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Obras e projetos arquitetônicos focaram requalificação dos museus da rede Ibram

O restauro e requalificação de museus vinculados à rede Ibram teve ampla agenda em 2017, com obras já finalizadas, em andamento ou com projetos elaborados e execução prevista para o ano que vem.

Museu Casa Benjamin Constant está em obras

Museu Casa de Benjamin Constant está em obras no Rio

O Museu Casa de Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, e o Museu Regional de Caeté, em Minas Gerais, deram início a processos de restauração integral.  Entre as obras de grande porte, também pode ser citado o restauro e ampliação do Museu Victor Meirelles, em Florianópolis (SC).

No Rio, outros museus que passaram por obras foram o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), que recebeu impermeabilização em sua cobertura e torre de arrefecimento, e o Museu da República, que teve varanda recuperada, restauração de claraboia e elevador finalizada, assim como reforma de banheiros.

O Palácio Rio Negro, em Petrópolis (RJ), passou por escoramento emergencial de sua varanda e o Museu Imperial, na mesma cidade, passou por obras emergenciais no telhado de sua biblioteca.

Projetos desenvolvidos
Foram ainda desenvolvidos projetos para a realização de novas intervenções físicas nos museus citados e também no Museu do Açude, Museu Villa-Lobos, Museu Histórico Nacional, Museu Arqueológico de Itaipu, Museu de Arte Religiosa e Tradicional, Museu Casa da Hera, Museu de Arte Sacra de Paraty, Museu Lasar Segall, Museu Casa da Princesa, Museu de Arte Sacra da Boa Morte, Museu do Diamante, Museu do Ouro, Museu Regional de São João del-Rei, Museu Casa dos Ottoni, Museu da Abolição e Museu Casa Histórica de Alcântara.

Além das obras em execução e com projetos em andamento, o Ibram deu início em 2017 à elaboração de um instrumento de apoio à gestão que tem como objetivo adequar as intervenções em seus edifícios, estabelecendo rotinas de verificação que indicarão a necessidade de reparos, manutenção e intervenções, evitando a necessidade de investimentos em obras de maior porte.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MCBC/Divulgação

Retrospectiva Ibram: 2017 tem balanço positivo para o campo museal

Chamadas públicas para diretores de museus federais, institucionalização de políticas públicas, estudos para sustentabilidade e o 7º Fórum Nacional de Museus são alguns dos muitos acontecimentos que marcaram o ano de 2017 no campo museal sob a perspectiva do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Marcelo Araujo, presidente do instituto, destaca que 2017 “foi um período no qual, ao lado de todos os museus brasileiros, resistimos a manifestações questionando a liberdade de expressão artística, e reafirmamos o museu como um espaço plural e crítico, comprometido com a construção de diálogos e com o respeito à diversidade.”

Presidente do Ibram

Presidente do Ibram sobre 2017: “reafirmamos o museu como espaço plural e crítico”

Araujo lembra também que em 2018 celebramos os 200 anos no Museu Nacional (UFRJ), o primeiro museu do Brasil. “Efetivamente, um momento muito importante na medida em que vai permitir fazermos uma reflexão e um balanço das contribuições que a instituição museu trouxe para a cultura brasileira ao longo desses dois séculos”, acredita.

“Esperamos que essa comemoração possa marcar as ações de todos os museus ao longo do ano, reforçando o papel e a importância dos museus à cultura brasileira”.

Segundo o presidente, “em 2018 reiteramos nosso compromisso de fazer do Ibram uma instituição cada vez mais seja reconhecida como referência no desenvolvimento e implantação de políticas públicas para a área museal”.

Fazemos abaixo um balanço do ano que termina, destacando ações que tiveram e têm impactos no Ibram, nos museus e no setor museal brasileiro.

