Museu Casa de Benjamin Constant licita para obra de restauro integral

Licitação destina-se à supervisão, fiscalização e gerenciamento das obras da segunda fase da restauração integral do museu.

Licitação destina-se à supervisão, fiscalização e gerenciamento das obras da segunda fase da restauração integral do museu.

O Museu Casa de Benjamin Constant, que integra a rede Ibram no Rio de Janeiro (RJ), abriu nesta quarta-feira (9) edital para a contratação de serviços técnicos em engenharia e arquitetura consultiva.

A licitação destina-se à supervisão, fiscalização e gerenciamento das obras da segunda fase da restauração integral pela qual o museu passa neste momento, a fim de garantir que os projetos sejam executados de acordo com os termos do edital de concorrência nº 01/2018/Ibram.

A seleção será realizada na modalidade pregão eletrônico do tipo menor preço global, em regime de execução indireta. O pregão será realizado no Portal de Compras do Governo Federal (www.comprasgovernamentais.gov.br) no dia 24 de janeiro, às 10h.

A obra

As obras de restauro integral do Museu Casa de Benjamin Constant começaram no início de 2017. Localizada no bairro de Santa Teresa, a antiga residência do militar, professor e estadista Benjamin Constant (1836-1891) foi tombada como Patrimônio Histórico em 1958.

Além do imóvel histórico, o restauro integral abarca o edifício administrativo do museu e parte da vasta área verde em que a instituição está situada. A obra prevê recuperação de coberturas das edificações que compõem o conjunto arquitetônico da antiga chácara, revisão de esquadrias e de pisos e nivelamento de seu pátio central. Inclui ainda diagnósticos de caráter geológico e arqueológico sobre o terreno.

Modernização do MCHA ampliará programação cultural em Alcântara (MA)

A equipe do Museu Casa Histórica de Alcântara (MCHA/Ibram), no Maranhão, reuniu-se hoje (7) com o prefeito de Alcântara, Anderson Wilker, com o objetivo de firmar parceria para fortalecer a programação cultural da cidade – a partir do projeto em andamento de ampliação do museu.

A Praça da Matriz

Cartão postal: o sobrado do MCHA integra o conjunto arquitetônico da Praça da Matriz de Alcântara

O projeto arquitetônico para o novo MCHA, situado em sobrado do final do século XVIII na Praça da Matriz de Alcântara (MA), prevê anexação do sobrado vizinho ao museu, criando áreas para exposições temporárias e permanentes, além de auditório, cafeteria e biblioteca. O projeto deve ser entregue no final deste ano.

A intenção do museu e da prefeitura é ampliar a oferta de atividades culturais para a população da região e visitantes, mantendo assim a vocação turística da histórica cidade maranhense – fundada por portugueses em 1648.

Ampliar a frequência de exposições de artes visuais, exibição de filmes, espetáculos e cursos livres são atividades propostas, além de criar mais espaço para a participação do museu nas temporadas nacionais de eventos organizadas pelo Ibram – Semana de Museus e Primavera dos Museus.

Texto e foto: MCHA/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu Lasar Segall reabre seu acervo ao público

Eternos caminhantes, 1919

Eternos caminhantes, 1919

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo,  após 18 meses fechado para reforma de infraestrutura, apresenta seu acervo ao público, por meio da mostra Idas e vindas – Segall e o Brasil, a partir do dia 07 de novembro, às 17h.

A exposição conta com cerca de 80 obras, e traz um panorama da produção de Lasar Segall (1891-1957), com enfoque na “fase brasileira” e seus desdobramentos, abarcando períodos desde sua produção inicial, fortemente influenciada pelo impressionismo, com obras como Leitura, passando pelo período expressionista alemão com as pinturas Eternos caminhantes Autorretrato II, ambas de 1919, até sua produção final na década de 1950 com a série de Florestas e paisagens de Campos de Jordão. Ainda serão expostos objetos de seu ateliê e residência, bem como textos de autoria do artista, que contextualizam cada período abordado.

Os deslocamentos de Segall entre o velho e o novo mundo, cruzando o Atlântico, foram fundamentais para a criação de temas que foram recorrentes em sua obra, tais como Emigrações, Erradias, Florestas, Retratos e o Mangue carioca.

