Página 1 de 712345...Última »

Museu Histórico Nacional faz parte do projeto ‘Caminhos do Brasil Memória’

Caminhos do brasil memoriaA Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) lançou, no dia 19 de outubro, o projeto Caminhos do Brasil Memória. Na oportunidade, foi apresentado, também, o Passaporte do projeto que oferece gratuidade aos museus e centros culturais: Palácio Tiradentes, Paço imperial, Museu Naval, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), Casa França-Brasil, Museu da Imagem e do Som (MIS), Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), Igreja da Santa Cruz dos Militares, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Instituto Histórico Cultural da Aeronáutica (Incaer) e Centro Cultural Correios (CCC).

Com o passaporte, os visitantes têm desconto de 45% no Edifício Garagem Menezes Cortes aos fins de semana. Após cada visita, devem requisitar o carimbo em todas as instituições culturais. Quando todos os espaços forem visitados, o portador terá o direito de vivenciar uma experiência marinheira no Navio Museu Bauru; no submarino Museu Riachuelo; na Nau dos Descobrimentos; no helicóptero Rei dos Mares e no carro de combate cascavel, atrações no Espaço Cultural da Marinha.

O presidente da Alerj, André Ceciliano, destaca a riqueza dos museus e centros culturais da região. “O Palácio Tiradentes está no centro de um importante circuito histórico e agora vai funcionar como um articulador de toda essa diversidade cultural, o que é uma vocação desse local, berço da democracia brasileira”, destacou.

Para o subdiretor geral de Cultura da Alerj, Nelson Freitas, o projeto amplia o acesso do público a todos os museus envolvidos. Segundo Freitas, a ação contribui diretamente para fortalecer a formação humana e o sentimento de pertencimento da população, além de influenciar na geração de renda e postos de trabalho, gerando desenvolvimento econômico para a cidade e para o Estado do Rio de Janeiro.

O projeto recebeu apoio do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) e da polícia militar do estado do Rio de Janeiro.

Mais informações sobre o projeto aqui.

 

Museólogos promovem encontro no MHN a fim de discutir os 35 anos da lei que regulamenta a profissão

CONVITE 35 anos 24-10 (002)Na próxima terça-feira (5), das 9h às 17h30, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) vai ser palco do encontro promovido pelo Conselho Federal de Museologia (Cofem) sobre os 35 anos de publicação da Lei 7.287, de 18 de dezembro de 1984, que regulamentou a profissão de museólogo.

A realização do encontro tem como objetivo discutir a maneira como a sociedade enxerga o trabalho do museólogo; analisar a sua importância estratégica na área do patrimônio, sua responsabilidade diante dos desafios profissionais, da defesa do exercício da profissão e do seu campo de conhecimento. Na área da formação, será debatido o equilíbrio entre os conteúdos consolidados característicos da atuação de museólogo frente às novas tecnologias, além das transformações nas relações de trabalho neste século, que impactam diretamente no mercado de trabalho.

O evento terá a participação do deputado federal e ex ministro da Cultura, Marcelo Calero, do diretor do MHN, Paulo Knauss, e dos museólogos Rita Maia, Celia Corsino, Márcio Rangel, Telma Lasmar, Heloísa Queiroz, Rita de Cássia de Mattos e Felipe Farias.

A inscrição para o evento deve ser direcionada ao e-mail cofem.eventos@gmail.com .

Visitas mediadas do Museu Histórico Nacional trazem novidades em setembro

“Museólogo por um dia”: atividade é voltada para crianças conhecerem um pouco do trabalho que se faz em um museu

“Museólogo por um dia”: atividade é voltada para crianças conhecerem um pouco do trabalho que se faz em um museu

Será realizado, no Museu Histórico Nacional (MHN), no domingo (8), o projeto de visitas mediadas “o Bonde da História: Independência ou Morte”. A proposta é abordar os eventos que deram origem à independência do Brasil.

Às 15h, as crianças de 6 a 10 anos e acompanhantes vão poder participar do “Bondinho da História: Brincando no pátio dos canhões”. Em um dos espaços bucólicos do complexo arquitetônico do MHN, vai acontecer um jogo de curiosidades e brincadeiras entre os canhões e peças históricas em exposição.

