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Nota sobre o incêndio do Museu Nacional, da UFRJ

O incêndio que destruiu o Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, neste domingo (2) é a maior tragédia museológica do país. Uma perda incalculável para o nosso patrimônio científico, histórico e cultural.

Tamanha perplexidade que toma a todos, nos defronta com o maior desafio dos museus: consolidar e implementar uma política pública que garanta, de forma efetiva, a manutenção e conservação de edifícios e acervos do patrimônio cultural brasileiro.

O Instituto Brasileiro de Museus manifesta solidariedade aos servidores e pesquisadores do Museu Nacional nesse triste registro de sua história.

Museu Nacional inaugura “Expedição Coral: 1865-2018” em seu bicentenário

Ilustrações originais do séc. XIX integram a exposição, que apresenta um histórico dos avanços científicos brasileiros nesta área e sensibilizam para a conservação e uso sustentável dos ambientes recifais e coralíneos do Brasil.

Ilustrações originais do séc. XIX integram a exposição, que apresenta um histórico dos avanços científicos brasileiros nesta área e sensibilizam para a conservação e uso sustentável dos ambientes recifais e coralíneos do Brasil.

No dia em que comemora seus 200 anos de criação, o Museu Nacional, mais antigo museu brasileiro em atividade e também a mais antiga instituição de Ciência do país, inaugura exposição que expressa seu pioneirismo e contribuição para o desenvolvimento científico nacional.

“Expedição Coral: 1865-2018” convida o visitante a explorar a descoberta dos corais e ambientes coralíneos e seu estado de conservação, desde o Brasil de Pedro II até hoje. Com a curadoria dos professores Clovis Castro e Débora Pires, coordenadores do Projeto Coral Vivo, a exposição traz exemplares da fauna dos recifes de coral do Brasil, telas interativas, instrumentos científicos, entre outras peças.

Revelação recente

Um dos destaques fica por conta de uma revelação recente para a ciência. Em meio a um gabinete com dezenas de nichos, está o esqueleto de colônia centenária do coral Mussismilia braziliensis. A peça foi datada por meio de métodos de alta tecnologia e o resultado confirma que sua coleta foi realizada durante expedição ligada ao naturalista canadense Charles Hartt, entre 1865 e 1876, na Bahia. Ele foi pioneiro no levantamento geológico do Brasil e diretor da Seção de Geologia do Museu Nacional em 1876.

Essa área da exposição busca resgatar o ambiente científico do século XIX, apresentando o rico acervo do Museu Nacional constituído de instrumentos científicos, vidraria de laboratório, além de fotografias, ilustrações, fósseis, rochas, entre outros itens coletados e da época das expedições da Comissão Geológica do Império. O Gabinete de Curiosidades é uma referência à museografia clássica.

Conservação de ambientes coralíneos

O pano de fundo da mostra é o Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Ambientes Coralíneos (PAN Corais). Um exemplar do peixe mero (Epinephelus itajara) taxidermizado com mais de 2 metros de comprimento busca chamar a atenção para as espécies ameaçadas. Outras espécies-foco do PAN Corais estarão expostas em bordados, em meio líquido ou com o esqueleto seco.

Duas telas interativas buscam sensibilizar o público na exposição. Em uma delas, será possível jogar e compreender de forma divertida o impacto das ações das pessoas em ecossistemas como banco de corais, banco de gramas-marinhas e manguezal. Na outra tela, o público poderá tocar o mapa da costa brasileira para conhecer unidades de conservação, áreas prioritárias do PAN Corais e projetos conservacionistas.

No teto, estará uma instalação de tecido e luz inspirada na topografia do Recife da Lixa, da região de Abrolhos, desenhada por Hartt. Uma série de exemplares de espécies marinhas que ocorrem nos recifes brasileiros estará disposta sobre ampla mesa. Entre elas, uma tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta), um baiacu taxidermizado, assim como outros peixes, arcada de tubarão, conchas e ouriços. As janelas do salão da exposição estarão encobertas por biombos vazados, e a luz solar deixará sombras inspiradas nas texturas do coral Mussismilia harttii: espécie que somente ocorre no Brasil e que seu nome é uma homenagem ao naturalista Charles Hartt.

