Ibram convoca candidatos a diretor do Museu da Inconfidência para entrevista

Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (24), a convocação para entrevista dos seis candidatos melhor pontuados na Chamada Pública para o cargo de Diretor do Museu da Inconfidência/Ibram, localizado em Ouro Preto (MG).

As entrevistas acontecerão no dia 8 de agosto de 2017, no Escritório de Representação Regional do Ibram em Belo Horizonte. Os nomes dos convocados, horários da entrevista e o endereço da Representação estão disponíveis aqui. A comissão de seleção é formada pela Superintendente do Iphan em Minas Gerais, Célia Maria Corsino, pela Diretora de Difusão, Fomento e Economia dos Museus do Ibram, Eneida Braga Rocha de Lemos e pelo Diretor do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, Paulo Knauss.

De acordo com a Chamada Pública nº 1, de 7 de abril de 2017, a entrevista é a última fase da seleção, que contou com análise de documentação, de currículo e plano de trabalho. Podiam concorrer ao cargo servidores públicos ou não, com formação acadêmica, conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu, além de experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações de governo e entidades da sociedade em geral. O edital completo está disponível aqui.

Entrevista: Antonio Carlos Oliveira, meteorologista e museólogo do MNBA

O meteorologista e museólogo Antonio Carlos Oliveira fala aos participantes do seminário-oficina “Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados”, no Rio de Janeiro (RJ).

O meteorologista e museólogo Antonio Carlos Oliveira fala aos participantes do seminário-oficina Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados no Rio de Janeiro (RJ)

Meteorologista vinculado à Infraero, o também museólogo Antonio Carlos Oliveira atua, desde 2014, junto ao Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro (RJ), para onde foi cedido com um objetivo específico: desenvolver solução tecnológica que permita reunir e utilizar informações meteorológicas para proteger a estrutura física de museus brasileiros e seus acervos.

Ao lado do químico José Luiz Pedersoli Jr., também atuante na área da conservação do patrimônio cultural, Oliveira está à frente do seminário-oficina Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados – realizado no MNBA, entre os dias 21 e 25 de novembro, por iniciativa do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), no âmbito do Programa para a Gestão de Risco ao Patrimônio Musealizado Brasileiro.

Criador de ferramenta inédita no âmbito da prevenção de riscos climáticos aos acervos brasileiros e aos prédios que os abrigam, o meteorologista e museólogo respondeu, durante o evento, a algumas perguntas feitas pela Assessoria de Comunicação do Ibram.

O que é o sistema informatizado e integrado que você desenvolveu e o que ele oferece?

A ferramenta tem como objetivo monitorar o clima interno e externo dos museus da rede Ibram para análise de risco ambiental e preservação de seus acervos. Ela oferece modelos de simulação de cenários que permitem combinar as variáveis do clima externo e clima interno para diagnosticar o grau de risco ambiental de forma contínua e informar aos respectivos responsáveis, em cada caso, qual a melhor conduta a ter com seu acervo.

Como a ferramenta vai gerar dados sobre clima externo e interno de todos os 30 museus da rede Ibram?

Para traçar cenários quanto ao clima externo, a plataforma vai agregar dados, atualizados de forma contínua, oferecidos por bases de dados online públicas e confiáveis disponíveis para a população brasileira, de órgãos como o Ministério da Agricultura, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério das Minas e Energia, que a área da Cultura nunca utilizou com esta finalidade.

Para o monitoramento quanto ao clima interno de cada museu, estamos distribuindo a cada museu da rede Ibram, durante este seminário-oficina, um aparelho termohigrômetro, com capacidade expansível para mais 30 pontos de medição em cada museu, que medirá a temperatura e umidade de cada ambiente e serão todos conectados a uma rede única, que poderá ser acompanhada pela gestão central do Ibram.

Que desdobramentos isso terá para a gestão de risco ambiental aos acervos musealizados?

O monitoramento dos ambientes de todos os museus da rede Ibram, que estão distribuídos pelas diversas regiões brasileiras, permitirá a produção de simulações digitais de cenários e a elaboração de protocolos de alerta. As informações reunidas sobre risco ambiental interno e externo também tornariam o Ibram mais preparado, por exemplo, para se pronunciar quando da elaboração de Estudos de Impacto de Vizinhança para obras realizadas no entorno de seus museus.

O sistema também vai permitir catalogar sinistros e observar a distribuição e frequência dos eventos, tornando possível a prevenção de problemas específicos em cada local. A ferramenta também poderá ser útil para o intercâmbio de acervos entre museus, permitindo compatibilizar a temperatura e umidade adequada a cada bem cultural de cada região. De forma geral, ela vai permitir um mapeamento das condições de guarda de cada acervo e possibilitar que se garanta a sua estabilidade.

