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Exposição reúne obras de Portinari e Segall sob o olhar de Mario de Andrade

mario_e_seus_dois_pintoresO Museu Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro, inaugurou na quarta-feira (27), a exposição Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, que homenageia o escritor falecido há 70 anos e celebra mais de duas décadas de admiração e amizade entre Mário de Andrade e os dois artistas.

A curadora da exposição, Anna Paola Baptista, priorizou na seleção as obras e o pensamento de Mário de Andrade.

“Escolhi obras que ele tivesse comentado, para bem ou para mal, ou, na falta de uma obra específica, uma obra que simbolizasse aquele período da carreira do artista que Mário estivesse tratando, para ficar como se fosse uma exposição em que o próprio escritor era, digamos, o curador. As obras são acompanhadas, cada uma tem uma frase ou um comentário sobre ela”, diz Anna Paola.

Entre os destaques da exposição, os dois retratos de Mário, um pintado por Segall (1927), outro por Portinari (1935) reforçam as diferenças de estilo entre ambos. Segundo o próprio escritor, Segall teria revelado seu lado mais sombrio, sua parte diabólica, enquanto que Portinari teria revelado seu lado angelical.

As 50 obras apresentadas, 25 de cada artista, são provenientes de várias instituições e de acervos de colecionadores e foram produzidas entre 1913 e 1943. O olhar de Andrade sobre as obras de Segall e Portinari rendeu catálogos de exposições, críticas e artigos, reunidos no Instituto de Estudos Brasileiros (IED) da Universidade de São Paulo (USP). Também fazem parte da mostra, entre outras telas, Mestiço (1934), Colona sentada (1935) e A Barca (1941), de Portinari, e Os eternos caminhantes (1919), Bananal (1927) e Pogrom (1937), de Segall.

A exposição fica aberta até 27 de julho no Museu Chácara do Céu e, no início de agosto, seguirá para o Museu Lasar Segal/Ibraml, em São Paulo (SP). Conheça o Museu Chácara do Céu.

Texto e imagem: Divulgação Chácara do Céu

Obra O Beijo da Guanabara é mote para atividades no Museu da República

Beijo na Guanabara

O quadro Beijo da Guanabara (1926)

O Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro, participa da 13ª Semana de Museus com uma série de atividades que têm como ponto de partida a obra Beijo da Guanabara, pintada em 1926 pelo artista plástico Carlos Chambelland, exibida no mesmo ano no 33º Salão Oficial de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.

O Beijo da Guanabara será o mote adequado para a reflexão em torno das questões ambientais contemporâneas, tais como a crise hídrica e a poluição da Baía de Guanabara.

A obra de Carlos Chambelland, no entanto, desafia a nossa imaginação à medida que faz uma citação explícita do beijo de Eros, o deus do Amor, em Psiquê (em grego, a alma), uma das três filhas de um rei da Grécia. A imagem do Beijo da Guanabara retrata e personifica a união entre o “amor” e a “alma”.

Confira a programação completa:

A partir do dia 18 de maio, segunda-feira:

- Exposição “Por um beijo da Guanabara”, no Jardim Histórico do Museu da República, de 8 às 18 horas.

- Exposição “Programa de Sustentabilidade Ambiental do Museu da República”, no Jardim Histórico do Museu da República, de 8 às 18 horas.

Dia 23 de maio:

- Seminário de pós-graduação em Educação Museal, uma parceria entre o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), os Museus da República e Castro Maya com a FAETEC, sobre temas relativos à área de museus. No Auditório Apolônio de Carvalho, de 8 às 17 horas.

- Atividades de desenho, pintura e montagem de quebra-cabeças com crianças frequentadoras do Jardim Histórico do Museu da República, a partir das 16 horas.

Dia 26 de maio:

- XXIII Jornada Republicana – mesa-redonda de debates com o tema “Museus para uma sociedade sustentável”, no Espaço Multimídia do Museu da República, a partir das 18 horas.

