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Mostra fotográfica aborda realidade de escolas latino-americanas

O Memorial da América Latina, na Barra Funda-SP, apresenta até o dia 29 de maio a exposição fotográfica A Educação é um Direito: pela Não Discriminação na América Latina e no Caribe. Com curadoria da fotógrafa Maíra Soares, a mostra reúne 35 imagens que expõem as diferenças e semelhanças entre escolas da América Latina. Após a exposição no Brasil, as fotos serão exibidas em outros países da América Latina e Caribe.

A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 15h.

O Memorial da América Latina fica na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda-SP. Informações: (11) 3823-4600.

Início do Evento: 03/05/2010

Término do Evento: 29/05/2010

Gravuras de Segall, Goeldi e Iberê no Museu Lasar Segall

O Museu Lasar Segall, em conjunto com a Fundação Iberê Camargo, apresenta, de 24 de abril até 10 de julho, a mostra Cálculo da expressão: Goeldi, Segall e Iberê. Com curadoria de Vera Beatriz Siqueira, a exposição é um convite ao diálogo e à confrontação da produção de Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Iberê Camargo.

As gravuras que compõem Cálculo da expressão exemplificam a trajetória artística e pessoal de cada um de seus produtores. A montagem no museu conta com 22 gravuras e duas matrizes de Iberê Camargo, 19 gravuras e duas matrizes de Goeldi, e 15 gravuras e três matrizes de Segall.

O horário de visitação é de terça a sábado, das 14h às 19h, domingos e feriados das 14h às 18h. Na inauguração haverá, ainda, palestra com a curadora a partir das 16h.

O Museu Lasar Segall fica na Rua Berta, 111, Vila Mariana, São Paulo-SP. Informações: (11) 5574-7322 ou www.museusegall.org.br.

Confira a exposição Profissão Fotógrafo no Museu Lasar Segall

A exposição Profissão Fotógrafo Hildegard Rosenthal e Horacio Coppola, está aberta para visitação gratuita até o dia 4 de abril no Museu Lasar Segall. A mostra traz 45 imagens em preto e branco do argentino Horacio Coppola e da fotojornalista alemã Hildegard Rosenthal. Os registros feitos em São Paulo e Buenos Aires revelam as semelhanças das metrópoles e as grandes transformações das décadas 30 e 40 do século passado.

Sobre os fotógrafos:

Após estudar na França e na Alemanha, Hildegard Baum Rosenthal transfere-se para São Paulo em 1937 por conseqüência do regime nazista. Documentou São Paulo, Rio de Janeiro, o interior paulista e cidades do sul do Brasil, além de retratar diversas personalidades da cena cultural paulistana, como o pintor Lasar Segall (1891 – 1957) e o escritor Guilherme de Almeida (1890 – 1969). Já Horacio Coppola começou a fotografar em 1927. Cinco anos depois foi estudar na escola Alemã Bauhaus, fechada pelos nazistas em 1935. Registrou formas geométricas e funcionais de edifícios, vitrines e outdoors, mas dedicou-se ainda aos personagens, assim como a fotojornalista Hildegard.

O museu Lasar Segall fica na Rua Berta, 111, São Paulo-SP. Informações: (11) 5574-7322.

Clique aqui e saiba mais sobre a exposição

Aventura I – Ibram leva mais de 130 crianças do interior de SP ao museu

Imagine adentrar pela primeira vez em um grande casarão antigo da metade do séc. XVIII, com fachada de azulejos, janelas e portas gigantescas, percorrer por salões com pinturas de época nas paredes e subir por escadas iluminadas por uma clarabóia comprida, toda trabalhada. E, logo adiante, se surpreender com um gramofone, no meio da sala, e com equipamentos que contam a história da imagem e do som de uma cidade – primeiros aparelhos de televisão, telefone, retro-projetores, vídeo-games, câmeras, discos de vinil, cartazes de filmes de época, fotografias da cidade antiga e de cantores e músicos conterrâneos, desde o notório maestro Carlos Gomes à dupla Sandy e Júnior. Imagine também conhecer um grande salão moderno, vazado e branco, com uma série de obras em diferentes formatos e cores, que pontuam a história da arte no município: algumas expressam o imaginário popular de determinada década, outras fazem referência às histórias em quadrinhos, às fábulas, às manifestações de protesto, à ditadura e à guerra.

O primeiro espaço descrito é o Museu da Imagem e do Som – MIS Campinas, visitado na terça-feira 11 de novembro, por cerca de 80 crianças de seis entidades sócio-educativas da cidade do interior paulista Hortolâdia – SP. São elas: Núcleo de Crianças Vinde a mim, Barracão da Gente, Casa Bethania da Paz, Escola Evangelho Esperança, Centro Comunitário São Pedro e Casa da Criança. Já o segundo, é o Museu de Arte Contemporânea de Campinas – MACC, visitado por 40 crianças de uma escola do ensino fundamental campinense, na segunda-feira, 10 de novembro. O diferencial dos visitantes é que são crianças de áreas de risco social, e algumas delas retiradas do trabalho infantil. O diferencial da visita é que, além de conhecer pela primeira vez uma casa de memória, elas também puderam aprender, através de oficina de contação histórias e produção de desenhos, a importância do museu como guardião da memória e lugar de comunicação entre passado, presente e futuro.

A ação – piloto faz parte do Programa Aventuras da Memória: Nosso Museu, minha história, uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e a escritora de literatura infantil Patrícia Secco. O projeto pretende promover e incentivar a visitação a museus e a leitura, consideradas práticas fundamentais para compreensão do mundo. Durante as oficinas, a escritora conta as histórias “Aventuras da Memória” e “Museu Vivo”, ambas de de sua autoria. A primeira, que faz referência à mitologia grega, narra as aventuras de um grupo de crianças que são apresentadas as noves musas gregas, filhas da memória. Já a segunda, conta a história de um menino que ganha de aniversário um livro em branco e ali registra sua história pessoal, familiar e da cidade, o que o inspira a criar um museu no quintal de sua casa. Após a contação de histórias, as crianças ganham um kit, com os livros, lápis de cor, lápis grafite, borracha e papel e são convidadas a soltar a imaginação e desenhar o que pensam sobre museu. Também faz parte do projeto a publicação de um livro com os melhores desenhos produzidos pelas crianças.

A monitora Casa da Criança Feliz Michelle Clementino diz que a cultura de Hortolândia está apagada e que a cidade precisa de museu para contar sua história. “Precisamos incentivar a criação de um museu da cidade de Hortolândia, pois acredito que, a partir do entendimento de nossa história, das memórias da cidade, as crianças vão resgatar a identidade e ter uma melhor expectativa de vida ”, enfatiza.

O diretor do Departamento de Inclusão Social de Hortolância, Rogério Nóbrega, diz que as mensagens dos livros vêm ao encontro da cidadania que a cidade vem buscando. “Apesar de estar na região metropolitana de São Paulo, cercada por um conjunto de fábricas, grande parte da população de Hortolândia não tem acesso a equipamentos culturais”, afirma.
Já a coordenadora do MIS- Campinas, Adriana Maciel, diz que o trabalho é importante na formação das crianças por apresentá-las ao patrimônio cultural da cidade. “É fundamental que as crianças desde cedo despertem o interesse e o respeito pelos museus e pela memória da cidade.”

Na próxima semana, a ação estará em Porto Alegre – RS, com a participação de 300 crianças de municípios do interior gaúcho.

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS AS COMUNICAÇÕES COORDENADAS E AOS PAINÉIS

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