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Ibram e Fundação Joaquim Nabuco lançam livro sobre memória feminina

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Publicação foi organizada pela antropóloga Maria Elisabete Arruda de Assis, diretora do Museu da Abolição, e pela museóloga Taís Valente dos Santos, também vinculada ao Ibram.

Será lançado em Recife (PE), na tarde desta sexta-feira (10), o livro Memória Feminina: Mulheres na história, história de mulheres. Resultado de uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e a Fundação Joaquim Nabuco, a publicação homenageia mulheres que contribuíram e contribuem para a construção da história e cultura brasileiras.

A ideia de homenagear as mulheres envolvendo museus foi definida durante reunião do Comitê Intergovernamental do Programa Ibermuseus ocorrida em Lisboa (Portugal) em outubro de 2014.

A proposta resultou no catálogo virtual La memoria feminina – Mujeres en la historia, historia de mujeres, primeira iniciativa de museus da comunidade Iberoamericana voltada à criação de diálogos multidisciplinares e narrativos sobre o patrimônio cultural na perspectiva de gênero.

Memória Feminina: Mulheres na história, história de mulheres reúne uma seleção sobre 18 mulheres de diversas áreas (música, jornalismo, artes plásticas, ativismo político, ciências, proteção do patrimônio, luta pela igualdade de gênero), das mais variadas regiões do Brasil, cujas contribuições se encontram, em sua maioria, representadas em museus e espaços de memória.

Gênero e memória
“A atual publicação surgiu da necessidade de ampliar ainda mais o material produzido para o catálogo”, explica a antropóloga Maria Elisabete Arruda de Assis, diretora do Museu da Abolição, que organizou a publicação em parceria com a museóloga Taís Valente dos Santos, também vinculada ao Ibram. “Destacamos a importância deste projeto para o incremento do debate das questões de gênero no Brasil, sob a perspectiva da memória, com esse recorte significativo de representações femininas”.

Escritos por pesquisadores de diversas instituições, os textos selecionados buscam desconstruir preconceitos
que restringiram a presença das mulheres em nossa História, e retratam mulheres brasileiras com origens e trajetórias tão diversas quanto Lygia Pape, Lia de Itamaracá, Dona Santa e Mãe Biu.

Memória Feminina: Mulheres na história, história de mulheres será lançado na sede da Fundação Joaquim Nabuco (Avenida 17 de Agosto, 2187 – Casa Forte), em Recife (PE), a partir das 14h. A versão online da publicação está disponível gratuitamente para download em nossa seção de livros.

Publicações editadas pelo MHN em 2016 estão disponíveis na internet

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Recém-lançados, dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), teve ampla produção bibliográfica no ano passado.

A Divisão de Pesquisa do museu foi responsável pela edição e lançamento de dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional, publicados desde a década de 1940.

A nova safra de publicações inclui o livro Os Vice-Reis no Rio de Janeiro – 250 anos, que traz artigos selecionados pelo MHN a partir de Seminário Internacional dedicado à transferência da sede do governo-geral do Estado do Brasil e dos vice-reis de Salvador para o Rio de Janeiro.

Personagens e memórias
Também resultado de Seminário Internacional, D. Leopoldina e seu tempo: sociedade, política, ciência e arte no século XIX reúne ensaios que tomam a personagem histórica, arquiduquesa austríaca e imperatriz do Brasil, como referência para o entendimento de uma época de transformações sociais.

Idealizado a partir da exposição homônima realizada no MHN, o catálogo Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia traz reflexões sobre a construção da memória e das transformações vividas pela cidade do Rio de Janeiro, do início da cidade, nos séculos XVI e XVII, ao Porto Maravilha do século XXI.

Completa o pacote de lançamentos o volume 47 dos Anais do Museu Histórico Nacional – material de referência para pesquisadores da área das ciências humanas e sociais, a tradicional publicação recebeu avaliação B1 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O volume 47 foi inteiramente dedicado à história recente da Museologia, com dossiê organizado pelo museólogo e professor Bruno Brulon, seleção de textos do professor francês André Desvallés, importante teórico francês da Nova Museologia, e artigos do museólogo e professor Mário Chagas (Ibram/UniRio) e da historiadora e doutora em Museologia Analucia Thompson.

