British Council promove conferência internacional sobre museus no Rio

“Museus para quê?” é o tema da conferência internacional que o British Council no Brasil realiza, nos dias 21 e 22 de novembro, no auditório do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro (RJ).

Conferência internacional acontece no Museu do Amanhã no Rio

Conferência internacional acontece no Museu do Amanhã no Rio

O foco da conferência será o papel social dos museus e sua integração às causas mais contemporâneas e urgentes da sociedade: ativismo social, políticas públicas, engajamento de públicos, inovação, mídias e sustentabilidade são temas para palestrantes do Reino Unido, Brasil e Itália.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) será representado pela diretora de Difusão, Fomento e Economia dos Museus, Eneida Braga Rocha, no painel Políticas Públicas: o que elas podem fazer por todos?.

Confira a programação completa. O evento contará com tradução simultânea. As inscrições são gratuitas e já estão abertas.

Programa Transform
A conferência “Museus para quê?” celebra quatro anos (2012-2016) do Programa Transform de Museus – plataforma de diálogo sobre as melhores práticas, intercâmbio de conhecimento e parcerias entre instituições no setor museológico.

Mais de 200 instituições participaram de visitas de estudo temáticos no Reino Unido e no Brasil, assim como seminários, workshops, cursos de formação, pesquisas e parcerias entre museus. Conheça a plataforma do British Council e leia entrevista realizada pelo programa com o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, com o tema “A arte transforma a vida”.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Bryan Prujansky/Museu do Amanhã

Após reforma, Museu das Bandeiras reabre ao público em Goiás

Após ficar cerca de um ano fechado ao público por conta de obras de restauração, o Museu das Bandeiras, localizado no município de Goiás (antes Cidade de Goiás), será reaberto ao público neste sábado (20).

Fachada do Museu das Bandeiras após reforma: abertura ao público acontece amanhã (20)

O museu foi entregue ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), no início de novembro, após obras de restauração realizadas em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)

Poucos dias depois, foi nomeada sua nova diretora, Stélia Braga Castro, selecionada através de chamada pública para ocupar a direção dos museus da rede Ibram situados no estado de Goiás – que inclui, além do Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte, também no município de Goiás, e o Museu Casa da Princesa, em Pilar de Goiás.

As obras de restauração incluíram a execução de ações emergenciais (cobertura e drenagem), essenciais (estabilização e revisão estrutural, revisão das instalações, adequação das instalações de detecção e combate ao incêndio, substituição de reboco e repintura) e serviços estratégicos, como projetos executivos de restauração.

A intervenção, que proporcionou ao museu condições adequadas para a guarda do acervo e atendimento ao público, foi realizada pela empresa Marsou Engenharia e contratada pelo valor de R$ 798.750,92.

Antes de ser reaberto à visitação do público, o museu deu início a um processo de revisão expográfica sob orientação da museóloga Célia Corsino, que será implantado de forma gradual, de modo a valorizar a comunicação e o interesse dos visitantes.

Criado em 1954, o museu está instalado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Boa de Goiás, então sede do governo da capitania goiana, e narra a história do ciclo do ouro em Goiás. Abriga ainda coleção de documentos públicos dos séculos XVIII e XIX produzidos na região. Construído em 1766, o prédio foi tombado pelo Iphan em 1951 como exemplo da arquitetura civil portuguesa.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Iphan