‘Estadia 3′ é a nova exposição do Museu da Inconfidência

Exposição

Exposição “Estadia 3″ no Museu da Inconfidência

Como parte da programação da 13ª Primavera dos Museus, o Museu da Inconfidência/Ibram inaugura no próximo dia 14 de setembro a exposição “Estadia 3”, na sala Manoel da Costa Athaide, anexo I, do Museu.

A exposição reúne professores da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem como objetivo abordar a representação dos espaços abertos em consonância com as diversas formas de expressão: a gravura, a fotografia, a cerâmica e as matizes naturais impressas pela natureza.

Segundo o grupo de professores “Grassar: ações continuadas em arte”, estadia é uma derivação da ideia de residência, distanciando-se da fixidez daquilo que reside e apontando para o estatuto de uma condição processual. O título dado a essas experiências, com os dois pontos (:) sem associação com uma sequência, afirma um convite ao aberto.

A exposição está aberta ao público até o dia 6 de outubro. O horário de funcionamento do Museu da Inconfidência é de terça a quinta-feira das 10h às 18h; sexta das 10h às 20h; sábado das 10h às 17h e domingo das 9h às 14h.

Museu da República sedia o VII Seminário de Museologia Experimental

VII Seminário de Museologia Experimental, no Museu da República

VII Seminário de Museologia Experimental, no Museu da República

Entre os dias 21 e 23 de agosto, o Museu da República/Ibram em parceria com o Grupo de Pesquisa Museologia Experimental e Imagem (MEI), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), e o Museu das Remoções, no Rio de Janeiro, realizam o “VII Seminário de Museologia Experimental”. O tema dessa sétima edição é “Políticas públicas para os museus e a cultura: resistências em diálogo”.

Na abertura do evento (21), o diretor do Museu da República, Mário Chagas, e o professor Bruno Brulon salientaram a importância do seminário no atual momento do país. Na ocasião, Mário Chagas participou da mesa “Política Públicas: universos plurais” com a vice-presidente do Grupo Arco íris de cidadania LGBTI, psicóloga e assistente social, Marcele Esteves.

A mesa abordou o contexto histórico das políticas públicas, a questão do racismo, do machismo, do sexismo, da LGBTfobia e os desafios de construção de políticas públicas com a maior participação da sociedade civil.

A última mesa do dia 21, que teve como tema “Museologia e políticas da cultura: entre teorias e práticas”, foi composta pelos professores Marília Cury Xavier, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo; Glauber de Lima, da Universidade de Goiás e Gleice Kelly Heitor, da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Os participantes relataram experiências em projetos de que participam nesse contexto de teorias e práticas dentro da área cultural.

Ontem (22), os participantes do seminário foram ao Museu das Remoções, espaço a céu aberto localizado na zona oeste do Rio de Janeiro, para debaterem sobre o tema “ Cartografia da resistência: memória, território e luta”. Participaram do debate Alexandro Silva de Jesus, da Universidade Federal de Pernambuco; Vladimir Sibylla, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio); Sandra Maria Teixeira, do Museu das Remoções e Carlos Tukano, da Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM).

Hoje (23), a programação do seminário retorna ao Museu da República por meio da roda de conversa sobre o tema “Políticas da diversidade: memória, orgulho e visibilidade”. Participam da mesa: Cláudio Nascimento, do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT;  Rita Colaço, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ);  Márcio Caetano, da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e  Yuri Fernandes, do Projeto Colabora.

Ao fim do evento, haverá um debate sobre o tema “Cidadania e afetividade: uma outra forma de se pensar política”, assim como a exibição do documentário “LGBT+60: corpos que resistem”, que descreve como idosos LGBTs vêm superando a intolerância e eternizando suas conquistas.

O Museu da República funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h.