Projeto Coral Vivo

O Projeto Coral Vivo é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e trabalha com pesquisa, educação, turismo, políticas públicas e sensibilização para a conservação e uso sustentável dos ambientes recifais e coralíneos do Brasil. Concebido pelo Museu Nacional/UFRJ, hoje é realizado por doze universidades e institutos de pesquisa.

Museu Nacional completa 200 anos de criação

Bicentenário do Museu Nacional marca oficialmente dois séculos de presença contínua dos museus na vida social brasileira.

Bicentenário do Museu Nacional marca oficialmente dois séculos de presença contínua dos museus na vida social brasileira.

O Museu Nacional, no Rio de Janeiro (RJ) completa nesta quarta-feira (6) seus 200 anos de criação. A data inaugural do mais antigo museu brasileiro em atividade, hoje vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), marca oficialmente os dois séculos de presença contínua dos museus na vida social brasileira.

Criado em 6 de junho de 1818 por Dom João VI, responsável pela transferência da corte portuguesa para o Brasil, o então Museu Real – hoje situado no antigo Palácio Imperial de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista – foi pensado para propagar o conhecimento e o estudo das ciências naturais em terras brasileiras.

Com acervo de mais de 20 milhões de itens, constituído principalmente por itens relacionados às áreas de Antropologia, Botânica, Entomologia, Geologia e Paleontologia, o Museu Nacional/UFRJ é a mais antiga instituição científica do Brasil voltada à pesquisa e à memória da produção do conhecimento, hoje reconhecida como centro de excelência de pesquisa em história natural e antropológica na América Latina.

A partir da criação do Museu Nacional, os museus se multiplicaram nas décadas seguintes por todo o território brasileiro, assumiram diferentes modelos, ampliaram suas áreas de atuação e marcaram a cultura brasileira de maneira decisiva. Hoje, são mais de 3,8 mil instituições cada dia mais abertas, voltadas à construção e ampliação de diálogos, sintonizadas com suas comunidades e visando um desenvolvimento sustentável em todas as frentes.

Comemorações

Marca comemorativa aos 200 anos de museus no Brasil será utilizada em todos os produtos e ações do Ibram ao longo de 2018.

Marca comemorativa aos 200 anos de museus no Brasil será utilizada em todos os produtos e ações do Ibram ao longo de 2018.

Para celebrar a data, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou em maio marca comemorativa aos 200 anos de museus no Brasil. Ela será utilizada em todos os produtos lançados pelo Ibram ao longo de 2018 e também estará presente em todas as ações desenvolvidas pelo órgão e seus museus vinculados.

Também como parte das comemorações, o Ibram realizará em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, de 30 de julho a 3 de agosto, o “Seminário 200 Anos de Museu no Brasil: Desafios e Perspectivas”. A ideia é debater o percurso histórico de constituição e consolidação do museu no Brasil em toda sua diversidade e abrangência, analisando as contribuições trazidas para a cultura brasileira e os desafios e perspectivas neste campo.

Será lançada ainda edição especial da MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia, que vai trazer uma reflexão sobre dois séculos de experiência museal em território brasileiro lançando um amplo olhar avaliativo sobre as principais questões, experimentações e conquistas acumuladas nesta trajetória.

Ampla ação de promoção de museus realizada pelo Ibram em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e a Secretaria Estadual de Cultura – que garante acesso gratuito, em dias específicos, às instituições participantes – o Passaporte de Museus também celebra em 2018 os 200 anos do Museu Nacional.

Passaporte de Museus 2018 oferece entrada gratuita em mais de 70 museus

O Passaporte de Museus 2018 – ação que oferece, até o fim deste ano, acesso gratuito a mais de 70 museus e centros culturais do Rio de Janeiro – continua sendo aceito e distribuído em diversos museus locais. Será oferecido um exemplar gratuito por pessoa, que  deve ser retirado pessoalmente em algum dos pontos de distribuição e garante uma visita gratuita a cada museu participante em dias da semana que podem ser consultados no próprio passaporte.

Serão distribuídos 300 mil exemplares do Passaporte de Museus

Em 2018, serão distribuídos 300 mil exemplares do Passaporte de Museus.

