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Revista Ventilando Acervos abre chamada para trabalhos

ventilando-acervos-300x158O Museu Victor Meirelles/Ibram convida pesquisadores e profissionais de museus brasileiros e do exterior a compartilhar com a comunidade de leitores interessados suas reflexões e atividades realizadas na área da gestão de acervos em museus. Os trabalhos serão publicados na revista Ventilando Acervos, organizada pelo Grupo de Estudos Política de Acervos, publicada pelo Museu Victor Meirelles e com apoio da Associação de Amigos do Museu Victor Meirelles (AAMVM), dedicada a reunir e socializar práticas e conhecimentos acerca da gestão de acervos em museus.

Serão selecionados trabalhos nas modalidades Artigos, Relatos de experiências, Entrevistas e Resenhas de livros, filmes ou exposições, e devem estar de acordo com os três temas de interesse da Revista: Gestão de Acervos em museus, Colecionismo e Experiências de elaboração e uso de Política de Acervos.

Os trabalhos devem ser enviados para o endereço eletrônico reva@museus.gov.br e o assunto da mensagem deve indicar “Inscrição de trabalho”, até o dia 30 de setembro de 2017. O resultado dos trabalhos selecionados será divulgado até dia 31 de outubro de 2017. Saiba mais sobre a Revista Ventilando Acervos.

Museu Victor Meirelles inaugura mostra O jardim colaborativo de Fritz Müller

O Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis (SC),  inaugura nesta quarta-feira (22) a exposição O jardim colaborativo de Fritz Müller, de Yara Guasque. A data foi escolhida para homenagear  o pintor Victor Meirelles (1832-1903) pela passagem de 114 anos do seu falecimento – ocorrido em um dia 22 de fevereiro.

Exposição apresenta espécimes vegetais coletadas em SC

Exposição traz intervenção artística sobre espécimes vegetais coletados em SC no século XIX

A abertura é às 19h e antes, às 18h30, acontece o Encontro com a Artista, momento em que a pesquisadora conversa com o público sobre a sua obra e trajetória.

O Encontro terá ainda a participação de Kaue Costa, coautor da videoinstalação O jardim colaborativo de Fritz Müller em OpenFrameworks.

Müller e Darwin
O jardim colaborativo de Fritz Müller é um diminuto inventário da flora catarinense do século XIX, formado através do corpo de três instalações e cinco fotografias.

As imagens, sobre os espécimes da flora catarinense enviados ao exterior, testemunham a interlocução entre dois naturalistas da época: Fritz Müller, de Santa Catarina, e Charles Darwin, da Inglaterra, destacando as redes de colaboração do passado e do presente.

Na exposição a artista mostra o processo de transplantação do espécime vivo em uma inscrição abstrata, e vice-versa, e chama a atenção para a disputa dos direitos autorais travada pelos institutos de pesquisa. Também propicia ao visitante o reconhecimento dos espécimes que ainda hoje podem ser encontrados na natureza.

A exposição faz parte do Projeto Memória em Trânsito, cujo objetivo é propor uma reflexão sobre os artistas catarinenses dos quais o Museu Victor Meirelles possui obras em seu acervo, numa tentativa de ampliar o entendimento da poética que envolve a produção desses artistas.

Yara Guasque é artista e pesquisadora independente. Licenciada em Artes Plásticas (FAAP/SP), mestre em Literatura (UFSC), doutora em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e pós-doutora Estética e Comunicação pela Universidade de Arhus (Dinamarca).

A mostra é gratuita e fica em cartaz no Museu Victor Meirelles até 15 de abril. O Museu está localizado na Rua Rafael Bandeira nº41 – Centro de Florianópolis. Saiba mais.

Texto e fotos: Museu Victor Meirelles
Edição: Ascom/Ibram

Tríplice Fronteira é tema de debate no Museu Victor Meirelles em SC

O Museu Victor Meirelles (MVM), unidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em Florianópolis (SC), promove no dia 28 de dezembro (quarta-feira), às 16h, a mesa-redonda Tríplice Fronteira: Brasil, Argentina e Paraguai – Memória e Contemporaneidade.

