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Museu Victor Meirelles realiza oficinas de férias para estudantes e professores

O Museu Victor Meireles/Ibram, em Florianópolis (SC), organizou uma programação especial para o período das férias escolares. A equipe da Ação Educativa  realiza atividades gratuitas voltadas aos estudantes e professores de 20 a 28 de Julho.

Sede temporária do Museu Victor Meirelles em Florianópolis (SC)

Sede temporária do Museu Victor Meirelles em Florianópolis (SC)

Estudantes de 7 a 9 anos podem participar do jogo Era uma vez um pintor chamado Victor…, que ocorrerá nos dias 20, 25 e 27 de julho, pela manhã, e nos dias 21, 26 e 28 de julho, no período da tarde.

O jogo consiste em uma criação coletiva de histórias. Os jogadores, alternadamente, criam a história do pintor chamado Victor a partir da construção de frases e de um número determinado de palavras.

Para os professores, a equipe preparou uma oficina de capacitação, que será realizada nos dias 25 e 26 de julho. Intitulada O lúdico como ferramenta pedagógica – o jogo Era uma vez um pintor chamado Victor…, a atividade pretende provocar os professores a usarem o espaço museológico como laboratório de experimentações, ampliando o acesso aos bens artísticos em Santa Catarina, incentivando-os a utilizar o jogo em seus planos de aula.

Mais informações e inscrições podem ser feitas pelo e-mail mvm.educativo@museus.gov.br.  O Museu Victor Meirelles está funcionando em sede temporária, na rua Rafael Bandeira, 41, Centro da capital catarinense. Visite a página do museu.

Texto e foto: Museu Victor Meirelles/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Técnicos do Ibram participam de treinamento em Estudos de Público

museuspublico_MHN-300x224Técnicos dos museus vinculados ao Ibram participaram, nesta semana, de uma oficina de treinamento em Estudos de Público.

A primeira turma, nos dias 3 e 4 de julho, reuniu no Museu da Inconfidência (MG), 13 profissionais dos museus sediados naquele estado. Já a segunda turma, reuniu cerca de 40 técnicos oriundos dos museus vinculados nos demais estados da federação nos dias 6 e 7, no Museu Histórico Nacional (RJ).

A capacitação é voltada para a implementação do Laboratório de Público Ibram, iniciativa do Projeto Museus & Público, que pretende levantar dados sobre o perfil dos visitantes. O laboratório utilizará metodologia desenvolvida pelo Observatório Ibero-Americano de Museus (OIM), que contou com a participação dos países membros do Ibermuseus.

Para Rômulo Sabarense da Costa, do Museu Regional Casa dos Ottoni, o levantamento de estudo de público é primordial para qualquer museu que pretenda estabelecer plano estratégico. “Conhecer o público ajuda a estabelecer metas, ajustar atividades e também nos dá subsídios para identificar o público ausente, o ‘não-público’. A partir dessa análise, a instituição deixa de ser mero agente passivo, apenas esperando o público visitante, para buscar método para trazer público regular e público potencial”, declarou.

Para o diretor do Museu do Ouro, Ricardo Rosa, o treinamento proporcionou a troca de experiências, o intercâmbio e a interação com colegas de outros museus e foi um espaço de construção coletiva, dedicado ao debate e a capacitação.

“A área educativa do Museu do Ouro já realiza pesquisa de público, sendo computados dados como, procedência, gênero, escolaridade, rede de ensino, faixa etária etc, porém a criação de uma metodologia unificada de pesquisa e aplicação, dentro dos museus do Ibram, apresenta-se como de suma importância para a compilação, validação, interação e dinamização dos dados coletados”, concluiu.

Saiba mais sobre o projeto Museus & Público, que visa estudar as características das relações existentes entre os museus e seus públicos.

Cultura digital, museus, acervo em rede é tema de oficina do Ibram

BannerCursoIntranetO Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e a Universidade Federal de Goiás (UFG) realizam, em novembro, a oficina Cultura digital, museus, acervo em rede.

A formação tem por objetivo apresentar o cenário atual da cultura digital com foco nos fenômenos de rede e em diálogo com a área de museus, refletindo sobre as oportunidades de produção de acervos digitais e suas formas de articulação em rede.