Políticas públicas em museologia social e educação museal foram institucionalizadas
Financiamento de museus e sustentabilidade foram temas relevantes
Temporadas de eventos e parcerias focam na visibilidade dos museus
Cursos e publicações contemplaram demanda do setor museal por capacitação
Obras e projetos arquitetônicos focaram requalificação dos museus da rede Ibram
Chamadas públicas para diretores de museus Ibram marcam 2017

Texto e foto: Ascom/Ibram

Livro na área de Ciências Sociais tem lançamento no MRSJDR em Minas Gerais

Nesta segunda (18), às 19h, o Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre as portas para o lançamento do livro Uma análise crítica dos discursos sobre o sincretismo em mídia impressa: um diálogo com as ciências sociais, de Cláudio Márcio do Carmo.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Professor Associado da Universidade Federal de São João del-Rei, atua na graduação e no Programa de Mestrado em Letras.

Com interesse em práticas discursivas na mídia, especialmente as orientadas a minorias, grupos vulneráveis, questão racial e questão religiosa, o foco atual das pesquisas, sob perspectivas de base linguística sistêmico-funcional, centra-se, sobretudo, na produção, distribuição e consumo do discurso de ódio na mídia e, por outro lado, no ensino de português para estrangeiros.

Cláudio Carmo é pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e atualmente faz estágio pós-doutoral na área de Linguística Aplicada na Universidade da Georgia (EUA).

A entrada para o evento é franca. O MRSJDR fica na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro de São João del-Rei. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 3371.7663.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MRSJDR

Estão abertas as inscrições para a Semana de Museus 2018

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) abre hoje (17) o formulário para a inscrição de atividades na 16ª Semana de Museus – que acontecerá entre os dias 14 e 20 de maio de 2018.

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos é o tema definido pelo Conselho Internacional de Museus (Icom), e adotado a cada ano pelo Ibram, para celebrar no próximo ano o Dia Internacional de Museus (18 de maio).

Aula aberta no Museu Municipal de Sapiranga (RS) durante a 15ª Semana de Museus

Aula aberta no Museu Municipal de Sapiranga (RS) durante a 15ª Semana de Museus

Para participar, o museu ou instituição cultural interessada deve programar atividades em torno do tema (exposições, visitas mediadas, shows, palestras, exibição de filmes etc.) e inscrevê-las, até 12 de março, no formulário eletrônico que está disponível na página do Ibram.

As atividades ocorrem exclusivamente sob a responsabilidade da própria instituição que as inscrever. Ao Ibram cabe a mobilização do setor, a divulgação da temporada cultural, além da produção da identidade visual e kit de divulgação digital, texto de referência sobre o tema e o  guia da programação nacional – onde o público pode encontrar informações sobre todos os eventos cadastrados.

Na edição deste ano, quando completou 15 anos de existência, 3.079 eventos aconteceram em todo o Brasil durante a Semana de Museus, cujo tema foi Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus, reunindo 1.070 instituições de 26 estados. Veja os números de todas as edições (2003-2017).

Ao longo dos anos, a Semana de Museus tem sido um fator de promoção e valorização dos museus brasileiros, assim como de ampliação do acesso da população à cultura. Confira os resultados das pesquisas realizadas pelo Ibram, entre os anos de  2012 e 2016, sobre o impacto socioeconômico da Semana de Museus.

Dúvidas e outras questões relacionadas a Semana de Museus podem ser enviadas para o endereço eletrônico semana@museus.gov.br ou esclarecidas pelos telefones (61) 3521.4142/4135.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Tiago da Silva/Museu Municipal de Sapiranga

Ibram divulga o tema da 16ª Semana de Museus

Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos é o tema da 16ª Semana de Museus, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que acontecerá entre os dias 14 e 20 de maio de 2018.

SemanaMuseus2016_MVM_Foto_AnaViegas

Atividade com estudantes no Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), durante a 14ª Semana de Museus (2016)

Tradução para o português do Brasil de tema escolhido pelo Conselho Internacional de Museus (Icom) para o próximo Dia Internacional de Museus (18 de maio) – em inglês, Hyperconnected museums: new approaches, new publics -, o Ibram adota o mote do Icom para a sua temporada nacional de eventos que reúne milhares de museus no primeiro semestre de cada ano.

Entre os objetivos estão a valorização dos espaços de memória e cultura no país, a ampliação da relação dos museus com a sociedade, assim como o aumento do público visitante.

Confira os resultados de pesquisas realizadas pelo Ibram, entre os anos de  2012 e 2016, sobre o impacto socioeconômico da Semana de Museus.