Essa experiência, das idas e vindas, refletiu no olhar de Segall sobre identidades, singularidades e injustiças sociais, revelando uma visão crítica da sociedade ocidental, a fragilidade do destino humano, e a concepção que tinha sobre o papel do artista e das artes, tais caminhos e descaminhos são evidenciados em seus textos presentes na exposição.

Serviço

Exposição: Idas e vindas – Segall e o Brasil

Local: Museu Lasar Segall

Período: 07 de novembro de 2015 a 26 de setembro de 2016

Horários de funcionamento: de quarta a segunda-feira, das 11h00 às 19h00

Fechado: Terças-feiras

Endereço: Rua Berta, 111 – Vila Mariana – SP/SP – Brasil – CEP 04120-040

Telefone: 11.2159.0400 – e-mail: info@mls.gov.br

Biblioteca Araújo Porto Alegre, MNBA, se moderniza oferecendo novos serviços

Biblioteca Araújo Porto Alegre, MNBA

Biblioteca Araújo Porto Alegre, MNBA

Considerada uma das mais importantes do país no segmento de artes visuais, museologia, arquitetura e história da arte dos séculos 19 e 20, a biblioteca Araujo Porto Alegre do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro, acaba de passar por uma modernização que vai trazer benefícios  para seus usuários.

A sala de leitura, com 74m², de área recebeu mobiliário novo com mesas e cadeiras e um balcão de atendimento. Além disso, o frequentador agora conta com dois computadores para facilitar sua consulta,  acessar o sistema PHL contendo banco de dados com o acervo bibliográfico e também conectar o sistema Donato, que armazena o acervo museológico do MNBA.

Reformulado e emoldurado por telas de Raimundo Cela e Antonio Parreiras, o espaço de leitura oferece para fruição catálogos, periódicos, livros e revistas novos recebidos pela Biblioteca.

As obras começaram há dois anos e segundo Mary Komatsu,  chefe da biblioteca,  ainda  são esperados novos arquivos deslizantes, que ampliarão  a capacidade de armazenamento de publicações e acondicionamento do acervo arquivístico. Entre os planos futuros  a bibliotecária Mary adianta que serão oferecidas atividades culturais como lançamentos de livros e palestras.

Agora o espaço de leitura passa a funcionar de terça a sexta das 10h até 17h.  A entrada é franca.

Situada no 2º piso, a Biblioteca reúne em seu acervo bibliográfico obras raras e uma grande coleção de livros, obras de referências, periódicos especializados, catálogos de exposições nacionais e estrangeiras, possuindo também um arquivo biográfico de recortes de jornais  e revistas mais clippings dos eventos do MNBA desde o século passado. Entre suas coleções particulares estão as de Quirino Campofiorito,  Paulo Herkenhoff,  Walmir Ayala e Pedro Xexéo.

O nome da biblioteca é uma homenagem ao pintor, cenógrafo, arquiteto, caricaturista,  poeta, diplomata Araújo Porto Alegre, pioneiro dos estudos de história e crítica da arte no Brasil Foram investidos R$ 700 mil entre obra civil e mobiliário com recursos do IBRAM/MinC visando à preservação da memória do nosso país.

PAC 2: Museu do Ouro inicia trabalhos de requalificação em Sabará (MG)

Trabalho arqueológico no Museu do Ouro

Trabalho arqueológico em terreno onde será construído anexo do Museu do Ouro

No dia 22 de junho, o Museu do Ouro/Ibram, em Sabará (MG), por intermédio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) Cidades Históricas, deu início a um conjunto de ações que visam a sua requalificação como instituição museológica.

Nesta primeira fase, foram liberados R$ 180 mil em recursos para a conclusão dos trabalhos de prospecção arqueológica, em terreno onde será construído um anexo técnico-administrativo, bem como os projetos arquitetônicos da nova construção e de reforma do prédio histórico do museu, com previsão de término em setembro.

História
O Museu do Ouro foi criado pelo Presidente da República Getúlio Vargas, por intermédio do Decreto-Lei n° 7.483, de 23 de abril de 1945, sendo a instituição oficialmente inaugurada no dia 16 de maio de 1946.

Instalado em um prédio em estilo colonial de meados do século XVIII, antiga Casa da Real Intendência e Fundição do Ouro de Sabará, O acervo é constituído por instrumentos, mobiliário, prataria, armaria, peças de arte sacra e objetos ligados a prática da mineração (séculos 18 e 19).

