Museu Histórico Nacional faz parte do projeto ‘Caminhos do Brasil Memória’

Caminhos do brasil memoriaA Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) lançou, no dia 19 de outubro, o projeto Caminhos do Brasil Memória. Na oportunidade, foi apresentado, também, o Passaporte do projeto que oferece gratuidade aos museus e centros culturais: Palácio Tiradentes, Paço imperial, Museu Naval, Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário (CCMJ), Casa França-Brasil, Museu da Imagem e do Som (MIS), Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), Igreja da Santa Cruz dos Militares, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Instituto Histórico Cultural da Aeronáutica (Incaer) e Centro Cultural Correios (CCC).

Com o passaporte, os visitantes têm desconto de 45% no Edifício Garagem Menezes Cortes aos fins de semana. Após cada visita, devem requisitar o carimbo em todas as instituições culturais. Quando todos os espaços forem visitados, o portador terá o direito de vivenciar uma experiência marinheira no Navio Museu Bauru; no submarino Museu Riachuelo; na Nau dos Descobrimentos; no helicóptero Rei dos Mares e no carro de combate cascavel, atrações no Espaço Cultural da Marinha.

O presidente da Alerj, André Ceciliano, destaca a riqueza dos museus e centros culturais da região. “O Palácio Tiradentes está no centro de um importante circuito histórico e agora vai funcionar como um articulador de toda essa diversidade cultural, o que é uma vocação desse local, berço da democracia brasileira”, destacou.

Para o subdiretor geral de Cultura da Alerj, Nelson Freitas, o projeto amplia o acesso do público a todos os museus envolvidos. Segundo Freitas, a ação contribui diretamente para fortalecer a formação humana e o sentimento de pertencimento da população, além de influenciar na geração de renda e postos de trabalho, gerando desenvolvimento econômico para a cidade e para o Estado do Rio de Janeiro.

O projeto recebeu apoio do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) e da polícia militar do estado do Rio de Janeiro.

Mais informações sobre o projeto aqui.

 

Museus do Ibram participam do 11° ciclo de palestras ‘Museu de Ideias – A educação em debate’

Museu de ideiaNa próxima terça-feira (29), às 14h, acontece, no museu Casa de Rui Barbosa,  a mesa redonda “A Educação Museal na (re)definição do conceito de museu”, do 11º ciclo de palestras “Museu de Ideias – A educação em debate”. A organização do evento é do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), do Museu Histórico Nacional/Ibram, do Museu  da Chácara do Céu/Ibram e do Museu da Vida (Fiocruz). A entrada é franca.

O evento terá a presença do professor de museologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e presidente do Comitê Internacional de Museologia (Icofom) , Bruno Brulon, da Renata Motta, do Icom BR, da diretora do Departamento de Difusão, Fomento e Economia dos Museus do Ibram, Eneida Braga, dentre outros profissionais que atuam em diferentes espaços museológicos.

Museu de Ideias

O Museu de Ideias é um ciclo de palestras desenvolvido com o intuito de ampliar a visibilidade das pesquisas realizadas no âmbito da educação, promover a socialização dos conhecimentos produzidos por estas, bem como suscitar o debate e a reflexão acerca das múltiplas questões referentes às ações educativas em museus.

Mostra celebra 130 anos de Lasar Segall

Museu Lasar Segall - foto

No ano em que se comemoram os 130 anos de nascimento do pintor, escultor, gravurista e desenhista lituano naturalizado brasileiro Lasar Segall (1889-1957), o Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), inaugura exposição que vai abordar a relação entre o artista e sua terra natal: a cidade de Vilnius (Lituânia). A mostra Vilnius e eu, que será aberta neste sábado (26),  poderá ser visitada  até 3 de fevereiro de 2020.

A exposição apresentará 28 obras de Segall que retratam a cidade ou expressam memórias do artista sobre ela, além de 21 fotografias cedidas pelo Vilna Gaon State Jewish Museum (Museu Judaico de Vilnius), que se somam a uma seleção de fotografias e documentos pertencentes ao acervo do próprio Museu Lasar Segall.

Lasar Segall nasceu na atual capital lituana, então sob domínio da Rússia czarista, no dia 21 de julho de 1889. Nascido no seio de uma família judia, Segall vivenciou desde cedo as restrições e perseguições a que os judeus estavam submetidos naquele território, experiência que o marcaria por toda a vida e se refletiria em sua obra. Além de proibidos de possuir propriedades rurais, podendo dedicar-se a algumas poucas atividades urbanas, os judeus eram vítimas de surtos de violência conhecidos como pogroms, estimulados pelo governo russo.

