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Casa dos Ottoni comemora número de visitantes no primeiro semestre

Na cidade do Serro (227 km de Belo Horizonte, Minas Gerais), o Museu Regional Casa dos Ottoni/Ibram comemora os números de visitação alcançados durante o primeiro semestre deste ano.

Museu Casa dos Ottoni (MG)

Museu Regional Casa dos Ottoni na cidade de Serro (MG)

“Os resultados foram excelentes e tivemos o 2º melhor primeiro semestre dos últimos anos, ficando atrás apenas do ano de 2013”, explica o diretor do museu Carlos Xavier.

Maio foi o mês em que o museu recebeu o maior número de visitantes. Quintas, sextas e sábados foram os dias mais procurados para visitas. 90% do público é de Minas Gerais – sendo que 61% do próprio Serro. Ou seja, o museu, além de sua característica regional, mostra-se também um espaço de integração com a comunidade local.

E os visitantes estrangeiros também têm aparecido: no primeiro semestre de 2017, 80% deles foram alemães – seguidos de longe por italianos, gregos e norte-americanos.

Mapeamento

O museu finalizou o mapeamento topográfico dos objetos existentes no seu acervo: isto é, todos os objetos tiveram sua localização específica determinada. A ação é considerada essencial tanto para a segurança quanto para o controle do acervo. “Com isso foi possível a elaboração de catálogo ilustrado de todo o acervo museológico”, explica a museóloga Rosalina Assis.

O Museu Regional Casa dos Ottoni ocupa uma construção do século XVIII. Sua origem histórica está ligada aos Ottoni, descendentes de um ramo da família do bandeirante paulista Fernão Dias Paes Leme. Criado em 1949, o museu abriga acervo formado, principalmente, por imagens de arte católica e por objetos que fazem parte da história da família Ottoni e da cidade.

O museu está localizado na Praça Cristiano Ottoni, 72, e funciona de terça a sábado, das 10h às 18h; e domingos e feriados, das 8h às 12h. Outras informações pelo endereço eletrônico mrco@museus.gov.br ou pelo telefone (38) 3541-1440.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Museu Regional de São João del-Rei (MG) recebe o projeto Inverno Cultural

Entre os dias 26 e 28 de julho, o Museu Regional de São João del-Rei/Ibram, em Minas Gerais (MG), integra mais uma edição do projeto Inverno Cultural.

Realizado pela Universidade Federal de São João del-Rei, neste ano o tema será Universidade, arte e resistência: a cultura como bem comum - um chamado pela participação da cidade em busca de uma arte mais democrática e inclusiva.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

O museu traz uma programação especial, funcionando inclusive com horário estendido para receber os visitantes que estiverem na cidade: entre 22 e 30 de julho, período em que acontece o Inverno Cultural, o horário de funcionamento será de 9h às 21h.

Agenda
No dia, 26, Clebson Cunha apresenta  o espetáculo Mais um Trovador… com canções da banda Legião Urbana. O intuito é rememorar a atemporalidade da poesia musicada.

Já no dia 27 acontece o Recital de Órgão de Tubos por Elisa Freixo. Professora de órgão e organista titular da Sé de Mariana (MG), a musicista se apresenta aproximadamente cinco vezes por ano no museu regional, que tem em seu acervo o histórico instrumento produzido na região no final do século XVIII.

Para finalizar, no dia dia 28 acontece a apresentação do espetáculo Rodas e Gingas. Realizado pela Associação Afro-brasileira Casa do Tesouro, Ponto de Memória Batuques e Associação Meninos do Amanhã, o espetáculo, com direção de Celina Batalha, exibe manifestações culturais afro-brasileiras, através de danças em roda,  com a participação do público e música ao vivo.

Todas as atividades acontecem às 19h e têm entrada gratuita. O Museu Regional de São João del-Rei está localizado na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 3371.7663.

