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Princesa europeia lança livro no Museu Imperial/Ibram

No dia 13 de maio, sexta-feira, o Museu Imperial/Ibram receberá uma visitante ilustre: a princesa Michael de Kent, pertencente à família real britânica. A princesa estará na instituição para lançar seu último livro, Coroadas em terras distantes – Triunfo, Tragédia, Paixão e Poder na Vida de Oito Princesas Europeias.

A obra, publicada no Brasil pela editora paulista Ambientes & Costumes, apresenta uma biografia de oito princesas reais europeias que, por casamento, tiveram que ir viver longe de suas pátrias. A autora pesquisou em farta bibliografia a vida dessas princesas, com uma autenticidade de quem conhece os códigos e costumes da realeza.

Entre as princesas retratadas no livro, está a imperatriz Leopoldina, primeira esposa de d. Pedro I. As demais são Catarina, a Grande, da Rússia; Maria Antonieta, da França; Maria Carolina, de Nápoles; Eugênia de Montijo, da França; Vitória, da Alemanha (filha da rainha Vitória); Alexandra, da Inglaterra; e Maria Feodorovna, czarina da Rússia.

A visita se dará em uma ocasião especial: na data, comemoram-se os 123 anos da Lei Áurea, que aboliu a escravidão no Brasil e foi assinada pela princesa Isabel, neta da imperatriz Leopoldina. E, como ocorre sempre no 13 de maio, o Museu Imperial concederá entrada gratuita a todos os visitantes.

A princesa chegará às 14h ao Museu Imperial, onde participará de uma visita guiada em companhia do diretor da instituição, Maurício Vicente Ferreira Jr. Uma hora depois, ela apresentará uma palestra sobre o livro no auditório do Museu e, após uma rápida conversa com a imprensa, terá início a tarde de autógrafos, que ocorrerá dentro do palácio. A partir da data, o livro também estará à venda na loja do Museu Imperial.

No último domingo (8/5), a princesa prestou homenagem à princesa Isabel e depositou uma coroa de flores em seu túmulo na Catedral de São Pedro de Alcântara, em Petrópolis (RJ).

Sobre a autora – Marie-Christine, princesa Michael de Kent, nasceu na Boêmia em 15 de janeiro de 1945. Filha de antigas linhagens austríacas, boêmias e húngaras, ela passou sua infância na Austrália e em um fazenda de seu pai em Moçambique. Após estudos de História da Arte em Viena e Florença, prosseguiu sua vida acadêmica em Londres, onde abriu uma empresa de decoração de interiores. Foi lá que conheceu o príncipe Michael de Kent (primo-irmão da rainha Elizabeth II da Inglaterra), com quem se casou, em 1978, em Viena.

O casal vive em um apartamento do Palácio de Kensignton, em Londres, possui dois filhos e, uma vez que não recebem ajuda do Estado inglês como outros membros da família real, possuem autorização para trabalhar. A princesa é, entre outros, autora de romances históricos publicados em várias línguas e países, palestrante de importantes museus, universidades e outras instituições. Foi diretora por muitos anos do Victoria and Albert Museum, em Londres.

Lançamento do livro Coroadas em terras distantes – Triunfo, Tragédia, Paixão e Poder na Vida de Oito Princesas Europeias, da princesa Michael de Kent

Data: 13 de maio de 2011

Palestra: 15h, no Auditório do Museu Imperial

Tarde de autógrafos: 16h, na Sala de Exposição 5

Endereço do Museu Imperial: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ

Telefones: (24) 2245-5550 / (24) 2245-5560

Site: www.museuimperial.gov.br

Fonte: Assessoria de Imprensa do Museu Imperial. Telefone: (24) 2245-7321

Museu Imperial reinaugura pórtico de pedra do palácio

No dia 16 de março, quarta-feira, a cidade de Petrópolis (RJ) comemora 168 anos e o Museu Imperial, 68 anos. Para celebrar a data, o museu terá visitação gratuita não só para moradores da cidade, mas também para todos os visitantes.
O duplo aniversário também foi a data escolhida pelo museu para reabrir oficialmente o pórtico de pedra da fachada do palácio, que desde novembro de 2010 vinha passando por processo de restauração. A cerimônia de reinauguração começa às 15h, com presença do presidente do Ibram, José do Nascimento Júnior, representando a ministra da Cultura, Ana de Hollanda.

