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MNBA inaugura mostra com obras de Eugène Boudin no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugura, na terça-feira (25), em parceria com o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro, a exposição O Colecionismo no Brasil – Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim.

Tela de Boudin (Vacas no pasto, 1890) da coelação MNBA

A mostra, centrada nas telas de Boudin (1824-1898), além de outros artistas franceses como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin, reúne 24 obras, sendo 22 telas e 2 desenhos.

O acervo de 20 pinturas de Louis Eugène Boudin, pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes, é o maior numa instituição pública fora da França.

A coleção, doada ao MNBA pela Escola Nacional de Belas Artes, pertenceu aos barões de São Joaquim, casal aristocrata da cafeicultura fluminense.

Boudin é considerado um dos precursores do movimento pré-impressionista. Suas telas retratam paisagens campestres e marinhas. Os trabalhos da coleção do MNBA, percorrem toda a trajetória artística do pintor francês, cobrindo um período superior a 35 anos de sua produção.

A mostra fica em cartaz até dezembro deste ano e pode ser vista de terça a sexta-feira, das 10 às 18hs, e aos sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas. Acesse online coleções MNBA no projeto Google Arts.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

MNBA inaugura mostras em comemoração ao Dia Nacional da França

André Penteado, Missão Francesa

André Penteado, Missão Francesa

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre, nesta sexta-feira (14), duas mostras: Diálogos Contemporâneos e Missão Francesa. As exposições são em comemoração ao Dia Nacional da França, celebrado em 14 de julho.

A mostra Diálogos Contemporâneos reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, e tem curadoria de Claudia Saldanha e da pesquisadora e diretora do MNBA, Monica Xexéo. A exposição é um recorte do acervo do Museu e as obras expostas se situam entre os anos 1920 até o contemporâneo, espelhando alguns ângulos da influência francesa na vivência de artistas modernos e contemporâneos brasileiros.

Na exposição, poderão ser vistos trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Flavio Shiró, Antonio Bandeira, Gonçalo Ivo, Sérvulo Esmeraldo, Luiz Áquila, Jorge Mori, e Lasar Segall, Maria Leontina.

Missão Francesa é um recorte do livro de mesmo nome, do artista André Penteado. Para a mostra, o artista selecionou um grupo de trinta e três fotografias que resumem as discussões levantadas no livro.

O livro Missão Francesa faz parte da trilogia Rastros, Traços e Vestígios. A publicação busca relacionar passado e presente a partir da formação de artes no Brasil, pelos franceses, em locais emblemáticos como o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu D. João VI e o Solar Grandjean de Montigny, e a personificação do que esse processo representou, em retratos de alunos e professores da Escola de Belas Artes da UFRJ, retratos de descendentes de Nicolas-Antoine Taunay e desenhos, pinturas e esculturas dos artistas que compuseram a Missão, assim como de seus alunos, pertencentes aos acervos das instituições visitadas.

Mais informações na página do Museu.

MNBA recebe doação do acervo de Glauco Rodrigues

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebeu o arquivo pessoal do artista Glauco Rodrigues (1929-2004). A viúva do artista, Norma Rodrigues, doou ao museu documentos pessoais, fotografias, convites e a correspondência que o artista travou com amigos, como o poeta Ferreira Gullar, o escritor Erico Veríssimo, o artista Carlos Scliar e a atriz Camila Amado.

A doação cobre um período entre os anos 1940 e os anos 2000 -  60 anos de produção intelectual do artista gaúcho, possibilitando um panorama do seu processo de criação.

Conhecido por criar inúmeras obras inspiradas na figura de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, Rodrigues teve uma presença marcante no tropicalismo e na pop art nacional.

Texto: Divulgação MNBA

A Paisagem na Academia em mostra no Museu Nacional de Belas Artes

Estudo de paisagem, sem data. Rodolfo Amoedo

Estudo de paisagem: Rodolfo Amoêdo (sem data)

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe, a partir da terça-feira (9), a exposição Paisagem na Academia.

A mostra é uma parceria com a Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA) e enfoca a história do ensino da pintura de paisagem na Academia de Belas Artes, que funcionou no Rio de Janeiro.

Com curadoria dos professores Carlos Terra e Ana Cavalcanti, da EBA, a exibição apresenta 21 obras, entre gravura, pintura e aquarela.