Inscrições de atividades
Para Marcelo Araujo, presidente do Ibram, a Semana de Museus “é um momento privilegiado de divulgação, reflexão e visibilidade para os museus brasileiros”, que contribui para o reconhecimento “da importância e do papel dos museus na contemporaneidade”.

Em 2017, 3.079 eventos acontecem em todo o Brasil durante a 15ª Semana de Museus, cujo tema foi Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus, reunindo 1.070 instituições de 26 estados. Veja os números de todas as edições (2003-2017).

Para a 16ª edição, museus, espaços de memória e centros culturais brasileiros poderão inscrever atividades, como exposições, shows, palestras etc., na página de eventos do Ibram a partir da segunda quinzena de novembro de 2017.

As datas de início e término de inscrições, assim como o formulário online, serão divulgadas nas próximas semanas. Dúvidas e outras questões relacionadas a Semana de Museus podem ser enviadas para o endereço eletrônico semana@museus.gov.br ou esclarecidas pelos telefones (61) 3521.4142/4135.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Ana Viegas/Museu Victor Meirelles

Museu Lasar Segall comemora 50 anos de criação e homenageia seu fundador

O Museu Lasar Segall (MLS/Ibram), em São Paulo (SP), inaugura amanhã (23), a exposição 1967 – 2017 Museu Lasar Segall – 50 anos, como parte das comemorações do cinquentenário da instituição, e faz homenagem a Maurício Segall, falecido em julho deste ano, que dirigiu por 30 anos o museu.

Por meio dos acervos artísticos, bibliográficos e arquivísticos, a mostra será ilustrada por projetos como a exposição Por caminhadas ainda mais distantes – as emigrações artísticas de Lasar Segall, ocorrida em 1997 nos EUA (Chicago e Nova Iorque), e em 1998 em Paris (França).

A programação de aniversário inclui ainda a apresentação do Coral Escola Comunicantus, às 15h, e um Ciclo de Debates, que acontece de 4 a 7 de outubro e terá o presidente do Ibram, Marcelo Araujo, como debatedor em uma das mesas. Confira a programação completa.

Uma família pela arte
A trajetória da instituição teve início em 1957. Com o falecimento de Lasar Segall (1889-1957), a viúva do artista, Jenny Klabin Segall (1899-1967), idealiza o museu e inicia o trabalho de conservação e autenticação de obras não assinadas.

Durante 10 anos, os filhos Maurício Segall (1926-2017) e Oscar Klabin Segall (1930-2002), além do fotógrafo Luiz Hossaka (1928-2009), organizam os documentos relativos às obras da coleção, cujo trabalho resultou em uma série de exposições póstumas de obras de Segall.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall/Ibram em São Paulo (SP)

Semanas antes da abertura oficial do museu na residência da família na Vila Mariana, em 21 de setembro de 1967, Jenny Segall falece, ficando então sob o cuidado dos filhos as ações para a formação do MLS, sendo Maurício Segall o primeiro diretor.

O museu, quem tem como missão preservar, estudar e divulgar a obra de Lasar Segall, foi além e traçou, nesse meio século, um perfil de caráter experimental, considerado pioneiro no campo museal brasileiro, destacando-se como espaço dinâmico no campo das artes visuais, da ação educativa, nas áreas de literatura, música, cinema e teatro. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall. Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MLS.

Texto: Lasar Segall/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Histórias e memórias dos museus Ibram em Goiás foram tema de palestra

Com quantas histórias se constrói a memória de um museu? No caso dos museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Goiás, elas são muitas.

Stélia Braga durante palestra na sede do Ibram em  Brasília (DF)

Stélia Braga durante palestra na sede do Ibram em
Brasília (DF)

Com o tema Narrativas da memória: Goiás entre museus e muros simbólicos, Stélia Braga, diretora das três unidades Ibram no Estado, apresentou em Brasília (DF), na terça-feira (19), um recorte sobre como os museus também constroem suas memórias a partir da experiência local.

O Museu das Bandeiras, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte e o Museu Casa da Princesa, respectivamente nas cidades de Goiás e Pilar de Goiás, ocupam edificações históricas nas cidades e, portanto, trazem consigo memórias que acabam por ser incorporadas e reinterpretadas.