A Oficina será dividida em duas partes e acontece no Auditório do Ibram Sede, em Brasília. O módulo 1 acontece nos dias 8 e 9 de novembro com o tema Inteligência coletiva e inteligência de redes: novos cenários da cultura digital. E, entre os dias 16 e 17, o módulo 2 tratará do tema Redes e mídias sociais: os museus na web.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre os dias 26 de outubro e 4º de novembro de 2016 neste link. As vagas são limitadas e haverá emissão de certificado para os participantes que cumprirem a carga horária total (32h/aula). Mais informações aqui.

Oficina Cultura digital, museus e acervos em rede

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e a Universidade Federal de Goiás (UFG) realizam a oficina Cultura digital, museus, acervos em rede.

A formação tem por objetivo apresentar o cenário atual da cultura digital com foco nos fenômenos de rede e em diálogo com a área de museus, refletindo sobre as oportunidades de produção de acervos digitais e suas formas de articulação em rede.

A Oficina está dividida em duas partes:

Módulo 1 “Inteligência coletiva e inteligência de redes: novos cenários da cultura digital”
Dias: 8 e 9 de novembro de 2016
Horário: 9h às 12h e 14h às 18h,
Carga horária: 16h/aula

Módulo 2 “Redes e mídias sociais: os museus na web”
Dias: 16 e 17 de novembro de 2016
Horário: 9h às 12h e 14h às 18h,
Carga horária: 16h/aula

Local: Auditório Ibram Sede (SBN Quadra 2, Bloco N, Sobreloja – Brasília/DF)

Ementa da oficina

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas entre os dias 26 de outubro e 4 de novembro de 2016. Haverá emissão de certificado para os participantes que cumprirem a carga horária total (32h/aula). As vagas são limitadas.

Ficha de Inscrição

Informações podem ser obtidas também pelo endereço eletrônico cgsim@museus.gov.br  ou pelo telefone (61) 3521.4307.

MART realiza Oficina Livre de Choro a partir desta quinta (9)

Começa nesta quinta-feira, 9 de junho, a Oficina Livre de Choro no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio/Ibram. Em parceria com o Maestro Angelo Budega, que irá ministrar as aulas, a oficina é voltada para jovens e adultos e acontece todas as quintas-feiras, das 16h às 18h.

O choro é um gênero musical nascido no Rio de Janeiro, que ganhou as ruas e hoje é símbolo da cultura brasileira. Sua história começa lá pelo ano 1870 com o flautista Joaquim Callado Jr. e um grupo de músicos conhecidos como Choro do Callado. Instrumentos como violão, flauta, cavaquinho dão à música um tom sentimental, até melancólico e “choroso”, com um estilo peculiar de interpretar diversos outros gêneros musicais.

No século XIX, muitos gêneros europeus como a polca, a valsa, o schottisches, a quadrilha, entre outros, eram tocados pelos chorões de maneira original. Desse estilo de tocar consolidou-se o “gênero” do choro. Foi a partir de 1880 que o choro popularizou-se nos salões de dança e no subúrbio carioca. Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga foram os primeiros compositores que deram características próprias firmando-o como gênero musical.

O primeiro encontro é gratuito e a taxa mensal para aqueles que se interessarem em fazer a oficina é de R$80,00 por quatro encontros. Mais informações pelo telefone (22) 2646-7340.

Pontos de Memória promove oficina sobre Museu, Memória e Cultura Afro-Brasileira

O Programa Pontos de Memória promoveu na última semana, em Brasília (DF), a oficina Museu, Memória e Cultura Afro-Brasileira. Voltada para iniciativas de museologia social focadas nesta temática, a oficina, que aconteceu no auditório do edifício-sede do Ibram, teve como objetivo abordar questões contemporâneas com ênfase na função social dos museus e sua interface com a história e cultura africanas e de sua diáspora.

Com carga horária de 32 horas, a programação foi desenvolvida entre a última terça-feira (26) e  sexta-feira (29) e contou com conferência de abertura sobre o tema central, ministrada pelo Prof. Dr. Marcelo Bernardo da Cunha, do Departamento de Museologia da UFBA, e mesa redonda sobre o tema Patrimônio Cultural Afro-brasileiro, com a participação de representantes da Fundação Palmares, Iphan, Colegiado Setorial de Culturas Afro-brasileiras do MinC e do curso de Museologia da Universidade de Brasília (UnB).

