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Visitas mediadas do Museu Histórico Nacional trazem novidades em setembro

“Museólogo por um dia”: atividade é voltada para crianças conhecerem um pouco do trabalho que se faz em um museu

“Museólogo por um dia”: atividade é voltada para crianças conhecerem um pouco do trabalho que se faz em um museu

Será realizado, no Museu Histórico Nacional (MHN), no domingo (8), o projeto de visitas mediadas “o Bonde da História: Independência ou Morte”. A proposta é abordar os eventos que deram origem à independência do Brasil.

Às 15h, as crianças de 6 a 10 anos e acompanhantes vão poder participar do “Bondinho da História: Brincando no pátio dos canhões”. Em um dos espaços bucólicos do complexo arquitetônico do MHN, vai acontecer um jogo de curiosidades e brincadeiras entre os canhões e peças históricas em exposição.

Já no domingo (15), às 14h, os educadores irão trazer uma polêmica à tona. “Descobrimento ou Invasão?” será a visita mediada que vai propor uma discussão sobre a chegada dos portugueses ao território brasileiro e o processo de colonização que se seguiu.

Neste dia, às 15h, crianças, jovens e acompanhantes serão convidados a participar do Bondinho da História:” Pintando as memórias do Rio”. O público visita as telas ovais de Leandro Joaquim (1738-1798), participa de uma roda de conversa e toma parte em uma oficina de pintura, onde poderá deixar a imaginação fluir para retratar o Rio atual.

No domingo (22), às 14h, o Bonde da História trará como tema: “A presença negra no acervo do MHN”. Voltada para o público adulto, a visita irá abordar a presença das matrizes africanas no Brasil.

Primavera dos Museus 2019

No sábado (28), às 14h, como parte da programação da 13ª Primavera dos Museus “Museus por dentro, por dentro dos museus”, irá acontecer o Bonde da História “Museu para museólogos”. A visita irá percorrer temáticas distintas dentro do campo da Museologia e será voltada para estudantes da área e cursos afins, além de interessados no tema.

E às 15h, em “Museólogo por um dia”, crianças e acompanhantes terão a chance de conhecer um pouco da profissão de museólogo, por meio de dinâmicas que simulam algumas das atividades exercidas pelos profissionais de um museu.

Encerrando o mês e a 13ª Primavera dos Museus, no domingo (29), às 14h, o MHN irá oferecer uma atividade especial. A oficina de desenho e criatividade “Plantando memórias” será voltada para públicos de todas as idades e terá o objetivo de estimular a criatividade a partir da confecção de alguns materiais, que poderão ser levados para casa. A atividade tem a coordenação do desenhista Daniel Azulay – que estará presente.

Como participar

Aos fins de semana e feriados, o MHN funciona das 13h às 17h. Não há necessidade de agendamento ou inscrição para participar das visitas mediadas. A entrada aos sábados custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Já aos domingos, a entrada é gratuita.

Foto e texto: Ascom/MHN  
Editado pela Ascom/Ibram 

Museu da República recebe obras de Melvin Edwards

Obra “Boa Sorte, primeiro dia” Melvin Edwards  Imagem: Museu da República

Obra “Boa sorte, primeiro dia” Melvin Edwards
Imagem: Museu da República

No sábado (17), o Museu da República/Ibram irá receber as obras do escultor Melvin Edwards. Nascido nos Estados Unidos em 1937, ele se tornou célebre por suas esculturas abstratas de metal em aço.

Em suas obras, ainda que abstratas, as ferramentas agrícolas como memória de sua infância no sul dos Estados Unidos estão presentes, além de correntes que podem remeter, segundo o artista, aos elos de conexão entre as pessoas.

Nesse sentido, a exposição tem como objetivo explorar diferentes vertentes do trabalho do escultor, criando um leque de raciocínios desenvolvido pelo artista ao longo dos anos de pesquisa.

