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Seminário no MNBA debaterá relações raciais nas artes visuais

Evento debaterá em três mesas redondas, com a participação de conferencistas convidados, os temas “O lugar do negro no Brasil Colônia e Império”, “O lugar do negro no século XX: Estado Novo, Samba e Carnaval” e “Olhares e protagonismos e representações do negro”.

Evento debaterá com a participação de conferencistas convidados os temas “O lugar do negro no Brasil Colônia e Império”, “O lugar do negro no século XX: Estado Novo, Samba e Carnaval” e “Olhares sobre protagonismos e representações do negro”.

Em cartaz no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), deste maio passado – quando se completaram 130 anos de assinatura da Lei Áurea, que extinguiu a escravidão no Brasil – a exposição “Das Galés às Galerias: representações e protagonismos do negro no acervo do MNBA” terá como evento paralelo, nesta semana, seminário sobre a temática.

Promovido nos próximos dias 22 e 23 como parte da programação especial para o Mês da Consciência Negra, o Seminário Das Galés às Galerias: Reflexões sobre as relações raciais nas artes visuais debaterá em três mesas redondas, com a participação de conferencistas convidados, os temas “O lugar do negro no Brasil Colônia e Império”, “O lugar do negro no século XX: Estado Novo, Samba e Carnaval” e “Olhares sobre protagonismos e representações do negro”.

A programação será aberta na próxima quinta-feira (22) às 11h e a primeira mesa acontece no mesmo dia a partir das 14h30. Na sexta-feira (23), as mesas acontecem às 9h30 e às 14h30; a programação do dia inclui visita mediada à exposição em cartaz. A inscrição para o seminário é gratuita e haverá emissão de certificado. Confira a programação completa.

A exposição

“Das Galés às Galerias: representações e protagonismos do negro no acervo do MNBA” apresenta ao público cerca de 80 obras inseridas no contexto de épocas específicas, dispostas num fio condutor que perpassa o período colonial, o Brasil do Estado Novo e o Brasil atual. No percurso, são apresentadas as múltiplas interpretações do negro e do legado afro-brasileiro em diferentes períodos históricos.

Da escravização à ideologia do “branqueamento” – tese racista, defendida pelas elites, segundo a qual, através da imigração europeia e da mestiçagem, o Brasil em 100 anos se tornaria uma nação majoritariamente branca e apta a integrar o grupo das nações civilizadas – passando pelo mito da democracia racial, a exposição revela como os discursos sobre raça tomaram formas diferentes ao longo da história brasileira. Em paralelo à exposição, o MNBA já promoveu uma série de oficinas criativas em torno do assunto, abertas ao público.

Exposição no MNBA traz São Francisco nas telas de pintores italianos

Sao Francisco_MNBAO Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro, inaugura hoje (6) a exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos”, com 20 obras trazidas da Itália e uma de Nova York, que apresentam ao público brasileiro as alterações e permanências na representação do santo ao longo dos séculos.

Com curadoria do especialista em História da Arte, Giovanni Morello e de Stefano Papetti, a mostra inclui obras de Perugino, Guido Reni e Tiziano, entre outros, apresentando as fases mais relevantes da representação de São Francisco.

As obras que compõem a exposição são acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta ainda com uma importante obra de Ludovico Cardi (dito Il Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator americano Federico Castelluccio.

A mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante para a Basílica Superior de Assis (1228), cidade natal do santo na região da Úmbria, no centro da Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D, onde será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista.

Promovida e patrocinada pela Embaixada da Itália, pelo Consulado Geral da Itália no Rio de Janeiro e pelo Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, a exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos” pode ser vista no Museu Nacional de Belas Artes até o dia 27 de janeiro de 2019. Saiba mais.

Texto: Ascom MNBA
Edição: Ascom Ibram

Mais de 1,2 mil itens do acervo MNBA estão disponíveis online

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) é uma das 15 instituições brasileiras a participar do projeto O que é Arte Contemporânea? – lançado pelo Google Arts & Culture na última semana. O MNBA integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus no Rio de Janeiro (RJ).

Café, 1935

O quadro Café (1935), de Portinari, está entre os itens mais populares na coleção MNBA no novo projeto Google Arts & Culture

O museu traz para o projeto 10 histórias, narrativas em torno de um personagem ou tema, e 1.251 itens de seu acervo, distribuídos em uma centena de coleções.