Ministrada pela museóloga Maristela Simão, a oficina abordou temas como História, Cultura e Patrimônio Afro-Brasileiro, Políticas Públicas, Fomentos e População Negra no Brasil e Inventário Participativo, além de exercícios voltados à elaboração de planos de ação e projetos de expografia. Também foi discutida na oportunidade a construção de Rede de Memória Afro.

Memória e especificidades - Para Giane Vargas Escobar, idealizadora do Museu Comunitário Treze de Maio, em Santa Maria (RS), a oficina contribuiu para o fortalecimento de uma política pública de memória voltada às especificidades das comunidades afro-brasileiras.

“A memória tem importância essencial para a construção e reconstrução das identidades negras no Brasil e esse encontro é de extrema riqueza para que as iniciativas que atuam neste campo possam se reconhecer e ter dimensão do significado do trabalho que realizam no cenário nacional”, explica.

De acordo com a coordenadora de Museologia Social e Educação do Ibram, Cinthia Oliveira, a ideia é que os conteúdos abordados na oficina continuem a ser desenvolvidos em ambiente virtual através da recém-criada plataforma de formação Saber Museu. O Programa Pontos de Memória já tem outra oficina agendada, para o final de maio, com o tema Museu Memória, e Cultura Indígena.

Museu de Arte Religiosa e Tradicional realizada Oficina de Arqueologia

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional (Mart/Ibram) programou uma série de atividades durante a 9ª Primavera dos Museus. Dentre elas, a Oficina de Arqueologia: Sítio Arqueológico Aldeia do Portinho, que será ministrada pela arqueóloga Jeanne Cordeiro.

A memória indígena em Cabo Frio está literalmente enterrada: se nada resta na superfície, o trabalho agora é de escavar os diversos sambaquis que conseguiram resistir à especulação imobiliária e trazer à tona tais vestígios.

Mais de 60 sítios já foram inventariados na Região dos Lagos, entre o cabo de Armação dos Búzios e Saquarema, e revelam, ainda que agonizantemente, a intensa ocupação desse litoral pelos sambaqueiros. Chamados por especialistas de “pescadores-coletores-caçadores”, os sambaquieiros viviam perto do mar, em locais que integravam diversos ecossistemas, como restinga, lagoas, florestas e mangues.

O Sítio Arqueológico Aldeia do Portinho foi localizado em 2007, quando da realização de estudos de impacto ambiental para o desenvolvimento de empreendimentos imobiliários na área do Novo Portinho. Já em 2011, com a retomada dos trabalhos de escavação arqueológica em outra área do terreno, surgiram importantes achados, entre eles, a ‘Boop’ – o esqueleto de aproximadamente dois mil anos de uma indígena que revela o intercâmbio de duas culturas: a Sambaquieira e a Una.

O esqueleto da Boop encontra-se provisoriamente guardado no museu, e não se trata somente de uma fonte documental, mas a protagonista de uma história hoje enterrada, mas passível de ser contada e compartilhada.

Nesse sentido, a Oficina de Arqueologia: Sítio Arqueológico Aldeia do Portinho irá trazer à tona a discussão sobre a ocupação dessa região e os impactos que a ocupação, muitas vezes desordenada do nosso espaço pode ocasionar. Pretende-se proporcionar aos participantes a ampliação de conhecimentos sobre o patrimônio arqueológico da cidade e da região a partir do achado arqueológico “Boop”: a investigação e os sítios arqueológicos, a importância das pesquisas arqueológicas e da preservação dos sítios, para que possam atuar como disseminadores deste importante capítulo da história de Cabo Frio.

A Oficina, que é gratuita, será realizada no dia 25 de setembro, no Mart. O participante poderá escolher realizar a oficina ou pela manhã, das 10 às 12h, ou pela tarde, das 15:30 às 17:30h. Será, ainda, conferido certificado de participação aos presentes.