Reconhecido como pioneiro na arte contemporânea afro-americana, Melvin Edwards funde engajamento político com abstração, produzindo objetos densos, fortes e carregados de significados. Sua obra procura conciliar o interesse na abstração com a satisfação por contar a história da cultura negra, buscando o diálogo com as lutas históricas e contemporâneas.

A exposição inclui obras de aço, como “Boa sorte, primeiro dia” (foto), típicas do estilo do artista, mas também aquarelas que dialogam com o peso do metal. A mostra está aberta aos visitantes até 27 de outubro.

O Museu da República  funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Museu Histórico Nacional exibe obras de Candido Portinari

A tela “Fogo” de Portinari sendo fixada: MHN exibirá série do artista enquanto o palácio Capanema passa por obras de  restauração e modernização

A tela “Fogo” de Portinari sendo fixada: MHN exibirá série do artista enquanto o palácio Capanema passa por obras de restauração e modernização

Realizada por Portinari em meados da década de 1940, a série abstrata de grandes dimensões “Os quatro elementos” decora o interior de alguns dos gabinetes do edifício – marco da arquitetura modernista brasileira, inaugurado em 1943 no centro do Rio.

O artista foi responsável tanto pelas telas e murais do interior do palácio quanto pelo desenho dos azulejos que revestem seu exterior.

Devido às obras de restauração e modernização pelas quais o edifício Gustavo Capanema passa desde 2014, o MHN será o fiel depositário dos quadros durante os três anos previstos para o fim dos trabalhos.

Neste primeiro momento, serão exibidas duas das quatro telas: “Água” e “Fogo”. As telas “Ar” e “Terra” passarão por um processo de restauro antes de se juntarem às demais – o que deve acontecer no mês de setembro. Será a primeira vez que a série completa será exibida fora do palácio Capanema.

A obra “Fogo” apresenta tons de ocre, marrons passando a vermelhos e azuis intensos. Já “Água” apresenta tons de verde passando por azuis intensos e alguns tons de vermelho. Ambas as telas decoravam o gabinete que pertencera ao escritor Carlos Drummond de Andrade, então chefe de Gabinete do ministro Gustavo Capanema (1900-1985), quando o prédio era a sede do Ministério da Educação e Saúde durante o Estado Novo.

“Abrigar temporariamente as famosas telas abstratas de Candido Portinari afirma o compromisso com a renovação das formas de pensar e abordar a história do Brasil e traduz o empenho da instituição em fortalecer a sua imagem contemporânea”, pontua o diretor do MHN, Paulo Knauss

A exibição é resultado de cooperação técnica entre o MHN, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), e a superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro, com o apoio logístico da empresa Rei de Ouro.

O Museu Histórico Nacional funciona de terça a sexta, das 10h às 17h30; e aos finais de semana e feriados, das 13h às 17h. A entrada custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Aos domingos, a entrada é gratuita para todos os públicos.

Texto e fotos: Ascom/MHN

Exposição exibe instrumentos musicais históricos no Museu Solar Monjardim

Exposição exibe instrumentos musicais originais e réplicas fiéis que testemunham a história da música erudita no Brasil.

Exposição exibe instrumentos musicais originais e réplicas fiéis que testemunham a história da música erudita no Brasil.

O Museu Solar Monjardim, localizado em Vitória (ES) e pertencente à rede Ibram, inaugurou no último sábado (23) a exposição “Uma Nova Música Antiga”. Realizada em parceria com o grupo A Trupe Barroca, a exposição exibe instrumentos musicais originais com quase 300 anos de idade, além de réplicas fiéis, que testemunham a história da música erudita no Brasil.

Entre as preciosidades que o visitante encontrará na exposição destacam-se um violino de 1820 que pertenceu à família da Princesa Isabel e um cravo em cuja tampa está pintada uma cena da Baía de Vitória no século XVIII.

