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Ibram realiza pesquisa sobre Práticas em Educação Museal em seus museus

O Instituto Brasileiro de Museus iniciou, esta semana, uma pesquisa sobre Práticas em Educação Museal nos museus sob sua administração. A iniciativa visa levantar informações acerca das atividades educativas e culturais desenvolvidas nessas instituições.

O questionário foi desenvolvido pela Coordenação de Museologia Social e Educação – COMUSE/DPMUS/Ibram), juntamente com a Coordenação de Produção e Análise da Informação (CPAI/CGSIM/Ibram).

Entre as questões abordadas na pesquisa estão a realização ou não de atividades educativas e culturais, que tipos de atividades são desenvolvidas, treinamento das equipes e a participação da comunidade na construção de propostas para as atividades educativas e culturais.

O questionário será aplicado até o dia 31 de julho e a previsão para a divulgação dos resultados é ainda no segundo semestre desse ano.

O Ibram pretende, a partir destas informações, realizar um diagnóstico que subsidiará a elaboração de propostas que auxiliarão na implementação da Política Nacional de Educação Museal – PNEM no âmbito dos museus Ibram. A expectativa é que, em um segundo momento, a pesquisa seja expandida e aplicada junto a todos os museus brasileiros.

O Caderno da PNEM

caderno pnemEm 2018, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou o Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM), que traz os princípios e diretrizes da PNEM e conceitos-chave que devem guiar o trabalho na área. Disponível para download gratuito, a publicação destaca o protagonismo das Redes de Educadores em Museus espalhadas por todo o Brasil e traz textos de especialistas convidados sobre temas relacionados ao trabalho em museus, como acessibilidade, comunidade, mediação, públicos e sustentabilidade, entre outros.

Educação museal: linha de pesquisa realiza encontros mensais no MHN

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Vinculada ao grupo de pesquisa “Escritas da história em museus: objetos, narrativas e temporalidades”, do Museu Histórico Nacional (MHN) e CNPq, a linha de pesquisa “Educação museal: conceitos, história e políticas”, passa a se reunir mensalmente no museu com educadores, profissionais de museus, pesquisadores e estudantes.

O objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento e de informação em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus. O calendário 2019 inclui cursos, mesas redondas, encontros e apresentações de pesquisas.

Na próxima quinta-feira (28), das 10h às 13h, acontece a primeira reunião da linha de pesquisa em 2019, que vai realizar a leitura e debate de termos e conceitos do Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) – disponível para download gratuito.

Saiba mais.

Lançamento do Caderno da PNEM no Rio acontece nesta terça

Nesta terça-feira (26), o Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro (RJ), promove uma atividade com foco na educação museal. O Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) e o Programa de Elaboração e Pesquisa em Educação Museal (Pepem) serão lançados no auditório do museu a partir das 14h, com entrada franca. Não é necessário inscrição prévia. Haverá ainda certificado para os participantes.

Educação museal: MHN lança publicação do Ibram e

Educação museal: MHN lança publicação do Ibram e programa de implementação da PNEM nesta terça-feira (26)

A atividade terá como destaque uma mesa redonda com as presenças de Magaly Cabral, educadora e museóloga; Ozias Soares, pesquisador do Museu da Vida/Fiocruz; e Fernanda Castro, educadora do MHN – os dois últimos atuaram como coordenadores no processo de elaboração da PNEM.

Participação

A Política Nacional de Educação Museal é fruto de um amplo processo de reflexão e debate participativo – iniciado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2010 e concluído ano passado, quando a PNEM teve sua criação oficializada em portaria.

O Caderno da PNEM traz os princípios e diretrizes elaborados nesse processo, além de um conjunto de textos sobre a história da educação museal no Brasil, o processo de construção da política, formas de sua aplicação e conceitos que a embasam. A publicação já está disponível para download.

Implementação

Nesse contexto, o Núcleo Educativo do MHN propõe a criação e implementação do Programa de Elaboração e Pesquisa em Educação Museal (Pepem): uma ferramenta de implementação da PNEM que deve atuar com ações de curto, médio e longo prazo, em especial no que diz respeito à formação de educadores, elaboração de pesquisas e instrumentos de sistematização, registro e avaliação da área e produção de informação em educação museal.

