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Estão abertas as inscrições para a Semana de Museus 2018

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) abre hoje (17) o formulário para a inscrição de atividades na 16ª Semana de Museus – que acontecerá entre os dias 15 e 21 de maio de 2017.

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos é o tema definido pelo Conselho Internacional de Museus (Icom), e adotado a cada ano pelo Ibram, para celebrar no próximo ano o Dia Internacional de Museus (18 de maio).

Aula aberta no Museu Municipal de Sapiranga (RS) durante a 15ª Semana de Museus

Aula aberta no Museu Municipal de Sapiranga (RS) durante a 15ª Semana de Museus

Para participar, o museu ou instituição cultural interessada deve programar atividades em torno do tema (exposições, visitas mediadas, shows, palestras, exibição de filmes etc.) e inscrevê-las, até 12 de março, no formulário eletrônico que está disponível na página do Ibram.

As atividades ocorrem exclusivamente sob a responsabilidade da própria instituição que as inscrever. Ao Ibram cabe a mobilização do setor, a divulgação da temporada cultural, além da produção da identidade visual e kit de divulgação digital, texto de referência sobre o tema e o  guia da programação nacional – onde o público pode encontrar informações sobre todos os eventos cadastrados.

Na edição deste ano, quando completou 15 anos de existência, 3.079 eventos aconteceram em todo o Brasil durante a Semana de Museus, cujo tema foi Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus, reunindo 1.070 instituições de 26 estados. Veja os números de todas as edições (2003-2017).

Ao longo dos anos, a Semana de Museus tem sido um fator de promoção e valorização dos museus brasileiros, assim como de ampliação do acesso da população à cultura. Confira os resultados das pesquisas realizadas pelo Ibram, entre os anos de  2012 e 2016, sobre o impacto socioeconômico da Semana de Museus.

Dúvidas e outras questões relacionadas a Semana de Museus podem ser enviadas para o endereço eletrônico semana@museus.gov.br ou esclarecidas pelos telefones (61) 3521.4142/4135.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Tiago da Silva/Museu Municipal de Sapiranga

Ibram divulga o tema da 16ª Semana de Museus

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos é o tema da 16ª Semana de Museus, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que acontecerá entre os dias 14 e 20 de maio de 2018.

SemanaMuseus2016_MVM_Foto_AnaViegas

Atividade com estudantes no Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), durante a 14ª Semana de Museus (2016)

Tradução para o português do Brasil de tema escolhido pelo Conselho Internacional de Museus (Icom) para o próximo Dia Internacional de Museus (18 de maio) – em inglês, Hyperconnected museums: new approaches, new publics -, o Ibram adota o mote do Icom para a sua temporada nacional de eventos que reúne milhares de museus no primeiro semestre de cada ano.

Entre os objetivos estão a valorização dos espaços de memória e cultura no país, a ampliação da relação dos museus com a sociedade, assim como o aumento do público visitante.

Confira os resultados de pesquisas realizadas pelo Ibram, entre os anos de  2012 e 2016, sobre o impacto socioeconômico da Semana de Museus.

Inscrições de atividades
Para Marcelo Araujo, presidente do Ibram, a Semana de Museus “é um momento privilegiado de divulgação, reflexão e visibilidade para os museus brasileiros”, que contribui para o reconhecimento “da importância e do papel dos museus na contemporaneidade”.

Em 2017, 3.079 eventos acontecem em todo o Brasil durante a 15ª Semana de Museus, cujo tema foi Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus, reunindo 1.070 instituições de 26 estados. Veja os números de todas as edições (2003-2017).

Para a 16ª edição, museus, espaços de memória e centros culturais brasileiros poderão inscrever atividades, como exposições, shows, palestras etc., na página de eventos do Ibram a partir da segunda quinzena de novembro de 2017.

As datas de início e término de inscrições, assim como o formulário online, serão divulgadas nas próximas semanas. Dúvidas e outras questões relacionadas a Semana de Museus podem ser enviadas para o endereço eletrônico semana@museus.gov.br ou esclarecidas pelos telefones (61) 3521.4142/4135.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Ana Viegas/Museu Victor Meirelles

Ibram inscreve para minicurso ‘Fomento para área museológica”

Ibram recebe, até o dia 18 de outubro, inscrições para o minicurso presencial “Fomento para a área museológica”, iniciativa do programa Saber Museu. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link. O curso acontece em Brasília, no Miniauditório do Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, no dia 8 de novembro, das 9h às 18h30.

