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Museu do Amanhã recebe prêmio de Museu do Ano na América Latina

Na última sexta-feira (30), o Museu do Amanhã, localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), recebeu, em Londres (Reino Unido), o Leading Culture Destinations Awards, premiação voltada para instituições, organizações artísticas e cidades que se tornaram destinos culturais e apresentaram contribuições exemplares para a vida cultural local.

MuseuAmanhaIniciativa da Prefeitura do Rio, realizado em conjunto com a Fundação Roberto Marinho e Banco Santander, com apoio do Ministério da Cultura via Lei Rouanet, o Museu do Amanhã foi premiado como Melhor Museu Do Ano da América do Sul e Central, que considera as instituições inauguradas e/ou reformadas nos últimos 15 meses; ficando ainda entre as três instituições com arquitetura mais inovadora do ano – pelo projeto idealizado pelo espanhol Santiago Calatrava.

Em sua terceira edição, o Leading Culture Destinations Awards premia ainda museus nas categorias Melhor Exposição, Melhor Restaurante, Melhor Loja e Melhor Museu Digital, premiando instituições nos cinco continentes.

Traveller´s Choice
A Pinacoteca de São Paulo foi considerada o melhor museu do Brasil e da América do Sul em votação de usuários do site TripAdvisor, plataforma de planejamento e reserva de viagens.

Segundo o Travellers’ Choice Museus 2016, o museu paulistano também ocupa a 19ª posição no ranking mundial. Outros museus brasileiros também estão entre os dez melhores da América do Sul, segundo os usuários: Inhotim, em Brumadinho (MG); o Instituto Ricardo Brennand, em Recife (PE); o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba (PR); o Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis (RJ); e o Museu do Futebol, em São Paulo (SP).

Texto: Ascom/Ibram

8º Encontro Paulista de Museus começa na próxima segunda

Com o tema Redes e Sistemas de Museus: Ações Colaborativas, começa nesta segunda-feira (13), a 8ª edição do Encontro Paulista de Museus. O encontro é o maior evento do setor museal paulista e, neste ano, destaca a importância das redes e sistemas para o desenvolvimento pleno das atividades museológicas e a execução eficiente de políticas públicas culturais.

O presidente do Ibram, Carlos Roberto Brandão, participa, no dia 13, do painel Redes em operação. A mesa será mediada por Renata Motta e, além de Brandão, participam do painel Danilo Miranda, diretor do SESC-SP; Edmon Castell, professor do curso de Museologia da Universidade Nacional da Colômbia e criador do sistema de museus e patrimônio. Veja a programação completa.

O Encontro é realizado desde 2009, pela Secretaria de Estado da Cultura, por meio do Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), reunindo público múltiplo, que inclui participantes de outros Estados e países, entre eles representantes de outros Sistemas Estaduais de Museus. O evento vai até o dia 15, em diversos locais da cidade de São Paulo. Saiba mais.

Lasar Segall expõe série considerada ‘divisor de águas’ da fotografia

MetalKrull-300x218Dando início a sua temporada de exposições temporárias 2016, o Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP) apresenta ao público a partir deste sábado (2), às 17h, uma série fotográfica tida como divisor de águas por sua originalidade e influência.

Com imagens da fotógrafa polonesa Germaine Krull (1897-1985), “MÉTAL” traz 64 pranchas da série que, transformada em álbum e publicada originalmente em 1928, foi considerado por especialistas um dos principais livros de fotografias de todos os tempos.

A importância hoje dada à série MÉTAL deve-se ao seu ineditismo histórico: numa época em que a fotografia era feita com grandes câmeras de madeira, devidamente montadas em tripés, e com negativos em placas de vidro, registrando principalmente casamentos e cenas montadas de senhoras e senhores – sob regras sociais pré-estabelecidas quanto a poses, cenários e vestuário – Krull trouxe decisivas inovações técnicas e temáticas.

Entre 1922 e 1926, a fotógrafa realizou imagens que expressavam seu fascínio pelos navios nos portos de Rotterdam e Amsterdam, passando a fotografá-los como vistos por seus olhos, contrariando a ordem vigente da fotografia.

Nas palavras da própria Germaine, “Se MÉTAL foi o ponto de partida que permitiu à fotografia se tornar uma ocupação artesanal e que fez do fotógrafo um artista, é porque MÉTAL fez parte desse novo movimento que nascia, dessa nova era que tocou a Arte como um todo”.

