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Duas novas exposições em cartaz no Museu Lasar Segall (SP)

O Museu Lasar Segall/Ibram, em São Paulo (SP), exibe ao público, entre os dias 24 de novembro de 2012 e 24 de fevereiro de 2013, duas novas mostras.

O projeto Intervenções, com curadoria de Jorge Schwartz e de Marcelo Monzani, em sua sexta edição, tem como convidada a artista Marilá Dardot. Seu projeto consiste em escrever o verso “Para aprender da pedra, frequentá-la”, sobre o piso de pedras portuguesas do jardim do museu.

Este verso faz parte do poema A educação pela pedra (1955), de João Cabral de Melo Neto, e as letras serão construídas com o mesmo tipo de pedras e rejuntes de cimento, criando um verso em relevo no piso do jardim.

O projeto, que acontece desde o ano passado, apresenta artistas contemporâneos com intervenções que propiciam ao público a oportunidade de refletir sobre as relações entre espaço arquitetônico, espaço público e artes visuais.

Fotomontagens
Já a exposição John Heartfield – Fotomontagens apresenta, pela primeira vez no Brasil, 50 fotomontagens produzidas pelo fotógrafo alemão John Heartfield (1891-1968) para a revista AIZ de Berlim, do acervo do Instituto Valenciano de Arte Moderna (IVAM).

A exposição é uma parceria entre o Museu Lasar Segall/Ibram, o IVAM e os Museus Castro Maya/Ibram do Rio de Janeiro – que receberá itinerância da mostra a partir de 1º de março de 2013.

Entre 1930 e 1938, Heartfield produziu 237 fotomontagens  a partir da técnica de rotogravura e tipografia para a revista AIZ (foto). As 50 obras escolhidas para compor a mostra pertencem a publicações originais da época.

Heartfield é apontado como “Montador Dadá” sendo um dos líderes mais ativos do grupo Dadá, em Berlim. Designer gráfico, cenógrafo e promotor cultural o artista é considerado o fundador da fotomontagem política, e desenvolveu grande produção influenciada por Goya e Daumier e pelas propostas das colagens cubistas de Picasso e Braque.

As exposições podem se vistas diariamente, das 11h às 19h. O museu fecha às terças-feiras. Saiba mais sobre o Museu Lasar Segall.

Texto e foto: Divulgação Museu Lasar Segall

Museu Villa-Lobos (RJ) promove festival dedicado ao maestro

Criado em 1961 para reverenciar a obra de Heitor Villa-Lobos e de outros importantes compositores brasileiros, o Festival Villa-Lobos – realizado pelo Museu Villa-Lobos (Ibram/MinC), em parceria com a Sarau Agência de Cultura Brasileira – chega ao seu cinqüentenário com uma programação composta por concertos de música sinfônica,  câmera e coral, espetáculos de música popular, recitais, oficinas, exibição de filmes, contação de histórias e ainda um concurso de música de câmera.

O diversificado elenco de convidados, dentre as quase 60 atrações que compõem a programação diária, ocupará, entre 9 e 25 de novembro, o Museu Villa-Lobos, Theatro Municipal, Espaço Tom Jobim, Escola de Música da Rocinha, Jardim Botânico, CCC e Escola de Música da UFRJ, entre outros espaços – em eventos com entrada franca ou a preços populares. Veja calendário e programação diária.

Diversidade
Para o maestro Wagner Tiso, diretor do Museu Villa-Lobos/Ibram,  o festival “apresenta um abrangente e magnífico painel da música brasileira, popular e de concerto, em homenagem ao nosso grande compositor”.

A ampla programação será dividida em 14 séries voltadas para cada um dos segmentos que compõem o festival. “Uma de nossas propostas é diluir as fronteiras entre a música considerada ‘erudita’ e a ‘popular’. Villa-Lobos é, inclusive, um dos grandes exemplos do quanto uma pode enriquecer a outra, como se percebe em quase toda a sua obra”, explica Marcelo Rodolfo, coordenador artístico do festival.