Dia 27 de maio:

- Lançamento do livro “Há uma gota de sangue em cada museu”, do professor, poeta e museólogo Mário Chagas. No Pátio Interno do Museu da República, às 18 horas.

- Lançamento da revista “Cadernos do CEOM – Museologia Social”, de Mário Chagas e Inês Gouveia. . No Pátio Interno do Museu da República, às 18 horas.

Todos os eventos têm entrada franca. O Museu da República fica na Rua do Catete, 153, bairro do Catete, no Rio de Janeiro. Mais informações na página do Museu.

Texto e fotos: Divulgação Museu da República

Museu da República inaugura instalação ‘Nada acabará, nada ainda começou’

flores do baile2A Galeria do Lago no Museu da República (Ibram/MinC) inaugura, no próximo sábado (16) a instalação “Nada acabará, nada ainda começou”, do artista Raul Leal. A mostra, que tem curadoria de Isabel Sanson Portella, vai até o dia 28 de junho.

Tendo a figura de Nair de Teffé como fio condutor o artista vai apresentar trabalhos em pintura, texto e vídeo formando uma instalação que ocupará todo o espaço da galeria, que  abriga projetos de arte contemporânea que fazem uma conexão com a história e o acervo do museu.

Em 26 de outubro de 1914 a então primeira-dama do Brasil, Nair de Teffé, organizou uma recepção nos salões do palácio do Catete onde foram executadas obras de compositores populares brasileiros, culminando com a apresentação do Corta-Jaca, maxixe da compositora Chiquinha Gonzaga. A repercussão foi a pior possível, abalando ainda mais a pouca popularidade do presidente Hermes da Fonseca.

Ruy Barbosa declarou que nosso governo estava prestando as mesmas honras que merecia a música de Wagner às expressões mais chulas da nossa cultura, o mesmo Wagner que execrou a música de outros compositores que não aderiam ao seu credo musical, condenando-os à clandestinidade e a um preconceito sobre suas obras que durou décadas.

A música de Catulo da Paixão Cearense e Chiquinha Gonzaga nos salões do Catete foi recebida com tanto estranhamento quanto os “objets trouvés” dos dadaístas nas exposições de arte na mesma época. Aquela música estava deslocada, ocupava um lugar que não era destinado a ela. Paralelamente, músicos negros, trabalhadores dos bairros da Saúde e da Gamboa, tentavam organizar clubes onde pudessem tocar sua música sem serem taxados de desordeiros e acusados de vadiagem, aquelas pessoas também estavam deslocadas dentro da sociedade.

Contemporaneamente o músico André Mehmari foi achacado numa apresentação para estudantes da rede pública por executar composições de Ernesto Nazareth. A cantora Rita Beneditto foi proibida de se apresentar num evento gospel patrocinado pela prefeitura de Campo Grande devido ao título de seu show ser “Tecnomacumba”.

Até onde esses movimentos de segregação e exclusão são processos de dominação? É certo que a música une, mas poderá também separar? Apesar de patrimônio imaterial, o legado musical brasileiro também está sujeito a processos de construção e destruição. Traçando paralelos entre esses eventos, criando atritos e conexões a mostra não pretende exibir respostas, mas sim criar perguntas e questionamentos.

Sobre o artista Raul Leal

Raul Leal é artista visual radicado no Rio de Janeiro. Participou de diversas exposições individuais e coletivas em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Artes de Blumenau e Museu de Arte de Ribeirão Preto. Recebeu prêmios em diversos salões de arte e tem trabalhos em importantes coleções.

 

 

Editada pelo Museu da República, Revista do Professor completa 5 edições

Já se encontram disponibilizadas, em formato impresso, as cinco edições da Revista do Professor, publicação anual do Setor Educativo do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ). Os cinco números também se encontram disponíveis para leitura online na página do museu.