As inscrições devem ser feitas através do e-mail mart@museus.gov.br ou do telefone (22) 2646-7340, informando nome completo, telefone para contato e o turno em que pretende participar (Manhã ou Tarde).

Texto: MART

Museu Victor Meirelles realizará Oficina de Fotografia, em parceria com a Funarte

O Projeto Agenda Cultural do Museu Victor Meirelles/Ibram, em parceria com o Centro de Conservação e Preservação Fotográfica da Fundação Nacional de Arte (Funarte), realizará nos dias 30 de setembro, 1º e 2 de outubro, a oficina Fluxo de trabalho e as boas práticas da fotografia digital, da captura em RAW ao arquivamento.

Ministrada pelo professor e fotógrafo Marcos Issa, a oficina será gratuita e tratará sobre temas como tratamento de imagens, gerenciamento de acervos digitais e outros conceitos de acordo com as diretrizes para a fotografia digital do Updig.org (Universal Imaging Digital Guidelines) e do DPBestflow.org (Digital Photography Best Practices and Workflow).

As inscrições são limitadas a um total de 25 vagas e podem ser feitas até 22 de setembro. Os interessados deverão enviar para o e-mail mvm.ac@museus.gov.br, os seguintes dados: nome completo, telefone, e-mail e um breve currículo. Além disso, deverão responder às questões: 1) Leu o programa da oficina? Qual o seu interesse nela?; 2) Qual a sua área de atuação? De que forma você lida com fotografia digital? e 3) Trabalha sozinho ou em alguma instituição?

O resultado será divulgado, também por e-mail até o dia 25 de setembro. O critério de seleção será a análise das informações enviadas pelo candidato.

Ao todo serão 26 horas/aula, distribuídas entre os dias 30 de setembro e 1º de outubro, das 8 às 12h e das 13 às 18h, e 2 de outubro, das 8 às 12h e das 13 às 17h. As aulas ocorrerão no Auditório do Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC). Informações: mvm.ac@museus.gov.br ou (48) 3222-0692.

O ministrante

Marcos Issa é fotojornalista, trabalhou em redações do Rio de Janeiro e São Paulo, até fundar a Agência Argosfoto, em 1995, onde atua como editor do banco de imagens e fotógrafo junto aos mercados institucional e editorial. Desde 2006, ministra cursos sobre “boas práticas” em fotografia digital para fotógrafos. Em 2013, fundou a PrataPixel especializada em digitalização de fotografias. Prestes a concluir o curso de Biblioteconomia na Fundação Escola Sociologia e Política de São Paulo, tem lançado mão dos conhecimentos de gestão de acervos digitais em seu trabalho de captação, edição e armazenamento de imagens.

Rio 450: MHN recebe exposição sobre calçadas de pedras portuguesas

Vista aérea de trecho do Calçadão de Copacabana

Vista aérea de trecho atual do Calçadão de Copacabana

A partir de 12 de junho, chega ao Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), a versão ampliada da exposição Tatuagens urbanas e o imaginário carioca, que passou anteriormente por Recife (PE) e Belo Horizonte (MG), em 2011, e obteve sucesso junto ao público.

Como parte das celebrações dos 450 anos da cidade do Rio, a prefeitura do Rio e o Comitê Rio450, apresentam, até 1º de agosto, a arte portuguesa de se fazer calçadas desenhadas, popularmente conhecida como “calçadas de pedras portuguesas”: pavimentação que se utiliza de mosaicos de calcário em sua estrutura e cujos desenhos ganharam as ruas de cidades europeias e brasileiras.

A capital fluminense possui 1,218 milhões de metros quadrados de calçamento em pedras portuguesas, sendo os mais emblemáticos o canteiro central da orla de Copacabana, projetado pelo paisagista e arquiteto Burle Marx (1909-1994), e o Calçadão de Copacabana – cuja imagem é reconhecida em todo mundo.

Parcerias e obras originais
“Através de acervos de Instituições de Portugal e do Brasil apresentamos telas, desenhos, fotos e moldes que formam um conjunto expositivo da maior relevância para se conhecer o tema proposto: as calçadas portuguesas”, explica a pesquisadora e produtora cultural Renata Lima, coordenadora do projeto e autora do livro Tapetes de pedra, que inspira a exposição.