A Trupe Barroca é um conjunto musical capixaba dedicado à pesquisa e execução de música antiga (interpretação historicamente orientada), através do uso de técnicas e instrumentos próprios da época, com destaque para os séculos XVII e XVIII, período em que a arte musical floresceu na Europa a partir das obras de alguns dos maiores compositores da história, como Vivaldi, Bach, Händel, Haydn e Mozart.

A exposição fica em cartaz com entrada gratuita até o dia 31 de março. O Museu Solar Monjardim fica na Av. Paulino Müller, Jucutuquara, em Vitória (ES), e pode ser visitado de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 16h30; e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h (exceto no período do Carnaval).

O museu

Situado em uma casa histórica do início do século XIX, o Museu Solar Monjardim recria a ambientação de uma residência rural de família abastada do período, abordando elementos marcantes da história regional e nacional através de um acervo eclético. O museu abriga variado acervo histórico e documental em casarão colonial preservado dentro de uma chácara urbana.

Projeto brasileiro premiado pelo Ibermuseus vira exposição em Buenos Aires

Projeto premiado pela 4ª edição da convocatória Conversaciones, do Programa Ibermuseus, esxposição conta parte da historia do Brasil por meio de narrativas pessoais.

Projeto premiado pela 4ª edição da convocatória Conversaciones, do Programa Ibermuseus, esxposição conta parte da historia do Brasil por meio de narrativas pessoais.

Fruto de projeto brasileiro premiado pela quarta edição da convocatória Conversaciones, do Programa Ibermuseus, a mostra “Memoria de los Brasileños”, realizada pelo Museu da Pessoa, está sendo exibida desde o último dia 5 no Centro Cultural Borges, em Buenos Aires (Argentina).

A exposição, que fica em cartaz até 2 de setembro com entrada gratuita, resgata e valoriza a história de cada indivíduo como parte de uma construção coletiva da memória social, sendo organizada em cinco módulos construídos a partir de histórias de vida apresentadas em vídeos que contam parte da historia do Brasil por meio de narrativas pessoais.

“Contemporaneidade” relata o processo de urbanização que em menos de 100 anos levou 80% da população brasileira do campo às cidades; “Saberes e Fazeres” apresenta culturas indígenas, africanas, quilombolas e outras que formam a identidade brasileira; “Conflitos” traz histórias e personagens marcados pela violência, preconceitos, direitos negados e exploração sexual e laboral; “Transformação” dá ênfase em pessoas e comunidades que trabalham para melhorar a realidade que vivem; e “Narradores” conta com depoimentos e trajetórias de poetas, escritores e jornalistas brasileiros.

“Memoria de los Brasileños” busca contribuir com o aprofundamento do conhecimento mútuo ao apresentar uma perspectiva da história brasileira muitas vezes ofuscada pelas grandes narrativas, baseadas nos aspectos mais visíveis e nos ícones mais difundidos da cultura nacional. A exposição também pode ser visitada em sua versão virtual.

A mostra foi pensada originalmente para exibição no Musée de la Civilisation, de Quebec (Canadá), onde foi visitada por mais de 100 mil pessoas entre 2016 e 2017. O projeto expográfico é de Marcelo Larrea, um argentino radicado no Brasil há mais de 30 anos e colaborador do Museu da Pessoa em diferentes projetos.

A convocatória Conversaciones tem como objetivo fomentar a circulação de acervos e exposições entre países da comunidade ibero-americana e evidenciar as relações construídas entre museus e comunidades. Saiba mais.

Museu Nacional inaugura “Expedição Coral: 1865-2018” em seu bicentenário

Ilustrações originais do séc. XIX integram a exposição, que apresenta um histórico dos avanços científicos brasileiros nesta área e sensibilizam para a conservação e uso sustentável dos ambientes recifais e coralíneos do Brasil.

Ilustrações originais do séc. XIX integram a exposição, que apresenta um histórico dos avanços científicos brasileiros nesta área e sensibilizam para a conservação e uso sustentável dos ambientes recifais e coralíneos do Brasil.