São destaques da exposição o processo artístico cotidiano e trabalhos que habitualmente não são expostos ao público, como desenhos realizados como provas para o concurso de professor de “Paisagem, flores e animais” de 1881, estudos de nuvens de Victor Meirelles e pequenas paisagens de Rodolpho Amoêdo.

Fazem parte da mostra obras de sete artistas que foram professores na Academia entre 1816 e 1890: Nicolas Antoine Taunay, Manuel de Araujo Porto-Alegre, Agostinho da Motta, Victor Meirelles, Leôncio Vieira, Rodolpho Amoêdo e Antonio Parreiras.

A exposição fica em cartaz até 9 de junho. O MNBA funciona de terça a sexta, das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h. Saiba mais.

 

Texto e imagem: MNBA/divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu Nacional de Belas Artes recebe vice-ministro da Cultura da China

O vice-ministro da Cultura da China, Yang Zhijin, esteve no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro, na última semana, para tratar de parcerias culturais.

A diretora do museu recebe a comitiva chinesa no MNBA

A diretora do museu recebe a comitiva chinesa no MNBA

A autoridade chinesa foi recebida pela diretora do museu, Monica Xexéo, e coordenadores das áreas de conservação, comunicação museológica, comunicação social e técnica.

Acompanhado da sua comitiva, o vice-ministro chinês conheceu a Galeria de Arte Brasileira do Século XIX e a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea.

Também visitou algumas das exposições temporárias em cartaz, como Alegoria às Artes – Leon Palliére, Escola de Belas Artes: 1816-2016 e Joaquim Lebreton e a Missão Francesa.

Na reunião com a direção do MNBA, Yang Zhijin, entre outros assuntos tratados, reforçou o desejo da China de incentivar o intercâmbio entre artistas e entre museus.

A visita ao MNBA foi uma das atividades oficiais do vice-ministro, que esteve com o ministro da Cultura Roberto Freire em Brasília. Saiba mais sobre a visita.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MNBA/Divulgação

Obras de Portinari no MNBA integram exposição inédita em Roma

Café, 1935

Obra de Candido Portinari (Café, 1935) está em Roma para a exposição “A mão infinita”

Um recorte da coleção do artista Candido Portinari no acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) vai integrar a exposição que a Embaixada do Brasil em Roma inaugura no dia 7 de fevereiro.

A mostra é uma parceria entre o Ministério da Cultura (MinC) e o Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Com curadoria do MNBA, A Mão Infinita é a primeira mostra de Portinari realizada na capital italiana.

Serão expostos desenhos, pinturas, matrizes e fotografias, num total de 26 obras. O destaque é a tela Café, pintada em 1935.

Nascido em Brodowski, interior de São Paulo, Portinari (1903-1962) era filho de imigrantes italianos e estudou posteriormente na Itália. Suas obras retratam a gente da sua terra.

Para a diretora do MNBA, Monica Xexéo, “a mostra reforça os laços culturais entre dois povos irmãos”. A Embaixada do Brasil em Roma está localizada na Piazza Navona, uma das principais zonas turísticas da cidade. A mostra será realizada na galeria Cândido Portinari, no próprio prédio da embaixada.

A exposição faz parte das comemorações dos 80 anos de criação do MNBA e fica em cartaz na Embaixada Brasileira  da Itália, em Roma, até 22 de abril. Leia mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/divulgação

MNBA celebra 80 anos de criação com uma série de atividades

Divulgação MNBA

Desenho de Grandjean de Montigny que integra a nova exposição do MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes/ Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), comemora, nesta sexta-feira (13), 80 anos de sua criação e preparou uma série de eventos para celebrar a data.

Abrindo a agenda de exposições de 2017, será inaugurada a mostra Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX – Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção.  A data marca os 80 anos de criação do MNBA, em 1937, por Getúlio Vargas.

Grandjean de Montigny (1776-1850) desembarcou no Brasil em 1816, integrando a Missão Artística Frances, chefiada por Joaquim Lebreton.

Os traços do arquiteto Montigny desempenharam um papel relevante pelas transformações e adaptações produzidas na paisagem da cidade do Rio, visando se adaptar ao novo status adquirido.

