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Reunião de julho da CNIC aprovou R$ 11,5 milhões para projetos em museus

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) aprovou em sua 211ª reunião, que aconteceu em Vitória (ES), entre os dias 9 e 11 de julho, mais de R$ 11,5 milhões para projetos na área de museus.

Foram aprovados, no total, dez projetos, sendo que sete deles foram analisados pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e os demais analisados por outras vinculadas do Ministério da Cultura (MinC). Eles agora poderão captar os recursos aprovados via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Os projetos aprovados destinam-se a ações como modernização e acessibilidade a museus, aquisição de obras e realização de exposições e outros eventos museais. Confira a lista completa de projetos aprovados na 211ª reunião da CNIC.

Texto: Ascom/Ibram

Museu Nacional de Cultura Afro-Brasileira na Bahia poderá ser federalizado

O Museu Nacional de Cultura Afro-Brasileira (Muncab) pode ser o primeiro museu vinculado ao Ministério da Cultura (MinC) na Bahia. Durante reunião realizada em Salvador,  na quinta-feira (18), a ministra da Cultura, Marta Suplicy, e autoridades do Estado discutiram a possibilidade de que o museu passe a ser de competência do governo federal e administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC).

Ministra, acompanhada pelo diretor do Muncab, conheceu acervo do museu

A reunião contou com a presença do governador da Bahia, Jaques Wagner, do diretor do Muncab, José Carlos Capinan, do presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Hilton Cobra, e do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Angelo Oswaldo.

Estiveram presentes ainda o secretário de Cultura da Bahia, Albino Rubim, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) e  outras autoridades.

Etapas
O primeiro passo para o processo de federalização do museu, criado em 2002, será a produção de um diagnóstico sobre as pendências existentes, que desde 2011 ocupa o antigo Prédio do Tesouro, no Centro Histórico de Salvador, mas ainda está em processo de instalação. Para que a federalização seja viabilizada também será necessária a elaboração, pelo Poder Executivo, de projeto de lei sobre o tema.

A ministra Marta Suplicy destacou a importância de que o Brasil tenha um museu nacional voltado para a temática afro-brasileira. “Nosso país precisa muito de lugares como este, que trata de uma raiz fundamental para a nossa história. O acervo encontrado aqui tem grande relevância, relata a importância do negro no processo civilizatório brasileiro”, disse.

Texto: Ascom/MinC e Ibram
Foto: Roberto Abreu/MinC

Cadernos Museológicos: livro Acessibilidade a Museus já está disponível online

Já está disponível para consulta e download na página do Ibram, o volume 2 da série Cadernos Museológicos, publicado pelo instituto no final de abril.

Com o tema Acessibilidade a Museus, a publicação é uma contribuição para a adaptação das práticas, das instituições e dos espaços museais brasileiros de forma a torná-los acessíveis a todos – com destaque para pessoas com deficiência.

Tem ainda o intuito de suprir a carência de informações sobre o tema e contribuir para o processo de democratização do acesso à cultura. Baixe o livro em versão PDF.

As autoras são arquitetas e professoras pesquisadoras do Núcleo de Pesquisa, Ensino e Projeto Sobre Acessibilidade e Desenho Universal – Núcleo Pró-Acesso da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O primeiro volume da série Cadernos Museológicos teve como tema Segurança em Museus, que também se encontra disponível para baixar.

Texto: Ascom/MinC

Entrevista com José Luiz Pedersoli sobre gestão de risco e patrimônio cultural

Ministrante do curso Gestão de Risco ao Patrimônio Musealizado Brasileiro, promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), entre os dias 8 e 12 de julho, José Luiz Pedersoli Junior é químico formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Mestre em Química de Polímeros, com ênfase em materiais celulósicos e aplicações na área da conservação patrimonial, pela Universidade de Helsinki (Finlândia).

Pedersoli coloca a gestão de risco como área estratégica em torno de acervos musealizados

Morou durante muitos anos na Europa, inicialmente em Amsterdã, quando trabalhou como cientista da conservação no Instituto Holandês do Patrimônio Cultural, e depois em Roma, no Centro Internacional para o Estudo da Preservação e Restauração do Patrimônio Cultural (ICCROM).

