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Exposição em AL exibe 43 peças do Museu da República

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889 e outros itens de seu uso pessoal, foram cedidos pelo Museu da República para exibição na casa em que nasceu o militar, político e primeiro presidente do Brasil, em Alagoas.

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889, e outros itens de seu uso pessoal, foram cedidos para exibição temporária na casa em que nasceu o primeiro presidente do Brasil, em Alagoas.

Por ocasião do feriado nacional que celebrou a Proclamação da República, a Casa Museu de Marechal Deodoro, no município de Marechal Deodoro (AL), inaugurou na última quarta-feira (15) exposição que traz 43 peças pertencentes ao acervo do Museu da República, vinculado ao Ibram.

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889, é o grande destaque do conjunto, composto de itens de uso pessoal do militar, político e primeiro presidente do Brasil, nascido na cidade histórica alagoana que hoje leva seu nome.

Fundada em 1611 com o nome de povoado de Vila Madalena de Subaúma, a atual Marechal Deodoro foi a primeira capital de Alagoas, entre 1817 e 1839, e voltou a sê-lo, de forma simbólica, durante as celebrações pelo 15 de Novembro.

Condecorações por bravura, elementos de farda, montaria e objetos da intimidade do proclamador da República, como escova de dentes, de cabelo e saboneteira, também integram a exposição – cuja abertura contou com a presença do prefeito de Marechal Deodoro e do governador de Alagoas, entre outras autoridades.

“Fizemos uma curadoria que mostra três dimensões de Deodoro da Fonseca: a figura dele como homem comum, o militar e o primeiro presidente da república”, explica o museólogo André Angulo, do Museu da República. A princípio, o conjunto cedido ficará em exibição na antiga casa colonial onde nasceu Deodoro da Fonseca, em 1827, por um período de dois anos.

Museu Victor Meirelles completa 65 anos com abertura de duas exposições

Cristo sobre as Ondas - Victor Meirelles - sem data Paris, França - óleo e papel sobre tela colado em madeira - 31,42 x 44,7 cm Divulgação Museu Victor Meirelles/Ibram

Cristo sobre as Ondas – Victor Meirelles – sem data
Paris, França – óleo e papel sobre tela colado em madeira – 31,42 x 44,7 cm
Divulgação Museu Victor Meirelles/Ibram

Em comemoração aos 65 anos de sua inauguração o Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram) abre duas exposições no próximo 16 de novembro, às 18 h. A primeira é Acervo MVM em Perspectiva, que faz um histórico da composição do acervo do próprio museu. A segunda propõe uma reflexão acerca das relações sociais e políticas da arte, através da montagem do Módulo 3 – A Dimensão Política, dentro do ciclo Victor em 4D, mostra de longa duração que se iniciou em maio último.

As obras selecionadas para a exposição Acervo MVM em Perspectiva representam a multiplicidade da linguagem das artes visuais, colocando lado a lado obras de um dos maiores artistas brasileiros do século XIX, o pintor Victor Meirelles, e trabalhos de 36 artistas contemporâneos.

A Dimensão Política de Victor Meirelles

Neste terceiro módulo do Projeto Victor em 4D ganha corpo a reflexão em torno da função social, cultural e política da arte, bem como a sua capacidade de representação, buscando sempre à disposição para dialogar com o público e a comunidade.

Victor Meirelles foi um dedicado aluno na Academia Imperial de Belas Artes e, mais tarde, um rigoroso professor, não menos dedicado, no Liceu de Artes e Ofícios. Além disso, se destacou por ser um habilidoso pintor de paisagens, panoramas e retratos.

Mas foi com suas pinturas históricas que Victor alcançou renome, guiado pelo compromisso do Império brasileiro em construir uma identidade nacional. Suas obras de arte contam histórias, engendram discursos, negociam estética e politicamente com as relações socioculturais da segunda metade do século XIX no Brasil.

As duas exposições, Acervo MVM em Perspectiva e Victor em 4D – A Dimensão Política, ficam em cartaz até o dia 9 de fevereiro de 2018. O Museu Victor Meirelles está funcionando em sua sede provisória, na Rua Rafael Bandeira, nº 41 – Centro, em Florianópolis. A entrada é gratuita.

