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Nomeada a nova diretora do Museu Socioambiental de Itaipu em Niterói

A nova diretora do museu Ibram em Niterói foi escolhida via chamada pública

A nova diretora do museu Ibram em Niterói foi escolhida via chamada pública

O Museu Socioambiental de Itaipu, localizado em Niterói (RJ) e parte da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), já tem nova diretora.

Eunice Batista Laroque foi nomeada na terça-feira (16), pelo presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, em portaria publicada no Diário Oficial da União.

Laroque tem um currículo vasto: é licenciada em Pedagogia pela Universidade Católica de Pelotas (RS), e em Filosofia e Ciências da Educação pela Universidade de Salamanca (Espanha), onde também fez mestrado em Tecnologia da Educação.

Possui graduação em Museologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde também se especializou em Patrimônio Cultural em Centros Urbanos. É ainda tecnóloga em Design de Interiores e especialista em Educação de Jovens e Adultos.

Transparência
Com 25 anos de experiências no Rio Grande do Sul, tendo integrado o quadro efetivo da Prefeitura de Porto Alegre, como professora, e trabalhado no Museu Joaquim Felizardo, Eunice Laroque diz-se “privilegiada” por integrar agora o quadro do Ibram.

“Este é um um momento histórico, pois estão sendo feitas chamadas públicas para ocupação dos cargos, de forma democrática, e as políticas públicas estão sendo implementadas: venho para somar”, comemora.

Ruínas de antigo convento que fazem parte do Museu Socioambiental de Itaipu

Museu Socioambiental de Itaipu ocupa área de antiga instituição religiosa

A nova diretora do Museu Socioambiental de Itaipu foi selecionada entre cinco candidatos inscritos, conforme definido na Chamada Pública nº1, aberta em março deste ano. Saiba mais.

Para a seleção foram considerados os critérios de formação acadêmica em nível superior; experiência comprovada em gestão, envolvendo atividades de relacionamento com organizações do governo ou entidades da sociedade em geral; e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu.

Os critérios foram aferidos através de apresentação de currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho. Além da apresentação da documentação, também foi realizada ainda entrevista oral entre a candidata e a comissão de seleção designada.

Arqueologia
O Museu Socioambiental de Itaipu, antes chamado Museu de Arqueologia de Itaipu, existe desde 1977 e está sediado nos remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, instituição de caráter religioso fundada no começo do século XVIII. Seu acervo é composto por artefatos produzidos pelos povos que viveram no litoral fluminense antes de 1500.

Exemplos são artefatos líticos e ósseos, matéria corante, ocre, restos ósseos humanos e remanescentes de fauna (aves, peixes e mamíferos), além de blocos testemunhos do Sambaqui de Camboinhas.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Banco de Imagens Ibram

Exposições de arte contemporânea no Museu da República ganham livro

Para comemorar os dez anos de atividades da Galeria do Lago, espaço dedicado à arte contemporânea situado em seu jardim, o Museu da República/Ibram, no Rio, lança nesta segunda-feira (8), a partir das 18h, livro que apresenta cronologicamente as exposições individuais e coletivas realizadas no espaço.

Jardins do Museu da República no Catete

Jardins do Museu da República no Catete

Com organização da artista visual Martha Niklaus, que esteve à frente da galeria durante estes dez anos, Galeria do Lago: arte contemporânea no Museu da República traz imagens das obras de todos os 140 artistas envolvidos e textos inéditos.

O livro tem edição bilíngue (português-inglês), 320 páginas e será distribuído gratuitamente no lançamento.

A própria Martha Niklaus, a crítica de arte Glória Ferreira, o museólogo e poeta Mario Chagas e a curadora Isabel Sanson Portella, atual coordenadora da Galeria do Lago, assinam os textos da publicação, que traz também reedição das entrevistas com os artistas publicadas nos fôlderes de suas exposições.

Com exposições que duram em média três meses, a Galeria do Lago apresenta obras que dialogam com o Museu da República, seu acervo histórico, paisagístico e arquitetônico, possibilitando o acesso aos cinco mil frequentadores que desfrutam diariamente do maior jardim público do bairro do Catete. Saiba mais.

Texto: Divulgação Museu da República
Foto: Arquivo Ibram

Museus Ibram: publicadas novas chamadas públicas para diretores

Museu Casa da Hera (RJ)

Museu Casa da Hera em Vassouras (RJ)

Publicados hoje (4), no Diário Oficial da União (DOU), dois novos editais de Chamada Pública para seleção de candidatos a dirigentes de museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) – autarquia do Ministério da Cultura (MinC): Museu Solar Monjardim, em Vitória (ES), e Museu Casa da Hera, em Vassouras (RJ).

