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MHN recebe evento internacional sobre Patrimônio Arquitetônico Brasil-Portugal

O 5° Fipa – Fórum Internacional do Patrimônio Arquitetônico Brasil – Portugal começa nesta quarta-feira (23), no Rio de Janeiro (RJ).

Até o dia 25 de maio acontecem conferências, mesas redondas, sessões temáticas, exibição de filme e visitas mediadas no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) e Paço Imperial/Iphan.

Filme de Sinai Sganzerla será exibido no MHN na quinta (24)

Filme de Sinai Sganzerla será exibido no MHN na quinta (24)

Após a sessão solene de abertura no dia 23, o diretor do MHN e historiador Paulo Knauss realiza, às 9h30, a conferência “A refuncionalização dos lugares históricos – o caso do Museu Histórico Nacional”.

Entre os destaques da programação no MHN estão, além de mesas e sessões temáticas, a exibição, no dia 24, às 18h, do documentário em longa-metragem “O desmonte do Monte”, de Sinai Sganzerla, às 18h, no auditório do museu.

O filme aborda a história do Morro do Castelo, escolhido pelos colonizadores portugueses para ser o local das primeiras moradias e fundação da cidade do Rio.

Apesar de sua importância histórica e arquitetônica, o morro foi destruído por sucessivas reformas urbanísticas. A diretora estará presente para conversar com o público após a sessão.

No dia 25, o MHN também será ponto de encontro para as visitas guiadas preparadas pelo evento para os participantes. Entre 9h e 12h, acontecem simultaneamente três roteiros no centro histórico do Rio. Confira a programação completa.

Resultado de um convênio entre instituições brasileiras e portuguesas, o Fipa acontece um ano no Brasil e outro em Portugal, agregando profissionais  nos campos científicos, técnicos e de gestão do patrimônio.

O 5º Fipa contribuirá ainda com a preparação do 27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA-2020, o mais importante evento de arquitetura mundial, que está programado para acontecer no Rio de Janeiro. Saiba como participar do 5º Fipa.

Texto: Ascom/MHN
Imagem: Divulgação

Exposição no Museu da Inconfidência resgata história dos chafarizes da cidade

Ao completar 80 anos de tombamento federal em 2018, a cidade de Ouro Preto (MG) ganha uma exposição que marca o início das comemorações da data, ao mesmo tempo em que valoriza o acesso da população à água ao longo dos séculos.

Água e Ouro Preto: patrimônios de todos nós é a exposição que abre dia 23 de março no Museu da Inconfidência/Ibram, a partir das 19h, dando início às atividades de lançamento do Ano do Patrimônio Cultural de Ouro Preto. A entrada é franca.

Um dos chafarizes de Ouro Preto em frente ao Museu da Inconfidência/Ibram

Um dos chafarizes de Ouro Preto em frente ao Museu da Inconfidência/Ibram

A proposta é gerar uma reflexão sobre o pertencimento e reconhecimento da relevância da memória histórica para a formação da cultura nacional. Margareth Monteiro, Zaqueu Astoni Moreira e Mateus Júnio Pires Guimarães são os curadores da exposição.

Linha do tempo
A mostra registra a entrega das obras de restauração para uso do Chafariz de São José – construído no século XVIII e um dos símbolos da expressividade artística brasileira do período colonial.

São apresentados objetos do acervo do Museu da Inconfidência e do Arquivo Público Municipal, além de documentos sobre as arrematações dos chafarizes da cidade, cuja responsabilidade se remetia às câmaras municipais.

A partir da Carta Régia de 1603, primeira menção que se conhece sobre os recursos hídricos no Brasil Colônia, enfatiza-se a importância da água em todo o ciclo do ouro em um linha do tempo.

O traçado urbano da antiga Vila Rica revela, em monumentais conjuntos arquitetônicos, dezenas de chafarizes que canalizavam a água de grandes mananciais, sendo distribuída à população por bicas ou carrancas que jorravam dia e noite. As obras elegiam locais de maior acesso ou áreas do comércio local, visando atender a um maior número de pessoas.

A exposição é realizada por meio de uma parceria entre o Museu da Inconfidência e da Prefeitura de Ouro Preto, através da Secretaria de Cultura e Patrimônio, com apoio da Câmara Municipal de Ouro Preto e da Converso Comunicação, e conta com patrocínio da Gerdau e da Valenet.

A exposição Água e Ouro Preto: patrimônios de todos nós fica em cartaz até 29 de abril na Sala Manoel da Costa Athaide (anexo I do Museu da Inconfidência) e pode ser visitada de terça a domingo, das 10h às 18h. Saiba mais sobre o Museu da Inconfidência.