Entre os artistas brasileiros, a coleção Renina Katz é a que traz mais itens digitalizados (87). Já entre os artistas estrangeiros, destaque para o francês Eugène Boudin com 35 itens.

Também é possível encontrar coleções a partir de uma técnica específica, como Tinta Acrílica ou Água-Forte, ou movimento artístico – Barroco ou Art Nouveau, por exemplo.

É possível ainda agrupar os itens mais populares ou ver todas as coleções em uma linha do tempo. Confira a galeria com as coleções MNBA no Google Arts & Culture.

No total, participam do projeto O que é Arte Contemporânea? 51 instituições de todo o mundo. São mais de 500 obras capturadas pela Art Camera do Google, que gera imagens em ultra-resolução.

A Fundação Bienal de São Paulo, o Instituto Tomie Ohtake e unidades do Centro Cultural Banco do Brasil são algumas das outras instituições brasileiras no projeto. Todas as coleções são gratuitas tanto na web quanto no aplicativo Google Arts & Culture para Android e IOS. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/Divulgação

Premiação a mais antiga funcionária marca celebração de 81 anos do MNBA

Ministro da Cultura conversa com a mais antiga funcionária do MNBA, Lygia Martins Costa, 103 anos.

Ministro da Cultura conversa com a mais antiga funcionária do MNBA, Lygia Martins Costa, 103 anos, agraciada com a edição 2018 do Diploma Quirino Campofiorito. Foto: Camila Gomes (Ascom/MinC)

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), celebrou no último sábado (13) seus 81 anos de criação em cerimônia que contou com a presença do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araújo, além da diretora do museu, Mônica Xexéo – e teve como grande destaque funcionários e ex-diretores com contribuição reconhecida para a trajetória da instituição.

A cerimônia foi marcada pela entrega da edição deste ano do Diploma Quirino Campofiorito, concedido desde 2011 pelo museu, que é vinculado ao Ibram, a personalidades que contribuíram de forma relevante para a preservação da arte, do patrimônio e da cultura brasileira.

A mais antiga funcionária do MNBA, Lygia Martins Costa – que completou 103 anos recentemente – foi uma das agraciadas. “É gratificante ter uma personalidade como dona Lígia na Cultura. Ela desempenhou um importante trabalho no museu e continua lúcida, com pensamentos contemporâneos sobre a Cultura e o patrimônio”, disse o ministro Sérgio Sá Leitão.

Para comemorar o aniversário do MNBA, também foram abertas duas exposições: A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica do MNBA, com cerca de 60 peças que resgatam parte da história do museu; e O Espaço da Arte, que traz 51 obras selecionadas do acervo da instituição que tiveram impacto nas artes visuais brasileiras a partir do séc. XX.

O museu - Com criação oficializada em 13 de janeiro de 1937 e aberto ao público a partir de 1938, o Museu Nacional de Belas Artes está situado em edifício histórico que abrigava originalmente a Academia Imperial de Belas Artes, fundada por Dom João VI no bojo de política voltada à formação de uma arte nacional brasileira.

O MNBA abriga a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens – entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros – que testemunha a história das artes plásticas no Brasil desde seus primórdios até a contemporaneidade.

MNBA completa 81 anos com homenagens e duas novas exposições

Edifício do MNBA no início do século XX: 81 anos de história em exposição

Edifício do MNBA no início do século XX: 81 anos de história em exposição

No sábado (13), o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), completa 81 anos de criação e celebra a data com a entrega de diplomas e a abertura de duas novas exposições.

A cerimônia, que tem início às 11h e é aberta ao público, contará com a presença do Ministro da Cultura, Sérgio de Sá Leitão, e do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Mattos Araujo.

O Diploma Quirino Campofiorito é entregue pelo museu desde 2011 para personalidades que contribuíram de forma relevante para a preservação da arte, do patrimônio e da cultura brasileira. Neste ano serão agraciados ex-diretores da instituição e funcionários do museu – como Lígia Martins, atualmente com 104 anos.

Após a apresentação do Coral Unati, da Universidade Candido Mendes, serão abertas duas novas exposições: A reinvenção do Rio de Janeiro e O espaço da arte.

