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Museu das Missões será reaberto ao público nesta sexta (29)

Nesta sexta-feira (29), dia de São Miguel Arcanjo, o Museu das Missões (Ibram/MinC), em São Miguel das Missões (RS) será reaberto ao público em sua completude.  A cerimônia contará com a presença do Presidente do Ibram, Marcelo Araujo e da Presidente do Iphan, Kátia Bogéa.missoes abertura

O Museu das Missões foi atingido por um tornado seguido de fortes chuvas em abril de 2016 que provocou danos a suas instalações físicas e parte de seu acervo. Desde então, o Pavilhão Lúcio Costa do Museu permanece fechado.

A obra emergencial de recuperação do museu foi contratada e fiscalizada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC).

Será apresentado ao público, um espaço com a contextualização do tornado ocorrido, relatando como o acervo e o próprio edifício foram afetados e as medidas tomadas para sanar tais danos. Optou-se também por ocupar uma das salas expositivas como espaço para tratamento das peças, de modo que o público visitante possa visualizar este processo em curso.

Palácio Rio Negro reabre ao público em Petrópolis com nova exposição

Palacio Rio Negro_fachada

Fachada do Palácio Rio Negro em Petrópolis (RJ)

O Palácio Rio Negro/Ibram, em Petrópolis (RJ), recebeu obras de requalificação e reabre ao público nesta sexta-feira (12), com a exposição Histórias do Palácio Rio Negro.

A mostra reúne painéis com fotos e textos sobre as diversas fases do palácio, acontecimentos e personagens que transitaram pelas suas salas e corredores. Histórias vivenciadas antes da construção pertencer ao Governo Federal e se tornar a residência de verão oficial dos presidentes do Brasil até os dias de hoje.

Outro destaque é a abertura, pela primeira vez, do quarto que foi ocupado por Getúlio Vargas (1882-1954). Os móveis originais, que estavam na reserva técnica do Museu da República, unidade do Ibram que administra o palácio, estão agora à vista do público.

A obra de requalificação da infraestrutura elétrica foi realizada no interior e no exterior do palácio e incluiu, entre outras melhorias, instalação de eletrocalhas, equipamentos para a antiga casa de geradores, para-raios e iluminação da fachada – destacando os detalhes da arquitetura.

O projeto foi realizado pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV) em parceria com o Palácio Rio Negro e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) – com o patrocínio da Petrobras.

O Palácio Rio Negro
O palácio foi construído em estilo eclético em 1889 por encomenda do produtor de café Manoel Gomes de Carvalho, o Barão de Rio Negro,  que ocupou a propriedade até 1894. Em 1896, por causa da Revolta da Armada, o governo fluminense é transferido para Petrópolis e ocupa o palácio até 1903, ano em que passa a pertencer ao Governo Federal, transformando-se em residência oficial de veraneio dos presidentes da República.

O palácio, localizado na Av. Koeller, 255 – Centro, pode ser visitado de terça-feira a domingo, incluindo feriados, das 10h às 17h. Mais informações pelo telefone (24) 2246.2423.

Texto e foto: Divulgação Palácio Rio Negro
Edição: Ascom/Ibram

Museu Casa Histórica de Alcântara reabre ao público

Museu Casa Histórica de Alcantara (MA)

Museu Casa Histórica de Alcantara (MA)

O Museu Casa Histórica de Alcântara/Ibram reabre ao público nessa segunda-feira, 12 de setembro, após um ano fechado. A Casa Histórica passou por uma obra de conservação e manutenção de emergência, que resultou na troca de um pilar de madeira de sustentação da balaustrada que dá acesso à Reserva Técnica; dois caibros comprometidos por cupins; pintura interna de paredes, portas e forro; pintura externa de paredes e portas dos dois sobrados e restauro e pintura dos gradis também dos dois sobrados.

Em julho, o Museu já havia sido aberto de forma simbólica, mostrando para a comunidade a nova proposta expositiva com foco prioritário na leitura do acervo. À época, o museu recebeu ações educativas do Festival de Musica Barroca de Alcântara e acolheu os artistas internacionais do festival em uma visita guiada.

O Museu fica na Praça Gomes de Castro, em Alcânatara (MA) e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 16h30 e aos sábados e feriados, das 9h às 13h.

