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Conheça as iniciativas de memória institucional do Museu Victor Meirelles

O tema Museus e suas memórias, que conduz a programação da Primavera dos Museus 2017, tem sido tratado sob diferentes perspectivas entre as instituições museológicas integradas ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Desde 1952, o Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), ocupa a casa onde nasceu o pintor de quadros históricos como A primeira missa no Brasil, Moema e Batalha dos Guararapes, tendo como premissa institucional a preservação, pesquisa e divulgação da vida e obra do artista Victor Meirelles (1832-1903).

Museu Victor Meirelles (SC)

Sede do Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC), está  sendo modernizada

Ao longo dos seus 65 anos de existência, e atualmente passando por processo de modernização em sua sede, o MVM tem também se preocupado com sua história e identidade. As atividades buscam relacionar o passado com ações contemporâneas, entendendo o museu como um espaço dinâmico e conectado a vivências e percursos sociais e históricos.

O Programa de Pesquisa é responsável por implementar, organizar e avaliar processos e linhas de pesquisa, bem como publicar resultados e novas informações a partir da investigação de assuntos relacionados ao museu, que envolve ainda artes e patrimônio.

O projeto Victor Meirelles – memória e documentação, que completa 10 anos em 2018, consiste tanto na catalogação da obra completa do artista, quanto na realização de atividades complementares, como lançamento de livro e seminário, contribuindo assim para o registro de aspectos da memória da instituição.

Vídeos e publicações digitais
Em 2015, o MVM iniciou o projeto Memória em trânsito, que se propõe a estudar e divulgar a produção de artistas catarinenses que já expuseram no museu. A partir de uma obra do acervo, resultado de doação anterior, busca-se promover um diálogo desta obra com a produção atual dos artistas.

A gravação em vídeo de depoimentos , abordando carreira, técnicas e trajetória dos artistas, feita como suporte para e exposição, torna-se posteriormente arquivo acessível para pesquisadores e interessados.

O Programa de Exposições também disponibiliza online algumas edições da revista Um ponto e outro, onde são apresentados dossiês sobre mostras no espaço do MVM.

Textos críticos e artigos, alguns em torno do museu, e a revista eletrônica Ventilando Acervos, que abre espaço para a discussão ampla do tema, também são atividades que integram ações que reforçam a memória institucional do MVM.

Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles e assista episódio do programa Conhecendo Museus.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: MVM/Divulgação

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Museu Victor Meirelles celebra os 185 anos de nascimento do seu patrono

O Naufrágio da Medusa - Victor Meirelles (1857/1858) - óleo sobre papel colado em cartão - 35,9 x 52,5cm

O Naufrágio da Medusa: Victor Meirelles (1857/1858) – óleo sobre papel colado em cartão – 35,9 x 52,5cm / Divulgação: Museu Victor Meirelles/Ibram

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), comemora os 185 de nascimento do seu patrono nesta sexta-feira (18), com a abertura da exposição Victor em 4D – Segundo Módulo: A Dimensão Histórica, a partir das 19h.

A programação inclui a realização de uma mesa-redonda, às 16h, com o professor Mário César Coelho, do curso de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e com o curador Pedro Xexéo.

Mário César é graduado em Arquitetura e Urbanismo, com mestrado e doutorado em História Cultural pela UFSC, e falará sobre as coleções de Estudos de Embarcações de Victor Meirelles.

Pedro Xexéo é museólogo e crítico de arte, tendo integrado o corpo técnico do Museu da Inconfidência de Ouro Preto, em Minas Gerais, e atuado como coordenador técnico do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro. O tema do seu painel será A Batalha dos Guararapes de Victor Meirelles na 25ª Exposição Geral de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1879.

No mesmo dia, será realizada também a cerimônia da assinatura dos documentos de transferência definitiva de um conjunto de obras do Museu Nacional de Belas Artes, enviadas para o MVM em 1952, 1961 e 1983. As obras passarão a integrar o acervo permanente do Museu Victor Meirelles e farão parte da exposição em cartaz.

A exposição Victor em 4D – A Dimensão Histórica fica em cartaz até o dia 11 de novembro de 2017. O Museu Victor Meirelles está funcionando em sua sede provisória, na Rua Rafael Bandeira, nº 41 – Centro. A entrada é gratuita.