O curso será ministrado pelas servidoras do Ibram Adna Teixeira e Rafaela Almeida e irá tratar da elaboração de projeto para fomento e financiamento, o passo a passo para elaboração de projetos, a política de editais, a importância do planejamento e aplicação de metodologia para otimizar o acesso aos recursos disponibilizados via editais, fontes de financiamento e captação de recursos: Programa Nacional de Apoio à Cultura – Pronac (Fundo Nacional da Cultura e Mecenato) e utilização de Ferramentas Governamentais Salicweb e Sistema de Convênios – Siconv.

Todas as informações estão disponíveis aqui.

Membros do Ibermuseus debatem Linha de Sustentabilidade

Mesa-Tcenica-Sustentabilidade-5Representantes de Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, Equador, Espanha, México, Peru, Portugal e Uruguai, além da Secretaria Geral Ibero-americana (Segib), da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e da Unidade Técnica do Programa Ibermuseus, se reuniram em Brasília, na sede do Instituto Brasileiro de Museus para definir o plano de atividades da Linha de Ação Sustentabilidade das Instituições e Processos Museais Ibero-americanos.

As atividades aconteceram entre os dias 10 e 12 de outubro. Os participantes revisaram o Marco Conceitual Comum em Sustentabilidade, elaborado por consultoria especializada em 2016, e a definição da metodologia para a realização de um diagnóstico de iniciativas em sustentabilidade de museus já desenvolvidos por instituições ibero-americanas. Também se dedicaram ao Planejamento Estratégico da Linha de Ação e na Definição e Planejamento de Atividades a curto e médio prazos.

Marcelo Araujo, presidente do Ibram e anfitrião do encontro, elogiou o trabalho do grupo e ressaltou mais uma vez a importância do tema que orienta essa ação, “uma vez que a questão da sustentabilidade é chave para o desenvolvimento dos museus e dos processos museais”.

A linha de ação Sustentabilidade das Instituições e de Processos Museais Ibero-Americanos é a mais recente no âmbito do Programa Ibermuseus, que desde 2015 tem como objetivos principais: fomentar, no âmbito ibero-americano, a criação de políticas públicas culturais para instituições museológicas e processos museais protagonizados por povos, comunidades, grupos e movimentos sociais, em seus diversos formatos e características; e promover, no âmbito do Programa Ibermuseus, projetos e iniciativas que viabilizem a elaboração e o desenvolvimento de ações estratégicas que auxiliem as instituições museológicas e processos museais em novos modelos de gestão museológica sustentável (social, cultural, econômica e ambiental). Saiba mais sobre o Programa Ibermuseus aqui.

Exposição sobre reuso de patrimônio histórico chega a São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre, nesta segunda (9), às 19h30, a exposição Reuso na Holanda: reciclagem de patrimônio histórico – do arquiteto holandês Paul Meurs.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei/Ibram (MG)

A mostra traz painéis com informações sobre 12 projetos arquitetônicos de edifícios holandeses que, após serem abandonados, foram recuperados e destinados a novos usos.

A exposição aponta para a discussão e reflexão do lugar do passado na paisagem urbana do futuro. A reutilização ou reuso é colocada como uma alternativa à demolição e consequente perda da memória e capital cultural.

Paul Meurs é arquiteto e diretor do escritório SteenhuisMeurs em Roterdã (Holanda). Especialista em arquitetura e urbanismo brasileiros desde 1986, publicou vários artigos e livros sobre conservação, desenvolvimento do patrimônio e reuso.

De 2006 a 2016 foi professor da disciplina Patrimônio e Valores Culturais na Universidade de Tecnologia de Delft (Holanda), onde atualmente é professor convidado. Meurs estará presente na abertura para um bate-papo com o público.

A exposição é gratuita e pode ser visitada até 22 de outubro de segunda a sexta, das 9h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h.

O Museu Regional de São João del-Rei fica na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663.

Texto e foto: MRSJDR/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

NOTA: Ibram repudia tentativa de censura

O Instituto Brasileiro de Museus, como Coordenador do Comitê Gestor do Sistema Brasileiro de Museus, expressa sua preocupação diante dos últimos acontecimentos relacionados a manifestações de repúdio e tentativas de censura a trabalhos de artistas, curadores e exposições de arte contemporânea.

O Ibram repudia qualquer tipo de censura em torno da produção artística, mesmo que trate de temas ainda sensíveis para nossa sociedade, e reforça ser indispensável numa democracia a liberdade de expressão, produção e fruição artística.

Matérias veiculadas na imprensa sobre o ocorrido:

O Globo

Veja

Jornal do Brasil

Museus e suas memórias: conheça o projeto do Museu da Abolição (PE)

Museu da Abolição (PE)

Museu da Abolição (PE)

A comunidade cada dia mais próxima ao museu. Essa é uma das pautas que o Museu da Abolição (MAB/Ibram), em Recife (PE), aposta para realizar suas atividades.

