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Museu Lasar Segall inaugura neste sábado três novas exposições

Menino com lagartixas (Lasar Segall, 1924, óleo sobre tela, 98 x 61 cm)

Menino com lagartixas (Lasar Segall, 1924, óleo sobre tela, 98 x 61 cm)

O Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP), inaugura neste sábado (29), a partir das 15h, sua nova exposição de longa duração, Lasar Segall: o eterno caminhante, além de duas exposições temporárias de artistas contemporâneos: Alex Cerveny: Palimpsesto e Intervenções: Maurício Ianês. A abertura conjunta oferecerá ao público visitas guiadas pelo historiador de arte e curador Giancarlo Hannud, diretor do museu, e pelo artista visual Alex Cerveny. Todas as atividades terão entrada gratuita.

Para a mostra Lasar Segall: o eterno caminhante, nova exposição de longa duração do Museu Lasar Segall, foram selecionadas 110 obras – que incluem óleos sobre tela, desenhos, esculturas, gravuras e guaches – entre as mais de 3,5 mil que integram o acervo do museu.

A seleção faz um recorte da obra, vida e tempo do artista lituano naturalizado brasileiro Lasar Segall (1889-1957), permitindo uma visão panorâmica de sua produção em toda sua variedade técnica e temática, bem como de sua biografia. Nos trabalhos exibidos, será possível testemunhar o engajamento do artista com certas temáticas, bem como sua identificação com os emigrantes que, assim como ele, atravessaram o Atlântico em busca de melhores condições de vida na primeira metade do século XX.

A exposição Alex Cerveny: Palimpsesto apresentará um panorama do trabalho gráfico do desenhista, gravador, escultor, ilustrador e pintor atuante desde os anos 1980. No conjunto de 44 gravuras e 16 matrizes que será apresentado, o público terá a chance de ver as inúmeras possibilidades da gravura como meio artístico. Provas de impressão e de estado serão apresentadas junto a tiragens numeradas, revelando os diferentes momentos do processo da gravura.

Pelo projeto Intervenções, que o Museu Lasar Segall promove desde 2010 com o objetivo de apresentar instalações/intervenções de artistas contemporâneos em seu jardim interno, Maurício Ianês apresenta a obra inédita Trânsitos. O artista construiu uma sucá, espécie de cabana que na tradição judaica é montada durante a festa de Sucot, que relembra os 40 anos de êxodo dos judeus no deserto após a saída do Egito. Dentro da cabana, elaborada com tecidos africanos, latino-americanos e talitót, serão apresentados depoimentos sobre o drama da imigração, um dos principais temas da obra de Lasar Segall.

Facebook – O Museu Lasar Segall agora possui página oficial no Facebook. Acompanhe as novidades do museu em www.facebook.com/MuseuLasarSegall.

Museu Lasar Segall recebe ‘Ocupação Gregori Warchavchik’

Ambos imigrantes judeus, Warchavchik era concunhado do lituano Lasar Segall e projetou em 1932 a casa e ateliê de Segall (1889-1957) no bairro da Vila Mariana, em São Paulo (SP). O imóvel abriga o Museu Lasar Segall desde sua criação, em 1967.

Ambos imigrantes judeus, Warchavchik era concunhado do lituano Lasar Segall e projetou em 1932 a casa e ateliê do artista no bairro da Vila Mariana, em São Paulo (SP). O imóvel abriga o Museu Lasar Segall desde sua criação, em 1967.

O Museu Lasar Segall, integrante da rede Ibram em São Paulo (SP), recebe desde o último sábado (27) exposição do Itaú Cultural sobre o arquiteto ucraniano Gregori Warchavchik (1896-1972), pioneiro da arquitetura moderna brasileira.

Ambos imigrantes judeus, Warchavchik era concunhado do lituano Lasar Segall – o artista era casado com Jenny Klabin Segall e o arquiteto casou-se com a paisagista e cantora lírica Mina Klabin, irmã dela – e projetou em 1932 a casa e ateliê de Segall (1889-1957) no bairro da Vila Mariana, em São Paulo (SP). O imóvel abriga o Museu Lasar Segall desde sua criação, em 1967.