Para as curadoras da exposição, Laura Abreu e Claudia Ribeiro, a ideia é fazer com que o visitante percorra um Rio de Janeiro do início do século XIX, numa perspectiva de visão do mar para o verde das montanhas que emolduram a sua paisagem. A mostra exibe originais do acervo do MNBA e reprodução de obras da Biblioteca Nacional,  do Museu D. João VI(da EBA/UFRJ), e do Arquivo Nacional.

Também no dia 13, haverá diplomação dos agraciados com o Prêmio Quirino Campofiorito, posse da diretoria da Associação de Amigos do MNBA, recital de violino e piano com Priscila Ratto e Katia Balloussier, lançamento dos livros Alegoria às Artes – Léon Pallière e trezena de São Sebastião, com a presença do Cardeal Dom Orani Tempesta. As atividades começam ao meio-dia e têm entrada franca. Saiba mais.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

Nota pública sobre o retorno de obras de arte do Palácio do Planalto ao MNBA

O retorno ao Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), de 48 obras de arte que estavam cedidas à Presidência da República/Palácio do Planalto acontece em virtude do término do contrato de comodato tratado entre as duas instituições. Tal devolução faz parte de um processo administrativo interinstitucional comum e se dá visando, principalmente, à conservação e preservação deste acervo.

As obras em questão fazem parte do patrimônio da União, uma vez que o Museu Nacional de Belas Artes, detentor da guarda do acervo, é uma instituição sob a alçada do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura.

Ao retornarem ao Museu Nacional de Belas Artes, as obras passarão por restauro e higienização. Posteriormente, integrarão ações de circulação, por meio de exposições no próprio MNBA, em museus que integram a rede Ibram ou mesmo outras instituições nacionais e internacionais, considerando que o órgão tem como uma de suas finalidades contribuir para a divulgação e difusão dos acervos museológicos brasileiros.

A parceria entre o Ibram e o gabinete da Presidência da República, representado pela Diretoria de Documentação Histórica, é permanente e se traduz no desenvolvimento de ações de conservação e de preservação de obras que integram o acervo da Presidência da República e em outras atividades de colaboração voltadas ao aprimoramento das relevantes ações museológicas desenvolvidas.

Texto: Ascom/Ibram

Entrevista: Antonio Carlos Oliveira, meteorologista e museólogo do MNBA

O meteorologista e museólogo Antonio Carlos Oliveira fala aos participantes do seminário-oficina “Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados”, no Rio de Janeiro (RJ).

O meteorologista e museólogo Antonio Carlos Oliveira fala aos participantes do seminário-oficina Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados no Rio de Janeiro (RJ)

Meteorologista vinculado à Infraero, o também museólogo Antonio Carlos Oliveira atua, desde 2014, junto ao Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), para onde foi cedido com um objetivo específico: desenvolver solução tecnológica que permita reunir e utilizar informações meteorológicas para proteger a estrutura física de museus brasileiros e seus acervos.

Ao lado do químico José Luiz Pedersoli Jr., também atuante na área da conservação do patrimônio cultural, Oliveira está à frente do seminário-oficina Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados – realizado no MNBA, entre os dias 21 e 25 de novembro, por iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), no âmbito do Programa para a Gestão de Risco ao Patrimônio Musealizado Brasileiro.

Criador de ferramenta inédita no âmbito da prevenção de riscos climáticos aos acervos brasileiros e aos prédios que os abrigam, o meteorologista e museólogo respondeu, durante o evento, a algumas perguntas feitas pela Assessoria de Comunicação do Ibram.

O que é o sistema informatizado e integrado que você desenvolveu e o que ele oferece?

A ferramenta tem como objetivo monitorar o clima interno e externo dos museus da rede Ibram para análise de risco ambiental e preservação de seus acervos. Ela oferece modelos de simulação de cenários que permitem combinar as variáveis do clima externo e clima interno para diagnosticar o grau de risco ambiental de forma contínua e informar aos respectivos responsáveis, em cada caso, qual a melhor conduta a ter com seu acervo.

Como a ferramenta vai gerar dados sobre clima externo e interno de todos os 30 museus da rede Ibram?

Para traçar cenários quanto ao clima externo, a plataforma vai agregar dados, atualizados de forma contínua, oferecidos por bases de dados online públicas e confiáveis disponíveis para a população brasileira, de órgãos como o Ministério da Agricultura, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério das Minas e Energia, que a área da Cultura nunca utilizou com esta finalidade.

