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Presidente do Ibram realiza segunda visita técnica a museus do RJ

O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araujo, realiza, desde a sexta-feira (13), visitas técnicas a unidades da rede de museus Ibram no estado do Rio de Janeiro (RJ), além de outras instituições museológicas no Rio.

Esta é a segunda série de visitas a museus do Ibram no RJ desde que Marcelo Araujo assumiu o cargo – a primeira foi em outubro do ano passado. No total, o Ibram possui 14 museus no estado.

Agenda
No dia 13, na capital fluminense, Araujo visitou o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), onde participou das celebrações pelos 80 anos de criação do museu. Saiba mais.

80 anos do MNBA: Marcelo Araujo acompanhou a programação no Rio

80 anos do MNBA na sexta (13): Marcelo Araujo acompanhou a programação no Rio

Nesta segunda-feira (16), o presidente conhece a futura sede da Representação Regional do Ibram no centro do Rio. Também visita o Museu Villa-Lobos/Ibram, localizado no bairro de Botafogo, atualmente fechado para obras de modernização.

A agenda, que inclui reuniões com as equipes de cada museu da rede Ibram, prossegue na terça-feira (17), com visita ao Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI), em Niterói (RJ); e segue na quinta-feira (19) com ida ao Museu Casa da Hera, na cidade de Vassouras (RJ).

“Busco uma gestão mais próxima e forte entre equipes. As visitas técnicas são importantes para conhecer e conversar com os servidores de cada museu”, explica o presidente do Ibram. “É fundamental pensar o instituto como uma equipe única e integrada, capaz de desenvolver projetos transversais”.

Ao longo da semana, ele participa ainda de compromissos públicos e visitas técnicas a outros museus cariocas – como Museu do Samba, Sítio Burle Max, Museu da Maré e Instituto Casa Roberto Marinho.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MNBA/Divulgação

MNBA celebra 80 anos de criação com uma série de atividades

Divulgação MNBA

Desenho de Grandjean de Montigny que integra a nova exposição do MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes/ Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), comemora, nesta sexta-feira (13), 80 anos de sua criação e preparou uma série de eventos para celebrar a data.

Abrindo a agenda de exposições de 2017, será inaugurada a mostra Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no século XIX – Planos e projetos de um arquiteto francês para uma metrópole em construção.  A data marca os 80 anos de criação do MNBA, em 1937, por Getúlio Vargas.

Grandjean de Montigny (1776-1850) desembarcou no Brasil em 1816, integrando a Missão Artística Frances, chefiada por Joaquim Lebreton.

Os traços do arquiteto Montigny desempenharam um papel relevante pelas transformações e adaptações produzidas na paisagem da cidade do Rio, visando se adaptar ao novo status adquirido.

Para as curadoras da exposição, Laura Abreu e Claudia Ribeiro, a ideia é fazer com que o visitante percorra um Rio de Janeiro do início do século XIX, numa perspectiva de visão do mar para o verde das montanhas que emolduram a sua paisagem. A mostra exibe originais do acervo do MNBA e reprodução de obras da Biblioteca Nacional,  do Museu D. João VI(da EBA/UFRJ), e do Arquivo Nacional.

Também no dia 13, haverá diplomação dos agraciados com o Prêmio Quirino Campofiorito, posse da diretoria da Associação de Amigos do MNBA, recital de violino e piano com Priscila Ratto e Katia Balloussier, lançamento dos livros Alegoria às Artes – Léon Pallière e trezena de São Sebastião, com a presença do Cardeal Dom Orani Tempesta. As atividades começam ao meio-dia e têm entrada franca. Saiba mais.

Texto e imagem: MNBA/Divulgação

Museus da rede Ibram em três estados iniciam obras de requalificação

Tiveram início nesta semana as obras de recuperação emergencial do Museu das Missões, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em São Miguel das Missões (RS), após tornado que atingiu o Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo no primeiro semestre deste ano – causando danos à estrutura e acervo do museu.

