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Exposição Joaquim Lebreton e a Missão Francesa está em cartaz no MNBA

Apoteose de São Nicola

Apoteose de São Nicola: obra está em exposição no MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro, inaugurou ontem (14), a exposição Joaquim Lebreton – do cenário artístico em 1816 à Missão Francesa no Rio de Janeiro.

A mostra comemorativa dos 200 anos da chegada da Missão Artística Francesa ao Brasil reúne cerca de 50 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e documentos.

O MNBA responde pela maioria das obras expostas, porém trabalhos relevantes da coleção do Museu Histórico Nacional/Ibram, da Fundação Biblioteca Nacional e do Museu D. João VI(EBA/UFRJ), completam a exposição.

Dividida em quatro módulos, a exposição congrega alguns importantíssimos acervos públicos, destacando a presença de obras de Taunay, Leandro Joaquim, Marc Ferrez, Pradier, Marc Ferrez, Grandjean de Montigny e Corrado Giaquinto, entre outros e poderá ser vista até 12 março de 2017. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: MNBA/Divulgação

“Do asilo ao museu”: tese premiada será apresentada ao público em Brasília

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em Brasília (DF), recebe na terça-feira (13), o museólogo Eurípedes Gomes da Cruz Jr., reconhecido com a outorga de Menção Honrosa do Prêmio Capes de Tese 2016 na área de Ciências Sociais Aplicadas.

O convidado, que é responsável pelo setor de esculturas do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), vai apresentar sua premiada tese Do asilo ao museu: ciência e arte nas coleções da loucura, resultado de nove anos de trabalho, entre mestrado e doutorado, do pesquisador, sob orientação da professora Lena Vania Ribeiro Pinheiro.

Tese de Eurípedes trata de tema inovador na museologia

Tese de Eurípedes trata de tema inovador na Museologia

A apresentação é aberta ao público, basta confirmar a presença no e-mail eventos@museus.gov.br, e acontece no auditório do Ibram (Setor Bancário Norte, Quadra 2 Bloco N – Edifício CNC III – sobreloja).

Trabalho pioneiro
Realizado junto ao Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), o trabalho, considerado pioneiro nesta seara, destaca o papel da Museologia para integrar à História da Arte parcela significativa de criadores dela excluídos, em âmbito brasileiro, por conta de marginalização social causada por diversos motivos.

“Meu foco situa-se mais nas coleções que abrigam obras de pessoas rotuladas como loucas, mas também abre indagações sobre as questões éticas trazidas pela exposição desses trabalhos e seus autores que são estendidas a outras categorias de artistas que não pertencem aos círculos estabelecidos pelo campo tradicional da arte”, explica o pesquisador.

Com extensa revisão bibliográfica – fruto de oito meses de pesquisa em bibliotecas e museus no exterior – sobre o que foi produzido acerca do assunto nos campos da Ciência e da Arte, o trabalho, que também abarca a história das primeiras exposições com esta temática realizadas no Brasil, tenciona servir de referência na indicação de pistas e fontes para os pesquisadores do campo.

No dia seguinte a palestra (14), acontece a entrega do prêmio em cerimônia na sede da Capes, também em Brasília (DF). Durante o evento, os outorgados com menção honrosa serão destacados. A tese de Eurípedes Gomes da Cruz Jr. pode ser baixada e lida, na integra, na página do Programa de Pós-Graduação em Museologia da Unirio/MAST.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Acervo pessoal/Divulgação

Acervos: Ibram realiza seminário-oficina sobre Gestão de Riscos no MNBA

Teve início nesta segunda-feira (21), e segue até a sexta-feira (25),  o seminário-oficina Gestão de Riscos do Clima para Acervos Musealizados, realizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio de Janeiro (RJ).

Gestão de riscos: Técnicos do Ibram estão reunidos no Rio

Gestão de riscos: profissionais do Ibram estão reunidos no Rio até sexta (25)

No âmbito do Programa para a Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Brasileiro, o evento reúne no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) mais de cinquenta profissionais e gestores de museus da rede Ibram, além de técnicos do órgão ligados à área de segurança e preservação de acervos.

Durante cinco dias, os participantes terão a oportunidade de travar contato com conteúdos teóricos e práticos em torno do tema, apresentados pelo museólogo e meteorologista Antonio Carlos Oliveira e pelo químico José Luiz Pedersoli Jr. – atuante na área da conservação do patrimônio cultural.

Durante o encontro, foi apresentado o novo sistema informatizado e integrado ao conjunto de museus Ibram, capaz de mapear dados meteorológicos dos museus e gerar alertas de ocorrência e resposta frente a riscos climáticos ao patrimônio musealizado.

“Achei o encontro super rico, uma grande oportunidade para reunir profissionais dos diversos museus compartilhando desafios e experiências, desta vez com foco nos riscos climáticos e já diante de uma nova ferramenta”, avaliou José Luiz Pedersoli Jr., que já havia ministrado curso para profissionais da rede Ibram sobre gestão de risco ao patrimônio cultural, de forma ampliada.

O meteorologista e museólogo Antonio Carlos Oliveira concedeu entrevista na qual explica os objetivos e potencialidades do sistema informatizado e integrado sobre dados meteorológicos dos museus da rede Ibram.

Sobre o programa
O Programa para Gestão de Riscos ao Patrimônio Musealizado Brasileiro tem, entre seus objetivos, realizar ações de capacitação em gestão de riscos para acervos, envolvendo profissionais dos museus Ibram e demais profissionais da área, e acompanhar a elaboração e implementação do plano de gestão de riscos nas unidades museológicas vinculadas ao Ibram.

Dentre os resultados desejados está a criação de mecanismos para museus em ações de preservação e segurança, buscando minimizar perdas de valor das coleções, face a riscos e ameaças que podem afetar tanto os prédios onde estão instalados quanto seus acervos. Conheça o programa na íntegra.

Texto e foto: Ascom/Ibram
Última atualização: 24.11.2016

Exposição no MNBA comemora os 200 anos da Escola de Belas Artes no Rio

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), inaugura nesta quinta-feira (10), às 18h, a exposição Escola de Belas Artes: 1816-2016. Duzentos anos construindo a arte brasileira. 

Menino de Brodósqui, 1951 - Cândido Portinari

Menino de Brodósqui, 1951 – Cândido Portinari

A mostra faz um recorte da produção artística da instituição que formou – e ainda forma – centenas de artistas das mais diferentes gerações da arte brasileira.

Segundo a curadora da exposição, Angela Ancora da Luz, que dirigiu a EBA entre os anos de 2002 e 2010, “a presença da escola no contexto da sociedade brasileira revelou sua identidade por aspectos pouco conhecidos, mas de grande interesse social e político, além de seu princípio norteador fundamental: o ensino artístico”.

O eixo curatorial enfatizou a Escola de Belas Artes como instituição que mantém e preserva uma preocupação social, política e intelectual das diferenças individuais, o que não impede a formação de um corpo e de uma ‘identidade’. Buscou-se evidenciar as diferenças e afinidades em desenhos, gravuras, pinturas, esculturas, instalações, vídeos e performances.

De escola a museu
Criada por Decreto Real em 12 de agosto de 1816, a primeira sede da Escola de Belas Artes foi na Travessa das Belas Artes, próxima a Praça Tiradentes. O prédio, de Grandjean de Montigny, foi projetado para receber a então Academia Imperial das Belas Artes e foi inaugurado em 5 de novembro de 1826.

“Foi uma escola de grande peso no Império e que esteve aberta a todos os que desejassem buscar o caminho das artes, sendo aceitos pelos grandes mestres dos ateliês”, conta a curadora. “O que contava na hora da seleção era o talento, sem restrição ao grau cultural, à raça ou situação econômica”.

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 - hoje MNBA

Escola Nacional de Belas Artes no início do século 20 – hoje MNBA

Em 1908, já com o nome de Escola Nacional de Belas Artes, a instituição transferiu-se para seu segundo prédio, com projeto de Morales de los Rios, na Avenida Rio Branco – onde hoje situa-se o MNBA. Em 1975, a escola mudou-se em definitivo para o prédio da reitoria UFRJ na Cidade Universitária, compartilhado com a Faculdade de Arquitetura.