Qual a previsão para a entrada desta rede integrada em atividade?

Com a realização deste seminário-oficina e a distribuição doas higrômetros para cada museu, teremos condições de colocar o sistema em funcionamento no começo de 2017. A perspectiva é de que, através de parcerias, esta ferramenta inédita possa depois se expandir para outros museus públicos e privados brasileiros, e mesmo exportada para uso internacional.

Foto: Ascom/Ibram

Ibram convoca candidatos a gestão em Preservação e Segurança para entrevista

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) convocou nesta segunda-feira (14), por meio de divulgação no Diário Oficial da União, os candidatos habilitados à próxima fase do processo de seleção relativo ao Chamamento Público nº 6, de 3 de outubro de 2016, que se constituirá de entrevista oral.

O Chamamento Público nº 6 é destinado a selecionar candidatos para ocupar os cargos comissionados de coordenador de Preservação e Segurança e chefe de Divisão de Preservação e Segurança, vinculados ao Departamento de Processos Museais (DPMUS) do Ibram, em Brasília (DF).

A convocação para entrevista oral  contempla três candidatos ao cargo de coordenador de Preservação e Segurança e dois candidatos ao cargo de chefe de Divisão de Preservação e Segurança. Conforme previsto pelo edital, eles foram classificados à etapa de entrevista oral, de caráter eliminatório, após análise de currículo, de caráter classificatório e eliminatório.

Os documentos exigidos para o certame na primeira etapa foram avaliados por Comissão de Seleção. Na etapa de entrevista oral, que será presencial, serão avaliados critérios como conhecimento da área de museus e da área de preservação e conservação, entre outros.

Candidatos a diretor do Museu das Missões são convocados para entrevista

Publicada hoje no Diário Oficial a convocação para entrevista dos candidatos pré-selecionados da Chamada Pública para o cargo de Diretor do Museu das Missões/Ibram, em Missões (RS). Seis candidatos foram selecionados para entrevista e deverão comparecer, no dia 4 de outubro, a partir das 9h, no Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS.  O nome dos candidatos e todas as informações estão disponíveis aqui.

A chamada foi aberta em 2015 e puderam concorrer ao cargo, servidores efetivos e não servidores que cumprissem critérios como formação acadêmica em nível superior, experiência comprovada em gestão e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu. No processo seletivo, foram levados em consideração critérios técnicos e objetivos de qualificação baseados na análise de currículo, Declaração de Interesse e de Plano de Trabalho.

Os documentos exigidos na Chamada Pública foram examinados pela Comissão de Seleção, nomeada por meio da Portaria n° 291, de 19 de julho de 2016, tendo como integrantes: Luciana Palmeira Silva (como Secretária da Comissão de Seleção); Ana Luisa Jeanty de Seixas e Simone Flores Monteiro.

A entrevista é a última etapa do certame e tem caráter eliminatório. A listagem final, com a ordem de classificação e pontuação final, será publicada no Diário Oficial da União.

Convocados para entrevista candidatos à direção de dois museus Ibram

Nesta segunda-feira (9), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) publicou no Diário Oficial da União (DOU) os nomes de candidatos a direção de dois de seus museus convocados para entrevista, dando assim continuidade ao processo de seleção, via chamada pública, iniciado em 2014.

Museu Histórico Nacional (RJ)

Museu Histórico Nacional (RJ)

O Museu Casa da Hera, localizado em Vassouras (RJ), teve três candidatos selecionados para esta fase, e devem se apresentar, nesta terça-feira (10), conforme horário divulgado no edital, no 7º andar do Palácio Gustavo Capanema – onde fica a Representação Regional do Ibram no Rio de Janeiro.

Já os dois candidatos à vaga de diretor do Museu Histórico Nacional, localizado na capital fluminense, deverão comparecer no dia 23 de fevereiro também ao Palácio Gustavo Capanema. Todos os candidatos deverão estar munidos de documentação pessoal original.

Os resultados dos processos de seleção serão comunicados por meio eletrônico aos selecionados e podem ainda ser acompanhados por todos os interessados na seção Trabalhe Conosco na página do Ibram.

Prorrogação
Outra instituição integrante da rede Ibram, o Museu Solar Monjardim, localizado em Vitória (ES), teve portaria publicada hoje no DOU prorrogando até 10 de março a data para conclusão dos trabalhos da Comissão de Seleção para o cargo de diretor do museu.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Banco de imagens Ibram

Candidatos a diretor dos museus Ibram em Goiás são convocados para entrevista

O Instituto Brasileiro de Museus tornou público na sexta-feira (25), com publicação no Diário Oficial da União (DOU), a convocação para entrevista dos candidatos participantes da Chamada Pública nº 4, de 12 de março de 2014, destinada à seleção de diretor do Museu das Bandeiras, Casa da Princesa e Arte Sacra da Boa Morte, no estado de Goiás.