Atuante em São Paulo no período em que a cidade já começava a respirar os ares de renovação do modernismo, no contexto da Semana de Arte Moderna de 1922, Gregori Warchavchik foi próximo de intelectuais e artistas modernistas como Mario e Oswald de Andrade, Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Di Cavalcanti, Anita Malfatti e Tarsila do Amaral, além do próprio Lasar Segall.

Entre 1927 e 1928, o arquiteto projetou e construiu para viver aquela que foi considerada a primeira casa moderna do Brasil, na rua Santa Cruz, também na Vila Mariana – que hoje integra o Museu da Cidade de São Paulo. Situada perto dali, na rua Berta, a antiga residência modernista projetada pouco depois para Segall e sua família vai agora abrigar parte da Ocupação Gregori Warchavchik numa parceria entre o Itaú Cultural e o Museu Lasar Segall.

Revolucionário de moradias

Entre 1927 e 1928, o arquiteto projetou e construiu para viver aquela que foi considerada a primeira casa moderna do Brasil, na rua Santa Cruz, também na Vila Mariana.

Entre 1927 e 1928, o arquiteto projetou e construiu para viver aquela que foi considerada a primeira casa moderna do Brasil, também na Vila Mariana.

Com curadoria dos núcleos de Artes Visuais e de Enciclopédia do Itaú Cultural, cocuradoria de Silvia Prado Segall e projeto expográfico de Juliana Prado Godoy, a exposição apresenta na sede do instituto a trajetória profissional e a obra do arquiteto reconhecido pela imprensa da época como “revolucionário de moradias”, apresentando projetos, fotos, conteúdos audiovisuais atuais e da época, artigos, recortes de jornais e material de pesquisa.

No local o público pode rever, em fotografias, projetos e desenhos, casas construídas por Warchavchik – hoje desfiguradas ou já inexistentes – e prédios ainda em pé, uns conservados, outros não, que passam despercebidos por quem desconhece a obra do arquiteto. Depoimentos gravados em audiovisual de outros profissionais da arquitetura, como Aracy Amaral, contextualizam o período e a produção de Warchavchik.

Já no Museu Lasar Segall, em outro percurso da mostra, são expostas referências mais intimistas sobre o arquiteto, traçando a conexão das famílias Klabin, Segall e Warchavchik, sua paixão pela fotografia e uma representação de ambiente modernista semelhante àqueles em que eles conviviam.

Como visitar

A Ocupação Gregori Warchavchik, para a qual estão programadas diversas atividades paralelas, fica em cartaz até 23 de junho. No Itaú Cultural (Av. Paulista, 149 – Estação Brigadeiro do Metrô), pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h às 20h; e aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. No Museu Lasar Segall (Rua Berta, 111 – Vila Mariana), pode ser visitada de quarta a segunda-feira, das 11h às 19h. Em ambos com indicação livre e entrada gratuita. Saiba mais.

Museu Lasar Segall participa da 15ª SP-Arte

Durante a 15ª SP-Arte, museu lança a primeira gravura realizada no Ateliê Residência:

Durante a 15ª SP-Arte, Museu Lasar Segall lança a primeira gravura realizada em seu mais novo programa, o Ateliê Residência: “A vida dos navios”, do artista paulista Alex Cerveny.

O Museu Lasar Segall, integrante da rede Ibram em São Paulo (SP), participa até o próximo domingo (7) da 15ª edição da SP-Arte – Festival Internacional de Arte de São Paulo, que acontece no Pavilhão da Bienal (Parque do Ibirapuera).

Criado em 2005, o evento é um dos mais importantes do mercado global de artes e conta com a participação de consagradas galerias internacionais, museus e instituições culturais, proporcionando encontro criativo anual entre colecionadores, profissionais e amantes da arte e do design, além de fomento à economia criativa brasileira.