Novas apropriações
O edifício do Museu das Bandeiras, por exemplo, que foi Casa de Câmara e Cadeia até o começo do século XX, esteve recentemente ocupado por uma ação de “cinema expandido”: a proposta foi levar ao público um ambiente imersivo, no qual se destacaram os temas do aprisionamento e do sofrimento. Saiba mais.

Stélia Braga chama de “novas apropriações sociais do patrimônio cultural” ações desse tipo, apontando que um olhar contemporâneo para o museu deve abarcar tanto questões relativas à ocupação bandeirante na região Centro-Oeste quanto “enfatizar as contribuições dos diversos segmentos sociais presentes neste processo”.

Já o Museu de Arte Sacra da Boa Morte tem também sua peculiaridade: mesmo estando sob a direção do Ibram, existe uma relação estreita com a Diocese de Goiás, por ter absorvido o acervo do antigo Museu da Cúria e ocupar a antiga Igreja da Boa Morte.

Museu Casa da Princesa/Ibram em Pilar de Goiás (GO)

Museu Casa da Princesa/Ibram em Pilar de Goiás (GO)

Peças do acervo são, ainda hoje, utilizadas em eventos religiosos da cidade. Diante de um acervo sacro-cristão, o museu visa também contribuir para a “promoção da dignidade humana, universalização do acesso e respeito à diversidade cultural e religiosa”.

Doações de moradores
“A memória de uma instituição fala muito da sua representatividade na comunidade”, acredita Stélia. E isso se adequa ao papel que o Museu Casa da Princesa ocupa em Pilar de Goiás.

A casa setecentista, que já foi morada de ex-combatente da Guerra do Paraguai e escola “Mobral”, ao se tornar museu ganhou também um personagem inesquecível: o zelador Antônio Gomes ‘Tição’. “Em seu trabalho de conformação do Museu Casa da Princesa montou coleções, promoveu o museu e manteve a manutenção da Casa”, diz nota do Ibram quando do seu falecimento ano passado.

Um ponto a mais na relação com a comunidade está na constituição do acervo. Desde os tempos de ‘Seu Tição’, a coleta de objetos e documentos entre os moradores tornou-se corriqueira. Com o volume de doações ao longo dos anos, o museu fez um levantamento recente do acervo enquanto pensa em uma nova expografia.

“É necessário estabelecer um diálogo com os diversos segmentos para ampliarmos nosso papel social. Esse é um desafio que enfrentamos diante da nossa própria memória institucional”, apontou Stélia ao final.

A atividade integra a programação da 11ª Primavera dos Museus, que acontece até domingo (24) em todo o Brasil.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Divulgação

Fundo arquivístico busca reconstituir trajetória do MCBC no Rio

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberá melhorias

Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram no Rio

Com a criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2009, os museus federais até então sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foram incorporados à estrutura da mais nova autarquia do Ministério da Cultura (MinC) – entre eles está o Museu Casa de Benjamin Constant (MCBC/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

A proximidade histórica entre os museus federais e o Iphan deixou ‘rastros documentais’. Com o intuito de reunir documentos dispersos, realizou-se extensa pesquisa nos acervos do órgão, que autorizou a reprodução fotográfica do material encontrado.

Historiador do MCBC, Marcos Felipe de Brum conduziu a pesquisa e a supervisão da equipe de estagiários envolvidos no projeto. “Nosso cotidiano de pesquisa baseia-se num relacionamento apaixonado com documentos. Mas trabalhar na formação e organização de coleções requer paciência”, explica.

Fundo MCBC
Atualmente com cinco fundos arquivísticos, que contemplam documentação doada pela família de Benjamin Constant, o novo projeto é a formação do Fundo MCBC, que deverá congregar documentos sobre a história do museu que permanecem nos arquivos físicos do Iphan.

Para, Elaine Carrilho, diretora do museu, o fundo deve “contribuir para a preservação da memória institucional e permitir o tratamento arquivístico adequado da documentação em dossiês temáticos a serem disponibilizados aos pesquisadores”.

Residência de Benjamin Constant (1836-1891), figura de destaque na fundação da República brasileira, o imóvel localizado em extensa área verde no bairro de Santa Teresa foi adquirido pela União logo após o falecimento do estadista.