No processo seletivo, serão levados em consideração critérios técnicos e objetivos de qualificação baseados na análise de currículo, Declaração de Interesse e de Plano de Trabalho.

Podem concorrer ao cargo servidores efetivos e não servidores que cumpram critérios como formação acadêmica em nível superior, experiência comprovada em gestão e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu.

Os candidatos devem enviar a documentação (Currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho) até às 23h59 (horário de Brasília) do dia 23 de novembro de 2014, para o endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, informando no Assunto a chamada pública a qual se refere. Dúvidas e outras questões também devem ser enviadas para o mesmo endereço eletrônico.

Acesse os Planos Museológicos do Museu Solar Monjardim e do Museu Casa da Hera (parte I e parte II) – documento essenciais para construir a proposta de Plano de Trabalho a ser apresentada. Confira todas as chamadas públicas já lançadas.

Museu Solar Monjardim (ES)

Museu Solar Monjardim em Vitória (ES)

Os museus
A Casa da Hera foi erguida na primeira metade do século XIX, onde residiu a família de Joaquim José Teixeira Leite, grande advogado e comissário de café. Em 1952, a construção foi tombada como patrimônio nacional.

Além de mobiliário, quadros e objetos de uso doméstico originais, o acervo inclui uma vasta biblioteca e uma importante coleção de trajes de origem francesa. A biblioteca possui 890 livros e três mil periódicos do século XIX.

O Museu Solar Monjardim foi criado em junho de 1939, no Quartel da Polícia Militar, com acervo multidisciplinar e eclético. Em 1952, foi transferido para a residência dos herdeiros do Barão de Monjardim e em 1966 recebeu acervo do Museu de Arte Religiosa.

Na década de 1980, a instituição foi requalificada e renomeada pela então Fundação Pró-Memória e passou a se chamar Museu Solar Monjardim.

Confira também a Chamada Pública para dirigente do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro (RJ), cujas inscrições também terminam dia 23 de novembro.

Texto e fotos: Ascom/Ibram
Última edição: 18.11.2014

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Publicado hoje (31), no Diário Oficial da União (DOU), aviso de Edital de Chamada Pública para seleção de candidato para ocupação de cargo comissionado de direção no Museu Histórico Nacional (MHN), unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro (RJ).

Museu Histórico Nacional (RJ)

Seleção para dirigente do MHN está aberta até 23 de novembro

Serão levados em consideração critérios técnicos e objetivos de qualificação baseados na análise de currículo, Declaração de Interesse e de Plano de Trabalho.

Podem concorrer ao cargo servidores efetivos e não servidores que cumpram critérios como formação acadêmica em nível superior, experiência comprovada em gestão e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu.

Os candidatos devem enviar a documentação (Currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho) até às 23h59 (horário de Brasília) do dia 23 de novembro de 2014, para o endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, informando no assunto Chamada Pública Museu Histórico Nacional. Dúvidas e outras questões também devem ser enviadas para o mesmo endereço eletrônico.

Confira a Chamada Pública na íntegra e acesse o Plano Museológico do Museu Histórico Nacional – documento essencial para a proposta de Plano de Trabalho a ser apresentada.

“Com o processo democrático, implementado pelo Ibram, acredito que um número considerável de profissionais habilitados deverá  se apresentar para a seleção: é uma oportunidade extraordinária”, comemora o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo.

92 anos de história
O Museu Histórico Nacional foi criado em 1922, quando se celebrou no Brasil o centenário da Independência (1822) com uma exposição mundial. O conjunto arquitetônico que abriga o MHN desenvolveu-se a partir do Forte de Santiago, na Ponta do Calabouço, um dos pontos estratégicos para a defesa da cidade do Rio de Janeiro.

Considerado um dos mais importantes museus do país, reúne um acervo de mais de 348 mil itens, entre os quais a maior coleção de numismática da América Latina. Sediou, a partir de 1932, o primeiro curso de Museologia brasileiro, assim como a Inspetoria de Monumentos Nacionais – futuro Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Com recursos do Ministério da Cultura (MinC), entre 2003 e 2006, o museu passou por importantes obras de restauração e modernização. Em 2009, com a criação do Ibram, o MHN passou a integrar sua rede de museus federais. Saiba mais.

Texto e foto: Ascom/Ibram

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Museu Nacional de Belas Artes recebe recursos do PAC para modernização

No dia 29 (quarta-feira), às 11h, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio de Janeiro (RJ), realiza uma cerimônia para o lançamento do Projeto de Modernização do MNBA – fase 2.