O Museu Lasar Segall lança na 15ª SP-Arte a primeira gravura realizada no Ateliê Residência, mais novo programa da instituição. A residência tem como objetivo incentivar o desenvolvimento e produção da gravura no Brasil, além de aprofundar o conhecimento sobre o museu – situado na antiga residência e ateliê do pioneiro da arte moderna brasileira nascido na Lituânia (1889-1957).

A cada ano, dois artistas serão convidados a produzir uma litografia, xilogravura ou gravura em metal no ateliê da Vila Mariana onde Lasar Segall trabalhou em suas últimas três décadas de vida, espaço paradigmático do modernismo brasileiro. A casa onde Lasar Segall viveu e seu ateliê, que hoje abriga cursos práticos e teóricos oferecidos pelo Museu Lasar Segall, foram projetados em 1932 pelo arquiteto Gregori Warchavchik, concunhado do artista e precursor da arquitetura moderna no Brasil.

O primeiro artista convidado pelo programa é Alex Cerveny, nascido em São Paulo em 1963. Na 15ª SP-Arte, o Museu Lasar Segall apresenta ao público sua obra A vida dos navios (20 x 24,5 cm), água-forte de 2018 produzida em edição de 30 exemplares. A obra faz referência às muitas viagens que Lasar Segall, emigrado para o Brasil devido à perseguição aos judeus na Europa, empreendeu durante sua vida.

Além do lançamento, o museu participa da edição 2019 da SP-arte com publicações e reimpressões de gravuras de Lasar Segall. Saiba mais sobre a SP-Arte e visite o Museu Lasar Segall.

Exposição no Museu Lasar Segall exibe seleção de desenhos do artista

Exposição traz 55 desenhos do artista lituano naturalizado brasileiro, dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição.

Exposição traz 55 desenhos do artista lituano naturalizado brasileiro, dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição.

O Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP), inaugurou no último sábado (20) exposição que exibe panorama de uma faceta menos conhecida do artista lituano naturalizado brasileiro (1889-1957): suas experimentações em desenho sobre papel.

Com curadoria de Giancarlo Hannud, diretor do museu, a mostra “O desenho de Lasar Segall” traz 55 desenhos dos mais de 2,4 mil que integram o acervo da instituição, revelando a inesgotável riqueza expressiva e técnica de sua produção.

Organizada a partir de uma cronologia flexível, a exposição apresenta lado a lado e de maneira não-hierárquica uma seleção de trabalhos, alguns assinados, outros estudos, exercícios acadêmicos e anotações visuais, no intuito de evidenciar as diversas formas e estratégias formais do artista.

A exposição poderá ser visitada no Museu Lasar Segall (Rua Berta, 111 | São Paulo – SP) até 17 de junho de quarta a segunda-feira, das 11h às 19h. A entrada é gratuita.

Museu Lasar Segall inaugura exposição do artista pernambucano Macaparana

“Sem título”, 2017
Macaparana
pigmento e tinta acrílica sobre cartão lana
110 x 102 cm

De pai alfaiate e o segundo de dezoito filhos, José de Souza Oliveira Filho nasceu em 1952 e adotou o nome de sua cidade natal, a cerca de 120 Km de Recife (PE), como seu nome artístico. “Como os pintores italianos do quattrocento”, comenta o curador Franck-James Marlot. Sua obra vasta, reconhecida dentro e fora do Brasil, é o tema de exposição que o Museu Lasar Segall, vinculado ao Ibram, inaugurou no último sábado (9).

Marcado pelo rigor geométrico conjugado à informalidade, o trabalho do artista tem como ponto de partida materiais como o papel e o papelão, seus suportes favoritos, abarcando esculturas de metal e painéis de madeira pintados, cortados, entalhados e perfurados.

“Macaparana – Afinidades” reúne 15 obras inéditas do artista pernambucano entre pinturas, desenhos, colagens e recortes sobre cartão, que focam quarenta anos de prática artística, além de trabalhos de artistas que inspiraram seu trabalho – convidando o público a refletir sobre a influência entre eles.