A exposição fica em cartaz até o dia 30 de maio, com entrada gratuita, e pode ser visitada de quarta a segunda-feira, das 11hàs 19h. O Museu Lasar Segall fica na Rua Berta, 111 – Vila Mariana, em São Paulo (SP).

Museu Lasar Segall abre mostra no próximo sábado (28)

???????????????????????????????O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo, dando continuidade a temporada de exposições temporárias, a partir do dia 28 de novembro próximo apresenta mais uma vez ao público fotografias de Facundo de Zuviría (Argentina 1954). A mostra intitulada Frontalismo: Facundo de Zuviría, traz 36 fotografias da série Siesta Argentina, produzida entre 2001 e 2003. No mesmo dia, ainda, será inaugurada a nona edição do projeto Intervenções que tem como convidado o artista Macaparana.

A série de Zuviría faz alusão ao período de grave crise econômica, política e social enfrentada na Argentina a partir do ano 2001, que diante da fuga de capitais, do déficit fiscal, da recessão e das restrições impostas a saques bancários, geraram no país distúrbios que levaram a greve geral, manifestações, saques e ondas de violência.

O olhar do fotógrafo, num primeiro momento, se atém com familiaridade à paisagem urbana e a memória cotidiana da cidade por meio de bares, cabelereiros, tinturarias e estabelecimentos comerciais, reconhecidos e enquadrados a partir da frontalidade, para em seguida capturar no instante fotográfico os restos de cartazes, pichações inacabadas, anúncios publicitários sobrepostos contrapondo-se a superfícies claras e límpidas, como se essa fosse a condição natural do país.

As fotografias mostram, mesmo que não explicitamente, a crise econômica, política e social, na qual o país estava mergulhado naquele momento, proporcionando ao público a possibilidade de refletir tais questões por meio das próprias imagens.

Intervenções

Em sua nona edição o projeto Intervenções, que apresenta anualmente três artistas contemporâneos, com projetos inéditos, no jardim do Museu, propiciando ao público uma reflexão sobre as relações entre espaço arquitetônico, espaço público e artes visuais, convidou o artista Macaparana (PE-1952), pintor, desenhista e escultor.

A obra é um díptico confeccionado em aço inoxidável, um desdobramento da série Sara executada sobre papel em homenagem a uma grande amiga, feito a partir de hastes e esferas fixadas ao chão e na parede, apresentadas em duas situações, na vertical e na horizontal.  Retas e círculos projetados no espaço, representando um jardim. Ele estabelece conexões entre o universo plástico do artista, e o ambiente cercado pela vegetação.

As estruturas duras, rígidas e frias dos objetos ampliam o campo de visão e a percepção sobre as relações entre arte e natureza. Há uma interação entre o jogo de luzes e sombras, em diferentes situações, proporcionada pela luz natural e artificial.

Texto e foto: Ascom Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall reabre seu acervo ao público

Eternos caminhantes, 1919

Eternos caminhantes, 1919

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo,  após 18 meses fechado para reforma de infraestrutura, apresenta seu acervo ao público, por meio da mostra Idas e vindas – Segall e o Brasil, a partir do dia 07 de novembro, às 17h.

A exposição conta com cerca de 80 obras, e traz um panorama da produção de Lasar Segall (1891-1957), com enfoque na “fase brasileira” e seus desdobramentos, abarcando períodos desde sua produção inicial, fortemente influenciada pelo impressionismo, com obras como Leitura, passando pelo período expressionista alemão com as pinturas Eternos caminhantes Autorretrato II, ambas de 1919, até sua produção final na década de 1950 com a série de Florestas e paisagens de Campos de Jordão. Ainda serão expostos objetos de seu ateliê e residência, bem como textos de autoria do artista, que contextualizam cada período abordado.

Os deslocamentos de Segall entre o velho e o novo mundo, cruzando o Atlântico, foram fundamentais para a criação de temas que foram recorrentes em sua obra, tais como Emigrações, Erradias, Florestas, Retratos e o Mangue carioca.

Essa experiência, das idas e vindas, refletiu no olhar de Segall sobre identidades, singularidades e injustiças sociais, revelando uma visão crítica da sociedade ocidental, a fragilidade do destino humano, e a concepção que tinha sobre o papel do artista e das artes, tais caminhos e descaminhos são evidenciados em seus textos presentes na exposição.