Texto e foto: MI/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

DF recebe inscrições de projetos na área de Patrimônio até 9 de outubro

Segue até 9 de outubro o prazo para a inscrição de projetos na área de Patrimônio Histórico e Artístico em edital do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do Distrito Federal (DF).

O edital FAC Áreas Culturais, cujo valor total é de R$ 24,1 milhões, selecionará iniciativas em diversas formas de manifestação cultural e entre elas está a área de Patrimônio Histórico e Artístico Material e imaterial – que receberá R$ 1,2 milhão.

“Conseguimos este ano dobrar o montante de recursos para a linha de patrimônio e incluímos, pela primeira vez, uma sublinha específica que contempla a área de museus”, explica Gustavo Pacheco, subsecretário do Patrimônio Cultural do DF.

Além de Expografia e Acervos Museológicos, são aceitos projetos para Pesquisa, Inventário e Publicação, Educação Patrimonial e Eventos. Confira as Linhas de Apoio e Requisitos específicos. Acesse o edital na íntegra.

Texto: Ascom/Ibram

Ibermuseus libera recursos para recuperação do Museu das Missões

O Comitê Intergovernamental do Programa Ibermuseus aprovou na última terça-feira (10) a liberação de US$ 5 mil para colaborar na recuperação do Museu das Missões, vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e afetado pela passagem de tornado que atingiu a região no final de abril.20160426_151749_26057490674_o

O auxílio será concedido por meio do Fundo de Apoio ao Patrimônio Museológico em Situação de Risco, destinado a apoiar ações de assistência, socorro e proteção ao patrimônio museológico de regiões afetadas por inundações, terremotos, incêndios, conflitos bélicos, ameaças humanas e outras situações calamitosas que representem risco.

Os recursos serão utilizados na realização de projetos de reorganização, conservação e restauração do acervo afetado. A previsão é de que sejam repassados ao Ibram até o final de maio. O serviço terá início imediatamente após o recebimento dos recursos.

Após diagnóstico preliminar, constatou-se que todo o acervo do Museu das Missões, composto de 98 esculturas missioneiras, foi afetado pela umidade e por quedas causadas pelo forte vento que atingiu o chamado Pavilhão Lúcio Costa, sendo que 30% das peças foram severamente danificadas por mutilações de membros e cabeças, perfurações por material de construção (vidros, telhas), achatamentos diversos, absorção de água, deslocamento da policromia, rachaduras e perdas de fragmentos diversos.

A liberação do recurso solicitado pelo Ibram para a recuperação do Museu das Missões foi aprovada durante a primeira reunião do Programa Ibermuseus sob a presidência do México, assumida em janeiro deste ano por Magdalena Zavala Bonachea, coordenadora Nacional de Artes Visuais do Instituto Nacional de Belas Artes (INBA) daquele país.

Com o Fundo de Apoio ao Patrimônio Museológico em Situação de Risco, o Programa Ibermuseus apoia ações de assistência, socorro e proteção ao patrimônio museológico de regiões afetadas por inundações, terremotos, incêndios, conflitos bélicos, ameaças humanas e outras situações calamitosas que representem risco.

Na reunião, foram também aprovadas solicitações de apoio à recuperação dos bens musealizados afetados por terremoto ocorrido no Equador, além de outras ações. Saiba mais.

Coleção Geyer é Patrimônio da Humanidade

Aquarela e guache sobre papel: retrato da São Clemente, em Botafogo – Coleção Geyer.

Aquarela e guache sobre papel: retrato da São Clemente, em Botafogo – Coleção Geyer.

A candidatura Iconografia do Rio de Janeiro na Coleção Geyer (séculos XVI a XIX), apresentada pelo Museu Imperial/Ibram, foi aprovada durante reunião do Comitê Brasileiro do Programa Memória do Mundo da UNESCO (MoWBrasil) e será inscrita no Registro Nacional do Brasil do programa da referida organização.

“Vemos que os temas dessa verdadeira brasiliana partem do particular, o Rio de Janeiro, para o geral, o Brasil. A difusão das imagens em tempo quase simultâneo à sua produção foi ampliada pela intensa atividade editorial ligada ao tema das viagens, conferindo a essa coleção status de patrimônio documental do país” – explica diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior.

Na mesma reunião, ocorrida nos dias 22 e 23 de setembro no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, Maurício Vicente foi eleito presidente do Comitê Brasileiro do Programa Memória do Mundo da UNESCO, com mandato até outubro de 2017.

