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Pontos de Memória: Comitê Consultivo aprova regimento interno

Oficializado como política pública em 2017, o programa regulamentou a participação institucionalizada da sociedade em sua condução.

Oficializado como política pública em 2017, o programa regulamentou a participação institucionalizada da sociedade em sua condução.

Oficializado como política pública do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) pela Portaria nº 315, de 6 de setembro de 2017, o Programa Pontos de Memória regulamentou, em encontro de seu Comitê Consultivo realizado nos últimos dias 15 e 16, em Brasília (DF), a participação institucionalizada da sociedade em sua condução.

Criado pela portaria, o Comitê Consultivo do Programa Pontos de Memória é composto por representantes de pontos de memória de todas as regiões brasileiras, das redes temáticas e territoriais e dos pontos de memória considerados pioneiros, além de representantes de departamentos que integram a estrutura do Ibram e do presidente do órgão, que preside o comitê.

A instância colegiada, de caráter permanente, tem como função promover debates e propor ações, estratégias e diretrizes para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à museologia social. O comitê se reúne duas vezes por ano, sendo uma reunião presencial e outra virtual.

Primeira reunião presencial do Comitê Consultivo, o encontro em Brasília (DF) teve como foco a leitura da minuta do Regimento Interno e apresentação de propostas ao texto, que foram discutidas e votadas pelos representantes presentes. Também foram aprovados no encontro cronograma de reuniões e agenda de trabalho do comitê, além de definidos encaminhamentos sobre temas e ações que contam com o apoio do Programa Pontos de Memória.

Cursos e publicações contemplaram demanda do setor museal por capacitação

Uma das principais competências do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a qualificação dos profissionais que atuam no setor museal foi contemplada em 2017 com o lançamento de publicações e a realização de cursos sobre diversos temas relacionados à área.

Curso presencial é uma iniciativa do programa Saber Museu e vai oferecer orientações para a elaboração daquele que é considerado o principal instrumento para a gestão de museus.

Curso presencial com Maristela Simão oferecido este ano pelo Ibram. Publicação tratou do tema

A cargo do programa Saber Museu, foram realizados ao longo do ano seis cursos presenciais em três unidades da federação – Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Distrito Federal – sobre montagem de exposições, elaboração de planos museológicos, fomento para a área museológica e conservação preventiva de acervos culturais.

Os cursos contemplaram um público direto de cerca de 300 pessoas de 16 unidades da federação e todo o material relacionado está disponível também na plataforma virtual Saber Museu. A ideia é que, em breve, sejam promovidos outros cursos através do ambiente virtual de aprendizagem, sobre os temas mencionados e outros.

Publicações
Como desdobramento do trabalho do Saber Museu, foi lançado este ano o primeiro volume da série Caminhos da Memória – que passa a agregar a expressiva produção de conhecimento gerada para a realização dos cursos, oficinas, seminários e outras atividades de capacitação, presenciais e a distância.

Com pesquisa e elaboração de Maristela Simão, Lúcia Valente e Katia Bordinhão, Caminhos da memória: para fazer uma exposição traz orientações básicas, além de recursos teóricos e metodológicos, para a montagem de uma exposição, abrangendo as fases de planejamento, execução e avaliação. A versão digital do livro está disponível para download gratuito.

Também foi lançada em 2017, em parceria com o Programa Ibermuseus, a versão atualizada da publicação Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Brasileiro, com texto integral do programa e cartilha, agora também traduzidos para o espanhol.

Foram ainda disponibilizadas em 2017 as versões digitais e gratuitas dos livros Pontos de Memória: Metodologia e Práticas em Museologia Social (disponível em português, espanhol e inglês) e Subsídios para a elaboração de planos museológicos.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Políticas públicas em museologia social e educação museal foram institucionalizadas

O ano de 2017 marcou a oficialização de políticas públicas desenvolvidas pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em dois importantes campos de atuação: a educação museal e a museologia social. Foram instituídos no âmbito do órgão o Programa Pontos de Memória e a Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

O Programa Pontos de Memória foi instituído pela Portaria Nº 315, de 6 de setembro de 2017 – que detalha seus princípios, objetivos e estabelece a formação de um Comitê Consultivo, responsável por promover debates e propor ações, estratégias e diretrizes com vistas ao fortalecimento de políticas públicas no campo da museologia social. O comitê teve sua primeira reunião no final de novembro.

Encontro de Pontos de Memória no 7º FNM este ano

Encontro de Pontos de Memória no 7º FNM este ano

Tornado política perene após reivindicação do setor e pactuação no 7º Fórum Nacional de Museus, o programa apoia, fomenta e capacita iniciativas de memória social e comunitária desenvolvidas Brasil afora.

