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MNBA/Ibram sedia a exposição “Rio: a arte da animação”

Quem viu o filme Rio (e mesmo quem não viu) agora tem a chance de ver também a exposição.  Por trás dos bastidores do sucesso mundial do desenho animado que tão bem representou a Cidade Maravilhosa, existe um primoroso processo de criação.  E é esta experiência diferenciada que aguarda os visitantes da mostra Rio: a arte da animação, que estará aberta ao público de 8 de julho a 4 de setembro no Museu Nacional de Belas Artes/Ibram. A abertura da mostra, no dia 7, terá a presença do diretor do filme, o carioca Carlos Saldanha.  

Mostra exibe esboços dos personagens e cenários da animação "Rio"

O acervo inclui desde as primeiras páginas do roteiro até o resultado final do filme como chegou às telas. Estarão expostos storyboards, esboços dos personagens e cenários, além de todo processo de montagem computadorizada, mostrando que programas de computação gráfica de última geração se unem a técnicas artesanais (guache, pastel, carvão e modelagem em argila) ainda indispensáveis para compor a qualidade estética observada nas telas.

Mais informações:  www.mnba.gov.br

Assessoria de imprensa do MNBA: Nelson Moreira Jr., (21) 2532-7503

Oscar Oiwa estréia no Rio com individual no MNBA/Ibram

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram exibe a partir desta terça, 3/5, a primeira mostra individual do pintor Oscar Oiwa no Rio de Janeiro.

O artista produz uma obra situada num mundo pós-apocalíptico, que prescinde da presença humana. Nesta mostra, reunindo 15 telas,  um dos destaques é a grande tela Nest,  pintada em verde e medindo 222 cm x 555 cm,  que estampa a impetuosidade da natureza engolfando resquícios de civilização, objetos de design que ficam imprestáveis pela força da natureza. 

A recente devastação causada pelo terremoto e pelo tsunami que se seguiu a ele no Japão parece ter sido profetizada na série CAOS (2005-06), integrada pela obra Nest, que Oiwa apresentou há dois anos no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, e em seguida em Fukushima, uma das cidades mais atingidas pela recente catástrofe. As marcas do sofrimento também percorrem a exposição, representadas através de pedaços de carne que esboçam  o contorno de países atingidos pelas guerras.

Cidadão cosmopolita, residindo em Nova York, aos 45 anos Oscar Oiwa participou do circuito artístico de cidades como Paris, Londres, Beijing e Tóquio. Nos Estados unidos, o artista realizou em 2007 exposição individual no Museu da Universidade do Estado do Arizona. Suas obras integram importantes acervos no Brasil e no exterior.

Exposição de Oscar Oiwa

Abertura: 3 de maio, às 18:30h, na sala Bernardelli

Visitação: de 4 de maio até 20 de junho, de terça a sexta, das 10h às 18h; e sábados, domingos e feriados,  das 12h às 17h.  Ingresso: R$ 5. Entrada grátis aos domingos. 

Endereço do MNBA: Av. Rio Branco, 199, Cinelândia, Rio de Janeiro. Telefone: (21) 2219-8474. www.mnba.gov.br

Maio é mês de RioHarpFestival – Música no Museu

O RioHarpFestival/Música no Museu chega a sua sexta edição neste ano, trazendo ao Rio de Janeiro harpistas de mais de 20 países para apresentações em diversos pontos da cidade, de 1º a 31 de maio.

Todos os concertos são gratuitos. Além dos locais habituais de Música no Museu, as apresentações ocorrerão nos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, como Ilha Fiscal, Corcovado, Academia Brasileira de Letras, Real Gabinete Português de Leitura, Arquivo Nacional e estações do Metrô, com cerca de 60 concertos. O Museu Histórico Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu da República (todos integrantes do Ibram/MinC) também serão sede do festival.

O encerramento do RioHarpFestival será com o lançamento da Orquestra Jovem Música no Museu. Veja a programação completa em www.musicanomuseu.com.br e www.rioharpfestival.com.br

Quadro de Pedro Américo é restaurado pelo MNBA/Ibram

O Museu Casa de Pedro Américo será reinaugurado no dia 29 de abril, em Areia (PB), dia do aniversário do pintor. Para prestigiar o evento, o Museu Nacional de Belas Artes, do Ibram/MinC, vai entregar ao museu paraibano a tela Cristo Morto, pintada por Pedro Américo. A tela, pertencente ao acervo da Casa, foi restaurada por especialistas do MNBA no Rio de Janeiro. A entrega será feita pela diretora do MNBA, Monica Xexéo.