As cinco edições da Revista do Professor

As cinco edições da Revista do Professor

Fruto de um projeto pedagógico iniciado em 2008, a publicação é voltada para todos os educadores, inclusive aqueles que se dedicam ao trabalho em museus.

Inicialmente, a Revista do Professor contabilizava cinco edições, todas no formato online. Agora, os dois números mais recentes (edições 4 e 5) já se encontram impressos e à disposição dos interessados, gratuitamente.

Ferramenta educativa
A publicação surgiu da necessidade de mostrar aos professores a forma como o Museu da República atua no processo educativo multidisciplinar com os alunos, além de todo universo da comunidade educacional.

Abordando a história republicana, o patrimônio e a cidadania, a Revista do Professor destaca a exposição A Res publica brasileira, uma narrativa visual e textual da trajetória do período republicano brasileiro em suas variadas conjunturas político-sociais. Os textos da revista trazem ainda análises sobre o pensamento republicano ao longo do tempo, nas áreas de educação, arquitetura, literatura, astronomia, artes plásticas, cultura e meio ambiente, entre outros.

De acordo com a assessora técnica e coordenadora de Educação do Museu da República, Normanda Freitas, a revista é uma ferramenta educativa, um esforço para suprir as carências de publicações que abordem tais assuntos na formação dos profissionais do magistério, em todos os níveis.

Ela ressalta que a Revista do Professor objetiva mostrar a abrangência do acervo do Museu da República e sua relação com o trabalho do educador em sala de aula, estando aberta a todos os professores que desejarem contribuir com suas análises e reflexões sobre a conjuntura educacional do país.

Escolas, bibliotecas e professores interessados em adquirir gratuitamente as cinco edições impressas da revista podem entrar em contato com o Setor Educativo do Museu da República, pelos telefones (21)2127-0345 ou 2127-0332. Pedidos também podem ser encaminhados pelo e-mail mr.educa@museus.gov.br ou pelo página do museu, na aba fale conosco.

Texto e imagem: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Passaporte dos Museus Cariocas: saiba mais!

O que é o Passaporte?
O Passaporte dos Museus Cariocas nasce de uma parceria do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) com o Comitê Rio450, da Prefeitura do Rio de Janeiro, em comemoração aos 450 anos da cidade – celebrados no dia 1º de março de 2015.

Ao longo de 2015, o Passaporte dos Museus Cariocas dará direito a uma entrada gratuita em cada um dos 46 museus e centros culturais participantes. O passaporte lista quais museus da cidade e interior do Rio dão gratuidade em cada dia da semana. Basta escolher para qual museu deseja ‘viajar’ e apresentá-lo na bilheteria para ter sua entrada garantida e registrada com um carimbo.

Quanto custa o Passaporte dos Museus Cariocas?
Nada: sua viagem pelos museus participantes é gratuita.

É preciso ser carioca ou fluminense para utilizar o Passaporte dos Museus Cariocas?
Não. Qualquer pessoa pode retirar seu passaporte nos pontos de distribuição.

Onde retirar o passaporte?
São sete os pontos de distribuição:

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de março, 66 – Centro – Rio de Janeiro
http://culturabancodobrasil.com.br/portal/rio-de-janeiro/

Museu Aeroespacial
Av. Marechal Fontenelle, 2000 – Sucalap – Rio de janeiro
http://www.musal.aer.mil.br/

Museu da República
Rua do Catete, 153 – Catete – Rio de Janeiro
http://museudarepublica.museus.gov.br/

Museu de Arte do Rio
Praça Mauá, 5 – Centro – Rio de Janeiro
http://www.museudeartedorio.org.br/

Museu Nacional de Belas Artes
Av. Rio Branco, 199 – Centro – Rio de Janeiro
http://mnba.gov.br/portal/

Sítio Roberto Burle Marx
Estrada Roberto Burle Marx, 2.019 – Barra de Guaratiba
Tel.: (21) 2410-1412
www.sitioburlemarx.blogspot.com.br

Museu Imperial
Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ
Telefones: (24) 2233-0300 / (24) 2233-0360
www.museuimperial.gov.br

Posso retirar o Passaporte dos Museus Cariocas para outras pessoas?
Não.