Trajetória

Aos sete anos de idade, doente de febre reumática e convalescente por um longo período, Macaparana vivenciou sua primeira relação com a pintura. “Os cadernos e os lápis tiveram um papel importante, quase obsessivo, no meu processo de recuperação e na consolidação da minha ideia de ser artista, apesar da desaprovação inicial do meu pai”, explica o artista, que realizou sua primeira exposição individual aos 18 anos, na capital pernambucana.

Aos 20 anos, vai viver no Rio de Janeiro (RJ), onde frequenta galerias e museus e torna-se próximo de nomes como Ferreira Gullar (1930-2016), Lygia Clark (1920-1988), Lygia Pape (1927-2004) e Amilcar de Castro (1920-2002). “Era um momento fantástico e a cidade onde todos queriam estar. Lá vivi intensamente, compartilhei casa com um vai e vem de artistas, participei de várias exposições e tive contato com o exercício da crítica pela primeira vez”, conta.

Em 1973, muda-se para São Paulo (SP), cidade onde vive até hoje e onde ganhou o nome que adotaria. “O Pietro Maria Bardi, fundador e diretor do Masp, gostava muito do nome da minha cidade natal, então no final dos anos 1970 ele e o meu amigo Antônio Maluf começaram a me chamar de Macaparana”, explica o artista, que já no ano seguinte realizaria exposição individual no Museu de Arte de São Paulo.

Ao longo dos anos 80, teria sua obra exposta em diversos espaços no Brasil e viajaria por temporadas, de grande influência para seu trabalho, à Holanda, França, EUA, Inglaterra e Turquia. Desde os anos 90, participa de frequentes exposições internacionais em países como México, Equador, Bolívia, Espanha, Argentina, EUA, França e Polônia – nos dois últimos, expôs em 2018.

A exposição “Macaparana – Afinidades” pode ser visitada até o dia 6 de agosto, de quarta a segunda, das 11h às 19h, no Museu Lasar Segall (Rua Berta, 111 – Vila Mariana), em São Paulo (SP). A entrada é gratuita.

Museu Lasar Segall abre inscrições para residência educativa

Residência é gratuita e tem como objetivo abrir as portas para que estudantes desenvolvam projetos educativos nos mais diferentes formatos.

Residência é gratuita e tem como objetivo abrir as portas para que estudantes desenvolvam projetos educativos nos mais diferentes formatos.

O Museu Lasar Segall, vinculado ao Ibram e localizado em São Paulo (SP), abriu edital para a seleção de projetos idealizados por estudantes que queiram participar de residência educativa na instituição, com o apoio e orientação de sua equipe de educadores.

A residência é gratuita e tem como objetivo abrir as portas para que estudantes desenvolvam projetos educativos nos mais diferentes formatos para provocar discussões, pesquisas e aprofundamentos de suas pesquisas e interesses em educação em uma atmosfera de troca de experiências e busca coletiva de soluções.

Serão selecionadas até quatro propostas de projetos educativos que já estejam em desenvolvimento ou que ainda estejam sendo idealizados. Podem se inscrever estudantes das mais diversas áreas que possuam interesse em arte, museu e educação. As inscrições poderão ser feitas de forma individual ou coletiva (representando um grupo).

A residência tem duração prevista de cinco meses. A primeira etapa será realizada nos meses de maio e junho; a segunda etapa nos meses de agosto, setembro e outubro de 2018. O período poderá ser estendido de acordo com a disponibilidade e interesse dos participantes. Interessados poderão se candidatar até o dia 14 de abril preenchendo a ficha de inscrição. Para qualquer dúvida, entrar em contato via e-mail: educa@mls.gov.br.

Museu da República e Museu Lasar Segall têm novos diretores

Um dos responsáveis pela criação da Política Nacional de Museus, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e do Programa Pontos de Memória, entre outros, Mário Chagas atuava como coordenador técnico do Museu da República, função que acumulava com a de professor de Museologia da Unirio.