Já no domingo (15), às 14h, os educadores irão trazer uma polêmica à tona. “Descobrimento ou Invasão?” será a visita mediada que vai propor uma discussão sobre a chegada dos portugueses ao território brasileiro e o processo de colonização que se seguiu.

Neste dia, às 15h, crianças, jovens e acompanhantes serão convidados a participar do Bondinho da História:” Pintando as memórias do Rio”. O público visita as telas ovais de Leandro Joaquim (1738-1798), participa de uma roda de conversa e toma parte em uma oficina de pintura, onde poderá deixar a imaginação fluir para retratar o Rio atual.

No domingo (22), às 14h, o Bonde da História trará como tema: “A presença negra no acervo do MHN”. Voltada para o público adulto, a visita irá abordar a presença das matrizes africanas no Brasil.

Primavera dos Museus 2019

No sábado (28), às 14h, como parte da programação da 13ª Primavera dos Museus “Museus por dentro, por dentro dos museus”, irá acontecer o Bonde da História “Museu para museólogos”. A visita irá percorrer temáticas distintas dentro do campo da Museologia e será voltada para estudantes da área e cursos afins, além de interessados no tema.

E às 15h, em “Museólogo por um dia”, crianças e acompanhantes terão a chance de conhecer um pouco da profissão de museólogo, por meio de dinâmicas que simulam algumas das atividades exercidas pelos profissionais de um museu.

Encerrando o mês e a 13ª Primavera dos Museus, no domingo (29), às 14h, o MHN irá oferecer uma atividade especial. A oficina de desenho e criatividade “Plantando memórias” será voltada para públicos de todas as idades e terá o objetivo de estimular a criatividade a partir da confecção de alguns materiais, que poderão ser levados para casa. A atividade tem a coordenação do desenhista Daniel Azulay – que estará presente.

Como participar

Aos fins de semana e feriados, o MHN funciona das 13h às 17h. Não há necessidade de agendamento ou inscrição para participar das visitas mediadas. A entrada aos sábados custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Já aos domingos, a entrada é gratuita.

Foto e texto: Ascom/MHN  
Editado pela Ascom/Ibram 

Museu Histórico Nacional exibe obras de Candido Portinari

A tela “Fogo” de Portinari sendo fixada: MHN exibirá série do artista enquanto o palácio Capanema passa por obras de  restauração e modernização

A tela “Fogo” de Portinari sendo fixada: MHN exibirá série do artista enquanto o palácio Capanema passa por obras de restauração e modernização

Realizada por Portinari em meados da década de 1940, a série abstrata de grandes dimensões “Os quatro elementos” decora o interior de alguns dos gabinetes do edifício – marco da arquitetura modernista brasileira, inaugurado em 1943 no centro do Rio.

O artista foi responsável tanto pelas telas e murais do interior do palácio quanto pelo desenho dos azulejos que revestem seu exterior.

Devido às obras de restauração e modernização pelas quais o edifício Gustavo Capanema passa desde 2014, o MHN será o fiel depositário dos quadros durante os três anos previstos para o fim dos trabalhos.

Neste primeiro momento, serão exibidas duas das quatro telas: “Água” e “Fogo”. As telas “Ar” e “Terra” passarão por um processo de restauro antes de se juntarem às demais – o que deve acontecer no mês de setembro. Será a primeira vez que a série completa será exibida fora do palácio Capanema.

A obra “Fogo” apresenta tons de ocre, marrons passando a vermelhos e azuis intensos. Já “Água” apresenta tons de verde passando por azuis intensos e alguns tons de vermelho. Ambas as telas decoravam o gabinete que pertencera ao escritor Carlos Drummond de Andrade, então chefe de Gabinete do ministro Gustavo Capanema (1900-1985), quando o prédio era a sede do Ministério da Educação e Saúde durante o Estado Novo.

“Abrigar temporariamente as famosas telas abstratas de Candido Portinari afirma o compromisso com a renovação das formas de pensar e abordar a história do Brasil e traduz o empenho da instituição em fortalecer a sua imagem contemporânea”, pontua o diretor do MHN, Paulo Knauss

A exibição é resultado de cooperação técnica entre o MHN, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), e a superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro, com o apoio logístico da empresa Rei de Ouro.

