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Museu comemora centenário da primeira exposição de Lasar Segall no Brasil

O Museu Lasar Segall (Ibram/ MinC), em São Paulo (SP), comemora este ano o centenário da primeira exposição realizada por Lasar Segall (1891-1957) no Brasil, em 1913. Para marcar a data, o museu abre duas exposições temporárias este mês: Lasar Segall 60 fotografias e 50 obras do acervo.

Eternos Caminhantes de Lasar Segall (1919)

As exposições serão acompanhadas do lançamento das publicações impressas de mesmo título. A abertura das exposições acontece dia 16 de março, às 17h, e seguem até dia 5 de maio, podendo ser visitadas das 11h às 19h, de quarta a segunda.

A exposição de fotografias Lasar Segall 60 fotografias apresenta registros colecionados por Lasar Segall e, que hoje, compõem o Arquivo Fotográfico Lasar Segall (AFLS). As imagens disponíveis retratam o cotidiano em família, o ambiente de trabalho, a convivência com outros artistas e amigos, constituindo-se em registros de época, que revelam aspectos do meio intelectual que frequentou na Europa e no Brasil.

A exposição 50 obras do acervo apresenta uma seleção escolhida entre os mais de três mil itens do acervo do Museu, entre pinturas a óleo, gravuras e desenhos, incluindo desenhos de anotação e projetos para cenários e figurinos.

O evento contará, ainda, com Vera d’Horta, historiadora e pesquisadora do museu, que irá falar sobre a primeira exposição de Segall no Brasil.

Na ocasião, o Museu também divulgará oficialmente o resultado do trabalho de preservação, organização e digitalização dos seguintes acervos do museu: Arquivo Fotográfico Lasar Segall (AFLS) e Arquivo Lasar Segall (ALS), respectivamente, disponibilizados on-line. Saiba mais sobre o museu.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

Inscrições abertas para cursos no Museu Lasar Segall (SP)

Estão abertas as inscrições para os cursos regulares que serão oferecidos, no primeiro semestre de 2013, pelo Museu Lasar Segall (Ibram/MinC), localizado em São Paulo (SP).

As aulas do Ateliê de gravura, coordenadas por Paulo Camillo Penna, serão as primeiras a começar, já no dia 20 de fevereiro, das 13h às 17h.

O curso é um espaço aberto para o desenvolvimento de projetos e o atendimento individual nas técnicas de gravura em metal, litografia e xilogravura. Para este curso são oferecidas 15 vagas. As inscrições podem ser feitas na recepção do museu até as 18h.

Em março terão início as aulas do Grupo de estudos de litografia, da Oficina de iniciação em gravura em metal, da Oficina de xilogravura e do Curso de criação literária.

Museu Lasar Segall
Além de seu acervo museológico, e de sua missão de preservar, pesquisar e divulgar a obra de Lasar Segall, o museu constitui-se como um centro de atividades culturais e, desde sua fundação, em 1967, mantém uma política cultural de estimulo à vivência, reflexão e experimentação no campo das artes, contribuindo para ampliar o acesso às manifestações culturais e para a formação da cidadania no contexto brasileiro.

A área de Atividades criativas oferece ao público uma programação composta por criação literária, gravura e fotografia, que estimula a fruição das obras de arte do acervo permanente e das exposições temporárias.

O Museu Lasar Segall fica localizado à Rua Berta, nº 111, na Vila Mariana, em São Paulo – capital. Mais informações aqui ou pelo telefone (11) 2159.0400.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Mauricio Segall foi nomeado Diretor Emérito do Museu Lasar Segall em SP

Mauricio Segall foi nomeado Diretor Emérito do Museu Lasar Segall (MLS) pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). A indicação foi aprovada por decisão unanime do Conselho Deliberativo do Museu.

Mauricio Segall é agora Diretor Emérito do Museu Lasar Segall/Ibram

Sua indicação ao título de Diretor Emérito alinha-se à tradição de reconhecimento a contribuições de excelência a diretores que não mais fazem parte dos quadros institucionais.

Mauricio Segall foi diretor do MLS de 1967 a 1997. Coube a ele a definição do museu como polo cultural no bairro da Vila Mariana, em São Paulo (SP). Em 1970, foi preso pelo regime militar brasileiro e condenado a dois anos de prisão pelo Tribunal Militar de São Paulo.

Sua gestão definiu os rumos que até hoje constituem a estrutura e as atividades do museu, que cresceram a partir da incorporação à Fundação Pró-Memória, depois ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, e finalmente ao Ibram/MinC.

Museólogo, economista e autor teatral, Mauricio Segall, nasceu em Berlim (Alemanha), em 1926, é filho do artista Lasar Segall com a escritora e tradutora Jenny Klabin Segall.