Foi em sua cidade natal que Segall descobriu seu pendor artístico, influenciado pela observação do ofício de seu pai – que além de negociante era escriba da Torá, o texto sagrado judaico, atividade minuciosa e de grande prestígio social. Com apoio paterno, o artista deixaria a Lituânia em 1906 para viver na Alemanha, onde estudou arte em Berlim e Dresden antes de migrar em definitivo para o Brasil em 1923.

Gravuras, desenhos e pinturas como Vilna e eu (1910), Mendigos (1914) e Meu avô (1916), que integram a exposição, fixaram a visão de Segall sobre aquele cenário histórico, geográfico e familiar. As fotografias da época em que Lasar Segall viveu em Vilnius cedidas à exposição pelo Vilna Gaon State Jewish Museum ajudam a recompor o berço daquele que, anos mais tarde, viria a ser um dos principais artistas modernistas brasileiros.

Entre os documentos do Arquivo Lasar Segall exibidos, estão carteiras de identidade, passaportes e dois documentos que encerram uma dúvida histórica: uma cópia do registro de nascimento de Lasar Segall e bilhete que atesta o nascimento do artista, ambos datados de 1889. Até bem pouco tempo, acreditava-se que o artista teria nascido em 1891 – informação que o próprio Segall costumava divulgar como verdadeira.

Essa é a primeira exposição brasileira realizada em colaboração com uma instituição sediada na cidade de nascimento de Lasar Segall. Ainda em 2019, também em homenagem aos 130 anos de Segall, o Museu Judaico de Vilnius sediará a exposição Um modernista brasileiro de Vilnius: o retorno de Lasar Segall, que apresentará na Lituânia 57 obras pertencentes ao acervo do Museu Lasar Segall.

Texto: Ascom/Museu Lasar Segall
Editado: Ascom/Ibram

 

 

‘Estadia 3′ é a nova exposição do Museu da Inconfidência

Exposição

Exposição “Estadia 3″ no Museu da Inconfidência

Como parte da programação da 13ª Primavera dos Museus, o Museu da Inconfidência/Ibram inaugura no próximo dia 14 de setembro a exposição “Estadia 3”, na sala Manoel da Costa Athaide, anexo I, do Museu.

A exposição reúne professores da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem como objetivo abordar a representação dos espaços abertos em consonância com as diversas formas de expressão: a gravura, a fotografia, a cerâmica e as matizes naturais impressas pela natureza.

Segundo o grupo de professores “Grassar: ações continuadas em arte”, estadia é uma derivação da ideia de residência, distanciando-se da fixidez daquilo que reside e apontando para o estatuto de uma condição processual. O título dado a essas experiências, com os dois pontos (:) sem associação com uma sequência, afirma um convite ao aberto.

A exposição está aberta ao público até o dia 6 de outubro. O horário de funcionamento do Museu da Inconfidência é de terça a quinta-feira das 10h às 18h; sexta das 10h às 20h; sábado das 10h às 17h e domingo das 9h às 14h.

Museu da República sedia o VII Seminário de Museologia Experimental

VII Seminário de Museologia Experimental, no Museu da República

VII Seminário de Museologia Experimental, no Museu da República

Entre os dias 21 e 23 de agosto, o Museu da República/Ibram em parceria com o Grupo de Pesquisa Museologia Experimental e Imagem (MEI), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), e o Museu das Remoções, no Rio de Janeiro, realizam o “VII Seminário de Museologia Experimental”. O tema dessa sétima edição é “Políticas públicas para os museus e a cultura: resistências em diálogo”.

Na abertura do evento (21), o diretor do Museu da República, Mário Chagas, e o professor Bruno Brulon salientaram a importância do seminário no atual momento do país. Na ocasião, Mário Chagas participou da mesa “Política Públicas: universos plurais” com a vice-presidente do Grupo Arco íris de cidadania LGBTI, psicóloga e assistente social, Marcele Esteves.

A mesa abordou o contexto histórico das políticas públicas, a questão do racismo, do machismo, do sexismo, da LGBTfobia e os desafios de construção de políticas públicas com a maior participação da sociedade civil.

A última mesa do dia 21, que teve como tema “Museologia e políticas da cultura: entre teorias e práticas”, foi composta pelos professores Marília Cury Xavier, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo; Glauber de Lima, da Universidade de Goiás e Gleice Kelly Heitor, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Os participantes relataram experiências em projetos de que participam nesse contexto de teorias e práticas dentro da área cultural.