No dia em que comemora seus 200 anos de criação, o Museu Nacional, mais antigo museu brasileiro em atividade e também a mais antiga instituição de Ciência do país, inaugura exposição que expressa seu pioneirismo e contribuição para o desenvolvimento científico nacional.

“Expedição Coral: 1865-2018” convida o visitante a explorar a descoberta dos corais e ambientes coralíneos e seu estado de conservação, desde o Brasil de Pedro II até hoje. Com a curadoria dos professores Clovis Castro e Débora Pires, coordenadores do Projeto Coral Vivo, a exposição traz exemplares da fauna dos recifes de coral do Brasil, telas interativas, instrumentos científicos, entre outras peças.

Revelação recente

Um dos destaques fica por conta de uma revelação recente para a ciência. Em meio a um gabinete com dezenas de nichos, está o esqueleto de colônia centenária do coral Mussismilia braziliensis. A peça foi datada por meio de métodos de alta tecnologia e o resultado confirma que sua coleta foi realizada durante expedição ligada ao naturalista canadense Charles Hartt, entre 1865 e 1876, na Bahia. Ele foi pioneiro no levantamento geológico do Brasil e diretor da Seção de Geologia do Museu Nacional em 1876.

Essa área da exposição busca resgatar o ambiente científico do século XIX, apresentando o rico acervo do Museu Nacional constituído de instrumentos científicos, vidraria de laboratório, além de fotografias, ilustrações, fósseis, rochas, entre outros itens coletados e da época das expedições da Comissão Geológica do Império. O Gabinete de Curiosidades é uma referência à museografia clássica.

Conservação de ambientes coralíneos

O pano de fundo da mostra é o Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ambientes Coralíneos (PAN Corais). Um exemplar do peixe mero (Epinephelus itajara) taxidermizado com mais de 2 metros de comprimento busca chamar a atenção para as espécies ameaçadas. Outras espécies-foco do PAN Corais estarão expostas em bordados, em meio líquido ou com o esqueleto seco.

Duas telas interativas buscam sensibilizar o público na exposição. Em uma delas, será possível jogar e compreender de forma divertida o impacto das ações das pessoas em ecossistemas como banco de corais, banco de gramas-marinhas e manguezal. Na outra tela, o público poderá tocar o mapa da costa brasileira para conhecer unidades de conservação, áreas prioritárias do PAN Corais e projetos conservacionistas.

No teto, estará uma instalação de tecido e luz inspirada na topografia do Recife da Lixa, da região de Abrolhos, desenhada por Hartt. Uma série de exemplares de espécies marinhas que ocorrem nos recifes brasileiros estará disposta sobre ampla mesa. Entre elas, uma tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta), um baiacu taxidermizado, assim como outros peixes, arcada de tubarão, conchas e ouriços. As janelas do salão da exposição estarão encobertas por biombos vazados, e a luz solar deixará sombras inspiradas nas texturas do coral Mussismilia harttii: espécie que somente ocorre no Brasil e que seu nome é uma homenagem ao naturalista Charles Hartt.

Projeto Coral Vivo

O Projeto Coral Vivo é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e trabalha com pesquisa, educação, turismo, políticas públicas e sensibilização para a conservação e uso sustentável dos ambientes recifais e coralíneos do Brasil. Concebido pelo Museu Nacional/UFRJ, hoje é realizado por doze universidades e institutos de pesquisa.

Exposição no Museu da Inconfidência resgata história dos chafarizes da cidade

Ao completar 80 anos de tombamento federal em 2018, a cidade de Ouro Preto (MG) ganha uma exposição que marca o início das comemorações da data, ao mesmo tempo em que valoriza o acesso da população à água ao longo dos séculos.

Água e Ouro Preto: patrimônios de todos nós é a exposição que abre dia 23 de março no Museu da Inconfidência/Ibram, a partir das 19h, dando início às atividades de lançamento do Ano do Patrimônio Cultural de Ouro Preto. A entrada é franca.