Museu da República recebe obras de Melvin Edwards

Obra “Boa Sorte, primeiro dia” Melvin Edwards  Imagem: Museu da República

Obra “Boa sorte, primeiro dia” Melvin Edwards
Imagem: Museu da República

No sábado (17), o Museu da República/Ibram irá receber as obras do escultor Melvin Edwards. Nascido nos Estados Unidos em 1937, ele se tornou célebre por suas esculturas abstratas de metal em aço.

Em suas obras, ainda que abstratas, as ferramentas agrícolas como memória de sua infância no sul dos Estados Unidos estão presentes, além de correntes que podem remeter, segundo o artista, aos elos de conexão entre as pessoas.

Nesse sentido, a exposição tem como objetivo explorar diferentes vertentes do trabalho do escultor, criando um leque de raciocínios desenvolvido pelo artista ao longo dos anos de pesquisa.

Reconhecido como pioneiro na arte contemporânea afro-americana, Melvin Edwards funde engajamento político com abstração, produzindo objetos densos, fortes e carregados de significados. Sua obra procura conciliar o interesse na abstração com a satisfação por contar a história da cultura negra, buscando o diálogo com as lutas históricas e contemporâneas.

A exposição inclui obras de aço, como “Boa sorte, primeiro dia” (foto), típicas do estilo do artista, mas também aquarelas que dialogam com o peso do metal. A mostra está aberta aos visitantes até 27 de outubro.

O Museu da República  funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h.

Museu Imperial celebra aniversário da princesa Isabel com apresentação de novas peças

Na tarde desta segunda-feira (29), o Museu Imperial/Ibram recebeu autoridades e convidados para celebração do 173º aniversário da pPrincesa isabelrincesa Isabel. Na ocasião, foram apresentadas ao público as novas peças doadas para o acervo histórico e artístico da instituição, que vão ficar expostas no saguão do Museu.

A diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, representada pelo seu diretor, o vice-almirante (RM1) José Carlos Mathias, doou uma aquarela sobre cartão, intitulada “Ramo de Flores” de autoria de D. Isabel, datada de c. 1880.

Um retrato da princesa D. Isabel, guache sobre marfim (miniatura), sem data, foi doado pelos Srs. Adilson Ezequiel Blanc e Andre Ezequiel Blanc. Estiveram presentes na celebração o príncipe Dom Francisco de Orleans e Bragança e membros da Sociedade de Amigos do Museu Imperial e de outras instituições da cidade de Petrópolis, município do Rio de Janeiro (RJ).

Princesa Isabel

D. Isabel nasceu no Paço de São Cristóvão (RJ) em 29 de julho de 1846. Como primeira filha do imperador D. Pedro II e de Teresa Cristina, recebeu o título de princesa Imperial e, portanto, herdeira presuntiva à coroa imperial brasileira. Educada para essa função, recebeu rigorosa formação de vários mestres liderados pelo próprio imperador. Notabilizou-se como mãe e filha fervorosa e entrou para a história como “A redentora”, em função da assinatura da lei que aboliu a escravidão no Brasil durante a terceira Regência do Império, em 13 de maio de 1888.

O Museu Imperial  funciona de terça-feira a domingo, das 10h30 às 18h.

Texto: Ascom/Museu Imperial
Edição: Ascom/Ibram

Quadro ‘Leitura da Sentença de Tiradentes’ está sendo restaurado no Museu da Inconfidência

A pintura “Leitura da Sentença de Tiradentes”, cedida pela Câmara Municipal de Ouro Preto ao Museu da Inconfidência/Ibram por meio de cessão não onerosa por tempo indeterminado, está sendo restaurada.

Restauração da tela 'Leitura da Sentença de Tiradentes'

Restauração da tela ‘Leitura da Sentença de Tiradentes’

De acordo com a diretora interina do Museu, Margareth Monteiro, a atividade será concluída no mês de julho. “A partir de agosto, durante os preparativos da comemoração dos 75 anos do Museu, o público poderá vislumbrar o resultado da restauração”.

Segundo Margareth, a tela já passou por quatro intervenções, sendo a primeira realizada, no ano de 1900, pelo pintor mineiro Honório Esteves.