Ontem (22), os participantes do seminário foram ao Museu das Remoções, espaço a céu aberto localizado na zona oeste do Rio de Janeiro, para debaterem sobre o tema “ Cartografia da resistência: memória, território e luta”. Participaram do debate Alexandro Silva de Jesus, da Universidade Federal de Pernambuco; Vladimir Sibylla, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio); Sandra Maria Teixeira, do Museu das Remoções e Carlos Tukano, da Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM).

Hoje (23), a programação do seminário retorna ao Museu da República por meio da roda de conversa sobre o tema “Políticas da diversidade: memória, orgulho e visibilidade”. Participam da mesa: Cláudio Nascimento, do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT;  Rita Colaço, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ);  Márcio Caetano, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e  Yuri Fernandes, do Projeto Colabora.

Ao fim do evento, haverá um debate sobre o tema “Cidadania e afetividade: uma outra forma de se pensar política”, assim como a exibição do documentário “LGBT+60: corpos que resistem”, que descreve como idosos LGBTs vêm superando a intolerância e eternizando suas conquistas.

O Museu da República funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h.

Museu da República recebe obras de Melvin Edwards

Obra “Boa Sorte, primeiro dia” Melvin Edwards  Imagem: Museu da República

Obra “Boa sorte, primeiro dia” Melvin Edwards
Imagem: Museu da República

No sábado (17), o Museu da República/Ibram irá receber as obras do escultor Melvin Edwards. Nascido nos Estados Unidos em 1937, ele se tornou célebre por suas esculturas abstratas de metal em aço.

Em suas obras, ainda que abstratas, as ferramentas agrícolas como memória de sua infância no sul dos Estados Unidos estão presentes, além de correntes que podem remeter, segundo o artista, aos elos de conexão entre as pessoas.

Nesse sentido, a exposição tem como objetivo explorar diferentes vertentes do trabalho do escultor, criando um leque de raciocínios desenvolvido pelo artista ao longo dos anos de pesquisa.

Reconhecido como pioneiro na arte contemporânea afro-americana, Melvin Edwards funde engajamento político com abstração, produzindo objetos densos, fortes e carregados de significados. Sua obra procura conciliar o interesse na abstração com a satisfação por contar a história da cultura negra, buscando o diálogo com as lutas históricas e contemporâneas.

A exposição inclui obras de aço, como “Boa sorte, primeiro dia” (foto), típicas do estilo do artista, mas também aquarelas que dialogam com o peso do metal. A mostra está aberta aos visitantes até 27 de outubro.

O Museu da República  funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Museu Imperial celebra aniversário da princesa Isabel com apresentação de novas peças

Na tarde desta segunda-feira (29), o Museu Imperial/Ibram recebeu autoridades e convidados para celebração do 173º aniversário da pPrincesa isabelrincesa Isabel. Na ocasião, foram apresentadas ao público as novas peças doadas para o acervo histórico e artístico da instituição, que vão ficar expostas no saguão do Museu.

A diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, representada pelo seu diretor, o vice-almirante (RM1) José Carlos Mathias, doou uma aquarela sobre cartão, intitulada “Ramo de Flores” de autoria de D. Isabel, datada de c. 1880.

Um retrato da princesa D. Isabel, guache sobre marfim (miniatura), sem data, foi doado pelos Srs. Adilson Ezequiel Blanc e Andre Ezequiel Blanc. Estiveram presentes na celebração o príncipe Dom Francisco de Orleans e Bragança e membros da Sociedade de Amigos do Museu Imperial e de outras instituições da cidade de Petrópolis, município do Rio de Janeiro (RJ).

Princesa Isabel

D. Isabel nasceu no Paço de São Cristóvão (RJ) em 29 de julho de 1846. Como primeira filha do imperador D. Pedro II e de Teresa Cristina, recebeu o título de princesa Imperial e, portanto, herdeira presuntiva à coroa imperial brasileira. Educada para essa função, recebeu rigorosa formação de vários mestres liderados pelo próprio imperador. Notabilizou-se como mãe e filha fervorosa e entrou para a história como “A redentora”, em função da assinatura da lei que aboliu a escravidão no Brasil durante a terceira Regência do Império, em 13 de maio de 1888.

O Museu Imperial  funciona de terça-feira a domingo, das 10h30 às 18h.

Texto: Ascom/Museu Imperial
Edição: Ascom/Ibram

Quadro ‘Leitura da Sentença de Tiradentes’ está sendo restaurado no Museu da Inconfidência

A pintura “Leitura da Sentença de Tiradentes”, cedida pela Câmara Municipal de Ouro Preto ao Museu da Inconfidência/Ibram por meio de cessão não onerosa por tempo indeterminado, está sendo restaurada.