A mostra segue em cartaz até 12 de fevereiro de 2017. O MNBA fica na Avenida Rio Branco 199, – Cinelândia e funciona de terça a sexta das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados das 13h às 18h. Saiba mais.

Texto: Divulgação MNBA
Edição: Ascom/Ibram
Imagem: Divulgação MNBA

 

Alegoria às Artes de Leon Palière volta a ser exposto no MNBA

???????????????????????????????A tela “Alegoria às Artes” de Leon Pallière volta a ser exibida ao público, a partir deste sábado (6) no Museu Nacional de Belas Artes/IBRAM. A obra passou por uma restauração completa, iniciada em 2013 e finalizada este ano.

Encomendado pelo então diretor da Academia Imperial de Belas Artes (AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, a pintura mede 297 x 410 cm e foi produzida em 1855 para decorar o teto da biblioteca da Academia, construída em 1826 e inexplicavelmente demolida entre 1937 e 1938.

Além da tela, a exposição Alegoria às Artes – Leon Pallière engloba documentos, esculturas e mais 2 retratos. Para o museólogo Pedro Xexéo, um dos curadores da mostra, ela “permite novas possibilidades de leituras não apenas de uma instituição e de um acervo que demonstram a inesgotável presença da arte brasileira oitocentista na atualidade, como também da chegada e da importância da Missão Artística Francesa no Brasil”.

Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira (Rio de Janeiro, 1823/Paris 1887) estudou no ateliê de François-Edouard Picot, na capital francesa, e aos 25 anos retornou ao Brasil, tendo ingressado na Academia Imperial de Belas Artes. Neto do conhecido arquiteto Grandjean de Montigny, Leon Pallière realizou diversas viagens pela América do Sul, incluindo uma passagem por Buenos Aires (Argentina), onde ficou até 1866. Seu percurso artístico conheceu muitas transformações ao longo da carreira, com registro de paisagens, aspectos culturais e sociais das tradições populares nas técnicas de aquarela e gravura.

Serviço:

Alegoria às Artes – Leon Pallière
Curadoria:  Pedro Xexéo, Larissa Long,  Adriana Clen,  Denise de Oliveira  e Wallace Guiglemeti
Período:  de 06 de agosto até 23 de outubro
Visitação:  terça/sexta de 10h às 17h; sábado, domingo e feriado de 13h às 17h.
Ingresso:  R$ 8,00 inteira, R$ 4,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.  Grátis aos domingos.

Museu Nacional de Belas Artes
Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia
Telefone: (21) 3299-0600

MNBA recebe doação de desenhos de Souza Carneiro

Um dos desenhos doados ao MNBA

Um dos desenhos doados ao MNBA

O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebeu, de colecionadores portugueses, a doação de dezenove desenhos de Souza Carneiro, datados da época em que o artista viveu em Paris.

Pernambucano, Cirilo de Souza Carneiro, nasceu em 1854 e migrou cedo para a Europa, onde estudou com o renomado Alexandre Cabanet na Escola de Belas Artes, na capital francesa.  Antes já havia estudado na Academia de Belas Artes do Porto (Portugal). Passou pela Itália e Portugal, mas, misterioso, depois de expor a tela “Descida da Cruz”, na Academia Imperial de Belas Artes, em 1879, teve paradeiro ignorado.

“Descida da Cruz”, pertence ao acervo do MNBA e é considerado seu trabalho mais famoso. Com esta doação, o museu pretende oferecer um panorama mais completo do artista.

No MNBA, restauração da tela de Léon Pallière está perto do fim

IMG_2612 (2) chassiNa quinta-feira (10), a equipe de restauração do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) finalizou uma das últimas etapas do trabalho de restauração da tela Alegoria às artes, de Léon Pallière (1823-1887): a fixação da tela no chassis definitivo, uma estrutura de alumínio produzida na França, especialmente, para a obra de arte. Iniciada ainda em setembro de 2014, a reforma foi orçada em cerca de R$ 578 mil e está sendo realizada com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas.