Texto e foto: Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Inscrições de atividades para a 11ª Primavera de Museus começam hoje (14)

Começa hoje (14), e segue até o dia 14 de agosto, o período de inscrição de atividades para a 11ª Primavera dos Museus.

A temporada nacional de eventos, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), acontece este ano entre os dias 18 e 24 de setembro e é aberta à participação de museus, instituições de memória, espaços e centros culturais brasileiros.

Oficina de tecelagem no Bosque da Ciência em Manaus (AM) na 9ª Primavera dos Museus (2015)

Oficina de tecelagem no Bosque da Ciência em Manaus (AM) durante a a 9ª Primavera dos Museus (2015)

Para 2017 o tema escolhido foi Museus e suas memórias. Um dos objetivos é que as instituições possam ‘olhar para dentro’ e refletir, junto com os seus públicos, sobre suas contribuições para a memória local e o desenvolvimento das comunidades onde se inserem.

As instituições interessadas devem acessar a página de Eventos Ibram e cadastrar online suas atividades programadas -  como exposições, palestras, seminários, shows, exibição de filmes etc. A programação é de inteira responsabilidade dos museus.

Semanas antes do início do evento, o Ibram lança o guia digital da programação com todas as atividades cadastradas.

Questões atuais
Desde sua primeira edição (2007), a Primavera dos Museus aborda temas que têm relações estreitas com tópicos contemporâneos e a memória social brasileira – como meio ambiente, direitos humanos, cultura afro-brasileira e questões ligadas a mulheres.

Assim como acontece no primeiro semestre, durante a Semana de Museus, o objetivo do Ibram é promover, divulgar e valorizar os museus brasileiros, buscando intensificar a relação dos museus com a sociedade e o aumento do público nos museus.

Na edição 2016, a Primavera dos Museus contou com a participação de 753 instituições, que realizaram 2. 080 eventos em torno do tema Museus, Memórias e Economia da Cultura. Na série histórica, entre 2007 e 2016, houve um crescimento de 15% no número de participantes. Confira o quadro evolutivo.

Dúvidas e outras informações devem ser enviadas para o endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Fernanda Farias/Museus do Bosque da Ciência

Museu Imperial integra projeto de moda Google Arts & Culture

A partir de hoje (8), três mil anos de moda mundial estão reunidos na maior exposição virtual de estilo já realizada. O projeto We Wear Culture (“Nós Vestimos Cultura”, em inglês), desenvolvido pelo Google Arts & Culture, é fruto de colaboração com mais de 180 instituições culturais em 42 países.

O traje do imperador d.Pedro II compõe projeto de moda do Google

Acervo do Museu Imperial/Ibram: traje do imperador d.Pedro II compõe projeto de moda do Google

O Museu Imperial, que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), é uma das 11 instituições brasileiras que contribuem com o projeto ao disponibilizar o traje e as insígnias usados por d. Pedro II (1825-1891) em sua coroação como imperador – peças que despertam curiosidade e fascínio entre os visitantes do museu.

“Falar sobre o traje usado por d. Pedro II em sua coroação, antes de mais nada, é falar sobre como a indumentária é o atributo de quem o veste: ele não foge a nenhuma regra simbólica presente no século XIX”, explica Muna Durans, coordenadora do projeto de digitalização do Museu Imperial.

Além do design de moda, as peças que compõem o traje majestático “são símbolos de poder e de afirmação do país recém-independente, que buscava lugar e respeito entre os grandes e tradicionais reinos existentes na Europa do século XIX”, reforça. Saiba mais sobre o Museu Imperial.

Realidade virtual

Em meio a mais de 400 exposições e histórias do projeto We Wear Culture, que envolvem 30 mil fotos, vídeos e outros documentos, foram também desenvolvidos filmes de realidade virtual que podem ser vistos tanto no YouTube quanto com um visor de realidade virtual.

