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Biblioteca Rocambole comemora o Dia da Consciência Negra e muito mais

Atividade de leitura na Biblioteca Rocambole do Museu Imperial

Atividade de leitura na Biblioteca Rocambole do Museu Imperial

No mês de novembro a Biblioteca Rocambole irá comemorar o Dia Nacional da Cultura, Semana da Música, Dia do Inventor e Dia da Consciência Negra, para isso, a Bibloteca Rocambole (Museu Imperial/Ibram/MinC) preparou uma programação especial, com exibição de vídeos, oficinas criativas e exploração do acervo. Todas as atividades são gratuitas e destinadas a grupos escolares previamente agendados junto ao setor de Educação do Museu Imperial.

Nos dias 10 e 11 de novembro, em homenagem ao Dia do Inventor, será exibido o filme “Operação Big Hero”, uma animação infantil que conta a história de um garoto prodígio que cria um poderoso robô para participar de lutas clandestinas para tentar ganhar dinheiro. Porém, seu irmão deseja atraí-lo para algo mais útil e resolve levá-lo até o laboratório onde trabalha, que está repleto de invenções. Para conseguir ser matriculado no local, o menino precisa fazer a apresentação de uma grande invenção, entretanto, as coisas não saem como ele imaginava e, deprimido, encontra auxílio inesperado através do robô inflável Baymax, criado pelo irmão.

No dia 12, haverá Hora do Conto seguida de Oficina criativa. A leitura será do livro “Malvina”, que apresenta uma menina cheia de imaginação. Malvina tem muitas ideias, até o dia que decide inventar uma fabulosa máquina de despreocupação pra gente grande não ocupar demais a cabeça com tantos problemas, assuntos e complicações. É aí que algo estranho acontece! Onde foram parar suas ideias?

Nos dias 17 e 18 de novembro, após a leitura de “Obax”, haverá exploração do acervo da Rocambole. O livro conta que quando o sol acorda no céu das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegetação escura e rasteira. O dia aquece, enquanto os homens lavram a terra e as mulheres cuidam dos afazeres domésticos e das crianças. Ao anoitecer, tudo volta a se encher de vazio, e o silêncio negro se transforma num ótimo companheiro para compartilhar boas histórias. Esta data aproveita para comemorar o Dia da Consciência Negra.

“Meus contos africanos” também será lido em comemoração ao Dia da Consciência Negra, no dia 19 de novembro, seguido de Oficina Criativa. A história fala sobre o caleidoscópio de um livro que retrata a África em sua miríade de facetas e cores: o brilho ofuscante do quente sol africano, o tom azul das montanhas no horizonte, o repouso misericordioso oferecido pela água e pela mata, os estratagemas e a malícia das criaturas, tanto animais como humanas, que povoam esse vasto continente selvagem, e sua generosidade humana, seus grandes corações e seu riso sempre presente. Aqui são encontrados contos tão antigos quanto a África, contados ao redor de fogueiras no final do dia desde tempos imemoráveis, contos herdados dos povos san e khoi, originalmente caçadores e criadores de animais pioneiros, deixados à imaginação daqueles que vieram do mar em grandes embarcações de velas ondeantes.

Nos dia 24 e 25, haverá Hora do conto e sensibilização musical, com piano ao vivo, para comemorar a Semana da Música. Para entrar no clima, a leitura será do livro “Beethoven”, da coleção Crianças Famosas, que conta episódios da infância dos maiores músicos, pintores e escritores da História, mostrando sua genialidade precocemente revelada e apresentando-os ao público infantil. Nascido em 1770, Beethoven se apaixonou por música quando ainda era criança e teve influências de seu pai, um tenor que também dava aulas de piano e violino. Não é à toa que Beethoven era considerado um prodígio no quesito musical – a primeira vez que ele se apresentou em um concerto foi quando tinha apenas sete anos.