O Museu

O Museu Casa Histórica de Alcântara teve sua abertura ao público datada em novembro de 2004. Apesar de sua recente criação, o museu tem por missão remontar aos tempos do Brasil Imperial através de sua arquitetura colonial e de seu acervo, expondo a opulência dos hábitos e costumes do século XIX da aristocracia rural da cidade de Alcântara, Maranhão. As cerca de mil peças e obras do Museu pertenceram a famílias que residiram na casa. Mobiliário, indumentárias, acessórios, louças, iconografias, cerâmicas e azulejos do acervo têm o objetivo de retratar a história doméstica do Brasil Monárquico para os alunos da educação básica, a comunidade em geral e os visitantes externos.

 

 

Casa da Hera reabre ao público na próxima quarta (9)

Museu Casa da Hera (RJ)

Museu Casa da Hera (RJ)

Fechada desde julho de 2014 para a realização de obras de requalificação, a Casa da Hera, em Vassouras (RJ), prédio principal do Museu Casa da Hera, reabre ao público na próxima quarta-feira (9).

Vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), o museu passava por um conjunto de intervenções físicas desde novembro de 2013, que incluíram restauro do telhado e a adequação e modernização de sua estrutura elétrica e hidráulica.

Desde então, o museu funcionava de forma parcial oferecendo programação ao público na área externa da Chácara da Hera, onde a Casa da Hera está situada, que conta com 33 mil m² de área verde. As obras foram concluídas em fevereiro passado.

Erguida na primeira metade do século XIX na histórica cidade de Vassouras, no Vale do Café fluminense, a Casa da Hera foi residência da família de Joaquim José e Ana Esméria Teixeira Leite.

A casa, tombada em 1952 como patrimônio histórico nacional, é considerada o melhor exemplo de habitação urbana de uma família rica durante o apogeu das plantações de café no vale do Paraíba do Sul. É a única residência da região que mantém, desde a época, o mesmo mobiliário e tratamento original de seu interior.

A Casa da Hera ganhou notoriedade ainda maior graças a sua última proprietária, a filha de Joaquim e Ana Esméria, Eufrásia Teixeira Leite. Independente e liberal, era considerada uma mulher à frente de seu tempo.

Com novo circuito de visitação – que manterá o nível de informação sobre a história do Vale do Café Fluminense, da Casa e da Chácara, além de sua mais ilustre moradora – a Casa da Hera estará aberta ao público de terça a sexta-feira das 10h às 17h e aos sábados, domingos e feriados das 13h às 17h. A Chácara funciona também às segundas, das 10h às 17h.

Museu Lasar Segall reabre seu acervo ao público

Eternos caminhantes, 1919

Eternos caminhantes, 1919

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo,  após 18 meses fechado para reforma de infraestrutura, apresenta seu acervo ao público, por meio da mostra Idas e vindas – Segall e o Brasil, a partir do dia 07 de novembro, às 17h.

A exposição conta com cerca de 80 obras, e traz um panorama da produção de Lasar Segall (1891-1957), com enfoque na “fase brasileira” e seus desdobramentos, abarcando períodos desde sua produção inicial, fortemente influenciada pelo impressionismo, com obras como Leitura, passando pelo período expressionista alemão com as pinturas Eternos caminhantes Autorretrato II, ambas de 1919, até sua produção final na década de 1950 com a série de Florestas e paisagens de Campos de Jordão. Ainda serão expostos objetos de seu ateliê e residência, bem como textos de autoria do artista, que contextualizam cada período abordado.

Os deslocamentos de Segall entre o velho e o novo mundo, cruzando o Atlântico, foram fundamentais para a criação de temas que foram recorrentes em sua obra, tais como Emigrações, Erradias, Florestas, Retratos e o Mangue carioca.

Essa experiência, das idas e vindas, refletiu no olhar de Segall sobre identidades, singularidades e injustiças sociais, revelando uma visão crítica da sociedade ocidental, a fragilidade do destino humano, e a concepção que tinha sobre o papel do artista e das artes, tais caminhos e descaminhos são evidenciados em seus textos presentes na exposição.

Serviço

Exposição: Idas e vindas – Segall e o Brasil

Local: Museu Lasar Segall

Período: 07 de novembro de 2015 a 26 de setembro de 2016

Horários de funcionamento: de quarta a segunda-feira, das 11h00 às 19h00

Fechado: Terças-feiras

Endereço: Rua Berta, 111 – Vila Mariana – SP/SP – Brasil – CEP 04120-040

Telefone: 11.2159.0400 – e-mail: info@mls.gov.br

Museu Lasar Segall reabre oficialmente no sábado (12)

12.09 lasar segallApós 18 meses fechado para fazer uma reforma de infra-estrutura (elétrica, climatização, telhado, iluminação e segurança), o Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo, reabre suas portas neste sábado, 12 de setembro, às 17h.  A reforma foi realizada com recursos do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e da Petrobras.