O museu, vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), é aberto ao público, de terça-feira a sexta-feira, das 10 às 17 h e sábados e domingos das 12 às 17 h. Saiba mais sobre o Museu do Ouro em Sabará.

Texto e foto: Divulgação Museu do Ouro

Após reforma, Museu das Bandeiras reabre ao público em Goiás

Após ficar cerca de um ano fechado ao público por conta de obras de restauração, o Museu das Bandeiras, localizado no município de Goiás (antes Cidade de Goiás), será reaberto ao público neste sábado (20).

Fachada do Museu das Bandeiras após reforma: abertura ao público acontece amanhã (20)

O museu foi entregue ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), no início de novembro, após obras de restauração realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

Poucos dias depois, foi nomeada sua nova diretora, Stélia Braga Castro, selecionada através de chamada pública para ocupar a direção dos museus da rede Ibram situados no estado de Goiás – que inclui, além do Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte, também no município de Goiás, e o Museu Casa da Princesa, em Pilar de Goiás.

As obras de restauração incluíram a execução de ações emergenciais (cobertura e drenagem), essenciais (estabilização e revisão estrutural, revisão das instalações, adequação das instalações de detecção e combate ao incêndio, substituição de reboco e repintura) e serviços estratégicos, como projetos executivos de restauração.

A intervenção, que proporcionou ao museu condições adequadas para a guarda do acervo e atendimento ao público, foi realizada pela empresa Marsou Engenharia e contratada pelo valor de R$ 798.750,92.

Antes de ser reaberto à visitação do público, o museu deu início a um processo de revisão expográfica sob orientação da museóloga Célia Corsino, que será implantado de forma gradual, de modo a valorizar a comunicação e o interesse dos visitantes.

Criado em 1954, o museu está instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Boa de Goiás, então sede do governo da capitania goiana, e narra a história do ciclo do ouro em Goiás. Abriga ainda coleção de documentos públicos dos séculos XVIII e XIX produzidos na região. Construído em 1766, o prédio foi tombado pelo Iphan em 1951 como exemplo da arquitetura civil portuguesa.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Iphan

Museu das Bandeiras: presidente do Ibram participa de oficina em Goiás

Neste fim de semana (13 e 14 de setembro), o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, e a diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Celia Maria Corsino, estarão em Goiás (antiga Cidade de Goiás).

Eles irão participar de uma oficina organizada pelo diretor dos três museus Ibram na região, Renan Martins, cujo intuito é definir diretrizes para a nova museografia do Museu das Bandeiras – cuja reforma está em sua fase final.

Igreja da Boa Morte em Goiás: Museu de Arte Sacra receberá melhorias

Igreja da Boa Morte em Goiás: Museu de Arte Sacra receberá melhorias

O museu ocupa a antiga Casa de Câmara e Cadeia da Província de Goyaz, prédio cuja construção foi finalizada em 1766, seguindo projeto da Coroa Portuguesa. Criado em 1949, teve como núcleo inicial do acervo o arquivo documental da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional (Fazenda Pública).

Esse conjunto de documentos representa uma das fontes de informação mais importantes sobre a administração pública da região Centro-Oeste durante o período colonial, imperial e republicano. Atualmente, o acervo é composto por 573 peças, incluindo objetos de arte sacra, mobiliário, vestuário, armamentos e utensílios domésticos.

Segundo Angelo Oswaldo, a nova proposta para a exposição permanente do museu deve retomar referências ao uso primeiro do edifício no período colonial, destacando ainda elementos do ciclo do ouro goiano.

O convite a Celia Corsino se deu, especialmente, por ter sido a museóloga responsável pela primeira expografia do Museu das Bandeiras. Ainda participam da oficina a superintendente do Iphan no estado de Goiás, Salma Saddi, as secretárias de Cultura e Turismo de Goiás, e um representante dos guias de turismo da cidade.

Boa Morte
Além do Museu das Bandeiras, o presidente do Ibram visita a igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, onde está instalado o Museu de Arte Sacra, que  pertence à Diocese de Goiás, mantido e administrado pelo Ibram, e que deverá entrar em obras em breve. O acervo é constituído de mais de 900 peças, entre objetos litúrgicos, prataria e obras do escultor e pintor goiano José Joaquim da Veiga Valle (século XIX).