A primeira atividade do Pepem, realizada na semana passada, foi uma reunião da linha de pesquisa “Educação museal: conceitos, história e políticas”, criada no grupo de pesquisa “Escritas da história em museus” (MHN/CNPq). Mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br. Conheça o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/MHN
Foto: Setor Educativo/MHN

Política Nacional de Educação Museal: Ibram lança publicação orientadora

Publicação traz os princípios e diretrizes da mais nova política pública voltada ao setor de museus brasileiro, breve histórico da educação museal no Brasil e conceitos-chave que devem guiar o trabalho nesta área.

Publicação traz os princípios e diretrizes da mais nova política pública voltada ao setor de museus brasileiro e conceitos-chave que devem guiar o trabalho na área.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou na manhã desta quarta-feira (20), em Brasília (DF), o Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

A publicação reúne os princípios e diretrizes da mais nova política pública voltada ao setor de museus brasileiro, instituída no ano passado, trazendo ainda um breve histórico da educação museal no Brasil, um resumo do processo de construção participativa da PNEM e conceitos-chave que devem guiar o trabalho nesta área.

A Carta de Petrópolis, a Carta de Belém e a Carta de Porto Alegre – documentos que sintetizam as discussões para construção da Política Nacional de Educação Museal realizadas no âmbito do Fórum Nacional de Museus em suas edições de 2012, 2014 e 2017 – integram o Caderno da PNEM, que também traz, na íntegra, o texto da Portaria Nº 422, de 30 de novembro de 2017, que oficializou sua criação.

Já disponível para download gratuito, a publicação destaca o protagonismo das Redes de Educadores em Museus espalhadas por todo o Brasil e traz ainda textos de especialistas convidados sobre temas relacionados ao trabalho em museus, como acessibilidade, comunidade, mediação, públicos e sustentabilidade, entre outros. Baixe aqui o Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

“O Caderno da PNEM não pretende ser um manual normatizador, mas compartilhar o vocabulário já construído neste processo para que os interessados se apropriem dele, e oferecer um referencial a partir de experiências já realizadas”, explica Cinthia Oliveira, do Departamento de Processos Museais do Ibram. “O material traz exemplos que abordam todas as dimensões desta política pública construída de forma participativa e integradora”, completa.

A PNEM - A Política Nacional de Educação Museal é fundamentada em princípios e diretrizes que foram definidos de forma colaborativa após amplo processo de participação que incluiu consulta pública através de plataforma online, a realização de 23 encontros regionais e a aprovação da Carta de Petrópolis (2012) e Carta de Belém (2014) nas respectivas edições do Fórum Nacional de Museus. O documento final foi aprovado na 7ª edição do fórum, realizada no ano passado em Porto Alegre (RS).

O trabalho contou com a participação de servidores do Ibram, educadores e outros profissionais do setor museológico, Redes de Educadores em Museus, professores, estudantes e usuários de museus interessados na organização, desenvolvimento e fortalecimento da educação museal em território brasileiro.

Políticas públicas em museologia social e educação museal foram institucionalizadas

O ano de 2017 marcou a oficialização de políticas públicas desenvolvidas pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em dois importantes campos de atuação: a educação museal e a museologia social. Foram instituídos no âmbito do órgão o Programa Pontos de Memória e a Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

O Programa Pontos de Memória foi instituído pela Portaria Nº 315, de 6 de setembro de 2017 – que detalha seus princípios, objetivos e estabelece a formação de um Comitê Consultivo, responsável por promover debates e propor ações, estratégias e diretrizes com vistas ao fortalecimento de políticas públicas no campo da museologia social. O comitê teve sua primeira reunião no final de novembro.

Encontro de Pontos de Memória no 7º FNM este ano

Encontro de Pontos de Memória no 7º FNM este ano

Tornado política perene após reivindicação do setor e pactuação no 7º Fórum Nacional de Museus, o programa apoia, fomenta e capacita iniciativas de memória social e comunitária desenvolvidas Brasil afora.

Já são mais de 300 experiências identificadas nas várias regiões brasileiras, em centros urbanos e no campo, territórios indígenas, quilombos, periferias e outros territórios.

Educação Museal
Já a criação da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) foi tornada oficial com a publicação da Portaria Nº 422, de 30 de novembro de 2017.

Destinado ao campo museal brasileiro como um todo, o texto legal estabelece um conjunto de princípios e diretrizes que tem o objetivo de nortear a realização das práticas educacionais em instituições museológicas, fortalecer a dimensão educativa em todos os setores do museu e subsidiar a atuação dos educadores.