Voltou ao Brasil com uma importante experiência na área da ciência dos materiais aplicada à preservação patrimonial, mais especificamente à conservação de acervos de papel e materiais relacionados, com vários trabalhos científicos publicados em revistas especializadas.

Essa experiência profissional inclui também o desenvolvimento, coordenação e ensino em cursos nacionais e internacionais voltados à capacitação profissional no setor patrimonial.

O químico respondeu por e-mail a três perguntas feitas pela Assessoria de Comunicação do Ibram.

Qual a importância da implementação de um plano na área de gestão de riscos para os museus?

A gestão ou gerenciamento de riscos constitui ferramenta eficaz para aprimorar a tomada de decisões dirigidas à preservação do patrimônio cultural. Sua utilização fornece uma visão abrangente dos diversos tipos de risco para esse patrimônio, desde eventos emergenciais e catastróficos até os diferentes processos de degradação que ocorrem de forma mais gradual e cumulativa.

A partir da identificação e análise sistemática desses riscos, é possível estabelecer prioridades de ação e alocação de recursos para mitigá-los. Estratégias sustentáveis podem então ser estabelecidas para minimizar impactos negativos sobre o objetivo comum dos museus de transmitir seus acervos para as gerações futuras com a menor perda de valor possível. Otimizando o uso dos recursos disponíveis, tipicamente limitados, para a preservação, segurança e fruição dos acervos museológicos, a gestão de riscos contribui para maximizar a utilidade e benefícios sociais dos mesmos ao longo do tempo.

A implantação do gerenciamento de riscos na comunidade de museus do Ibram também contribuirá de forma significativa para harmonizar e incrementar a eficiência de iniciativas e esforços já existentes voltados à salvaguarda de seus acervos, assim como para fomentar sinergias em ações futuras, proporcionando uma plataforma de trabalho bem estruturada, uma linguagem comum e uma metodologia adequada ao compartilhamento e integração dos conhecimentos e experiências específicos detidos pelos diferentes museus. O uso dessa ferramenta estimula, ainda, a integração interdisciplinar e intersetorial com profissionais e instituições de áreas afins.

Diante do contexto internacional, como você avalia a atuação dos museus brasileiros?

A atuação dos museus brasileiros na área da gestão de riscos e segurança de seus acervos reflete, a meu ver, um universo bastante heterogêneo, com algumas instituições já significativamente avançadas nesse aspecto e outras onde falta ainda implementar requisitos básicos para a proteção do acervo frente aos riscos que os ameaçam.

Observo uma tendência positiva no sentido da conscientização e adoção crescente de medidas de conservação preventiva, o que vem sendo fortalecido com iniciativas de capacitação como este curso realizado pelo Ibram. Contudo, para lograrmos uma melhoria significativa contemplando todo o patrimônio musealizado brasileiro, seria necessário amplificar esses esforços e proporcionar os recursos para que as medidas de segurança necessárias possam ser implantadas de forma sustentável.

Quais as etapas fundamentais que uma instituição precisa para iniciar a elaboração de uma Plano de Gerenciamento de Riscos para o seu acervo?

Antes de mais nada, é fundamental haver vontade política para fazê-lo e uma definição bem clara da missão e dos objetivos da instituição no tocante ao uso do acervo sob sua guarda. Outro fator essencial é o envolvimento e participação proativa de toda a equipe do museu ao longo de todo o processo.

Obviamente, devem estar disponíveis os recursos mínimos para a implantação das medidas propostas no decorrer da execução do Plano. É essencial garantir, desde o início, que o Plano será um documento “vivo” na instituição. As etapas para a elaboração do Plano envolveriam, primeiramente, a constituição formal de uma equipe ou grupo de trabalho na instituição com papéis e responsabilidades bem definidos, com tempo disponível para a execução do projeto.

Observados esses aspectos, temos sugerido que o desenvolvimento do Plano de Gerenciamento de Riscos seja estruturado segundo as etapas consecutivas do processo de gerenciamento descrito na norma técnica ISO 31.000:2009, que incluem: 1) estabelecer o contexto, 2) identificar os riscos, 3) analisar (quantitativamente) os riscos, 4) avaliar e priorizar os riscos, 5) tratar (reduzir) os riscos segundo as prioridades estabelecidas.

Todas essas etapas são permeadas pela comunicação e consulta com todas as partes interessadas e atores relevantes ao processo, assim como pelo monitoramento e revisão dos aspectos relevantes em cada uma delas.

É importante lembrar que o gerenciamento de riscos é uma processo contínuo, visando à eliminação ou redução e contenção dos riscos para o acervo a níveis aceitáveis para a instituição. Dessa forma, é importante que essa ferramenta seja integrada de forma permanente ao sistema de gestão da organização para garantir seu uso continuado e, assim, alcançar com sucesso os objetivos propostos.

Edição: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

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Técnicos do Ibram participam de curso sobre Gestão de Risco no Rio de Janeiro

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Gestão de Risco ao Patrimônio Musealizado Brasileiro, promovido pela Divisão de Preservação e Segurança em Museus da Coordenação de Patrimônio Museológico do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). – See more at: http://www.museus.gov.br/noticias/tecnicos-do-ibram-participam-de-curso-sobre-gestao-de-risco-no-rio-de-janeiro/#sthash.cDXeyUmf.dpuf

Técnicos do Ibram participam de curso sobre Gestão de Risco no Rio de Janeiro

Terminou na sexta-feira (12), o curso Gestão de Risco ao Patrimônio Musealizado Brasileiro, promovido pela Divisão de Preservação e Segurança em Museus da Coordenação de Patrimônio Museológico do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC).

O treinamento, que começou no dia 8 e teve lugar nos museus Histórico Nacional e Nacional de Belas Artes, ambos integrados a rede Ibram, é voltado para o conjunto de técnicos que atuam na área de segurança e conservação dos 30 museus vinculados ao instituto, além de representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) e do Instituto Cultural Flávio Gutierrez.

Ministrado pelo especialista José Luiz Perdesoli, químico graduado pela Universidade de Minas Gerais (UFMG) e com larga experiência na área de preservação e segurança de patrimônio cultural no Brasil e no exterior, o curso tem como objetivo apresentar conceitos, metodologia e exercícios práticos, capacitando os técnicos na identificação, análise e avaliação dos possíveis riscos para o patrimônio musealizado.

Em março deste ano, especialistas em museus e segurança já haviam participado, também no Rio, do Seminário-oficina Preservação e Segurança em Museus: Introdução de Gestão de Riscos para Acervos Musealizados. Os treinamentos são realizados em parceria com o Programa Ibermuseus e a Organização dos Estados Iberoamericanos (OEI).

Texto: Ascom/Ibram

Presidente do Ibram apresentou aos servidores prioridades da nova gestão

Na tarde da quarta-feira (10), o novo presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, foi oficialmente apresentado aos servidores da sede do instituto, em Brasília (DF), pela até então presidente substituta, Eneida Braga.

O encontro contou com a participação expressiva dos profissionais da casa, que ouviram do novo presidente um pequeno resumo de sua trajetória, além das expectativas e prioridades para sua gestão.

Fortalecimento da rede de museus Ibram é uma das prioridades da nova gestão

Angelo Oswaldo disse considerar os 30 museus vinculados ao Ibram como “sustentáculos” da instituição, e que eles devem ser paradigmáticos para o campo.

O novo presidente destacou como prioritário o fortalecimento das áreas de comunicação e educação museal, assim como da Museologia Social.

Também foi destacada como prioridade a ampliação do Cadastro Nacional de Museus (CNM), que considera essencial para um diálogo “mais eficiente e abrangente” com o setor; a criação de novos museus, inclusive vinculados à rede Ibram em grandes cidades brasileiras que ainda não possuem unidades deste tipo, como Salvador (BA) e Brasília; o apoio à organização da Conferência Icom 2013 no país; e a valorização dos servidores do Ibram.

“O corpo de servidores constitui a nossa força e é com ele que temos que atingir nossas metas”, disse Angelo Oswaldo aos profissionais. “Temos que lutar, com a liderança do MinC, para valorizar a carreira e ampliar o quadro, além de buscar recursos para o trabalho de vocês”, concluiu.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Presidente sancionou lei que destina bens apreendidos para museus brasileiros

A presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.840/2013, que dispõe sobre a destinação de bens de valor cultural, artístico ou histórico apreendidos pela Receita Federal, cedidos à União como pagamento de dívidas ou que tenham sido abandonados, aos museus brasileiros. O texto aprovado foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) na terça-feira (9).