As mostras que reinauguram oficialmente o Museu são Cárceres a duas vozes: Piranesi e Ana Maria Tavares e Intervenções VIII – Rotatórias (Tête-à-tête) de Ana Maria Tavares.

Cárceres a duas vozes: Piranesi e Ana Maria Tavares: a mostra contará com dezesseis gravuras dos Cárceres (c.1761), de Giovanni Batista Piranesi (Veneza 1720 – Roma 1778) cedidas pela Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, em diálogo com a artista brasileira contemporânea Ana Maria Tavares (Belo Horizonte 1958), que, seduzida pela estrutura labiríntica dos Cárceres apresenta, uma obra em série intitulada Airshafts para Piranesi.

A obra original de Piranesi, que inspirou Tavares, tinha por título Cárceres de invenção, e foi produzida precocemente pelo artista aos vinte e cinco anos de idade, e anos mais tarde foi retrabalhada com efeitos mais sombrios e detalhados levando-o à consagração para a posteridade. Os Cárceres são claustros imaginários utópicos, que podem ser associados a um projeto pós-moderno, com escadas que se multiplicam infinitamente e que levam a lugar nenhum, pontes partidas e suspensas no ar, instrumentos de tortura sem carrascos numa monumentalidade vazia.

Nas palavras de Jorge Schwartz, diretor do Museu Lasar Segall, a escolha para exibir Cárceres num museu de perfil expressionista como o Segall deriva “da forte tradição do Museu com a gravura, e do fato de que não há como dissociar as prisões de Piranesi do clima sombrio e tortuoso dos filmes do cinema expressionista alemão dos anos 1920”.

Além das obras de Piranesi, haverá no espaço expositivo a reprodução o vídeo dos Carceri, com 11 minutos, realizado por Gregoire Dupont, e os vídeos dos Airshafts de Ana Maria Tavares. Com o advento das novas tecnologias digitais foi possível reproduzir cárceres em movimento, o que leva a uma dimensão inusitada das obras em questão.

O projeto Intervenções tem como objetivo apresentar artistas contemporâneos no espaço interno (jardim) do Museu, em que cada artista convidado realiza um projeto de instalação/intervenção que proporcione ao público visitante uma reflexão sobre as relações entre espaço arquitetônico, espaço público e artes visuais.

Em sua oitava edição a artista convidada Ana Maria Tavares realizou a obra Rotatórias (Tête-à-tête), confeccionadas em aço inox polido espelho, e posicionadas de maneira a criar um arranjo orgânico no jardim do museu. Segundo a própria artista “…Tête-à-tête é uma composição para cúmplices, um ambiente de encontro a céu aberto: é forma e função; um jogo entre o deleite visual da forma em sua condição pura e isolada e sua utilização como descanso do corpo. Neste contexto as esculturas tornam-se mobiliário e irão cumprir a tarefa de transformar o atual caminho, aquele que liga a porta de entrada à sala de exposição ou o café, em uma pequena praça, local onde o tempo é dilatado para simples fruição. Ao invés de apenas atravessar o espaço, a intervenção pressupõe a possibilidade do encontro com o outro”.

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Texto: Ascom Museu Lasar Segall

Reabertura do Museu de Arte Sacra de Paraty será celebrada com procissão

Imagem de Santa Rita de Paraty

A imagem de Santa Rita de Paraty voltará no sábado (13) ao Museu de Arte Sacra da cidade

A volta da imagem de Santa Rita para o Museu de Arte Sacra de Paraty (MAS/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), celebrará, no sábado (13), a reabertura do museu ao público.

Vinda da Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios, onde ficou durante o período das obras no museu, a imagem seguirá em procissão juntamente com a imagem de Santo Antônio,  e serão acompanhadas pela comunidade local, além de irmandades religiosas.

A cerimônia no sábado (13) tem início previsto para às 19h30 e contará com as presenças do Ministro da Cultura, Juca Ferreira; do Presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Carlos Roberto Brandão; do Prefeito de Paraty, Carlos José Gama Miranda, e da Diretora da empresa Expomus, Maria Ignez Montovani.

Antes da entrada das imagens na igreja, o Mastro de Santa Rita da Festa de 2015 será erguido no Largo de Santa Rita pelos atuais festeiros. O evento contará ainda com a apresentação da Banda Santa Cecília e com o Coral da Universidade do Rio de Janeiro (Unirio).

Ampla reforma
Fechado desde 2011, o MAS foi incluído no processo de requalificação do conjunto arquitetônico de Santa Rita, que teve início em 2006.