As publicações podem ser adquiridas na loja física do MHN ou acessadas na Biblioteca Virtual do museu.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Pâmela Lima

Exposição no MNBA comemora os 200 anos da Escola de Belas Artes no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), inaugura nesta quinta-feira (10), às 18h, a exposição Escola de Belas Artes: 1816-2016. Duzentos anos construindo a arte brasileira. 

Menino de Brodósqui, 1951 - Cândido Portinari

Menino de Brodósqui, 1951 – Cândido Portinari

A mostra faz um recorte da produção artística da instituição que formou – e ainda forma – centenas de artistas das mais diferentes gerações da arte brasileira.

Segundo a curadora da exposição, Angela Ancora da Luz, que dirigiu a EBA entre os anos de 2002 e 2010, “a presença da escola no contexto da sociedade brasileira revelou sua identidade por aspectos pouco conhecidos, mas de grande interesse social e político, além de seu princípio norteador fundamental: o ensino artístico”.

O eixo curatorial enfatizou a Escola de Belas Artes como instituição que mantém e preserva uma preocupação social, política e intelectual das diferenças individuais, o que não impede a formação de um corpo e de uma ‘identidade’. Buscou-se evidenciar as diferenças e afinidades em desenhos, gravuras, pinturas, esculturas, instalações, vídeos e performances.

De escola a museu
Criada por Decreto Real em 12 de agosto de 1816, a primeira sede da Escola de Belas Artes foi na Travessa das Belas Artes, próxima a Praça Tiradentes. O prédio, de Grandjean de Montigny, foi projetado para receber a então Academia Imperial das Belas Artes e foi inaugurado em 5 de novembro de 1826.

“Foi uma escola de grande peso no Império e que esteve aberta a todos os que desejassem buscar o caminho das artes, sendo aceitos pelos grandes mestres dos ateliês”, conta a curadora. “O que contava na hora da seleção era o talento, sem restrição ao grau cultural, à raça ou situação econômica”.

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 - hoje MNBA

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 – hoje MNBA

Em 1908, já com o nome de Escola Nacional de Belas Artes, a instituição transferiu-se para seu segundo prédio, com projeto de Morales de los Rios, na Avenida Rio Branco – onde hoje situa-se o MNBA. Em 1975, a escola mudou-se em definitivo para o prédio da reitoria UFRJ na Cidade Universitária, compartilhado com a Faculdade de Arquitetura.

A mostra segue em cartaz até 12 de fevereiro de 2017. O MNBA fica na Avenida Rio Branco 199, – Cinelândia e funciona de terça a sexta das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados das 13h às 18h. Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação MNBA

 

Museu do Banco do Brasil abre ao público amanhã (12) em Brasília

Acervos do Brasil: história, cultura e cidadania é a exposição que marca a abertura do Museu do Banco do Brasil neste dia 12 de outubro, em Brasília (DF).

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Obras de Athos Bulcão, Volpi e Rubem Valentim integram o acervo do novo museu em Brasília

Celebrando os 208 anos de fundação da instituição, o espaço de 12 mil m², que ocupa agora o mesmo edifício do Centro Cultural Banco do Brasil na capital federal, apresenta ao público documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos e mobiliário. Há também peças de artes decorativas, pinturas, gravuras e esculturas.

Diversidade de coleções
O acervo do novo museu conta com 1,1 mil obras na coleção de artes visuais e decorativas; 727 nomes de artistas com obras registradas; 35 mil itens de valor histórico; mais de 16 mil títulos de livros; 20 mil registros fotográficos e audiovisuais e 5 mil dossiês documentais de valor histórico.

A primeira mostra está dividida em dois módulos: História, e Cultura e Cidadania. O módulo histórico traz peças ligadas às atividades nas dependências do Banco do Brasil.  Há ainda uma instalação em homenagem aos trabalhadores da instituição nestes dois séculos – que, atualmente, conta com 109 mil funcionários.