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 Acervo MVM em Perspectiva – Exposição
 A Dimensão Política – Exposição

Aberturas: dia 16 de novembro de 2017, às 18 horas
Museu Victor Meirelles
Rua Rafael Bandeira, 41 – Centro – Florianópolis/SC
Tel.: 48  3222-0692
Gratuito

Texto: Ascom MVM
Edição: Ascom Ibram

Homenagem a Carlos Drummond de Andrade, no Museu Victor Meirelles

Em comemoração aos 115 anos de nascimento do poeta Carlos Drummond de Andrade o Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina, abre nesta terça-feira, dia 31 de outubro, às 18 horas, a exposição Poesia, Memória e Arquivo: Carlos Drummond de Andrade.Rosa do povo_Carlos Drumond_Museu Victor Meirelles

A programação da mostra prevê na sua abertura a leitura de poemas de Carlos Drummond de Andrade pelos poetas Alcides Villaça (SP), Manoel Ricardo de Lima (RJ), Júlia Studart (RJ) e Dennis Radünz (SC). Haverá também a apresentação de poema musicado de Carlos Drummond de Andrade, por Jair Fonseca, da UFSC, e encerrando a solenidade do dia um sarau aberto, com leituras, dramatizações e performances da poesia de Carlos Drummond de Andrade. A curadoria da exposição é de Maria Lucia de Barros Camargo e Laíse Ribas Bastos.

A exposição Poesia, Memória e Arquivo: Carlos Drummond de Andrade apresenta ao público catarinense uma especial reunião de obras raras, como primeiras edições e edições especiais para bibliófilos, além de cartas originais inéditas, manuscritas e datilografadas, fotografias, discografia e a oportunidade de ouvir a voz do poeta lendo seus versos, oferecendo à comunidade catarinense a possibilidade de um contato mais próximo com a poesia e a memória do poeta. Compõem esta exposição as primeiras edições dos livros de Drummond apresentadas em contraste e comparação com suas versões mais recentes, ou seja, desde seu primeiro livro publicado, Alguma Poesia, até Farewell (edição póstuma), passando por antologias, coleções especiais, sua poesia traduzida e publicada em outros países, bem como suas traduções de poesia e prosa para o português, além de algo da fortuna crítica do poeta.

Há ainda a bela edição especial dos 21 poemas escritos por Drummond como glosa ao conjunto de 21 desenhos de Portinari sobre Dom Quixote, de Cervantes, e uma carta do poeta ao seu irmão, Altivo, datada de 1933, um raro documento histórico. Além disso, está presente também na exposição um conjunto de 21 cartas enviadas ao também poeta e editor Domingos Carvalho da Silva. Cartas que tem por foco o próprio fazer da poesia, sua matéria e procedimento, deixando entrever, delicadamente a cada linha, o gesto literário de Drummond: uma leitura atenta da poesia de Domingos, por ocasião da publicação de seu livro Rosa Extinta, por exemplo, e a gentileza do Drummond tradutor em aconselhar Domingos na tarefa da tradução de 20 Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada, de Pablo Neruda.

Por fim, esta exposição marca ainda os 30 anos de uma primeira versão desta mesma mostra, realizada em outubro de 1987, dois meses após o falecimento de Drummond. Naquela ocasião como agora, celebrando a data de seu nascimento, a Universidade Federal de Santa Catarina promoveu o evento Lembrando Drummond, com a realização de uma exposição rememorativa do poeta.

A exposição é parte integrante das atividades do Congresso de mesmo nome, realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), de 30 de outubro a 1º de novembro, no Centro de Comunicação e Expressão daquela universidade. O congresso terá conferências, mesas-redondas e inscrições de trabalhos para pesquisadores de instituições de ensino superior, nacionais e internacionais e é aberto a toda a comunidade. A realização é do Programa de Pós-graduação em Literatura da UFSC em conjunto com o Núcleo de Estudos Literários & Culturais – NELIC e com apoio da Secretaria de Cultura – SECARTE. Mais informações sobre o Congresso no endereço eletrônico http://eventodrummond.blogspot.com.br/ .