Um dos responsáveis pela criação da Política Nacional de Museus, do Ibram e do Programa Pontos de Memória, Mário Chagas atuava como coordenador técnico do Museu da República e é também professor de Museologia.

Ganharam oficialmente novos diretores, nos últimos dias, dois museus vinculados à rede Ibram: o Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ), e o Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP). Ambos foram escolhidos através de seleção pública aberta no final do ano passado.

O museólogo, professor e poeta Mário de Souza Chagas é o novo diretor do Museu da República. Graduado em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e mestre em Memória Social pela mesma instituição, é doutor em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Um dos responsáveis pela criação da Política Nacional de Museus, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e do Programa Pontos de Memória, entre outros, Mário Chagas atuava como coordenador técnico do Museu da República, função que acumulava com a de professor de Museologia da Unirio. É também professor visitante da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT), em Portugal, e professor colaborador do Programa de Pós-graduação de Museologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Pertencimento comunitário

Com experiência nacional e internacional no campo da museologia e da museografia – com ênfase na museologia social, nos museus sociais e comunitários, na educação museal e nas práticas sociais de memória, política cultural e patrimônio – o novo diretor do Museu da República afirma que seu plano de trabalho para os próximos quatro anos terá como foco a valorização do Palácio do Catete, que sedia o museu, e do Palácio Rio Negro, localizado em Petrópolis (RJ), também vinculado à instituição.

“Os dois apresentam localização estratégica em suas respectivas cidades, acesso fácil, são atrativos turísticos da maior importância e eu pretendo valorizar todos esses aspectos. E com isso contribuir para ampliar as visitações”, explica.

Mário Chagas adianta que garantir a manutenção, conservação e restauração arquitetônica dos dois prédios históricos será um desafio prioritário, e que a celebração pelos 30 anos da Constituição Federal estará no foco de trabalho do museu para 2018. A articulação com comunidades populares, movimentos sociais e outros museus espalhados pela cidade do Rio de Janeiro, além de criação de uma rede de parcerias com universidades, instituições culturais e de pesquisa, também estão entre as prioridades.

Abertura e ressignificação

Giancarlo Hannud, novo diretor do Museu Lasar Segall, atuava como curador sênior da Pinacoteca do Estado de São Paulo e é também professor de História da Arte das Faculdades Santa Marcelina. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em História da Arte.

Giancarlo Hannud, novo diretor do Museu Lasar Segall, atuava como curador sênior da Pinacoteca do Estado de São Paulo e professor de História da Arte.

O curador e professor Giancarlo Hannud, bacharel em Artes Plásticas pela Slade School of Fine Art (Reino Unido) e mestre em História Cultural e Intelectual pelo Warburg Institute, de Londres, é o novo diretor do Museu Lasar Segall. Hannud atuava como curador sênior da Pinacoteca do Estado de São Paulo e é também professor de História da Arte das Faculdades Santa Marcelina. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em História da Arte.

O plano de trabalho do novo diretor para os anos de 2018 a 2021 tem como ponto central a ressignificação do Museu Lasar Segall dentro do imaginário da capital paulista a partir de três eixos: a afirmação da instituição como centro de excelência no campo dos estudos sobre a vida e obra do artista; a abertura conceitual do museu para seu público e entorno; e o reconhecimento do prédio que o abriga como parte integrante de seu acervo.

De acordo com Hannud, a agenda de exposições e atividades educativas da instituição será centrada na obra, tempo e espaço de Lasar Segall. “Estaremos fortalecendo as ações já desenvolvidas pelos núcleos do museu e ao mesmo tempo concentrando esforços e energias para a realização do catálogo raisonné do artista”, explica. Reconhecer o papel do público na formação da identidade do museu, convidando-o a participar ativamente de sua programação cultural e educativa, também será, segundo o diretor, uma vertente prioritária para os próximos anos.