Três museus da rede Ibram no Rio também já distribuem o Passaporte de Museus em horários específicos: o Museu Nacional de Belas Artes (terça a domingo, das 10h às 18h), o Museu da República (quarta a sábado, das 10 às 18h) e o Museu Imperial (terça a domingo, das 10h às 17h).

Museu de Arte do Rio (terças e sábados, das 9h às 17h), o Museu Aeroespacial (terça a domingo, das 9h às 16h); o Sítio Roberto Burle Marx (segunda a sexta, das 8h às 16h); o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (quarta a domingo, das 10h às 17h); a Casa do Patrimônio Ferroviário do Rio de Janeiro (segunda a sexta, das 10h às 16h);  o Centro Cultural dos Correios (terça a domingo, das de 12h às 19h); o CCBB (todos os dias, exceto às terças) também realizam a distribuição.

Promovido pelo Ibram desde 2015, o Passaporte de Museus conta com as parcerias das secretarias de Estado da Cultura e do Município do Rio de Janeiro. No total, serão distribuídos gratuitamente 300 mil exemplares. Confira a lista de instituições participantes e algumas perguntas frequentes sobre a ação.

Atualizada em 26/06/2018
Foto: Guilherme Mangas

Dia Internacional de Museus: Ibram faz lançamentos no Museu Nacional

Divulgação de museus Ibram em bilhetes da Loteria Federal, lançamento do Passaporte de Museus e abertura de exposição comemorativa aos 200 anos do Museu Nacional (foto) marcaram o Dia Internacional de Museus.

Divulgação de museus Ibram em bilhetes da Loteria Federal, lançamento do Passaporte de Museus e abertura de exposição comemorativa aos 200 anos do Museu Nacional (foto) marcaram o Dia Internacional de Museus.

Em comemoração ao Dia Internacional dos Museus, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) participou nesta sexta-feira (18) da abertura da exposição “O Museu dá Samba – A Imperatriz é o Relicário no Bicentenário do Museu Nacional”, realizada pelo Museu Nacional, no Rio de Janeiro (RJ). Na ocasião, foi anunciada parceria do órgão com a Caixa Econômica Federal e lançado o Passaporte de Museus.

Voltado à divulgação dos museus da rede Ibram, o acordo firmado com a Caixa Econômica Federal prevê a divulgação de imagens de edificações e bens culturais que compõem o acervo dessas instituições em bilhetes da Loteria Federal – produto mais tradicional das Loterias Caixa, há mais de 50 anos no mercado, com produção e comercialização de mais de mais de 1 milhão de bilhetes por mês, distribuídos em todo o país.

A ação já teve início na extração da última quarta-feira (16), quando os bilhetes foram estampados pelas fachadas de dez museus Ibram: Museu Casa da Hera, Museu da Abolição, Museu das Bandeiras, Museu de Arte Sacra de Paraty, Museu Solar Monjardim, Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio, Museu da Inconfidência, Museu das Missões, Museu Regional Casa dos Ottoni e Palácio Rio Negro.

Ampla ação de promoção dos museus cariocas realizada pelo Ibram em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e a Secretaria Estadual de Cultura – que garante acesso gratuito, em dias específicos, às instituições participantes – o Passaporte de Museus também foi lançado oficialmente durante a cerimônia.

Com tiragem de 300 mil exemplares, o Passaporte de Museus vai oferecer de maio a dezembro acesso gratuito a mais de 70 instituições localizadas na cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana, e vai coroar as comemorações pelos 200 anos do Museu Nacional, celebrados este ano.

200 anos do Museu Nacional

Os dois séculos do museu brasileiro mais antigo em atividade são o foco da exposição aberta pelo Museu Nacional com a participação do presidente do Ibram, Marcelo Araujo. “O Museu dá Samba – A Imperatriz é o Relicário no Bicentenário do Museu Nacional” retribui a homenagem que a Imperatriz Leopoldinense fez ao Museu Nacional no carnaval deste ano, levando a instituição para o desfile das grandes escolas de samba do Rio de Janeiro com enredo sobre seus 200 anos.

