100 obras de artistas de cinco países estão expostas até dia 31 no MHN

A partir desta sexta-feira (14), o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebe a mostra Aomei Fine Arts 2016, que reúne cerca de 100 obras de artistas da China, Japão, Irlanda, Coréia do Sul e Brasil.

Imagem que compõe a exposição mostra uma partida de hóquei na China antiga

Com o tema A Arte faz as Olimpíadas ainda mais bela, a exposição traz pinturas que retratam esportes seculares da China e sua civilização, que já apresentava esportes como o futebol e o hóquei, há dois mil anos.

A mostra fica em cartaz somente até o dia 31 de outubro e depois segue para outros países. No dia 25, haverá um seminário que contará com a presença de artistas chineses e dos curadores da mostra, no auditório do MHN, às 19h30.

Fruto da celebração do Ano de Intercâmbio China – América Latina – Caribe, iniciativa nascida após reunião do presidente chinês Xi Jinping e dos líderes da América Latina e do Caribe, realizada em julho de 2014, a exposição busca interpretar o espírito olímpico nas artes, refletindo a mistura multicultural chinesa, da América Latina e do mundo.

A Aomei Fine Arts é uma produção da China Society for the Promotion of Cultural and Art Development, da Beijing Association for the Promotion of Olympics-related Culture e do Beijing Olympic Club.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, s/nº – Centro, e está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 18h.

Texto e foto: Divulgação MHN

Caminhada Republicana ganha edição especial para as Olimpíadas

caminhadaolO Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram, em parceria com o Museu da República/Ibram preparou duas edições da Caminhada Republicana para o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016.  A atividade acontece nos dias 9 e 16 de agosto e os participantes passarão por diversos locais que marcam o Circuito Sítios Históricos da República, na cidade do Rio de Janeiro.

A atividade tem início da Estação do Bonde de Santa Teresa, com um passeio pelo bairro, seguido de visita ao Museu Casa de Benjamin Constant, Templo da Humanidade e Museu da República.

Serão distribuídas 30 senhas por dia, a partir das 7h30 na Estação do Bonde de Santa Teresa. Os telefones para informação são (21) 3970-1177 / 3970-1168.

Durante olimpíadas, exposição no MHN traz mostra da cultura popular brasileira

mhnPara o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016, que terão abertura oficial nesta sexta-feira (5), o Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro, programa exposição que oferece a brasileiros e estrangeiros a oportunidade de conhecer melhor a riquíssima cultura popular do país sede.

O Brasil na Arte Popular – 40 anos do Museu Casa do Pontal traz ao público parte do acervo exclusivo daquele que é considerado o maior museu de arte popular brasileiro, resultado de mais de 40 anos de viagens e pesquisas por todo o país do designer francês Jacques Van de Beuque.

A exposição conta com 150 esculturas que expressam a arte popular brasileira das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que poderão ser visitadas de 12 de agosto a 30 de outubro.

Contestado – Oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer melhor também detalhes da história brasileira, o MHN exibe, desde a última quarta-feira (3), a exposição Guerra do Contestado, Arte e História por Hassis: Em homenagem a Heidy de Assis.

Realizada em parceria com a Fundação Hassis e Museu do Contestado, a exposição, que aborda o conflito armado (1912-1916) travado entre Santa Catarina e Paraná, traz uma série de 78 desenhos feitos a nanquim, além de um documentário produzido pela Fundação Cultural de Santa Catarina e um vídeo do próprio artista.

Alegoria às Artes de Leon Palière volta a ser exposto no MNBA

???????????????????????????????A tela “Alegoria às Artes” de Leon Pallière volta a ser exibida ao público, a partir deste sábado (6) no Museu Nacional de Belas Artes/IBRAM. A obra passou por uma restauração completa, iniciada em 2013 e finalizada este ano.