Para encerrar a programação do mês de novembro, no dia 26, haverá Hora do conto e oficina criativa. O livro escolhido foi “Imagine uma menina com cabelos de Brasil…”. A história apresenta Aparecida, uma garotinha com baixa autoestima, descontente com seus cabelos e que se sente deslocada na escola. As coisas só começam a mudar quando ela se une as suas duas únicas amigas para enfrentar as provocações das outras meninas. Com muita determinação e personalidade, Aparecida quer conquistar o seu lugar no mundo.

A Biblioteca Rocambole funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 12h, para leitura espontânea, consultas e empréstimos. Na parte da tarde, o espaço abre as portas para as atividades escolares agendadas através do telefone (24) 2233-0345, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 12h30 às 17h30.

O acervo é composto por cerca de 600 títulos, entre livros, revistas, gibis, dicionários, atlas, DVDs e jogos.  Sua programação mensal de atividades e outras informações relativas ao seu funcionamento e obras podem ser acessadas no Blog da Biblioteca: http://bibliotecarocambole.blogspot.com.

SERVIÇOS

Biblioteca Rocambole
Funcionamento: terça a sexta-feira, das 9h às 12h (consultas e empréstimos) e das 14h às 17h (atividades com grupos escolares agendados)
Local: Museu Imperial
Informações: (24) 2233-0332 / (24) 2233-0312
Agendamento para grupos escolares: (24) 2233-0345 (setor de Educação)
Mais informações e programação: http://bibliotecarocambole.blogspot.com

 

Texto: Ascom Museu Imperial

Design Petrópolis tem atividades no Museu Imperial

O Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis, recebe atividades do evento Design Petrópolis, entre os dias 4 e 14 de novembro. O evento apresenta à cidade, o design como fator diferencial e inovador, aplicado na comunidade de serviços, comércio e indústria. As atividades acontecem no espaço Cultural InterTV e no Cine Teatro do Museu Imperial. São palestras e workshops, bem como exposição de objetos.

No dia 5 de novembro, às 17h30, o Cine Teatro do Museu Imperial recebe o designer Fred Gelli, do escritório Tatil Design de Ideias, que ministra palestra sobre a criação do design visual para as Olimpíadas e Para Olimpíadas. Também às 17h30, no dia 9, a pestra é de Jorge Lopes, da PUC Next. Jorge fala sobre o uso da prototipagem e a fabricação digital no design e na produção futura.

O design vai à mesa é o tema da palestra que acontece no dia 10 de novembro, às 15h, no Cine Teatro do Museu Imperial. Antonio Lo Presti fala sobre a relação do design com a alimentação e o arranjo dos pratos.

E para encerrar as atividades no Museu, no dia 12, às 17h, Gilberto Strunck, da Dia Comunicação ministra palestra sobre a relação do design e as soluções necessárias para a venda dos produtos.

Mais informações sobre o evento aqui.

Documentos do Museu Villa-Lobos são reconhecidos patrimônio pela Unesco

villa-lobos.gif-300x272Na última quarta-feira (14), foi publicada portaria do Ministério da Cultura que reconhece a inscrição dasPartituras – Obras de Heitor Villa-Lobos (1901-1959), apresentadas pelo Museu Villa-Lobos / IBRAM, no Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

Além das partituras, a Iconografia do Rio de Janeiro na Coleção Geyer (séculos XVI a XIX), apresentada pela Casa Geyer (Museu Imperial/Ibram) e outros documentos históricos foram selecionados. A lista com os 10 nominados, inscritos no edital de 2015, foi publicada no Diário Oficial da União.

Criado em 1992, o Programa Memória do Mundo é uma iniciativa da Unesco e reconhece documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional. Entre os objetivos da iniciativa estão os de preservar e difundir esse acervo e impedir que o patrimônio da humanidade seja esquecido.

O museu

O Museu Villa-Lobos fica na Rua Sorocaba, 200, em Botafogo, no Rio de Janeiro, e fica aberto de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. Instalado em um casarão tombado do século XIX, o museu reúne objetos e documentos referentes à vida e à obra do compositor e maestro Heitor Villa-Lobos. O acervo tem mais de 53 mil itens, entre partituras (manuscritas e impressas), correspondências, recortes de jornais, discos, filmes, livros, condecorações, instrumentos musicais e objetos de uso pessoal.

