Coleção do Museu Lasar Segall recebe tombamento definitivo

Foi publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (18/12), através de aviso do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Tombamento Definitivo da Coleção Lasar Segall, pertencente ao Museu Lasar Segall/Ibram.

O acervo que compõe a Coleção foi inscrito no Livro do Tombo das Belas Artes, por meio do Processo n.º 1.118-T-84 (Processo n.º 01458.001310/2013-69).

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall

O Museu

O Museu Lasar Segall é sediado na residência e ateliê que pertenceu a Lasar Segall (1891 – 1957) e expõe obras do artista plástico lituano radicado no Brasil. Atua também como centro de atividades culturais, com visitas monitoradas, cursos nas áreas de literatura, gravura e fotografia, exposições e projeção de filmes. Abriga, ainda, uma ampla biblioteca especializada na arte dos espetáculos e fotografia. O Museu Lasar Segall fica na Rua Berta, 111, em São Paulo (SP) e está aberto à visitação de quarta a segunda, das 11h às 19h. Saiba mais sobre o museu.

MinC tomba acervo do Museu de Artes e Ofícios, em Minas Gerais

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Com peças originais dos séculos XVIII ao XX, a coleção que deu origem ao museu foi iniciada há cerca de 50 anos e contempla os mais variados ofícios do homem brasileiro.

O Ministério da Cultura (MinC) homologou nesta quarta-feira (6), através da Portaria nº 31, publicada no Diário Oficial da União, o tombamento do acervo do Museu de Artes e Ofícios (MAO), situado em Belo Horizonte (MG).

Assinada pelo ministro Juca Ferreira, a portaria oficializa proposta aprovada pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em sua 77ª reunião, realizada em novembro de 2014.

O conselho, que conta com representação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), é integrado por especialistas de áreas como Cultura, Turismo, Arquitetura e Arqueologia, e avalia processos de tombamento e registro de bens culturais materiais e imateriais.

Aberto em 2005, o Museu de Artes e Ofícios está situado na Praça da Estação, no centro histórico da capital mineira, e abriga um acervo representativo do universo do trabalho, das artes e dos ofícios no Brasil.

Com peças originais dos séculos XVIII ao XX, a coleção que deu origem ao museu foi iniciada há cerca de 50 anos e contempla os mais variados ofícios do homem brasileiro, reunindo ferramentas, utensílios, máquinas e equipamentos diversos que explicitam a história do trabalho em nosso país. Saiba mais.

Conselho do Patrimônio Cultural aprova tombamento da Coleção Geyer

A Coleção Geyer, doada ao Museu Imperial/Ibram pelo casal Maria Cecília e Paulo Fontainha Geyer, em 1999, teve seu tombamento aprovado hoje (4), no segundo dia da 77ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em Brasília (DF).

Detalhe de um dos aposentos da Casa Geyer no Cosme Velho

Detalhe de um dos aposentos da Casa Geyer no Cosme Velho (RJ)

A coleção reúne livros, álbuns, pinturas, gravuras, litografias, desenhos, mapas e demais objetos de arte reunidos durante 40 anos, totalizando 4.255 obras.

Com o falecimento dos doadores, o Museu Imperial, que fica em Petrópolis (RJ), assumiu a coleção e a edificação que a abriga, em uma área de 12 mil m², localizada no bairro do Cosme Velho, na capital fluminense. A casa, que deverá ser aberta ao público em 2015, será uma subunidade do Museu Imperial.

O objetivo maior, cumprindo assim o desejo do casal Geyer, é tornar o espaço aberto ao público, dando aos visitantes acesso a imagens do Rio real e imperial, seus logradouros, gente e natureza.

Memória nacional
São 1.120 itens iconográficos, produzidos por artistas de várias nacionalidades, e 2.590 livros que enfatizam registros de viajantes e cronistas em terras brasileiras durante o século XIX.

Dentre os itens de arte decorativa, o total de objetos chega a 466, estão cerca de 200 pinhas de cristal e vidro, móveis de madeira, em miniatura, trabalhados em marfim e a lanterna de prata que adornava a carruagem cerimonial de d. Pedro II, fazendo do conjunto referência nacional.

Para o diretor do Museu Imperial, Maurício Ferreira, ” a Coleção Geyer representa um fenômeno singular na história do colecionismo nacional. É o resultado de uma meticulosa atividade de identificação, localização e captura de objetos de arte conduzida pelo gosto privilegiado de apreciadores das belas artes”, afirma.

A doação de natureza cultural rendeu ao casal Geyer o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1999.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, ligado ao Iphan, avalia processos de tombamento e registro de bens culturais materiais e imateriais, sendo formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia, com um total de  23 conselheiros. O Ibram está representado no conselho pelo seu presidente, Angelo Oswaldo.

Leia mais sobre a reunião  do conselho, que aconteceu na sede do Iphan em Brasília, e conheça o Museu Imperial em Petrópolis.

Texto e foto: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom/Ibram