Em desenvolvimento, o projeto de memória institucional do museu acontece em paralelo aos projetos de reforma, restauro e definição da nova exposição de longa duração.

“Dentro do projeto expográfico está desenhado o Memorial do MAB. A proposta é exibir informações relativas ao contexto histórico do Sobrado da Madalena: origem, história, usos ao longo do tempo e transformações sofridas por conta de reformas e restauros”, explica a diretora do museu, Maria Elisabete Arruda.

“Serão produzidos também conteúdos sobre a história do museu e do seu acervo, assim como nossas atividades pautadas na sociomuseologia”.

A memória de ações recentes também estão incluídas no projeto: novas aquisições, doações recebidas da Receita Federal, assim como o Concurso de Fotografia Mestre Luis de França e o Projeto Selos.

Museu em processo
Em 2005, os resultados do Seminário “O museu que nós queremos” foi determinante para a participação social nas atividades do MAB, tendo impactado diretamente na revisão do Plano Museológico da instituição.

“O seminário definiu a perspectiva de o museu narrar a participação do negro e da abolição na história e cultura brasileiras, reafirmando a importância do MAB se estabelecer como um centro de referência da cultura afro-brasileira”, conta a diretora.

Outro desdobramento do seminário aconteceu em 2010, com o projeto “Exposição em processo”, que teve a participação de grupos religiosos, culturais e estudantes. O público era convidado a interferir na exposição com sugestões e críticas. Saiba mais.

“Hoje o museu representa não mais a memória de um grupo de pessoas tido como ‘ilustres’, por papéis desempenhados no processo oficial da abolição do século XIX, mas também um importante espaço de inserção das comunidades afrodescendentes na construção de suas narrativas”, acredita Daiane Carvalho, Museóloga do MAB.

Visite a página web do Museu da Abolição para mais informações.

Museu Lasar Segall comemora 50 anos de criação e homenageia seu fundador

O Museu Lasar Segall (MLS/Ibram), em São Paulo (SP), inaugura amanhã (23), a exposição 1967 – 2017 Museu Lasar Segall – 50 anos, como parte das comemorações do cinquentenário da instituição, e faz homenagem a Maurício Segall, falecido em julho deste ano, que dirigiu por 30 anos o museu.

Por meio dos acervos artísticos, bibliográficos e arquivísticos, a mostra será ilustrada por projetos como a exposição Por caminhadas ainda mais distantes – as emigrações artísticas de Lasar Segall, ocorrida em 1997 nos EUA (Chicago e Nova Iorque), e em 1998 em Paris (França).

A programação de aniversário inclui ainda a apresentação do Coral Escola Comunicantus, às 15h, e um Ciclo de Debates, que acontece de 4 a 7 de outubro e terá o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, como debatedor em uma das mesas. Confira a programação completa.

Uma família pela arte
A trajetória da instituição teve início em 1957. Com o falecimento de Lasar Segall (1889-1957), a viúva do artista, Jenny Klabin Segall (1899-1967), idealiza o museu e inicia o trabalho de conservação e autenticação de obras não assinadas.

Durante 10 anos, os filhos Maurício Segall (1926-2017) e Oscar Klabin Segall (1930-2002), além do fotógrafo Luiz Hossaka (1928-2009), organizam os documentos relativos às obras da coleção, cujo trabalho resultou em uma série de exposições póstumas de obras de Segall.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall/Ibram em São Paulo (SP)

Semanas antes da abertura oficial do museu na residência da família na Vila Mariana, em 21 de setembro de 1967, Jenny Segall falece, ficando então sob o cuidado dos filhos as ações para a formação do MLS, sendo Maurício Segall o primeiro diretor.

O museu, quem tem como missão preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall, foi além e traçou, nesse meio século, um perfil de caráter experimental, considerado pioneiro no campo museal brasileiro, destacando-se como espaço dinâmico no campo das artes visuais, da ação educativa, nas áreas de literatura, música, cinema e teatro. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall. Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MLS.

Texto: Lasar Segall/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Histórias e memórias dos museus Ibram em Goiás foram tema de palestra

Com quantas histórias se constrói a memória de um museu? No caso dos museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Goiás, elas são muitas.

Stélia Braga durante palestra na sede do Ibram em  Brasília (DF)

Stélia Braga durante palestra na sede do Ibram em
Brasília (DF)

Com o tema Narrativas da memória: Goiás entre museus e muros simbólicos, Stélia Braga, diretora das três unidades Ibram no Estado, apresentou em Brasília (DF), na terça-feira (19), um recorte sobre como os museus também constroem suas memórias a partir da experiência local.

O Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte e o Museu Casa da Princesa, respectivamente nas cidades de Goiás e Pilar de Goiás, ocupam edificações históricas nas cidades e, portanto, trazem consigo memórias que acabam por ser incorporadas e reinterpretadas.

Novas apropriações
O edifício do Museu das Bandeiras, por exemplo, que foi Casa de Câmara e Cadeia até o começo do século XX, esteve recentemente ocupado por uma ação de “cinema expandido”: a proposta foi levar ao público um ambiente imersivo, no qual se destacaram os temas do aprisionamento e do sofrimento. Saiba mais.

Stélia Braga chama de “novas apropriações sociais do patrimônio cultural” ações desse tipo, apontando que um olhar contemporâneo para o museu deve abarcar tanto questões relativas à ocupação bandeirante na região Centro-Oeste quanto “enfatizar as contribuições dos diversos segmentos sociais presentes neste processo”.

Já o Museu de Arte Sacra da Boa Morte tem também sua peculiaridade: mesmo estando sob a direção do Ibram, existe uma relação estreita com a Diocese de Goiás, por ter absorvido o acervo do antigo Museu da Cúria e ocupar a antiga Igreja da Boa Morte.

Museu Casa da Princesa/Ibram em Pilar de Goiás (GO)

Museu Casa da Princesa/Ibram em Pilar de Goiás (GO)

Peças do acervo são, ainda hoje, utilizadas em eventos religiosos da cidade. Diante de um acervo sacro-cristão, o museu visa também contribuir para a “promoção da dignidade humana, universalização do acesso e respeito à diversidade cultural e religiosa”.

Doações de moradores
“A memória de uma instituição fala muito da sua representatividade na comunidade”, acredita Stélia. E isso se adequa ao papel que o Museu Casa da Princesa ocupa em Pilar de Goiás.

A casa setecentista, que já foi morada de ex-combatente da Guerra do Paraguai e escola “Mobral”, ao se tornar museu ganhou também um personagem inesquecível: o zelador Antônio Gomes ‘Tição’. “Em seu trabalho de conformação do Museu Casa da Princesa montou coleções, promoveu o museu e manteve a manutenção da Casa”, diz nota do Ibram quando do seu falecimento ano passado.

Um ponto a mais na relação com a comunidade está na constituição do acervo. Desde os tempos de ‘Seu Tição’, a coleta de objetos e documentos entre os moradores tornou-se corriqueira. Com o volume de doações ao longo dos anos, o museu fez um levantamento recente do acervo enquanto pensa em uma nova expografia.

“É necessário estabelecer um diálogo com os diversos segmentos para ampliarmos nosso papel social. Esse é um desafio que enfrentamos diante da nossa própria memória institucional”, apontou Stélia ao final.

A atividade integra a programação da 11ª Primavera dos Museus, que acontece até domingo (24) em todo o Brasil.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação

Museu da Inconfidência: nova diretora toma posse em Ouro Preto (MG)

Deise Lustosa é a nova diretora do Museu da Inconfidência/Ibram em Ouro Preto (MG)

Deise Lustosa é a nova diretora do Museu da Inconfidência/Ibram em Ouro Preto (MG)

A nova diretora do Museu da Inconfidência (Ibram/MinC), Deise Cavalcanti Lustosa, tomou posse no cargo na segunda-feira (18), em Ouro Preto (MG), após seleção em chamamento público organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Ela substituirá o escritor e membro da Academia Mineira de Letras Rui Mourão, que solicitou aposentadoria após dirigir a unidade por 43 anos.

Natural do Rio de Janeiro, e residente na histórica cidade mineira, Deise Lustosa é arquiteta pela Faculdade Metodista Izabela Hendrix, especialista em Cultura e Arte Barroca pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e em Conservação e Restauração de Monumentos e Conjuntos Históricos pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Foi sócia-proprietária da MD Arquitetura e Consultoria Ltda. e atuou em inúmeros projetos de conservação e restauração, com destaque para bens tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) – dentro do Programa PAC das Cidades Históricas em Mariana (MG).

Entre outras experiências profissionais, foi diretora administrativa do Museu do Oratório por 10 anos. Também participou da criação e implantação do Sistema de Museus de Ouro Preto e foi presidente e diretora da Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e diretora de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA).

Viste a página web do Museu da Inconfidência para mais informações.

Texto: Museu da Inconfidência/Divulgação
Foto: Mateus Lustosa/ Acervo pessoal

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