Outubro cheio de homenagens na Biblioteca Rocambole, do Museu Imperial

Um homem no sotaoOutubro é o mês das crianças, do poeta, dos animais, do pintor e do livro. Diante de tantas comemorações a Biblioteca Rocambole (Museu Imperial/Ibram/MinC) não poderia ficar de fora e preparou uma intensa programação com exploração do acervo, oficinas criativas e leitura com histórias dinâmicas. Todas as atividades são gratuitas e destinadas a grupos escolares previamente agendados junto ao setor de Educação do Museu Imperial.

Nos dias 06 e 07 de outubro, a hora do conto homenageará o Dia Mundial dos Animais com o livro “A Galinha que botava batatas” de Simone Pedersen, em seguida haverá interação com fantoches e jogos. Na história, Miranda é convidada a ir ao galinheiro para desvendar um enigma. A galinha Josefina não colocou um ovo e sim uma batata. Com sua mala de detetives a menina começa a fazer investigações, anotações e segue pistas até chegar a uma solução.

No dia 08 de outubro a contação de histórias irá comemorar o Dia do Pintor, com o livro “Claude Monet”, de Mike Venezia, em seguida, haverá oficina criativa. O livro aborda de forma fácil e clara a infância, a família, os amigos, os primeiros traços, as obras mais importantes, os desafios e as conquistas de Monet. Em meio à biografia do artista há comentários a respeito das obras, nos quais formas, cores e texturas tornam-se elementos familiares e facilmente observáveis ao leitor.

Já nos dias 20 e 21 de outubro, será a vez do livro ser homenageado com a história “Um homem no Sótão”, de Ricardo de Azevedo, em seguida haverá exploração de livros jogos e fantoches na Biblioteca Rocambole. A leitura conta que personagens de contos de fada invadem furiosos a vida do autor e exigem mudanças nos papéis que representam há centenas de anos. O que será que vai acontecer? Será que as histórias mudarão?

No dia 22 de outubro, a Biblioteca Rocambole homenageará o Dia da Poesia com o livro “Poesia na varanda”, de Sonia Junqueira. Posteriormente haverá exploração de livros, jogos e fantoches. O texto apresenta um poema sobre onde se pode encontrar a poesia – na planta que brota, na chuva que cai, numa canção, no céu estrelado, entre outros.

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Nos dias 27 e 28 de outubro, mais uma vez, o Dia Nacional do Livro será homenageado, porém, com a história “O livro inclinado”, de Peter Newell, seguida da exploração do acervo. O formato inclinado do livro nos dá uma pista do que o leitor encontrará ao abri-lo: um carrinho de bebê foge desgovernado ladeira abaixo, causando uma grande desordem por onde passa.

Para fechar o mês de outubro, no dia 29 de outubro, a hora do conto será com o livro “Bruxa, bruxa venha a minha festa”, de Arden Druce, acompanhada de oficina criativa. O texto fala sobre uma menina que pede para que todos os tipos de seres assustadores compareçam a sua festa, desde bruxas até fantasmas.

A Biblioteca Rocambole funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 12h, para leitura espontânea, consultas e empréstimos. Na parte da tarde, o espaço abre as portas para as atividades escolares agendadas através do telefone (24) 2233-0345, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 12h30 às 17h30.

O acervo é composto por cerca de 600 títulos, entre livros, revistas, gibis, dicionários, atlas, DVDs e jogos.  Sua programação mensal de atividades e outras informações relativas ao seu funcionamento e obras podem ser acessadas no Blog da Biblioteca: http://bibliotecarocambole.blogspot.com.

SERVIÇO

Biblioteca Rocambole

Funcionamento: terça a sexta-feira, das 9h às 12h (consultas e empréstimos) e das 14h às 17h (atividades com grupos escolares agendados)

Local: Museu Imperial

Informações: (24) 2233-0332 / (24) 2233-0312

Agendamento para grupos escolares: (24) 2233-0345 (setor de Educação)

Mais informações e programação: http://bibliotecarocambole.blogspot.com

Coleção Geyer é Patrimônio da Humanidade

Aquarela e guache sobre papel: retrato da São Clemente, em Botafogo – Coleção Geyer.

