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Paleontólogo é o novo diretor do Museu Nacional no RJ

O paleontólogo Alexander Kellner tomou posse ontem (7) como diretor do Museu Nacional/UFRJ para o quadriênio 2018/2021. Kellner foi o vencedor, com 63,72% dos votos, da consulta realizada junto ao corpo social da instituição.

O paleontólogo e geólogo integra a equipe do Museu Nacional há 20 anos

O paleontólogo e geólogo integra a equipe do Museu Nacional há 20 anos

Há 20 anos no Museu Nacional, o pesquisador, também geólogo e curador, foi chefe de Departamento de Geologia e Paleontologia e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Zoologia. Também é professor titular da instituição e membro da Academia Brasileira de Ciências desde 1997.

As atividades em comemoração aos 200 anos do Museu Nacional neste ano e a revitalização da instituição estão entre as prioridades da gestão.

A nova direção conta ainda com os professores Cristiana Serejo (vice- diretora), Luiz Fernando Dias Duarte (diretor adjunto técnico-científico), Lygia Dolores Ribeiro de Santiago Fernandes (diretora adjunta de Ensino) e o museólogo Wagner William Martins (diretor adjunto administrativo).

Primeiro museu do Brasil, criado por D.João VI em 1818, a instituição hoje vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro, é também a mais antiga do país nas áreas de História Natural e Antropologia.

Desde 1892, o Museu Nacional está sediado no Paço de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio – residência oficial da família imperial até a Proclamação da República (1889).

Fonte: Agência Brasil/Paulo Virgílio
Edição: Ascom/Ibram
Foto: ABC/Divulgação

MNBA completa 81 anos com homenagens e duas novas exposições

Edifício do MNBA no início do século XX: 81 anos de história em exposição

Edifício do MNBA no início do século XX: 81 anos de história em exposição

No sábado (13), o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), completa 81 anos de criação e celebra a data com a entrega de diplomas e a abertura de duas novas exposições.

A cerimônia, que tem início às 11h e é aberta ao público, contará com a presença do Ministro da Cultura, Sérgio de Sá Leitão, e do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Mattos Araujo.

O Diploma Quirino Campofiorito é entregue pelo museu desde 2011 para personalidades que contribuíram de forma relevante para a preservação da arte, do patrimônio e da cultura brasileira. Neste ano serão agraciados ex-diretores da instituição e funcionários do museu – como Lígia Martins, atualmente com 104 anos.

Após a apresentação do Coral Unati, da Universidade Candido Mendes, serão abertas duas novas exposições: A reinvenção do Rio de Janeiro e O espaço da arte.

Resgate da memória e arte brasileira
Cerca de 60 peças, entre pinturas, documentos, objetos, gravuras e fotografias, compõem a exposição A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a memória arquitetônica do MNBA, que se propõe a resgatar parte da história do museu criado em 1937 e aberto ao público a partir de 1938.

Obra de Portinari (Brodósqui, 1948) estará em exposição no MNBA

Obra de Portinari (Brodósqui, 1948) estará em exposição no MNBA

A curadoria dos técnicos do museu dividiu a exposição em três núcleos: as origens do museu, abordando o papel seminal da Academia Imperial de Belas Artes; a modernização da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco), a partir de 1904; e, por último, o protagonismo do MNBA no cenário nacional e internacional.

O aspecto da preservação também integra a mostra, ao abordar a restauração do prédio que sedia o museu – inaugurado há 110 anos.

Em processo de reformulação, a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea fará uma prévia do que está por vir com a exposição O espaço da arte. Estarão à mostra 51 obras da coleção MNBA, reunindo trabalhos de artistas que impactaram as artes visuais brasileiras a partir do século XX.

Optando pela abordagem da espacialidade na obra de arte, os curadores da exposição lembram que suas transformações ao longo do século passado foram essenciais para se entender as mudanças visuais e conceituais que geram conseqüências no fazer de hoje.

As exposições ficam em cartaz até 27 de maio. Saiba os horários, preço de ingressos e como chegar ao MNBA.

Texto e imagens: MNBA/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

MNBA recebe Trezena de São Sebastião na segunda-feira (8)

Foto de Gustavo de Oliveira

Foto de Gustavo de Oliveira

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe na próxima segunda-feira (8), a partir das 18h, a Trezena de São Sebastião.

Com o tema ‘São Sebastião superou tudo por amor’, a Trezena do Padroeiro da cidade do Rio de Janeiro começa no dia 7 de janeiro. Em sua 8ª edição, vai passar por 105 lugares , entre paróquias e capelas dedicadas ao santo, hospitais, cemitérios, asilos, casas de recuperação de dependentes químicos, locais e pontos turísticos, museus, além de instituições públicas e privadas.