Para Alessandro Germano, diretor de parcerias estratégicas do Google para a América Latina, as exposições retratam histórias por trás do que nós usamos. “O que você veste é cultura de verdade e, no mais das vezes, é mais do que uma obra de arte”, acredita.

A exposição completa We Wear Culture está disponível online pelo aplicativo do Google Arts & Culture para dispositivos móveis iOS e Android.

Acervos online
Desde o dia 30 de maio, também estão disponíveis na plataforma Google Arts & Culture 1,3 mil peças dos acervos de cinco museus que compõem a rede Ibram: Museu Lasar Segall (SP), Museu Histórico Nacional, Museus Castro Maya, Museu Nacional de Belas Artes e Museu Imperial (RJ).

Nesta primeira fase, mais de 450 obras desses objetos foram capturadas com a Art Camera – câmera que digitaliza em alta resolução (gigapixels) e revela detalhes de obras e objetos que passariam despercebidos a olho a nu. Também é possível passear pelos museus do Ibram graças à tecnologia Google Street View.

A digitalização, resultado da parceria entre Ibram e Google, tem como objetivo promover os museus brasileiros e seus acervos, democratizando o acesso ao vasto patrimônio que as instituições preservam.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu Imperial/Divulgação

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Ibram e Google disponibilizarão online acervos de cinco museus

 

Conheça a programação cultural do 7º FNM em Porto Alegre

A cada edição, o Fórum Nacional de Museus (FNM) abre espaço para atividades culturais das cidades por onde passa. Exposições, apresentações musicais e visita a museus compõem a programação de sua sétima edição em Porto Alegre (RS) – que acontece entre 31 de maio e 4 de junho no Centro de Eventos da PUC-RS.

Povo Guarani-Mbyá é tema de exposição no 7º FNM

Povo Guarani-Mbyá é tema de exposição no 7º FNM

Durante todos os dias os participantes poderão visitar a exposição fotográfica Os Guarani-Mbyá – realizada em 2015 pelo Museu da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

As imagens documentam o cotidiano de aldeias Guarani-Mbyá no RS. Considerados povos originários da América do Sul, há pelo menos 30 aldeias no estado.

Outra exposição em cartaz será Temporânea, Revitalizando Memórias em Porto Alegre. Resultado da parceria entre a Companhia Carris, o projeto Viva Centro e a Prefeitura Municipal, a mostra destaca o centro histórico da capital gaúcha e as relações que se estabelecem entre seus espaços e o transporte público.

Música e museus
Já as apresentações musicais começam na noite de abertura (30): o grupo musical do Instituto de Desenvolvimento Social e Cultural fará releituras de músicas atuais, combinando voz, instrumentos eruditos e DJ.

No dia 1º de junho, às 15h30, acontece show acústico do Império da Lã. O grupo, que surgiu há 10 anos, se caracteriza pela diversidade de estilos e de músicos: já lançou um EP e vem se apresentando em festivais pelo país.

Já o Grupo de Brincantes do Paralelo 30 é a atração do dia 2 de junho, também às 15h30. Com a proposta de retratar manifestações da cultura popular brasileira, para o 7º FNM o grupo propõe celebrar a cultura gaúcha, sem perder a perspectiva transdisciplinar das pesquisas que desenvolve.

A exposições, assim como as duas apresentações, ocuparão o Hall de Exposições do Centro de Eventos PUC-RS.

No dia 4 de junho, último dia do FNM 2017, a manhã do domingo (9h-12h30) será dedicada a visitas em museus de Porto Alegre e São Leopoldo -cerca de 35 km da capital. Confira a lista dos que estarão abertos para receber os participantes do FNM.

A programação completa do 7º Fórum Nacional de Museus está disponível no blogue do evento.

Foto: Museu da UFRGS/Divulgação

GTs no 7º FNM focam no alinhamento entre instrumentos de gestão

Com o objetivo de aprofundar discussões sobre as políticas públicas voltadas para o setor de museus no Brasil, o 7º Fórum Nacional de Museus (FNM) terá oito Grupos de Trabalho (GTs) nesta edição.