Encomendado pelo então diretor da Academia Imperial de Belas Artes (AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, a pintura mede 297 x 410 cm e foi produzida em 1855 para decorar o teto da biblioteca da Academia, construída em 1826 e inexplicavelmente demolida entre 1937 e 1938.

Além da tela, a exposição Alegoria às Artes – Leon Pallière engloba documentos, esculturas e mais 2 retratos. Para o museólogo Pedro Xexéo, um dos curadores da mostra, ela “permite novas possibilidades de leituras não apenas de uma instituição e de um acervo que demonstram a inesgotável presença da arte brasileira oitocentista na atualidade, como também da chegada e da importância da Missão Artística Francesa no Brasil”.

Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira (Rio de Janeiro, 1823/Paris 1887) estudou no ateliê de François-Edouard Picot, na capital francesa, e aos 25 anos retornou ao Brasil, tendo ingressado na Academia Imperial de Belas Artes. Neto do conhecido arquiteto Grandjean de Montigny, Leon Pallière realizou diversas viagens pela América do Sul, incluindo uma passagem por Buenos Aires (Argentina), onde ficou até 1866. Seu percurso artístico conheceu muitas transformações ao longo da carreira, com registro de paisagens, aspectos culturais e sociais das tradições populares nas técnicas de aquarela e gravura.

Serviço:

Alegoria às Artes – Leon Pallière
Curadoria:  Pedro Xexéo, Larissa Long,  Adriana Clen,  Denise de Oliveira  e Wallace Guiglemeti
Período:  de 06 de agosto até 23 de outubro
Visitação:  terça/sexta de 10h às 17h; sábado, domingo e feriado de 13h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes
Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia
Telefone: (21) 3299-0600

Museus Ibram terão vasta programação durante os Jogos Olímpicos

Cultura e esporte vão andar juntos durante as Olimpíadas Rio 2016, que acontecerá entre 5 e 21 de agosto. Os museus Ibram na cidade do Rio prepararam uma série de atividades para este período. Confira abaixo.

Museus Castro Maya

Chácara do Céu (Rua Murtinho Nobre, 93, Santa Teresa, Rio de Janeiro - (21) 3970-1126)

Exposição “Debret e a missão artística francesa no Brasil – 200”

 Visitação de 21/7 a 25/09

Com curadoria de Jacques Leenhardt, a mostra reúne 75 aquarelas e gravuras da coleção Castro Maya, produzidas pelo artista Jean-Baptiste Debret, de 1816 e 1831, período em que viveu no país. A exposição, que segue para Paris em outubro, faz um retrato das várias camadas da população brasileira da época, passando por índios, escravos africanos, caboclos, mestiços, e europeus, ricos e pobres.

Museu do Açude (Estrada do Açude, 764, Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro - (21) 3433-4990)

31/07 – Inauguração de esculturas do Circuito de Arte Contemporânea

Na década de 1990, os artistas Waltercio Caldas, José Resende e Angelo Venosa enriqueceram a paisagem do Rio de Janeiro com a criação de esculturas de grande porte para importantes espaços urbanos da cidade. Vinte anos depois, o trio volta a atuar junto na cena carioca com a produção de trabalhos especialmente construídos para o Circuito de Arte Contemporânea do Museu do Açude. As instalações estabelecem uma relação com a história da Floresta da Tijuca e vêm ampliar de forma permanente o rico acervo local, que conta com obras de outros nomes consagrados, como Iole de Freitas, Lygia Pape, Nuno Ramos, Helio Oiticica, Anna Maria Maiolino e Eduardo Coimbra.