O restauro reparou danos na estrutura do pórtico, que apresentava manchas escuras, vegetação, fendas e modificação da textura, além de deformação volumétrica do material, descolamento de pintura e outros problemas. Também foram restaurados os cachepots (vasos) de mármore, as rampas de acesso e a balaustrada.

O processo teve como premissa interferir o mínimo possível na estrutura e usar materiais não agressivos. As próteses inseridas, por exemplo, foram feitas com o material original, o granito, sempre com pigmentação o mais próximo possível da existente. Ao final do restauro, foi aplicado um protetivo, substância que preserva a pedra contra intempéries. O pórtico dá acesso à entrada principal do museu e é elemento importante da arquitetura do palácio.
Guia – No dia 16, o público receberá ainda outro presente: será lançado o Guia de Visitação do Museu Imperial, que passará a ser distribuído diariamente a todos os visitantes de forma gratuita. Patrocinada pela família imperial brasileira, a publicação descreve todos os ambientes do palácio e seus anexos, além de destacar as principais peças do acervo. O guia relata também algumas curiosidades, como hábitos da família imperial e seu cotidiano em Petrópolis, e apresenta um histórico do museu e os setores técnicos da instituição.

Museu Imperial inaugura exposição virtual sobre o Carnaval

Amantes do Carnaval têm, a partir de agora, uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história dessa festa no século XIX e na primeira metade do XX. O Museu Imperial inaugurou nesta semana a exposição virtual “Carnaval no acervo do Museu Imperial”, disponível no portal www.museuimperial.gov.br.

A mostra é composta por 54 imagens, incluindo fotos, recortes de jornais, matérias de revistas, como a Revista Ilustrada, brinquedos e outras peças dos acervos da Biblioteca, do Arquivo Histórico e do setor de Museologia.

Um dos destaques é a prancha Carnaval de Rua, de Jean Baptiste Debret, extraída do livro Voyage pittoresque et historique au Brésil. A obra, de 1834, está preservada na Biblioteca do Museu.

Entre os documentos, encontra-se a edição n° 11 do jornal Correio Imperial, de 21 de fevereiro de 1888, que trazia uma nota sobre uma “batalha d’água”, atividade carnavalesca da época. O jornal era escrito e editado em Petrópolis pelos filhos da princesa Isabel, os príncipes d. Pedro, d. Luis e d. Antônio.

Os três príncipes também aparecem, ainda crianças, em uma das fotografias da exposição. Trata-se da imagem de um baile infantil à fantasia no Palácio de Cristal, em 1888, na qual também é possível observar o Conde D’Eu.

Já com relação ao século XX, a exposição apresenta fotografias de bailes e desfiles de rua, além de trechos de jornais e revistas. É possível conferir, por exemplo, uma edição de 1917 da revista Selecta sobre o Carnaval de rua em Petrópolis.

Carnaval alternativo no Museu Imperial

O Museu Imperial preparou ainda uma programação especial para o período do Carnaval, funcionando como uma alternativa à folia. O palácio estará aberto à visitação durante os quatro dias da festa – incluindo segunda-feira, quando normalmente está fechado -, das 11h às 16h. Na segunda, haverá entrada gratuita para moradores de Petrópolis, mediante apresentação de comprovante de residência e documento de identidade. A instituição não funcionará na Quarta-feira de Cinzas.

Veja a programação.

Museus do Rio se solidarizam com vítimas das chuvas

Os pátios dos museus da República, na cidade do Rio, e Imperial, em Petrópolis (RJ), transformaram-se em espaço de solidariedade. As duas instituições estão coletando doações para os desabrigados da região serrana do Rio de Janeiro.