Aberto desde 1982, ou seja, há 35 anos, e atualmente passando por obras de modernização, o museu expõe objetos, obras de arte e mobiliário que recriam o modo de vida do final do Século XIX e início do Século XX no Rio.

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivísitco

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivístico

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Casa de Benjamin Constant. Acesse também a publicação digital da coleção Museus Ibram sobre o MCBC.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MCBC/Divulgação

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Diretora dos museus Ibram em Goiás faz palestra na terça (19) em Brasília (DF)

Na terça (19), o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) realiza atividade integrada à programação da 11ª Primavera dos Museus – que acontece de 18 a 24 de setembro em todo o Brasil.

Narrativas da memória: Goiás entre museus e muros simbólicos é a palestra que Stélia Braga, diretora dos três museus Ibram no estado de Goiás, realiza, das 10h às 12h, no auditório do Instituto em Brasília (Setor Bancário Norte, Quadra 2, Bloco N – Edifício CNC III – Sobreloja). A entrada é franca e não é necessária inscrição prévia.

Museu das Bandeiras/Ibram em Goiás (GO)

Museu das Bandeiras/Ibram em Goiás (GO)

Localizado na cidade de Goiás, antigo Goiás Velho (140 km de Goiânia), o Museu das Bandeiras foi escolhido para compor a identidade visual da edição deste ano da Primavera dos Museus.

Na imagem criada, o prédio que abriga o museu desde 1949, alvo de obras de revitalização há poucos anos, se conecta a sua história por meio de uma foto tirada na década de 1930, quando o prédio era ainda cadeia pública.

Entremeios da memória
“A partir da compreensão dos processos de conformação dos museus de Goiás, em especial do Museu das Bandeiras, e das memórias das pessoas envolvidas neste contexto, vou propor uma reflexão acerca das novas apropriações sociais do patrimônio cultural”, explica Stélia Braga sobre o tema da palestra.

A proposta é “vasculhar os entremeios da memória institucional”, tendo em vista que “a memória coletiva de um museu está nas pessoas, nos seus vizinhos, nos prestadores de serviços e nos moradores da cidade”. Serão exibidos ainda depoimentos de antigos colaboradores dos museus Ibram em Goiás.

Além do Museu das Bandeiras, Stélia Braga dirige o Museu de Arte Sacra da Boa Morte, na mesma cidade, e o o Museu Casa da Princesa – localizado em Pilar de Goiás.

Outras informações sobre a atividade podem ser obtidas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu das Bandeiras/Divulgação

11ª Primavera dos Museus começa na segunda (18) em todo o Brasil

Com 2,5 mil atividades culturais em 417 cidades de 25 estados e Distrito Federal, a 11ª Primavera dos Museus começa na segunda (18) e segue até o domingo (24).

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Identidade visual da Primavera dos Museus 2017 (clique para ampliar)

Coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a temporada de eventos, que celebra o início da primavera, visa aumentar o público que frequenta museus, assim como fortalecer os laços entre os museus e a sociedade.

932 instituições culturais estão participando nesta edição – o maior número desde a criação da Primavera dos Museus em 2007. Na série histórica, entre 2007 e 2016, houve um crescimento de 15% no número de instituições participantes.

“O Ibram tem hoje mais de 3,7 mil museus mapeados. Cada um carrega consigo histórias, contextos, objetivos e memórias. A Primavera dos Museus em 2017 quer dar visibilidade a esses processos”, esclarece Marcelo Araujo, presidente do Ibram, sobre o tema escolhido para esta edição: Museus e suas memórias.

Programação online
O Ibram disponibilizou o guia online da programação com todos os eventos cadastrados. O formato Busca Rápida permite ao usuário encontrar atividades por Estado, Cidade, Museu ou Palavra-chave. Também está disponível a programação em formato de publicação digital.

Com o intuito de reforçar a divulgação, o Ibram lançou um kit com conteúdos digitais para os participantes, assim como um texto de referência sobre o tema.

Dúvidas e outras questões sobre a 11ª Primavera dos Museus podem ser enviadas para o endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram

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