Brunch Cultural

 A ação traz uma agenda repleta de artistas renomados para preencher com boa música as próximas tardes dominicais do Rio de Janeiro, abarcando o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016. O evento é gratuito e aberto ao público

 7/8 às 13h30 – Mart’nália

21/8 às 13h30 – Leila Pinheiro

11/9 às 13h30 – Zé Renato

Museu Histórico Nacional (Praça Marechal Âncora, próximo à Praça XV, Rio de Janeiro - (21) 3299-0300 / 3299-0324)

Exposição “Frida e Eu”  

Visitação de 28/7 a 2/10

A mostra dirige ao público infantil de 5 a 10 anos para promover a compreensão da linguagem da arte moderna por meio da vida e obra da artista mexicana Frida Kahlo.  A mostra foi criada em colaboração com Ministério da Cultura do Estado de Guerrero (México) e do Centro George Pompidou.

Exposição “A Magia do Sorriso”

 Visitação de 28/7 a 2/10

 A mostra é composta por um acervo de 114 itens, sendo 4 deles esculturas duplas, totalizando 118 objetos. Os objetos são esculturas de cerâmica encontradas em sítios arqueológicos na região de Remojadas, atual estado de Veracruz, no México.

Exposição “Guerra do Contestado, Arte e Histórica por Hassis”

Visitação de 3/8 a 23/10

Em homenagem a Heidy de Assis, o Museu Histórico Nacional, Fundação Hassis e Museu do Contestado, trazem uma série de 78 desenhos feitos a nanquim, além de um documentário produzido pela Fundação Cultural de Santa Catarina e um vídeo do próprio artista

Casa México  

Visitação de 06 a 22/8

 O jardim do Museu Histórico Nacional receberá o programa Casa México Rio 2016, com exposições temáticas em paralelo, promoção turística, artesanato mexicano, conferências de imprensa e transmissões dos Jogos Olímpicos em tempo real.  A programação e uma parceria com a Embaixada do México no Brasil, o Consulado do México no Rio de Janeiro e o Comitê Olímpico Mexicano

Exposição “América Latina, Jogos Olímpicos: México 68 – Rio 2016”

Visitação de 4/8 a 18/9

Com uma diferença de quase 50 anos, a exposição oferece visão histórica diante de fotografias, mapas, uniformes e equipamentos. Quando colocados para o presente, os itens vão permitir saber o que permaneceu, o que mudou e quais as novas possibilidades que a tecnologia trouxe ao século XXI

Exposição “Brasil na arte popular – 40 anos do Museu Casa do Pontal”

 Visitação de 16/8 a 30/10

Com acervo exclusivo do Museu Casa do Pontal, a exposição conta com 150 esculturas que expressam a arte popular brasileira das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Museu Nacional de Belas ArtesAv. Rio Branco, 199, Cinelândia, Rio de Janeiro - (21) 3299-0600)

Exposição “Jogos na Antiguidade”

Visitação a partir de 27/7 (data de encerramento a confirmar)

Composta por objetos arqueológicos provenientes da Grécia e Roma, e que pertencem a coleções de museus italianos, será aberta no dia 26 de julho.


Exposição “Alegorias às Artes – Léon Pallière”

Visitação de 6/08 a 23/10

A mostra irá abordar todo o processo de restauração e a concepção da pintura do artista francês Léon Palliére, suas influências estéticas e visuais. Um longo trabalho de pesquisa foi realizado para identificar todo o conjunto realizado por Palliére, a pedido de Manuel de Araujo Porto-Alegre, então Diretor da Academia Imperial das Belas Artes.


Museu Casa de Benjamin ConstantRua Monte Alegre, 255, Santa Teresa, Rio de Janeiro - (21) 3970-1177 / 3970-1168)

9 e 16/8 – Caminhada Republicana

Às 7h30 na Estação do Bonde de Santa Teresa

 Em parceria com o Museu da República, o Museu Casa de Benjamin Constant promoverá uma caminhada com visitação aos dois locais, passando por diversos pontos da cidade.  O Circuito será acompanhado por um guia de turismo, um museólogo e um historiador.