Serviço

Exposição: Idas e vindas – Segall e o Brasil

Local: Museu Lasar Segall

Período: 07 de novembro de 2015 a 26 de setembro de 2016

Horários de funcionamento: de quarta a segunda-feira, das 11h00 às 19h00

Fechado: Terças-feiras

Endereço: Rua Berta, 111 – Vila Mariana – SP/SP – Brasil – CEP 04120-040

Telefone: 11.2159.0400 – e-mail: info@mls.gov.br

Museu Lasar Segall reabre oficialmente no sábado (12)

12.09 lasar segallApós 18 meses fechado para fazer uma reforma de infra-estrutura (elétrica, climatização, telhado, iluminação e segurança), o Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo, reabre suas portas neste sábado, 12 de setembro, às 17h.  A reforma foi realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e da Petrobras.

As mostras que reinauguram oficialmente o Museu são Cárceres a duas vozes: Piranesi e Ana Maria Tavares e Intervenções VIII – Rotatórias (Tête-à-tête) de Ana Maria Tavares.

Cárceres a duas vozes: Piranesi e Ana Maria Tavares: a mostra contará com dezesseis gravuras dos Cárceres (c.1761), de Giovanni Batista Piranesi (Veneza 1720 – Roma 1778) cedidas pela Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, em diálogo com a artista brasileira contemporânea Ana Maria Tavares (Belo Horizonte 1958), que, seduzida pela estrutura labiríntica dos Cárceres apresenta, uma obra em série intitulada Airshafts para Piranesi.

A obra original de Piranesi, que inspirou Tavares, tinha por título Cárceres de invenção, e foi produzida precocemente pelo artista aos vinte e cinco anos de idade, e anos mais tarde foi retrabalhada com efeitos mais sombrios e detalhados levando-o à consagração para a posteridade. Os Cárceres são claustros imaginários utópicos, que podem ser associados a um projeto pós-moderno, com escadas que se multiplicam infinitamente e que levam a lugar nenhum, pontes partidas e suspensas no ar, instrumentos de tortura sem carrascos numa monumentalidade vazia.

Nas palavras de Jorge Schwartz, diretor do Museu Lasar Segall, a escolha para exibir Cárceres num museu de perfil expressionista como o Segall deriva “da forte tradição do Museu com a gravura, e do fato de que não há como dissociar as prisões de Piranesi do clima sombrio e tortuoso dos filmes do cinema expressionista alemão dos anos 1920”.

Além das obras de Piranesi, haverá no espaço expositivo a reprodução o vídeo dos Carceri, com 11 minutos, realizado por Gregoire Dupont, e os vídeos dos Airshafts de Ana Maria Tavares. Com o advento das novas tecnologias digitais foi possível reproduzir cárceres em movimento, o que leva a uma dimensão inusitada das obras em questão.

O projeto Intervenções tem como objetivo apresentar artistas contemporâneos no espaço interno (jardim) do Museu, em que cada artista convidado realiza um projeto de instalação/intervenção que proporcione ao público visitante uma reflexão sobre as relações entre espaço arquitetônico, espaço público e artes visuais.

Em sua oitava edição a artista convidada Ana Maria Tavares realizou a obra Rotatórias (Tête-à-tête), confeccionadas em aço inox polido espelho, e posicionadas de maneira a criar um arranjo orgânico no jardim do museu. Segundo a própria artista “…Tête-à-tête é uma composição para cúmplices, um ambiente de encontro a céu aberto: é forma e função; um jogo entre o deleite visual da forma em sua condição pura e isolada e sua utilização como descanso do corpo. Neste contexto as esculturas tornam-se mobiliário e irão cumprir a tarefa de transformar o atual caminho, aquele que liga a porta de entrada à sala de exposição ou o café, em uma pequena praça, local onde o tempo é dilatado para simples fruição. Ao invés de apenas atravessar o espaço, a intervenção pressupõe a possibilidade do encontro com o outro”.

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Texto: Ascom Museu Lasar Segall

Mostra “Mário de Andrade e seus dois pintores” chega ao Museu Lasar Segall

mario_e_seus_dois_pintoresO Museu Lasar Segall/Ibram abre no sábado, dia 08 de agosto, às 17h, a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari. A mostra teve temporada carioca no Museu Chácara do Céu até dia 27 de julho. Sob a curadoria de Anna Paola Baptista, a mostra é uma celebração de mais de duas décadas de admiração e amizade entre Mário de Andrade (1893 -1945) e os dois artistas. O evento ainda homenageia os 70 anos de falecimento de Mário de Andrade, completados este ano.