Dentre os destaques, a rara oportunidade de ouvir o violoncelo que pertenceu ao próprio Villa-Lobos, construído por Martin Diehl, em 1779, e que foi restaurado pelo luthier Túlio Lima. O histórico instrumento será tocado pelo violoncelista Hugo Pilger, que abre o festival em recital ao lado da pianista Lúcia Barrenechea, no Museu Villa-Lobos, pela série Movimento de Câmera. Saiba mais sobre a 50ª edição do Festival Villa-Lobos.

Texto: Divulgação Festival Villa-Lobos

Obras do Museu Lasar Segall integram mostra sobre modernismo na Alemanha

Duas obras pertencentes ao acervo do Museu Lasar Segall (Ibram/MinC), de São Paulo (SP), são destaques na mostra Na rede do Modenismo, em cartaz na instituição Staatliche Kunstsammlungen Dresden, na cidade de Dresden, Alemanha. A mostra foi inaugurada no dia 27 de setembro.

Eternos Caminhantes, de Lasar Segall (1919), pertence hoje ao acervo do museu dedicado ao artista em SP

Os dois trabalhos, de autoria do pintor Lasar Segall (1891-1957), nascido na Lituânia e naturalizado brasileiro, guardam intrínseca relação com a história da arte moderna alemã.

A primeira delas é um retrato a lápis do crítico de arte alemão Will Grohmann, homenageado pela mostra; a segunda é o óleo sobre tela Eternos caminhantes, de 1919.

Adquirida em 1920, do próprio Segall, pelo Museu da Cidade de Dresden, Eternos caminhantes foi uma das milhares de obras confiscadas pelo regime nazista de Adolf Hitler e uma das 650 expostas em Munique, em 1937, na famosa Exposição de Arte Degenerada, que pretendia desqualificar a arte moderna.

Recepção alemã
Durante a Segunda Guerra, a tela, um dos melhores exemplos do expressionismo construtivo de Segall, permaneceu, como tantas, confinada nos depósitos oficiais alemães. Finda a guerra, a pintura foi localizada em uma coleção particular europeia e a pedido da viúva do artista, Jenny Klabin Segall, adquirida e trazida para o Brasil em caráter definitivo. Foi incorporada ao acervo do Museu Lasar Segall em 1967.

“Dresden nunca mais viu esta obra, que foi recebida agora com grande expectativa e comemorada em lugar de honra na exposição”, conta o diretor do Museu Lasar Segall, Jorge Schwartz. “Em meio a uma enormidade de obras expostas, foi uma das únicas que mereceu uma parede inteira, logo na entrada do espaço expositivo”.

O reconhecimento da importância de Lasar Segall para a história da arte moderna alemã é expresso também nas seis páginas dedicadas ao artista no catálogo da mostra, que segue em cartaz até 6 de janeiro de 2013, quando as duas obras retornam ao Brasil.

Texto: Bruno Aragão – Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

Museu Casa de Benjamin Constant completa 30 anos dia 18 de outubro

O Museu Casa de Benjamin Constant, vinculado ao Ibram/MinC, comemora 30 anos de fundação no dia 18 de outubro. A instituição programa uma série de comemorações simbólicas ao longo do mês relacionadas à memória de seu patrono, que viveu no casarão onde hoje o museu está situado, no bairro carioca de Santa Teresa.

O museu vai sortear, entre os seguidores de seu perfil no Twitter e entre os fãs de sua página no Facebook, três mini-catálogos que trazem informações sobre Benjamin Constant, sua família e o museu-casa. Serão ao todo seis mini-catálogos. Os sorteios serão realizados no próprio dia 18. Saiba mais detalhes no blogue do museu.

Abolicionista, liberal e considerado um dos fundadores da República brasileira, Benjamin Constant mudou-se com a família para Santa Teresa em 1890, ocupando o casarão construído por volta de 1860. Faleceria um ano depois, na madrugada do dia 22 de janeiro de 1891, um mês antes da promulgação da Constituição da República.

A mesma Constituição, no artigo oitavo de suas Disposições Transitórias, determinou que a União adquirisse a casa onde Benjamin Constant viveu seus últimos dias. Por iniciativa do deputado Demétrio Ribeiro, foi apresentada e aprovada uma lei que transformaria a casa em museu, com usufruto da viúva até seu falecimento.

A família ocupou a casa de chácara, construída no alto de ampla área verde, até 1961, quando o imóvel foi devolvido à União. Em 18 de abril de 1982, após os preparativos de recuperação da casa e do parque, o museu foi inaugurado  com a missão de reconstituir o ambiente familiar e o contexto sócio-cultural em que viveu o Fundador da República.

Texto: Divulgação Casa Benjamin Constant

Relação de Castro Maya com natureza no Museu do Açude (RJ)

A mostra revela a relação do patrono da instituição, Raymundo Ottoni de Castro Maya, com a natureza carioca em duas dimensões: o colecionador de imagens sobre a paisagem natural do Rio de Janeiro e sua gestão em favor da preservação do patrimônio natural da cidade como administrador da Floresta da Tijuca de 1943 a 1946.

São 81 imagens, reproduzidas a partir do acervo dos Museus Castro Maya, que revelam a primorosa iconografia de obras dos artistas viajantes europeus do séc. XIX.

A exposição, que é aberta no ano em que o Rio de Janeiro celebra o título de Patrimônio Mundial como Paisagem Cultural Urbana, concedido pela UNESCO, ressalta a figura de Castro Maya como um notável carioca que, em vida, esteve empenhado em valorizar o patrimônio natural e humano da cidade. Saiba mais aqui.

Fonte: Divulgação Museu do Açude

Museu da Inconfidência recebe Certificado de Excelência TripAdvisor

Comentários e availações positivas dão certificado ao Museu da Inconfidência

A TripAdvisor, uma das páginas de viagens e destinos turísticos mais pesquisadas do mundo, conhecida por enfatizar a opinião dos turistas, concedeu ao Museu da Inconfidência, vinculado ao Ibram/MinC, um Certificado de Excelência.

Hoje, com a avaliação média de 4.0, o Inconfidência, localizado em Ouro Preto (MG), ocupa lugar de destaque entre os melhores destinos escolhidos pelos viajantes.

O reconhecimento da qualidade do museu no exterior pode ser percebido tanto nos comentários deixados por estrangeiros na página TripAdvisor, como nas mensagens por eles enviadas diretamente ao Museu da Inconfidência.

Pontos de vista
Um internauta de Quito (Equador), relata que a visita ao museu cria uma mistura de sentimentos avivados pela “história da conspiração”, e salienta: “todo brasileiro deveria visitar pelo menos uma vez na sua vida este grande museu”.

Já um turista de Nova Orleans (Estados Unidos), elogia “a riqueza do acervo e informações contidas em cada sala”, e destaca ainda a possibilidade de ler descrições das peças em inglês, bem como acessar recursos interativos e áudio-guia nessa língua.

Turistas de outros estados brasileiros, e municípios de Minas Gerais, também falam sobre a exposição de longa duração do Inconfidência. “Conservação fantástica, atendimento cordial, acervo maravilhoso”, diz um visitante de Juiz de Fora. Um viajante do Rio de Janeiro completa: “Excelentes instalações, nada devendo aos museus dos países desenvolvidos”. Leia mais na página do Museu da Inconfidência.

Texto: Museu da Inconfidência

Ibram participa da inauguração do Museu da História da Inquisição em BH

O Presidente do Instituto Brasileiro de Museus, José do Nascimento Junior, participou neste domingo (19) da abertura do primeiro Museu da História da Inquisição no Brasil. O Museu fica em Belo Horizonte (MG) e foi idealizado por Marcelo Miranda Guimarães que, há mais de vinte anos, pesquisa o tema.

A abertura contou com a presença do deputado estadual João Leite, Naftale Katz, Fundador do Instituto Histórico Israelita Mineiro, da museóloga e historiadora Neuza Fernandes – entre outras autoridades.

Uma encenação teatral, que conta a história da inquisição desde o século XV, foi apresentada aos presentes, que puderam entender um pouco mais sobre o assunto. Em seguida, foi feita uma visita ao museu, que oferece uma biblioteca com mais de 350 obras, vestuários da época e um pedaço do rolo de uma Torá (Pentateuco), que sobreviveu a perseguição inquisitorial na Espanha, uma das preciosidades da coleção exposta.

O museu pretende ser referencia no tema e oferece um banco de dados para pesquisas sobre a história e origem do povo judeu. O espaço fica no bairro Ouro Preto, na capital mineira, e a visitação pode ser feita de terça à sexta e aos domingos. Saiba mais sobre o novo museu.

Texto: Ascom/Ibram

Museu Solar Monjardim reabre aos finais de semana em Vitória (ES)

A partir do primeiro final de semana de setembro, dias 1 e 2, o Museu Solar Monjardim, em Vitória (ES), volta a abrir para visitação pública aos finais de semana e feriados. O museu é vinculado ao Ibram/MinC.

O casarão, construído no final do século XVIII, reabre suas portas àqueles que não podem visitá-lo durante a semana com entrada gratuita. O agendamento prévio, por telefone, só é necessário para as visitas em grupo (10 ou mais visitantes). O museu localiza-se à Avenida Paulino Müller, s/ nº, Jucutuquara.

Confira os novos horários: terça a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.

Agendamento para grupos: (27) 3223.6609.

Museu da História da Inquisição no Brasil será aberto em Belo Horizonte

Uma importante capítulo da história do país será mostrado no Museu da História da Inquisição do Brasil, que abre em Belo Horizonte (MG) no dia 19 de agosto.

Painéis, gravuras e pinturas de artistas, exposição de documentos e livros antigos, objetos e até mesmo através de réplicas de alguns equipamentos de tortura fazem parte do acervo do novo museu – uma iniciativa da Associação Brasileira dos Descendentes de Judeus da Inquisição (Abradjin) – que ficará instalado no bairro Ouro Preto da capital mineira.

O museu oferecerá ao público uma biblioteca com mais de 350 obras, constituída por uma coletânea de raríssimos e antigos livros sobre a Inquisição, datados de 1637, e outros documentos originais.

O espaço também conta com um mini-auditório com recursos de multimídia, um banco de dados para pesquisas sobre a história e origem do povo judeu – encarado como um dos grupos étnicos participantes da formação do Brasil. Vestuários da época e um pedaço do rolo de uma Torá (Pentateuco), que sobreviveu a perseguição inquisitorial na Espanha, é uma das preciosidades da coleção que será exposta.

Uma sala do museu foi dedicada aos brasileiros vítimas da Inquisição. Nela constarão os nomes e números dos processos de condenação religiosa no Brasil. Saiba mais.

Fonte: Divulgação Abradjin
Edição: Ascom/Ibram

 

 

Museu de Itaipu sedia oficina de programa para comunidades pesqueiras no RJ

O Museu de Arqueologia/Socioambiental de Itaipu (RJ), que integra a rede de museus do Ibram/MinC,  sedia, no dia 14 de julho, a primeira oficina de participação comunitária do Programa de Apoio às Comunidades Pesqueiras – Projeto Urbanístico Socioambiental do Canto de Itaipu.

Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Regional, Abastecimento e Pesca (SEDRAP) e pela Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (FIPERJ), a proposta é que o encontro sirva como ponte de comunicação direta entre as representações locais e os empreendedores do projeto.

A reunião de abertura das atividades aconteceu no dia 30 de junho (foto) e teve como objetivo explicar as etapas de desenvolvimento do projeto, além de promover uma maior aproximação entre os responsáveis pelo programa e os moradores da região. Mais informações pelo telefone (21) 3701.2994 ou endereço eletrônico mai@museus.gov.br.

Texto e foto: Divulgação MAI

 

 

 

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