A obra foi produzida no ano de 1855, em óleo sobre tela, para a colocação no teto (marruflagem) da Biblioteca da Academia Imperial de Belas Artes por encomenda de Manuel de Araújo Porto Alegre, então seu diretor instituição – primeira escola oficial de arte no Brasil, antecedendo a Escola Nacional de Belas Artes e o atual MNBA, que herdou muitas das obras da coleção da Academia Imperial de Belas Artes.

A tela representa uma alegoria às artes, no qual estão retratadas as musas da arquitetura, da pintura, da poesia, da música e da escultura e foi um dos poucos trabalhos que sobreviveu à demolição do seu prédio da Academia Imperial de Belas Artes, em 1938. Outros dois retratos, de autoria de Léon Pallière, intitulados Retrato do pintor italiano Jacopo ou Giacomo Robusti, dito Tintoretto e Retrato do pintor flamengo Peter Paul Rubens, fazem parte dos exemplares salvos da demolição.

Seu autor, Léon Pallière (1823-1887) é filho do pintor Arnaud Julian Pallière e neto do arquiteto Grandjean de Montigny, e obteve formação artística em Paris e na Academia Imperial de Belas Artes no Rio de Janeiro.

Informações e foto: Assessoria de Comunicação do Museu Nacional de Belas Artes
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus

Outras matérias relacionadas:
Projeto de restauração da obra Alegoria às Artes pode ser visto pelo público

MNBA é contemplado no Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça

A Fundação Nacional de Artes – Funarte divulgou, no dia 27 de outubro, o resultado final do Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça – 8ª edição. O edital tem como objetivo incentivar produções artísticas destinadas ao acervo das instituições museológicas públicas e privadas sem fins lucrativos; fomentar a difusão e a criação das artes visuais; fortalecer a memória cultural brasileira; e contemplar temas relevantes da sociedade contemporânea, novas linguagens e nova produção artística; além de permitir a acessibilidade aos bens culturais e o compromisso com a formação de público.

O Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro, foi contemplado, através do projeto Tereza Miranda e Museu Nacional de Belas Artes, da gravadora e pintora Tereza Miranda. O museu receberá 67 gravuras, que completará o percurso artístico da artista na instituição. Todo o material  estará disponível para consulta a partir de meados 2016.

Saiba mais sobre o Prêmio.

Biblioteca Araújo Porto Alegre, MNBA, se moderniza oferecendo novos serviços

Biblioteca Araújo Porto Alegre, MNBA

Biblioteca Araújo Porto Alegre, MNBA

Considerada uma das mais importantes do país no segmento de artes visuais, museologia, arquitetura e história da arte dos séculos 19 e 20, a biblioteca Araujo Porto Alegre do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro, acaba de passar por uma modernização que vai trazer benefícios  para seus usuários.

A sala de leitura, com 74m², de área recebeu mobiliário novo com mesas e cadeiras e um balcão de atendimento. Além disso, o frequentador agora conta com dois computadores para facilitar sua consulta,  acessar o sistema PHL contendo banco de dados com o acervo bibliográfico e também conectar o sistema Donato, que armazena o acervo museológico do MNBA.

Reformulado e emoldurado por telas de Raimundo Cela e Antonio Parreiras, o espaço de leitura oferece para fruição catálogos, periódicos, livros e revistas novos recebidos pela Biblioteca.

As obras começaram há dois anos e segundo Mary Komatsu,  chefe da biblioteca,  ainda  são esperados novos arquivos deslizantes, que ampliarão  a capacidade de armazenamento de publicações e acondicionamento do acervo arquivístico. Entre os planos futuros  a bibliotecária Mary adianta que serão oferecidas atividades culturais como lançamentos de livros e palestras.

Agora o espaço de leitura passa a funcionar de terça a sexta das 10h até 17h.  A entrada é franca.