O contexto em que se ancora a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari é o de um cenário de mudanças no meio artístico nacional. Entre a década de 1920 e meados da década de 1940 assiste-se ao nascimento e sedimentação da arte moderna no Brasil. O eixo curatorial acompanha este percurso desde as primeiras lutas contra a arte chamada “passadista” (identificada com o parnasianismo na literatura e o academicismo nas artes plásticas), quando Segall (1891-1957) fixa-se no Brasil sendo logo acolhido nas hostes modernas, e prossegue com a segunda geração modernista, da qual Portinari (1903-1962) foi o principal expoente. Nesse momento, o moderno já havia adquirido algum lastro e infiltrava-se nas instituições, apesar do público geral ainda mostrar resistência.

Para Mário de Andrade, Segall e Portinari passaram a ser seus “dois pintores”, não só porque melhor capturaram o escritor em tela, mas porque eram, em sua opinião, “os que contavam mesmo” na cena cultural brasileira. E ele passaria a viver entre os dois na medida em que se desenvolveu uma extrema polarização entre Segall e Portinari no âmbito do mundo artístico brasileiro.

Segundo a curadora, Anna Paola Baptista, “a rivalidade entre os dois artistas, se não era certamente promovida ou causada por Mário de Andrade, com certeza passava também por ele, que tentava administrá-la, por vezes mitigando, por vezes fustigando. Com exceção de considerações tecidas acerca dos seus dois retratos (e estas somente em cartas para amigos), Mário jamais escreveu crítica comparativa da obra dos artistas. Mas o fato é que se sentia irremediavelmente colhido na rede de intrigas e partidarismos que ele afirmava o enojar. ”

A exposição é composta por 50 obras de Lasar Segall e Candido Portinari, produzidas entre 1913 e 1943, pertencentes a coleções institucionais e particulares. Elas foram selecionadas com o intuito de criar um panorama da arte dos dois pintores a partir das impressões tecidas na crítica de arte e da relação pessoal que o escritor mantinha com ambos. São, portanto, as ideias e opiniões de Mário de Andrade que guiam o percurso das obras e sua distribuição em pequenos conjuntos. Também são de sua autoria os comentários que acompanham cada um dos trabalhos da exposição.

Algumas obras-primas estarão reunidas na mostra como as telas, e “A Barca” (1941), “Espantalho” (1940) de Portinari; e “Os eternos caminhantes” (1919), “Bananal” (1927), de Lasar Segall, e os icônicos retratos de Mário de Andrade, pertencentes ao Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), pintados por Segall, em 1927 e por Candido Portinari, em 1935.

Segundo Vera de Alencar e Jorge Schwartz, respectivamente diretores dos Museus Castro Maya e Lasar Segall, “Durante as décadas de 1920-1940, Lasar Segall e Candido Portinari figuraram como dois dos mais relevantes pintores do panorama cultural brasileiro. Eles encarnaram o ideal de artista proposto por Mário de Andrade e com ele partilharam laços de sociabilidade. Seu foco nessas duas grandes personalidades fez com que por ele fossem chamados de ‘meus dois pintores’, o que nos levou a prestar essa homenagem ao autor de Macunaíma. Ela procura traduzir os vários momentos dessa amizade. As obras selecionadas ficam ainda mais significativas quando se tem o privilégio de observá-las juntas, oferecendo, assim, uma representação do trabalho de três dos mais importantes atores de nosso cenário artístico moderno”.

No dia da abertura da exposição estará disponível para venda o catálogo Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, com apresentação dos diretores Vera de Alencar e Jorge Schwartz, respectivamente diretores dos Museus Castro Maya e Lasar Segall, e texto da curadora Anna Paola Baptista, e de Guilherme Bueno. Edição Museus Castro Maya, com 120 páginas, papel couché fosco 170g/m2. O valor é de R$ 60,00, no dia da abertura da mostra o catálogo poderá ser adquirido com 30% de desconto.

Texto: Ascom Museu Lasar Segall

Mostra ‘Lasar Segall – Navio de Emigrantes’ chega a São Pedro (SP)

Segall_Navio_Sao_Pedro_1O Museu Gustavo Teixeira, em São Pedro (SP), recebe a mostra de gravuras Lasar Segall – Navio de Emigrantes, a partir desta sexta-feira (3)A exposição é parte da série itinerante produzida pelo Museu Lasar Segall/Ibram, que circula  pelo interior paulista, com apoio do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP), coordenado pela Secretaria da Cultura do Estado, da Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari) e da prefeitura.