Operários cercam área do Museu das Missões onde haverá obras emergenciais

Operários cercam área do Museu das Missões para obras emergenciais

Na parte arquitetônica, a empresa responsável pela obra iniciou a montagem de tapumes para isolar o Pavilhão Lucio Costa e a Casa do Zelador durante as obras. A cobertura da Sacristia Velha também será restaurada.

Com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) na ordem de R$ 1,6 milhão, o prazo para a conclusão dos trabalhos das obras emergenciais é de aproximadamente três meses, com possibilidade de prorrogação, caso seja necessário, para a devolução do museu ao seu projeto original.

Projetado em 1940 pelo arquiteto Lucio Costa (1902-1998), o Museu das Missões é parte de sítio arqueológico considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco.

Reunindo representativa coleção pública de imagens sacras e fragmentos missioneiros do Mercosul, exibe ao público uma coleção da arte barroca elaborada pelos índios guarani nas reduções jesuíticas (séculos XVI e XVII).

Obras em MG e RJ
Outro museu da rede do Instituto Brasileiro de Museus que iniciou esta semana um processo de restauração integral foi o Museu Regional de Caeté, em Minas Gerais (MG).

A diretora do museu B.Constant com o presidente do Ibram em recente visita

A diretora do museu B.Constant, Eliane Carrilho, com Marcelo Araujo, presidente do Ibram, em recente visita ao museu antes do início das obras

A intervenção física será realizada com o intuito de preservar as características estruturais, formais e estéticas do museu, situado em antigo sobrado de fins do século XVIII, na cidade de Caeté, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1950.

O prazo previsto para a execução dos serviços será de 12 meses e o custo é de aproximadamente R$ 2,7 milhões. Saiba mais.

Já a primeira fase das obras de restauração no Museu Casa de Benjamin Constant, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), também já iniciadas, envolvem dois prédios históricos: a casa onde morou Benjamin Constant e a sede administrativa, a “casa amarela” – construídos nos séculos XIX e XX, respectivamente. Para esta primeira fase estão sendo investidos recursos de R$ 2,1 milhões por parte do Ibram.

O museu, que fica no bairro carioca de Santa Teresa, estará aberto ao público até o dia 30 de dezembro e sem data prevista para a reabertura.

Além desses museus, há atualmente obras em andamento no Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC), e processos licitatórios para requalificação do Museu Regional de São João del-Rei (MG), Museu Casa Histórica de Alcântara (MA) e Museu Casa da Hera (RJ).

Atualmente, o Ibram conta com 29 museus federais sob sua gestão. Conheça os museus da rede Ibram.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Museu das Missões e Museu Casa de Benjamin Constant/Divulgação

Ibram divulga resultado do Prêmio Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro

Nove iniciativas de memória e museologia social foram contempladas no Prêmio Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro. O resultado foi publicado nesta sexta-feira (23) no Diário Oficial da União (DOU).

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No total, foram inscritos 21 projetos. 9 foram premiados

O chamamento público em âmbito estadual teve como objetivo apoiar ações da Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro. Os recursos necessários para o desenvolvimento da ação são oriundos da Emenda Parlamentar nº 27770010/2016.

Sobre o resultado, cabe recurso da decisão da comissão de seleção, no prazo de cinco dias contados a partir da publicação do resultado final no DOU, conforme Formulário de Recurso (Anexo IV do edital).

O recurso deve ser enviado via e-mail para o Instituto Brasileiro de Museus, exclusivamente para o endereço recurso.selecao@museus.gov.br, identificado com o assunto “Recurso de Seleção Prêmio Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro”

Foram inscritos 21 projetos e 15 foram classificados. Participaram pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos com atuação comprovada na área cultural e social, com ações de memória e museologia social e/ou junto a museus comunitários, ecomuseus e afins nos últimos três anos.

Os contemplados devem encaminhar a documentação complementar, conforme disposto no item 9 do edital, com vistas ao recebimento do prêmio. Conheça todas as fases da seleção.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu de Favela/Divulgação

Museu da República inaugura exposição em homenagem a Clarice Lispector

Imagem: Obra de Pedro Gandra para a exposição ‘Somos todos Clarice’, no Museu da República/Ibram.