Devo me identificar com algum documento para usar o Passaporte dos Museus Cariocas?
Não. Ele possui uma folha de identificação na qual são inseridos nome e identidade (RG no caso de brasileiros ou outro documento no caso de estrangeiros), a fim de personalizar o documento, e e-mail, que é um contato para o caso de perda do documento.  No entanto, não é necessária a posse de documento.

É necessário fazer algum tipo de cadastro para receber o Passaporte dos Museus Cariocas?
Não. O Passaporte pode ser retirado em seus sete pontos de distribuição sem necessidade de cadastro.

Qual é a validade do meu Passaporte dos Museus cariocas?
O Passaporte tem validade até 31 de dezembro de 2015.

Posso usar mais de uma vez o Passaporte para visitar o mesmo museu?
Não. O Passaporte dos Museus Cariocas garante uma gratuidade, registrada pelo carimbo, em cada uma das 46 instituições participantes.

Veja a lista de instituições segundo dia da semana de gratuidade e boa viagem!

* Sugerimos que os visitantes entrem em contato com as instituições para confirmar horário de funcionamento e evitar transtornos durante o passeio. 

Domingo

Caixa Cultural
Casa Daros
Casa França-Brasil
Centro Cultural Banco Do Brasil
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho Do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque Das Ruínas
Fundação Eva Klabin
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Casa da Hera
Museu Casa de Benjamin Constant
Museu Casa de Rui Barbosa
Museu da Chácara do Céu
Museu da República
Museu de Arte do Rio
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu de Ciências da Terra
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu Histórico Nacional
Museu Nacional de Belas Artes
Museu Naval
Paço Imperial
Palácio Tiradentes

Segunda

Arquivo Nacional
Biblioteca Nacional
Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio De Janeiro (Antigo Museu do Trem)
Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea
Museu Casa da Hera
Museu da Chácara do Céu
Museu da Justiça do Estado do Rio De Janeiro
Museu de Imagens do Inconsciente
Museu Villa-Lobos
Palácio Tiradentes

Terça

Arquivo Nacional
Biblioteca Nacional
Caixa Cultural
Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio De Janeiro (Antigo Museu do Trem)
Casa França-Brasil
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque Das Ruínas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea
Museu Casa da Hera
Museu Casa do Pontal
Museu da Justiça do Estado do Rio De Janeiro
Museu da Maré
Museu da República
Museu da Vida
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu de Ciências da Terra
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana
Museu de Imagens do Inconsciente
Museu Naval
Museu Villa-Lobos
Paço Imperial
Palácio Tiradentes

Quarta

Arquivo Nacional
Biblioteca Nacional
Caixa Cultural
Casa Daros
Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio De Janeiro (Antigo Museu do Trem)
Casa França-Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque Das Ruínas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Fundação Eva Klabin
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea
Museu Casa da Hera
Museu da Chácara Do Céu
Museu da Justiça do Estado do Rio De Janeiro
Museu da Maré
Museu da República
Museu da Vida
Museu de Arte Moderna do Rio De Janeiro
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu de Ciências da Terra
Museu de Favela
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Açude
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu de Imagens do Inconsciente
Museu Imperial
Museu Militar Conde De Linhares
Museu Naval
Museu Villa-Lobos
Paço Imperial
Palácio Tiradentes

Quinta

Arquivo Nacional
Biblioteca Nacional
Caixa Cultural
Casa Daros
Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio De Janeiro (Antigo Museu do Trem)
Casa França-Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque Das Ruínas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea
Museu Casa da Hera
Museu da Chácara do Céu
Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Museu da Maré
Museu da República
Museu da Vida
Museu de Astronomia E Ciências Afins
Museu de Ciências Da Terra
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu de Imagens do Inconsciente
Museu Nacional
Museu Naval
Museu Villa-Lobos
Paço Imperial
Palácio Tiradentes
Sítio Roberto Burle Marx

Sexta

Arquivo Nacional
Biblioteca Nacional
Caixa Cultural
Casa Daros
Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio de Janeiro (Antigo Museu do Trem)
Casa França-Brasil
Centro Cultural Banco Do Brasil
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque Das Ruínas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea
Museu Casa da Hera
Museu da Chácara do Céu
Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro
Museu da Maré
Museu da República
Museu da Vida
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu de Ciências da Terra
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu de Imagens do Inconsciente
Museu Naval
Museu Villa-Lobos
Paço Imperial
Palácio Tiradentes

Sábado

Biblioteca Nacional
Caixa Cultural
Casa Daros
Casa França-Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Correios
Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)
Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Memorial Municipal Getúlio Vargas
Museu Aeroespacial
Museu Casa da Hera
Museu da Chácara do Céu
Museu da Maré
Museu da República
Museu da Vida
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Museu de Ciências da Terra
Museu de Folclore Edison Carneiro
Museu do Índio
Museu do Meio Ambiente
Museu Histórico da Fortaleza de São João
Museu Naval
Paço Imperial
Palácio Tiradentes

Museu da República cria mostra virtual sobre dedicatórias a Getúlio Vargas

bannerO Museu da República (Ibram/MinC) apresenta a mostra virtual Dedicatórias a Getúlio Vargas: Fragmentos de uma Biblioteca, que pode ser vista na página do museu na internet.

A exposição foi criada como continuidade da mostra presencial Saio da vida para entrar na memória, em exibição no Palácio do Catete, aberta à visitação até o dia 19 de abril.

A iniciativa consistiu num esforço para propiciar aos leitores e pesquisadores uma nova visão dos livros que compõem parte do acervo de obras raras da Coleção Getúlio Vargas, localizada na biblioteca do museu.

Essa releitura é feita a partir das dedicatórias em livros ofertados ao ex-presidente Vargas, de um modo geral, em diversas fases de sua vida pública, desde a época em que atuava como advogado e político no Rio Grande do Sul, até sua chegada à chefia do governo federal, na condição de ditador no período do Estado Novo e, posteriormente, como senador e presidente eleito pelo voto direto.

Biblioteca particular
De acordo com Valeria Gauz, bibliotecária do Museu da República e curadora da exposição virtual, a mostra disponibiliza as dedicatórias de alguns dos livros que compuseram a biblioteca particular de Vargas, selecionando diversas mensagens em homenagem ao político gaúcho, feitas por personagens que conheceram e/ou conviveram com o ex-presidente.

Gauz destacou a importância do “diálogo” estabelecido entre os livros da biblioteca com os acervos arquivísticos e museológicos do museu. Desta forma, cada dedicatória vem acompanhada de sua transcrição e de informações sobre fatos históricos protagonizados por Getúlio Vargas, dados biográficos do autor, editor ou outra pessoa citada e curiosidades bibliográficas; além de links para a visualização de alguns objetos museológicos e documentos do Arquivo Histórico, reunindo coleções e acervos pertinentes do Museu da República. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Instalação Malha Atlântica inaugura programação 2015 do Museu do Açude

Malha Atlântica, de Ricardo Ventura, no Museu do Açude

Malha Atlântica, de Ricardo Ventura, no Museu do Açude

O Museu do Açude (Ibram/MinC)  inaugurou sua programação 2015 de instalações temporárias neste domingo (29), com a abertura ao público da obra  Malha Atlântica, do artista Ricardo Ventura.

Ventura pendurou cerca 60 ânforas em árvores localizadas em uma clareira no parque florestal do Museu. Suspensos por fios de aço, os objetos produzem uma espécie de jogo mágico com os raios de luz do sol, vento e o movimento dos galhos, e, em particular com o balanço de seu suporte, os palmitos-juçara. Em um uma pequena escavação na trilha da clareira, Ventura coloca outras ânforas em madeira e em cobre aramado.

Para o crítico de arte Marcelo Campos, “a obra de Ricardo Ventura funciona mesclando o sublime e o religioso. Como em qualquer ambiente mítico, somos convidados ao centro para experimentar a luz, ouvir o vento nas folhas, habitar, sem muros, a natureza”, diz.

E continua: “uma dupla sensação parece nos dominar. Permanecemos protegidos pela luz, a ‘luz’, metáfora da ilusão iluminista sobre o esclarecimento das enciclopédias que definiam o mundo a nossa volta. Em contraposição, avançamos sobre o proibido, adentramos um núcleo pouco acessível e podemos ser o que somos, pura natureza”.

Malha Atlântica está incluída no circuito de Projetos Temporários de instalações de arte contemporânea do Museu do Açude, do qual participaram Carla Guagliardi e Tatiana Grinberg (2013 e 2014). Neste ano, além da obra de Ventura, o Museu apresentará o trabalho de João Modé.

Os Projetos temporários dialogam com do Espaço de Instalações Permanentes, composto por obras de Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, Helio Oiticica, Lygia Pape, Nuno Ramos, Piotr Uklanski e Eduardo Coimbra, com curadoria de Marcio Doctors. Uma iniciativa inédita que une arte contemporânea e meio ambiente tornando a Floresta da Tijuca um sitio para experimentações artísticas. Saiba mais.

Texto: Divulgação Museu do Açude
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Vicente de Mello

Exposição exibe gravuras de Debret pertencentes à Coleção Castro Maya

debretNo ano em que o Rio de Janeiro celebra seus 450 anos, uma mostra inédita oferece a cariocas e visitantes a oportunidade de apreciar de perto a visão de um dos maiores pintores viajantes franceses sobre a “cidade maravilhosa”.

Em cartaz no Centro Cultural Correios, a mostra “O Rio de Janeiro de Debret” apresenta 120 obras originais de Jean-Baptiste Debret (1768-1848). As obras pertencem à Coleção Castro Maya, que reúne a maior coleção de Debret existente no Brasil: são mais de 500 originais do artista sob a guarda do Museu Chácara do Céu, vinculado ao Ibram.

O pintor residiu no Rio de Janeiro entre 1816 e 1831 e durante sua estada pôde acompanhar as grandes transformações pelas quais passava a sociedade brasileira como consequência da vinda da Corte Portuguesa parao Rio de Janeiro em 1808. No Rio, Debret foi testemunha de momentos decisivos e de atos governamentais que iam mudando a feição política, social e cultural do país e também integrante da vida cotidiana da cidade.

Cronista do Rio - A iconografia do Brasil no período de transição de um modo de vida colonial para o de Nação independente ficou monopolizada pelo retrato criado pelo artista através dos desenhos e aquarelas produzidos durante sua estada na Corte, razão pela qual Debret não poderia ficar de fora das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro.

“Debret é o cronista maior da vida do Brasil na primeira metade do século XIX. Ele acompanhou e documentou visualmente o início do Brasil como Nação independente, especialmente no Rio de Janeiro”, explica a curadora da mostra, Anna Paola Baptista.

A exposição, que tem o apoio institucional do Consulado da França no Rio de Janeiro e é evento oficial da Programação dos 450 anos da cidade, ficará em cartaz até o dia 3 de maio no Centro Cultural Correios, situado na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro da capital fluminense.

Texto: Bruno de Aragão (Ascom/Ibram)

MHN e MNBA integram Circuito Cultural Rio Ônibus

Nos dois últimos domingos de março, dias 22 e 29, a Rio Ônibus – que reúne as 43 empresas que operam no sistema de transporte coletivo na cidade do Rio de Janeiro – promove mais uma edição do Circuito Cultural Rio Ônibus.

A iniciativa oferecerá a cariocas e turistas transporte gratuito aos principais museus do centro da cidade e ao Theatro Municipal, com guias e apresentações musicais exclusivas. Vinculados ao Ibram, o Museu Histórico Nacional (MHN) e o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) participam da ação.

Entre as atrações desta edição, que celebra os 450 anos do Rio, estão incluídos também o Museu de Arte do Rio (MAR), o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Espaço Meu Porto Maravilha e o Instituto Pretos Novos (IPN).

Os visitantes poderão embarcar e desembarcar em qualquer ponto do roteiro, permanecendo por quanto tempo desejarem em cada atração, que neste dia terão entradas gratuitas para suas principais exposições. Não é preciso inscrição prévia: o evento é aberto a todos.

Cinco ônibus com ar-condicionado farão o circuito, parando em pontos que estarão sinalizados com placas com a identidade visual do evento, com intervalos de dez minutos, no período entre 10h e 18h. Os veículos têm piso baixo, para facilitar a entrada e saída dos passageiros. O projeto orienta que os passageiros levem filtro solar, chapéu e água e faça sua programação organizando o seu tempo no circuito.

O Museu Histórico Nacional, que estará excepcionalmente aberto nos dois domingos para receber os participantes do projeto, das 10h às 18h, recebe no dia 29, a partir das 11h, uma das atrações musicais programadas a edição deste ano: o Projeto Mobilidade Sonora, com a Orquestra Tuhu executando músicas do compositor Heitor Villa-Lobos. No mesmo dia, a partir das 16h, o MHN recebe as orquestras Violões do Forte Copacabana e SindiRefeições-RJ.

Em suas três edições anteriores, o Circuito Cultural Rio Ônibus realizou mais de 17 mil viagens a instituições culturais da cidade. Confira a programação completa deste ano.

Texto:  Bruno Aragão/Ascom

MNBA abre exposição de pinturas de artista chilena no Rio

Delicadeza, violência e denúncia convivem numa tensão lúdica nas telas da artista plástica e professora chilena Macarena Acharán na exposição Menina dos Óleos – que abriu hoje (10), e fica em cartaz até 12 de abril, no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

Os trabalhos da artista chilena dialogam com o universo feminino

Os trabalhos da artista chilena dialogam com o universo feminino

Sob curadoria do poeta ítalo-brasileiro Carlos Dimuro, a inquietação da artista está nas tintas e no movimento das pinceladas presentes nos quadros, que denunciam a condição da mulher no mundo.

Composta por 23 telas a óleo, como já indica o nome da exposição, as obras apresentam, segundo o curador,  “mulheres de todas as etnias, credos e estéticas, além dos mistérios que caracterizam o universo feminino”.

Segundo o crítico e poeta brasileiro Ferreira Gullar, uma das virtudes no trabalho de Acharán é que nele a linha que representa a figura humana – quase sempre o corpo feminino – é parte de uma expressão mais rica, que transcende a representação figurativa, imprimindo-lhe dramaticidade e denúncia.

Chile e Brasil
Macarena tem na sua formação estudos na Pontifícia Universidade Católica do Chile em Licenciatura em Arte com menção em Pintura (1978 – 1982). A artista também estudou no Brasil em três oportunidades, em São Paulo e Brasília, nos anos 90.

Alguns de seus trabalhos fazem parte de acervos de museus latino-americanos e europeus. No Brasil, Macarena Acharán já realizou exposições em São Paulo e Rio de Janeiro entre os anos de 1993 e 1994.

A entrada para a exposição é gratuita durante todo o mês de março. O MNBA localiza-se na Avenida Rio Branco, 199 (Cinelândia), e funciona de terça a sexta, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h. Outras informações pelo telefone (21) 3299.0600.

Texto e foto: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram

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