Restauração da obra de Pallière no MNBA

Participam da solenidade o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, a presidenta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema Machado, dentre outras autoridades.

Com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas (PACCH), o projeto abarca 10 ações que somam recursos no valor total de R$ 20 milhões. O prazo de execução das obras, que deverão empregar cerca de 500 pessoas, é de três anos.

Entre os destaques estão a restauração da fachada da rua Heitor de Mello e “adoção” da via; a requalificação e ocupação das cúpulas do quinto andar do museu, com instalação de área para arte contemporânea e bistrô; e a decapagem do hall de entrada, voltando a exibir a pintura original.

Entre as obras já em andamento está a restauração da tela Alegoria às Artes, de Léon Pallière (1823-1887). Considerada a obra-prima do pintor,  realizada em 1855, tem dimensões de 2,97m X 4,10m e adornava o teto da antiga Academia Imperial de Belas Artes, que antecedeu a Escola Nacional de Belas Artes e o atual MNBA.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MNBA

Museu Casa de Benjamin Constant completa 32 anos amanhã (18)

Neste sábado (18), o Museu Casa de Benjamin Constant, no Rio de Janeiro (RJ), comemora 32 anos de fundação com uma série de atividades abertas ao público a partir das 10h.

Museu Casa de Benjamin Constant

Museu Casa de Benjamin Constant localiza-se no bairro carioca de Santa Teresa

Até as 17h serão realizadas visitas mediadas ao museu casa. Na sala de jantar, será inaugurada a mostra Um jantar com Benjamin, intervenção artística que utilizará peças do artista plástico vidreiro Paulo Vergueiro.

Ali será também simulado um jantar de Benjamin Constant (1833-1891) com outras figuras históricas com quem ele teve contato em sua vida de engenheiro, militar, professor e estadista do século XIX.

Os convidados
À mesa, os 11 lugares restantes estarão reservados para sua esposa, Maria Joaquina, Dom Pedro II (Benjamin Constant foi professor dos filhos do imperador), Auguste Comte, filósofo francês, entre outros.

Um dos lugares, contudo, estará vazio: “é o lugar do ‘convidado desconhecido’”, explica Elaine Carrilho, diretora do museu. “O público vai sugerir que figura merece compor essa mesa republicana”.

Os votos serão colocados em uma urna e serão compilados ao término da exposição em 23 de novembro. Com a divulgação do resultado, também será sorteado um participante da votação para ganhar uma das peças do artista Paulo Vergueiro.

Outras atividades
Ainda como parte das comemorações deste sábado, às 12h haverá a entrega do livro 1889, autografado pelo autor Laurentino Gomes, à vencedora do concurso Um selfie com Benjamin, Kamylle Amorim.

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberão melhorias

Criado em 1982, o museu casa reconstitui ambiente familiar de Benjamin Constant

Haverá também espaço para a Feira Sustentável do Troca – em que é permitido levar roupas, livros, CDs, relógios, utensílios etc – e um lanche orgânico colaborativo entre os visitantes que levarem alimentos e quiserem compartilhar com os demais.

A casa estará ainda recebendo 1 kg de alimento não perecível por pessoa para doação ao Ballet de Santa Teresa, entidade parceira em diversas ações culturais.

Museu casa
Erguida em torno de 1860 e comprada pela União após a morte de Benjamin Constant, a propriedade está situada no bairro de Santa Teresa, na capital fluminense, e foi a última residência daquele que é considerado o “fundador da República brasileira”. Ali, viveu seu último ano de sua vida, ao lado da esposa e de oito filhos.

Em 18 de outubro de 1982, o museu foi criado com a missão de reconstituir o ambiente familiar e o contexto sociocultural em que viveu Benjamin Constant, por meio da reconstituição de ambientes, hábitos e costumes da época. Conheça mais sobre o museu e saiba como chegar.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu Casa Benjamin Constant/divulgação
Última atualização: 6/10/2016

Dona Leopoldina e Playmobil: MHN abre duas novas exposições no RJ

Dona Leopoldina por Debret

Dona Leopoldina em uma litogravura de Debret

Há quase 200 anos, Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda de Habsburgo-Lorena, também conhecida como Dona Leopoldina ou Maria Leopoldina, desembarcou no Brasil para se tornar a Imperatriz do Brasil. Quando chegou ao país, a então arquiduquesa da Áustria já estava casada com Dom Pedro I.

Na ocasião, eles se casaram a distância e por procuração, e Dona Leopoldina desempenhou importante papel nas negociações de seu matrimônio. Tudo foi registrado em cartas – hábito cultivado pela arquiduquesa desde sua infância.