Pedro Américo é uma das estrelas da Galeria de Arte Brasileira do Século XIX, reaberta em fevereiro no Museu Nacional de Belas Artes, e que abriga ícones da arte brasileira como Batalha do Avai e Carioca, produzidas por ele.  Há anos, o museu carioca desenvolve parceria com o Museu Casa de Pedro Américo, envolvendo a troca de conhecimento e serviços.

As comemorações do aniversário do pintor, dentro da programação As cores de abril 2011, incluem palestra de Monica Xexéo e do museólogo Pedro Xexéo,  além de oficinas desenvolvidas pelos técnicos do MNBA Nancy de Castro Nunes e Gilson Gemente.

Leo Fisscher no Museu Nacional de Belas Artes

A cor e o geometrismo se impõem nas telas do pintor holandês Leo Fisscher, com intrigantes possibilidades líricas de cor, manchas e signos gráficos.  É o que promete a exposição A Lírica da Cor,  sob curadoria do poeta Carlos Dimuro, que o Museu nacional de Belas Artes, do Rio, inaugura no dia 14 de abril.

Uma das virtudes apontadas no trabalho de Fisscher é o apurado fazer gráfico e o seu domínio cromático, gerando uma “linguagem rica de ambiguidades e vibrações”, avalia o crítico Ferreira Gullar.  Nesta mostra estarão presentes 20 obras, em acrílica sobre tela, de médio e pequeno formato.

Leo Fisscher, um renomado fotógrafo, logo cedo imigrou para os EUA, lapidando seus dons artísticos em Nova York. De lá partiu rumo ao Brasil, fazendo escala em Brasília para depois pousar no Rio de Janeiro. Por aqui, seu círculo de amigos inclui o fotógrafo Walter Firmo e a falecida gravadora Fayga Ostrower, que lhe deu grande incentivo na carreira.  

A arte de Leo Fisscher já foi exibida nas cidades de Amsterdã, Paris, Nova York e no Rio de Janeiro, entre outras.  A exposição A Lírica da Cor fica em cartaz até 15 de maio.

Exposição A Lírica da Cor, de Leo Fisscher

Quando: abertura: 14 de abril, quinta-feira, às 18h. Visitação de 15 de abril até 15 de maio. De terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados,  das 12h às 17h.  Ingresso: R$ 5,00 (e grátis aos domingos). 

Onde: Sala Clarival Valladares do MNBA. Av. Rio Branco, 199, Cinelândia, Rio de Janeiro. Tel.: (21)2219-8474

Informações: www.mnba.gov.br

Ibram participa de exposição no Planalto

A exposição Mulheres, artistas e brasileiras será aberta nesta quarta-feira, 23 de março, pela presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, em Brasília. Idealizada pela Presidência da República em comemoração ao Mês da Mulher, a exposição tem curadoria da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e estará aberta ao público a partir de 24 de março. O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura) participa da exposição. Dezoito das cerca de 80 obras da mostra foram cedidas pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Museus Castro Maya e Museu da República, todos vinculados ao Ibram/MinC. A seleção inclui artistas como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti, Georgina de Albuquerque, Djanira, Fayga Ostrower, Lygia Pape e Tomie Ohtake, entre outras.

Uma das obras emprestadas pelos museus do Ibram é Auto-retrato ou Le manteau rouge, de Tarsila do Amaral. Pertencente ao MNBA, o quadro foi o mais admirado pelo presidente norte-americano Barack Obama em sua visita à exposição, no último sábado, acompanhado da presidenta Dilma.

A obra foi pintada em 1923 por Tarsila. O “casaco vermelho” a que se refere o título foi efetivamente usado pela artista em uma recepção para Santos Dumont em Paris. Elogiada na ocasião pela beleza e elegância, Tarsila decidiu retratar-se usando a peça. Em 1969, o retrato foi incorporado ao acervo do MNBA. O quadro retornará ao museu após o encerramento da exposição, em maio.

A mostra Mulheres, artistas e brasileiras exibirá ainda Abaporu, também de Tarsila. A obra integra a coleção permanente do Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba) e foi cedido especialmente para a exposição por seu proprietário, o colecionador argentino Eduardo Constantini. A curadoria da mostra é de José Luis Hernándes Alfonso, do Museu de Arte Brasileira da FAAP.