Seu roteiro compreende treze dias de visita da imagem peregrina, conduzida pelo Arcebispo Metropolitano, Cardeal Orani João Tempesta. A Trezena se encerra em  20 de janeiro, data em que comemora o seu dia (feriado municipal).

Confira programação e agenda completa da Festa do Padroeiro, no site da Arquidiocese do Rio de Janeiro: https://goo.gl/7BT6Rq

Mais informações: https://goo.gl/sBv4Fo

MNBA recebe mostra de gravuras da Coleção Itaú Cultural

Auto retrato com boina e roupa bordada, feita em 1642, água-forte, de Rembrandt Van Rijn

Auto retrato com boina e roupa bordada, feita em 1642, água-forte, de Rembrandt Van Rijn

O Museu Nacional de Belas Artes (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro, recebe de hoje (26) a 18 de fevereiro de 2018, a exposição Imagens Impressas: um Percurso Histórico pelas Gravuras da Coleção Itaú Cultural.

Com curadoria de Marcos Moraes, a mostra mapeia cinco séculos da produção gráfica europeia, com mais de 140 das 451 imagens impressas que compõem este acervo. São apresentadas, de forma didática, as diferentes técnicas de gravuras dos séculos XV a XIX.

O acervo acompanha a evolução das técnicas, suas inovações e o desenvolvimento de uma linguagem gráfica. Há desde xilogravuras – imagens produzidas a partir de matrizes de madeira – do século XV até obras do século XIX, quando a gravura chegou à sua autonomia. A exposição já passou por Santos, Curitiba e Fortaleza antes de chegar ao Rio.

Entrega do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade celebra 80 anos do Iphan

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) comemora seus 80 anos com uma série de eventos, que acontecem de 24 a 27 de outubro no Rio de Janeiro. O destaque da programação é a cerimônia de entrega do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, a mais importante premiação do país voltada para ações de valorização, promoção e preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro.

Em sua 30ª edição, o Prêmio contemplou oito projetos dos estados do Amapá, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul e São Paulo. Durante a cerimônia, que acontece no dia 24 de outubro, às 19h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Iphan também vai homenagear parceiros, entre instituições e personalidades, que se destacaram nos últimos 80 anos na gestão do Patrimônio Cultural, com a Medalha Mário de Andrade, instituída para celebrar os 80 anos do Instituto.

Serão homenageados, entre outros, o presidente do Ibram, Marcelo Araújo, enquanto membro do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, o Museu Histórico Nacional e o Museu Nacional de Belas Artes.

E nos dias 26 e 27 de outubro, no auditório do Museu do Amanhã, ainda em comemoração ao aniversário, o Iphan promove o Seminário Internacional O Futuro do Patrimônio, cujo objetivo é refletir sobre a evolução da política de preservação e a gestão do Patrimônio Cultural. O evento vai reunir especialistas de todo o mundo para trocar experiências e debater um modelo sustentável para a gestão patrimonial. Saiba mais sobre a programação aqui.

Museu da República e Colégio Pedro II assinam termo de cooperação

Interior do Museu da República no Rio

Interior do Museu da República/Ibram no Rio

O Museu da República (Ibram/MinC) e o Colégio Pedro II, ambos no Rio de Janeiro (RJ), formalizaram os termos da parceria de estímulo à iniciação científica existente há dois anos entre as instituições.

A assinatura do acordo foi feita pela diretora do Museu da República, Magaly Cabral, pelo reitor Oscar Halac, e pelo diretor de Pesquisa do Colégio Pedro II, Jorge Fernando de Araujo, na última semana. O extrato do termo foi publicado do Diário Oficial na segunda-feira (2).

Com a formalização do acordo, o Colégio Pedro II passará a oferecer bolsas de iniciação científica para os estudantes envolvidos, e também para o Museu da República. Magaly Cabral, que foi estudante do Pedro II, explicou como funciona o projeto. “Incialmente os alunos percorrem os bastidores do museu e se informam sobre as diversas atividades que o museu desenvolve na suas diversas áreas. Depois de conhecerem os bastidores, eles escolhem em que área querem se especializar”.

Atualmente, 12 estudantes do Colégio Pedro II participam do projeto. O diretor Jorge Fernando destacou os benefícios da iniciação científica para os estudantes. “Eles precisam ser ‘despertados’, ter sua vocação estimulada. Quem sabe não estimulamos futuros historiadores, museólogos ou arquivologistas?”, comentou.

Texto: Ascom Colégio Pedro II
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Museu da República/Divulgação

Fundo arquivístico busca reconstituir trajetória do MCBC no Rio

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberá melhorias

Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram no Rio

Com a criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2009, os museus federais até então sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foram incorporados à estrutura da mais nova autarquia do Ministério da Cultura (MinC) – entre eles está o Museu Casa de Benjamin Constant (MCBC/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

A proximidade histórica entre os museus federais e o Iphan deixou ‘rastros documentais’. Com o intuito de reunir documentos dispersos, realizou-se extensa pesquisa nos acervos do órgão, que autorizou a reprodução fotográfica do material encontrado.

Historiador do MCBC, Marcos Felipe de Brum conduziu a pesquisa e a supervisão da equipe de estagiários envolvidos no projeto. “Nosso cotidiano de pesquisa baseia-se num relacionamento apaixonado com documentos. Mas trabalhar na formação e organização de coleções requer paciência”, explica.

Fundo MCBC
Atualmente com cinco fundos arquivísticos, que contemplam documentação doada pela família de Benjamin Constant, o novo projeto é a formação do Fundo MCBC, que deverá congregar documentos sobre a história do museu que permanecem nos arquivos físicos do Iphan.

Para, Elaine Carrilho, diretora do museu, o fundo deve “contribuir para a preservação da memória institucional e permitir o tratamento arquivístico adequado da documentação em dossiês temáticos a serem disponibilizados aos pesquisadores”.

Residência de Benjamin Constant (1836-1891), figura de destaque na fundação da República brasileira, o imóvel localizado em extensa área verde no bairro de Santa Teresa foi adquirido pela União logo após o falecimento do estadista.

Aberto desde 1982, ou seja, há 35 anos, e atualmente passando por obras de modernização, o museu expõe objetos, obras de arte e mobiliário que recriam o modo de vida do final do Século XIX e início do Século XX no Rio.

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivísitco

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivístico

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Casa de Benjamin Constant. Acesse também a publicação digital da coleção Museus Ibram sobre o MCBC.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MCBC/Divulgação

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Publicações guardam aspectos relevantes da memória institucional do MHN

O Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro (RJ), criado em 1922 no âmbito das comemorações do Centenário da Independência do Brasil, é o mais antigo museu ligado ao Ibram. Voltado para a construção de memórias nacionais e suas representações, devota especial atenção à produção e preservação de suas memórias institucionais.

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Instituição quase centenária, o museu é consciente de seu papel na sociedade e da importância de sua trajetória. Grande parte dessa trajetória está registrada nos Anais do Museu Histórico Nacional. Desde o primeiro volume, datado de 1940 até os atuais, todos podem ser acessados na página web do museu.

Ali também estão disponíveis os relatórios de atividades e os processos de entrada de acervo correspondentes ao período de 1922 até a década de 1970, além da Hemeroteca Gustavo Barroso.

Formação e preservação
Para a equipe do museu, a análise dessa documentação disponibilizada ao grande público tem contribuído para a produção do conhecimento sobre a história do MHN e sua atuação tanto na formação de profissionais de museologia, quanto na preservação do patrimônio nacional.

Trata-se de duas ações pioneiras do museu: a criação do Curso de Museus, em 1932, e da Inspetoria de Monumentos Nacionais em 1934.

O curso de museus funcionou sob a responsabilidade e nas dependências do MHN até 1979, quando foi transferido para a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Em funcionamento até hoje, é uma referência na formação de museólogos. Já a Inspetoria de Monumentos Nacionais foi um órgão efêmero e extinto em 1937, em função da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) – órgão anterior ao Iphan. Em seu período de existência, a Inspetoria restringiu suas atividades à conservação e restauração de igrejas, pontes e chafarizes na cidade mineira de Ouro Preto – decretada Monumento Nacional em 1933.

Além disso, o MHN promove ações comemorativas que contribuem para a divulgação da memória institucional. No âmbito das atividades da Primavera dos Museus, com o tema Museus e suas memórias, e também na preparação da agenda para seu centenário em 2022, o Museu Histórico Nacional mais uma vez sublinha os trabalhos de produção e divulgação das suas memórias institucionais com projetos de eventos, livros, exposição e catálogos.

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MHN/Divulgação

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Livros e filmes abordam a memória institucional dos Museus Castro Maya

O tema Museus e suas memórias guia as atividades para a 11ª Primavera dos Museus – que acontece entre 18 e 24 de setembro de 2017.

Ottoni de Castro Maya no Museu do Açude

Ottoni de Castro Maya no Museu do Açude

Os museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que coordenada a temporada nacional de eventos, têm desenvolvido ações que buscam a preservação da memória institucional enquanto parte legítima de suas histórias.

A trajetória dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro (RJ), por exemplo, remonta diretamente à memória de Raymundo Ottoni de Castro Maya (1884-1968).

Industrial, editor de livros, esportista, defensor do patrimônio histórico, artístico e natural cariocas e, especialmente, colecionador de arte, seu acervo deu origem às duas instituições reunidas nos Museus Castro Maya: Museu da Chácara do Céu, no bairro de Santa Teresa, e Museu do Açude, no Alto da Boa Vista.

Histórias entrecruzadas
Os dois espaços foram residências de Castro Maya. O estilo refinado do mecenas ficava visível quando realizava recepções para personalidades mundiais e amigos no Rio.“Este período está registrado no primeiro livro que publicamos, em 1997, sobre nosso patrono – Castro Maya, anfitrião”, explica Vera Alencar, diretora dos museus.

“A publicação foi o início de uma série editorial que não só revela os múltiplos aspectos da atuação de Castro Maya na vida da cidade, como também resgata parte da memória dos museus, através das diferentes facetas de sua personalidade”, acrescenta.

50 anos do Museu do Açude

Museu do Açude durante comemoração dos seus 50 anos de criação (2014)

Por meio da produção editorial tem sido abordados aspectos relevantes: Castro Maya, bibliófilo; Castro Maya, colecionador de Debret; Castro Maya, colecionador de Portinari e Castro Maya e a Floresta da Tijuca são publicações que conectam a história de Castro Maya com os acervos das instituições. Conheça essas e outras publicações na Livraria do Ibram.

A exposição permanente Retratos de Raymundo, que recepciona os visitantes no Museu do Açude,  faz um recorte dessas diversas facetas do colecionador carioca.

Memória audiovisual
Além dos livros, três filmes também registram aspectos da memória dos museus. O mais antigo deles, O olhar de Castro Maya (2004), foi dirigido por Sylvio Tendler a partir de filmes 16mm realizados por Castro Maya entre 1930 e 1960.

Já em 2016, o documentário Castro Maya, carioca da perfeição, também sob direção de Tendler, retomou parte das imagens de arquivo e propôs uma nova abordagem para a relação entre memórias e acervos.

Outro documentário que vale o registro é Museus Castro Maya (2008), realizado por Marco Altberg, e que faz um recorte mais ligado às instituições.

Interior do Museu da Chácara do Céu/Museus Castro Maya no Rio

Interior do Museu da Chácara do Céu/Museus Castro Maya no Rio

Outros dois projetos que também se relacionam à memória dos museus são o Encontro de Colecionadores e Os amigos da gravura.

O primeira convida colecionadores particulares ou instituições para exposições na Chácara do Céu, com o propósito de estabelecer um diálogo entre acervos e coleções, intercalando memórias e permitindo novas leituras.

O segundo, criado pelo próprio Castro Maya em 1948, convida artistas para participar com um trabalho inédito em gravura, com tiragem limitada, que é incorporado ao acervo do museu.

Conheça mais sobre os Museus Castro Maya e assista episódio do programa Conhecendo Museus. Saiba como participar da 11ª Primavera dos Museus.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Museus Castro Maya/Divulgação

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Ibram abre chamada para diretor do Museu da República/Palácio Rio Negro

Museu da República no Rio (RJ)

Museu da República no Rio (RJ)

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou público, nesta segunda-feira (31), o edital da chamada pública para o cargo comissionado de diretor do Museu da República/Palácio Rio Negro, unidade museológica que integra o Ibram no Rio de Janeiro (RJ)

A seleção pública será realizada mediante critérios técnicos e objetivos de qualificação, avaliados por Comissão de Seleção através de análise de currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho. Realizado em três etapas, o processo seletivo inclui ainda entrevista oral de caráter classificatório.

Poderão concorrer ao cargo servidores públicos ou não, com formação acadêmica, conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu, além de experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações de governo e entidades da sociedade em geral. Confira todas as condições no edital.

Interessados em candidatar-se ao cargo devem encaminhar os documentos requisitados no edital para o endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, informando no assunto “Chamada Pública Museu da República/Palácio Rio Negro”, até às 23h59min do dia 28 de setembro de 2017.

Todos os documentos para concorrer à seleção estão disponíveis para download.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu da República/Divulgação

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