Com curadoria de Regina Dantas, a exposição exibirá 30 fantasias apresentadas nas principais salas das exposições do museu. A inauguração contará com a presença da bateria da tradicional escola de samba do bairro de Ramos.

A programação de lançamentos em celebração ao Dia Internacional de Museus e aos 200 anos do Museu Nacional contou ainda com a palestra “Museus Hiperconectados – Novas abordagens, novos públicos” – tema da 16º Semana de Museus – com o consultor de comunicação Luis Marcelo Mendes.

200 anos de museus no Brasil: Ibram lança marca comemorativa

A logomarca comemorativa será utilizada em todos os produtos e ações do Ibram e museus vinculados ao longo de 2018.

A logomarca comemorativa será utilizada em todos os produtos e ações do Ibram e seus museus vinculados ao longo de 2018.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) lançou nesta quinta-feira (3) logomarca comemorativa aos 200 anos de museus no Brasil. Celebrados este ano, os dois séculos de presença contínua dos museus na vida social brasileira têm como marco os 200 anos de criação do Museu Nacional, hoje vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A logomarca será utilizada em todos os produtos lançados pelo Ibram ao longo de 2018 e também estará presente em todas as ações desenvolvidas pelo órgão e seus museus vinculados. Entre os produtos e ações programadas estão a realização de seminário temático sobre o tema, a acontecer no Rio de Janeiro, e o lançamento de edição especial da MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia.

O museu

Criado em 6 de junho de 1818 por Dom João VI, responsável pela transferência da corte portuguesa para o Brasil, o então Museu Real – hoje situado no antigo Palácio Imperial de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista – foi pensado para propagar o conhecimento e o estudo das ciências naturais em terras brasileiras.

Com acervo de mais de 20 milhões de itens, constituído principalmente por itens relacionados às áreas de Antropologia, Botânica, Entomologia, Geologia e Paleontologia, o Museu Nacional/UFRJ é a mais antiga instituição científica do Brasil voltada à pesquisa e à memória da produção do conhecimento, hoje reconhecida como centro de excelência de pesquisa em história natural e antropológica na América Latina.

Marco para a trajetória museal brasileira

A partir da criação do Museu Nacional, os museus se multiplicaram nas décadas seguintes por todo o território brasileiro, assumiram diferentes modelos, ampliaram suas áreas de atuação e marcaram a cultura brasileira de maneira decisiva. Hoje, são mais de 3,8 mil instituições cada dia mais abertas, voltadas à construção e ampliação de diálogos, sintonizadas com suas comunidades e visando um desenvolvimento sustentável em todas as frentes.

“Ao se abrir, de forma plural, para uma diversidade de temas e perspectivas, os museus cumprem papel essencial na construção de uma sociedade que se quer cada dia mais solidária e democrática”, avalia o presidente do Ibram, Marcelo Araujo. “O logo comemorativo pelos 200 anos de museus no Brasil busca registrar este ano como um marco para a trajetória de nossos museus”, completa.

A logomarca comemorativa aos 200 anos de museus no Brasil, criada numa parceria com a agência de publicidade DPZ&T, já está disponível para download gratuito nos formatos JPEG, PDF, PNG e PSD.

Paleontólogo é o novo diretor do Museu Nacional no RJ

O paleontólogo Alexander Kellner tomou posse ontem (7) como diretor do Museu Nacional/UFRJ para o quadriênio 2018/2021. Kellner foi o vencedor, com 63,72% dos votos, da consulta realizada junto ao corpo social da instituição.

O paleontólogo e geólogo integra a equipe do Museu Nacional há 20 anos

O paleontólogo e geólogo integra a equipe do Museu Nacional há 20 anos

Há 20 anos no Museu Nacional, o pesquisador, também geólogo e curador, foi chefe de Departamento de Geologia e Paleontologia e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Zoologia. Também é professor titular da instituição e membro da Academia Brasileira de Ciências desde 1997.

As atividades em comemoração aos 200 anos do Museu Nacional neste ano e a revitalização da instituição estão entre as prioridades da gestão.

A nova direção conta ainda com os professores Cristiana Serejo (vice- diretora), Luiz Fernando Dias Duarte (diretor adjunto técnico-científico), Lygia Dolores Ribeiro de Santiago Fernandes (diretora adjunta de Ensino) e o museólogo Wagner William Martins (diretor adjunto administrativo).