No Museu da República, as doações podem ser feitas das 8h às 20h, nos jardins da instituição. As doações serão distribuídas às vítimas das chuvas pela ONG Viva Rio. No Museu Imperial, os visitantes podem optar por pagar a entrada com uma doação, diretamente na bilheteria. O ponto de coleta do museu será no prédio da Biblioteca, no saguão em frente à Sala Multimídia, com acesso pelo Bosque do Imperador (praça do Cenip).

Para trocas de doações por ingressos, os visitantes devem se dirigir diretamente à bilheteria. Podem ser doados alimentos não-perecíveis que podem ser utilizados imediatamente (como biscoitos, pães, além de água potável), materiais de higiene pessoal, roupas para crianças e adultos, roupas de cama, cobertores, colchonetes e toalhas.

Serviço:
Museu da República
Doações para as vítimas das chuvas na Região Serrana
Ponto de coleta: Jardins do Museu da República
Período: das 8h às 20h
Endereço: Rua do Catete, 153, Catete – Rio de Janeiro, RJ

Museu Imperial
Ponto de coleta: Prédio da Biblioteca do Museu Imperial – acesso pelo Bosque do Imperador
Período: a partir de quinta-feira, 13 de janeiro
Obs.: as doações podem ser trocadas pelo ingresso para visitação ao Museu, diretamente na bilheteria
Endereço: Rua da Imperatriz, 220, Centro – Petrópolis, RJ
Período: de terça a domingo, das 11h às 18h

Um Sarau Imperial ganha horário extra em 2011

O projeto Um Sarau Imperial será ampliado em 2011 e terá um novo horário para as apresentações fixas. A partir deste mês, o espetáculo será realizado às sextas e sábados, às 18h30. O dia do projeto para grupos escolares também mudou, passando para as quintas-feiras.

A apresentação para grupos escolares, que passou de terça para quinta-feira, ocorrerá em dois horários: às 13h30 e às 15h. Nesses casos, a participação é gratuita e deve ser previamente agendada junto ao setor de Educação. O agendamento pode ser feito pelo tel.: (24) 2245-7735, de segunda a sexta-feira, das 11h às 17h.

Os ingressos para Um Sarau Imperial podem ser adquiridos na bilheteria do Museu Imperial e são limitados, pois o evento tem como público grupos de 20 a 120 pessoas. O valor do ingresso é R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada para estudantes, professores e maiores de 60 anos). Idosos com mais de 80 anos e guias com carteira da Embratur têm acesso gratuito.

Serviço

Um Sarau Imperial
Sextas e sábados, às 18h30
Quintas, às 13h30 e às 15h, para grupos escolares agendados
Local: Sala da Batalha de Campo Grande – Museu Imperial
Duração: 45 minutos

Mais informações:
(24) 2245-8962 ou (24) 2245-4668 (Setor de Promoção)

Museu Imperial
Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis, RJ
Visitação: de terça a domingo, das 11h às 18h

Parceria garante restauro de carruagem

Peça de 1837 que pertenceu a d. Pedro II terá restauração patrocinada pela GE Celma
 
     
 

No dia 21 de dezembro, foi assinado no Museu Imperial o termo de parceria para o projeto de restauração da Carruagem de Gala do imperador d. Pedro II. O restauro de uma das mais importantes peças do acervo do Museu ocorrerá com patrocínio da empresa petropolitana GE Celma, a partir da Lei de Incentivo à Cultura.

“Para o Museu, é muito gratificante que o patrocínio venha de uma empresa petropolitana, que teve a sensibilidade de abraçar esse projeto e ver a importância dessa carruagem, usada por d. Pedro II pela primeira vez em sua cerimônia de sagração e coroação. O restauro vai permitir que a peça alcance novamente a magnitude que mostrou naquele dia 18 de julho de 1841”, declarou o diretor do Museu Imperial, Maurício Vicente Ferreira Júnior.