Essas cartas, que somam mais de mil, compõem a exposição Com a palavra, D. Leopoldina, Imperatriz do Brasil, em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro (RJ), entre 14 de outubro de 2014 e 1º de março de 2015.

A exposição traz ainda 200 peças do acervo do próprio MHN que abordam várias fases da vida de D. Leopoldina: seu papel político, as relações familiares e a sua morte prematura aos 29 anos.

O legado da primeira imperatriz-consorte do Brasil também será tema do seminário internacional D.Leopoldina e seu tempo: sociedade, política, ciência e arte no século XIX, que o MHN promove entre os dias 14 e 16 e contará com a participação de pesquisadores renomados.

Playmobil
Também na próxima semana, o MHN inaugura exposição 40 Anos Playmobil – O sorriso mais famoso de todos os tempos. Em cartaz entre 17 de outubro e 23 de novembro, a mostra retrata a evolução do brinquedo, criado na Alemanha  em 1974, no Brasil e no mundo

Playmobil: diorama recria a chegada da arquiduquesa ao Brasil

Playmobil: diorama recria a chegada da arquiduquesa ao Brasil

Os colecionadores do PlayBrasilmobil, organizadores desta exposição, participam ainda da mostra Com a palavra, D. Leopoldina, Imperatriz do Brasil: com base em uma gravura do francês Jean-Baptiste Debret (1768-1848).

No museu foi montado um diorama com bonecos Playmobil originais e customizados que recria o momento do desembarque de Dona Leopoldina no Rio de Janeiro, em 1817. A Família Real e sua corte, soldados, escravos e o povo do Rio foram recriados em detalhes.

Em quase 300 metros quadrados dedicados à história do Playmobil, o destaque deste ano fica por conta do 4° Salão de PlaymoArte – onde fotógrafos e artistas plásticos de todo o país mostram suas criações tendo como inspiração o sorridente bonequinho. Saiba mais.

Texto e fotos: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Aos 50 anos, Museu do Açude prepara novo projeto de modernização

50 anos do Museu do Açude

Presença do público para celebrar os 50 anos do Museu do Açude no dia 28 de setembro

Os 50 anos de criação do Museu do Açude teve seu ponto alto no dia 28 de setembro, quando o museu abriu as portas para um evento comemorativo com o público carioca. A instituição integra os Museus Castro Maya e a rede de museus Ibram no Rio de Janeiro (RJ).

Bolo de aniversário, champagne e uma apresentação exclusiva do consagrado violonista Turíbio Santos compuseram a celebração, que aconteceu na sede do museu, no Alto da Boa Vista, e contou com a participação do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo.

Em março, data oficial do aniversário do museu, foram lançados selo e publicação pelo meio século de existência do museu que integra arte, cidade e natureza.

Após a segunda fase de modernização, inaugurada em 2003, o museu parte agora para uma terceira etapa, na qual focará na adequação dos espaços arquitetônicos, infraestrutura, acessibilidade e novas aquisições para seu acervo.

“Queremos melhorar o espaço para as exposições temporárias e ainda criar um espaço gastronômico para que os visitantes possam ficar mais tempo apreciando o museu”, explica Vera Alencar, diretora dos Museus Castro Maya desde 1995. O projeto está sendo formatado e a proposta é buscar recursos tanto de fundos públicos quanto da iniciativa privada.

Contudo, a diretora acrescenta que o início das obras para um anexo no Museu da Chácara do Céu, a outra unidade Castro Maya que fica no bairro de Santa Teresa, deve retardar um pouco a finalização do projeto para o Museu do Açude.

“Estamos na expectativa desse anexo há muitos anos, onde ficarão nossos escritórios e reserva técnica. O patrocínio do BNDES nos deu condições de iniciar o trabalho. Com recursos da Petrobras estamos agora em um segundo momento. Mas o custo total da obra ainda não está coberto”, avalia.

Ottoni de Castro Maya no Museu do Açude

Ottoni de Castro Maya no Museu do Açude

De casa a museu
Localizado numa área de 151.132m² no Alto da Boa Vista, na Floresta da Tijuca, o Museu do Açude deve sua criação ao industrial, colecionador de arte e mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). Em 1962, o empresário doou a chácara encravada na Floresta da Tijuca à Fundação Raymundo Ottoni de Castro Maya.

O Museu do Açude foi inaugurado em 1964, no mesmo dia do aniversário do colecionador. Em 1968, outra propriedade de Castro Maya, a Chácara do Céu, é doada à fundação. Com sua abertura como museu em 1972, ambos tornam-se Museus Castro Maya.