Obra de Pedro Gandra para a exposição Somos Todos Clarice

Em comemoração à data de nascimento da escritora Clarice Lispector (1920-1977), o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ),  inaugura neste sábado (10), a exposição Somos Todos Clarice, na Galeria do Lago.

Com curadoria de Isabel Portella, a exposição reúne o trabalho de mais de 20 artistas do cenário carioca inspirados nos textos da escritora.

São pinturas acrílicas, aquarelas, fotografias e fotomontagens, além de performances e leituras de textos. Na área externa, uma grande instalação montada pelo grupo Aluga-se, composto por dez artistas, vai ocupar o coreto, com móveis e objetos que fazem referência aos poemas de Clarice.

A mostra ficará aberta ao público até o dia 10 de março de 2017. A classificação indicativa é livre e a entrada é franca. O Museu da República fica na Rua do Catete, 153 – Catete. Confira os horários de visitação e saiba como chegar ao Museu da República.

Antiga Vizinha
Clarice Lispector já foi vizinha do Palácio do Catete, que abriga o Museu da República desde 1970. Em 1940, após a morte de seu pai Pedro Lispector, Clarice e sua irmã Elisa se mudam para a residência da irmã Tania, que se casara em 1938 com William Kaufmann, situada à Rua Silveira Martins, na vila chamada de Condomínio Bairro Saavedra, vizinha ao hoje museu. Neste período a escritora, que já havia tido um conto seu publicado em um jornal semanário, estava se dedicando fortemente à escrita.

Texto e foto: Museu da República/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Música no Museu de Arte Sacra de Paraty no próximo final de semana

Cerca de 80 músicos, entre cantores e instrumentistas, se apresentarão nesse final de semana no Museu de Arte Sacra de Paraty (MAS/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

Sob a regência dos professores Julio Moretzsohn e Guilherme Bernestein, o evento reunirá a Orquestra e o Coro Juvenil da UNIRIO, no sábado (3), às 20h30.

Museu de Arte Sacra de Paraty (RJ)

Museu de Arte Sacra de Paraty (RJ)

No programa serão apresentadas as obras Missa Paratiana, de autor desconhecido, Abertura da ópera Medéia, de Luigi Cherubini, Abertura em Ré, de José Maurício Nunes Garcia, e Missa em Dó M, de Mozart.

No domingo (4), às 10h, será realizada uma oficina didática acompanhada de vários instrumentos para orquestra e piano, voltada para estudantes de 10 a 15 anos. Tais atividades darão início à série Música no Museu no Museu de Arte Sacra de Paraty, que fica na Igreja de Santa Rita, no centro histórico da cidade.

Missa Paratiana
A partitura do manuscrito da Missa Paratiana foi encontrada pelo musicólogo Régis Duprat, em pesquisa realizada na década de 1960.

A obra fazia parte do acervo da família de Randolpho José de Lorena, de Aparecida do Norte (SP). Duprat acredita tratar-se de uma peça escrita na cidade de Paraty, no século XIX. A primeira cópia moderna da Missa Paratiana foi feita à mão pelo próprio Duprat, com o objetivo de preparar um material que viabilizasse sua execução, sob a regência do Maestro Jonas Christensen, em um concerto no Festival de Paraty, na década de 1980.

Em 2010, a obra foi reeditada, em formato digital, por William Storti. Esta nova edição foi cedida ao Maestro Julio Moretzsohn, responsável pelo Projeto de Extensão: Coro Juvenil UNIRIO. Os alunos deste projeto trouxeram uma nova contribuição ao material de performance desta missa confeccionando a parte do Coro com redução de orquestra para piano e extraindo as partes cavadas da orquestra, material este que será doado ao Museu de Arte Sacra de Paraty.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Ibram

Chácara do Céu abre mostra com gravuras de Fayga Ostrower no RJ

Museu Chácara do Céu (RJ)

Museu da Chácara do Céu (RJ)

O “coro de cores”, que na visão do poeta Carlos Drummond de Andrade “ressoa de suas gravuras”, poderá ser experimentado, em todos os sentidos, no Museu da Chácara do Céu/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), a partir do próximo dia 1º de dezembro (quinta-feira).