Aquarela e guache sobre papel: retrato da São Clemente, em Botafogo – Coleção Geyer.

A candidatura Iconografia do Rio de Janeiro na Coleção Geyer (séculos XVI a XIX), apresentada pelo Museu Imperial/Ibram, foi aprovada durante reunião do Comitê Brasileiro do Programa Memória do Mundo da UNESCO (MoWBrasil) e será inscrita no Registro Nacional do Brasil do programa da referida organização.

“Vemos que os temas dessa verdadeira brasiliana partem do particular, o Rio de Janeiro, para o geral, o Brasil. A difusão das imagens em tempo quase simultâneo à sua produção foi ampliada pela intensa atividade editorial ligada ao tema das viagens, conferindo a essa coleção status de patrimônio documental do país” – explica diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior.

Na mesma reunião, ocorrida nos dias 22 e 23 de setembro no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, Maurício Vicente foi eleito presidente do Comitê Brasileiro do Programa Memória do Mundo da UNESCO, com mandato até outubro de 2017.

Os dez conjuntos aprovados, dentre as 30 candidaturas habilitadas para análise, serão inscritos no referido programa por meio de portaria do Ministério da Cultura a ser publicada oportunamente no Diário Oficial da União. Veja lista aqui.

A Coleção

Doada ao Museu Imperial pelo casal Maria Cecília e Paulo Geyer, em 1999, a coleção reúne livros, álbuns, pinturas, gravuras, litografias, desenhos, mapas e demais objetos de arte reunidos durante 40 anos, totalizando 4.255 obras. Com o falecimento dos doadores, o Museu Imperial assumiu a coleção e a edificação que a abriga, em uma área de 12 mil m², localizada no bairro do Cosme Velho, na capital fluminense. A casa, que deverá ser aberta ao público em 2016, será uma subunidade do Museu Imperial.

9ª Primavera tem programação para todas as idades no Museu Imperial

Entre os dias 20 e 27 de setembro o Museu Imperial/Ibram/MinC participa da 9ª Primavera dos Museus.

Durante a semana haverá uma programação diferenciada na Biblioteca Rocambole, concerto internacional no Cineteatro, curso voltado para guias de turismo, exposição de peças do acervo alusiva aos indígenas, atividades que equilibram o corpo e a mente, grupo folclórico e banda, além de preços especiais para os visitantes.

A abertura da Primavera no Museu Imperial acontecerá no dia 20 de setembro às 16 horas com a pianista Junko Ueno Garret, no Cineteatro. Os Interessados deverão retirar gratuitamente seus ingressos a partir do dia 15 de setembro, na bilheteria do Museu.

O Curso de Atualização para Guias de Turismo petropolitanos será outro atrativo. Voltado para profissionais com registro no Ministério do Turismo/Embratur, o curso tem como objetivo capacitar os guias para atuarem nos pontos turísticos de Petrópolis, proporcionando um atendimento de qualidade aos turistas que visitam a cidade. Os participantes poderão visitar os principais pontos turísticos da cidade, conhecer os bastidores do Museu Imperial e participar de palestras. Ao final, assistirão as apresentações do Sarau Imperial e o Espetáculo Som e Luz. O curso acontecerá no dia 21 de setembro.

Do dia 22 ao dia 27 de setembro, o Museu Imperial abrigará uma exposição referente aos índios. Na ocasião, serão exibidas armas indígenas, varanda de rede dentre outras peças que fazem alusão ao tema.

No dia 23 de setembro, às 19h horas, no Cineteatro do Museu Imperial, será realizada a mesa redonda “80 Anos da ANL- Aliança Nacional Libertadora” com Anita Prestes, professora do programa de pós-graduação em história comparada da UFRJ e Álvaro Penalva, professor de história do ensino médio. Posteriormente acontecerá o lançamento do livro “Pão Terra e Liberdade na Cidade Imperial”, de Paulo Henrique Machado.