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Atividade acontece na sede provisória do MVM em Florianópolis

Os convidados são Maurício Ferreira Junior, professor e diretor do Museu Imperial, unidade museológica do Ibram em Petrópolis (RJ); Sérgio Medeiros, professor de literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a artista Fran Favero.

A mesa-redonda acontece na Sala Multiuso do Museu Victor Meirelles, que está funcionando em sua sede provisória à Rua Rafael Bandeira, 41 – Centro da capital catarinense. A entrada é gratuita.

O evento faz parte das atividades da mostra Y/Rembe’y, em exibição no Museu Victor Meirelles, com trabalhos de Favero. A exposição é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artistas e tem como proposta a reflexão acerca daquela região fronteiriça.

Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, também com entrada gratuita. Saiba mais sobre o Museu Victor Meirelles.

Texto: Ascom/Ibram
foto: MVM/Divulgação

Museu Victor Meirelles recebe exposição Y/Rembe’y de Fran Favero

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), inaugurou na quarta-feira (14), a exposição Y/Rembe’y de Fran Favero. Antes  aconteceu o tradicional Encontro com o Artista, quando Favero conversou com o público sobre a sua trajetória e seus trabalhos.

Foto: Fran Favero. Como falar entre fronteiras – Cómo hablar entre fronteras – Rembe’y apytépe, 2015 / divulgação Museu Victor Meirelles.

Uma das imagens de Fran Favero que estão expostas no Museu Victor Meirelles

Y/Rembe’y é composta por vídeos, sons, instalações e publicações de artista, trabalhos propostos a partir de um lugar fronteiriço, complexo, um espaço de encontros, tanto no sentido de reunião quanto de confronto presente neste termo: a tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina.

Rembe em guarani significa margem, borda, orla. Já o termo Y significa água, rio, sendo rembe’y a fronteira, a margem do rio.

Sentidos múltiplos
Na tríplice fronteira, os limites entre países são marcados pelos rios que se encontram e se cruzam. Essa relação entre água e fronteira permeia os trabalhos propostos para a exposição, seja através da fluidez encontrada nas trocas fronteiriças e nas águas do rio, ou da barreira que muitas vezes o rio e a fronteira podem representar.

Além de orla, rembe também pode significar lábios. Nesse sentido, as aproximações entre os três países criam uma zona em que podem existir idiomas mesclados, atravessados, como o ‘portunhol’ ou o ‘jopara’ (mistura entre espanhol e guarani ou português e guarani).

Fran Favero vive e trabalha em Florianópolis. É bacharel em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com intercâmbio para a Université du Québec à Montréal no Canadá, e Formada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Participa de exposições coletivas desde 2010.

A exposição Y/Rembe’y fica aberta ao público até 11 de fevereiro de 2017, na sede temporária do Museu Victor Meirelles (Rua Rafael Bandeira, 41, Centro). A entrada é gratuita.

Texto e foto: Museu Victor Meirelles/Divulgação

Exposição marca comemoração dos 184 anos do nascimento de Victor Meirelles

184-anos-MVM-300x224O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram), em Florianópolis (SC), realizará a partir da próxima quinta-feira (18) uma série de atividades para celebrar os 184 anos do nascimento do artista Victor Meirelles. Entre os eventos programados estão a inauguração do circuito de exposições do museu em sua sede temporária, a abertura da exposição Araújo Porto-Alegre, Victor Meirelles e Agostinho da Motta: Paisagens e Memória e uma visita mediada pela museóloga Mônica Xexéu, diretora do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA).

Aberta ao público até o dia 10 de dezembro de 2016, a exposição Araújo Porto-Alegre, Victor Meirelles e Agostinho da Motta: Paisagens e Memória é fruto de uma parceria com o MNBA que enviou, do Rio de Janeiro, um conjunto de obras dos três artistas para compor a mostra.

A sede do Museu Victor Meirelles está fechada desde o final de março deste ano em virtude das obras de restauração e ampliação do museu, contemplado pelo PAC – Cidades Históricas. Desde então, parte do acervo do MVM foi transferida para uma sede provisória, localizada na Rua Rafael Bandeira, 41, no Centro de Florianópolis. Lá o público poderá visitar duas salas de exposições: uma com peças do acervo permanente do Museu e outra que abrigará exposições temporárias.