Resgate da memória e arte brasileira
Cerca de 60 peças, entre pinturas, documentos, objetos, gravuras e fotografias, compõem a exposição A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a memória arquitetônica do MNBA, que se propõe a resgatar parte da história do museu criado em 1937 e aberto ao público a partir de 1938.

Obra de Portinari (Brodósqui, 1948) estará em exposição no MNBA

Obra de Portinari (Brodósqui, 1948) estará em exposição no MNBA

A curadoria dos técnicos do museu dividiu a exposição em três núcleos: as origens do museu, abordando o papel seminal da Academia Imperial de Belas Artes; a modernização da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco), a partir de 1904; e, por último, o protagonismo do MNBA no cenário nacional e internacional.

O aspecto da preservação também integra a mostra, ao abordar a restauração do prédio que sedia o museu – inaugurado há 110 anos.

Em processo de reformulação, a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea fará uma prévia do que está por vir com a exposição O espaço da arte. Estarão à mostra 51 obras da coleção MNBA, reunindo trabalhos de artistas que impactaram as artes visuais brasileiras a partir do século XX.

Optando pela abordagem da espacialidade na obra de arte, os curadores da exposição lembram que suas transformações ao longo do século passado foram essenciais para se entender as mudanças visuais e conceituais que geram conseqüências no fazer de hoje.

As exposições ficam em cartaz até 27 de maio. Saiba os horários, preço de ingressos e como chegar ao MNBA.

Texto e imagens: MNBA/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

MNBA recebe Trezena de São Sebastião na segunda-feira (8)

Foto de Gustavo de Oliveira

Foto de Gustavo de Oliveira

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe na próxima segunda-feira (8), a partir das 18h, a Trezena de São Sebastião.

Com o tema ‘São Sebastião superou tudo por amor’, a Trezena do Padroeiro da cidade do Rio de Janeiro começa no dia 7 de janeiro. Em sua 8ª edição, vai passar por 105 lugares , entre paróquias e capelas dedicadas ao santo, hospitais, cemitérios, asilos, casas de recuperação de dependentes químicos, locais e pontos turísticos, museus, além de instituições públicas e privadas.

Seu roteiro compreende treze dias de visita da imagem peregrina, conduzida pelo Arcebispo Metropolitano, Cardeal Orani João Tempesta. A Trezena se encerra em  20 de janeiro, data em que comemora o seu dia (feriado municipal).

Confira programação e agenda completa da Festa do Padroeiro, no site da Arquidiocese do Rio de Janeiro: https://goo.gl/7BT6Rq

Mais informações: https://goo.gl/sBv4Fo

MNBA recebe mostra de gravuras da Coleção Itaú Cultural

Auto retrato com boina e roupa bordada, feita em 1642, água-forte, de Rembrandt Van Rijn

Auto retrato com boina e roupa bordada, feita em 1642, água-forte, de Rembrandt Van Rijn

O Museu Nacional de Belas Artes (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro, recebe de hoje (26) a 18 de fevereiro de 2018, a exposição Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural.

Com curadoria de Marcos Moraes, a mostra mapeia cinco séculos da produção gráfica europeia, com mais de 140 das 451 imagens impressas que compõem este acervo. São apresentadas, de forma didática, as diferentes técnicas de gravuras dos séculos XV a XIX.

O acervo acompanha a evolução das técnicas, suas inovações e o desenvolvimento de uma linguagem gráfica. Há desde xilogravuras – imagens produzidas a partir de matrizes de madeira – do século XV até obras do século XIX, quando a gravura chegou à sua autonomia. A exposição já passou por Santos, Curitiba e Fortaleza antes de chegar ao Rio.

Fotógrafo André Penteado lança livro sobre Missão Francesa no MNBA

No próximo dia 17 de outubro, terça,  a partir das 18:30h,  o fotógrafo paulista André Penteado vai lançar no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) um livro que convida a uma releitura da Missão Francesa,  capitaneada por Joaquim Lebreton, que chegou ao Brasil, há mais de dois séculos para implantar o ensino oficial da arte e deixou marcas na nossa cultura desde então.  As fotos foram feitas por André no Rio de Janeiro, entre fevereiro de 2015 até janeiro de 2017.