Texto: Ascom/Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom Ibram

Museu Victor Meirelles realiza oficinas de férias para estudantes e professores

O Museu Victor Meireles/Ibram, em Florianópolis (SC), organizou uma programação especial para o período das férias escolares. A equipe da Ação Educativa  realiza atividades gratuitas voltadas aos estudantes e professores de 20 a 28 de Julho.

Sede temporária do Museu Victor Meirelles em Florianópolis (SC)

Sede temporária do Museu Victor Meirelles em Florianópolis (SC)

Estudantes de 7 a 9 anos podem participar do jogo Era uma vez um pintor chamado Victor…, que ocorrerá nos dias 20, 25 e 27 de julho, pela manhã, e nos dias 21, 26 e 28 de julho, no período da tarde.

O jogo consiste em uma criação coletiva de histórias. Os jogadores, alternadamente, criam a história do pintor chamado Victor a partir da construção de frases e de um número determinado de palavras.

Para os professores, a equipe preparou uma oficina de capacitação, que será realizada nos dias 25 e 26 de julho. Intitulada O lúdico como ferramenta pedagógica – o jogo Era uma vez um pintor chamado Victor…, a atividade pretende provocar os professores a usarem o espaço museológico como laboratório de experimentações, ampliando o acesso aos bens artísticos em Santa Catarina, incentivando-os a utilizar o jogo em seus planos de aula.

Mais informações e inscrições podem ser feitas pelo e-mail mvm.educativo@museus.gov.br.  O Museu Victor Meirelles está funcionando em sede temporária, na rua Rafael Bandeira, 41, Centro da capital catarinense. Visite a página do museu.

Texto e foto: Museu Victor Meirelles/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museu Victor Meirelles discute Moda, Arte e Memória

2706 victor meirellesO Museu Victor Meirelles/Ibram realiza entre os dias 27 e 29 de junho o evento Caminhos do Contemporâneo: Moda, Arte e Memória, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina-Udesc. Durante os três dias acontecerão três mesas-redondas e uma exposição, todas com a temática da moda, seus processos criativos e suas relações com os espaços museológicos e a memória.

Todas as mesas-redondas se iniciam no horário das 15h30min. No dia 27, terça-feira, a primeira mesa tem como título Atos criativos e apropriações de memória, cuja proposta é a discussão acerca dos processos criativos em moda que levam em conta discussões sobre a memória. A mesa terá as participações da professora da Udesc Mara Rúbia Sant’Anna, da designer de moda Jéssica Prado e do bacharelando em moda Márcio Monticelli.

Ainda no dia 27, às 17h30, acontece a abertura da exposição Álbuns de Família, uma experiência pedagógica.

Na quarta-feira, dia 28, a mesa é Imagens de moda, experiências de moda, que tem como objetivo as imagens como ponto de partida da discussão sobre sociedade, moda e condições do feminino, cujas pesquisas contam com importantes acervos de pesquisa. A mesa contará com as participações das professoras Bianca Scliar e Daniela Novelli, da UFSC, da mestranda Tatiana Rebellato e da bacharelanda em teatro Thais Vieira Alves.

No dia 29, quinta-feira, o tema é Museus, arte e educação, e vai abordar as pesquisas realizadas, ou em desenvolvimento, que demonstram a riqueza dos cruzamentos em arte e educação, apontando para a importância dos acervos museológicos e seus espaços expositivos neste percurso. Durante os debates, haverá a exibição e discussão do vídeo Espaços Móveis Ruídos, dirigido por Bianca Scliar. A mesa conta com as presenças das professoras Liane Nagel, da UFSC, e Mara Rúbia Sant’Anna, da Udesc, e da mestranda Priscila Barbeiro.

Caminhos do Contemporâneo: Moda, Arte e Memória é uma atividade da Agenda Cultural do Museu Victor Meirelles. A entrada é gratuita. O museu fica na Rua Rafael Bandeira, nº 41, em Florianópolis – SC. Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles.

Revista Ventilando Acervos abre chamada para trabalhos

ventilando-acervos-300x158O Museu Victor Meirelles/Ibram convida pesquisadores e profissionais de museus brasileiros e do exterior a compartilhar com a comunidade de leitores interessados suas reflexões e atividades realizadas na área da gestão de acervos em museus. Os trabalhos serão publicados na revista Ventilando Acervos, organizada pelo Grupo de Estudos Política de Acervos, publicada pelo Museu Victor Meirelles e com apoio da Associação de Amigos do Museu Victor Meirelles (AAMVM), dedicada a reunir e socializar práticas e conhecimentos acerca da gestão de acervos em museus.

Serão selecionados trabalhos nas modalidades Artigos, Relatos de experiências, Entrevistas e Resenhas de livros, filmes ou exposições, e devem estar de acordo com os três temas de interesse da Revista: Gestão de Acervos em museus, Colecionismo e Experiências de elaboração e uso de Política de Acervos.

Os trabalhos devem ser enviados para o endereço eletrônico reva@museus.gov.br e o assunto da mensagem deve indicar “Inscrição de trabalho”, até o dia 30 de setembro de 2017. O resultado dos trabalhos selecionados será divulgado até dia 31 de outubro de 2017. Saiba mais sobre a Revista Ventilando Acervos.

Museu Victor Meirelles inaugura mostra O jardim colaborativo de Fritz Müller

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC),  inaugura nesta quarta-feira (22) a exposição O jardim colaborativo de Fritz Müller, de Yara Guasque. A data foi escolhida para homenagear  o pintor Victor Meirelles (1832-1903) pela passagem de 114 anos do seu falecimento – ocorrido em um dia 22 de fevereiro.

Exposição apresenta espécimes vegetais coletadas em SC

Exposição traz intervenção artística sobre espécimes vegetais coletados em SC no século XIX

A abertura é às 19h e antes, às 18h30, acontece o Encontro com a Artista, momento em que a pesquisadora conversa com o público sobre a sua obra e trajetória.

O Encontro terá ainda a participação de Kaue Costa, coautor da videoinstalação O jardim colaborativo de Fritz Müller em OpenFrameworks.

Müller e Darwin
O jardim colaborativo de Fritz Müller é um diminuto inventário da flora catarinense do século XIX, formado através do corpo de três instalações e cinco fotografias.

As imagens, sobre os espécimes da flora catarinense enviados ao exterior, testemunham a interlocução entre dois naturalistas da época: Fritz Müller, de Santa Catarina, e Charles Darwin, da Inglaterra, destacando as redes de colaboração do passado e do presente.

Na exposição a artista mostra o processo de transplantação do espécime vivo em uma inscrição abstrata, e vice-versa, e chama a atenção para a disputa dos direitos autorais travada pelos institutos de pesquisa. Também propicia ao visitante o reconhecimento dos espécimes que ainda hoje podem ser encontrados na natureza.

A exposição faz parte do Projeto Memória em Trânsito, cujo objetivo é propor uma reflexão sobre os artistas catarinenses dos quais o Museu Victor Meirelles possui obras em seu acervo, numa tentativa de ampliar o entendimento da poética que envolve a produção desses artistas.

Yara Guasque é artista e pesquisadora independente. Licenciada em Artes Plásticas (FAAP/SP), mestre em Literatura (UFSC), doutora em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e pós-doutora Estética e Comunicação pela Universidade de Arhus (Dinamarca).

A mostra é gratuita e fica em cartaz no Museu Victor Meirelles até 15 de abril. O Museu está localizado na Rua Rafael Bandeira nº41 – Centro de Florianópolis. Saiba mais.

Texto e fotos: Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom/Ibram

Tríplice Fronteira é tema de debate no Museu Victor Meirelles em SC

O Museu Victor Meirelles (MVM), unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Florianópolis (SC), promove no dia 28 de dezembro (quarta-feira), às 16h, a mesa-redonda Tríplice Fronteira: Brasil, Argentina e Paraguai – Memória e Contemporaneidade.

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Os convidados são Maurício Ferreira Junior, professor e diretor do Museu Imperial, unidade museológica do Ibram em Petrópolis (RJ); Sérgio Medeiros, professor de literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a artista Fran Favero.

A mesa-redonda acontece na Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles, que está funcionando em sua sede provisória à Rua Rafael Bandeira, 41 – Centro da capital catarinense. A entrada é gratuita.

O evento faz parte das atividades da mostra Y/Rembe’y, em exibição no Museu Victor Meirelles, com trabalhos de Favero. A exposição é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artistas e tem como proposta a reflexão acerca daquela região fronteiriça.

Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, também com entrada gratuita. Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles.

Texto: Ascom/Ibram
foto: MVM/Divulgação

Museu Victor Meirelles recebe exposição Y/Rembe’y de Fran Favero

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), inaugurou na quarta-feira (14), a exposição Y/Rembe’y de Fran Favero. Antes  aconteceu o tradicional Encontro com o Artista, quando Favero conversou com o público sobre a sua trajetória e seus trabalhos.

Foto: Fran Favero. Como falar entre fronteiras – Cómo hablar entre fronteras – Rembe’y apytépe, 2015 / divulgação Museu Victor Meirelles.

Uma das imagens de Fran Favero que estão expostas no Museu Victor Meirelles

Y/Rembe’y é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artista, trabalhos propostos a partir de um lugar fronteiriço, complexo, um espaço de encontros, tanto no sentido de reunião quanto de confronto presente neste termo: a tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Rembe em guarani significa margem, borda, orla. Já o termo Y significa água, rio, sendo rembe’y a fronteira, a margem do rio.

Sentidos múltiplos
Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

Além de orla, rembe também pode significar lábios. Nesse sentido, as aproximações entre os três países criam uma zona em que podem existir idiomas mesclados, atravessados, como o ‘portunhol’ ou o ‘jopara’ (mistura entre espanhol e guarani ou português e guarani).

Fran Favero vive e trabalha em Florianópolis. É bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com intercâmbio para a Université du Québec à Montréal no Canadá, e Formada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Participa de exposições coletivas desde 2010.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, na sede temporária do Museu Victor Meirelles (Rua Rafael Bandeira, 41, Centro). A entrada é gratuita.

Texto e foto: Museu Victor Meirelles/Divulgação

Exposição marca comemoração dos 184 anos do nascimento de Victor Meirelles

184-anos-MVM-300x224O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), realizará a partir da próxima quinta-feira (18) uma série de atividades para celebrar os 184 anos do nascimento do artista Victor Meirelles. Entre os eventos programados estão a inauguração do circuito de exposições do museu em sua sede temporária, a abertura da exposição Araújo Porto-Alegre, Victor Meirelles e Agostinho da Motta: Paisagens e Memória e uma visita mediada pela museóloga Mônica Xexéu, diretora do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA).

Aberta ao público até o dia 10 de dezembro de 2016, a exposição Araújo Porto-Alegre, Victor Meirelles e Agostinho da Motta: Paisagens e Memória é fruto de uma parceria com o MNBA que enviou, do Rio de Janeiro, um conjunto de obras dos três artistas para compor a mostra.

A sede do Museu Victor Meirelles está fechada desde o final de março deste ano em virtude das obras de restauração e ampliação do museu, contemplado pelo PAC – Cidades Históricas. Desde então, parte do acervo do MVM foi transferida para uma sede provisória, localizada na Rua Rafael Bandeira, 41, no Centro de Florianópolis. Lá o público poderá visitar duas salas de exposições: uma com peças do acervo permanente do Museu e outra que abrigará exposições temporárias.

Museu Victor Meirelles será fechado para obras de revitalização

A partir da próxima terça-feira, dia 22/3, o Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis, estará fechado à visitação para dar início às obras de restauração e ampliação previstas no programa PAC – Cidades Históricas, do governo federal. A partir do dia 4 de abril, o museu estará em processo de transferência para a sede provisória, localizada à Rua Rafael Bandeira, 41, no Centro de Florianópolis. Quando entrar em funcionamento esta sede realizará normalmente todas as atividades para o público que o museu sempre promoveu, como visitação, ação educativa, agenda cultural e oficinas.Para celebrar o momento especial de início das obras o Museu Victor Meirelles programou para o dia 1º de abril, sexta-feira, a partir das 18 horas, o evento Happening de Despedida, uma festa de encerramento das atividades no endereço histórico. Na ocasião será apresentado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) o projeto de restauração e ampliação do museu, serão exibidas imagens das programações culturais, exposições e atividades diversas realizadas pelo museu nos últimos anos e, no final do evento, haverá um show musical no Largo Victor Meirelles com a participação de Djs e músicos convidados.

A coordenação e fiscalização de todo o projeto de execução das obras no Museu Victor Meirelles está a cargo do IPHAN em Santa Catarina. A previsão é de conclusão dos trabalhos em 12 meses, ao custo total de cerca de três milhões de reais.

Desde a acessibilidade, passando pela disponibilização de novos serviços, até a restauração da Casa Histórica onde residiu Victor Meirelles, o conceito do projeto é integrar o edifício tombado nacionalmente ao prédio anexo, de três andares, criando uma só unidade museológica e ampliando as instalações, tanto em relação aos espaços expositivos como os locais para as apresentações culturais e realização de oficinas.

Texto: Ascom MVM

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