Um dos chafarizes de Ouro Preto em frente ao Museu da Inconfidência/Ibram

Um dos chafarizes de Ouro Preto em frente ao Museu da Inconfidência/Ibram

A proposta é gerar uma reflexão sobre o pertencimento e reconhecimento da relevância da memória histórica para a formação da cultura nacional. Margareth Monteiro, Zaqueu Astoni Moreira e Mateus Júnio Pires Guimarães são os curadores da exposição.

Linha do tempo
A mostra registra a entrega das obras de restauração para uso do Chafariz de São José – construído no século XVIII e um dos símbolos da expressividade artística brasileira do período colonial.

São apresentados objetos do acervo do Museu da Inconfidência e do Arquivo Público Municipal, além de documentos sobre as arrematações dos chafarizes da cidade, cuja responsabilidade se remetia às câmaras municipais.

A partir da Carta Régia de 1603, primeira menção que se conhece sobre os recursos hídricos no Brasil Colônia, enfatiza-se a importância da água em todo o ciclo do ouro em um linha do tempo.

O traçado urbano da antiga Vila Rica revela, em monumentais conjuntos arquitetônicos, dezenas de chafarizes que canalizavam a água de grandes mananciais, sendo distribuída à população por bicas ou carrancas que jorravam dia e noite. As obras elegiam locais de maior acesso ou áreas do comércio local, visando atender a um maior número de pessoas.

A exposição é realizada por meio de uma parceria entre o Museu da Inconfidência e da Prefeitura de Ouro Preto, através da Secretaria de Cultura e Patrimônio, com apoio da Câmara Municipal de Ouro Preto e da Converso Comunicação, e conta com patrocínio da Gerdau e da Valenet.

A exposição Água e Ouro Preto: patrimônios de todos nós fica em cartaz até 29 de abril na Sala Manoel da Costa Athaide (anexo I do Museu da Inconfidência) e pode ser visitada de terça a domingo, das 10h às 18h. Saiba mais sobre o Museu da Inconfidência.

Texto e foto: MI/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu Regional abre nova exposição dia 22 em São João del-Rei (MG)

Um dos trabalhos da fotógrafa que estará em exibição no MRSJDR/Ibram

Um dos trabalhos da fotógrafa que estará em exposição no MRSJDR/Ibram até 1º de abril

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), inaugura, no dia 22 de fevereiro, a exposição Fragmentos do Cotidiano, da fotógrafa Thais Andressa.

A mostra é composta por 40 fotografias realizadas na cidade. Nas imagens há a busca por um olhar diferente do tradicional: por meio de reflexos e distorções, as ruas da cidade são retratadas. O projeto de exposição contempla ainda questões da memória social coletiva e identidade cultural.

Estudante do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Thais Andressa já realizou duas outras exposições fotográficas. No ano passado teve foto publicada na primeira edição da Revista Rasante – a cidade submersa, publicada em São Paulo.

A exposição pode ser visitada, até 1º de abril, das 9h às 17h30, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 16h aos fins de semana e feriados. A entrada é gratuita. O MRSJDR localiza-se à Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663 ou pelo e-mail mrsjdr@museus.gov.br.

Texto: MRSJDR/divulgação
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Thais Andressa/divulgação

Exposição em AL exibe 43 peças do Museu da República

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889 e outros itens de seu uso pessoal, foram cedidos pelo Museu da República para exibição na casa em que nasceu o militar, político e primeiro presidente do Brasil, em Alagoas.

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889, e outros itens de seu uso pessoal, foram cedidos para exibição temporária na casa em que nasceu o primeiro presidente do Brasil, em Alagoas.

Por ocasião do feriado nacional que celebrou a Proclamação da República, a Casa Museu de Marechal Deodoro, no município de Marechal Deodoro (AL), inaugurou na última quarta-feira (15) exposição que traz 43 peças pertencentes ao acervo do Museu da República, vinculado ao Ibram.

