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Publicações guardam aspectos relevantes da memória institucional do MHN

O Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro (RJ), criado em 1922 no âmbito das comemorações do Centenário da Independência do Brasil, é o mais antigo museu ligado ao Ibram. Voltado para a construção de memórias nacionais e suas representações, devota especial atenção à produção e preservação de suas memórias institucionais.

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Instituição quase centenária, o museu é consciente de seu papel na sociedade e da importância de sua trajetória. Grande parte dessa trajetória está registrada nos Anais do Museu Histórico Nacional. Desde o primeiro volume, datado de 1940 até os atuais, todos podem ser acessados na página web do museu.

Ali também estão disponíveis os relatórios de atividades e os processos de entrada de acervo correspondentes ao período de 1922 até a década de 1970, além da Hemeroteca Gustavo Barroso.

Formação e preservação
Para a equipe do museu, a análise dessa documentação disponibilizada ao grande público tem contribuído para a produção do conhecimento sobre a história do MHN e sua atuação tanto na formação de profissionais de museologia, quanto na preservação do patrimônio nacional.

Trata-se de duas ações pioneiras do museu: a criação do Curso de Museus, em 1932, e da Inspetoria de Monumentos Nacionais em 1934.

O curso de museus funcionou sob a responsabilidade e nas dependências do MHN até 1979, quando foi transferido para a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Em funcionamento até hoje, é uma referência na formação de museólogos. Já a Inspetoria de Monumentos Nacionais foi um órgão efêmero e extinto em 1937, em função da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) – órgão anterior ao Iphan. Em seu período de existência, a Inspetoria restringiu suas atividades à conservação e restauração de igrejas, pontes e chafarizes na cidade mineira de Ouro Preto – decretada Monumento Nacional em 1933.

Além disso, o MHN promove ações comemorativas que contribuem para a divulgação da memória institucional. No âmbito das atividades da Primavera dos Museus, com o tema Museus e suas memórias, e também na preparação da agenda para seu centenário em 2022, o Museu Histórico Nacional mais uma vez sublinha os trabalhos de produção e divulgação das suas memórias institucionais com projetos de eventos, livros, exposição e catálogos.

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MHN/Divulgação

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MART aposta na integração entre sua memória e comunidade de Cabo Frio

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio, situado em antiga edificação religiosa que completou 331 anos no início de agosto.

O Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio (RJ), situado em antiga edificação religiosa que completou 331 anos no início de agosto.

Poucos museus brasileiros encarnam tanta história, em sua estrutura física, quanto o Museu de Arte Religiosa e Tradicional (MART), vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e situado em Cabo Frio (RJ).

Inaugurada em 1686 para sediar o Convento Nossa Senhora dos Anjos, a edificação é considerada um valioso exemplar da arquitetura franciscana e colonial brasileira. Durante dois séculos, suas paredes abrigaram frades portugueses e brasileiros, além de uma escola de noviciado.

A escassez de religiosos levou ao fim das atividades conventuais e abandono temporário do local até seu tombamento como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1957.

As ruínas do convento, então há quase um século desocupado pelos franciscanos, passaram à época por processo de reconstrução a partir de memória iconográfica, sendo reconstituídas para abrigar um museu de arte sacra. Concebido a partir de diálogo com a comunidade local, o MART abriu as portas ao público em 1982 com acervo constituído, em sua maior parte, por imagens religiosas dos séculos XVII, XVIII e XIX – várias delas entregues ao museu por moradores da região.

História oral e personagens
O diálogo com a comunidade de Cabo Frio e com profissionais que atuam no MART, além de participantes envolvidos em exposições e os membros da Ordem Franciscana Secular – que funciona até hoje no antigo convento, realizando suas atividades em comunhão com as do museu – é agora o foco de iniciativa da instituição voltada à preservação de sua própria memória.

O “Programa Conversadeira – Laboratório de História Oral” objetiva registrar as memórias dos grupos envolvidos na dinâmica institucional do MART, que realiza coleta contínua de depoimentos sobre suas atividades e metamorfoses – como a recente obra de requalificação do edifício, vivenciada nos anos de 2014 a 2015. Além disso, todas as atividades desenvolvidas pelo museu são registradas em suporte audiovisual.

