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Diretora dos museus Ibram em Goiás faz palestra na terça (19) em Brasília (DF)

Na terça (19), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) realiza atividade integrada à programação da 11ª Primavera dos Museus – que acontece de 18 a 24 de setembro em todo o Brasil.

Narrativas da memória: Goiás entre museus e muros simbólicos é a palestra que Stélia Braga, diretora dos três museus Ibram no estado de Goiás, realiza, das 10h às 12h, no auditório do Instituto em Brasília (Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco N – Edifício CNC III – Sobreloja). A entrada é franca e não é necessária inscrição prévia.

Museu das Bandeiras/Ibram em Goiás (GO)

Museu das Bandeiras/Ibram em Goiás (GO)

Localizado na cidade de Goiás, antigo Goiás Velho (140 km de Goiânia), o Museu das Bandeiras foi escolhido para compor a identidade visual da edição deste ano da Primavera dos Museus.

Na imagem criada, o prédio que abriga o museu desde 1949, alvo de obras de revitalização há poucos anos, se conecta a sua história por meio de uma foto tirada na década de 1930, quando o prédio era ainda cadeia pública.

Entremeios da memória
“A partir da compreensão dos processos de conformação dos museus de Goiás, em especial do Museu das Bandeiras, e das memórias das pessoas envolvidas neste contexto, vou propor uma reflexão acerca das novas apropriações sociais do patrimônio cultural”, explica Stélia Braga sobre o tema da palestra.

A proposta é “vasculhar os entremeios da memória institucional”, tendo em vista que “a memória coletiva de um museu está nas pessoas, nos seus vizinhos, nos prestadores de serviços e nos moradores da cidade”. Serão exibidos ainda depoimentos de antigos colaboradores dos museus Ibram em Goiás.

Além do Museu das Bandeiras, Stélia Braga dirige o Museu de Arte Sacra da Boa Morte, na mesma cidade, e o o Museu Casa da Princesa – localizado em Pilar de Goiás.

Outras informações sobre a atividade podem ser obtidas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu das Bandeiras/Divulgação

Museu Victor Meirelles promove palestra com grupo Lunáticos em SC

Foto: Fascinating Universe - Wikipedia

As cores dos peixes nas áreas de corais é tema de palestra no Museu Victor Meirelles

Nesta terça-feira (7), o Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), promove a palestra Por que os peixes que habitam os recifes de corais possuem cores tão exuberantes?, em parceria com o grupo Lunáticos.

Aberto ao público, o evento será conduzido por um dos fundadores do grupo, Wladimir J. Alonso, e faz parte da Agenda Cultural do museu.

Doutor em biologia pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, Alonso desenvolveu sua tese a partir da observação de padrões de camuflagem de animais como proteção de possíveis predadores e irá compartilhá-la com o público, na sala multiuso do anexo do museu, às 19h.

O Grupo
O Lunáticos é um grupo que promove debates científicos, com um viés eclético, que também aborda ocorrências no campo das artes, da astronomia, da filosofia e da computação, entre outras.

Seguindo a tradição das sociedades científicas do passado, quando a ciência era movida pela curiosidade e pelas inquietudes intelectuais, o grupo foi fundado com inspiração na Sociedade Lunar, uma espécie de confraria de discussão e sociedade científica informal, composto por importantes industrialistas, filósofos naturais e intelectuais que se reuniam regularmente, entre os anos de 1765 e 1813, em Birmingham, na Inglaterra.

O nome do grupo britânico, que inicialmente era Círculo Lunar,  foi escolhido devido ao fato de seus membros reunirem-se somente nos períodos de lua cheia, quando a maior luminosidade tornava o regresso para casa mais fácil e seguro na ausência de iluminação pública.

Texto: Divulgação Museu Victor Meirelles
Foto: Divulgação/internet

Ibram promove palestra sobre Associações de Amigos de Museus

No dia 30 (quinta-feira), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove, na sua sede em Brasília (DF),  a palestra O papel das Associações de Amigos de Museus, com a diretora-executiva da Federação de Amigos de Museus do Brasil (Feambra), Camila Leoni Nascimento.

A palestra, aberta ao público, tem como foco as atribuições das associações de amigos de museus e sua importância no desenvolvimento das instituições.

O guia está disponível gratuitamente para download

O guia está disponível gratuitamente para download

Leoni apresentará ainda o Guia para Criação e Gestão de Associações de Amigos de Museus, desenvolvido pela Feambra, cujo objetivo é mostrar como o trabalho voluntário pode trazer benefícios tanto para os museus quanto para a própria sociedade.

Primeira publicação do gênero no país, o guia segue as diretrizes da Federação Mundial de Amigos de Museus e está disponível para download gratuito.