Museu Chácara do Céu abre mostra ‘Debret e a Missão Artística Francesa’

Para comemorar os 200 anos da Missão Artística Francesa no Brasil, os Museus Castro Maya apresentam a exposição Debret e a Missão Artística Francesa no Brasil-200 anos. Com curadoria de Jacques Leenhardt, a mostra, que será realizada de 21 de julho a 25 de setembro de 2016, no Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa, reúne 75 aquarelas e gravuras da coleção Castro Maya, produzidas pelo artista Jean-Baptiste Debret, de 1816 e 1831, período em que viveu no país.

A exposição, que segue para Paris em outubro, faz um retrato das várias camadas da população brasileira da época, passando por índios, escravos africanos, caboclos, mestiços, e europeus, ricos e pobres. “Durante os 15 anos que morou no Rio de Janeiro, Debret produziu mais de 700 desenhos, em grande parte aquarelas, captando a pulsação da vida da corte e da cidade. Esse testemunho constitui uma documentação única sobre a história da vida cotidiana do Brasil oitocentista”, explica Leenhardt.

Para facilitar a leitura do público, as obras selecionadas para a mostra foram dividas por temas, entre eles, “Religião na Cidade”, “Escravidão”, “Selvagens e Civilizados?” e “O ateliê do pintor da história e o ateliê da rua”, este último apresentando com o único autorretrato conhecido do artista trabalhando. “Debret sempre enfatiza a importância das culturas próprias dos índios e africanos, mesmo quando destroçadas. Demonstra claramente o horror à violência escravocrata e registra a riqueza cultural daqueles que foram os vencidos da situação colonial”, diz o curador.

O principal objetivo da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro em março de 1816, foi estabelecer aqui a Escola de Belas Artes. Além disso, esperava-se que os profissionais estrangeiros divulgassem a imagem modernizada da colônia brasileira, que acabava de virar sede do Reino de Brasil, Portugal e Algarves.

De volta à França, Debret reuniu tudo o que viu por aqui e foi o responsável por uma das mais importantes contribuições à história. Publicou o livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (1834-1839), documentando aspectos da natureza, do homem e da sociedade brasileira no início do século XIX.

Sobre Jacques Leenhardt – Filósofo e sociólogo, é Diretor de Estudos na Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais (Paris, França) e Presidente de Honra da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA). Entre suas principais publicações estão “Nos Jardins de Burle Marx”, “Reinventar o Brasil: Gilberto Freyre entre história e ficção”, “A construção francesa do Brasil”, e a reedição moderna do livro “Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil”, de Debret, que acaba de ser lançado.

 

Sobre o museu – O Museu da Chácara do Céu, junto com o Museu do Açude, foram residências de Castro Maya e por ele doadas à Fundação que levou seu nome, criada em 1963 e extinta em 1983, quando ambos foram incorporados ao IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), do Ministério da Cultura. Os prédios, acervos e parques dos museus foram tombados pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), em 1974.

O Museu da Chácara do Céu exibe coleções de arte de diversos períodos e de diferentes origens. Os livros raros, mobiliário e artes decorativas estão distribuídos pela casa de três pavimentos, em Santa Teresa.

Ibram e México firmam parceria para mostra inédita no Brasil

IMG_6396O Ibram e o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México firmaram, nesta sexta-feira (8), acordo para trazer uma exposição inédita para o país. A mostra, Magia do Sorriso no Golfo do México será sediada no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, e faz parte da programação do Museu para as Olimpíadas.

A mostra é composta por um acervo de 114 itens, sendo 4 deles esculturas duplas, totalizando 118 objetos. Os objetos são esculturas de cerâmica encontradas em sítios arqueológicos na região de Remojadas, atual estado de Veracruz, no México. As figuras mais conhecidas de Remojadas são denominadas “sorridentes” (caritas sonrientes), por se tratarem de figuras com sorrisos abertos em rostos delineados. Em geral são estátuas de homens ou mulheres de rostos sorridentes, muitas vezes segurando instrumentos musicais como flautas, apitos e ocarinas. De algumas, restam apenas as cabeças sorridentes.

