Página 9 de 12« Primeira...7891011...Última »

Ibram realiza palestras abertas com diretora do Smithsonian Institution (EUA)

Na próxima semana, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) realizará duas palestras com Elizabeth Duggal, diretora do Programa Internacional de Educação Profissional de Museus do Smithsonian Institution, em Washington, D.C. (EUA).

Com o tema Em busca da excelência: perspectivas do Smithsonian Institution, as palestras acontecem no dia 18 (terça-feira), no auditório do edifício-sede do Ibram, em Brasília, e no dia 20 (quinta-feira), no auditório do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.

As palestras são gratuitas e abertas ao público. Os interessados devem realizar inscrição até às 18h de segunda (17), para a palestra em Brasília, e até quarta-feira (19), para a palestra no Rio de Janeiro. Haverá tradução simultânea inglês-português e as vagas são limitadas.

Na ocasião da visita em Brasília, Ibram e Smithsonian assinam um memorando de entendimento para a realização de atividades conjuntas para intercâmbio e cooperação, voltadas à capacitação do corpo técnico e aperfeiçoamento das atividades desenvolvidas nos museus brasileiros.

Elizabeth Duggal é Diretora Associada para Engajamento Público do Museu Nacional de História Natural e Diretora do Programa Internacional de Educação Profissional de Museus, que abarca todo o Smithsonian Institution, incluindo seus 19 museus e nove centros de pesquisa.

Ela é responsável pela interação do Museu de História Natural – que abriga as maiores coleções de história natural do mundo -, e também dirige o desenvolvimento de parcerias do Smithsonian Institution com organizações baseadas nos EUA e em outros países, com algumas já estabelecidas no Oriente Médio, África e América Latina.

Duggal estudou na Universidade Sorbonne, em Paris, se graduou Magna Cum Laude na Tufts University, EUA, e recebeu sua graduação em administração na Wharton School, da Universidade da Pennsylvania. Ela é co-diretora do Comitê Nacional do Conselho Internacional de Museus (ICOM) nos EUA.

Inscrição para a palestra em Brasília – 18 de setembro, às 15h. – Inscrições encerradas.
Inscrição para a palestra no Rio de Janeiro – 20 de setembro, às 15h. – Inscrições encerradas.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação

MHN inaugura mostra “Gênio Italiano: Inovações que mudam o mundo”

Será inaugurada nesta segunda-feira, 10 de setembro, às 19h, a mostra Gênio Italiano: Inovações que mudam o mundo no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. A exposição fica aberta ao público do dia 11 de setembro até o dia 14 de outubro e é uma promoção da Fondazione Rosselli em colaboração com a Tim e o Instituto Italiano Di Cultura.

A exposição Gênio Italiano: Inovações que mudam o mundo é uma mostra sobre os objetos da vida quotidiana que mudaram o modo de viver da Itália e na base dos quais esta presente a capacidade cientifica e tecnológica do país.

A ciência seja ela de base ou aplicada, é sempre a descoberta do novo, e o novo muda nosso modo de viver. A partir da pesquisa de base, através das aplicações industriais, mas também do simples “fazer” e do direto conhecimento dos materiais e procedimentos, freqüentemente fomos levados a produtos ou descoberta que melhoraram nossas vidas.

Somente em 1861 a Itália alcançou a unidade política e isso aconteceu contemporaneamente à passagem de uma sociedade artesanal e agrícola para uma nação industrializada. As invenções e as inovações que marcaram os últimos 150 anos da nossa historia talvez sejam as mais vivas e significativas provas de uma mudança na qual o gênio italiano soube se sobressair ultrapassando as próprias fronteiras geográficas.

O percurso da exposição se articula em cinco ambientes, que contam o impacto das invenções na vida das pessoas; no intimo e no quotidiano (viver o novo), no tempo livre e no se locomover (viajar é conhecer), no ambiente de trabalho (trabalhar com eficácia), em relação à medicina e à saúde (curar é viver) e na infinita relação do homem com o sutil limite entre conhecido e desconhecido (superar as fronteiras).

Fonte: Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro

Foto: Divulgação MHN

Museu Histórico Nacional comemora 90 anos com abertura de exposição

Cerca de 1.200 pessoas, entre funcionários e ex-funcionários, diretores de museus, cônsules, representantes da comunidade acadêmica, gestores culturais, ex-alunos de cursos e integrantes da Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, entre outros, participaram da cerimônia comemorativa dos 90 anos da instituição, que aconteceu na noite desta quinta-feira (2) na cidade do Rio de Janeiro.

A cerimônia, que contou com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e do presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., foi marcada pela abertura de exposição temática sobre a história do museu e o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia que dá acesso a parte do vasto acervo do MHN.

Em sua fala ao público presente, a diretora do MHN, Vera Tostes, enfatizou o comprometimento das equipes do museu ao longo da trajetória de nove décadas, enfrentando desafios e superando as dificuldades para o cumprimento da missão da instituição.

Entre os convidados, mereceu destaque a presença de D. Nair de Moraes Carvalho, funcionária do Museu Histórico Nacional contemporânea de Gustavo Barroso, fundador da instituição, tendo sido aluna de uma das primeiras turmas do Curso de Museus que funcionou no MHN.

A exposição “Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias” revela a trajetória da instituição, criada em 2 de agosto de 1922 pelo Presidente Epitácio Pessoa no âmbito da Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil.

Dividida em módulos temáticos, a mostra apresenta 350 peças representativas do acervo do museu, incluindo a primeira peça incorporada à coleção – uma casaca de senador da época do imperador D. Pedro II – e a mais recente, um uniforme de gari doado pela Comlurb.

A partir da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN: a formação do acervo, que hoje reúne cerca de 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras, como a criação da primeira escola de Museologia do Brasil e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional. Saiba mais.

MHN promove palestra sobre Violência Doméstica

O Museu Histórico Nacional, através de sua área de Projetos Sociais, e o CRAS Itamar Franco promovem no dia 9 de agosto, às 9h30m, a palestra Violência Doméstica com Rita Castro Maya e Lucimary José de Magalhães Mendes, seguida de debate com Jenesis Genuncio. Às 12h, será realizada uma visita à exposição Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias.

Rita Maria Castro Maya é psicóloga com formação em Psicanálise e Análise Institucional/Ibrapsi, atuando desde 1986 na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (atual Secretaria Municipal de Assistência Social).

Lucimary José de Magalhães Mendes é assistente social, com pós-graduação em Metodologia do Serviço Social, e integra a equipe do “Projeto Família Acolhedora-FACO”, realizado pela Secretaria Municipal de Assistência Social/1ª. CAS. Atuou na equipe CREAS Simone de Beauvoir em atendimento à mulher vítima de violência doméstica.

A palestra abordará os seguintes temas: a Lei Maria da Penha; os dispositivos de proteção e o SUAS/ Sistema Único de Assistência Social (sistema público que organiza, de forma descentralizada, os serviços socioassistenciais no Brasil).

Palestra aberta ao público em geral, com especial interesse para educadores sociais e coordenadores de projetos sociais. Inscrições gratuitas através do email mhn.projetossociais@museus.gov.br e projetossociaismhn@museus.gov.br ou do telefone 21-2550-9239.

Fonte: Ascom MHN

Museu Histórico Nacional completa 90 anos com programação especial no RJ

Sediado no Rio de Janeiro (RJ) e vinculado ao Ibram/MinC, o Museu Histórico Nacional (MHN) completa 90 anos de existência no dia 2 de agosto.

Para celebrar a data, o MHN preparou uma programação especial que inclui exposição temática e o lançamento de selo e carimbo comemorativos, além de aplicativo multimídia.

Museu Histórico Nacional – 90 Anos de Histórias, será aberta no dia 2, às 18h30, com a participação da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, do presidente do Ibram, José do Nascimento Jr., e da diretora do MHN, Vera Tostes.

A exposição revela a trajetória da instituição, criada em 2 de agosto de 1922, pelo Presidente Epitácio Pessoa, no âmbito da Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil.

Dividida em módulos temáticos, a mostra apresenta 350 peças representativas do acervo do museu, incluindo a primeira peça incorporada à coleção – uma casaca de senador da época do imperador D. Pedro II – e a mais recente, um uniforme de gari doado pela Comlurb.

A partir da exposição, o visitante terá a oportunidade de conhecer melhor a trajetória do MHN: a formação do acervo, que hoje reúne cerca de 350 mil itens, e as iniciativas pioneiras – como a criação da primeira escola de Museologia do país e do primeiro serviço federal de proteção ao patrimônio nacional.

Selo e aplicativo

Fotografia da Capela da Jaqueira em Recife (PE)

No dia 2 de agosto, também parte da programação dos 90 anos do MHN/Ibram,  a exposição Arte Barroca e Rococó no Brasil – fotografias de Alex Salim será aberta ao público. O fotógrafo mineiro selecionou 42 imagens para a exposição que representam uma síntese da produção artística brasileira do ciclo barroco-rococó.

Durante a abertura, serão lançados o selo e o carimbo comemorativos dos 90 anos do MHN produzidos pelos Correios. Foram produzidos, sob encomenda, 12 mil exemplares, que estarão à venda na loja do museu.

O MHN vai lançar ainda aplicativo gratuito e disponível para iPhone, iPad e iPod Touch, com vasto conteúdo multimídia (áudio, fotos e vídeos). O aplicativo estará disponível para download via internet. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagens: Divulgação MHN
Última atualização: 1º de agosto de 2012

Especialistas visitaram museus cariocas durante evento internacional

Como parte da programação do evento Proteção e Promoção de Museus e Coleções, que teve lugar no Rio de Janeiro de 11 a 13 de julho, diretores de museus e representantes dos governos e organismos internacionais tiveram a oportunidade de conhecer quatro museus na capital.

Destaque para intervenção de Iole de Freitas no jardim do Museu do Açude

Na noite do dia 12, visitaram exposição no Museu Chácara do Céu/Ibram e, durante o sábado (14), conheceram o Museu do Açude/Ibram, o Museu da Maré e o Museu Histórico Nacional – também pertecente a rede de museus Ibram/MinC.

Os museus Chácara do Céu e do Açude guardam o legado do empresário e colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya que, em 1962, criou uma fundação para preservar e dinamizar seu patrimônio artístico, doando suas coleções e suas duas residências, transformadas em museus.

O Museu da Maré, por sua vez, é um Ponto de Memória e um Ponto de Cultura – programas desenvolvidos pelo Ministério da Cultura. No dia da visita, os especialistas da Unesco puderam presenciar o trabalho do museu com a comunidade e visitaram a exposição permanente e uma exposição temporária atualmente em cartaz.

Grupo de especialistas conheceu o Museu da Maré - também Ponto de Memória e Ponto de Cultura

Já no Museu Histórico Nacional foi possível conhecer um pouco mais da história brasileira de suas origens até a contemporaneidade, passando por instrumentos que remetem aos hábitos cotidianos, como brinquedos, utensílios domésticos e objetos relativos às profissões.

Organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), em parceria com a Unesco, e com o apoio do Programa Ibermuseus e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), o encontro Proteção e Promoção de Museus e Coleções discutiu por três dias o papel dos museus no mundo contemporâneo, como enfrentar ameaças e desafios na proteção de museus e coleções, além do papel social e educativo dos museus. Leia mais.

Texto: Soraia Costa (Ascom/Ibram)
Fotos: Soraia Costa e Eduardo Pinillos

Exposição no Museu Histórico Nacional apresenta trajetória de Ayrton Senna

Em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) de 19 de junho a 15 de julho, a exposição interativa Senna Emotion apresenta a trajetória pessoal e profissional do piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna da Silva – que conquistou 41 vitórias e três campeonatos mundiais.

 Na exposição, o público tem a oportunidade de conhecer melhor quem foi Senna, sua relação com o Brasil, seu estilo de pilotar, os bastidores da F1, suas contribuições ao automobilismo, as principais corridas e vitórias.