O artista plástico Carlos Mendonça, falecido em 2012, que chegou a viver no antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos nos anos 1950.

O artista plástico Carlos Mendonça, falecido em 2012, que chegou a viver no antigo Convento Nossa Senhora dos Anjos nos anos 1950.

O resgate da história oral em torno da antiga edificação religiosa – que no início de agosto completou 331 anos – revela, por exemplo, os novos tipos de ocupação e aproveitamento urbano que as ruínas e seu entorno testemunharam ao longo do século XX. Os depoimentos também mostram que o atual MART foi cenário para personagens locais.

É o caso do artista plástico Carlos Mendonça, falecido em 2012 – que, recém-chegado à cidade para trabalhar como telegrafista, chegou a viver no antigo convento nos anos 1950; e da andarilha Otília, lembrada pela memória local como alguém que percorria a cidade carregando uma cruz, dizendo ser “dona” do convento, e quando falecida foi enterrada junto aos membros da Ordem Franciscana Secular, no cemitério que integra o monumento.

Memória integrada à região
Diversas atividades realizadas pelo MART hoje buscam diálogo com a história do local. O projeto “Música no Convento” aproveita a excelente acústica da igreja conventual, antes útil às laudes e vésperas que os frades franciscanos entoavam, para divulgar a atual produção musical da região. E se os frades praticavam a contemplação da natureza, o museu incentiva a observação dos astros com o projeto “Astronomia no Museu”.

“Desenvolvemos uma forma lúdica para trabalhar a memória do espaço em integração com a região, o que vem atraindo pessoas de todas as idades, refletindo positivamente no incremento do público do museu”, explica a diretora do MART, Maria Fernanda Pinheiro de Oliveira.

Este ano, o MART lançou a publicação Cabo Frio – 400 Anos de História (1615-2015), reunindo textos de historiadores locais sobre a Baixada Litorânea Fluminense, o Convento Nossa Senhora dos Anjos e o museu. O livro está disponível para download gratuito.

A importância de preservar e revelar as memórias dos museus brasileiros é o mote da 11ª Primavera dos Museus, que traz como tema Museus e suas memórias e acontece de 18 a 24 de setembro.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MART/Divulgação

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A memória institucional de museus Ibram em MG na voz de seus colaboradores

Sede do MRSJDR/Ibram em Minas Gerais

“Depois que eu entrei no museu, toda vez que estou em outra cidade, eu quero visitar um museu”, confessa Cleberson Cunha, vigilante no Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG). “O que antes não era comum – fazer visita a um museu – hoje faço com mais naturalidade e vontade”.

O depoimento acima faz parte da iniciativa em vídeo Gente que faz o museu, que coleta impressões, histórias e vivências de novos e antigos colaboradores do MRSJDR.

A partir de perspectivas pessoais, o museu resgata importante aspecto ligado a sua memória institucional – iniciativa que se relaciona ao tema da Primavera dos Museus deste ano, Museus e suas memórias.

Instalado em casarão do século XIX, o prédio foi tombado pelo Governo Federal em 1946 e aberto à visitação, já como museu, em 1963. “Foi difícil manter o prédio de pé”, conta Rui Mourão, diretor do Museu da Inconfidência/Ibram, em Ouro Preto (MG), no documentário Símbolo de resistência – também realizado pela equipe do MRSJDR.

Casarão em São João del-Rei antes da criação do museu regional

Casarão em São João del-Rei antes da criação do museu regional

Com fotos antigas e depoimentos de pesquisadores, o vídeo conta a saga do casarão na cidade até se tornar sede do museu: das tentativas de demolição ao processo que levou ao seu reconhecimento com patrimônio histórico. Assista o documentário.

Mais informações sobre atividades do MRSJDR podem ser obtidas pelo telefone (32) 3371.7663 ou endereço eletrônico mrsjdr@museus.gov.br

Pesquisa e ações educativas
O Museu Regional Casa dos Ottoni (MRCO/Ibram), na cidade do Serro, também tem muitas histórias relacionadas à área que ocupa hoje: o prédio, do final do século XVIII, já foi casa, liceu, patronato agrícola e até maternidade antes da criação do museu em 1949.