Poesia, Memória e Arquivo: Carlos Drummond de Andrade fica no Museu Victor Meirelles até 18 de novembro de 2017, com visitações de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e aos sábados, das 10 às 14 horas. A entrada é gratuita.

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Poesia, Memória e Arquivo: Carlos Drummond de Andrade
Exposição

De 31 de outubro a 18 de novembro de 2017
Abertura:  18 horas
Museu Victor Meirelles - Rua Rafael Bandeira, nº 41 – Centro – Florianópolis/SC
Tel.:  (48)  3222-0692

Texto: Ascom MVM
Edição: Ascom Ibram

Exposição sobre reuso de patrimônio histórico chega a São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre, nesta segunda (9), às 19h30, a exposição Reuso na Holanda: reciclagem de patrimônio histórico – do arquiteto holandês Paul Meurs.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei/Ibram (MG)

A mostra traz painéis com informações sobre 12 projetos arquitetônicos de edifícios holandeses que, após serem abandonados, foram recuperados e destinados a novos usos.

A exposição aponta para a discussão e reflexão do lugar do passado na paisagem urbana do futuro. A reutilização ou reuso é colocada como uma alternativa à demolição e consequente perda da memória e capital cultural.

Paul Meurs é arquiteto e diretor do escritório SteenhuisMeurs em Roterdã (Holanda). Especialista em arquitetura e urbanismo brasileiros desde 1986, publicou vários artigos e livros sobre conservação, desenvolvimento do patrimônio e reuso.

De 2006 a 2016 foi professor da disciplina Patrimônio e Valores Culturais na Universidade de Tecnologia de Delft (Holanda), onde atualmente é professor convidado. Meurs estará presente na abertura para um bate-papo com o público.

A exposição é gratuita e pode ser visitada até 22 de outubro de segunda a sexta, das 9h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h.

O Museu Regional de São João del-Rei fica na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663.

Texto e foto: MRSJDR/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Ouro Preto homenageia ex-diretor do Museu da Inconfidência, Rui Mourão

Rui Mourão, diretor do Museu da Inconfidência por 43 anos.

Rui Mourão, diretor do Museu da Inconfidência por 43 anos.

O dia 05 de outubro, quinta-feira, receberá uma série de atividades que marcam as boas-vindas à nova diretora do Museu da Inconfidência (Ibram/MinC), a arquiteta restauradora Deise Cavalcanti Lustosa, e a despedida do romancista e ensaísta Rui Mourão, que ocupou o posto durante 43 anos. Haverá cerimonial de posse, sessão solene organizada pelos vereadores na Câmara Municipal de Ouro Preto, lançamento de livro e abertura de exposição.

A primeira cerimônia começa às 17h, no Auditório, Anexo I, com transmissão oficial do cargo pelo presidente do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram, Marcelo Mattos Araújo, seguida de homenagem dos servidores. Às 19h, a Câmara Municipal reverenciará Rui Mourão, com entrega de placa em Honra ao Mérito pelo Vereador Chiquinho de Assis. O encerramento se dará com o lançamento do livro de contos Caderno de Viagem, de Lucas Carvalho Rôla Santos, no Auditório do Museu, e inauguração de mostra com o mesmo nome na Sala Manoel da Costa Athaide.

EXPOSIÇÃO – Os 32 desenhos que compõem a exposição Caderno de Viagem são produzidos em nanquim sobre papel, dentro da perspectiva do “Realismo Fantástico”, apresentando situações cotidianas, mas com alguma ruptura surreal, que conduzem a um novo significado das situações retratadas. As obras, todas de autoria de Lucas Carvalho Rôla Santos, trazem para o primeiro plano o absurdo, mas de maneira naturalizada.

As imagens tecem diálogo com a vida, cujo dia-a-dia também guarda seus absurdos, velados pela lida irrefletida com a rotina e as exigências que ela impõe. Na superfície da série, viram, todavia, objeto de reflexão e causam o espanto pelo real. As ilustrações expostas também integram livro de contos de igual nome, no qual aparecem como contos imagéticos, autônomos, figurando entre páginas para que estejam a serviço da imaginação do leitor.