Já são mais de 300 experiências identificadas nas várias regiões brasileiras, em centros urbanos e no campo, territórios indígenas, quilombos, periferias e outros territórios.

Educação Museal
Já a criação da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) foi tornada oficial com a publicação da Portaria Nº 422, de 30 de novembro de 2017.

Destinado ao campo museal brasileiro como um todo, o texto legal estabelece um conjunto de princípios e diretrizes que tem o objetivo de nortear a realização das práticas educacionais em instituições museológicas, fortalecer a dimensão educativa em todos os setores do museu e subsidiar a atuação dos educadores.

A portaria é fundamentada em princípios e diretrizes orientadores que foram definidos de forma colaborativa após amplo processo de participação que incluiu consulta pública através de plataforma online, a realização de 23 encontros presenciais regionais e a aprovação da Carta de Petrópolis (2012) e Carta de Belém (2014) nas respectivas edições do Fórum Nacional de Museus. O documento final foi aprovado na sétima edição do fórum, realizada este ano em Porto Alegre (RS).

Texto e foto: Ascom/Ibram

Espírito Santo realiza II Teia da Memória

teiaESNos dias 10, 11 e 12 de novembro o Ponto de Memória Museu Vivo da Barra do Jucu, em Vila Velha (ES), recebe a II Teia da Memória do Espírito Santo. O evento vai reunir durante três dias os Pontos de Memória capixabas para troca de experiências, formação e atrações culturais, entre diversas atividades.

A programação será aberta na próxima sexta-feira (10), a partir das 19h, em cerimônia que contará com a participação da diretora do Departamento de Processos Museais do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Renata Bittencourt, representando o órgão, e do secretário da Cultura do Espírito Santo, João Gualberto Vasconcellos.

Na sequência, o público presente poderá assistir a conferência de abertura do professor e museólogo Mario Chagas (Ibram/UNIRIO) com o tema “Memória e Fratrimônio”. Chagas foi um dos responsáveis pela criação da Política Nacional de Museus, do Ibram, do Sistema Brasileiro de Museus (SBM) e do Programa Pontos de Memória, entre outros.

A realização da II Teia da Memória do Espírito Santo é uma parceria entre o Ponto de Memória Museu Vivo da Barra do Jucu, a Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo e o Ibram. Confira a programação completa.

Portaria do Ibram institucionaliza o Programa Pontos de Memória

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira (11), a Portaria Nº 315 que institucionaliza o Programa Pontos de Memória. Grande expectativa do campo da museologia social brasileira, a normativa oficializa o Programa como política pública perene no âmbito de atuação do Ibram.

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A Portaria detalha os princípios e objetivos do Programa Pontos de Memória e estabelece a formação de um Comitê Consultivo, que será responsável por promover debates e propor ações, estratégias e diretrizes, com vistas ao fortalecimento de políticas públicas no campo da museologia social.

Órgão de participação da sociedade, eleito a cada dois anos, o Comitê Consultivo do Programa Pontos de Memória será composto por representantes de Pontos de Memórias oriundos de cada uma das cinco regiões do país, dos Pontos de Memória pioneiros, Redes Temáticas e Territoriais de Pontos de Memória, além de representantes do Ibram.

Após reuniões temáticas realizadas durante o 7º Fórum Nacional de Museus, ocorrido em Porto Alegre (RS), com representantes de pontos de memória e redes de museologia social de várias partes do Brasil, o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araujo, e a diretora do Departamento de Processos Museais (DPMUS), Renata Bittencourt, assumiram compromisso pela institucionalização do programa.

Na ocasião, o Ibram comprometeu-se a apresentar sob regime de urgência, em prazo de até 40 dias, minuta de normativa sobre a institucionalização do Programa Pontos de Memória – principal ponto de pauta dos encontros realizados. O texto foi elaborado pela representação da Procuradoria Federal junto ao Instituto Brasileiro de Museus.

O Programa Pontos de Memória apoia, fomenta e capacita iniciativas de memória social e comunitária desenvolvidas Brasil afora. Já são mais de 300 experiências identificadas nas várias regiões brasileiras, em centros urbanos e no campo, territórios indígenas, quilombos, periferias e outros territórios – que, por sua diversidade e originalidade em termos de conteúdo e gestão, além de impacto social positivo, despertam interesse e reconhecimento dentro e fora do país.