O Museu Histórico Nacional funciona de terça a sexta, das 10h às 17h30; e aos finais de semana e feriados, das 13h às 17h. A entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Aos domingos, a entrada é gratuita para todos os públicos.

Texto e fotos: Ascom/MHN

Museu Histórico Nacional inaugura a exposição ‘Nas asas da Panair’

PanairSob curadoria da historiadora Mariza Soares, a mostra apresenta itens da coleção criada em 2017, como resultado de uma parceria entre a empresa Panair do Brasil e a Família Panair, uma associação que reúne antigos funcionários da companhia. Ao longo de um ano, foram coletados quase 700 peças, entre objetos e material de divulgação impresso.

Quase todos contribuíram com folhetos, medalhas comemorativas, uniformes, adereços, louça, maletas de mão, brindes, fotografias, fitas e CDs com entrevistas, outros tipos de documentos e pequenos luxos – como protetor de caneta tinteiro, guardanapo de linho e talher de prata dos “tempos da Panair”. Alguns objetos foram adquiridos nos leilões de liquidação da empresa.

Desde sua concepção inicial, foi prevista a doação da coleção ao MHN/Ibram. Durante dois anos, Rodolfo da Rocha Miranda, diretor-presidente da Panair do Brasil, coordenou a coleta da memorabilia, que foi, concomitantemente, organizada por historiadores e museólogos.

Todos os colaboradores tiveram os itens doados, cadastrados e fotografados. A Panair do Brasil financiou a construção da coleção e a exposição como uma homenagem a seus funcionários, familiares e todos os que, ao longo dos últimos cinquenta anos, contribuíram para manter viva a memória da empresa e daqueles que contribuíram com ela.

MHN e a coleção Panair
Esta coleção é a primeira sobre uma empresa que o MHN incorpora. A inovação decorre, principalmente, do fato de ela ser constituída por doação e participação de ex-funcionários da empresa e familiares em colaboração com a equipe do MHN.

“A companhia de aviação Panair é o símbolo de uma época do Brasil quando a viagem de avião representava um ideal de vida moderna. O contato direto com as peças da coleção aproxima todos da história de modo sensível”, fundamenta o diretor do MHN, Paulo Knauss.

A historiadora Mariza Soares explica sua curadoria: “Para esta mostra foram selecionados os itens que atestam a modernidade da empresa e seu alto padrão de funcionamento, então conhecido como ‘padrão Panair’. Mas mais que isso a coleção atesta a determinação da Família Panair de preencher o vazio que o fechamento da empresa deixou em suas vidas”.

“Os doadores, antigos funcionários e seus familiares, o fizeram na certeza de que ao ceder suas relíquias pessoais a uma instituição como o Museu Histórico Nacional abrem mão delas para criar uma coleção coletiva que irá sobreviver a todos e prolongar a memória da empresa e de seus funcionários”, argumenta Mariza Soares.

O conjunto da mostra ilustra o conceito curatorial de modernidade e alta qualidade com cerca de 300 artigos: vestuário da tripulação, louça, faqueiro de prata, brindes, fotos pessoais e documentais, encontradas na Biblioteca Nacional e no Arquivo Nacional, e matérias de jornal, principalmente da época do fechamento da Panair.

Há uma vasta seleção de peças gráficas promocionais de roteiros nacionais e internacionais, folhinhas, menus de bordo, encarte para passagens e outros materiais de folheteria.

No dia 25 de agosto, acontece o lançamento do catálogo da exposição e a exibição de filme que narra a trajetória da Panair do Brasil. A mostra pode ser visitada até 29 de setembro na galeria de exposições temporárias do MHN.

Louça de bordo: o “padrão Panair” tornou-se referência de qualidade no Brasil

Louça de bordo: o “padrão Panair” tornou-se referência de qualidade no Brasil

Sobre a Panair
Há exatos 90 anos, em 1929, surgia no Brasil uma subsidiária da americana Nyrba (Nova Iorque – Rio – Buenos Aires) que, no ano seguinte, incorporada pela Pan American, passou a se chamar Panair.