Para o monitoramento quanto ao clima interno de cada museu, estamos distribuindo a cada museu da rede Ibram, durante este seminário-oficina, um aparelho termohigrômetro, com capacidade expansível para mais 30 pontos de medição em cada museu, que medirá a temperatura e umidade de cada ambiente e serão todos conectados a uma rede única, que poderá ser acompanhada pela gestão central do Ibram.

Que desdobramentos isso terá para a gestão de risco ambiental aos acervos musealizados?

O monitoramento dos ambientes de todos os museus da rede Ibram, que estão distribuídos pelas diversas regiões brasileiras, permitirá a produção de simulações digitais de cenários e a elaboração de protocolos de alerta. As informações reunidas sobre risco ambiental interno e externo também tornariam o Ibram mais preparado, por exemplo, para se pronunciar quando da elaboração de Estudos de Impacto de Vizinhança para obras realizadas no entorno de seus museus.

O sistema também vai permitir catalogar sinistros e observar a distribuição e frequência dos eventos, tornando possível a prevenção de problemas específicos em cada local. A ferramenta também poderá ser útil para o intercâmbio de acervos entre museus, permitindo compatibilizar a temperatura e umidade adequada a cada bem cultural de cada região. De forma geral, ela vai permitir um mapeamento das condições de guarda de cada acervo e possibilitar que se garanta a sua estabilidade.

Qual a previsão para a entrada desta rede integrada em atividade?

Com a realização deste seminário-oficina e a distribuição doas higrômetros para cada museu, teremos condições de colocar o sistema em funcionamento no começo de 2017. A perspectiva é de que, através de parcerias, esta ferramenta inédita possa depois se expandir para outros museus públicos e privados brasileiros, e mesmo exportada para uso internacional.

Foto: Ascom/Ibram

Exposição no MNBA comemora os 200 anos da Escola de Belas Artes no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), inaugura nesta quinta-feira (10), às 18h, a exposição Escola de Belas Artes: 1816-2016. Duzentos anos construindo a arte brasileira. 

Menino de Brodósqui, 1951 - Cândido Portinari

Menino de Brodósqui, 1951 – Cândido Portinari

A mostra faz um recorte da produção artística da instituição que formou – e ainda forma – centenas de artistas das mais diferentes gerações da arte brasileira.

Segundo a curadora da exposição, Angela Ancora da Luz, que dirigiu a EBA entre os anos de 2002 e 2010, “a presença da escola no contexto da sociedade brasileira revelou sua identidade por aspectos pouco conhecidos, mas de grande interesse social e político, além de seu princípio norteador fundamental: o ensino artístico”.

O eixo curatorial enfatizou a Escola de Belas Artes como instituição que mantém e preserva uma preocupação social, política e intelectual das diferenças individuais, o que não impede a formação de um corpo e de uma ‘identidade’. Buscou-se evidenciar as diferenças e afinidades em desenhos, gravuras, pinturas, esculturas, instalações, vídeos e performances.

De escola a museu
Criada por Decreto Real em 12 de agosto de 1816, a primeira sede da Escola de Belas Artes foi na Travessa das Belas Artes, próxima a Praça Tiradentes. O prédio, de Grandjean de Montigny, foi projetado para receber a então Academia Imperial das Belas Artes e foi inaugurado em 5 de novembro de 1826.

“Foi uma escola de grande peso no Império e que esteve aberta a todos os que desejassem buscar o caminho das artes, sendo aceitos pelos grandes mestres dos ateliês”, conta a curadora. “O que contava na hora da seleção era o talento, sem restrição ao grau cultural, à raça ou situação econômica”.

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 - hoje MNBA

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 – hoje MNBA

Em 1908, já com o nome de Escola Nacional de Belas Artes, a instituição transferiu-se para seu segundo prédio, com projeto de Morales de los Rios, na Avenida Rio Branco – onde hoje situa-se o MNBA. Em 1975, a escola mudou-se em definitivo para o prédio da reitoria UFRJ na Cidade Universitária, compartilhado com a Faculdade de Arquitetura.

A mostra segue em cartaz até 12 de fevereiro de 2017. O MNBA fica na Avenida Rio Branco 199, – Cinelândia e funciona de terça a sexta das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados das 13h às 18h. Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação MNBA

 

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