O museu
Sediado na residência e ateliê que pertenceu a Lasar Segall, o museu expõe obras do artista e atua também como centro de atividades culturais, com visitas monitoradas, cursos nas áreas de literatura, gravura e fotografia, exposições e projeção de filmes. Abriga, ainda, uma ampla biblioteca especializada na arte dos espetáculos e fotografia. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MinC

 

Museu Lasar Segall abre inscrições para cursos regulares em São Paulo

O museu Lasar Segall foi fundado em 1967 em SP

A partir de quarta-feira (20), estão abertas as inscrições para os cursos regulares que serão oferecidos, no primeiro semestre de 2013, pelo Museu Lasar Segall (Ibram/MinC), localizado em São Paulo (SP).

As aulas do Ateliê de gravura, coordenadas por Paulo Camillo Penna, serão as primeiras a começar, já no dia 20 de fevereiro, das 13h às 17h.

O curso é um espaço aberto para o desenvolvimento de projetos e o atendimento individual nas técnicas de gravura em metal, litografia e xilogravura. Para este curso são oferecidas 15 vagas. As inscrições podem ser feitas na recepção do museu até as 18h.

Em março terão início as aulas do Grupo de estudos de litografia, da Oficina de iniciação em gravura em metal, da Oficina de xilogravura e do Curso de criação literária.

Museu Lasar Segall
Além de seu acervo museológico, e de sua missão de preservar, pesquisar e divulgar a obra de Lasar Segall, o museu constitui-se como um centro de atividades culturais e, desde sua fundação, em 1967, mantém uma política cultural de estimulo à vivência, reflexão e experimentação no campo das artes, contribuindo para ampliar o acesso às manifestações culturais e para a formação da cidadania no contexto brasileiro.

A área de Atividades criativas oferece ao público uma programação composta por criação literária, gravura e fotografia, que estimula a fruição das obras de arte do acervo permanente e das exposições temporárias.

O Museu Lasar Segall fica localizado à Rua Berta, nº 111, na Vila Mariana, em São Paulo – capital. Mais informações aqui ou pelo telefone (11) 2159.0400.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Duas novas exposições em cartaz no Museu Lasar Segall (SP)

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), exibe ao público, entre os dias 24 de novembro de 2012 e 24 de fevereiro de 2013, duas novas mostras.

O projeto Intervenções, com curadoria de Jorge Schwartz e de Marcelo Monzani, em sua sexta edição, tem como convidada a artista Marilá Dardot. Seu projeto consiste em escrever o verso “Para aprender da pedra, frequentá-la”, sobre o piso de pedras portuguesas do jardim do museu.

Este verso faz parte do poema A educação pela pedra (1955), de João Cabral de Melo Neto, e as letras serão construídas com o mesmo tipo de pedras e rejuntes de cimento, criando um verso em relevo no piso do jardim.

O projeto, que acontece desde o ano passado, apresenta artistas contemporâneos com intervenções que propiciam ao público a oportunidade de refletir sobre as relações entre espaço arquitetônico, espaço público e artes visuais.

Fotomontagens
Já a exposição John Heartfield – Fotomontagens apresenta, pela primeira vez no Brasil, 50 fotomontagens produzidas pelo fotógrafo alemão John Heartfield (1891-1968) para a revista AIZ de Berlim, do acervo do Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM).

A exposição é uma parceria entre o Museu Lasar Segall/Ibram, o IVAM e os Museus Castro Maya/Ibram do Rio de Janeiro – que receberá itinerância da mostra a partir de 1º de março de 2013.

Entre 1930 e 1938, Heartfield produziu 237 fotomontagens  a partir da técnica de rotogravura e tipografia para a revista AIZ (foto). As 50 obras escolhidas para compor a mostra pertencem a publicações originais da época.

Heartfield é apontado como “Montador Dadá” sendo um dos líderes mais ativos do grupo Dadá, em Berlim. Designer gráfico, cenógrafo e promotor cultural o artista é considerado o fundador da fotomontagem política, e desenvolveu grande produção influenciada por Goya e Daumier e pelas propostas das colagens cubistas de Picasso e Braque.

As exposições podem se vistas diariamente, das 11h às 19h. O museu fecha às terças-feiras. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall.

Texto e foto: Divulgação Museu Lasar Segall

Exposição Caravaggio e aniversário MASP estiveram na agenda da ministra da Cultura

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, participou esta semana de dois eventos importantes para o setor de museus.

Dilma Rousseff, Marta Suplicy e embaixador da Itália, Gherardo La Francesca

Na manhã do dia 5 de outubro, ao lado da presidenta Dilma Rousseff, a ministra participou, em Brasília, da aberta da exposição com seis telas do pintor italiano Caravaggio – que fica aberta à visitação pública até dia 14 de outubro no Palácio do Planalto.