Em 1961, com a entrada dos empresários Celso da Rocha Miranda (1917-1986) e Mario Wallace Simonsen (1909-1965), a Panair teve seu longo processo de nacionalização concluído. Era a Panair que, nos anos 1930 atendia a Amazônia, promovendo a integração da região com o resto do país. Com seus hidroaviões, levava carga e remédios e transportava doentes.

A Panair do Brasil se tornou a segunda maior companhia aérea do mundo e a excelência de atendimento nos voos e em terra rendeu-lhe a expressão “padrão Panair” para designar qualquer coisa que fosse de alta qualidade fora do âmbito da aviação.

Em 10 de fevereiro de 1965, a Panair do Brasil teve suspensas todas as suas concessões de voo, por um despacho do presidente da República Marechal Castello Branco.

A alegação, provadamente inverídica, foi a de que a situação financeira da empresa era irrecuperável. Sem poder operar, a companhia dispensou os funcionários, mas a saúde financeira da companhia permitiu que todos fossem indenizados.

No ano seguinte, ainda sob o choque do desmonte da empresa, foi criada a Família Panair. Desde 1966, o grupo se encontra uma vez por ano para preservar a memória da companhia e a amizade entre eles.

Panair na memória
A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, escrita em 1974, tinha o título “Saudade  dos aviões da Panair”. A empresa fora fechada pelo governo militar e, por precaução, os autores criaram um segundo título: “Conversando no bar”. Foi em um voo da Panair que Brant tomou a primeira coca-cola da sua vida e o menino Milton, segundo ele próprio, era convidado a visitar a cabine de comando quando viajava com os pais.

Em 2005, o jornalista paulista Daniel Leb Sasaki publicou o livro “Pouso forçado”, relançado em 2015 em edição muito ampliada, depois da Lei de Acesso à Informação e da Comissão Nacional da Verdade, que propiciaram ao autor acesso a material inédito. A primeira edição foi indicada ao Prêmio Jabuti.

O cineasta Marco Altberg lançou, em 2007, o documentário “Nas Asas da Panair – uma história de glamour e conspiração”, que narra a história da companhia por meio de depoimentos de ex-funcionários, dos familiares do seu presidente, Paulo de Oliveira Sampaio, dos acionistas Rocha Miranda e Simonsen e ex-passageiros, como Eduardo Suplicy, Norma Benguell, Milton Nascimento e Fernando Brant.

A exposição “Nas asas da Panair” é uma realização do MHN/Ibram, com patrocínio da Panair do Brasil, produção da Artepadilla e apoio da Associação de Amigos do MHN.

Texto: Assessoria de Comunicação do Museu Histórico Nacional
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus

MHN tem visita gratuita e ampla programação para a Semana de Museus

No Rio de Janeiro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) propõe uma programação especial para a 17ª Semana Nacional de Museus: visitas mediadas, lançamento de cartão fidelidade, seminário e roda de conversa estão entre as atividades. Além disso, a entrada para a exposição “Rios do Rio: as águas doces cariocas ontem e hoje” será gratuita.

No dia 11, às 14h, acontece o Bonde da História “As faces do Brasil em 10 objetos” que percorre o circuito expositivo de longa duração e se detém em itens considerados de destaque para a história do país. Às 14h30, é a vez do Bondinho da História com o tema “Pinturas rupestres: cores, aroma, formas e texturas”, em que a educadora convidada Sueli Mendonça promoverá uma oficina na qual o público conhecerá alguns pigmentos utilizados pelos primeiros habitantes do nosso território nas pinturas rupestres e produzir sua própria criação.

No domingo (12) acontece o Bonde da História “A umbanda na história do Brasil”, uma das visitas mediadas mais populares entre jovens e adultos. A atividade conta com a presença de Jorge Santana, historiador e doutorando em Ciências Sociais da UERJ, também um dos diretores do documentário “Nosso sagrado” (2017, 31min.), que será exibido logo após a visita. A produção investiga a perseguição e o racismo religioso contra o candomblé e a umbanda, que foram criminalizadas na Primeira República e na Era Vargas. A edição especial do Bonde começa excepcionalmente às 13h. Às 15h, haverá o Bondinho da História “O mito yorubá: Oxalá na criação do mundo”. Voltado para crianças de 6 a 12 anos, a visita propõe uma outra versão da criação do mundo a partir da visão yorubá.

“O futuro das tradições”

No dia 13 (segunda), das 9h30 às 17h, acontece o Seminário “O futuro das tradições: construindo o Programa Educativo Cultural do MHN”, que traz para a perspectiva do museu o tema da 17ª Semana de Museus: “Museus como núcleos culturais – o futuro das tradições”.

A mesa de abertura conta com a presença de Mila Chiovatto, coordenadora do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca de São Paulo, e Fernanda Castro, educadora do MHN. A atividade é uma parceria com a Rede de Educadores em Museus do RJ e o projeto Museu de Ideias, voltada para profissionais de museus, educadores museais, pesquisadores, estudantes e interessados no tema.

acessibilidade tatil MHNNo dia 15 de maio (quarta), das 14h às 17h, acontece a roda de conversa “O futuro das tradições: pessoas com deficiência e o direito à cultura”, voltada para profissionais da área cultural e pessoas com e sem deficiência interessadas no assunto, o encontro visa discutir a acessibilidade nos espaços culturais na contemporaneidade a partir de pessoas com experiência na área. A atividade terá intérprete de Libras.

No dia 18 de maio (sábado), às 14h, o Bonde da História tem como tema “10 objetos que fizeram nossa história”. Voltada para o público adulto, a atividade será acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva.

Às 15h, o Bondinho da História tem como tema “Do móvel ao automóvel”. Voltada para crianças de 3 a 10 anos, a visita mediada à exposição de meios de transporte terrestres conta com o auxílio do recurso de realidade aumentada.

Cartão fidelidade

No domingo (19), o Núcleo de Educação do MHN lança seu cartão fidelidade: a cada três participações em visitas mediadas, o usuário recebe brindes relacionados ao Museu Histórico Nacional. Neste dia, o Bonde da História tem como tema “A presença negra no acervo MHN”, às 14h. A visita aborda a presença da matriz africana e afro-brasileira na exposição de longa duração e a contribuição negra para a sociedade brasileira.

“Museólogo por um dia” é o Bondinho da História, às 15h. Voltada para crianças entre 5 e 10 anos, a atividade aproveita a passagem do Dia Internacional de Museus e busca estimular a curiosidade das crianças sobre a profissão de museólogo através de dinâmicas que simulam algumas das funções exercidas pelos profissionais de museus.

Mais informações em mhn.educacao@museus.gov.br. Aos finais de semana, informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3299. 0324.

Texto: Ascom/MHN
Fotos: Divulgação/MHN
Edição: Ascom/Ibram

Bonde da História: MHN promove visitas mediadas nos domingos de abril

Visitas mediadas no MHN abordarão em abril temas históricos relacionados ao mês, como páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil e o inconfidente Tiradentes.

Visitas mediadas no MHN abordarão em abril temas históricos relacionados ao mês, como páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil e o inconfidente Tiradentes.

Páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil, a resistência indígena à colonização e a figura histórica de Tiradentes serão temas de destaque das visitas mediadas promovidas pelo núcleo de Educação do Museu Histórico Nacional (MHN) durante o mês de abril.

Voltado para públicos de todas as faixas etárias, o projeto Bonde da História foi retomado no último domingo (7) com visita que abordou o tema “Pinturas históricas”. Foram abordadas obras do gênero que integram a exposição de longa duração do MHN. Voltado a crianças de 6 a 10 anos, o Bondinho da História “Brincando no pátio dos Canhões” abordou ainda a coleção de canhões de diversas origens e momentos da história do Brasil abrigada pelo museu em seu pátio.

No próximo domingo (14), o Bonde da História traz como tema “A presença de Cristo no acervo MHN”. Voltada para o público jovem e adulto, a visita vai abordar como a imagem de Jesus esteve aliada ao ideal civilizatório, forjando a sociedade no Brasil do período colonial.