Dentre as ações realizadas para a requalificação do museu estavam a descupinização dos retábulos, a recuperação da estrutura do telhado e da rede elétrica, a execução de um novo projeto luminotécnico, a recuperação e restauração de parte dos objetos litúrgicos e a pintura de suas estruturas físicas (fachada e interior). O projeto teve o apoio da Caixa e da Petrobras em sua primeira etapa.

Instalado no conjunto arquitetônico da Igreja de Santa Rita – a Igreja mais antiga da cidade, tombada pelo Iphan –, o MAS ganhou uma nova exposição de longa duração com o intuito de estreitar ainda mais sua relação com a população local, seus ritos religiosos e seus festejos.

Igreja de Santa Rita em Paraty

O MAS integra o conjunto arquitetônico da Igreja de Santa Rita

Um dos destaques do acervo é a imaginária em barro e madeira seiscentista e setecentista europeia e da região de Paraty e do Vale do Paraíba, tais como o Mestre Bolo de Noivas – Mestre de Angra e nomes importantes como Frei Agostinho de Jesus — um dos principais precursores da imaginária em barro do país.

Texto: Ivy Fermon (Ascom/Ibram)
Fotos: (1) Sylvana Lobo-Ibram/ (2) – Henrique Carvalho-Ibram

Museu de Arte Sacra de Paraty reabre suas portas após reforma

Museu de Arte Sacra de Paraty (RJ)

Museu de Arte Sacra de Paraty (RJ)

O Museu de Arte Sacra de Paraty (MAS/Ibram) reabriu suas portas no último sábado (16). Instalado dentro do conjunto arquitetônico de Santa Rita – a Igreja mais antiga da cidade, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) –, o MAS ganhou uma nova exposição de longa duração com o intuito de estreitar ainda mais sua relação com a população local, seus ritos religiosos e seus festejos.

Fechado desde 2011, o MAS foi incluído no processo de requalificação do conjunto arquitetônico de Santa Rita, que teve início em 2006, com recursos da Petrobras.

Entre as ações realizadas estão a descupinização dos retábulos, a recuperação da estrutura do telhado, a execução de um novo projeto luminotécnico, a recuperação de parte dos objetos litúrgicos a restauração e a recuperação e a pintura de suas estruturas físicas (fachada e interior). O projeto  teve o apoio da Caixa e da Petrobras em sua primeira etapa.

A cerimônia oficial de abertura do Museu de Arte Sacra, no entanto, acontecerá somente no dia 13 de junho, quando será realizada a trasladação da imagem de Santa Rita da Igreja Matriz de Nossa Senha dos Remédios – local onde ficou durante o período de obras – até a Igreja de Santa Rita, sede do museu.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Após reforma, Museu das Bandeiras reabre ao público em Goiás

Após ficar cerca de um ano fechado ao público por conta de obras de restauração, o Museu das Bandeiras, localizado no município de Goiás (antes Cidade de Goiás), será reaberto ao público neste sábado (20).

Fachada do Museu das Bandeiras após reforma: abertura ao público acontece amanhã (20)

O museu foi entregue ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), no início de novembro, após obras de restauração realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

Poucos dias depois, foi nomeada sua nova diretora, Stélia Braga Castro, selecionada através de chamada pública para ocupar a direção dos museus da rede Ibram situados no estado de Goiás – que inclui, além do Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte, também no município de Goiás, e o Museu Casa da Princesa, em Pilar de Goiás.

As obras de restauração incluíram a execução de ações emergenciais (cobertura e drenagem), essenciais (estabilização e revisão estrutural, revisão das instalações, adequação das instalações de detecção e combate ao incêndio, substituição de reboco e repintura) e serviços estratégicos, como projetos executivos de restauração.

A intervenção, que proporcionou ao museu condições adequadas para a guarda do acervo e atendimento ao público, foi realizada pela empresa Marsou Engenharia e contratada pelo valor de R$ 798.750,92.

Antes de ser reaberto à visitação do público, o museu deu início a um processo de revisão expográfica sob orientação da museóloga Célia Corsino, que será implantado de forma gradual, de modo a valorizar a comunicação e o interesse dos visitantes.

Criado em 1954, o museu está instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Boa de Goiás, então sede do governo da capitania goiana, e narra a história do ciclo do ouro em Goiás. Abriga ainda coleção de documentos públicos dos séculos XVIII e XIX produzidos na região. Construído em 1766, o prédio foi tombado pelo Iphan em 1951 como exemplo da arquitetura civil portuguesa.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Iphan

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