Já o módulo Cultura e Cidadania apresenta ao público parte do acervo de arte nacional: pinturas, gravuras e esculturas públicas de grandes dimensões, abrangendo múltiplas expressões da arte brasileira do século 20, em especial da produção realizada entre as décadas de 1940 e 1980 – indo do Modernismo ao Abstracionismo.

No dia da abertura (12), a exposição poderá ser visitada das 10h às 19h. A partir do dia 13, o horário passa a ser das 13h às 19h, de quarta a segunda-feira. Mais informações pelo telefone (61) 3108.7600. Saiba mais.

Fonte/foto: Divulgação BB
Texto: Ascom/Ibram

Lançamento de livro sobre o Museu da Inconfidência e o imaginário social

livro museu da inconfidenciaO livro História, Turismo e Patrimônio Cultural – O Poder Simbólico do Museu da Inconfidência no Imaginário Social, do professor doutor Leandro Benedini Brusadin, será lançado às 19h desta sexta-feira, 11 de dezembro, no auditório do Museu da Inconfidência/Ibram, Anexo I. A obra, publicada pela Editora Prismas, traça um paralelo entre a dinâmica do patrimônio cultural e sua interface com o imaginário social, relacionando-os aos processos de memória e identidade. Em uma reconstrução histórica do Museu, que realiza diversas ações participativas com a comunidade local e turistas, o autor apresenta as formas de legitimidade do patrimônio que o próprio público lhe confere sob o âmbito da “História, Turismo e Patrimônio Cultural”.

O autor

Leandro Benedini Brusadin é graduado em Turismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (2001), Mestre em Hospitalidade pela Universidade Anhembi Morumbi (2005) e Doutor em História pela Universidade Estadual Paulista de Franca – UNESP (2011). Pós-doutor pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo – USP (2015). Professor Adjunto do Departamento de Turismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), desde 2008, onde já exerceu o cargo de Coordenador do Comitê de Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Autor de livros e artigos científicos, Brusadin atua com projetos de pesquisa principalmente nos seguintes temas: sociologia, hospitalidade, gestão, turismo cultural, história e educação no Turismo.

Pontos de Memória participam de Simpósio Nacional de História em Natal

Representantes de Pontos de Memória, além de redes de iniciativas de memória e museologia social, apresentam trabalhos durante o XXVII Simpósio Nacional de História, organizado pela Associação Nacional de História(Anpuh), que acontece em Natal (RN), até sexta-feira (26), na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

com o tema geral Conhecimento histórico e diálogo social, as apresentações dos Pontos de Memória serão realizadas no simpósio História, historiadores e memória das comunidades: diálogos possíveis, coordenado pelos pesquisadores e doutores Jean Baptista e Wani Pereira.

A proposta é problematizar a atuação pesquisadores de populações periféricas, indígenas, quilombolas, ciganas, rurais, dentre outras, no campo da história e memória, elencando a inovação de práticas em defesa dos patrimônios histórico-culturais e naturais. Os trabalhos também tratam da valorização e divulgação de diferentes tipos de memórias, saberes e fazeres não acadêmicos, que refletem na pluralidade de expressões socioculturais e no desenvolvimento de museus comunitários e iniciativas e iniciativas de museologia social.

Pontos de Memória do Rio Grande do Sul, Alagoas, Minas Gerais e Ceará terão suas ações tratadas nas apresentações durante o simpósio. Leia o resumo dos trabalhos e saiba mais sobre o simpósio Anpuh.

Texto: Divulgação Pontos de Memória

Museu da História da Inquisição no Brasil será aberto em Belo Horizonte

Uma importante capítulo da história do país será mostrado no Museu da História da Inquisição do Brasil, que abre em Belo Horizonte (MG) no dia 19 de agosto.

Painéis, gravuras e pinturas de artistas, exposição de documentos e livros antigos, objetos e até mesmo através de réplicas de alguns equipamentos de tortura fazem parte do acervo do novo museu – uma iniciativa da Associação Brasileira dos Descendentes de Judeus da Inquisição (Abradjin) – que ficará instalado no bairro Ouro Preto da capital mineira.