Museu Victor Meirelles será fechado para obras de revitalização

A partir da próxima terça-feira, dia 22/3, o Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis, estará fechado à visitação para dar início às obras de restauração e ampliação previstas no programa PAC – Cidades Históricas, do governo federal. A partir do dia 4 de abril, o museu estará em processo de transferência para a sede provisória, localizada à Rua Rafael Bandeira, 41, no Centro de Florianópolis. Quando entrar em funcionamento esta sede realizará normalmente todas as atividades para o público que o museu sempre promoveu, como visitação, ação educativa, agenda cultural e oficinas.Para celebrar o momento especial de início das obras o Museu Victor Meirelles programou para o dia 1º de abril, sexta-feira, a partir das 18 horas, o evento Happening de Despedida, uma festa de encerramento das atividades no endereço histórico. Na ocasião será apresentado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) o projeto de restauração e ampliação do museu, serão exibidas imagens das programações culturais, exposições e atividades diversas realizadas pelo museu nos últimos anos e, no final do evento, haverá um show musical no Largo Victor Meirelles com a participação de Djs e músicos convidados.

A coordenação e fiscalização de todo o projeto de execução das obras no Museu Victor Meirelles está a cargo do IPHAN em Santa Catarina. A previsão é de conclusão dos trabalhos em 12 meses, ao custo total de cerca de três milhões de reais.

Desde a acessibilidade, passando pela disponibilização de novos serviços, até a restauração da Casa Histórica onde residiu Victor Meirelles, o conceito do projeto é integrar o edifício tombado nacionalmente ao prédio anexo, de três andares, criando uma só unidade museológica e ampliando as instalações, tanto em relação aos espaços expositivos como os locais para as apresentações culturais e realização de oficinas.

Texto: Ascom MVM

Museu Victor Meirelles e Fundação Cultural Badesc promovem exposição

01.03 victor meirellesO Museu Victor Meirelles/Ibram e a Fundação Cultural Badesc abrem no dia 1º de março, a exposição Abluções, do artista mineiro Célio Braga, com curadoria de Hércules Goulart Martins.

A mostra acontece no Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc, às 19 horas. Antes, às 18 horas, tem o tradicional Encontro com o Artista, evento onde o expositor conversa com o público sobre sua obra e carreira artística que, nesta edição, contará também com a presença do curador.

Aluno do Museu Escola de Belas Artes de Boston, nos Estados Unidos, e do Rietveld Academie Gerrit, em Amsterdam/Holanda, Célio expôs individualmente em galerias em Recife, São Paulo, Holanda e Reino Unido, e participou de coletivas em museus na Holanda, Áustria, Alemanha, Suécia e EUA.

Sobre a exposição Abluções, o curador Hércules Martins ressalta que “não se trata, aqui, de uma retrospectiva, e sim da apresentação de um número de trabalhos que assinalam cinco fases e direções significativas no percurso do artista, durante as duas últimas décadas. Sua trajetória é marcada pela habilidade de redefinir e expandir fluidamente categorias convencionais como a fotografia e a escultura, entre outras. Os suportes empregados são levados ao limite e mais além, mediante sucessivas experimentações e o uso de materiais e técnicas artesanais inusitados.”

A exposição Abluções, ficará aberta até o dia 28 de abril de 2016. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira, das 13 às 19 horas. A Fundação Cultural Badesc fica na Rua Visconde de Ouro Preto, nº 216 – Centro, Florianópolis/SC. A entrada é gratuita.

Revitalização - A parceria com a Fundação Cultural Badesc acontece em um momento de grande importância para o Museu Victor Meirelles. Inserido no Programa de Aceleração do Crescimento/PAC – Cidades Históricas, do Governo Federal, o Museu passará por obras de ampliação, adequação e expansão de suas instalações que vão qualificar os seus espaços expositivos e os destinados a atividades artísticas, educativas e culturais. A execução do projeto, acompanhamento e fiscalização das obras serão realizados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-IPHAN em Santa Catarina.