Restauração da tela 'Leitura da Sentença de Tiradentes'

Restauração da tela ‘Leitura da Sentença de Tiradentes’

De acordo com a diretora interina do Museu, Margareth Monteiro, a atividade será concluída no mês de julho. “A partir de agosto, durante os preparativos da comemoração dos 75 anos do Museu, o público poderá vislumbrar o resultado da restauração”.

Segundo Margareth, a tela já passou por quatro intervenções, sendo a primeira realizada, no ano de 1900, pelo pintor mineiro Honório Esteves.

“A tela encontra-se recoberta com verniz oxidado e uma espessa camada de cera negra, que prejudica detalhes da obra e o efeito de luz e sombra realizado pelo pintor. A pintura apresenta, também, grandes áreas com perda de policromia e craquelês, que são rachaduras finas e irregulares” salienta a diretora.

A restauração do quadro é uma parceria entre o Museu da Inconfidência e a Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, responsável pelo patrocínio de recuperação da tela.

História do quadro

O quadro “Leitura da Sentença de Tiradentes”, datado do final do Império, é de autoria de Leopoldino de Faria (1836-1911), pintor oficial da Academia Imperial do Rio de Janeiro. Com três metros de largura por dois metros de altura, a tela passou por quatro intervenções de restauro ao longo dos anos.

O  Museu da Inconfidência fica na Praça Tiradentes,  139, Centro, em Ouro Preto (MG) e está aberto ao público de terça a domingo, das 10h às 18h. Durante o mês de julho, o Museu ficará aberto ao público até as 21h.

Museu da Abolição promove o seminário ‘Africanidades Brasileiras e Educação’

Entre os dias 16 e 18 de julho, a entidade cultural Afoxé Omim Sabá, em parceria com o Museu da Abolição/Ibram e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Pernambuco, irá realizar o Projeto de Ações Formativas voltadas para a educação.

O evento, que será realizado no Museu da Abolição, propõe discutir o espaço urbano ressignificado pelos (as) afro-brasileiros (as) com suas experiências, culturas, lutas e resistências.

No dia 16, será realizado o seminário “Africanidades Brasileiras e Educação” a fim de discutir a construção do conhecimento a partir da produção de africanos e de afro-brasileiros. O evento será conduzido pela socióloga e diretora executiva do Projeto de Ações Formativas do Afoxé Omim Sabá, Delma Silva.

Surgimento da entidade Afoxé Omim Sabá

A entidade foi fundada no dia 15 de agosto de 2002 com a intenção de divulgar a cultura e a religiosidade de matriz africana. As atividades da instituição  trazem a valorização da ancestralidade e levantam questionamentos sobre o combate ao racismo e a intolerância religiosa, bem como a reflexão sobre representatividade e empoderamento negro. O orixá patrono da entidade cultural é Yemanjá, divindade ligada aos oceanos e a maternidade.

Mais informações aqui.

O   Museu da Abolição fica na Rua Benfica 1150, bairro Madalena, Recife (PE) e está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h e aos sábados, das 13h às 17h. Fechado aos domingos e na primeira segunda-feira de cada mês.

Museu de Arte Sacra da Boa Morte recebe certificado de conformidade do corpo de bombeiros

No dia 12 de junho, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte/Ibram recebeu o Certificado de Conformidade expedido pelo 12° Batalhão do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás. Como a vistoria apontou, o Museu atende às normas de segurança contra incêndio e pânico, bem como apresenta regularidade  quanto à sinalização dos extintores, às saídas de emergência e às instalações elétricas. O certificado foi emitido na data de 12/06/2019 e a data de validade é de 19/02/2020.

????????????Atendimento à recomendação do Ministério Público de Goiás

Em cumprimento à recomendação n°60, de 10 de Outubro de 2018, do Ministério Público de Goiás  (MPF),  o Museu de Arte Sacra da Boa Morte recebeu orientação do MPF para que tivesse a aprovação do corpo de bombeiros quanto ao Plano de Prevenção e Proteção contra incêndios e pânicos  a fim de que a unidade museológica recebesse o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) .
As recomendações destacaram que os acervos do Museu são bens de matriz finita, ou seja, verdadeiros elementos que compõem a memória de nação, sendo certo que há que se utilizar da melhor tecnologia para prevenir danos, em respeito aos princípios da prevenção e precaução.
Diante da recomendação, no dia 12 de junho, o Museu  recebeu o certificado de conformidade expedido pelo 12° Batalhão do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás.