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Estudantes do Mato Grosso visitam o Museu Imperial

Nesta terça-feira, 7 de dezembro, o Museu Imperial realizou uma edição especial do projeto O Museu que não se vê. Ao longo do dia, alunos do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) conheceram os setores técnicos da instituição e, ao final, realizaram uma visita guiada pelo Palácio.

O tour teve início no setor de Educação. A coordenadora, Regina Resende, apresentou os projetos educativos desenvolvidos pela equipe, voltados para diferentes faixas etárias. Segundo ela, há oito monitoras que executam os projetos junto aos estudantes. O objetivo é levá-los a conhecer um pouco mais sobre a história de Petrópolis e do Brasil, principalmente a do período imperial, comparando a realidade da época com a atual.

Os visitantes conheceram, então, a Biblioteca do Museu Imperial. A historiadora Cláudia Costa explicou os processos de registro, armazenamento, conservação e consulta dos cerca de 60 mil títulos, sendo oito mil de obras raras. Ela ressaltou que o acervo reúne, principalmente, obras de história, em especial do século XIX. Por ser uma biblioteca especializada, realiza um amplo atendimento a pesquisadores, em grande parte pela internet.

Os setores visitados em seguida foram o Arquivo Histórico e a Museologia. No primeiro, a equipe mostrou parte do acervo, formado por aproximadamente 200 mil documentos, e explicou os processos de armazenamento e conservação. A coordenadora, Neibe Cristina Machado, afirmou que o Arquivo recebe consulentes de todo o país e realiza atendimento online, inclusive para pesquisadores estrangeiros, enviando digitalizações do acervo.

No setor de Museologia, a coordenadora Ana Luísa Alonso Camargo apresentou a reserva técnica do Museu e as formas de guarda e preservação das peças. Ela explicou que 90% do acervo não está exposto e, por isso, são realizadas exposições temporárias, visitas técnicas e o projeto O Museu que não se vê, permitindo que o público conheça um pouco mais as coleções.

O Museu que não se vê, uma visita aos “bastidores” do Museu Imperial, ocorre toda última quarta-feira do mês. Os interessados devem agendar a participação por meio dos telefones (24) 2245-8962 ou (24) 2245-4668.

O Museu Imperial localiza-se na Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis (RJ). Mais informações: www.museuimperial.gov.br

Museu Imperial promove restauração do Pórtico de Pedra do Palácio

No último dia 8 de novembro, o Museu Imperial deu início ao restauro do Pórtico em Cantaria da fachada principal do palácio. A intervenção é necessária por causa do grau de deterioração em que se encontra aquela antiga estrutura do palácio, causada pelas condições ambientais e por intervenções inadequadas realizadas ao longo do tempo.

Devido ao pórtico ter sido construído em granito, seu restauro requer mão de obra técnica especializada e, por isso, foi realizada uma licitação específica. A empresa vencedora foi o Atelier Histórica Arquitetura e Restauração, a mesma que trabalhou nos restauros do Theatro Municipal, da Casa França-Brasil e da Casa Daros, no Rio de Janeiro. O método a ser usado no pórtico será o mesmo utilizado em outros monumentos de pedra pelo mundo, como, por exemplo, a Catedral de Notre Dame, na França.

A intervenção conta com aprovação do Iphan. A anuência desse órgão é importante para garantir que a conservação seja feita de forma correta e não prejudique a estrutura.

Museu Nacional de Belas Artes e Museu Imperial sediam colóquio

O Museu Nacional de Belas Artes e o Museu Imperial sediam, entre 19 e 23 de outubro, o XXX Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte.  A partir de análises de obras de arte, o colóquio discutirá o trânsito da arte brasileira nos fluxos artísticos e culturais globais. A programação terá palestras, lançamento de livros e revistas, além de sessões temáticas apresentadas por membros do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA), que promove o evento.

A mesa de abertura será realizada nesta terça-feira, dia 19 de outubro, às 14h, no Auditório 1 do MNBA, no Rio de Janeiro. O presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, participa da abertura do evento.

Até o dia 22, o museu continuará sediando as sessões temáticas, com os temas Arte e Imagem – contextos, migrações, contaminações (com coordenação de Ana Carvalho, Alexandre Santos e Tadeu Chiarelli); Trânsitos entre arte e política (com coordenação de Dária Jaremtchuk e Sheila Cabo Geraldo); A transferência da tradição clássica entre Europa e América Latina (coordenação de Ana Gonçalves Magalhães, Claudia Valladão de Mattos e Letícia Squeff) e Trânsitos entre criação, crítica e história da arte (coordenação de Maria de Fátima Morethy Couto e Mônica Zielinsky).

Outros temas abordados são Sobre posições – objetos em fluxo, espaços em refluxo (com coordenação de Denise Gonçalves e Marize Malta), Livro de artista: da modernidade à contemporaneidade (coordenadoras Maria Lucia Bastos Kern e Marilia Andrés Ribeiro), Distensões curatoriais: fluxos e acasos, coordenado por Blanca Brites e Elisa de Souza Martinez, e Identidades locais na arte colonial brasileira, com Adalgisa Campos, Luiz Alberto Ribeiro Freire e Márcia Bonnet.

O encerramento do colóquio, no dia 23 de outubro, ocorrerá no Museu Imperial, em Petrópolis. Mais informações no site do CBHA.

Som e Luz está de volta no Museu Imperial

Um retorno ao segundo reinado do Brasil. É o que possibilita o espetáculo Som e Luz, do Museu Imperial, que está de volta a partir deste mês de outubro. As apresentações ocorrem todas as quintas, sextas e sábados, às 20h, nos jardins do museu. São 45 minutos de duração, com efeitos especiais de iluminação e som.

O palácio fica iluminado e é possível ver, através das janelas, as silhuetas de D. Pedro II e convidados. Uma cortina d’água posicionada no lado oposto à fachada do prédio transforma-se em uma tela onde são exibidas cenas de um filme com os principais fatos históricos sob a ótica de D. Pedro II e família.

O espetáculo é resultado da parceria entre a Eletrobrás/Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), o Museu Imperial e a Fundação Roberto Marinho.

O Museu Imperial localiza-se na Rua da Imperatriz, 220 – Centro – Petrópolis-RJ.

Serviço
Preços
Adultos: R$ 20,00.
Estudantes, professores e maiores de 60 anos: R$ 10,00.
Menores de 7 anos e maiores de 80: gratuito.
Moradores de Petrópolis, mediante a apresentação de comprovante de residência e identidade, às sextas-feiras: R$ 5,00.

Mais informações: (24) 2245-8962/ 4668.

Projeto no Museu Imperial resgata a história de Petrópolis

Durante a programação da Primavera dos Museus, que ocorrerá de 20 a 26 de setembro, o Museu Imperial de Petrópolis lança o projeto “Quem é quem na história de Petrópolis, quem é quem na história do Brasil”. Em comemoração aos 70 anos da instituição, serão publicadas no site do museu fotografias antigas, preservadas no Arquivo Histórico do Museu. A proposta é que os visitantes possam identificar as pessoas retratadas e participar, assim, das comemorações de aniversário do Museu Imperial.

A iniciativa possibilita o contato com o acervo pessoal e familiar da população de Petrópolis e seus parentes de várias gerações, buscando momentos prazerosos em sua memória. A ideia é que o projeto cresça e, posteriormente, os visitantes do site possam se tornar pesquisadores e colaboradores voluntários, identificando as pessoas que fizeram a história de Petrópolis e do Brasil. Mais informações podem ser obtidas no site do Museu Imperial: www.museuimperial.gov.br

Museu Imperial completa 70 anos e inicia digitalização de acervo

Comemorando 70 anos de criação na próxima segunda-feira, 29 de março, o Museu Imperial apresenta uma das iniciativas mais importantes de sua história. O projeto de Digitalização do Acervo do Museu Imperial (DAMI), vai disponibilizar no novo portal da instituição, que será lançado na mesma data, imagens de todo o seu acervo, composto por mais de 200 mil documentos, 55 mil livros e periódicos e 7 mil objetos de arte.

O aniversário será marcado também pelo lançamento da publicação “Caderno de Conservação – Coleção Chapéus”, de Eliane Marchesini Zanatta e apresentação do Sarau Imperial. Serão entregues medalhas comemorativas em homenagem às pessoas que ajudaram a enriquecer o acervo por meio de doações. Haverá também exibição de produtos para a loja do museu.

Segundo o diretor do Museu, Maurício Ferreira, o projeto DAMI levará mais de uma década para ser concluído, mas o público poderá desfrutar das informações já a partir do dia 29 de março, quando serão disponibilizadas duas coleções: do visconde de Itaboraí, Joaquim José Rodrigues Torres (1802-1872), e do compositor Carlos Gomes, doada ao Museu por sua filha Ítala Vaz de Carvalho.

Confira a programação das comemorações

O Museu Imperial está localizado na Rua da Imperatriz, 220, Centro, Petrópolis-RJ. Informações: (24) 2245-5550

Museus do Ibram comemoram Dia Nacional da Música Clássica

O Dia Nacional da Música Clássica, 5 de março, teve comemorações especiais em duas unidades museológicas do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). O Museu Imperial, em Petrópolis-RJ, e o Museu Villa-Lobos, no Rio de Janeiro-RJ, prepararam apresentações de corais e orquestras. No Museu Imperial, sob a regência Antônio Gastão se apresentaram Coral, Orquestra e Conjunto Anima e Cuore. O evento é resultado de parceria entre o museu e a Universidade Católica de Petrópolis.
Com a regência do maestro Sérgio Barbosa, a Orquestra Villa-Lobos e, com a participação de crianças e jovens músicos que integram o projeto patrocinado pela Petrobras, realizaram Concerto Didático no Museu Villa-Lobos. Crianças da rede pública lotaram o pátio do Museu e também foi assinado o convênio com o Dr Orlando Guillon, representando a Rádio Nacional, que transmitirá ensaios e concertos da jovem Orquestra.

Ainda no dia 5 de março, na Academia Brasileira de Música, tomou posse a nova diretoria, presidida por Turíbio Santos, músico e diretor do Museu Villa-Lobos, eleito no final do ano passado. A Academia foi fundada em 1945 por Heitor Villa-Lobos e na cerimônia da posse Turíbio prestou homenagem a Arminda Villa-Lobos, fundadora do Museu do mesmo nome ,que festeja seu cinquentenário em 2010. Foram homenageados também os presidentes que antecederam Turíbio: Edino Krieger e Ricardo Tacuchian, compositores e Vasco Mariz e Jose Maria Neves (in memoriam) musicólogos.

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