O presidente da GE Celma, Júlio Talon, destacou o trabalho conjunto entre as instituições. “Esse projeto só é possível graças ao esforço de duas equipes dedicadas, a do Museu Imperial e a da GE Celma. É um grande prazer poder contribuir para a preservação da história de Petrópolis”, afirmou.

O termo de parceria foi assinado pelo Museu Imperial, representado por Vicente Ferreira; pela GE Celma, na figura de Júlio Talon; e pela Sociedade de Amigos do Museu Imperial (Sami), representada por Paulo Monteiro Cerqueira, membro da diretoria. Também participaram da cerimônia Maria Pia da Rocha Miranda, da diretoria da Sami, e Fernando Barbosa, coordenador técnico do Museu Imperial.

A carruagem, construída em 1837 em Londres, era utilizada pelo imperador em ocasiões solenes, como os casamentos de suas duas filhas e a abertura da Assembléia Geral, que ocorria anualmente no dia 03 de maio. Devido ao nobre metal utilizado na sua confecção, era chamada pela população do Rio de Janeiro de “Monte de Prata”, mas também era conhecida como “Carro cor de cana”, em função da sua coloração. A peça foi doada ao Museu pela família imperial na década de 1940.

A restauração terá início em março e será realizada ao longo de 2011. Todo o processo ocorrerá em uma sala de vidro no próprio Museu, permitindo que o público o acompanhe. O Museu Imperial também disponibilizará uma página em seu site (www.museuimperial.gov.br) com atualizações semanais sobre o restauro.

Estudantes do Mato Grosso visitam o Museu Imperial

Nesta terça-feira, 7 de dezembro, o Museu Imperial realizou uma edição especial do projeto O Museu que não se vê. Ao longo do dia, alunos do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) conheceram os setores técnicos da instituição e, ao final, realizaram uma visita guiada pelo Palácio.

O tour teve início no setor de Educação. A coordenadora, Regina Resende, apresentou os projetos educativos desenvolvidos pela equipe, voltados para diferentes faixas etárias. Segundo ela, há oito monitoras que executam os projetos junto aos estudantes. O objetivo é levá-los a conhecer um pouco mais sobre a história de Petrópolis e do Brasil, principalmente a do período imperial, comparando a realidade da época com a atual.

Os visitantes conheceram, então, a Biblioteca do Museu Imperial. A historiadora Cláudia Costa explicou os processos de registro, armazenamento, conservação e consulta dos cerca de 60 mil títulos, sendo oito mil de obras raras. Ela ressaltou que o acervo reúne, principalmente, obras de história, em especial do século XIX. Por ser uma biblioteca especializada, realiza um amplo atendimento a pesquisadores, em grande parte pela internet.

Os setores visitados em seguida foram o Arquivo Histórico e a Museologia. No primeiro, a equipe mostrou parte do acervo, formado por aproximadamente 200 mil documentos, e explicou os processos de armazenamento e conservação. A coordenadora, Neibe Cristina Machado, afirmou que o Arquivo recebe consulentes de todo o país e realiza atendimento online, inclusive para pesquisadores estrangeiros, enviando digitalizações do acervo.

No setor de Museologia, a coordenadora Ana Luísa Alonso Camargo apresentou a reserva técnica do Museu e as formas de guarda e preservação das peças. Ela explicou que 90% do acervo não está exposto e, por isso, são realizadas exposições temporárias, visitas técnicas e o projeto O Museu que não se vê, permitindo que o público conheça um pouco mais as coleções.

O Museu que não se vê, uma visita aos “bastidores” do Museu Imperial, ocorre toda última quarta-feira do mês. Os interessados devem agendar a participação por meio dos telefones (24) 2245-8962 ou (24) 2245-4668.

O Museu Imperial localiza-se na Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis (RJ). Mais informações: www.museuimperial.gov.br

Museu Imperial promove restauração do Pórtico de Pedra do Palácio

No último dia 8 de novembro, o Museu Imperial deu início ao restauro do Pórtico em Cantaria da fachada principal do palácio. A intervenção é necessária por causa do grau de deterioração em que se encontra aquela antiga estrutura do palácio, causada pelas condições ambientais e por intervenções inadequadas realizadas ao longo do tempo.