Situada no 2º piso, a Biblioteca reúne em seu acervo bibliográfico obras raras e uma grande coleção de livros, obras de referências, periódicos especializados, catálogos de exposições nacionais e estrangeiras, possuindo também um arquivo biográfico de recortes de jornais  e revistas mais clippings dos eventos do MNBA desde o século passado. Entre suas coleções particulares estão as de Quirino Campofiorito,  Paulo Herkenhoff,  Walmir Ayala e Pedro Xexéo.

O nome da biblioteca é uma homenagem ao pintor, cenógrafo, arquiteto, caricaturista,  poeta, diplomata Araújo Porto Alegre, pioneiro dos estudos de história e crítica da arte no Brasil Foram investidos R$ 700 mil entre obra civil e mobiliário com recursos do IBRAM/MinC visando à preservação da memória do nosso país.

MNBA e MHN, no Rio de Janeiro, sediam mostra TRIO Bienal

A partir de 11 de setembro, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro,  será uma das sedes da TRIO Bienal, mostra  internacional de arte contemporânea em torno do tridimensional em seu escopo clássico – escultura, instalações e objetos – assim como, em todos os seus campos expandidos – pintura, fotografia, desenho, vídeo e outros suportes, como investigação tridimensional.Anish Kapoor (Sem titulo)

A curadoria de Marcus de Lontra Costa, sob o tema Quem foi que disse que não existe amanhã? – frase de uma letra do rapper Marcelo D2 – pretende discutir o momento de incerteza e de crise, tanto no Brasil quanto no mundo, e resume a persistência na procura de uma determinada arquitetura no caráter utópico da arte, recarregando fortemente a fé modernista em um mundo mais perfeito.A mostra no MNBA sob o título Reflexões sobre o Reflexo – Dinâmicas do Cinetismo no Tridimensional vai trazer obras de  Anish Kapoor(Reino Unido); Cildo Meireles(Rio de Janeiro), Constantin Brancusi(Romênia);  Heleno Bernardi(Rio de Janeiro);  Hilal Sami Hillal(Espírito Santo);  Hugo Mendes(Paraná); Ivan Navarro(Chile) e Marcia Xavier(Minas Gerais),  entre outros nomes e fica em cartaz até 11 de outubro.

Transversalidades das Identidades Tropicais

A partir de 12 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) abriga a exposição Transversalidades das Identidades Tropicais, que reúne esculturas, objetos e instalações de 25 artistas do Brasil e do exterior e integra a TRIO Bienal – Bienal Tridimensional Intern’l do Rio 2015.

Sob a curadoria de Marcus de Lontra, ex-diretor do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e produção executiva de Alexandre Murucci, a TRIO Bienal reúne, em onze centros culturais e museus da cidade, obras de 160 artistas, entre os quais Marina Abramovic, Vik Muniz, Los Carpinteros, Anna Bella Geiger, e Daniel Buren, de 44 países. Todas as obras da TRIO Bienal abordam o tridimensional – escultura, instalações, objetos – assim como, em todos os seus campos ampliados – pintura, fotografia, performance, vídeo e outros suportes enquanto investigação tridimensional.trio-bienal-300x80

Entre os artistas que expõem no Museu Histórico Nacional encontram-se Almandrade (Bahia), Andrea Brown (Rio de Janeiro), Barrão (Rio de Janeiro), Bruno Miguel (Rio de Janeiro), Camille Kachani – (São Paulo), Carina Bokel Becker (Rio de Janeiro), Carlos Krauz (Rio Grande do Sul), Daniel Buren (França), Deneir Martins (Rio de Janeiro), Denise Milan (São Paulo), Estela Sokol (São Paulo), Giuseppe Linardi (Itália), Henrique Oliveira (São Paulo), Joana Vasconcelos ( Portugal), Laerte Ramos (São Paulo) e Laurence Jenkell (USA). Participação, ainda, do artista Pedro Paulo Domingues, com uma intervenção em um canhão do acervo do Museu Histórico Nacional e posicionado no Pátio de Santiago, voltado para a baía da Guanabara.

A exposição fica  em cartaz até o dia 26 de novembro no Museu Histórico Nacional, que fica na Praça Marechal Âncora, s/nº, no Centro do Rio de Janeiro. Informações: (21) 3299-0324.

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