Crianças e seus acompanhantes também serão convidadas para participar de mais uma edição Bondinho da História. Com o tema “Quem foi Aimberê?”, a visita vai resgatar a história do guerreiro chefe dos Tupinambás e da confederação dos Tamoios, mostrando sua luta contra a invasão portuguesa no Rio de janeiro e a defesa do território brasileiro.

No domingo seguinte (21), feriado nacional do Dia de Tiradentes, o MHN mergulha na história de Joaquim José da Silva Xavier no Bonde da História “Tiradentes: inimigo da Coroa, herói da República”. A proposta, voltada para jovens e adultos, é suscitar um bate papo sobre a construção da memória de Tiradentes (1746-1792), partindo de itens presentes na exposição de longa duração.

No mesmo dia, crianças de 4 a 10 anos e seus acompanhantes poderão mergulhar no Rio antigo a partir das pinturas ovais de Leandro Joaquim (1738-1798). O Bondinho da História, que acontecerá às 15h, revelará a história do artista e seu trabalho, dando ainda a chance para as crianças exercitarem sua criatividade em uma oficina de pintura.

No último domingo de abril (28), o Bonde da História faz referência à chegada dos portugueses com o tema “Descobrimento ou invasão?”. Os visitantes jovens e adultos farão uma visita pelo sala “Portugueses no mundo” com destaque para o processo de ocupação do território brasileiro por nações europeias e uso dos diferentes termos para abordar a presença portuguesa.

“Chegada dos portugueses” é o tema do Bondinho da História que finaliza o mês de abril. Voltada para crianças acima de 8 anos e seus acompanhantes, a visita vai abordar o contexto de chegada dos europeus na América. Na atividade, será possível participar de um “jogo de tabuleiro” onde os participantes serão as peças principais.

Como participar

Aos domingos, dia de entrada gratuita no MHN, o Bonde da História sempre começa às 14h e o Bondinho às 15h. Não há necessidade de agendamento ou inscrição: o encontro com os educadores acontece na recepção do museu nos horários indicados.

Aos sábados, o Bonde da História acontece às 14h e percorre todo o circuito de exposições de longa duração do museu. Confira ingresso e gratuidades. Mais informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br ou pelo telefone (21) 3299-0324.

Educação museal: linha de pesquisa realiza encontros mensais no MHN

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Vinculada ao grupo de pesquisa “Escritas da história em museus: objetos, narrativas e temporalidades”, do Museu Histórico Nacional (MHN) e CNPq, a linha de pesquisa “Educação museal: conceitos, história e políticas”, passa a se reunir mensalmente no museu com educadores, profissionais de museus, pesquisadores e estudantes.

O objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento e de informação em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus. O calendário 2019 inclui cursos, mesas redondas, encontros e apresentações de pesquisas.

Na próxima quinta-feira (28), das 10h às 13h, acontece a primeira reunião da linha de pesquisa em 2019, que vai realizar a leitura e debate de termos e conceitos do Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) – disponível para download gratuito.

Saiba mais.

Museu Histórico Nacional oferece entrada gratuita até 17 de fevereiro

Além de visitar as exposições do MHN, público pode participar gratuitamente das visitas mediadas do projeto Bonde da História.

Além de visitar as exposições do MHN, público pode participar gratuitamente das visitas mediadas do projeto Bonde da História.

Desde a última sexta-feira (1º), moradores do Rio de Janeiro e turistas podem aproveitar a estada na cidade para conhecer gratuitamente um dos acervos mais importantes sobre a história do Brasil. Até o dia 17 de fevereiro, o Museu Histórico Nacional (MHN), que faz parte da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), estará com entrada gratuita para todos os públicos.

Além da exposição de longa duração, que apresenta aspectos do Brasil desde a pré-história até o fim da monarquia, o público pode participar das visitas mediadas do projeto Bonde da História e visitar a exposição temporária “O retrato do rei dom João VI” em suas últimas semanas.

Neste domingo (3), o primeiro Bonde da História do mês, voltado para jovens e adultos, teve por tema “Pinturas históricas”. A visita foi na sala da exposição de longa duração “A construção da nação”, com ênfase nos quadros do século XIX do gênero pintura histórica.