A 9ª Primavera dos Museus também contemplará a área educativa, voltada para o público infantil. Com programação diferenciada no dia 22 de setembro das 14h30 às 15h30, a Hora do Conto explorará o livro “Histórias Encantadas Indígenas”, de Ingrid B. Bellinghausen; já no dia 23, será a vez da obra “Diacui”, de Denise Helena, e no dia 24 de setembro, a leitura será da obra “Como Nasceram as Estrelas”, de Clarice Lispector. Nesse dia, além da contação de história haverá oficina criativa em torno do tema abordado. As atividades serão gratuitas e destinadas a grupos escolares previamente agendados junto ao setor de Educação do Museu Imperial.

Os petropolitanos e visitantes poderão aproveitar também os espetáculos oferecidos pelo Museu Imperial a preços promocionais. Nos dias 24, 25 e 26 de setembro, às 20 horas, será a apresentação do Som e Luz a R$5,00 e 25 e 26 de setembro, com o mesmo preço às 18h30, exibições do Sarau Imperial.

A fim de contribuir para o equilíbrio do corpo e da mente, o Museu Imperial oferecerá, também no dia 26, das 10 às 11 horas, o Projeto “Meditação para Todos”, com Miguel Berredo, e, no dia 27, das 09h30 às 11 horas, “Todo dia é dia de Yoga”, com o professor Fábio Goulart.

No dia 27 de setembro, encerramento da 9ª Primavera dos Museus, a entrada para visitação ao Palácio Imperial será gratuita, em virtude do Dia Mundial do Turismo. Além disso, o visitante poderá contemplar, às 12 horas, a apresentação de dança de grupo folclórico germânico e, às 13 horas, a apresentação da Banda Wolney Aguiar.

Texto: Ascom Museu Imperial

Museu Imperial recebe doação de livro raro

Imperial.livroO Museu Imperial acaba de receber do Sr. Thales Ribeiro de Magalhães a doação de um livro raro cuja edição é de 1699. Em verdade, a Biblioteca Nacional possui uma edição ainda mais antiga, de 1606.

A obra doada tem como título:  Les Aphorismes d´Hippocrate, rangez selon l´ordre des parties du corps humain. Avec des nouvelles explications… Par M. Du Four, Docteur en Medecine. Paris: Laurent d´Houry, M.DC.XCIX.

Hipócrates, que viveu entre os séculos V e IV A.C., é reverenciado como o Pai da Medicina, e a obra em questão é um conjunto de definições elaboradas por Hipócrates com raro exercício de síntese e concisão que configura justamente a expressão aforismo. Para alguns especialistas, Os Aforismos de Hipócrates ainda é o texto que melhor sintetiza conhecimento e prática.

Casa de Cláudio de Souza recebe Semana da Cultura do Japão

Oficina da Semana da Cultura do Japão em 2014

Oficina da Semana da Cultura do Japão em 2014

A Casa de Cláudio de Souza (Museu Imperial/Ibram) recebe, na próxima semana, a Semana da Cultura do Japão. O evento acontece de 11 a 15 de agosto e faz parte do Bunka-Sai – Festival da Cultura Japonesa de Petrópolis, organizado pela Associação Nikkei de Petrópolis.

Durante a semana, interessados poderão desfrutar, gratuitamente, de uma programação extensa e dinâmica, que abrange todos os aspectos da cultura japonesa. São palestras, oficinas, concerto de violinos, dentre outras atividades.

O evento tem apoio do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, Museu Imperial, Casa de Cláudio de Souza, Academia Petropolitana de Educação, Academia Brasileira de Poesia e Centro de Estudos de Jovens e Adultos de Petrópolis.

A Casa de Cláudio de Souza fica na Praça da Liberdade, 247, Centro, Petrópolis. Para mais informações, entre em contato pelos telefones (24) 2231-5156 e (24) 2231-4722 ou pelo e-mail mimp.casaclaudiodesouza@museus.gov.br.