Marta Suplicy e Dilma Rousseff

A lei é fruto do PLC 97/2011, que foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal no mês passado. Com origem na Câmara dos Deputados, a proposta foi apresentada à Câmara pela deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) e relatada no Senado pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA).

Com a sanção presidencial, a guarda e a administração de bens deste tipo poderão ser concedidas a museus federais, estaduais ou municipais. A Lei também admite a possibilidade de entrega de bens a museus privados, desde que não tenham fins lucrativos e integrem o Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Conforme estabelecido no texto, que já está em vigor, o Ministério da Cultura (MinC) será notificado sempre que houver bens deste tipo em disponibilidade. Havendo interesse, o MinC providenciará sua transferência às entidades às quais os bens forem destinados.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Museológico do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) será ouvido previamente sobre a conveniência de se destinar determinado bem a museus. Caso se trate de bens tombados em âmbito federal, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) deverá pronunciar-se quanto à destinação dos bens aos museus.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Ed Ferreira/Divulgação

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Museus poderão receber bens culturais apreendidos ou cedidos à União

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Instituto Butantan abre inscrições para curso sobre Museus de Ciência

O Instituto Butantan de São Paulo está com inscrições abertas para o curso de extensão universitária Museus de Ciência: espaço de educação não formal. A atividde acontece de 15 a 19 de julho, das 9h às 17h, no auditório da Divisão de Desenvolvimento Científico (DDC) do Instituto Butantan.

As inscrições podem ser feitas na página do instituto pelo valor de R$ 100 (servidores públicos têm 50% de desconto). Serão oferecidas 20 vagas para professores de Ciências e Biologia dos ensinos fundamental e médio e demais educadores.

O programa do curso aboorda as metodologias educacionais com desenvolvimento de atividades práticas; divulgação científica sobre animais venenosos; conservação e relação homem-ambiente; educação não formal e a relação zoológico/escola.
Mais informações pelo telefone (11) 2627.9537.

Texto: Ascom/Ibram

 

Mais Cultura nas Escolas: programa prorroga inscrições até 10 de agosto

Museus e outros espaços culturais interessados têm agora até o dia 10 de agosto para inscrever seus projetos no Programa Mais Cultura nas Escolas, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) em parceria com o Ministério da Educação (MEC).

O programa se destina ao desenvolvimento de práticas e pesquisas em artes, patrimônio e cultura popular em parceria com as 34 mil escolas públicas inscritas nos programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador (veja a lista), do MEC.

Os projetos devem conter um Plano de Atividade Cultural, desenvolvido em conjunto com uma das escolas participantes, e ser enviados, pelos responsáveis da escola, por meio do SiMEC (Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação).

As atividades serão desenvolvidas dentro ou fora da escola, durante o período letivo e em consonância com a proposta pedagógica, por no mínimo seis e no máximo dez meses. Serão investidos R$ 100 milhões para financiar 5 mil projetos. Cada contemplado receberá entre R$ 20 mil e R$ 22 mil.

Nesta quinta-feira (27), foi realizada webconferência aberta à participação dos mais de 3 mil museus brasileiros para tirar dúvidas. Durante o encontro virtual, foi anunciado que o prazo para inscrição de projetos, que encerraria neste domingo (30), foi prorrogado até 10 de agosto.

Para mais informações acesse o manual completo do programa ou a página web http://www.cultura.gov.br/maisculturanasescolas. Dúvidas podem ser encaminhadas ao maisculturanasescolas@cultura.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram

Ibram divulga resultado final da seleção para Intercâmbio Brasil-França

O Ibram publicou hoje (26), no Diário Oficial da União, o resultado final das candidatas selecionadas para o Intercâmbio Acadêmico Brasil-França para a Bolsa de Intercâmbio para formação no Seminário Internacional de Verão de Museologia (SIEM) da Escola do Louvre e estágio em museus franceses.

Para as vagas destinadas ao público em geral, as selecionadas foram Fernanda Alvim Modiano e Marina Mazze Cerchiaro. E para a vaga destinada a servidor do Ibram, Renata Carleial de Casimiro foi selecionada. Saiba mais sobre o intercâmbio.

Texto: Ascom/Ibram

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