A seleção dos dois diretores foi realizada mediante critérios técnicos e objetivos de qualificação, avaliados por Comissão de Seleção através de análise de currículo, declaração de interesse e plano de trabalho. Realizado em três etapas, cada processo seletivo incluiu ainda entrevista oral de caráter classificatório.

Aberta chamada para comunicações no Seminário Arte Degenerada – 80 Anos

seminário MAC USP _ Arte Degenerada  80 anosPromovido pelo Museu Lasar Segall/Ibram, em parceria com o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP), o Seminário Internacional “Arte Degenerada – 80 Anos: repercussões no Brasil”, abre chamada para envio de comunicações.

As propostas, em formato de resumo contendo de 200 a 300 palavras, devem incluir título, nome do autor, a maior titulação acadêmica obtida, vínculo acadêmico, ou profissional quando for o caso, e citação de um ou mais trabalhos relevantes.

Serão selecionadas até 16 propostas a serem apresentadas em quatro sessões de comunicações, distribuídas ao longo do evento que acontecerá de 25 a 27 de abril, em São Paulo (SP).

Cada apresentação terá duração de 15 minutos e as sessões serão seguidas de debate. As propostas devem ser encaminhas até o dia 9 de Março de 2018 para o e-mail: eventosmac@usp.br, tendo como assunto da mensagem “Convocatória Seminário Arte Degenerada”. O resultado será divulgado até o dia 16 de Março de 2018. Confira a íntegra da chamada.

O Seminário “Arte Degenerada – 80 Anos: repercussões no Brasil” é um evento complementar à exposição “A arte degenerada de Lasar Segall: perseguição à arte moderna em tempos de guerra”, que segue em cartaz no Museu Lasar Segall até 30 de Abril de 2018. Durante o Seminário haverá o lançamento do catálogo da exposição.

Texto: Ascom/Museu Lasar Segall
Edição: Ascom/Ibram

Chamadas públicas para diretores de museus Ibram marcam 2017

Jardins do Museu da República no Catete

Jardins do Museu da República no Catete

Foi publicado ontem (21), no Diário Oficial da União, o resultado final da seleção de candidato para ocupar o cargo de diretor do Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ) e do Palácio Rio Negro, em Petrópolis (RJ).

Este foi o quinto processo seletivo para cargos de diretores de museus Ibram finalizado em 2017.

Ao longo do ano, tomaram posse no cargo o diretor do Museu Solar Monjardim, situado em Vitória (ES), na primeira semana de dezembro; em novembro, a nova diretora do Museu Villa-Lobos, situado no Rio de Janeiro; a nova diretora do Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), e a do Museu do Diamante, em Diamantina (MG), tomaram posse no mês de setembro; e, em janeiro, o diretor do Museu das Missões, em São Miguel das Missões (RS), nomeado ao final do processo seletivo iniciado ainda em 2015.

Na quarta-feira (20), foram homologadas as inscrições de candidatos para o cargo de diretor do Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP). A seleção de diretores dos museus Ibram se dá através de Chamadas Públicas e observa critérios técnicos e objetivos de qualificação profissional dos candidatos.

Aberta chamada pública para diretor do Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou público, nesta segunda-feira (16), o edital da chamada pública para o cargo comissionado de diretor do Museu Lasar Segall, unidade museológica que integra o Ibram em São Paulo.

A seleção pública será realizada mediante critérios técnicos e objetivos de qualificação, avaliados por Comissão de Seleção através de análise de currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho. Realizado em três etapas, o processo seletivo inclui ainda entrevista oral de caráter classificatório.

Poderão concorrer ao cargo servidores públicos ou não, com formação acadêmica, conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu, além de experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações de governo e entidades da sociedade em geral. Confira todas as condições no edital.

Interessados em candidatar-se ao cargo devem encaminhar os documentos requisitados no edital para o endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, informando no assunto “Chamada Pública Museu Lasar Segall”, até às 23h59min do dia 16 de dezembro de 2017.

Todos os documentos para concorrer à seleção estão disponíveis para download.

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