Os dez conjuntos aprovados, dentre as 30 candidaturas habilitadas para análise, serão inscritos no referido programa por meio de portaria do Ministério da Cultura a ser publicada oportunamente no Diário Oficial da União. Veja lista aqui.

A Coleção

Doada ao Museu Imperial pelo casal Maria Cecília e Paulo Geyer, em 1999, a coleção reúne livros, álbuns, pinturas, gravuras, litografias, desenhos, mapas e demais objetos de arte reunidos durante 40 anos, totalizando 4.255 obras. Com o falecimento dos doadores, o Museu Imperial assumiu a coleção e a edificação que a abriga, em uma área de 12 mil m², localizada no bairro do Cosme Velho, na capital fluminense. A casa, que deverá ser aberta ao público em 2016, será uma subunidade do Museu Imperial.

Rio 450 anos: museus cariocas integrarão atividades comemorativas

Nesta sexta (5), o presidente do Instituto Brasileiro de Museus, Angelo Oswaldo, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes, assinaram convênio que formaliza a criação do Passaporte Museus Cariocas em cerimônia no Palácio da Cidade, às 10h.

Logomarca oficial das celebrações dos 450 anos do Rio

Logomarca oficial das celebrações dos 450 anos do Rio

Integrado a um conjunto amplo de atividades comemorativas aos 450 anos do Rio, que decorre entre 31 de dezembro de 2014 e 1º de março de 2016, o passaporte dará ao público acesso a cerca de 40 museus cariocas de forma gratuita, em determinados dias da semana, ou a obtenção de descontos nos ingressos.

“O evento tem um papel relevante para a difusão dos valores cariocas e acontece em um momento importante para a cidade, que sediará os Jogos Olímpicos em 2016″, diz Angelo Oswaldo.

Na cerimônia foram anunciadas ainda as seis categorias de eventos e as demais iniciativas âncora, assim como o Passaporte Carioca, que integram o Calendário Comemorativo. Saiba mais.

Novo museu em Paraty
Já às 16h da sexta (5),  desta vez na Casa de Cultura de Paraty, no litoral fluminense, Angelo Oswaldo participa da Jornada de Debates Histórias e Ofícios do Território, que marca a abertura do Museu do Território, cuja missão será pesquisar, documentar, interpretar e comunicar o processo de transformação territorial da cidade de Paraty.

Com mediação do jornalista Paulo Werneck  e do pesquisador Alexandre Pimentel, o presidente do Ibram falará sobre o patrimônio material e imaterial que caracterizam a cidade.

Em palestra na cidade em 2013, Angelo Oswaldo lembrou que a integração entre acervo cultural, paisagem e natureza podem dar condições para a histórica cidade vir a ser reconhecida como Patrimônio da Humanidade – assim como foram Olinda (PE) e Ouro Preto (MG).

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação Rio 450

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Embaixada dos Países Baixos financia iniciativas em Patrimônio Cultural

A Embaixada do Reino dos Países Baixos em Brasília (DF) está com inscrições abertas para o financiamento de iniciativas brasileiras na área do Patrimônio Cultural Comum entre o Brasil e os Países Baixos, com início em 2014.

O financiamento tem como objetivo trabalhar em conjunto na conservação, uso, administração e visibilidade deste patrimônio partilhado. O programa visa a incentivar o intercâmbio nacional e internacional e a troca de conhecimento entre cientistas, historiadores, pessoas de arquivos, etc. sobre a presença neerlandesa no Brasil.

O Fundo Neerlandês para Patrimônio Cultural Comum financia até 60% projetos com duração máxima de quatro anos. Uma primeira avaliação dos projetos será feita a partir do dia 2 de fevereiro de 2014.

As propostas devem ser encaminhadas, via formulário específico e acompanhadas de documentação, para o e-mail bra-ppc@minbuza.nl. Veja os detalhes no sítio web da embaixada.

Texto: Divulgação

 

Paraty quer ser reconhecida pela Unesco como Patrimônio da Humanidade

Paraty (RJ) pode vir a ser Patrimônio da Humanidade na lista da Unesco, disse na cidade o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo, ao falar sobre Ouro Preto e Olinda em conferência na abertura do festival cultural Mimo na sexta-feira (23).

Angelo Oswaldo aproveitou sua viagem a Paraty para visitar os museus Ibram na cidade

Para Oswaldo, Paraty deve integrar os valores de seu acervo cultural às qualidades da paisagem e da natureza e criar um ícone singular. É essa singularidade que lhe garantirá o título.