“Trabalhamos hoje para que a instituição seja polo de discussão constante sobre o passado, presente e futuro. Nesse sentido, desenvolvemos ações para preservar a memória institucional e cumprir com a missão do museu”, aponta Carlos Xavier, diretor do MRCO.

Uma das frentes é a pesquisa e aquisição de acervo bibliográfico sobre o museu e a família Ottoni – cujos membros foram personagens da política brasileira no século XIX.

Museu Casa dos Ottoni

Museu Casa dos Ottoni no Serro (MG)

Após visitas a diversas instituições, conta o diretor, “foi possível reunir informações que, se não detalham claramente todo o passado do MRCO e do seu prédio, ajudam a elucidar pontos interessantes sobre sua história”.

Além das ações museológicas em torno da organização e preservação do acervo, o Museu Regional Casa dos Ottoni busca em suas ações educativas relacionar história e memória.

Para a 11ª Primavera dos Museus, por exemplo, o museu programou a exposição Minas em Postais, sobre cidades históricas mineiras, e a oficina Memórias do nosso lugar, que se propõe a valorizar a história da cidade a partir da história oral.

Mais informações sobre as atividades do museu pelo telefone (38) 3541.1440 ou endereço eletrônico mrco@museus.gov.br. Assista episódio sobre o MRCO na série Conhecendo Museus.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação

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Kit digital para divulgação da 11ª Primavera dos Museus já está disponível

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Um conjunto de peças gráficas para divulgação da 11ª Primavera dos Museus já está disponível na página de Eventos do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Criado para que museus e demais instituições culturais participantes possam realizar a comunicação de suas atividades, o kit digital é formado por cartaz, selos comemorativos, fundos para apresentações, capas para redes sociais, flyers e até um Twibbon – filtro temático para as fotos de perfil nas redes sociais. Acesse o kit da 11ª Primavera dos Museus.

Também está disponível um texto de referência sobre o tema desta edição: Museus e suas memórias. O Ibram trabalha atualmente na produção do Guia da Programação, com todas as atividades inscritas, que estará acessível, a partir de setembro, no formato publicação digital e também busca online.

Entre os dias 18 e 24 de setembro, 2.537 eventos estão programados para acontecer em 417 cidades brasileiras de 25 estados e Distrito Federal.

Com 932 instituições participantes, o maior número desde a criação da temporada nacional de eventos em 2007, a Primavera dos Museus visa aumentar o público que frequenta museus, assim como fortalecer os laços das instituições com a sociedade.

Mais informações sobre a 11ª Primavera dos Museus podem ser obtidas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram

Conheça as iniciativas de memória institucional do Museu Victor Meirelles

O tema Museus e suas memórias, que conduz a programação da Primavera dos Museus 2017, tem sido tratado sob diferentes perspectivas entre as instituições museológicas integradas ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Desde 1952, o Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), ocupa a casa onde nasceu o pintor de quadros históricos como A primeira missa no Brasil, Moema e Batalha dos Guararapes, tendo como premissa institucional a preservação, pesquisa e divulgação da vida e obra do artista Victor Meirelles (1832-1903).

Museu Victor Meirelles (SC)

Sede do Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), está  sendo modernizada

Ao longo dos seus 65 anos de existência, e atualmente passando por processo de modernização em sua sede, o MVM tem também se preocupado com sua história e identidade. As atividades buscam relacionar o passado com ações contemporâneas, entendendo o museu como um espaço dinâmico e conectado a vivências e percursos sociais e históricos.

O Programa de Pesquisa é responsável por implementar, organizar e avaliar processos e linhas de pesquisa, bem como publicar resultados e novas informações a partir da investigação de assuntos relacionados ao museu, que envolve ainda artes e patrimônio.

O projeto Victor Meirelles – memória e documentação, que completa 10 anos em 2018, consiste tanto na catalogação da obra completa do artista, quanto na realização de atividades complementares, como lançamento de livro e seminário, contribuindo assim para o registro de aspectos da memória da instituição.

Vídeos e publicações digitais
Em 2015, o MVM iniciou o projeto Memória em trânsito, que se propõe a estudar e divulgar a produção de artistas catarinenses que já expuseram no museu. A partir de uma obra do acervo, resultado de doação anterior, busca-se promover um diálogo desta obra com a produção atual dos artistas.