A presidenta destacou o evento como um gesto de amizade entre Brasil e Itália. “Aproxima ainda mais o Brasil da Itália e aproxima de uma forma especial, que é aquela que só a arte consegue fazer entre os povos”, afirmou.

Para o presidente do Ibram, José do Nascimento Junior, que também esteve presente, uma exposição deste porte aponta que o Brasil está inserido no circuito internacional, e que há uma confiança nas instituições museológicas e na estrutura brasileira no campo dos museus. Veja imagens da abertura da exposição na página da Presidência da República e continue lendo na página do MinC.

No dia 4 de outubro, em São Paulo, esteve na comemoração dos 65 anos do Museu de Arte de São Paulo (MASP). Em discurso, Marta Suplicy comemorou o número de visitantes aos museus do Brasil. “Já alcançamos 84 milhões de visitantes, um número significativo se comparado aos 23 milhões de 2003, mas que precisa ser ampliado”, disse.

Ministra da Cultura durante cerimônia no MASP em São Paulo (SP)

Política para museus
Em seguida, elencou os quatro projetos do Ministério da Cultura para consolidar a política nacional de museus e fortalecer o papel deles na sociedade.

Entre os projetos está a difusão de todos os acervos dos museus brasileiros na Internet; a circulação nacional e internacional de acervos e coleções brasileiras; a construção de instrumentos de apoio à ampliação das políticas de aquisição de bens culturais nos museus e o estímulo ao desenvolvimento de ações que ampliem o acesso das coleções privadas ao grande público; e o investimento nos museus como instituições centrais para a construção de um legado cultural. Leia mais no portal do Ministério da Cultura.

Texto: Ministério da Cultura
Edição: Ascom/Ibram

Foto1: Divulgação MinC
Foto 2: Luiz Carlos Murauskas/Acervo MinC

Seminário em São Paulo discute Colecionismo no Brasil no Século XXI

A revista ARTE!Brasileiros realiza hoje (4), durante todo o dia no Auditório Ibirapuera (SP), o seminário O Colecionismo no Brasil no Século XXI – com o apóio da Prefeitura de São Paulo e Itaú Cultural. O evento pode ser acompanhado ao vivo.

Como ter acesso as grandes coleções, como os colecionadores podem obter incentivos para expor suas obras e que estratégias e soluções podem colaborar com o acesso da produção artística ao público são algumas questões abordadas pelo palestrantes nos quatro painéis do seminário. O Presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., participou do painel A importância de diretrizes políticas e de política públicas para a formação de coleções. Conheça todos os convidados e a programação.

Nascimento Jr. ressaltou o bom momento para as artes no Brasil, tanto em termos de destinação de verbas públicas como em termos de público.

“Hoje chegamos a R$ 200 milhões por ano [em investimentos] e também temos um crescimento do consumo de cultura: isso ajuda que exista a percepção da necessidade do incentivo para que coleções privadas de tornem instituições abertas ao público. Não é importante estatizar as coleções, mas que se abram essas instituições para o público”, afirmou. Continue lendo.

“Num momento em que se investe no Brasil, na construção de espaços institucionais públicos e privados – museus, parques temáticos, acessibilidade – e em caminhos de inclusão social e democratização da cultura, o seminário abre o debate sobre a importância de pensar e criar novos e eficientes canais de conteúdo”, indica Patricia Rousseaux, diretora editorial da ARTE!Brasileiros.

Texto e foto: Divulgação Revista Brasileiros
Edição: Ascom/Ibram

Exercícios de Olhar e Alçapão no Museu Lasar Segall (SP)

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), dando continuidade ao programa de exibições 2012, está com duas novas exposições em cartaz entre 14 de julho e 21 de outubro.

Exercícios de olhar traz 37 obras de 32 artistas, de períodos e tendências distintas da história da arte, estarão à mostra. A exposição traz pinturas, gravuras e desenhos pertencentes a coleções particulares e de acervos de instituições museológicas do Rio de Janeiro e São Paulo.

A curadora Aracy Amaral selecionou obras do final do século XIX à contemporaneidade, com ênfase em trabalhos do período modernista, sempre focalizando a temática pouco usual de figuras de costas. Por razões formais esse ângulo de enfoque – omissão da figura frontal – alcança um caráter enigmático. Essa temática também causa estranhamento e não deixa de ser frequente em trabalhos de índole expressiva.

Já o projeto Intervenções, com curadoria de Jorge Schwartz e de Marcelo Monzani, tem como objetivo apresentar artistas contemporâneos com obras inéditas.

Em sua quinta edição, a convidada é a artista Edith Derdyk. Sua instalação, intitulada Alçapão, propõe uma leitura enigmática do espaço arquitetônico, abrindo, simbolicamente, outras paragens e passagens secretas, talvez num desejo de acionar mananciais necessários para a sobrevivência da arte e os lugares em que habita – uma casa, um ateliê, um museu. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall abre duas novas exposições no dia 14 de julho em SP

O Museu Lasar Segall/Ibram,  em São Paulo (SP), dando continuidade ao programa de exibições 2012, abre duas novas exposições no dia 14 de julho – que ficam em cartaz até 21 de outubro.