Receita doa uma série de obras apreendidas ao Ibram

Pintura Rio de Janeiro, de Luis Ribeiro, sendo recebida no Museu da República

Pintura Rio de Janeiro, de Luis Ribeiro, sendo recebida no Museu da República

Cinco museus Ibram receberam, nesta semana, obras apreendidas pela Receita Federal na Alfândega do Aeroporto de Guarulhos e na Alfândega do Porto de Santos, em São Paulo.  As obras, que foram destinadas ao Ibram, como previsto pela Lei 12.840/2013,  já estão sob a guarda e administração dos museus e passarão agora por procedimentos museológicos de documentação, conservação e pesquisa, através do qual as equipes técnicas dos museus poderão identificar ou confirmar sua origem, material utilizado, estilo e autoria, entre outros aspectos.

O Museu Nacional de Belas Artes (RJ) recebeu a pintura Mangueïrengruppe (grupo de mangueiras ) do artista austríaco naturalista Joseph Selleny, que veio ao país no século XIX com o objetivo de retratar a paisagem brasileira. Duas esculturas intituladas Negros Venezianos suportando resposteiros, representação artística de escravos do séc. XIX, foram para o Museu da Abolição (PE).

O Museu da República (RJ) recebeu a obra de Luís Ribeiro, Rio de Janeiro – Baia de Guanabara, de 1899, apresenta uma cena marítima da então capital federal, nos primeiros momentos da República recém instaurada. Le Corcovade, de Henri Langerock, de cerca de 1880, foi destinada ao Museu Imperial (RJ), e fará parte da coleção que retrata o Rio de Janeiro real e imperial.

A tela O Martírio das onze mil virgens, Escola Flamenca do século XVII, foi destinada ao Museu Histórico Nacional (RJ), que também recebeu as tapeçarias Noblemen in the Garden e uma tapeçaria em fio de lã, com a seguinte inscrição na borda inferior: Manufacture Royale Aubusson 1739. De acordo com a diretora do MHN, Ruth Beatriz, com essas peças, o museu forma um conjunto de tapeçarias jamais visto no Brasil.

A destinação das obras levou em conta critérios como a política de aquisição dos museus, disponibilidade para receber os bens, condições favoráveis de preservação e segurança, além das disposições de preferência previstas pela lei que dispõe sobre a destinação de bens culturais aos museus.

Museu Imperial recebe doação de caderno de viajante inglês do século 19

Páginas do caderno de viagem de William Collett no Brasil (1848)

Páginas do caderno de viagem de William Collett no Brasil (1848)

Nesta sexta-feira ( 3), às 16h, o Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis (RJ), recebe de Deirdre Atmore e George Andrews, descendentes do viajante inglês William Rickford Collett (1810-1882), a caderneta (travel-log) com anotações sobre a viagem do aventureiro entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais – realizada de fevereiro a abril de 1848.

Com o título Journey  from Rio de Janeiro to the Mines (Viagem do Rio de Janeiro para as Minas, em tradução livre) o volume com encadernação de couro e fecho de metal contém 70 páginas com apontamentos manuscritos e aquarelas de próprio punho do viajante, e que permaneceu em poder dos descendentes de William Collett até hoje.

Viajantes pelo Brasil
A obra de Collett se inscreve no rol dos registros de viagem comuns no século 19, especialmente os produzidos por súditos da coroa britânica, seja por artistas profissionais e/ou artistas diletantes conhecidos a partir dos exemplares preservados na Coleção Geyer, que pertence ao Museu Imperial.

Assim, o diário de William Collett se junta a outros, igualmente produzidos na primeira metade do século 19, como os Diários do almirante Graham Eden Hamond (1825-1838) e os Sketches do tenente William Smyth (1831-1834), complementando tematicamente a categoria “literatura de viagem” sob a guarda do Museu Imperial.

Dentre os destaques do caderno de viagem encontram-se duas imagens raras: uma que documenta os primórdios da construção do Palácio Imperial de Petrópolis, hoje Museu Imperial, e outra da Fazenda do Padre Correa, comunidade rural anterior a chegada da família imperial.

Assim, a incorporação da obra contribui para o estudo da ocupação da região petropolitana e do registro de seu cotidiano. Saiba mais sobre o Museu Imperial e faça uma visita virtual.

Texto e imagem: Divulgação Museu Imperial
Edição: Ascom/Ibram

 

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