 

Saiba mais sobre o Programa Pontos de Memória

Editais da CAIXA e BB contemplam pontos de memória

Ponto de Memória-museu. 4 JPGExperiências de êxito para solucionar desafios sociais brasileiros têm a chance de ser reconhecidas pelo Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017, que recebe inscrições até a próxima segunda-feira (19).

Com premiações de R$ 50 mil em seis categorias – ”Água e Meio Ambiente”; “Agroecologia”; “Economia Solidária”; “Educação”; “Saúde e Bem-Estar” e “Cidades Sustentáveis e Inovação Digital” – o edital pode contemplar pontos de memória, reconhecidos dentro e fora do Brasil como ferramentas de grande impacto social.

Como define o regulamento do prêmio, “As Tecnologias Sociais aliam o saber popular, organização social e/ou conhecimento técnico-científico, tendo presente princípios de autogestão, protagonismo social, respeito cultural, cuidado ambiental e solidariedade econômica”, importando que sejam efetivas, reaplicáveis, proporcionem desenvolvimento social e possam ser adaptadas a diferentes realidades. Leia na íntegra.

Desenvolvimento e Cidadania – Outra oportunidade com inscrições abertas, também apta a pontos de memória, é a do Fundo Socioambiental da CAIXA, que investirá, por meio de seleção, até R$ 4 milhões em projetos voltados à erradicação da pobreza, inclusão social e econômica, promoção da justiça, da dignidade e da qualidade de vida.

Podem participar do edital, que recebe propostas até 4 de julho, organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que atuem junto a grupos e comunidades em situação de vulnerabilidade social. Para cada projeto serão investidos até R$ 200 mil para execução em 12 meses. Saiba mais.

O objetivo da seleção é investir em projetos que fomentem a inovação e o desenvolvimento de políticas públicas inclusivas e promotoras do desenvolvimento local com sustentabilidade, preferencialmente com foco em saúde, educação, inclusão produtiva e promoção da cidadania.

Livro que traz metodologia dos Pontos de Memória está disponível para download

Referência para o desenvolvimento em âmbito brasileiro da Museologia Social – que preconiza a construção, por grupos sociais e comunidades, de suas próprias narrativas museais – a metodologia de trabalho do programa Pontos de Memória, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), foi reunida em livro lançado em 2016.

Visitação ao Museu de Favela (MUF), um dos 12 pioneiros Pontos de Memória.

Visitação ao Museu de Favela (MUF), no Rio de Janeiro (RJ), um dos 12 pioneiros Pontos de Memória

Pontos de Memória: Metodologia e Práticas em Museologia Social apresenta o processo de implementação dos 12 primeiros Pontos de Memória, iniciado já no ano de criação do Ibram (2009), o qual lançaria as bases de uma metodologia que utiliza ferramentas da Museologia a serviço da memória social: identificação, qualificação, realização de inventários participativos, difusão de memórias, formação de redes.

Entre os resultados que os Pontos de Memória permitiram promover, de acordo com os relatos das comunidades que protagonizaram esta experiência inicial, são mencionados na publicação o conhecimento e valorização das memórias locais; fortalecimento de tradições, identidades e laços de pertencimento; valorização dos potenciais locais, com impulso ao turismo e economia nas regiões envolvidas; desenvolvimento sustentável das localidades; e melhoria da qualidade de vida, com redução da pobreza e violência.

Tendo despertado amplo interesse da comunidade museológica brasileira e internacional desde seu estágio embrionário, a metodologia do programa Pontos de Memória, agora sistematizada em livro, está disponível também nas versões em Inglês e Espanhol. Impressa e distribuída pelo Ibram aos Pontos de Memória brasileiros, a publicação pode ser baixada gratuitamente, por interessados em geral, em nossa seção de publicações.

Mais informações pelo endereço eletrônico pontosdememoria@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Exposição exibe resultado de curso sobre memória afro-brasileira em SC

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Exposição é resultado de curso que utilizou, em caráter experimental, a plataforma virtual de aprendizagem Saber Museu, desenvolvida pelo Ibram

Será aberta nesta sexta-feira (18), no Museu Histórico de Santa Catarina, em Florianópolis (SC), a exposição Vozes que pulsam – Memória e cultura afro-brasileira em Santa Catarina.

A exposição é resultado do curso Museu, Memória e Cultura Afro-brasileira, iniciado em agosto pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), numa parceria com o Sistema Estadual de Museus catarinense, o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI).