Museu Casa da Princesa (GO)

Museu Casa da Princesa (GO)

As entrevistas se destinam aos candidatos que apresentaram e tiveram aprovados os documentos exigidos na Chamada Pública, que foram examinados pela Comissão de Seleção – nomeada por meio da Portaria n° 128, de 23 de abril de 2014.

Os candidatos convocados devem comparecer no dia 5 de agosto de 2014, a partir das 10h, na sede do Instituto Brasileiro de Museus, em Brasília (Setor Bancário Norte, Quadra 2 Bloco N – Edifício CNC III), munidos de documentação pessoal original.

O resultado da seleção será comunicado por meio eletrônico aos selecionados, sem prejuízo do início da contagem dos prazos, a partir da publicação no DOU. Saiba mais.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Seleção de diretores: Ibram convoca candidatos para entrevista

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou público na sexta-feira (4), através de publicação no Diário Oficial da União (DOU), convocação para entrevista dos candidatos da Chamada Pública nº 6, de 7 de março de 2014, destinada à seleção de candidatos para o cargo comissionado de diretor do Museu Regional de São João del-Rei (MG).

As entrevistas se destinam aos candidatos que apresentaram e tiveram aprovados os documentos exigidos na citada Chamada Pública, que foram examinados pela Comissão de Seleção, nomeada por meio da Portaria n° 116, de 15 de abril de 2014.

Os candidatos convocados deverão comparecer no dia 17 de julho de 2014, a partir das 10h30, na sede do Museu Regional de São João del-Rei, munidos de documentação pessoal original. O resultado da seleção será comunicado por meio eletrônico aos selecionados, sem prejuízo do início da contagem dos prazos, a partir da publicação no DOU. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

 

Candidatos a diretores do MAI e MART são convocados para entrevista no RJ

Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio (RJ)

Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio (RJ)

Nesta terça-feira (20), foi publicado no Diário Oficial da União, a convocação para entrevista dos candidatos pré-selecionados para o cargo de diretor do Museu de Arqueologia de Itaipu.

Os três selecionados devem comparecer no Museu Casa de Benjamin Constant, no dia 23 de maio, munidos de documentação pessoal original.

Na segunda-feira (19), foi publicado no DOU, a convocação para entrevista dos candidatos pré-selecionados para o cargo de Diretor do Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio.

Os três candidatos convocados devem comparecer, no dia 23 de maio (sexta-feira), a partir das 14h, na Superintendência de Museus da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (Rua da Quitanda nº 86/8º andar – Centro – Rio de Janeiro), munidos de documentação pessoal original.

As seleções foram feitas por comissões, compostas por três membros, que recebeu e analisou toda a documentação enviada pelos candidatos. Foram levados em consideração critérios técnicos e objetivos de qualificação baseados na análise de currículo, Declaração de Interesse e de Plano de Trabalho.

Além das duas instituições,, outros museus Ibram também estão em processo de seleção de novos dirigentes. São eles: museus de Goiás, Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio e Museu Casa da Hera, todos localizados no estado do Rio de Janeiro; Museu Solar Monjardim, localizado em Vitória (ES); Museu Regional de São João del-Rei, em Minas Gerais.

Saiba mais aqui.

Atualizado em 20/05/2014.

Entrevista com José Luiz Pedersoli sobre gestão de risco e patrimônio cultural

Ministrante do curso Gestão de Risco ao Patrimônio Musealizado Brasileiro, promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), entre os dias 8 e 12 de julho, José Luiz Pedersoli Junior é químico formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Mestre em Química de Polímeros, com ênfase em materiais celulósicos e aplicações na área da conservação patrimonial, pela Universidade de Helsinki (Finlândia).

Pedersoli coloca a gestão de risco como área estratégica em torno de acervos musealizados

Morou durante muitos anos na Europa, inicialmente em Amsterdã, quando trabalhou como cientista da conservação no Instituto Holandês do Patrimônio Cultural, e depois em Roma, no Centro Internacional para o Estudo da Preservação e Restauração do Patrimônio Cultural (ICCROM).

Voltou ao Brasil com uma importante experiência na área da ciência dos materiais aplicada à preservação patrimonial, mais especificamente à conservação de acervos de papel e materiais relacionados, com vários trabalhos científicos publicados em revistas especializadas.