O museu oferecerá ao público uma biblioteca com mais de 350 obras, constituída por uma coletânea de raríssimos e antigos livros sobre a Inquisição, datados de 1637, e outros documentos originais.

O espaço também conta com um mini-auditório com recursos de multimídia, um banco de dados para pesquisas sobre a história e origem do povo judeu – encarado como um dos grupos étnicos participantes da formação do Brasil. Vestuários da época e um pedaço do rolo de uma Torá (Pentateuco), que sobreviveu a perseguição inquisitorial na Espanha, é uma das preciosidades da coleção que será exposta.

Uma sala do museu foi dedicada aos brasileiros vítimas da Inquisição. Nela constarão os nomes e números dos processos de condenação religiosa no Brasil. Saiba mais.

Fonte: Divulgação Abradjin
Edição: Ascom/Ibram

 

 

Museu da Justiça (RJ) publica Cadernos de Exposições

Já se encontra disponível, no site do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, o segundo número da série “Cadernos de Exposições”. Após abordar a “Evolução Histórica do Tribunal de Justiça do Rio”, em seu primeiro número, a série trata agora do tema “A Criação dos Cursos Jurídicos no Brasil” pela Lei 11 de agosto de 1827, promulgada por D. Pedro I.

A publicação, que tem 28 páginas e farta ilustração, mostra como surgiram os primeiros cursos jurídicos no País, nas cidades de São Paulo e Olinda, em 1928. Traça, também, o caminho evolutivo do ensino jurídico brasileiro, por meio de seus documentos legislativos, fazendo ainda um breve histórico das mais antigas faculdades de Direito criadas no Rio de Janeiro.

Para ter acesso à série “Cadernos de Exposições”, números 1 e 2, visite a página do Museu da Justiça.
Mais informações pelo tel. (021) 3133-3767.

Fonte: Ascom do Museu da Justiça
Foto: Flávia Porto

Museu do Oratório (MG) participa de Feira do Livro

Com o objetivo de despertar o interesse da população para o hábito da leitura, a cidade de Ouro Preto recebe a II Feira Cultural do Livro – Projeto “Histórias sem fim”, que acontece entre os dias 24 e 27 de agosto. Em 2011, o Museu do Oratório participa do evento, oferecendo a oficina Releitura do Patrimônio através de Oratórios.

Nos dias 24 e 25 de agosto, a oficina será destinada aos alunos do ensino fundamental das escolas públicas de Ouro Preto. Já no dia 26 de agosto, o público alvo são grupos de adultos e da terceira idade da comunidade. As inscrições para o dia 26 já estão abertas e são gratuitas. As oficinas acontecem das 13h30 às 16h. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (31) 3551-5369 ou ir diretamente a recepção do Museu do Oratório (Adro do Carmo, 28 – Centro – Ouro Preto).

Todos os oratórios confeccionados na oficina serão expostos na Casa dos Contos, em Ouro Preto. A Feira Cultural do Livro é realizado pela Secretaria de Educação, por meio da Biblioteca Pública de Ouro Preto.

Fonte: Ascom Museu do Oratório

Palácio Rio Negro (RJ) recebe Encontro da UFRJ

No dia 24 de agosto próximo o Palácio Rio Negro receberá a segunda edição do Encontro do Programa de Pós-gradução da UFRJ, denominado História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (HCTE) – http://www.hcte.ufrj.br.

No primeiro Encontro, realizado no dia 11 de maio deste ano, estiveram presentes no Palácio cientistas de renome internacional, como Gregory Chaitin, Newton da Costa, Dick Epstein e outros. O encontro é coordenado pelo Prof. Doutor Francisco Dória e é aberto a todos os interessados.

O Palácio Rio Negro fica em Petrópolis (Av. Koeler, 255). Os telefones para informações são: (24) 2246-2378/2423

Fonte: Palácio Rio Negro

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