A portaria é fundamentada em princípios e diretrizes orientadores que foram definidos de forma colaborativa após amplo processo de participação que incluiu consulta pública através de plataforma online, a realização de 23 encontros presenciais regionais e a aprovação da Carta de Petrópolis (2012) e Carta de Belém (2014) nas respectivas edições do Fórum Nacional de Museus. O documento final foi aprovado na sétima edição do fórum, realizada este ano em Porto Alegre (RS).

Texto e foto: Ascom/Ibram

Ibram oficializa criação da Política Nacional de Educação Museal

Texto legal estabelece conjunto de princípios e diretrizes que tem o objetivo de nortear a realização das práticas educacionais em instituições museológicas, fortalecer a dimensão educativa em todos os setores do museu e subsidiar a atuação dos educadores.

Texto legal estabelece conjunto de princípios e diretrizes que tem o objetivo de nortear a realização das práticas educacionais em instituições museológicas, fortalecer a dimensão educativa em todos os setores do museu e subsidiar a atuação dos educadores.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou oficial nesta quarta-feira (13) a criação da Política Nacional de Educação Museal (PNEM). A mais nova política pública voltada ao setor de museus brasileiro foi oficializada através da publicação da Portaria Nº 422, de 30 de novembro de 2017.

Destinado ao campo museal brasileiro como um todo, o texto legal estabelece um conjunto de princípios e diretrizes que tem o objetivo de nortear a realização das práticas educacionais em instituições museológicas, fortalecer a dimensão educativa em todos os setores do museu e subsidiar a atuação dos educadores. Define também compromissos do Ibram para sua implementação.

Construção participativa

A portaria é fundamentada em princípios e diretrizes orientadores que foram definidos de forma colaborativa após amplo processo de participação que incluiu consulta pública através de plataforma online, a realização de 23 encontros presenciais regionais e a aprovação da Carta de Petrópolis (2012) e Carta de Belém (2014) nas respectivas edições do Fórum Nacional de Museus. O documento final foi aprovado na sétima edição do fórum, realizada este ano em Porto Alegre (RS).

O trabalho contou com a participação de servidores do Ibram, educadores e outros profissionais do setor museológico, Redes de Educadores em Museus, professores, estudantes e usuários de museus interessados na organização, desenvolvimento e fortalecimento da educação museal em território brasileiro.

“O maior valor da Política Nacional de Educação Museal é o caráter participativo de sua constituição”, considera a diretora do Departamento de Processos Museais, responsável pela PNEM, Renata Bittencourt. “O documento traz diretrizes para o campo museal geradas a partir de uma multiplicidade de vozes. Profissionais de museus de diferentes perfis contribuíram para o desenho destes parâmetros, que acreditamos, têm grande potencial para impulsionar a área museológica”, avalia.

Presidente do Ibram faz visita técnica ao Museu Casa Histórica de Alcântara

Marcelo Araujo discutiu com equipe do MCHA o projeto de restauro e reconfiguração previsto para o museu, além de estratégias locais para a área da educação museal.

Marcelo Araujo discutiu com equipe do MCHA o projeto de restauro e reconfiguração previsto para o museu, além de estratégias locais para a área da educação museal.

O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araujo, fez na última segunda-feira (31) visita técnica ao Museu Casa Histórica de Alcântara (MCHA), no Maranhão.

Acompanhado na visita pela diretora do Departamento de Processos Museais (DPMUS), Renata Bittencourt, o presidente do Ibram participou de encontros com a equipe do museu, com ênfase em sua estratégia para ação educativa, e com a Rede de Educadores em Museus do Maranhão – nos quais foi abordada a recém-aprovada Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

Na oportunidade, o presidente do Ibram também esteve reunido, em São Luís (MA), com o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão, Maurício Itapary, e equipes técnicas daquele órgão e do Ibram, para discutir o projeto de restauro e reconfiguração previsto para o MCHA. Um dos pontos em destaque foi a questão da acessibilidade.

“A visita foi uma oportunidade de o presidente conhecer o museu, os servidores e as atividades desenvolvidas pela equipe”, explica a diretora do MCHA, Karina Waleska Scanavino. Durante a passagem pelo Maranhão, Marcelo Araujo também visitou o Convento das Mercês e o Museu Histórico de Alcântara.

7º FNM aprova Política Nacional de Educação Museal

230584_530845170264227_1452698893_nO documento que oficializa os princípios e diretrizes orientadores para a Política Nacional de Educação Museal, demanda histórica do setor, foi finalizado e aprovado durante o 7º Fórum Nacional de Museus (FNM), realizado entre os dias 30 de maio e 4 de junho em Porto Alegre (RS).

Após dois dias de trabalho no âmbito dos Grupos de Trabalho do 7º FNM, representantes da área deram conclusão ao texto norteador da nova política pública voltada ao campo museal brasileiro – construído de forma colaborativa num processo que incluiu consulta pública através de plataforma virtual, aberta em 2012, e a realização de 23 encontros regionais.

O documento, disponível em nossa seção de publicações, traz cinco princípios aprovados no 6º FNM (2014), além de um conjunto de diretrizes em três eixos temáticos: Gestão; Profissionais, Formação e Pesquisa; e Museus e Sociedade.

“O processo que culminou com esta conquista mostra a capacidade de trabalho articulado entre servidores do Ibram e profissionais que atuam com educação em museus”, avalia a coordenadora de Museologia Social e Educação do Ibram, Cinthya Oliveira. “Houve continuidade e crescimento da mobilização em torno deste tema, com a criação de diversas redes, o que será essencial para pôr esta política em prática”, completa.

Carta de Porto Alegre – Também como resultado do encontro, os educadores museais e demais participantes elaboraram a Carta de Porto Alegre, lida na plenária final do 7º FNM, que aponta passos subsequentes necessários ao desenvolvimento da Política Nacional de Educação Museal e foi agregada ao Documento Final.

Fortaleza (CE) sediará o 8º Fórum Nacional de Museus em 2019

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Apresentação de resultados do encontro do PNEM e dos GTs durante a Plenária Final do 7º FNM

Em Plenária Final, na tarde de sábado (3), a cidade de Fortaleza (CE) foi escolhida, com 72 votos, para sediar a próxima edição do Fórum Nacional de Museus (FNM) em 2019. As cidades de Cuiabá (MT) e Belo Horizonte (MG) também apresentaram candidaturas.

O encerramento contou com a leitura de proposições alcançadas durante os dois dias de reuniões de oito grupos de trabalho. Houve ainda a apresentação, discussão, votação e aprovação de 10 moções apresentadas pelos participantes do 7º FNM.

Por fim, houve uma breve apresentação dos resultados do primeiro encontro do Programa Nacional de Educação Museal (PNEM) e das reuniões paralelas de entidades e grupos ligados ao campo museal.

Coordenada pelo presidente do Ibram, Marcelo Araujo, a mesa de encerramento foi composta por Luciene Figueiredo, coordenadora dos Sistemas Estaduais de Museus; Eneida Braga, diretora do Departamento de Difusão, Fomento e Economia de Museus do Ibram; e Simone Flores, representante da Comissão Organizadora local do 7º FNM.

Marcelo Araujo comemorou os resultados alcançados nesta edição do FNM e os avanços na discussão das políticas públicas para o setor de museus no Brasil.

O representante do setor de museus no Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC), eleito para o biênio 2018-2020 pelos participantes, foi o Comitê Brasileiro do Conselho Internacional de Museus( Icom), com 97 votos. A suplência fica com o Conselho Federal de Museologia (Cofem), que obteve 94 votos.

Texto e fotos: Ascom/Ibram
Última atualização: 6.6.2017

Ibram convoca para entrevista candidatos a consultoria junto ao PNEM

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) convocou nesta quarta-feira (22), para a fase de entrevista, três candidatos ao cargo de consultor na modalidade produto para atuação junto ao Programa Nacional de Educação Museal (PNEM), oportunidade aberta pelo Edital Nº 22/2017.

Lançado em parceria com a Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o edital objetiva selecionar profissional para realizar a sistematização analítica dos documentos produzidos no âmbito do PNEM por meio de consulta pública presencial e virtual.

Os candidatos convocados para entrevista (2ª fase), que tem caráter classificatório e eliminatório, foram selecionados após a 1ª fase, que consistiu na avaliação curricular realizada por Comissão de Seleção, com base nos requisitos estabelecidos no edital.

A seleção, conforme Termo de Referência, exigiu experiência mínima de 3 anos em softwares que possibilitam a sistematização analítica de informações qualitativas, além de formação em Ciências Humanas ou Sociais. Confira a lista:

Nome do Candidato

Data da entrevista

Início

Final

Diego Araujo Reis

28/03/2017

10:30

10:55

Mayra Resende Costa Almeida

11:00

11:25

Luciana Conrado Martins

11:30

11:55

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