Ele disse ainda que a inscrição entre os monumentos mundiais somente gera resultados concretos e surte efeito positivo se a cidade assume o título e o utiliza como chave para abrir todas as portas: “caso contrário, o diploma fica esquecido numa gaveta e a cidade descobre que não é patrimônio de ninguém”.

Museus Ibram
Na cidade, Angelo Oswaldo visitou ainda as unidades administradas pelo Ibram em Paraty: o Museu de Arte Sacra, atualmente em reforma, e o Museu Forte Defensor Perpétuo, onde visitou a exposição de máscaras do mestre paratiense Natalino de Jesus Silva e pôde conferir o potencial museográfico do conjunto do Morro da Vila Velha.

O presidente do Ibram confirmou a liberação de recursos do Ministério da Cultura (MinC) e Petrobras para a conclusão das obras de restauro da Igreja de Santa Rita, onde está instalado o Museu de Arte Sacra, e anunciou novos projetos para o Museu Forte. “O apoio da Fundação Roberto Marinho vem garantir o êxito das iniciativas em articulação”, garantiu.

Texto e foto: Ascom/Ibram e Forte Defensor Perpétuo
Edição: Ascom/Ibram

 

Presidente do Ibram fala sobre cidades e patrimônio durante fórum em Paraty

O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), Angelo Oswaldo, participa nesta sexta-feira (23), na cidade de Paraty (RJ), do Fórum de Ideias Mimo 2013. Surgido em 2004 como Mostra Internacional de Música em Olinda (PE), o Movimento Mimo se dedica a estabelecer diálogos entre diferentes expressões artísticas e o patrimônio histórico cultural brasileiro.

Angelo Oswaldo, que já foi presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) e prefeito de Ouro Preto (MG) por três mandatos, fará palestra com o tema As experiências de Ouro Preto e Olinda – primeiras cidades brasileiras Patrimônio da Humanidade: o que mudou?, a partir das 15h.

Serão debatidos os principais impactos do título para estas cidades e como buscaram se reinventar para enfrentar os desafios do turismo e da sustentabilidade.

A programação do fórum prossegue até domingo (25), com atividades em Paraty, Ouro Preto e Olinda. Além de palestras, o evento, considerado o maior festival gratuito de música instrumental do Brasil, promove concertos em praças públicas, igrejas, teatros e capelas, e exibição de filmes. Saiba mais sobre a edição Mimo 2013.

Texto: Ascom/Ibram

Recursos do PAC das Cidades Históricas beneficiarão 20 estados brasileiros

Com um total de R$ 1,6 bilhão em obras de restauração, R$ 600 milhões a mais em relação à previsão divulgada em janeiro, a presidenta Dilma Rousseff anunciou ontem (20), em São João del-Rei (MG), a relação das ações que serão contempladas no PAC Cidades Históricas ao longo dos próximos três anos.

A proposta é buscar a recuperação e a revitalização das cidades, a restauração de monumentos protegidos, o desenvolvimento econômico e social e dar suporte às cadeias produtivas locais, com a promoção do patrimônio cultural.

Além dos recursos para obras que serão destinados a 44 cidades de 20 estados brasileiros, outros R$ 300 milhões serão utilizados como linha de crédito para o financiamento de restauro e obras em imóveis privados localizados em áreas tombadas. O Programa do Governo Federal envolve, em sua formulação e implementação, os Ministérios da Cultura e do Planejamento e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC).

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, a presidente do Iphan, Jurema Machado, e o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), Angelo Oswaldo, entre outras autoridades nacionais e locais, participaram da cerimônia.

Patrimônio cultural brasileiro
“Conhecer, respeitar e preservar as cidades históricas são requisitos para construirmos nosso futuro como nação democrática, civilizada e capaz de se erguer sobre os próprios pés. Investindo no patrimônio Cultural estamos investindo em nós mesmos”, disse a presidenta Dilma Rousseff.

A ministra Marta Suplicy destacou que “com o PAC Cidades Históricas, a gestão do Patrimônio Cultural ganha uma nova dimensão já que vai além da mera intervenção física nos monumentos protegidos uma vez que reforça o sentimento de pertencimento e de cidadania em relação aos símbolos de nossa cultura”.

O PAC Cidades Históricas, mais do que conservar imóveis tombados, privilegiará a recuperação de edificações destinadas a atividades que favoreçam a vitalidade dos sítios históricos. Entre as 425 obras, 115 serão em imóveis que abrigam equipamentos culturais, como teatros, cinemas e bibliotecas, além dos 39 museus cujos edifícios também serão recuperados pelo Programa. Saiba mais na página do Iphan.

Texto: Ascom/MinC
Edição: Ascom/Ibram

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