“Ainda estamos na fase de planejamento da reforma. Recebemos ontem (11) a vistoria do Iphan no edifício histórico para que, então, o projeto venha a ser concluído”, esclarece Renan Martins. Quanto a reabertura do Museu das Bandeiras, o diretor dos museus Ibram no estado informa não haver ainda data definitiva.

“A obra deve ser finalizada no final deste mês. Mas somente após o cumprimento de procedimentos administrativos, assim como a montagem da nova exposição permanente, é que o Museu das Bandeiras estará pronto para receber o público outra vez”, finaliza.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Internet

Modernização: Ibram abre licitações para reformas de mais cinco museus

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberá melhorias

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberá melhorias

Após anunciar na semana passada a abertura de licitação para a contratação de serviços de recuperação da cobertura e instalações prediais no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio (Mart), e de ter finalizado os procedimentos licitatórios para a elaboração de projetos e/ou execução de obras no Museu Regional de Caeté (MG) e no Museu Casa da Hera, em Vassouras (RJ), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) publicou no Diário Oficial da União outros cinco Avisos de Licitação destinados a contratações em museus administrados pelo órgão.

As licitações se destinam a obras e/ou projetos no Museu Casa dos Ottoni, na cidade do Serro (MG), no Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP), no Museu Casa de Benjamin Constant, no Rio de Janeiro (RJ), no Museu de Arte Sacra de Paraty e no Museu Forte Defensor Perpétuo – também em Paraty.

Os projetos executivos que serão elaborados para o Museu Regional Casa dos Ottoni incluirão o restauro e revisão de projetos de instalações.  Além disso, será contratada a execução de serviços emergenciais para recuperação da cobertura e substituição de peças de madeira deterioradas.

Para o Museu Lasar Segall, será contratada empresa de engenharia especializada para recuperar as coberturas e anexos e também as instalações elétrica, telefônica, lógica e luminotécnica, além do Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA) e do sistema de segurança.

Museus do Rio
Em relação ao Museu Casa de Benjamin Constant, a contratação tem por objetivo a restauração do telhado, pisos e forros e a restauração dos papéis de parede. Também haverá adequação do pátio interno e do piso externo para acessibilidade e instalação de plataforma elevatória para acesso à casa, além da recuperação e modernização das Instalações elétricas.

No Museu Forte Defensor Perpétuo, será feita a restauração do telhado do imóvel-sede. Serão contratados ainda serviços especializados de arqueologia, para realizar pesquisa prospectiva no Morro da Vila Velha, área tombada em nível federal sobre a qual o museu está situado. Os serviços correspondem à primeira etapa das intervenções previstas para o imóvel.

Ainda em Paraty, a Igreja de Santa Rita, sede do Museu de Arte Sacra de Paraty, receberá a segunda fase das obras de restauração do prédio, que prevê a recuperação das argamassas, elementos das fachadas, esquadrias, pisos e instalações hidrossanitárias, a prospecção arqueológica e a restauração de retábulos e demais bens integrados.

As intervenções tem por objetivo a recuperação do edifício, sua adequação às funções definidas em seu plano museólogico e a modernização de suas instalações prediais, de forma a viabilizar a instalação da nova museografia e a reabertura do Museu, expondo e valorizando seu acervo.

Museu da Abolição
Além das licitações abertas agora, o Museu da Abolição, em Recife (PE), também vinculado ao Ibram, recebe até a segunda-feira (18), propostas para licitação aberta em outubro, por meio do PAC Cidades Históricas, e destinada à contratação de projetos de restauração (arquitetura, engenharia e paisagismo), complementares e museografia da unidade.

Todas as ações para contratações de projetos e obras nos museus integram o Programa de Requalificação dos Museus do Ibram, no intuito de proporcionar infraestrutura e serviços culturais adequados que agreguem segurança, acessibilidade, conforto ambiental, identidade sociocultural e atrativos locais e turísticos aos museus.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Museu de Belas Artes fecha galeria para reforma a partir de 21 de agosto

Seguindo planejamento, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) fechará, no dia 21 de agosto (terça-feira),  para o início das reformas na galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea.

Localizada no 3o piso do Museu, o espaço tem 2 mil metros quadrados de área e exibe obras de artistas como Tarsila do Amaral , Guignard, Candido Portinari,  di Cavalcanti, Pancetti, entre outros. A galeria será reaberta em novembro, com novas instalações e obras de arte em exposição.

Texto: Divulgação MNBA