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Chá de Museu na Rocinha mobiliza comunidade

Movimento pró-museu cresce entre moradores
Latas d’água que remetem ao tempo em que era preciso percorrer quilômetros a pé para matar a sede, modelos de brinquedos que passaram de geração para geração, como pipas e carrinhos de rolimã, maquete do modelo de barraco de pau a pique, predominante nos anos 40, apresentação de rodas de capoeira, que fazem reverência às raízes afro-brasileiras, relatos de moradores que vivenciaram toda formação e transformação de uma das maiores favela do país, que reúne cerca de 56 mil habitantes. Um movimento a favor da memória e do resgate da história da Rocinha, na cidade do Rio de Janeiro, vem crescendo. No último sábado (30) a comunidade realizou um ato inaugural – o primeiro Chá de Museu, com a participação de lideranças comunitárias, moradores e de representantes do Departamento de Processos Museais do Instituto Brasileiro de Museus (DPMUS – IBRAM).

A ideia de criar o Museu da Memória e História da Rocinha Sankofa vem sendo discutida desde 2007, entre agentes culturais, educadores, militantes sociais locais e técnicos do Ibram. Desde então, O ponto de cultura Centro de Cultura e Educação Lúdica da Rocinha e o Fórum Cultural da Rocinha têm mobilizado a comunidade com o levantamento da memória e história local, realizando entrevistas e coletas de material para composição do acervo.

Também está em andamento a favor do museu a organização do acervo produzido entre 1974 e 1986, que constitui o livro Varal de Lembranças.

Morador da Rocinha desde os dois anos, Robson Pacífico, 43, artista plástico, músico e ativista cultural, diz que a necessidade de se criar um museu é antiga porque a comunidade de certa forma não se conhece e desconhece sua história. “A Rocinha sofreu muitas mudanças que não foram registradas. Há muitas pessoas novas aqui e muitas antigas também. O movimento pró-museu está se solidificando a cada dia”.

Para Antônio Carlos firmino, 43, morador da Rocinha há 16 anos, professor de Geografia e um dos responsáveis pelo projeto do museu na comunidade, diz que o Museu da Rocinha se concretizou a partir do momento em que saiu do campo das idéias para o das ações . “Desde o momento em que começamos a fazer circular o acervo para que a comunidade se veja nesse museu, ele vem ganhando forma. Mas os moradores também estão ansiosos em saber sobre o espaço físico deste museu.”

Outro projeto em gestação na comunidade é a elaboração de um conjunto de painéis de grafite realizado por grafiteiros da Rocinha e de outras comunidades do Brasil, com p objetivo de contar a história de ocupação e desenvolvimento do território da favela. O projeto deve ser lançado ainda no primeiro semestre de 2010, com o apoio do Ibram.

Segundo o diretor do Departamento de Processos Museais do Ibram, Mário Chagas, a história da Rocinha acompanha o próprio desenvolvimento da história do Rio de Janeiro e é uma referência importante na cidade. “A comunidade reúne imigrantes nordestinos, mineiros e de outros estados e regiões do país. Vale ressaltar que a história da Gávea em torno da qual a Rocinha se desenvolve foi palco das famosas corridas automobilísticas no tempo das baratinhas, nos anos 40 e 50, em que teve como corredor de destaque Chico Landi. Tudo isso faz parte da memória da Rocinha e da memória da cidade e deve estar presente no museu”.

O museu comunitário na Rocinha pretende ser uma ferramenta de inclusão da comunidade, apresentando ao conjunto da população suas narrativas sobre quem são seus moradores, suas trajetórias de vida e como enxergam a cidade como um todo. De acordo com Firmino, o museu vai se pautar principalmente no direito dos moradores ao território. “ A Rocinha só existe porque as pessoas se organizaram, lutaram pelo direto à terra, liberdade e moradia. Muitos que vieram do Nordeste contam que a Rocinha parecia um quilombo.”

Por que Museu Sankofa ? Sankofa é uma Palavra Akan das nações africanas de Ghana e da Costa do Marfim que significa “devemos olhar para trás e recuperar nosso passado para podermos nos mover para frente; e assim compreendermos o porquê e como viemos a ser quem somos hoje”. Uma das formas de representação do museu baseia-se na imagem de um pássaro mítico que está com os pés plantados firmemente para frente e com a cabeça olhando para trás, como certo guia para planejar o futuro.

MuF promove segunda visita a território museal

Visitantes percorrem roteiros vivos, com apresentação de Rap, capoeira, break, coral, samba e relatos de memórias da comunidade

Cerca de 30 visitantes, de crianças a estudantes e estrangeiros, tiveram a oportunidade de conhecer no último sábado (30) as memórias e expressões artísticas dos morros Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, na cidade do Rio de Janeiro, percorrendo a ONG Museu de Favela – MuF , um museu a céu aberto que busca agregar e fortalecer a cultura local, através do resgate da memória e cultura de seus moradores e que integra o projeto Pontos de Memória, coordenado pelo Departamento de Processos Museais do Instituto Brasileiro de Museus (DPMUS-IBRAM).