O evento no dia 30 acontece às 15h no auditório do Ibram, que fica no Setor Bancário Norte, Quadra 2 Bloco N – Edifício CNC III (Sobreloja). Outras informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico cddp@museus.gov.br.

Museus Ibram
Recentemente, o Ibram reconheceu, por meio de portarias, as associações de amigos dos museus Imperial, Histórico Nacional e Castro Maya (Chácara do Céu e Museu do Açude), todos no RJ, Museu da Inconfidência (MG), Museu Lasar Segall (SP) e Museu Victor Meirelles (SC)  – todos integrantes da rede de museus Ibram.

Tal reconhecimento deu sequência ao ordenamento jurídico relacionado ao decreto que regulamentou o Estatuto de Museus, publicado em outubro de 2013, no qual há destaque para as associações de amigos, que devem “apoiar e colaborar com as atividades dos museus, contribuindo para seu desenvolvimento e para a preservação do patrimônio museológico”. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram

Diretor do Lasar Segall aborda modernidades antropofágicas no MoMA

A Semana de Arte Moderna de 1922 e o conceito de Antropofagia na cultura, criado no final da década de 1920 pelo poeta Oswald de Andrade como uma resposta à Semana, voltam à tona  em Nova Iorque (Estados Unidos).

Durante o programa Perspectivas da Arte Moderna e Contemporânea em uma Iniciativa da Era Global (tradução livre), promovido pelo Museu de Arte Moderna (MoMA), o diretor do Museu Lasar Segall, Jorge Schwartz, ministrará a palestra Estratégias curatoriais: modernidades antropofágicas, no dia 9 de outubro.

Capa da revista onde foi publicado o Manifesto Antropofágico

Capa da revista onde foi publicado o Manifesto Antropofágico em 1928

Segundo o diretor do museu, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus em São Paulo, sua apresentação tem caráter retrospectivo e descreve os antecedentes da exposição Da Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950,  que teve lugar no Instituto Valenciano de Arte Moderna, no ano 2000, e, dois anos mais tarde no Museu de Arte Brasileira, em São Paulo.

Em sua palestra, Schwartz também abordará estratégias curatoriais que envolveram cinco curadores associados, 700 obras pertencentes a 144 artistas e empréstimos vindos de mais de cem coleções.

“Gostaria de cotejar a exposição com iniciativas que, de alguma forma, estabelecem diálogos com o meu recorte: especialmente a Bienal da Antropofagia (24a Bienal de São Paulo, 1998) e Brazil: Body and Soul (Guggenheim, NYC, 2001-2002),” explica.

Outras referências que serão utilizadas são o catálogo bilíngue de Da Antropofagia a Brasília, a Caixa Modernista (2003) – que reúne cerca de 30 elementos importantes para o modernismo brasileiro, como livros, catálogos, fotos e documentos da Semana de 22 – e Do Amazonas a Paris (2005).

Convites
Ainda no MoMA, Jorge Schwartz estará com a curadora de fotografia Sarah Meister, que prepara uma exposição com trabalhos dos argentinos Horacio Coppola e Grete Stern para o próximo ano. Ambos os fotógrafos já tiveram suas obras expostas no Museu Lasar Segall.

O diretor também foi convidado para participar da fala de abertura da exposição Egon Schiele Portraits na Neue Galerie, ao lado de Alessandra Comini, conhecida como a maior especialista no artista austríaco. Além de palestrante, ela é curadora da exposição.

Texto: Ascom/Ibram (colaboração Museu Lasar Segall)
Imagem: Divulgação

Professor da UnB discute presença da cultura africana em palestra no Ibram

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Palestra sobre Museu Afro Brasil no auditório do Ibram em Brasília

“Falar da presença negra não é falar só de escravidão’”, afirmou Nelson Fernandes Inocêncio, professor do Departamento de Artes visuais da Universidade de Brasília (UnB), durante palestra na quarta-feira (26), no Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), em Brasília.

O professor que também coordena o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da UnB, apresentou sua recém-defendida tese de doutorado, cujo tema é Museu Afro Brasil no contexto da diáspora: dimensões contra-hemogênias das artes e culturas negras.

A palestra foi organizada pela Coordenação de Pesquisa e Inovação Museal (CPIM), ligada ao Departamento de Processos Museais (DEPMUS) do Ibram, com o objetivo de estimular estudos na área e circular conhecimentos da academia, que conversem com a Museologia.

Integram a mesa de debates Alvaro Marins, coordenador da CPIM, Luciana Palmeira e Marijara Queiroz, museólogas do DEPMUS, e Leonardo Neves, também museólogo do Centro Nacional de Estudos e Documentação da Museologia (Cenedom/Ibram).