A gravação em vídeo de depoimentos , abordando carreira, técnicas e trajetória dos artistas, feita como suporte para e exposição, torna-se posteriormente arquivo acessível para pesquisadores e interessados.

O Programa de Exposições também disponibiliza online algumas edições da revista Um ponto e outro, onde são apresentados dossiês sobre mostras no espaço do MVM.

Textos críticos e artigos, alguns em torno do museu, e a revista eletrônica Ventilando Acervos, que abre espaço para a discussão ampla do tema, também são atividades que integram ações que reforçam a memória institucional do MVM.

Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles e assista episódio do programa Conhecendo Museus.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MVM/Divulgação

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Primavera dos Museus tem o maior número de inscritos desde a sua criação

A 11ª edição da Primavera de Museus contará com 932 instituições participantes – o maior número de inscritos desde a criação da temporada nacional de eventos em 2007. O crescimento em relação a 2016 foi de 24%.

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Entre os dias 18 e 24 de setembro estão programados 2.537 eventos em 25 estados e no Distrito Federal. No total, 417 municípios brasileiros receberão eventos em torno do tema Museus e suas memórias.

A região Sudeste foi a que mais inscreveu atividades para a 11ª Primavera dos Museus, sendo seguida pelas regiões Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Norte. Confira o quadro evolutivo.

Após o encerramento das inscrições, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que coordenada a ação nacionalmente, iniciou a produção do Guia de Programação com todos os eventos pelo país – que ficará disponível tanto para busca online quanto no formato de publicação digital.

Texto e kit digital
O Ibram disponibilizou esta semana um texto de referência sobre o tema da 11ª Primavera dos Museus. Nele são apontados aspectos relacionados à relevância das discussões em torno da memória dos museus.

“Os questionamentos são importantes para que os museus se revisitem e se mostrem para a sociedade, resgatando experiências que estão em seu âmbito e da qual participaram, de forma orgânica, os trabalhadores dos museus e seus diversos públicos”, diz o Ibram. Acesse o texto na íntegra.

Nos próximos dias também estará disponível para os participantes um kit digital de divulgação, contendo peças gráficas como selos, cartazes e capas para redes sociais.

Mais informações sobre a 11ª Primavera dos Museus podem ser obtidas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram

Inscrições de atividades na 11ª Primavera dos Museus acabam na segunda (14)

Na segunda (14), encerra-se o período para inscrição de atividades na 11ª Primavera dos Museus – coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

A temporada nacional de eventos acontece este ano entre os dias 18 e 24 de setembro e é aberta à participação de museus, instituições de memória, espaços e centros culturais brasileiros.

As instituições interessadas devem acessar a página de Eventos Ibram e cadastrar online suas atividades programadas -  como exposições, palestras, seminários, shows, exibição de filmes etc. A programação é de inteira responsabilidade dos museus.

Memória institucional
Desde sua primeira edição, em 2007, a Primavera dos Museus tem abordado temas que têm relações estreitas com tópicos contemporâneos e a memória social brasileira – como meio ambiente, direitos humanos, cultura afro-brasileira e questões ligadas a mulheres.

Neste ano, o tema escolhido foi Museus e suas memórias. “Em 2018 iremos comemorar os 200 anos da criação da primeira instituição museal brasileira – o Museu Nacional/UFRJ no Rio de Janeiro (RJ)”, lembra Marcelo Mattos Araujo, presidente do Ibram.

“Desde então, milhares de museus foram criados no Brasil – o Ibram tem hoje mais de 3,7 mil deles mapeados. Cada um carrega consigo histórias, contextos, objetivos e memórias. A Primavera dos Museus nesta edição quer dar visibilidade a esses processos”, finaliza.

Na edição 2016, o evento contou com a participação de 753 instituições, que realizaram 2. 080 eventos em torno do tema Museus, memórias e economia da cultura. Na série histórica, entre 2007 e 2016, houve um crescimento de 15% no número de participantes. Confira o quadro evolutivo.