A partir da Recomendação Unesco 2015, que trata da proteção e promoção dos museus e coleções, tema do FNM, os GTs se propõem a refletir sobre esse instrumento internacional, que traça diretrizes para promover o desenvolvimento do setor, em relação aos principais instrumentos brasileiros – Política Nacional de Museus (PNM) e Plano Nacional Setorial de Museus (PNSM).

Grupo de Trabalho durante o 6º FNM em Belém (2014)

Grupo de Trabalho durante o 6º FNM em Belém (2014)

Preservação, pesquisa, comunicação, educação, função social e acessibilidade, museus como agentes econômicos, novas tecnologias, financiamento e cooperação são os temas dos GTs – que acontecem nos dias 2 e 3 de junho.

Subsídios para políticas públicas
Temas transversais observados no documento da Unesco – como a elaboração de políticas públicas, a valorização da diversidade e a busca por padrões de excelência – também permeiam todas as discussões no âmbito dos GTs.

Como resultado, espera-se a identificação de possíveis lacunas existentes na elaboração da PNM e PNSM. Para tanto, os participantes farão apontamentos cujas conclusões serão apresentadas na sessão Plenária Final do 7º FNM. Tais indicações também serão basilares para a futura revisão da PNM e a elaboração do PNSM para o decênio 2020–2030.

Os documentos que serão utilizados nos GTs já estão disponíveis para acesso no blogue do Fórum Nacional de Museus. As inscrições para essa atividade serão feitas, a partir do dia 30 de maio, durante o credenciamento no Centro de Eventos da PUC-RS.

O 7º FNM é uma realização do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), e acontece de 30 e maio a 4 de junho em Porto Alegre (RS). Conheça a programação.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Experiências de museus do RS serão apresentadas no 7º FNM

Os museus gaúchos têm lugar garantido no 7º Fórum Nacional de Museus (FNM). Diferentes experiências regionais (cases) de instituições e profissionais da área de museus no Rio Grande do Sul (RS) serão apresentadas durante o FNM 2017.

Museu de Território em Caxias do Sul (RS)

Museu de Território em Caxias do Sul (RS)

O Museu do Pão, localizado na cidade de Ilópolis (189 km de Porto Alegre), foi inaugurado em 2008 e tem foco na memória da cultura do pão trazida por imigrantes italianos. Além do museu, com projeto arquitetônico contemporâneo, há uma oficina de panificação e um moinho. A apresentação será feita por Ismael Rosset, diretor do museu.

O Museu do Sport Club Internacional, o “Museu do Inter”, será apresentado pela sua gerente geral, Mariana Rutenberg. Com 1,2 mil metros quadrados de exposição, o museu apresenta documentos históricos da trajetória do time porto-alegrense de 1909 até hoje.

De Caxias do Sul (128 km da capital), a museóloga e curadora Tânia Tonet traz a experiência do Museu de Território. Mantido pelo Instituto Hercules Galló, o museu ocupa duas edificações, além de jardim, e traz conceitos de exposição e ambiência com o objetivo de valorizar o patrimônio cultural da região e envolver a comunidade.

O Museu do Doce, ligado à Universidade Federal de Pelotas (261 km de Porto Alegre), tem como missão salvaguardar os suportes de memória da tradição doceira de Pelotas e região. Criado em 2011, o case será apresentado por Carla Gastaud, diretora Pró-tempore do museu.

Atividade no Museu das Ilhas em Porto Alegre (RS)

Atividade no Museu das Ilhas em Porto Alegre (RS)

Meio ambiente e cultura afro-brasileira
O projeto Territórios Negros: afro-brasileiros em Porto Alegre será o tema de Leonardo Rosa, coordenador da iniciativa da Companhia Carris. O projeto busca valorizar a história da população afro-brasileira na capital gaúcha por meio de um circuito urbano.