Mais informações:
Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus/MinC: ascom@museus.gov.br
Tatiana Beltrão: (61) 2024-4035 e 9619-5445
Isabela Fonseca: (61) 2024-4011
Soraia Costa: (61) 2024-4400

Exposição Mulheres, Artistas e Brasileiras
Período de visitação: de 24/3 a 5/5/2011
Horário: todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h
Local: Salão Oeste do Palácio do Planalto
Endereço: Praça dos Três Poderes – Brasília (DF)
Agendamento de visitas para grupos e escolas: (61) 3033-2929
Entrada franca

Museus mostram trajetória da mulher na arte brasileira

Durante muito tempo, a mulher esteve presente na arte apenas como inspiradora e musa, à margem do processo criativo. Mas esse papel não lhe cabe mais, e os museus brasileiros são prova disso: as coleções estão repletas de obras feitas por mulheres, que expressam o olhar de sua época e a insistência feminina em participar do mundo e do período em que vivem por meio da criação artística.

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, um roteiro pelos museus do Ibram/MinC no Rio de Janeiro oferece um panorama da trajetória feminina na arte brasileira.

No Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Museu Histórico Nacional e no Museu da República, por exemplo, estão obras da pintora Georgina de Albuquerque (1885-1962), uma das precursoras da participação das mulheres nas artes plásticas no país. Georgina rompeu com o academicismo após uma viagem à França, em 1906, e em 1952 torna-se a primeira mulher a dirigir a Escola Nacional de Belas Artes, onde mulheres só puderam entrar a partir de 1879. A artista obteve menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes de 1909 por seu quadro Supremo Amor e a partir daí, seu talento foi reconhecido no cenário artístico nacional.

Primeira caricaturista a despontar no Brasil, Nair de Teffé (1886-1981) foi outra dessas pioneiras. Nair retratou todos os presidentes de Deodoro da Fonseca a JK, além de figuras da sociedade do século XX, por meio de portrait-charges ou retratos caricaturais. A artista começou sua carreira na revista Fon-Fon! (1907) e teve caricaturas divulgadas em publicações francesas (Le rire, Excelsior, Fémina e Fantasio. Seu trabalho pode ser visto no Museu Histórico Nacional e no Museu Imperial, entre outros.

As mulheres também participaram ativamente do estopim do movimento modernista. Anita Malfatti (1889-1964) e Tarsila do Amaral (1890-1973) ajudaram a renovar a arte brasileira inspiradas na brasilidade.

Em 1917, Anita chocou São Paulo ao apresentar uma mostra com 53 de seus mais arrojados trabalhos e recebeu de Monteiro Lobato uma crítica tão violenta que levou Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia e Mário de Andrade a publicar artigos em sua defesa. Juntou-se ao movimento modernista Tarsila do Amaral, que estruturou sua personalidade artística a partir de influências cubistas, durante seus estudos em Paris, na Académie Julien. Depois de uma viagem às cidades históricas mineiras, o contato com o barroco brasileiro associado às teorias e práticas cubistas, ela criou uma pintura denominada Pau Brasil. Em 1926, Tarsila inicia sua fase antropofágica, de retorno ao primitivo, que tem como referência o quadro Abaporu.

O MNBA guarda algumas de suas obras. No mesmo museu, pode-se conhecer ainda o talento de Djanira (1914-1979) que, inspirada em trabalhos de mulheres modernistas, tornou-se uma das grandes intérpretes do movimento no Brasil. Ela apareceu no panorama cultural brasileiro em 1942, participando do Salão Nacional de Belas Artes e teve como temas o retrato, o futebol, a música popular, as atividades circenses, o teatro, além de suas pinturas sobre trabalhadores. Djanira fez várias viagens pelo interior, conhecendo os costumes e movimentos folclóricos do povo, enriquecendo sua temática e exploração de cores, composição e formas.

Um novo redirecionamento da arte brasileira acontece a partir de 1951, tendo como marco a 1ª Bienal de Artes de São Paulo. A bienal – cuja organização teve participação decisiva de uma mulher, a escultora Maria Martins – inspirou a criação do Manifesto Neoconcreto no Brasil.

Falar em neoconcretismo é falar em Lygia Pape (1927-2004) e também em Lygia Clark (1920-1988), que, dentre outras experiências inovadoras, consolida a performance na história da arte ao utilizar o corpo como parte da obra. O legado das duas artistas integra, por exemplo, o acervo dos Museus Castro Maya (Museu da Chácara do Céu e Museu do Açude), ao lado de obras de Fayga Ostrower. Outras artistas contemporâneas como Mônica Barki, Ana Bella Geiger, Marta Niklaus, Malu Fatorelli e Iole de Freitas também estão presentes nos acervos dos museus Ibram/MinC.