Lançamento de Livros - Na sexta-feira (4), o Museu Victor Meirelles promoverá o lançamento de dois livros, ambos pelo Selo Armazém. O evento acontecerá às 19 horas na Sala de Exposições Temporárias, quando haverá uma conversa com os autores.

O primeiro livro é A Borboleta e o Sino, de Yosa Buson . A obra contém poemas de Yosa Buson (1716-1783) em romaji – sistema de escrita que usa letras do alfabeto latino para escrever as palavras japonesas -, acompanhados de sua versão para o português.

O segundo livro a ser lançado na mesma noite é Ascensão – Contos Dramáticos, de Dirce Waltrick do Amarante. Professora do curso de Artes Cênicas da UFSC, Dirce coorganizou e cotraduziu, com Sérgio Medeiros, os livros De Santos e Sábios, uma antologia de textos estéticos e políticos de James Joyce (Iluminuras), e Cartas a Nora.

‘Múltiplos’ reúne obras de coleções públicas e particulares no Museu Victor Meirelles

cadeau_webO Museu Victor Meirelles/Ibram inaugurou a exposição Múltiplos, na noite de ontem (16), em Florianópolis (SC). Além da abertura da exposição o museu promoveu ainda uma conversa com a editora do caderno Plural do jornal Notícias do Dia e co-curadora da exposição, Dariene Pasternak, a artista e curadora da exposição, Letícia Cardoso, a galerista Myrine Vlavianos e a pesquisadora, professora e colecionadora Regina Melim.

A exposição apresenta os desdobramentos do conceito de “múltiplos” nas artes visuais. Múltiplos são trabalhos artísticos produzidos com uma tiragem limitada. Aqui, a ideia do “original” é substituída pela de “série” e de “reprodução”. Com isso, amplia-se a possibilidade de aquisição e da formação de coleções. A exposição, que também busca fomentar a prática do coleccionismo, mostra 45 artistas de diversas partes do mundo que estarão em cartaz junto aos cinco múltiplos produzidos especialmente para as páginas do jornal Notícias do Dia.

A exposição possui dois módulos. O primeiro, intitulado Ao correr da máquina - inspirado em texto de Clarice Lispector sobre o hábito de escrever para jornais -, é uma parceria entre o Museu Victor Meirelles, o jornal Notícias do Dia e o Clube do Múltiplo da Associação de Amigos do Museu Victor Meirelles. Sempre às terças-feiras, nos dias 22, 29 de dezembro de 2015 e 5 de janeiro de 2016, serão publicados trabalhos especialmente realizados para as páginas impressas do jornal. Os artistas convidados são Letícia Cardoso e Alexandre Sequeira (dia 22 de dezembro), Fran Favero e Raquel Stolf (dia 29 de dezembro) e Franzoi (dia 5 de janeiro).

O segundo módulo, intitulado Múltiplos em coleção, apresenta trabalhos artísticos provindos de coleções públicas, como a do próprio Museu Victor Meirelles, que exibirá obras de Carlos Scliar, Leonilson e Waltércio Caldas, e de coleções particulares de Célia Faria, Lucila Vilela, Myrine Vlavianos, Regina Melim e Ylmar Corrêa Neto que incluem obras de Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Cildo Meireles e Yoko Ono, entre outros.

A mostra fica em cartaz até o dia 20 de fevereiro de 2016. As visitas podem ser feitas de terça a sexta-feira, das 10 às 18h e aos sábados, das 10 às 14h. A entrada é franca. Visitações mediadas podem ser agendadas pelo e-mail mvm.educativo@museus.gov.br ou pelo telefone (48) 3222-0692.

Imagem: Man Ray: Cadeau, 1921 (edição de 1974) Ferro, 16,5 x 10 x 8 cm. Coleção Particular.