Primeiro museu do Brasil, criado por D.João VI em 1818, a instituição hoje vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro, é também a mais antiga do país nas áreas de História Natural e Antropologia.

Desde 1892, o Museu Nacional está sediado no Paço de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio – residência oficial da família imperial até a Proclamação da República (1889).

Fonte: Agência Brasil/Paulo Virgílio
Edição: Ascom/Ibram
Foto: ABC/Divulgação

Mostra de artes visuais ocupará MNBA durante Jornada Mundial da Juventude

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebeu, no dia 6 de março a visita de uma delegação de italianos (foto) responsáveis pela organização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 – evento internacional organizado pelo Vaticano que deve reunir jovens de todo o mundo na cidade, entre os dias 23 e 28 de julho de 2013.

Durante o encontro, que contou com a participação da diretora do MNBA, Monica Xexéo, foram acertados detalhes para a realização de uma grande mostra de artes visuais programada para acontecer no MNBA em paralelo ao evento católico. A mostra vai trazer ao Brasil obras de expoentes das artes italianas como Michelangelo e Rafael.

Junto à direção do MNBA, o grupo, formado ainda por representantes do comitê organizador local do JMJ Rio 2013, do Comitê Governamental e do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, definiu quais serão as galerias, localizadas no segundo piso do museu, que irão receber a mostra.

Os organizadores da Jornada Mundial da Juventude 2013 esperam receber cerca de 4 milhões de pessoas no evento, que contará com a presença do Papa Bento XVI.

Texto: Divulgação MNBA

Museu Nacional de Belas Artes (RJ) completa 75 anos

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), completa dia 13 de janeiro, 75 anos de criação.

Para comemorar a data, o museu vai oferecer entrada gratuita aos visitantes, além de um brinde exclusivo para quem comprovar, por meio de documento, que faz aniversário no mesmo dia.

Criado pela lei nº 378, de 13 de janeiro de 1937, o MNBA foi inaugurado em 19 de agosto do ano seguinte com a presença do então presidente Getúlio Vargas. O museu se volta para a aquisição, conservação, pesquisa e divulgação de obras de arte que evidenciem a evolução da produção artística brasileira e estrangeira.

A instituição conta com um acervo de cerca de 70 mil itens, distribuídos em um espaço de 13 mil m², incluindo pinturas, esculturas e arte sobre papel, além de outras coleções, dentre elas, arte decorativa, arte popular brasileira e estrangeira, arte africana e arte indígena. Saiba mais.

Fonte: Divulgação MNBA/Ibram

Museu de Belas Artes (RJ) abre retrospectiva de Monica Barki

Os 30 anos de trajetória da artista plástica carioca Monica Barki serão comemorados com uma exposição retrospectiva no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram e no livro homônimo Monica Barki – Arquivo Sensível, que será lançado também este mês. A abertura acontece no dia 8 de dezembro, às 18h30. A exposição pode ser visitada de 9 de dezembro de 2011 a 29 de janeiro de 2012.

Com Curadoria de Luiza Interlenghi e organização do produtor de arte Paulo Branquinho, a mostra contará com 127 trabalhos abrangendo todas as fases da carreira de Monica Barki: desenhos, estudos com colagem, gravuras, pinturas, assemblages, ensaios fotográficos, vídeos e máquinas em diferentes técnicas e dimensões.

Junto a trabalhos conhecidos somam-se seis desenhos inéditos que integram a série mais recente de Monica, iniciada em agosto de 2009. “Continuo trabalhando o tema das mulheres. Hoje elas estão mais preocupadas em se fortalecer… até fisicamente”, diz a artista.

 Nascida no Rio de Janeiro, Monica Barki entrou para o mundo das artes aos 12 anos, matriculada no Ateliê Infantil de Ivan Serpa. Desde então apresentou suas obras em 29 mostras individuais e cerca de 100 coletivas, no país e no exterior, incluindo participação na Bienal Internacional de São Paulo, em 1991. Suas obras encontram-se em coleções de vários museu brasileiros. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MNBA/MinC

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