A Embaixada do México no Brasil foi responsável por organizar a exposição e atuou sempre na interlocução entre IBRAM e INAH. Para a Embaixadora do México no Brasil, Beatriz Paredes, a parceria é importantíssima. “Este acervo sairá do México para uma exposição no exterior pela primeira vez, o que sinaliza o potencial de estabelecimento de grandes parcerias no setor cultural entre Brasil e México, e reafirma a importância dada por ambos países ao sucesso desta exposição”, afirmou durante a reunião.

Durante os Jogos Olímpicos, o MHN sediará a Casa México, um parceria com a Embaixada do México no Brasil, o Consulado do México no Rio de Janeiro e o Comitê Olímpico Mexicano.

A exposição Magia do Sorriso no Golfo do México constituirá uma das principais atividades realizadas pelo Museu Histórico Nacional para o período dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, e será seguida por um calendário de palestras e atividades adicionais que está sendo organizado pelo museu.

Também estão programadas as mostras México 68-Rio 2016, que abordará o ambiente gráfico que constitui a marca das duas Olimpíadas e Frida e Eu, que se dirige ao público infantil de 5 a 10 anos para promover a compreensão da linguagem da arte moderna por meio da vida e obra da artista mexicana Frida Kahlo.

Para o diretor do MHN, Paulo Knauss, a relação entre Brasil e México e a cultura dos dois países vai estar muito bem representada no Museu, que também receberá mostras bem brasileiras. “O MHN vai receber também a exposição Guerra do Contestado, arte e história por Hassis que trata a história de um dos conflitos sociais mais violentos da história do Brasil que se desenvolveu entre 1912 e 1916 e Brasil na arte popular – 40 anos do Museu Casa do Pontal.”

 

 

Olímpiadas 2016: exposição com acervo de museu suíço abre no MHN

Entre os dias 13 de setembro e 1º de dezembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebe a exposição interativa Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte, organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

A exposição, antes de chegar ao Rio, esteve na capital paulista

Após passar por São Paulo (SP), o acervo do Museu Olímpico de Lausanne, na Suíça, chega ao Rio de Janeiro (RJ) em uma mostra inédita no Brasil. Nela, o público poderá conhecer, gratuitamente, cerca de 300 peças que marcaram e representam a trajetória dos Jogos da Era Moderna.

Uma parte do material exposto pertence ao Comitê Olímpico Internacional (COI), detentor do principal arquivo do mundo sobre o tema, e outra ao COB. Já servindo como ‘aquecimento’ para os Jogos Olímpicos 2016, na capital fluminense, a mostra apresenta ao público os valores dos Jogos Olímpicos.

“Como sede da próxima edição, temos a responsabilidade de contribuir para o processo de educação olímpica das pessoas, que vai muito além de conhecer as regras das 28 modalidades do maior evento esportivo do mundo”, destaca o presidente do COB, e do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.

Interação
A exposição é dividida em nove módulos: Jogos da Antiguidade, O Sonho de Coubertin, Acendendo a Tocha, Cerimônias, Esportes e Medalhas, Mascotes, Rio 2016, Memorabília e Time Brasil, que conectam história, emoção, conhecimento, educação e cultura.

Interatividade da exposição envolve tanto adultos quanto crianças

Além de conhecer de perto tochas, medalhas e mascotes de diversas edições, os visitantes poderão apreciar objetos raros, empunhar a tocha dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, tirar fotos ao lado da famosa mascote Mischa (Moscou, 1980) e participar de uma simulação de salto em distância.

A mostra do Rio de Janeiro ainda traz uma novidade: peças marcantes da Coca-Cola,  patrocinadora dos Jogos Olímpicos desde 1928, serão incluídas na seção Memorabília.

Interações educativas estarão disponíveis em uma sala de cinema, onde também serão exibidos vídeos do acervo do COI. Saiba mais sobre o MHN.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram
Fotos: Márcia Alves/Approach/COB