“A parceria com a Câmara de Lisboa nos possibilitou empréstimos de obras originais, verdadeiros tesouros do patrimônio urbano”, comenta. Além de fotografias de várias épocas impressas no livro, novas fotos aéreas das calçadas da cidade, feitas por Bruno Veiga, também estarão expostas no MHN, bem como documentos e estrutura multimídia.

A orla de Copacabana ainda no começo do século XX

A orla de Copacabana ainda no começo do século XX

A exposição está dividida em três módulos: um recorte Histórico, com acervos de instituições como o Museu da Cidade de Lisboa, Museu da Cidade e Museus Castro Maya/Ibram, além de registros relacionados aos calçadões de Copacabana e Ipanema, que tem curadoria de Solange Godoy.

Já o módulo Calceteiro conta com acervo do Museu dos Moldes de Lisboa, além de fotografias e filmes de várias épocas.

E o terceiro módulo, Imaginário Carioca, reúne objetos inspirados nas calçadas do Rio de janeiro e revela como o carioca se apropriou dessa marca registrada da cidade no design de jóias, mobiliário, obras de arte, moda etc.

As peças foram reunidas por Didi Resende, responsável pela curadoria do módulo, ao lado da jornalista Lenora de Vasconcellos. A cenografia da exposição leva a assinatura de Daniela Thomas e Felipe Tassara.

Como construir calçadas
Em paralelo à exposição, o projeto vai discutir a importância da conservação e adaptação das calçadas aos novos padrões de mobilidade e acessibilidade urbanas, além de formar novos calceteiros, através de seminários e oficinas especializadas.

A partir do dia 15 de junho, o Curso de Qualificação de Mestres Calceteiros incluirá aulas com mestres que trabalham na Prefeitura de Lisboa, que ensinarão a técnica do calçamento em pedras portuguesas.

As formas geométricas destacam-se nas calçadas cariocas

As formas geométricas destacam-se nas calçadas cariocas

O objetivo da Prefeitura com esse curso de especialização é reciclar o grupo de calceteiros e garantir a qualidade do assentamento de pisos em pedra portuguesa na cidade.

Ao final do curso, os calceteiros formados serão responsáveis pela construção de novas calçadas, a partir de desenhos selecionados através de um concurso realizado na Escola de Artes do Parque Lage.

Já o Seminário Calçadas Públicas acontece no dia 23 de junho, no Auditório do Museu Histórico Nacional, em três mesas de debate das quais participam, entre outros convidados, Pedro Home de Gouveia, coordenador da Equipe do Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa; Washington Fajardo, Presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), e Marcus Belchior, secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos. O seminário é gratuito é aberto ao público.

O Museu Histórico Nacional está localizado na Praça Marechal Âncora (próximo à Praça XV), no centro do Rio. Está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

O ingresso custa R$ 8, sendo a entrada gratuita aos domingos. Saiba quem está isento de pagamento, ou paga meia entrada, na seção Informações Serviços no sítio web do museu.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram
Fotos: Bruno Veiga (1 e 3)/Augusto Malta (2)

Museu da Inconfidência oferece oficina com brincadeiras tradicionais

A Casa Setecentista do Pilar, além de espaço de pesquisa e exposição, também oferece atividades educativas ao público

Com a proposta de resgatar brincadeiras tradicionais como pular corda, jogos com bola de gude e peteca, amarelinha, além de desenho, pintura e  musicalização, o Setor Educativo do Museu da Inconfidência/Ibram, em Ouro Preto (MG), promove oficina de férias para crianças acima dos seis anos de idade.

As atividades lúdicas e criativas são gratuitas e acontecem na Casa do Pilar (anexo III do museu) entre os dias 15 de dezembro e 31 de janeiro de 2015, de segunda a sexta-feira, sempre das 14h e 17h.  Os jovens participantes também serão estimulados a criar os seus próprios brinquedos.

As crianças deverão levar lanche. A oficina tem vagas limitadas e as inscrições devem ser realizadas pelo email educativodomuseu@gmail.com ou pelo telefone (31) 3551.1378. Saiba mais sobre a Área Educativa do Museu da Inconfidência.

Texto: Divulgação Museu da Inconfidência

 

 

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