A mostra é composta por 20 reimpressões de gravuras de Lasar Segall (Vilna 1891 – São Paulo 1957), especialmente realizadas para esse fim, relacionadas ao tema desenvolvido pelo artista desde sua primeira viagem ao Brasil, em 1912.

Nas posteriores travessias de Segall, no ir e vir da Europa, ele desenvolve o tema por meio de uma infinidade de desenhos de anotação realizados em pequenos cadernos de bolso, e estes dão origem, na década de 1920, às gravuras da série Emigrantes, e ao final da década de 1930, coincidindo com o início da segunda guerra, o artista pinta a grande tela Navio de Emigrantes (1939-1941).

A parceria com o Museu Lasar Segall atende à linha de ação do SISEM-SP em promover a articulação de exposições e a produção de publicações em todo o estado de São Paulo, com o objetivo de qualificar, aperfeiçoar e valorizar as organizações e os acervos museológicos paulistas.

Gratuita, a visitação acontece até 12 de setembro de 2015, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h; aos sábados, das 9h às 13h. O Museu Gustavo Teixeira está na Rua Joaquim Teixeira de Toledo, nº 524. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3481-9205 ou no site do Sistema Estadual de Museus de São Paulo.

7º Encontro Paulista de Museus acontece na próxima semana em SP

Com o tema Museus: fórum das comunidades, o 7º Encontro Paulista de Museus (EPM) acontece entre os dias 24 e 26, na capital paulista.

A programação traz conferências, palestras, lançamentos de publicações relacionadas à museologia e a apresentação de “Painéis digitais” com ações desenvolvidas por diferentes instituições. As inscrições podem ser feitas até domingo (21) na página do evento na internet.

Realizado pelo Sistema Estadual de Museus de SP e a Associação de Apoio ao Museu Casa de Portinari, em parceria com o British Council, o encontro traz este ano participantes internacionais, como a diretora adjunta do Science Museum, de Londres (Reino Unido), Jean Franczyk; Marlen Mouliou, presidente do Comitê Internacional de Museus de Cidade (Camoc/Icom), da Grécia; Iain Watson, diretor do Tyne & Wear Archives and Museums, também do Reino Unido; e o espanhol Joán Valles, professor da Universidade de Girona. Confira a programação completa.

“O Encontro Paulista de Museus é, atualmente, um dos principais eventos da área de museus no Brasil, reunindo mais de mil dirigentes, profissionais e estudantes paulistas e de todo o país”, afirma Marcelo Mattos Araujo, Secretário da Cultura do Estado de São Paulo. “A cada ano, ele tem proposto temas atuais para o debate do setor museológico, com a participação de palestrantes nacionais e internacionais”.

O British Council é parceiro do EPM pelo terceiro ano consecutivo. A inclusão dos britânicos no evento faz parte do Programa Transform de Museus, do qual a Secretaria de cultura do estado é parceira em diversas iniciativas. “Trabalhamos juntos pela formação dos profissionais de museus, pela qualificação dos museus e pela melhoria das condições de gestão no setor museológico no estado e no país”, explica a diretora adjunta de artes do órgão, Lucimara Letelier.

Texto: Divulgação Secult SP
Edição: Ascom/Ibram

 

 

Ibram passa a ter assento permanente no conselho do Masp

Masp tem novo presidente e inclui entes públicos em seu conselho

Com a eleição ontem (17) do novo presidente do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), Heitor Martins, assim como a ratificação de 83 membros do conselho, o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), órgão vinculado ao Ministério da Cultura (MinC), passa a ter assento permanente no novo conselho da instituição – assim como os representantes das secretarias de cultura estadual e municipal de São Paulo.

“Recebemos a notícia com muita satisfação: aguardávamos, com a melhor expectativa, essa notícia e agora teremos o prazer de colaborar, ao máximo, com a nova gestão”, comemora Angelo Oswaldo, presidente do Ibram.

“A presença do representante do ente nacional de museus, ao lado dos representantes de cultura do estado e do município, enfatiza a responsabilidade na missão que nos oferece essa destacada instituição museológica”, reforça, lembrando ainda da atuação “louvável” da gestão anterior.

Desdobramentos
Em abril deste ano, uma nota conjunta de apoio ao Masp, assinada pelos três representantes do poder público na área da cultura, que agora fazem parte do conselho, reiterava o propósito de apoio a um dos maiores museus latino-americanos na busca de soluções para eventuais problemas, tendo em vista a crise financeira e administrativa, divulgada pela imprensa, que o museu estaria passando. Saiba mais. 

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Masp/divulgação

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