No mesmo dia, o Bondinho da História apresentou “Mani e suas aventuras no tempo das cavernas”. A visita mediada propõe, a crianças de 5 a 12 anos e acompanhantes, uma viagem até a pré-história do Brasil com a personagem Mani. A contação aborda, a partir de Mani, a vida e os costumes dos primeiros habitantes do território brasileiro.

Saiba mais sobre as próximas edições do Bonde da História e como participar.

MHN tem visitas mediadas em todos os domingos de janeiro

Proposta é levar visitantes a conhecer as exposições do museu a partir de temas pensados para diversos públicos.

Proposta é levar visitantes a conhecer as exposições do Museu Histórico Nacional a partir de temas pensados para diversos públicos.

No primeiro mês do ano, o Núcleo de Educação do Museu Histórico nacional (MHN) segue com o projeto Bonde da História, cuja proposta é levar visitantes a conhecer as exposições do museu a partir de temas pensados para diversos públicos.

No último domingo (6) aconteceu a primeira visita mediada do ano e os educadores levaram os visitantes, jovens e adultos, para conhecer a exposição temporária “ O retrato do rei dom João VI”. A proposta foi apresentar a iconografia relacionada ao rei dom João VI, através de pinturas e gravuras de acervos brasileiros e portugueses. O Bondinho da História também levou crianças (4 a 8 anos) a conhecer histórias sobre a vida de dom João VI e seus eventos mais importantes. Ao final, as crianças foram convidadas a confeccionar insígnias e leques reproduzindo peças da exposição.

No próximo domingo (13), às 14h, o Bonde da História apresenta um tema que tem feito sucesso entre o público. “Museu, memórias e mulheres” aborda o papel e a representatividade das mulheres na história do Brasil. A atividade é aberta a todos os públicos. Às 15h, uma atividade voltada para crianças de 3 a 7 anos e seus familiares transformará as crianças em detetives que devem desvendar segredos nas exposições de longa duração do MHN.

O Rio nas exposições do MHN

No dia 20, às 14h, o Bonde da História será dedicado ao Rio de Janeiro. No aniversário da cidade, a visita mediada “O Rio na exposição do MHN” passa pelo Pátio de Santiago e por várias salas das exposições de longa duração, buscando conexões entre a história da cidade do Rio de Janeiro e a história do próprio MHN – que completará 100 anos em 2022.

Grande testemunho do Rio colonial, as pinturas ovais de Leandro Joaquim (1738-1798) chamam a atenção dos visitantes. Com o intuito de envolver as crianças com o trabalho do artista e a memória da cidade, o Bondinho da História do dia 20, às 15h, chega com o tema “O Rio de Leandro Joaquim”.

Após conhecer as pinturas do artista, os participantes são convidados para uma oficina de pintura, onde poderão deixar a imaginação fluir para retratar o Rio atual. A atividade é voltada para crianças entre 4 e 10 anos – acompanhadas de pais ou responsável.

O último Bonde da História do mês, no dia 27, terá como tema “A presença negra no acervo do MHN”, a partir das 14h. A visita mediada abordará as exposições de longa duração trazendo à tona a produção artística e a presença histórica de matrizes africanas no Brasil. O objetivo é discutir, através do acervo, a presença negra na formação da sociedade brasileira.

O Bondinho da História no mesmo dia, às 15h, ganha uma versão especial com o tema “Museu de brincadeiras“. Em uma viagem a gerações passadas, os participantes, crianças e jovens de 7 a 14 anos, acompanhadas de pais ou responsáveis, participam de brincadeiras que fizeram parte da infância de outros tempos. Além disso, será abordada a questão “O que é ser criança?”, trazendo à tona questões relacionadas com os direitos da criança e do adolescente. A atividade será acessível para pessoas com deficiência visual.

Como participar

Aos domingos, dia de entrada gratuita no MHN, o Bonde da História sempre começa às 14h e o Bondinho às 15h. Não há necessidade de agendamento ou inscrição: o encontro com os educadores acontece na recepção do museu nos horários indicados.

Aos sábados, o Bonde da História acontece às 14h e percorre todo o circuito de exposições de longa duração do museu. Confira informações sobre ingresso e gratuidades. Mais informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br.

Página 1 de 712345...Última »