“A tela encontra-se recoberta com verniz oxidado e uma espessa camada de cera negra, que prejudica detalhes da obra e o efeito de luz e sombra realizado pelo pintor. A pintura apresenta, também, grandes áreas com perda de policromia e craquelês, que são rachaduras finas e irregulares” salienta a diretora.

A restauração do quadro é uma parceria entre o Museu da Inconfidência e a Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, responsável pelo patrocínio de recuperação da tela.

História do quadro

O quadro “Leitura da Sentença de Tiradentes”, datado do final do Império, é de autoria de Leopoldino de Faria (1836-1911), pintor oficial da Academia Imperial do Rio de Janeiro. Com três metros de largura por dois metros de altura, a tela passou por quatro intervenções de restauro ao longo dos anos.

O  Museu da Inconfidência fica na Praça Tiradentes,  139, Centro, em Ouro Preto (MG) e está aberto ao público de terça a domingo, das 10h às 18h. Durante o mês de julho, o Museu ficará aberto ao público até as 21h.

Museu da Abolição promove o seminário ‘Africanidades Brasileiras e Educação’

Entre os dias 16 e 18 de julho, a entidade cultural Afoxé Omim Sabá, em parceria com o Museu da Abolição/Ibram e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal de Pernambuco, irá realizar o Projeto de Ações Formativas voltadas para a educação.

O evento, que será realizado no Museu da Abolição, propõe discutir o espaço urbano ressignificado pelos (as) afro-brasileiros (as) com suas experiências, culturas, lutas e resistências.

No dia 16, será realizado o seminário “Africanidades Brasileiras e Educação” a fim de discutir a construção do conhecimento a partir da produção de africanos e de afro-brasileiros. O evento será conduzido pela socióloga e diretora executiva do Projeto de Ações Formativas do Afoxé Omim Sabá, Delma Silva.

Surgimento da entidade Afoxé Omim Sabá

A entidade foi fundada no dia 15 de agosto de 2002 com a intenção de divulgar a cultura e a religiosidade de matriz africana. As atividades da instituição  trazem a valorização da ancestralidade e levantam questionamentos sobre o combate ao racismo e a intolerância religiosa, bem como a reflexão sobre representatividade e empoderamento negro. O orixá patrono da entidade cultural é Yemanjá, divindade ligada aos oceanos e a maternidade.

Mais informações aqui.

O   Museu da Abolição fica na Rua Benfica 1150, bairro Madalena, Recife (PE) e está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h e aos sábados, das 13h às 17h. Fechado aos domingos e na primeira segunda-feira de cada mês.

Museu de Arte Sacra da Boa Morte recebe certificado de conformidade do corpo de bombeiros

No dia 12 de junho, o Museu de Arte Sacra da Boa Morte/Ibram recebeu o Certificado de Conformidade expedido pelo 12° Batalhão do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás. Como a vistoria apontou, o Museu atende às normas de segurança contra incêndio e pânico, bem como apresenta regularidade  quanto à sinalização dos extintores, às saídas de emergência e às instalações elétricas. O certificado foi emitido na data de 12/06/2019 e a data de validade é de 19/02/2020.

????????????Atendimento à recomendação do Ministério Público de Goiás

Em cumprimento à recomendação n°60, de 10 de Outubro de 2018, do Ministério Público de Goiás  (MPF),  o Museu de Arte Sacra da Boa Morte recebeu orientação do MPF para que tivesse a aprovação do corpo de bombeiros quanto ao Plano de Prevenção e Proteção contra incêndios e pânicos  a fim de que a unidade museológica recebesse o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) .
As recomendações destacaram que os acervos do Museu são bens de matriz finita, ou seja, verdadeiros elementos que compõem a memória de nação, sendo certo que há que se utilizar da melhor tecnologia para prevenir danos, em respeito aos princípios da prevenção e precaução.
Diante da recomendação, no dia 12 de junho, o Museu  recebeu o certificado de conformidade expedido pelo 12° Batalhão do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás.