realizam exposições que aproximam arte e religiosidade. Integrando a programação oficial da jornada, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe a mostra A herança do sagrado. A exposição será aberta ao público no dia 10 de julho e fica em cartaz até o  dia 13 de outubro. Durante todo o período da exposição, o museu abrirá em horário diferenciado – de terça a domingo, das 9h às 21h – e terá entrada gratuita. Serão exibidas mais de 100 obras entre pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças de arte sacra. Entre elas estão quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato, Bernini, Correggio, Annibale Carracci, Guido Reni e Beato Angelico.

Oratórios pertecem ao acervo de museu mineiro dedicado ao tema

Barroco brasileiro Durante a JMJ, o MNBA também recebe a exposição Oratórios: relíquias do Barroco Brasileiro. O visitante poderá apreciar cerca de 115 oratórios, objetos e imagens sacras dos séculos XVII ao XX, pertencentes ao acervo do Museu do Oratório, instalado em Ouro Preto (MG), desde 1998. A mostra será inaugurada dia 16 de julho e fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Os oratórios falam de usos, costumes e tradições; evocam hábitos e características do ciclo do ouro e dos diamantes; narram o processo de contribuições afro-luso-ameríndias que se fundem na formação cultural brasileira. A história da arte e da arquitetura se revela no conjunto dos oratórios, por meio da influência barroca, rococó e neoclássica. Até o final de 2013, a exposição itinerante chegará a outras cidades brasileiras. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para mais informações. Tesouros do MHN Outra exposição relacionada ao tema religioso e que já está em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) é A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional. Ela fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Nos dias 25 e 26 de julho, das 14h às 18h, terá entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 600 peças de sua expressiva coleção de arte sacra, entre as quais pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios, e objetos da Capela Imperial. Abrem a exposição três esculturas em marfim  de origem luso-oriental e indo-portuguesa, do século XVII e XVIII. Elas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Visita à exposição no MHN será gratuita nos dias 25 e 26 de julho

Significativas também são as pinturas sobre madeira, realizadas na Bahia do século XVIII,  que  fazem parte de um conjunto de seis painéis utilizados nas procissões dos Passos da Paixão de Cristo, na época da Quaresma. Ao lado das pinturas baianas, um importante conjunto de esculturas policromadas e outro de oratórios do período colonial. Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata. Saiba mais na página do Museu Histórico Nacional. Homenagem a Aleijadinho O Museu Villa-Lobos/Ibram também recebe uma exposição concebida especialmente para a Jornada Mundial da Juventude.  A Ceia Brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho reúne três pinturas e 14 estudos  preparatórios para esta que é considerada uma obra-prima do artista russo-brasileiro. A exposição reúne uma pintura do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo (MG), um autorretrato, fotos e uma trilha sonora de Villa-Lobos, especialmente elaborada pela equipe do Museu Villa-Lobos, além de textos de Antônio Bento e Carlos Drummond de Andrade. Faça uma visita virtual a exposição. A abertura da mostra será no dia 22 de julho, às 19h, com a participação especial do Duo Márcio Mallard (Violoncelo) e Wagner Tiso (Piano) – diretor do museu. No recital, o violoncelo que pertenceu a Villa-Lobos, recentemente restaurado, será utilizado e serão executadas obras do compositor. A mostra fica em cartaz para o público de 23 de julho a 30 de setembro. Conheça a página  do Museu Villa-Lobos. Texto: Ascom/Ibram Fotos: Divulgação MNBA, MHN/Ibram Última atualização: 30.7.2013

Obras de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

Duas novas exposições estão em cartaz  no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ): Quando o Brasil Amanhecia – A Primeira Missa no Brasil vista por Victor Meirelles e Candido Portinari e Portinari e os painéis da Capela Mayrink.

Esta é a primeira vez que a obra A Primeira Missa no Brasil, executada por Portinari, está sendo exibida ao público. Com dimensões de 271 cm X 501 cm, a tela foi produzida em 1948 para a sede do Banco Boa Vista e foi adquirida, no final de 2012, pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Saiba mais.

Na exposição, o público poderá ver também o quadro de Victor Meirelles (tela com 270 cm x 357 cm, realizada entre 1858 e 1860), que foi inspirado na carta de Pero Vaz de Caminha, e retrata o mesmo momento histórico. Também serão exibidos estudos, fotos, documentos e objetos que ajudam a contextualizar as criações das duas obras. A mostra pode ser vista até 9 de junho.

Capela Mayrink
Em simultâneo, outras quatro obras de Cândido Portinari, doadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) ao MNBA/Ibram, também estão em em exposição no MNBA.

Portinari e os painéis da Capela Mayrink apresenta as obras Nossa Senhora do Carmo, São João da Cruz, São Simão Stock e Purgatório, realizadas pelo artista em 1944 para adornar o interior da Capela Mayrink – localizada no Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, propriedade do ICMBio. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA
Última atualização: 4.6.2013

Ministra da Cultura abre novas exposições no Museu Nacional de Belas Artes

Neste sábado (20), às 11h, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, participa da cerimônia de abertura das exposições Quando o Brasil Amanhecia – A Primeira Missa no Brasil vista por Victor Meirelles e Candido Portinari e Portinari e os painéis da Capela Mayrink, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ). A cerimônia também contará com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

O painel de Portinari fica em exposição até 5 de junho no MNBA

Essa será a primeira vez que a obra A Primeira Missa no Brasil, executada por Portinari, será exibida ao público. Com dimensões de 271 cm X 501 cm, a tela foi produzida em 1948 para a sede do Banco Boa Vista e foi adquirida, no final de 2012, pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). Saiba mais.

Na exposição, o público poderá ver também o quadro de Victor Meirelles (tela com 270 cm x 357 cm, realizada entre 1858 e 1860), que foi inspirado na carta de Pero Vaz de Caminha, e retrata o mesmo momento histórico. Também serão exibidos estudos, fotos, documentos e objetos que ajudam a contextualizar as criações das duas obras.

A mostra, em cartaz até 5 de junho, dará oportunidade ao público de comparar duas escolas de pintura: o Romantismo acadêmico de Victor Meirelles (1832-1903) em contraposição à liberdade modernista de Candido Portinari (1903-1962).

Capela Mayrink

Painel de Nossa Senhora do Carmo é uma das obras da Capela Mayrink

Em simultâneo a abertura da exposição Quando o Brasil Amanhecia, outras quatro obras de Cândido Portinari, doadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) ao MNBA/Ibram, também serão exibidas ao público.

Portinari e os painéis da Capela Mayrink apresenta as obras Nossa Senhora do Carmo, São João da Cruz, São Simão Stock e Purgatório, realizadas pelo artista em 1944 para adornar o interior da Capela Mayrink – localizada no Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, propriedade do ICMBio. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MNBA

 

Museu Imperial recebe pontuação máxima no Guia Quatro Rodas

O Museu Imperial (Ibram/MinC), localizado em Petrópolis (RJ), é um dos oito museus brasileiros classificados pelo Guia Quatro Rodas 2013 como “cinco estrelas”. A publicação anual, que apresenta e atribui notas a hotéis, restaurantes e atrações de todo o Brasil é um importante guia de viagem do país.

Também foram considerados “cinco estrelas” os museus Catavento Cultural, Museu da Língua Portuguesa, MASP, Museu do Futebol e Pinacoteca do Estado de São Paulo, todos na capital paulista; o Museu de Ciência e Tecnologia da PUC do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre; e o Instituto Inhotim, de Brumadinho (MG).

Dos museus classificados como “quatro estrelas”, quatro integram a estrutura do Ibram: Museu da República, Museu Nacional de Belas Artes e Museu Histórico Nacional, localizados no Rio de Janeiro; e Museu da Inconfidência, de Ouro Preto (MG).

Classificação

Na categoria “atrações”, o Guia Quatro Rodas pontua museus, centros culturais, parques e outros atrativos da seguinte forma: uma estrela – “de algum interesse”; duas estrelas – “interessante”; três estrelas – “muito interessante”; quatro estrelas – “não deixe de ir”; cinco estrelas – “vale a viagem”.

No caso do Museu Imperial, a publicação justifica a classificação como “cinco estrelas” afirmando que “além de fazer parte da história do país, reúne relíquias, como móveis, joias e documentos do Segundo Reinado (1840-1889)”. O texto destaca entre os pontos de interesse a Sala das Joias e os espetáculos Som e Luz e Um Sarau Imperial.

“A classificação é o reconhecimento do acervo do Museu Imperial como referência nacional para o estudo do período imperial brasileiro, bem como uma opção permanente de entretenimento cultural para brasileiros e estrangeiros”, afirma o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Jr  

Conheça os Museus do Ibram

Texto: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom Ibram

Retrospectiva de Rubem Grilo em cartaz no MNBA (RJ)

Está em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), a exposição Rubem Grilo – a trajetória do artista – aquisição de 500 obras – Prêmio de Artes Plásticas Marcoantonio Vilaça.

A mostra é composta de 123 xilogravuras, de diferentes datas e formatos, podem ser vistas na sala Clarival Valadares até 2 de junho. O conjunto representa um resumo da produção do artista, abrangendo 43 anos de atividade profissional (1971 a 2012).

Em 2011, Grilo recebeu o Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais – 2010 (Fundação Nacional de Artes – MinC).  A mostra se insere na etapa conclusiva do projeto premiado, cujo compromisso consiste na transferência de 500 obras para o Gabinete de Gravura do MNBA.

A aquisição atual, decorrente da premiação, soma-se à doação ao MNBA, feita anteriormente pelo artista, de aproximadamente 900 obras. Com este conjunto pode-se percorrer várias etapas de sua produção, permitindo uma visão ampla do percurso do artista.

Debate
Em paralelo à mostra, no dia 14 de abril,  às 15h, no auditório do museu, será realizado um debate  gratuito sobre A importância dos acervos públicos  e a obra de Rubem Grilo.

Mineiro de Pouso Alegre, MG, nascido em 1946, mas há muito radicado no Rio de Janeiro, Rubem Grilo realizou as primeiras xilogravuras em 1971. Ilustrou diversos jornais de 1973 a 1985, como Opinião, Movimento, Folhetim (Folha de São Paulo, Pasquim , Retrato do Brasil) entre outros. Criou as vinhetas do Segundo Caderno na reforma gráfica do jornal O Globo, em 1995. Atualmente, é colaborador semanal da Ilustrada (Folha de São Paulo). Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA

Última atualização: 6.5.2013

Rubem Grilo ganha retrospectiva de quatro décadas de gravura no MNBA

Será inaugurada hoje (19), às 12h, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), a exposição Rubem Grilo – a trajetória do artista – aquisição de 500 obras – Prêmio de Artes Plásticas Marcoantonio Vilaça.

123 xilogravuras, de diferentes datas e formatos, serão exibidas na sala Clarival Valadares até 5 de maio. O conjunto representa um resumo da produção do artista, abrangendo 43 anos de atividade profissional (1971 a 2012).

Em 2011, Grilo recebeu o Prêmio Procultura de Estímulo às Artes Visuais – 2010 (Fundação Nacional de Artes – MinC).  A mostra se insere na etapa conclusiva do projeto premiado, cujo compromisso consiste na transferência de 500 obras para o Gabinete de Gravura do MNBA.

A aquisição atual, decorrente da premiação, soma-se à doação ao MNBA, feita anteriormente pelo artista, de aproximadamente 900 obras. Com este conjunto pode-se percorrer várias etapas de sua produção, permitindo uma visão ampla do percurso do artista.

Debate
Em paalelo à mostra, no dia 14 de abril,  às 15h, no auditório do museu, será realizado um debate  gratuito sobre A importância dos acervos públicos  e a obra de Rubem Grilo.

Mineiro de Pouso Alegre, MG, nascido em 1946, mas há muito radicado no Rio de Janeiro, Rubem Grilo realizou as primeiras xilogravuras em 1971. Ilustrou diversos jornais de 1973 a 1985, como Opinião, Movimento, Folhetim (Folha de São Paulo, Pasquim , Retrato do Brasil) entre outros. Criou as vinhetas do Segundo Caderno na reforma gráfica do jornal O Globo, em 1995. Atualmente, é colaborador semanal da Ilustrada (Folha de São Paulo). Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA

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