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889, é o grande destaque do conjunto, composto de itens de uso pessoal do militar, político e primeiro presidente do Brasil, nascido na cidade histórica alagoana que hoje leva seu nome.

Fundada em 1611 com o nome de povoado de Vila Madalena de Subaúma, a atual Marechal Deodoro foi a primeira capital de Alagoas, entre 1817 e 1839, e voltou a sê-lo, de forma simbólica, durante as celebrações pelo 15 de Novembro.

Condecorações por bravura, elementos de farda, montaria e objetos da intimidade do proclamador da República, como escova de dentes, de cabelo e saboneteira, também integram a exposição – cuja abertura contou com a presença do prefeito de Marechal Deodoro e do governador de Alagoas, entre outras autoridades.

“Fizemos uma curadoria que mostra três dimensões de Deodoro da Fonseca: a figura dele como homem comum, o militar e o primeiro presidente da república”, explica o museólogo André Angulo, do Museu da República. A princípio, o conjunto cedido ficará em exibição na antiga casa colonial onde nasceu Deodoro da Fonseca, em 1827, por um período de dois anos.

Museu Victor Meirelles completa 65 anos com abertura de duas exposições

Cristo sobre as Ondas - Victor Meirelles - sem data Paris, França - óleo e papel sobre tela colado em madeira - 31,42 x 44,7 cm Divulgação Museu Victor Meirelles/Ibram

Cristo sobre as Ondas – Victor Meirelles – sem data
Paris, França – óleo e papel sobre tela colado em madeira – 31,42 x 44,7 cm
Divulgação Museu Victor Meirelles/Ibram

Em comemoração aos 65 anos de sua inauguração o Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram) abre duas exposições no próximo 16 de novembro, às 18 h. A primeira é Acervo MVM em Perspectiva, que faz um histórico da composição do acervo do próprio museu. A segunda propõe uma reflexão acerca das relações sociais e políticas da arte, através da montagem do Módulo 3 – A Dimensão Política, dentro do ciclo Victor em 4D, mostra de longa duração que se iniciou em maio último.

As obras selecionadas para a exposição Acervo MVM em Perspectiva representam a multiplicidade da linguagem das artes visuais, colocando lado a lado obras de um dos maiores artistas brasileiros do século XIX, o pintor Victor Meirelles, e trabalhos de 36 artistas contemporâneos.

A Dimensão Política de Victor Meirelles

Neste terceiro módulo do Projeto Victor em 4D ganha corpo a reflexão em torno da função social, cultural e política da arte, bem como a sua capacidade de representação, buscando sempre à disposição para dialogar com o público e a comunidade.

Victor Meirelles foi um dedicado aluno na Academia Imperial de Belas Artes e, mais tarde, um rigoroso professor, não menos dedicado, no Liceu de Artes e Ofícios. Além disso, se destacou por ser um habilidoso pintor de paisagens, panoramas e retratos.

Mas foi com suas pinturas históricas que Victor alcançou renome, guiado pelo compromisso do Império brasileiro em construir uma identidade nacional. Suas obras de arte contam histórias, engendram discursos, negociam estética e politicamente com as relações socioculturais da segunda metade do século XIX no Brasil.

As duas exposições, Acervo MVM em Perspectiva e Victor em 4D – A Dimensão Política, ficam em cartaz até o dia 9 de fevereiro de 2018. O Museu Victor Meirelles está funcionando em sua sede provisória, na Rua Rafael Bandeira, nº 41 – Centro, em Florianópolis. A entrada é gratuita.

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 Acervo MVM em Perspectiva – Exposição
 A Dimensão Política – Exposição

Aberturas: dia 16 de novembro de 2017, às 18 horas
Museu Victor Meirelles
Rua Rafael Bandeira, 41 – Centro – Florianópolis/SC
Tel.: 48  3222-0692
Gratuito

Texto: Ascom MVM
Edição: Ascom Ibram

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