Devido ao pórtico ter sido construído em granito, seu restauro requer mão de obra técnica especializada e, por isso, foi realizada uma licitação específica. A empresa vencedora foi o Atelier Histórica Arquitetura e Restauração, a mesma que trabalhou nos restauros do Theatro Municipal, da Casa França-Brasil e da Casa Daros, no Rio de Janeiro. O método a ser usado no pórtico será o mesmo utilizado em outros monumentos de pedra pelo mundo, como, por exemplo, a Catedral de Notre Dame, na França.

A intervenção conta com aprovação do Iphan. A anuência desse órgão é importante para garantir que a conservação seja feita de forma correta e não prejudique a estrutura.

Museu Nacional de Belas Artes e Museu Imperial sediam colóquio

O Museu Nacional de Belas Artes e o Museu Imperial sediam, entre 19 e 23 de outubro, o XXX Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte.  A partir de análises de obras de arte, o colóquio discutirá o trânsito da arte brasileira nos fluxos artísticos e culturais globais. A programação terá palestras, lançamento de livros e revistas, além de sessões temáticas apresentadas por membros do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA), que promove o evento.

A mesa de abertura será realizada nesta terça-feira, dia 19 de outubro, às 14h, no Auditório 1 do MNBA, no Rio de Janeiro. O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, participa da abertura do evento.

Até o dia 22, o museu continuará sediando as sessões temáticas, com os temas Arte e Imagem – contextos, migrações, contaminações (com coordenação de Ana Carvalho, Alexandre Santos e Tadeu Chiarelli); Trânsitos entre arte e política (com coordenação de Dária Jaremtchuk e Sheila Cabo Geraldo); A transferência da tradição clássica entre Europa e América Latina (coordenação de Ana Gonçalves Magalhães, Claudia Valladão de Mattos e Letícia Squeff) e Trânsitos entre criação, crítica e história da arte (coordenação de Maria de Fátima Morethy Couto e Mônica Zielinsky).

Outros temas abordados são Sobre posições – objetos em fluxo, espaços em refluxo (com coordenação de Denise Gonçalves e Marize Malta), Livro de artista: da modernidade à contemporaneidade (coordenadoras Maria Lucia Bastos Kern e Marilia Andrés Ribeiro), Distensões curatoriais: fluxos e acasos, coordenado por Blanca Brites e Elisa de Souza Martinez, e Identidades locais na arte colonial brasileira, com Adalgisa Campos, Luiz Alberto Ribeiro Freire e Márcia Bonnet.

O encerramento do colóquio, no dia 23 de outubro, ocorrerá no Museu Imperial, em Petrópolis. Mais informações no site do CBHA.

Som e Luz está de volta no Museu Imperial

Um retorno ao segundo reinado do Brasil. É o que possibilita o espetáculo Som e Luz, do Museu Imperial, que está de volta a partir deste mês de outubro. As apresentações ocorrem todas as quintas, sextas e sábados, às 20h, nos jardins do museu. São 45 minutos de duração, com efeitos especiais de iluminação e som.

O palácio fica iluminado e é possível ver, através das janelas, as silhuetas de D. Pedro II e convidados. Uma cortina d’água posicionada no lado oposto à fachada do prédio transforma-se em uma tela onde são exibidas cenas de um filme com os principais fatos históricos sob a ótica de D. Pedro II e família.

O espetáculo é resultado da parceria entre a Eletrobrás/Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), o Museu Imperial e a Fundação Roberto Marinho.

O Museu Imperial localiza-se na Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis-RJ.

Serviço
Preços
Adultos: R$ 20,00.
Estudantes, professores e maiores de 60 anos: R$ 10,00.
Menores de 7 anos e maiores de 80: gratuito.
Moradores de Petrópolis, mediante a apresentação de comprovante de residência e identidade, às sextas-feiras: R$ 5,00.

Mais informações: (24) 2245-8962/ 4668.

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