Quadro de Portinari, pintado em 1959, estará em exposição

Exercícios de olhar traz 37 obras de 32 artistas, de períodos e tendências distintas da história da arte, estarão à mostra. A exposição traz pinturas, gravuras e desenhos pertencentes a coleções particulares e de acervos de instituições museológicas do Rio de Janeiro e São Paulo.

A curadora Aracy Amaral selecionou obras do final do século XIX à contemporaneidade, com ênfase em trabalhos do período modernista, sempre focalizando a temática pouco usual de figuras de costas. Por razões formais esse ângulo de enfoque – omissão da figura frontal – alcança um caráter enigmático. Essa temática também causa estranhamento e não deixa de ser frequente em trabalhos de índole expressiva.

Intervenções
Já o projeto Intervenções, com curadoria de Jorge Schwartz e de Marcelo Monzani, tem como objetivo apresentar artistas contemporâneos com obras inéditas.

Em sua quinta edição, a convidada é a artista Edith Derdyk. Sua instalação, intitulada Alçapão, propõe uma leitura enigmática do espaço arquitetônico, abrindo, simbolicamente, outras paragens e passagens secretas, talvez num desejo de acionar mananciais necessários para a sobrevivência da arte e os lugares em que habita – uma casa, um ateliê, um museu. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu Lasar Segall

Museus e antropologia: encontro reuniu vertentes das duas áreas em SP

A Antropologia vai aos Museus. Os Museus vão à Antropologia foi o evento que o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) e a Associação Brasileira de Antropologia (ABA), realizaram, entre os dias 29 de junho e 1º de julho, no Museu de Arte de São Paulo (Masp).

O objetivo do encontro, segundo Bela Feldman-Bianco, presidente da ABA, era apresentar e discutir as intersecções entre a antropologia e os museus. Para isso, o evento contou com seis painéis sobre temas relacionados às duas áreas de conhecimento.

Na abertura, o antropólogo Roberto DaMatta falou de sua trajetória na antropologia, relembrando as dificuldades enfrentadas nos anos 60, quando “escrevia para poucos lerem e menos ainda entenderem”.

Tradição e tecnologia
O primeiro painel contou com João Pacheco de Oliveira (UFRJ) e Roque Laraia (UNB) e apresentou situações de quatro instituições distintas: tradicionais e com foco no ensino - Museu Nacional (RJ) e Museu Antropológico da UFG (GO) - e iniciativas recentes que têm a comunidade como foco – Museu da Maré (RJ) e Ponto de Memória Terra Firme de Belém (PA).

Redes, hipermídia, virtualidade: um novo museu? foi o tema do segundo painel que apresentou os museus do Futebol, da Língua Portuguesa e da Imigração, todos em São Paulo. Para Antônio Carlos de Moraes Sartini, do Museu da Língua Portuguesa,“os museus do futuro não têm uma cara, têm várias; e a tecnologia é mais uma ferramenta, entre tantas disponíveis para que o museu possa transmitir sua mensagem”.

As atividades de sábado encerraram-se com o tema Antropologia em rede: Museu Afrodigital, que contou com representantes das universidades federais da Bahia e Pernambuco, além da estadual do Rio de Janeiro, que fazem parte do projeto do Museu Afrodigital.

Painel Música e Performance durante evento ABA-Ibram no Masp

Fernando de Tacca, doutor em Antropologia, e o antropólogo Terri Aquino apresentaram seus trabalhos junto a comunidades indígenas no painel de abertura do domingo (1º de julho).

Tacca, por meio de fotografias tiradas durante a Comissão Rondon, analisou a construção da imagem ”oficial” do índio. Já Aquino apresentou a situação das etnias que vivem na fronteira do Brasil com o Peru, enfatizando o avanço crescente sobre as terras indígenas protegidas.

No painel Música e Performance, as percursionistas Alessandra Belloni e Magda Pucci, do grupo Mawaca, e a antropóloga e atriz Regina Muller apresentaram seus trabalhos relacionando as duas áreas. O grupo Mawaca recria temas tradicionais de variadas etnias, buscando conexões com a música brasileira. E Regina Muller, com a sua Chica Chic (performance de Carmen Miranda) mistura antropologia e arte.

O evento foi encerrado pelo presidente do Ibram, José do Nascimento Junior, e Bela Feldman-Bianco, presidente da ABA. Nascimento reforçou a importância de eventos como esse para o fortalecimento dos estudos no campo museal e destacou a parceria com a Associação Brasileira de Antropologia.

Texto: Valentina Naves (Ascom/Ibram)
Foto: Antonio Carlos

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