Texto: Ascom Museu da Inconfidência

Foto: Janine Ojeda

Museu Lasar Segall comemora 50 anos de criação e homenageia seu fundador

O Museu Lasar Segall (MLS/Ibram), em São Paulo (SP), inaugura amanhã (23), a exposição 1967 – 2017 Museu Lasar Segall – 50 anos, como parte das comemorações do cinquentenário da instituição, e faz homenagem a Maurício Segall, falecido em julho deste ano, que dirigiu por 30 anos o museu.

Por meio dos acervos artísticos, bibliográficos e arquivísticos, a mostra será ilustrada por projetos como a exposição Por caminhadas ainda mais distantes – as emigrações artísticas de Lasar Segall, ocorrida em 1997 nos EUA (Chicago e Nova Iorque), e em 1998 em Paris (França).

A programação de aniversário inclui ainda a apresentação do Coral Escola Comunicantus, às 15h, e um Ciclo de Debates, que acontece de 4 a 7 de outubro e terá o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, como debatedor em uma das mesas. Confira a programação completa.

Uma família pela arte
A trajetória da instituição teve início em 1957. Com o falecimento de Lasar Segall (1889-1957), a viúva do artista, Jenny Klabin Segall (1899-1967), idealiza o museu e inicia o trabalho de conservação e autenticação de obras não assinadas.

Durante 10 anos, os filhos Maurício Segall (1926-2017) e Oscar Klabin Segall (1930-2002), além do fotógrafo Luiz Hossaka (1928-2009), organizam os documentos relativos às obras da coleção, cujo trabalho resultou em uma série de exposições póstumas de obras de Segall.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall/Ibram em São Paulo (SP)

Semanas antes da abertura oficial do museu na residência da família na Vila Mariana, em 21 de setembro de 1967, Jenny Segall falece, ficando então sob o cuidado dos filhos as ações para a formação do MLS, sendo Maurício Segall o primeiro diretor.

O museu, quem tem como missão preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall, foi além e traçou, nesse meio século, um perfil de caráter experimental, considerado pioneiro no campo museal brasileiro, destacando-se como espaço dinâmico no campo das artes visuais, da ação educativa, nas áreas de literatura, música, cinema e teatro. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall. Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MLS.

Texto: Lasar Segall/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu Victor Meirelles celebra os 185 anos de nascimento do seu patrono

O Naufrágio da Medusa - Victor Meirelles (1857/1858) - óleo sobre papel colado em cartão - 35,9 x 52,5cm

O Naufrágio da Medusa: Victor Meirelles (1857/1858) – óleo sobre papel colado em cartão – 35,9 x 52,5cm / Divulgação: Museu Victor Meirelles/Ibram

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), comemora os 185 de nascimento do seu patrono nesta sexta-feira (18), com a abertura da exposição Victor em 4D – Segundo Módulo: A Dimensão Histórica, a partir das 19h.

A programação inclui a realização de uma mesa-redonda, às 16h, com o professor Mário César Coelho, do curso de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e com o curador Pedro Xexéo.

Mário César é graduado em Arquitetura e Urbanismo, com mestrado e doutorado em História Cultural pela UFSC, e falará sobre as coleções de Estudos de Embarcações de Victor Meirelles.

Pedro Xexéo é museólogo e crítico de arte, tendo integrado o corpo técnico do Museu da Inconfidência de Ouro Preto, em Minas Gerais, e atuado como coordenador técnico do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro. O tema do seu painel será A Batalha dos Guararapes de Victor Meirelles na 25ª Exposição Geral de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1879.

No mesmo dia, será realizada também a cerimônia da assinatura dos documentos de transferência definitiva de um conjunto de obras do Museu Nacional de Belas Artes, enviadas para o MVM em 1952, 1961 e 1983. As obras passarão a integrar o acervo permanente do Museu Victor Meirelles e farão parte da exposição em cartaz.

A exposição Victor em 4D – A Dimensão Histórica fica em cartaz até o dia 11 de novembro de 2017. O Museu Victor Meirelles está funcionando em sua sede provisória, na Rua Rafael Bandeira, nº 41 – Centro. A entrada é gratuita.

Texto: Ascom/Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom Ibram

Nova exposição e horários especiais no Museu Regional de São João del-Rei

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre na segunda (14), às 19h, a exposição Paisagens internas e externas, do artista plástico José Renato Sartori Inchausti.