Em 2012, uma parceria entre a Universidade Federal do RS e uma associação cultural da Ilha da Pintada gerou o projeto Museu das Ilhas em Porto Alegre. Localizado em área de preservação ambiental, o ecomuseu se propõe a registrar o patrimônio cultural da comunidade. A apresentação será feita pela diretora do museu, Terezinha Carvalho.

Outra experiência de museu comunitário, desta vez em Santa Maria (290 km da capital), é o mote da apresentação de João Heitor da Silva Macedo, coordenador do Núcleo de Acervos e Exposições do Museu Comunitário Treze de Maio. A iniciativa busca integrar ações em prol da memória e da cultura negras na cidade.

O Roteiro Caminhos de Pedra, desenvolvido pela Associação Caminhos de Pedra em Bento Gonçalves (109 km de Porto Alegre), tem como foco resgatar, preservar e dinamizar a cultura trazida pelos imigrantes italianos à serra gaúcha a partir de 1875. Maristela Pastorello Lerin, que integra a diretoria da associação, apresenta o case.

Arquitetura europeia no Caminho das Pedras

Arquitetura europeia no Caminho das Pedras em Bento Gonçalves (RS)

Já o Coletivo Afetivo de Mulheres do Campo da Museologia (C.A.MU.CA.MU.) será apresentado por Marcelle Pereira, integrante do grupo.

A proposta, surgida no ano passado, reúne mulheres do campo da museologia no Brasil e tem, entre seus objetivos, “estimular o protagonismo feminino e a visibilidade das mulheres na sociedade e no campo da museologia” – como indica o manifesto do coletivo.

Os cases serão apresentados na sessão Painéis do 7º FNM entre os dias 31 de maio e 2 de junho, a partir das 10h. Confira a programação completa.

O 7º Fórum Nacional de Museus, organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), acontece no Centro de Eventos da PUC-RS, em Porto Alegre, entre os dias 30 de maio e 4 de junho de 2017. As inscrições online estão abertas até o dia 26 de maio.

Texto: Ascom/Ibram
fotos: Divulgação

Museus podem se inscrever para intercâmbio com o Reino Unido

Até 25 de junho, o British Council Brasil recebe candidaturas para  programa de intercâmbio com foco na construção de conexões entre museus, instituições culturais e universidades criativas no Brasil e no Reino Unido.

A incentiva, chamada Exchange Programme, visa a colaboração por meio do intercâmbio de conhecimento e melhores práticas para o desenvolvimento do setor cultural, fornecendo recursos às instituições para promover a capacitação de profissionais e aumentar a compreensão intercultural.

Intercambio_ExchangeMuseus, universidades criativas (ou seja, faculdades em áreas como artes e setores criativos) e instituições culturais sem fins lucrativos podem participar.

As candidaturas são feitas exclusivamente em nível institucional para funcionários do quadro permanente e com um mínimo de 3 anos de experiência no setor.

Os interessados devem preencher um formulário on-line e enviar uma carta aprovada pelos gestores das duas instituições envolvidas na proposta de intercâmbio. As candidaturas devem ser enviadas em inglês.

Os contemplados desenvolverão uma residência com a instituição parceira ou universidade por um período mínimo de duas semanas até um mês. Confira o Termo de Referência na íntegra.

Outras informações e questões devem ser enviadas para o endereço eletrônico contato@britishcouncil.org.br.

Texto: British Council/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Ibram discute práticas de pesquisa durante a 15ª Semana de Museus

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) realiza, como atividade da 15ª Semana de Museus, a Jornada Técnica “Objetos controversos: a prática da pesquisa nos museus”.

A Jornada surgiu a partir da intenção dos diretores dos museus da rede Ibram em discutir uma série de temas. A atividade, gratuita e aberta ao público, acontece no dia 17 de maio,  de 9h às 18h, no Museu da República/Ibram no Rio de Janeiro (RJ).

As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo telefone (21) 2127.0342 ou pelo e-mail mr.marketing@museus.gov.br.

Serão quatro painéis mediados por diretores de museus Ibram. O painel de abertura “A atribuição dos museus no contexto nacional e internacional” terá a participação de Maria Inês Mantovani Franco, Presidente Icom Brasil, e Marcelo Mattos Araujo, Presidente do Ibram.

Em seguida, Christina Penna, historiadora de arte, Rafael Zamorano, do Museu Histórico Nacional, e Alejandra Saladino, do Museu da República, discutem as teorias e práticas de pesquisa.

À tarde serão dois painéis: “Informação e público”,  com Marcelo Bortolloti, jornalista da Revista Época; Mário Chagas, do Museu da República, e Simone Bibian, do Museu Nacional de Belas Artes. “Usos da tecnologia” traz Larissa Long, do Museu Nacional de Belas Artes,  Eliane Zanatta, do Museu Imperial, e Ivan Coelho, da UniRio.

Do pó ao pó e Fa Pianger e Sospirare

O Museu da República também recebe duas mostras temporárias em comemoração à Semana de Museus 2017. As exposições, que serão abertas neste sábado (13), guardam em comum o fato de ambas remeterem, de alguma forma, à história do lugar.

Em Do pó ao pó, o artista Zé Carlos Garcia lança, na Galeria do Lago, um questionamento sobre a importância dos bustos que “povoam” os corredores do museu, com suas montagens de pedras sedimentares que se assemelham a figuras humanas sem rosto.

Já o artista visual Alessandro Sartore propõe com sua instalação Fa Pianger e Sospirare, montada no Coreto, uma volta a sua função regressa. A curadoria é assinada por Isabel Sanson Portella. Saiba mais

Palácio Rio Negro reabre ao público em Petrópolis com nova exposição

Palacio Rio Negro_fachada

Fachada do Palácio Rio Negro em Petrópolis (RJ)

O Palácio Rio Negro/Ibram, em Petrópolis (RJ), recebeu obras de requalificação e reabre ao público nesta sexta-feira (12), com a exposição Histórias do Palácio Rio Negro.

A mostra reúne painéis com fotos e textos sobre as diversas fases do palácio, acontecimentos e personagens que transitaram pelas suas salas e corredores. Histórias vivenciadas antes da construção pertencer ao Governo Federal e se tornar a residência de verão oficial dos presidentes do Brasil até os dias de hoje.

Outro destaque é a abertura, pela primeira vez, do quarto que foi ocupado por Getúlio Vargas (1882-1954). Os móveis originais, que estavam na reserva técnica do Museu da República, unidade do Ibram que administra o palácio, estão agora à vista do público.

A obra de requalificação da infraestrutura elétrica foi realizada no interior e no exterior do palácio e incluiu, entre outras melhorias, instalação de eletrocalhas, equipamentos para a antiga casa de geradores, para-raios e iluminação da fachada – destacando os detalhes da arquitetura.

O projeto foi realizado pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV) em parceria com o Palácio Rio Negro e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) – com o patrocínio da Petrobras.

O Palácio Rio Negro
O palácio foi construído em estilo eclético em 1889 por encomenda do produtor de café Manoel Gomes de Carvalho, o Barão de Rio Negro,  que ocupou a propriedade até 1894. Em 1896, por causa da Revolta da Armada, o governo fluminense é transferido para Petrópolis e ocupa o palácio até 1903, ano em que passa a pertencer ao Governo Federal, transformando-se em residência oficial de veraneio dos presidentes da República.

O palácio, localizado na Av. Koeller, 255 – Centro, pode ser visitado de terça-feira a domingo, incluindo feriados, das 10h às 17h. Mais informações pelo telefone (24) 2246.2423.

Texto e foto: Divulgação Palácio Rio Negro
Edição: Ascom/Ibram

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