Subjetividade e representação

Nelson Inocêncio

Nelson Inocêncio fala sobre sua tese de doutorado apresentada na Universidade de Brasília

O principal ponto tratado por Inocêncio foi a tentativa de entender a criação do Museu Afro Brasil, em São Paulo (SP).  Ele busca analisar a conjuntura que precedeu a criação do museu, assim como a sucessão de fatos, como o debate sobre a discriminação racial e “todo um aglomerado de condições subjetivas reunidas”, explicou, que deu possibilidade para a construção do espaço.

Segundo ele, o diferencial do museu Afro Brasil é juntar diversas áreas, falando da presença negra na cultura brasileira em abordagens diferentes. O palestrante ressaltou ainda que o objetivo do museu é se tornar um espaço de arte representativo.

Nelson Inocêncio citou nomes de artistas e ativistas negros que contribuíram para a formação da história, dando ainda um breve histórico dos que conseguiram ingressar no cenário artístico brasileiro, mesmo diante de uma realidade elitista.

Além de abordar pontos de destaque do museu, o professor, contudo, questionou alguns posicionamentos relativos a exposições sobre cultura negra. Faça o download da palestra (arquivo zipado) ou ouça no seu reprodutor de áudio (mp3).

Texto e foto: Ascom/Ibram
Última atualização: 31.3.2014

Museu Afro Brasil é tema de palestra no Ibram na quarta (26)

Prédio do Museu Afro Brasil no Parque do Ibirapuera em SP

Prédio do Museu Afro Brasil no Parque do Ibirapuera em SP

No dia 26 (quarta-feira), às 15h, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), em Brasília, recebe Nelson Fernandes Inocêncio, professor Adjunto no Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB), para uma palestra sobre o Museu Afro Brasil, localizado em São Paulo (SP).

Com o tema Museu Afro Brasil no contexto da diáspora: dimensões contra-hegemônicas das artes e culturas negras, a palestra parte de sua tese de doutorado defendida este ano na Unb.

Os estudos do professor estão voltados prioritariamente para a presença negra na História da Arte na Cultura Visual. Desde 2001 é o Coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros pertencente ao Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da UnB.

O debatedor convidado é Leonardo Neves, museólogo do Centro Nacional de Estudos e Documentação da Museologia (Cenedom/Ibram). A palestra tem entrada franca e acontece no Auditório do Ibram (Setor Bancário Norte, Quadra 2 Bloco N – Edifício CNC III – Sobreloja).

A atividade, organizada pela Coordenação de Pesquisa e Inovação Museal do Ibram, ligado ao Departamento de Processos Museais, tem como objetivo fazer circular o conhecimento produzido pela academia no campo de atuação dos museus, bem como estimular o desenvolvimento de pesquisas sistemáticas que versem sobre os a museologia, os museus e seus acervos.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Internet

Embaixadora fala sobre museus mexicanos no aniversário do Ibram

Nesta terça-feira (21), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) recebeu a Embaixadora do México, Beatriz Paredes, para uma apresentação sobre os museus mexicanos em comemoração aos cinco anos da autarquia federal.

Angelo Oswaldo (esq.), Beatriz e Guilherme Palacios

Angelo Oswaldo (esq.), Beatriz Paredes e Guilherme Palacios, conselheiro da Embaixada do México

Em sua fala, Paredes enfatizou a diversidade cultural mexicana, lembrando os diversos povos que viveram naquele território e sua importância para a arte, para as tradições, para a história e para a memória do México. “Eu venho de um país que tem muito a contar”, ressaltou a Embaixadora.

Ela afirmou que o interesse dos mexicanos pelos museus é muito forte e que o país se destaca na criação de museus comunitários, muitos deles “criados por meninos e que contam as histórias de cada povo, da comunidade em que se inserem”.

Para Beatriz Paredes, o Ibram “é uma instituição emblemática e vanguardista”, pois são poucos os governos que têm órgãos específicos para tratar sobre museus, o que demonstra uma “preocupação do Brasil com sua memória”.

O presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, reafirmou a importância da cooperação entre os países e o trabalho que o instituto tem feito, ao longo destes primeiros cinco anos, no âmbito internacional. Para ele, é importante o intercambio de ideias, profissionais e culturas. “Isso traz novas percepções, gera conhecimento e aprendizado”, disse Oswaldo.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Memória diplomática é tema de palestra na sede do Ibram na sexta (6)

Na sexta-feira (6), às 14h, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) recebe o historiador e diplomata Guilherme Frazão Conduru para uma palestra sobre a história e a revitalização do Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty (MHD), que pertence ao Ministério das Relações Exteriores (MRE). A palestra acontece no auditório do Ibram (Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco N – Edifício CNC III), em Brasília (DF), e tem entrada franca.

Uma das fachadas do MHD no Rio de Janeiro

Uma das fachadas do MHD no Rio de Janeiro

O museu, localizado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), tendo sido sede do MRE entre 1899 e 1970, é tema de uma extensa pesquisa, publicada este ano pela Fundação Alexandre Gusmão (Funag) e já disponível para download.

O trabalho do pesquisador destaca-se pela contribuição para os estudos de patrimônio, memória e identidade nacional, em particular para a discussão sobre o papel do Estado na preservação de sua memória.

A pesquisa parte de uma dupla perspectiva: historiográfica, na medida em que conta a trajetória do MHD de sua criação até o presente; e uma outra propositiva, na medida em que sugere, a partir de um diagnóstico com base na História, medidas práticas no sentido da revitalização do museu. Servir de subsídio para a elaboração de um plano museológico é uma das propostas da obra, no que se refere a revitalização da instituição.

O pesquisador
Guilherme Frazão Conduru graduou-se em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 1983). Tem Mestrado em História pela Universidade de Brasília (UnB, 1998). Ingressou por concurso público no Instituto Rio Branco (IRBr/MRE) em 1994 e concluiu o Curso de Preparação à Carreira de Diplomata em 1995.

Foi Professor Assistente da disciplina de História das Relações Internacionais do Brasil no IRBr por dois períodos letivos. Durante o ano letivo de 2000/2001, foi pesquisador visitante associado do Itamaraty no Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford (Inglaterra). Em 2012, defendeu a tese O Museu Histórico e Diplomático do Itamaraty: história e revitalização no Curso de Altos Estudos do IRBr/MRE. Tem se dedicado ao estudo da História da política exterior do Brasil e ao tema da construção da memória diplomática.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação/Funag

Acessibilidade e museus: dados foram destaque em palestra no Ibram

Na tarde de sexta-feira (22), a palestra Museus e acessibilidade – uma temática contemporânea reuniu cerca de 60 pessoas no auditório do edifício sede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MInC), em Brasília (DF). O evento foi promovido pelo Programa Nacional de Educação Museal (PNEM) e também fez parte da programação do I Seminário do Sistema de Museus do Distrito Federal, que aconteceu nos dias 21 e 22.

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Isabel Portella apresentou dados relevantes sobre museus e acessibilidade

Na palestra, a coordenadora do Grupo de Trabalho Acessibilidade do PNEM, Isabel Portella, apresentou as várias especificidades que envolvem o tema. Isabel, que é pesquisadora do acervo do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), ressaltou que além das adaptações arquitetônicas e comunicacionais, o treinamento e a sensibilização da equipe são fundamentais para garantir a segurança e a autonomia do visitante com deficiência.

Deficiência e educação
Entre os dados apresentados por Isabel Portella, o número de pessoas com deficiência chamou a atenção de Maria Julia Chelini, do Museu de Geociências da Universidade de Brasília (UnB), que foi uma das debatedoras.

Realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo 2010 revelou que quase ¼ da população brasileira (23,9%) tem algum tipo de deficiência, o que representa cerca de 45,6 milhões de pessoas. Julia destacou, ainda, os dados sobre a educação no Brasil e sugeriu uma reflexão sobre como atender essa enorme parcela da população que está deixando de ser atendida nos museus em todo o país.

Rafaela Felício, arquiteta da Coordenação de Espaços Museais, Arquitetura e Expografia (Cemae/DPMUS/Ibram), mencionou o projeto de Requalificação Arquitetônica e Expográfica dos Museus do Ibram e relembrou o trabalho realizado pelo instituto, em parceria com a UFRJ e a Faperj, que resultou em um diagnóstico sobre condições de acessibilidade em museus do Rio de Janeiro. Alguns desses dados estão disponíveis na publicação Cadernos Museológicos: Acessibilidade a Museus, disponível para download na página do Ibram. Saiba mais sobre o Programa Nacional de Educação Museal.

Texto e foto: Ascom/Ibram

PNEM reúne coordenadores e promove palestra aberta em Brasília

Nos dias 21 e 22 de novembro, todos os nove coordenadores de Grupos de Trabalho (GTs) do Programa Nacional de Educação Museal (PNEM), desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MInC), se reunirão na sede do instituto em Brasília para discutir e encaminhar o Documento Preliminar do PNEM – fruto de discussões e proposições feitas nos fóruns temáticos do blogue. Durante os dois dias de reunião o objetivo é alinhar as propostas apresentadas em cada GT.

Aproveitando a presença do grupo de coordenadores na capital, no dia 22 (sexta-feira), às 14h30, acontece o projeto Diálogos PNEM com a palestra pública  Museus e Acessibilidade – Uma temática Contemporânea, ministrada por Isabel Portella – curadora e pesquisadora do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), e que coordena o GT com o mesmo tema no PNEM. Compõem a mesa de debate Rafaela Felício, arquiteta do Ibram, e a Professora Maria Júlia Chelini, da Universidade de Brasília (UnB). A entrada é franca. Confira o convite para mais informações.

Texto: Divulgação PNEM

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