O trabalho apresenta distorções de paisagens, tanto de ambientes interiores quanto exteriores, tendo cidades históricas e litorâneas como tema. O artista projeta em suas paisagens interiores referências geográficas. Segundo Inchausti, essas paisagens possuem uma “exposição frontal de algum sentimento humano”.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Trabalhando com artes plásticas há cerca de 40 anos, José Renato já participou de 18 mostras -  entre salões coletivos e exposições individuais. Atualmente mora em São João del-Rei, onde desenvolve um trabalho interessado na abstração do sentimento por meio da paisagem.

A exposição fica em cartaz até 24 de setembro. A visitação é gratuita. O museu funciona de segunda a sexta-feira, de 9h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, de 9h às 16h.

Feriado local
No dia 15 de agosto (terça-feira) é feriado em São João del-Rei (Assunção de Nossa Senhora) e, por isso, o MRSJDR tem horário especial para o feriado prolongado.

No sábado e domingo (dias 12 e 13), funciona das 9h às 13h. Já na segunda e terça (14 e 15) funciona das 9h às 16h. O museu reabre às 19h no dia 14 apenas para receber o público na nova exposição. Já na quarta (16), o museu fecha para manutenção – voltando ao seu horário normal a partir do dia 17 de agosto.

Aberto ao público em 1963,  o Museu Regional de São João del-Rei apresenta, em sua exposição permanente, aspectos dos modos de vida e costumes mineiros dos séculos XVII ao XX, a partir de peças de mobiliário, objetos de arte sacra e imaginária oitocentista.

O MRSJDR está localizado na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663 ou endereço eletrônico mrsjdr@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MRSJDR/Divulgação

Exposição fotográfica homenageia o Cardeal do Rio de Janeiro

Fotos para exposição - Orani,O Pastor da UnidadeO Museu Nacional de Belas Artes/Ibram , em parceria com o Vicariato para Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, abre nesta quinta-feira (6) a exposição fotográfica “Que todos sejam Um”.

A mostra reúne cerca de 130 imagens e alguns objetos que fazem parte da história do Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta, que completou 20 anos de ordenação episcopal e oito anos à frente da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Para o co-curador da mostra e pesquisador do MNBA, Amândio Miguel, “a exposição é uma crônica fotográfica de Dom Orani Tempesta e a cidade do Rio de Janeiro”.

“A exposição será dividida em quatro módulos, que mostrarão o incansável trabalho deste paulista de São José do Rio Pardo(1950) nos mais diversos contrastes e realidades da cidade, segundo a ótica e pelas lentes do fotógrafo carioca Gustavo de Oliveira”, explica o cônego Marcos Willian Bernardo, assessor da Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese do Rio.

Na mostra, o público vai poder apreciar imagens de Dom Orani no seu relacionamento com a comunidade, um outro segmento apresenta sua Ordenação de Bispo; o cardeal no seu cotidiano; e a temática específica da Jornada Mundial da Juventude, evento realizado no Rio de Janeiro em 2013.  A exposição fica em cartaz até setembro.

Museu Histórico Nacional recebe exposição sobre a banda Nirvana

nirvana-imagDe hoje (22 ) a 22 de agosto, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a exposição internacional “Nirvana: Taking Punk To The Masses”. Esta é a primeira vez que a exposição sai do The Museum Of Pop Culture de Seattle (EUA) para ganhar outras regiões. A iniciativa é realizada pela Samsung Rock Exhibition, série inteiramente dedicada a exposições de rock e cultura pop, patrocinada pela Samsung, em parceria do Ministério da Cultura e com a realização do Instituto Dançar.

A mostra traz ao Brasil mais de 200 peças que marcaram a trajetória da banda. Sob curadoria de Jacob Mc Murra, a exposição reúne peças únicas e objetos exclusivos utilizados pela banda, entre instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, objetos pessoais dos integrantes e cartazes, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais.

Os ingressos custam R$25 (R$12,50 meia-entrada) de terça a quinta-feira e R$35 (R$17,50 meia-entrada), de sexta a domingo. Os ingressos podem ser adquiridos online.

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