Jovens do Vidigal visitam Museu Nacional de Belas Artes

Crianças e adolescentes da comunidade do Vidigal, do Rio de Janeiro, visitaram a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea do Museu Nacional de Belas Artes, no dia 22 de outubro. Eles foram acompanhados pelo jornalista e ator Gutti Fraga,  idealizador do grupo Nós do Morro.

Em sua primeira visita ao espaço do museu,  os jovens puderam conhecer o imenso painel oferecido pela Galeria do MNBA, que cobre um período de produção artística que vai do início do século XX até a arte contemporânea.

O Nós do Morro foi fundado em 1986 com o objetivo criar oportunidades de acesso à arte e à cultura para as crianças, jovens e adultos do Morro do Vidigal. Hoje, o projeto se consolidou e oferece cursos de formação nas áreas de teatro (atores e técnicos) e cinema (roteiristas, diretores e técnicos).

Museu Nacional de Belas Artes e Museu Imperial sediam colóquio

O Museu Nacional de Belas Artes e o Museu Imperial sediam, entre 19 e 23 de outubro, o XXX Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte.  A partir de análises de obras de arte, o colóquio discutirá o trânsito da arte brasileira nos fluxos artísticos e culturais globais. A programação terá palestras, lançamento de livros e revistas, além de sessões temáticas apresentadas por membros do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA), que promove o evento.

A mesa de abertura será realizada nesta terça-feira, dia 19 de outubro, às 14h, no Auditório 1 do MNBA, no Rio de Janeiro. O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, participa da abertura do evento.

Até o dia 22, o museu continuará sediando as sessões temáticas, com os temas Arte e Imagem – contextos, migrações, contaminações (com coordenação de Ana Carvalho, Alexandre Santos e Tadeu Chiarelli); Trânsitos entre arte e política (com coordenação de Dária Jaremtchuk e Sheila Cabo Geraldo); A transferência da tradição clássica entre Europa e América Latina (coordenação de Ana Gonçalves Magalhães, Claudia Valladão de Mattos e Letícia Squeff) e Trânsitos entre criação, crítica e história da arte (coordenação de Maria de Fátima Morethy Couto e Mônica Zielinsky).

Outros temas abordados são Sobre posições – objetos em fluxo, espaços em refluxo (com coordenação de Denise Gonçalves e Marize Malta), Livro de artista: da modernidade à contemporaneidade (coordenadoras Maria Lucia Bastos Kern e Marilia Andrés Ribeiro), Distensões curatoriais: fluxos e acasos, coordenado por Blanca Brites e Elisa de Souza Martinez, e Identidades locais na arte colonial brasileira, com Adalgisa Campos, Luiz Alberto Ribeiro Freire e Márcia Bonnet.

O encerramento do colóquio, no dia 23 de outubro, ocorrerá no Museu Imperial, em Petrópolis. Mais informações no site do CBHA.

MNBA recebe Coleção Brasiliana Itaú

A partir do dia 17 de setembro, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) recebe a exposição Coleção Brasiliana Itaú, com mais de 300 peças – entre pinturas, aquarelas, desenhos, gravuras, mapas e livros – ligadas à história do Brasil. Com a curadoria de Pedro Corrêa do Lago, a mostra já esteve em exposição na Pinacoteca do Estado de São Paulo e no Palácio das Artes de Belo Horizonte (MG).

Para o Rio de Janeiro, a exposição exibirá pela primeira vez a obra Souvenir de Rio de Janeiro, de 1832. A tela reúne um trabalho em aquarela, óleo, lápis e colagem realizado por Jean-Baptiste Debret, Johann Moritz Rugendas, Araújo Porto Alegre e Victor Barat. A obra simula 16 imagens como se jogadas sobre uma mesa, criando uma ilusão de ótica em que as peças parecem sobrepor-se.

A exposição da Coleção Brasiliana Itaú já foi vista por quase 100 mil pessoas.

A mostra fica em exbição até o dia 21 de novembro, de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.

O Museu Nacional de Belas Artes fica na Av. Rio Branco, 199 – Centro – Rio de Janeiro/RJ. Informações: (21) 2219-8474 ou www.mnba.gov.br.

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