Dúvidas e outras questões devem ser enviadas para o endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram

Presidente do Ibram faz visita técnica ao Museu Casa Histórica de Alcântara

Marcelo Araujo discutiu com equipe do MCHA o projeto de restauro e reconfiguração previsto para o museu, além de estratégias locais para a área da educação museal.

Marcelo Araujo discutiu com equipe do MCHA o projeto de restauro e reconfiguração previsto para o museu, além de estratégias locais para a área da educação museal.

O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcelo Araujo, fez na última segunda-feira (31) visita técnica ao Museu Casa Histórica de Alcântara (MCHA), no Maranhão.

Acompanhado na visita pela diretora do Departamento de Processos Museais (DPMUS), Renata Bittencourt, o presidente do Ibram participou de encontros com a equipe do museu, com ênfase em sua estratégia para ação educativa, e com a Rede de Educadores em Museus do Maranhão – nos quais foi abordada a recém-aprovada Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

Na oportunidade, o presidente do Ibram também esteve reunido, em São Luís (MA), com o superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Maranhão, Maurício Itapary, e equipes técnicas daquele órgão e do Ibram, para discutir o projeto de restauro e reconfiguração previsto para o MCHA. Um dos pontos em destaque foi a questão da acessibilidade.

“A visita foi uma oportunidade de o presidente conhecer o museu, os servidores e as atividades desenvolvidas pela equipe”, explica a diretora do MCHA, Karina Waleska Scanavino. Durante a passagem pelo Maranhão, Marcelo Araujo também visitou o Convento das Mercês e o Museu Histórico de Alcântara.

Ibram abre chamada para diretor do Museu da República/Palácio Rio Negro

Museu da República no Rio (RJ)

Museu da República no Rio (RJ)

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou público, nesta segunda-feira (31), o edital da chamada pública para o cargo comissionado de diretor do Museu da República/Palácio Rio Negro, unidade museológica que integra o Ibram no Rio de Janeiro (RJ)

A seleção pública será realizada mediante critérios técnicos e objetivos de qualificação, avaliados por Comissão de Seleção através de análise de currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho. Realizado em três etapas, o processo seletivo inclui ainda entrevista oral de caráter classificatório.

Poderão concorrer ao cargo servidores públicos ou não, com formação acadêmica, conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu, além de experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações de governo e entidades da sociedade em geral. Confira todas as condições no edital.

Interessados em candidatar-se ao cargo devem encaminhar os documentos requisitados no edital para o endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, informando no assunto “Chamada Pública Museu da República/Palácio Rio Negro”, até às 23h59min do dia 28 de setembro de 2017.

Todos os documentos para concorrer à seleção estão disponíveis para download.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu da República/Divulgação

Museu de Goiás compõe a identidade visual da Primavera dos Museus 2017

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) divulgou a identidade visual da 11ª Primavera dos Museus – que acontece em todo o Brasil entre os dias 18 e 24 de setembro.

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

A imagem traz em destaque o Museu das Bandeiras, que fica em Goiás (GO). “Utilizamos a imagem de um dos museus vinculados ao Ibram em dois tempos diferentes de sua trajetória”, explica Ana Lourdes Costa, coordenadora de Promoção e Gestão da Imagem Institucional.

Na imagem, o prédio que abriga o museu desde 1949, alvo de obras de revitalização há poucos anos, se conecta a sua história por meio de uma foto tirada na década de 1930, quando o prédio era ainda cadeia pública. A construção da Casa de Câmara e Cadeia se deu no século XVIII na então sede da Capitania de Goiás.

“A ideia é mostrar que a memória não é só pretérita, que referencia o passado, mas que ela é dinâmica porque a acessamos no presente”, conclui a coordenadora do Ibram.

Nos próximos dias, o Ibram também publicará um texto de referência sobre o tema “Museus e suas memórias”, que guia as atividades nesta edição da Primavera dos Museus. Um kit com peças digitais de divulgação também ficará à disposição dos participantes, assim como o guia com toda a programação.

Inscrições abertas
Até 14 de agosto, museus, instituições de memória e centros culturais interessados em participar da 11ª Primavera dos Museus devem acessar a página de Eventos Ibram e cadastrar online suas atividades. A programação é de inteira responsabilidade das instituições participantes.

Outras informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

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