Essa experiência profissional inclui também o desenvolvimento, coordenação e ensino em cursos nacionais e internacionais voltados à capacitação profissional no setor patrimonial.

O químico respondeu por e-mail a três perguntas feitas pela Assessoria de Comunicação do Ibram.

Qual a importância da implementação de um plano na área de gestão de riscos para os museus?

A gestão ou gerenciamento de riscos constitui ferramenta eficaz para aprimorar a tomada de decisões dirigidas à preservação do patrimônio cultural. Sua utilização fornece uma visão abrangente dos diversos tipos de risco para esse patrimônio, desde eventos emergenciais e catastróficos até os diferentes processos de degradação que ocorrem de forma mais gradual e cumulativa.

A partir da identificação e análise sistemática desses riscos, é possível estabelecer prioridades de ação e alocação de recursos para mitigá-los. Estratégias sustentáveis podem então ser estabelecidas para minimizar impactos negativos sobre o objetivo comum dos museus de transmitir seus acervos para as gerações futuras com a menor perda de valor possível. Otimizando o uso dos recursos disponíveis, tipicamente limitados, para a preservação, segurança e fruição dos acervos museológicos, a gestão de riscos contribui para maximizar a utilidade e benefícios sociais dos mesmos ao longo do tempo.

A implantação do gerenciamento de riscos na comunidade de museus do Ibram também contribuirá de forma significativa para harmonizar e incrementar a eficiência de iniciativas e esforços já existentes voltados à salvaguarda de seus acervos, assim como para fomentar sinergias em ações futuras, proporcionando uma plataforma de trabalho bem estruturada, uma linguagem comum e uma metodologia adequada ao compartilhamento e integração dos conhecimentos e experiências específicos detidos pelos diferentes museus. O uso dessa ferramenta estimula, ainda, a integração interdisciplinar e intersetorial com profissionais e instituições de áreas afins.

Diante do contexto internacional, como você avalia a atuação dos museus brasileiros?

A atuação dos museus brasileiros na área da gestão de riscos e segurança de seus acervos reflete, a meu ver, um universo bastante heterogêneo, com algumas instituições já significativamente avançadas nesse aspecto e outras onde falta ainda implementar requisitos básicos para a proteção do acervo frente aos riscos que os ameaçam.

Observo uma tendência positiva no sentido da conscientização e adoção crescente de medidas de conservação preventiva, o que vem sendo fortalecido com iniciativas de capacitação como este curso realizado pelo Ibram. Contudo, para lograrmos uma melhoria significativa contemplando todo o patrimônio musealizado brasileiro, seria necessário amplificar esses esforços e proporcionar os recursos para que as medidas de segurança necessárias possam ser implantadas de forma sustentável.

Quais as etapas fundamentais que uma instituição precisa para iniciar a elaboração de uma Plano de Gerenciamento de Riscos para o seu acervo?

Antes de mais nada, é fundamental haver vontade política para fazê-lo e uma definição bem clara da missão e dos objetivos da instituição no tocante ao uso do acervo sob sua guarda. Outro fator essencial é o envolvimento e participação proativa de toda a equipe do museu ao longo de todo o processo.

Obviamente, devem estar disponíveis os recursos mínimos para a implantação das medidas propostas no decorrer da execução do Plano. É essencial garantir, desde o início, que o Plano será um documento “vivo” na instituição. As etapas para a elaboração do Plano envolveriam, primeiramente, a constituição formal de uma equipe ou grupo de trabalho na instituição com papéis e responsabilidades bem definidos, com tempo disponível para a execução do projeto.

Observados esses aspectos, temos sugerido que o desenvolvimento do Plano de Gerenciamento de Riscos seja estruturado segundo as etapas consecutivas do processo de gerenciamento descrito na norma técnica ISO 31.000:2009, que incluem: 1) estabelecer o contexto, 2) identificar os riscos, 3) analisar (quantitativamente) os riscos, 4) avaliar e priorizar os riscos, 5) tratar (reduzir) os riscos segundo as prioridades estabelecidas.

Todas essas etapas são permeadas pela comunicação e consulta com todas as partes interessadas e atores relevantes ao processo, assim como pelo monitoramento e revisão dos aspectos relevantes em cada uma delas.

É importante lembrar que o gerenciamento de riscos é uma processo contínuo, visando à eliminação ou redução e contenção dos riscos para o acervo a níveis aceitáveis para a instituição. Dessa forma, é importante que essa ferramenta seja integrada de forma permanente ao sistema de gestão da organização para garantir seu uso continuado e, assim, alcançar com sucesso os objetivos propostos.

Edição: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

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