Em 1974, os museus foram tombados pela antiga Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual Iphan), assim como os respectivos acervos e parques paisagísticos. Com a extinção da fundação no início dos anos 1980, ambos são incorporados pela União em 1983. Desde sua abertura, o Museu do Açude já recebeu dezenas de exposições temporárias, atividades culturais diversas e ainda sediou recepções para chefes de estado.

Acervo diverso
No conjunto de edifícios e jardins de inspiração portuguesa que compõem o Museu do Açude encontra-se a coleção de azulejaria – painéis franceses, holandeses, espanhóis e, sobretudo, portugueses dos séculos XVII ao XIX – e louça do Porto, tipo de faiança ornamental, fabricada a partir do século XIX em Portugal.

O presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, fez o circuito de instalações permanentes do Museu do Açude, acompanhado por Vera Alencar, no dia 28

O presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, fez o circuito de instalações permanentes do Museu do Açude, acompanhado por Vera Alencar, no dia 28

Em 1999, o museu constituiu seu Espaço de Instalações Permanentes, um circuito museológico ao ar livre, que hoje conta com obras de diversos artistas contemporâneos brasileiros: Iole de Freitas, Helio Oiticica, Lygia Pape, Anna Maria Maiolino, José Resende, Nuno Ramos e Eduardo Coimbra. Por sua excelência, o projeto recebeu, em 2004, o Prêmio Estácio de Sá do Governo do Estado do RJ.

Além das instalações integradas ao ambiente natural, o museu conta com exposições de longa duração que destacam tanto a arte oriental, oriunda da coleção original de Castro Maya e considera das mais importantes do país, quanto a relação do patrono com a paisagem e o patrimônio natural da capital fluminense. Saiba mais sobre os Museus Castro Maya.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação Museus Castro Maya
Última atualização: 3.10.2014

MNBA recebe artigos para a próxima edição de anuário até 30 de novembro

Primeiro volume do Anuário MNBA, publicado em 2009

Primeiro volume da nova fase do Anuário MNBA, publicado em 2009

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), localizado no Rio de Janeiro (RJ), está com chamada pública aberta para receber artigos de colaboradores para o volume 3 do Anuário do MNBA.

A publicação será dedicada ao centenário de nascimento do professor, pesquisador e arquiteto Donato Mello Junior, que muito contribuiu para a documentação do acervo do museu.

Serão aceitos trabalhos com temas relacionados a Museus e Patrimônio; História e Crítica da Arte; Conservação e Tecnologia; Educação Patrimonial e Memória.

Os textos devem ser escritos com fonte Arial, espaçamento simples, corpo 12, e devem ter entre cinco e 10 laudas, com até cinco imagens, além de resumo em inglês.

O prazo para envio dos textos é 30 de novembro e a equipe do MNBA divulgará os selecionados até 10 de dezembro. Os trabalhos devem ser enviados para três correios eletrônicos: ana.silva@museus.gov.br, amandio.santos@mnba.gov.br e coordenacaocomunicacao@mnba.gov.br.

Aniversário
A chamada pública dos trabalhos faz parte de uma série de eventos que integrarão as comemorações dos 78 anos de existência do MNBA – cuja data oficial é 13 de janeiro de 2015.

São Caetano de Tiene: pintura de autor desconhecido, adquirida em 1874, integra o acervo do MNBA

São Caetano de Tiene: pintura de autor desconhecido, adquirida em 1874, integra o acervo do MNBA

Para organizar as atividades comemorativas foi constituído, no dia 10 de setembro, um grupo de trabalho, coordenado pelo servidor Amândio Miguel dos Santos.

Ele poderá convocar outros técnicos do quadro do Museu Nacional de Belas Artes para participar da organização, além dos servidores que já fazem parte da equipe atual. Na próxima semana, o grupo se reunirá para definir tarefas e cronogramas relacionados às comemorações dos 78 anos do museu.

O acervo do MNBA teve origem no conjunto de obras de arte trazido por D. João VI de Portugal, em 1808, ampliado alguns anos mais tarde com a coleção reunida por Joachin Lebreton, que chefiou a chamada Missão Artística Francesa, formando uma das mais importantes pinacotecas do país. Este núcleo original foi enriquecido com importantes incorporações ao longo do século XIX e início do século XX.

Com a construção da nova sede da Escola Nacional de Belas Artes, em 1908, projeto do arquiteto Moralles de los Rios, este acervo passou a ocupar parte do novo prédio, sendo o museu criado oficialmente em 13 de janeiro de 1937.

Texto e fotos: Divulgação MNBA

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