O curso utilizou pela primeira vez, em caráter experimental, a plataforma virtual de aprendizagem Saber Museu, desenvolvida pelo Ibram, e foi voltado a 30 profissionais atuantes em museus, Pontos de Memória e Pontos de Cultura, além de pesquisadores na área do Patrimônio Cultural. As atividades a distância possibilitadas pela ferramenta foram complementadas por encontros presenciais mensais.

Participação e mesa-redonda
A exposição Vozes que pulsam foi elaborada num processo de curadoria compartilhada e educação colaborativa entre os participantes do curso. A partir de metodologias como o inventário participativo, o grupo reuniu pesquisas e registros que preservam e difundem iniciativas culturais sobre o patrimônio afro-brasileiro em território catarinense.

Referências culturais e patrimônios afro-brasileiros foram inventariados nas sete regiões museológicas do estado e serão apresentados em forma de imagens, fotos e vídeos. O conteúdo foi dividido em quatro módulos: Objetos e saberes, Formas de expressão, Lugares e Celebrações.

Para a abertura da exposição, estão programadas mesa-redonda sobre o tema Políticas Públicas e os negros no Brasil, a partir das 14h, e apresentação do Grupo de Capoeira Projeto Social do Mont Serrat, a partir das 15h30.

A mostra fica em cartaz no Palácio Cruz e Sousa, que abriga o Museu Histórico de Santa Catarina, até o próximo dia 25. A ideia é que, ao final deste período, torne-se itinerante, percorrendo diversos municípios catarinenses. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

Ibram abre edital para iniciativas de museologia social no RJ

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) abriu, na última quinta-feira (27), edital destinado à premiação de seis iniciativas de memória e museologia social desenvolvidas no Rio de Janeiro.

O chamamento público em âmbito estadual objetiva apoiar ações da Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro com o aporte financeiro de R$ 180 mil, incluídas as despesas administrativas. Serão distribuídos seis prêmios no valor de R$ 30 mil.

Podem participar pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos com atuação comprovada na área cultural e social, com ações de memória e museologia social e/ou junto a museus comunitários, ecomuseus e afins nos últimos três anos.

As inscrições poderão ser feitas até as 23h30 do dia 12 de dezembro próximo (horário de Brasília) por meio do sistema SalicWeb. O manual para inscrição de editais também encontra-se disponível.

As iniciativas cujas inscrições forem admitidas serão apreciadas por Comissão de Seleção, que avaliará se foi promovida a difusão e valorização da memória local de grupos, povos e comunidades representativos da diversidade cultural brasileira; e se a iniciativa contribuiu para gerar outras ações de memória e museologia social a partir de seus resultados. Confira o edital na íntegra.

Ibram divulga consultores selecionados para programa Pontos de Memória

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) já tem os resultados finais de duas seleções públicas, realizadas em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), destinadas à contratação de consultores, na modalidade produto, para atuação junto ao programa Pontos de Memória.

O Edital 34/2016 destina-se à contratação de profissional com formação de nível superior em qualquer área e experiência mínima de cinco anos em Gestão Estratégica e Avaliação Estratégica de Projetos de Cooperação Internacional, além de desejável experiência em Gestão e Avaliação em Projetos com finalidade comunitária. O objetivo da consultoria é desenvolver sistemática de avaliação aplicável à gestão dos Pontos de Memória.

Já o Edital 35/2016 tem como objetivo a elaboração de projetos gráficos de manuais instrucionais e livros, na versão impressa e e-book, e foi aberto à participação de profissionais com formação de nível superior em qualquer área, sendo exigida experiência mínima de cinco anos como editor e designer gráfico, com domínio do pacote Adobe Creative Cloud (Indesign, Ilustrator, Photoshop), além de experiência em ministrar oficinas e cursos sobre design gráfico.

Em ambos os casos, a pontuação máxima atingida seria de 20 pontos e a avaliação foi realizada com base nos critérios de análise de currículo, de caráter eliminatório e classificatório, e entrevista oral, de caráter classificatório. A Coordenação de Museologia Social e Educação do Ibram entrará em contato com os selecionados. Confira os resultados das duas seleções, conforme pontuação e classificação:

Seleção para consultor em Avaliação Estratégica

Classificação

Candidato

Pontuação

Mariângela Ribeiro

18,5

Sérgio Henrique Cantuária Ferreira

18

Ana Virgínia Cardoso

13

Sérgio Costa

13

Sonia Regina Freitas Prota

12

 

Seleção para consultor em Edição/Design Gráfico

Classificação

Candidato

Pontuação

César Valente

20

Raimundo Alves Ferreira Neto

19

Anderson Moreira Lima

17

Gabriela Alves Coimbra

14

Marco Lúcius Freitas

14

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