A publicação Missão Francesa busca relacionar passado e presente a partir da formação de artes no Brasil, pelos franceses, em locais emblemáticos como o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu D. João VI e o solar Grandjean de Montigny, e a personificação do que esse processo representou, em retratos de alunos e professores da Escola de Belas Artes da UFRJ, retratos de descendentes de Nicolas-Antoine Taunay e desenhos, pinturas e esculturas dos artistas que compuseram a Missão, assim como de seus alunos, pertencentes aos acervos das instituições visitadas.

O livro é dividido em três partes: na primeira, que representa o tempo presente, o leitor se depara com uma série de imagens, todas relacionadas de alguma forma com a história da Missão Francesa (há legendas no fim do livro que identificam cada uma delas), e que sugerem uma reflexão sobre a ideia de que copiar modelos resolverá os problemas e a dificuldade em seguir com o planejamento de projetos; a segunda, representando o passado, contém a reprodução do Plano de Lebreton para o estabelecimento de uma escola de Belas Artes no país, o documento fundamental desta história; e a terceira, apontando para o futuro, contém retratos de alunos da Escola de Belas Artes da UFRJ, instituição que “descende” diretamente da Academia Imperial de Belas Artes, mas traz também uma interrogação: “Se os diversos espectros da sociedade brasileira estão também nas escolas de artes, alguma mudança ocorreu, mas, se o prédio da Universidade está depauperado, qual educação está sendo oferecida a eles?”, se pergunta o fotógrafo.

 

MNBA inaugura mostra com obras de Eugène Boudin no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), inaugura, na terça-feira (25), em parceria com o Consulado Geral da França no Rio de Janeiro, a exposição O Colecionismo no Brasil – Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim.

Tela de Boudin (Vacas no pasto, 1890) da coelação MNBA

A mostra, centrada nas telas de Boudin (1824-1898), além de outros artistas franceses como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin, reúne 24 obras, sendo 22 telas e 2 desenhos.

O acervo de 20 pinturas de Louis Eugène Boudin, pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes, é o maior numa instituição pública fora da França.

A coleção, doada ao MNBA pela Escola Nacional de Belas Artes, pertenceu aos barões de São Joaquim, casal aristocrata da cafeicultura fluminense.

Boudin é considerado um dos precursores do movimento pré-impressionista. Suas telas retratam paisagens campestres e marinhas. Os trabalhos da coleção do MNBA, percorrem toda a trajetória artística do pintor francês, cobrindo um período superior a 35 anos de sua produção.

A mostra fica em cartaz até dezembro deste ano e pode ser vista de terça a sexta-feira, das 10 às 18hs, e aos sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas. Acesse online coleções MNBA no projeto Google Arts.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

MNBA inaugura mostras em comemoração ao Dia Nacional da França

André Penteado, Missão Francesa

André Penteado, Missão Francesa

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) abre, nesta sexta-feira (14), duas mostras: Diálogos Contemporâneos e Missão Francesa. As exposições são em comemoração ao Dia Nacional da França, celebrado em 14 de julho.

A mostra Diálogos Contemporâneos reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, e tem curadoria de Claudia Saldanha e da pesquisadora e diretora do MNBA, Monica Xexéo. A exposição é um recorte do acervo do Museu e as obras expostas se situam entre os anos 1920 até o contemporâneo, espelhando alguns ângulos da influência francesa na vivência de artistas modernos e contemporâneos brasileiros.

Na exposição, poderão ser vistos trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Flavio Shiró, Antonio Bandeira, Gonçalo Ivo, Sérvulo Esmeraldo, Luiz Áquila, Jorge Mori, e Lasar Segall, Maria Leontina.

Missão Francesa é um recorte do livro de mesmo nome, do artista André Penteado. Para a mostra, o artista selecionou um grupo de trinta e três fotografias que resumem as discussões levantadas no livro.

O livro Missão Francesa faz parte da trilogia Rastros, Traços e Vestígios. A publicação busca relacionar passado e presente a partir da formação de artes no Brasil, pelos franceses, em locais emblemáticos como o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu D. João VI e o Solar Grandjean de Montigny, e a personificação do que esse processo representou, em retratos de alunos e professores da Escola de Belas Artes da UFRJ, retratos de descendentes de Nicolas-Antoine Taunay e desenhos, pinturas e esculturas dos artistas que compuseram a Missão, assim como de seus alunos, pertencentes aos acervos das instituições visitadas.

Mais informações na página do Museu.

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