Espetáculo teatral ‘A Menina Boba’, no Museu Victor Meirelles

Espetáculo teatral 'A Menina Boba' / Museu Victor Meirelles

Espetáculo teatral ‘A Menina Boba’ / Museu Victor Meirelles

O Museu Victor Meirelles (MVM/Ibram) recebe, neste sábado (28), a peça A Menina Boba, de Barbara Biscaro. A programação faz parte do Cena Latina, evento que ocorre em Florianópolis (SC) e tem como proposta criar um polo de intercâmbio entre artistas, gestores e produtores teatrais da América-Latina, fomentando a circulação de trabalhos teatrais do continente na capital catarinense e abrindo oportunidade de contato de artistas do estado com gestores e artistas de países vizinhos.

O espetáculo mistura as linguagens da música e do teatro para tecer uma dramaturgia baseada na obra da poetisa Oneyda Alvarenga e no ciclo de canções homônimo A Menina Boba, do compositor Cláudio Santoro. Explorando a voz cantada e falada em cena, o movimento abstrato e elementos da biografia e obra poética de Oneyda, a atriz-cantora tece a biografia da poetisa, misturando elementos reais e fictícios. As canções transitam desde o universo dodecafônico criado por Santoro até as modinhas imperiais brasileiras, criando um universo sonoro da cena em constante diálogo com o formato teatral da encenação.

O evento está marcado para às 18h30 do dia 28/11. A entrada é franca, com lotação máxima de 40 pessoas. O Museu Victor Meirelles, fica na Rua Victor Meirelles, 59, no Centro de Florianópolis, e está aberto à visitação de terça a sexta-feira, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h.

Impressão 3D é tema de encontro no Museu Victor Meirelles

10.11lunaticosO Museu Victor Meirelles/Ibram, em Florianópolis, recebe na próxima terça-feira, dia 10 de novembro, às 19 horas, mais uma reunião aberta do grupo Os Lunáticos de palestras e debates científicos. O tema desta reunião é Impressão 3D – Potencialidades de uma Revolução Tecnológica, que abordará as potencialidades de uso desta tecnologia não só pela indústria, mas também pela medicina e nas artes. A atividade faz parte do projeto Agenda Cultural do museu e tem entrada gratuita.

Na reunião, três expositores falarão sobre o tema. Os convidados desta edição são Eduardo Beltrame, Thomaz Borges e Diego de los Campos, todos ligados de diversas maneiras ao tema da impressão 3D, cada um na sua área de atuação. Eduardo Beltrame é técnico em eletrônica pelo Instituto Federal de SC e aluno de química da UFSC, onde trabalhou com matemática, biologia molecular e química computacional. Estudou por um ano na Brandeis University, nos EUA, onde trabalhou com neurociência e biofísica. Eduardo falará sobre a sua experiência naquela universidade, onde foi presidente do Clube de Impressão 3D da instituição.

Thomaz Borges é engenheiro mecânico com doutorado em energias renováveis. Desde 1991 trabalha como pesquisador e empresário no desenvolvimento tecnológico de equipamentos para aproveitamento de energia renovável e conservação de energia. Diego de los Campos é formado pela Faculdade de Artes da Universidade da República, no Uruguai. Desde 1999 no Brasil, participa de exposições de arte contemporânea com trabalhos em vídeo, animação, desenho e arte sonora. Sua área de atuação é animação, fotografia e instalação cinética, cujos trabalhos compõem atualmente uma exposição itinerante em Santa Catarina, em parceria com a rede Sesc.

O encontro acontecerá na Sala Multiuso, no terceiro andar do prédio anexo do Museu Victor Meirelles. Informações: (48) 3222-0692 ou pelo e-mail mvm@museus.gov.br

Os Lunáticos

O grupo foi fundado com inspiração na Sociedade Lunar, uma espécie de confraria criada na cidade de Birmingham, na Inglaterra. O então clube de discussão e sociedade científica informal era composto por importantes industrialistas, filósofos naturais e intelectuais que se reuniam regularmente naquela cidade inglesa, entre os anos de 1765 e 1813. Inicialmente o nome do clube era Círculo Lunar até que, em 1775, adotou-se o nome de Sociedade Lunar devido ao fato de seus membros reunirem-se somente nos períodos de lua cheia, quando a maior luminosidade tornava o regresso para casa mais fácil e seguro na ausência de iluminação pública.

Texto: ASCOM Museu Victor Meirelles

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