A exposição Cores de Fayga reunirá 50 obras da artista polonesa, naturalizada brasileira, Fayga Ostrower (1920-2001). A mostra retoma uma história de mais de 70 anos ao reunir os acervos de Raymundo Castro Maya, colecionador e criador do museu e do Instituto Fayga Ostrower.

A mostra faz parte do projeto Encontro de Colecionadores. Para a diretora dos Museus Castro Maya, Vera de Alencar, estes encontros “celebram a diversidade do acervo Castro Maya, convidando para sua casa outras coleções apresentadas, formando interessantes interseções ao nosso conjunto”. Saiba mais.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Acervos: Ibram realiza seminário-oficina sobre Gestão de Riscos no MNBA

Teve início nesta segunda-feira (21), e segue até a sexta-feira (25),  o seminário-oficina Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados, realizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio de Janeiro (RJ).

Gestão de riscos: Técnicos do Ibram estão reunidos no Rio

Gestão de riscos: profissionais do Ibram estão reunidos no Rio até sexta (25)

No âmbito do Programa para a Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Brasileiro, o evento reúne no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) mais de cinquenta profissionais e gestores de museus da rede Ibram, além de técnicos do órgão ligados à área de segurança e preservação de acervos.

Durante cinco dias, os participantes terão a oportunidade de travar contato com conteúdos teóricos e práticos em torno do tema, apresentados pelo museólogo e meteorologista Antonio Carlos Oliveira e pelo químico José Luiz Pedersoli Jr. – atuante na área da conservação do patrimônio cultural.

Durante o encontro, foi apresentado o novo sistema informatizado e integrado ao conjunto de museus Ibram, capaz de mapear dados meteorológicos dos museus e gerar alertas de ocorrência e resposta frente a riscos climáticos ao patrimônio musealizado.

“Achei o encontro super rico, uma grande oportunidade para reunir profissionais dos diversos museus compartilhando desafios e experiências, desta vez com foco nos riscos climáticos e já diante de uma nova ferramenta”, avaliou José Luiz Pedersoli Jr., que já havia ministrado curso para profissionais da rede Ibram sobre gestão de risco ao patrimônio cultural, de forma ampliada.

O meteorologista e museólogo Antonio Carlos Oliveira concedeu entrevista na qual explica os objetivos e potencialidades do sistema informatizado e integrado sobre dados meteorológicos dos museus da rede Ibram.

Sobre o programa
O Programa para Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Brasileiro tem, entre seus objetivos, realizar ações de capacitação em gestão de riscos para acervos, envolvendo profissionais dos museus Ibram e demais profissionais da área, e acompanhar a elaboração e implementação do plano de gestão de riscos nas unidades museológicas vinculadas ao Ibram.

Dentre os resultados desejados está a criação de mecanismos para museus em ações de preservação e segurança, buscando minimizar perdas de valor das coleções, face a riscos e ameaças que podem afetar tanto os prédios onde estão instalados quanto seus acervos. Conheça o programa na íntegra.

Texto e foto: Ascom/Ibram
Última atualização: 24.11.2016

Exposição no MNBA comemora os 200 anos da Escola de Belas Artes no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), inaugura nesta quinta-feira (10), às 18h, a exposição Escola de Belas Artes: 1816-2016. Duzentos anos construindo a arte brasileira. 

Menino de Brodósqui, 1951 - Cândido Portinari

Menino de Brodósqui, 1951 – Cândido Portinari

A mostra faz um recorte da produção artística da instituição que formou – e ainda forma – centenas de artistas das mais diferentes gerações da arte brasileira.