Durante a concentração, os visitantes assistiram a um vídeo sobre a criação do museu e foram brindados com a apresentação de Rap do presidente do museu, ACME. De cima de uma laje, usando a música como instrumento de conscientização, o também grafiteiro e sócio-fundador e articulador do MuF deixou a mensagem da visão do museu – agregar a cultura , a história e toda a riqueza de idéias do morro. “O MuF quer encorajar essa galera a botar a cara e elevar a alma desse território museal de favela.”

Jefferson Lessa, morador de Ipanema, diz participar pela segunda vez da visita-guiada ao MuF. Para ele, esta é a oportunidade de conhecer outros ângulos e realidades da cidade que parecem ocultos. “A iniciativa é uma forma de a comunidade abrir suas portas para quem não a conhece, tanto para os moradores do Rio quanto para os turistas.”

A visitação, cujos roteiros foram elaborados a partir de pesquisas realizadas com a própria comunidade, foi dividida em dois percursos: Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, com duração de duas horas e meia e guias da própria comunidade. O grupo do Pavão-Pavãozinho passou pela estação do bondinho, inaugurado em meados de 80 no Governo Brizola , seguiu para Casa da Antônia, liderança do morro – o local funciona como uma lojinha da Rede MUF de artesãs e como a parada do chá medicinal. O percurso também passou pelo Bar do Dorico, localizado em um largo que é uma grande encruzilhada , utilizado como palco de apresentações culturais e como uma espécie de teatro de arena, pela laje da Valdete , que contempla uma vista privilegiada de Copacabana, com direito a sucos de diversos sabores, batida, água e refrigerante. Na volta, os visitantes conheceram a primeira igrejinha do morro e assistiram à apresentação da bateria mirim da comunidade.

Já no trajeto Cantagalo, os guias conduziram os visitantes a pontos históricos, tais como a rua homônima a Haroldo Santos, um dos grandes ícones do samba carioca, a Casa do Adão Dãxalebaradã, que foi pai de santo e compositor de mais de 500 músicas sobre cultura afro-brasileira. Passaram pelo Forte – que funcionava como posto de radar e controle de tráfego de navios do exército no Forte de Copacabana. O percurso também contou com apresentação de uma roda de capoeira, do coral infantil Harmonicanto e de um grupo de break. Ao final, os visitantes ainda puderam conhecer e comprar os trabalhos artesanais e artísticos produzidos pelos moradores.

O MuF, formado há dois anos por uma rede de parceiros, pode ser considerado o atual guarda-chuva cultural dos morros Pavão-Pavãozinho e Cantagalo – que reúne cerca de 20 mil moradores.

Moradora do Cantagalo há três anos, a MC Isabel Cristina, também conhecida como Bebel do Gueto, diz que está vendo muitas mudanças positivas desde a atuação do museu. “O MuF tem mostrado novas oportunidades para a garotada, por meio da cultura e da arte, e também tem despertado nos visitantes um olhar bem diferente da favela do que é passado lá fora.”

O italiano João Michel, professor de línguas, que está morando no Cantagalo há duas semanas, diz ter se surpreendido com a energia da comunidade. “As pessoas são vivas e calorosas, me sinto muito bem aqui.”

Já Lúcio, instrutor de break e professor no Afro-Reggae, acredita que através da arte os moradores da comunidade estão se tornando referências. “Estamos fazendo história. O MuF é fundamental porque é vivo, assim como nossa dança. Sou da favela e me considero feliz. Daqui vejo o horizonte”.

Para Ana Claudia, professora de eco-artesanato do MuF, o resgate da história da comunidade está acontecendo. “Moro aqui há 11 anos e eu não conhecia a própria comunidade.Agora, quando passo pelos becos hoje, tenho um outro olhar, uma outra visão e, como gosto muito de criar, já começo a viajar nas coisas que podem acontecer no futuro.

Segundo o diretor do DPMUS – Ibram, Mário Chagas, que vem acompanhando todo o processo de atuação do museu, o MuF se insere com destaque importante na paisagem cultural da cidade do Rio de Janeiro. “O museu tem, ele mesmo, um olhar especial para a paisagem da cidade. Um diálogo entre montanhas e a cidade realizado a partir da ocupação humana. O DPMUS apóia e viabiliza no Brasil inteiro um conjunto de iniciativas comunitárias, que denominamos de museus sociais ou pontos de memória. O MuF, desde o primeiro momento, vem recebendo este apoio.”

Ao final da visita, os visitantes foram convidados a preencher um formulário de avaliação, que servirá para o aperfeiçoamento da atuação do museu.

Pontos de Memória – O projeto tem como objetivo apoiar a criação de museus comunitários em regiões metropolitanas do país, orientando e mobilizando as comunidades no sentido de apóias-las na reconstrução e proteção da memória social e coletiva a partir de seus moradores, suas origens, histórias e valores. . A expectativa é de que a iniciativa se transforme numa referência para a comunidade e num ponto de dinamização das atividades culturais e socioeducativas locais. A iniciativa é resultado de parceria entre os Programas Mais Cultura, do Ministério da Cultura, através do Ibram, e do Pronasci, do Ministério da Justiça, com apoio da Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI.

Pré-Conferência Setorial de Museus e Memórias

II Conferência Nacional de Cultura
As Pré-Conferências Setoriais de Cultura têm caráter mobilizador, reflexivo, propositivo e eletivo. São instâncias de articulação local e regional de agentes culturais de cada uma das áreas artísticas e de patrimônio envolvidas, sendo parte do processo da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC).

Como o próprio nome diz são pré-conferencias, portanto não encerra em si todo o conteúdo de discussão das áreas artístico-culturais e de patrimônio. Constituindo-se como espaço de contribuição na formulação das estratégias para as políticas públicas nacionais com foco no temário da II CNC e como etapa de constituição de uma rede de discussão que posteriormente será fundamental na realização das Conferencias Setoriais definidas no Plano Nacional de Cultura (PNC).

Conforme já anunciado anteriormente, no intuito de unificar os procedimentos do MINC quanto às Pré Conferências Setoriais, houve mudanças no regulamento, sobretudo nas datas e na forma de eleição dos delegados, expostas no regulamento da Pré Conferências Setoriais.

Com as alterações a seleção dos 03 (três) delegados de cada um dos estados e do distrito federal deverá acontecer através de assembléias estaduais. Nas unidades da federação onde não ocorrerem às assembléias, serão eleitos através dos critérios constantes na resolução das pré-conferencias setoriais.

Chamamos a atenção para o art.6, inciso I. etapa 1. Neste artigo, fica estabelecida a necessidade de preenchimento do formulário digital que está disponibilizado no site do Ministério da Cultura, para todos que queiram participar das assembléias estaduais.

Caso seja eleito delegado estadual, deverá enviar a documentação constante no anexo II, item B, até o dia 31 de janeiro de 2010, assim como ao art 15 , inciso II, e os parágrafos 3, 4, 5 e 7 para finalizar sua eleição de delegado.

Ou seja,

1. Realizar a inscrição no site até a data de realização da assembléia de seu estado.
2. Realizar a assembléia estadual ou distrital que elegerá os 03 (três) delegados setoriais. Caso seja eleito deverá enviar a documentação para finalizar sua indicação.
3. Onde não ocorrer às etapas estaduais, ou distrital os delegados e suplentes deverão se inscrever e enviar a documentação exigida para que o IBRAM, selecione com base nos critérios estabelecidos os 6 delegado com maior pontuação, sendo 03 titulares e 03 suplentes.

A documentação deverá ser encaminhada para o endereço a seguir:
Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC Esplanada dos Ministérios, Bloco B, 3º Andar, Brasília-DF CEP 70068-900 ou para o endereço eletrônico cnpc@cultura.gov.br.

A Pré Conferência Setorial de Museus e Memórias será realizada nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro 2010, no Palácio Capanema, Auditório Gilberto Freire, na cidade do Rio de Janeiro, Rua da Imprensa, nº 16, onde serão discutidas e votadas propostas de estratégias a serem encaminhadas a II Conferência Nacional de Cultura.
Haverá também a eleição dos 10 delegados setoriais e a eleição de um representante de museu junto ao Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC).

Informamos que as despesas com transporte e alimentação dos delegados setoriais da Pré-Conferência Setorial de Museus e Memórias serão da responsabilidade do Ministério da Cultura/IBRAM.

Lembramos a importância da leitura da Portaria nº 04 de 03 de dezembro de 2009.

Colocamo-nos a disposição para eventuais esclarecimentos pelo e-mail: conferenciasetorialmuseus@ibram.gov.br.

+ Saiba mais sobre a II Conferência Nacional de Cultura

III Jornada Brasil- Espanha discute plano museológico para as diferentes tipologias de museus

Instrumento fundamental para a sistematização do trabalho interno e para a atuação dos museus na sociedade, o plano museológico foi tema de debate da III Jornada Brasil- Espanha, que aconteceu de 30 de novembro a 2 de dezembro, no Rio de Janeiro. Além das autoridades da Espanha e da diretoria do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), o evento reuniu cerca de 150 participantes, dentre diretores de instituições museológicas vinculadas ao Ibram, de museus de favela, virtuais e institucionais.

Na abertura , o presidente do Ibram/MinC, José do Nascimento Junior,pontuou o encontro como um marco do intercâmbio museológico. “Na III Jornada pretendemos, junto as autoridades espanholas, discutir e elaborar procedimentos norteadores de administração e gestão que sirvam como base não só para as instituições vinculadas ao Ibram, mas também para os cerca de 2.716 museus brasileiros.”

Na ocasião, a subdiretora dos museus dos estados do Ministério da Cultura da Espanha, Izabel Izquierdo, apresentou o plano museológico para implantação do Museu Nacional de Etnografia de Teruel, na Espanha. Para ela, o instrumento de planejamento é que garante o compromisso das instituições nas práticas futuras, independentemente das eventualidades. “Planejar implica eleger metas e políticas.”

Já o diretor do Departamento de Processos Museais do Ibram, Mário Chagas, lembrou que um dos grandes desafios em pensar o plano museológico na atualidade é levar em conta as novas tipologias de museus, já que as categorias se ampliaram e estão mais complexas assim como a sociedade contemporânea. “Não podemos pensar somente no museu-templo, clássico – local de contemplação e troca de idéias, naqueles ligados apenas à coleção, temos de pensar também nos museus nômades, territoriais, digitais, nos que praticam o saber cooperativo. Entender o museu como território de relação entre os seres humanos.”

Mário Chagas também afirmou que é preciso quebrar a estigma de que no Brasil nada se planeja. “As escolas de samba são um grande exemplo de planejamento estratégico. É possível planejar e ainda exercitar a criatividade. Um plano museológico pode ser político, poético e pedagógico”.

Movida a debates, a programação seguiu com apresentação de diversas autoridades do setor, dentre elas, da diretora do Museu Histórico Nacional – MHN, Vera Tostes, do diretor do Museu das Peregrinações e de Santiago, Bieito Pérez – que palestrou sobre o tema Musealizar um fenômeno universal e sobre o plano museológico da respectiva instituição. Também contou com palestra da coordenadora geral de Sistemas de Informação do Ibram, Rose Miranda, sobre as experiências das oficinas de Plano Museológico no Brasil , do diretor do Museu da Abolição, de Recife – PE, Adolfo Samyn, sobre estudo de caso da unidade museológica, e do presidente do Conselho Internacional de Museus – ICOM-Espanha e diretor do Museu Nacional de Arqueologia Sub-Aquática – ARQUA, Rafael Azuar, sobre “Planejamento e refundação do museu: O plano museológico do ARQUA”.

III Jornada Brasil Espanha – Teve o intuito de refletir e trocar experiências sobre a metodologia de planejamento e atuações em museus por meio do Plano Museológico, cuja elaboração está prevista na Portaria Normativa/Iphan n° 1, de 5 de julho de 2006 – que dispõe sobre a finalidade de apresentar os procedimentos para a organização da gestão das instituições vinculadas do Ibram e detalha as diretrizes e procedimentos para elaboração plano, indicando inclusive quais programas ele deve conter.

A III Jornada Brasil-Espanha é uma realização do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram/Ministério da Cultura do Brasil e a Subdireção Geral de Museus Estatais -SGME/Ministério da Cultura da Espanha.

Museus do estado do RJ definem ações preparatórias para Copa, Olimpíadas e ICOM- 2013

Cerca de 150 representantes de museus do estado do Rio de Janeiro, com a participação da secretária de Estado da Cultura, Adriana Rattes, e equipe do Instituto Brasileiro de Museus/Ibram/Ministério da Cultura definiram nesta terça-feira (17), em reunião no Rio, cinco linhas de ação para as instituições museológicas estarem preparadas para 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus – ICOM, em 2013, Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas em 2016, que acontecem no Rio.

As propostas dividem-se nos eixos: Modernização das instituições; Cidade-Museu – que contempla urbanização, sinalização e divulgação; Programação e intercâmbio; Implantação de museus; e Capacitação de funcionários. De acordo com o presidente do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram, José do Nascimento Júnior, os investimentos no setor devem chegar a R$ 600 milhões.

Até o final da próxima semana, um documento com as propostas encaminhadas pelos museus sobre as ações será entregue ao Governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, ao ministro da Cultura, Juca Ferreira, e ao Ministro do Turismo, Luiz Barreto.

Legado Cultural – Com a eleição do Rio à cidade-sede desses eventos, os museus brasileiros estão convocados para a produção de um legado cultural, que implica a retomada dos vínculos indissociáveis entre o passado e o presente e a possibilidade de construção de um futuro que compreenda a cultura como bem simbólico, valor econômico e direito de cidadania.

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