Segundo a curadora da exposição, Angela Ancora da Luz, que dirigiu a EBA entre os anos de 2002 e 2010, “a presença da escola no contexto da sociedade brasileira revelou sua identidade por aspectos pouco conhecidos, mas de grande interesse social e político, além de seu princípio norteador fundamental: o ensino artístico”.

O eixo curatorial enfatizou a Escola de Belas Artes como instituição que mantém e preserva uma preocupação social, política e intelectual das diferenças individuais, o que não impede a formação de um corpo e de uma ‘identidade’. Buscou-se evidenciar as diferenças e afinidades em desenhos, gravuras, pinturas, esculturas, instalações, vídeos e performances.

De escola a museu
Criada por Decreto Real em 12 de agosto de 1816, a primeira sede da Escola de Belas Artes foi na Travessa das Belas Artes, próxima a Praça Tiradentes. O prédio, de Grandjean de Montigny, foi projetado para receber a então Academia Imperial das Belas Artes e foi inaugurado em 5 de novembro de 1826.

“Foi uma escola de grande peso no Império e que esteve aberta a todos os que desejassem buscar o caminho das artes, sendo aceitos pelos grandes mestres dos ateliês”, conta a curadora. “O que contava na hora da seleção era o talento, sem restrição ao grau cultural, à raça ou situação econômica”.

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 - hoje MNBA

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 – hoje MNBA

Em 1908, já com o nome de Escola Nacional de Belas Artes, a instituição transferiu-se para seu segundo prédio, com projeto de Morales de los Rios, na Avenida Rio Branco – onde hoje situa-se o MNBA. Em 1975, a escola mudou-se em definitivo para o prédio da reitoria UFRJ na Cidade Universitária, compartilhado com a Faculdade de Arquitetura.

A mostra segue em cartaz até 12 de fevereiro de 2017. O MNBA fica na Avenida Rio Branco 199, – Cinelândia e funciona de terça a sexta das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados das 13h às 18h. Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação MNBA

 

Ingressos para a mostra The Art of the Brick no MHN começam a ser vendidos

O Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe, a partir do dia 17 de novembro, a exposição The Art of the Brick, que fica em cartaz até 15 de janeiro de 2017, e reúne as criações de Nathan Sawaya a partir de blocos de LEGO. A venda de ingressos para a mostra começa nesta segunda-feira (7) via internet.

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

Nathan Sawaya constrói objetos a partir de peças de Lego

A exposição apresenta reconstruções em 3D de obras de arte mundialmente conhecidas, entre as quais a “Vênus de Milo”, “O Pensador”, de Rodin, “O Grito”, de Edvard Munch, e “O Beijo”, de Gustav Klimt.

Outros objetos e personagens serão expostos, como o impressionante esqueleto de T-Rex de 6 metros de comprimento feito com 80.020 blocos. Para o total das peças expostas, o artista utilizou mais de um milhão de peças LEGO.

Outra mostra temporária será inaugurada no dia 11. Manguinhos Revelado: Um lugar de Ciência, que fica em cartaz até 29 de janeiro de 2017.

A mostra traz um importante acervo fotográfico extraído por um conjunto de negativos de vidro: origens da Fundação Oswaldo Cruz, cotidiano das atividades de produção de soros e vacinas, de pesquisa e de ensino entre 1903 e 1946, e mudanças urbanas no Rio de Janeiro, com destaque para Manguinhos e suas imediações. Este acervo foi reconhecido em 2012 pelo Programa Memória do Mundo da Unesco como patrimônio documental brasileiro.

Novos horários
O MHN funciona, desde o dia primeiro de novembro, das 13h às 17h aos sábados, domingos e feriados; e de terça a sexta-feira, entre as 10h e 17h30. O valor do ingresso individual para o circuito de exposições de longa duração do MHN é de R$ 10,00 (dez reais) de terça a sábado. Aos domingos, a entrada é gratuita a todos os públicos. As exposições temporárias podem ter condições de preço e gratuidade diferenciadas.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

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