Dividida em seis áreas temáticas a partir das etapas que integram um circuito de corrida -Pole Position, Largada, Circuito, Pit Stop, GP Brasil e Podium e Legado – cada uma das salas se liga a conceitos que se relacionam entre si. Veja aqui detalhes e como chegar ao MHN.

Idealizada e desenvolvida pela YDreams Brasil, empresa especializada em tecnologia interativa, e realizada em parceria com o Instituto Ayrton Senna, a exposição Senna Emotion foi realizada com recursos da Lei Rouanet, através do Ministério da Cultura, e conta com o patrocínio oficial do Banco Itaú.

Após a temporada no Rio de Janeiro, a mostra segue para Curitiba (Centro Cultural Sistema FIEP), onde fica em cartaz de 9 de agosto a 9 de setembro de 2012. Saiba mais.

Texto e fotos: Divulgação MHN

120 imagens da etnia Hereros no Museu Histórico Nacional (RJ)

Vista por mais de 185 mil pessoas em Brasília e São Paulo, com temporadas em Lisboa (Portugal) e Luanda (Angola), a mostra Hereros – Angola, do fotógrafo Sérgio Guerra, está em exibição no Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), até o dia 8 de julho.

Com curadoria do artista plástico e diretor do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, a bem-sucedida mostra, originada do livro homônimo do artista (Editora Maianga, 2010) apresenta 120 fotos em diversos formatos, acompanhadas por uma cenografia repleta de vestimentas, adereços e objetos de uso tradicional e ritualístico da etnia, traçando um amplo registro de seu modo de vida e tradições.

Dono de um grande acervo de imagens da cultura angolana, Sérgio Guerra exibe no Rio de Janeiro um panorama minucioso de suas expedições ao país africano, mais propriamente de seus registros dos Hereros – o mais antigo grupo étnico do continente.

Fruto da paixão que o fotógrafo desenvolveu pela cultura do país africano, quando ficou à frente da comunicação do governo angolano, há mais de 15 anos, a exposição traz ainda depoimentos em vídeo colhidos entre homens, mulheres e jovens hereros sobre a sua cultura.

Divulgação: MHN/Ibram

Ao comemorar 90 anos, MHN busca imagens de ex-funcionários para exposição

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), completa no ano de 2012, 90 anos de atividades. Para celebrar a data, o museu prepara uma homenagem a todos que integraram sua equipe ao longo de nove décadas de história.

Com esse objetivo, o MHN está realizando um levantamento de imagens 3×4 de funcionários que trabalham ou já trabalharam na casa, que serão expostas numa mostra comemorativa.

Funcionários atuais têm realizado buscas no arquivo institucional do museu para reunir imagens disponíveis daqueles que passaram pelo Museu Histórico Nacional. A instituição busca, agora, fotos de funcionários que deram valiosa contribuição ao museu mas que saíram para outros desafios – muitos deles atuam hoje em outros museus vinculados ao Ibram, instituições do Ministério da Cultura ou se aposentaram por outras instituições.

Ex-funcionários interessados em participar do projeto devem encaminhar suas fotos, que podem ser em preto e branco ou coloridas, para a Assessoria de Comunicação do MHN.

As fotos, que podem ser atuais ou da época em que o funcionário trabalhou no Museu Histórico Nacional, devem ser encaminhadas ao e-mail mhn.comunicacao@museus.gov.br até o dia 12 de abril.

Fonte: Divulgação MHN/Ibram

Brasil ocupa 1º lugar no ranking mundial de exposições mais visitadas em 2011

Litogravura de Escher: Belvedere (1958)

A publicação The Art Newspaper, que realiza desde 1996 o ranking das exposições mais vistas no mundo, divulga na sua edição de abril os números relativos a 2011.

Segundo o levantamento, tendo como base a frequência diária, a exposição mais vista foi O Mundo Mágico de Escher, que esteve em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, tendo recebido 9.700 visitantes ao dia entre janeiro e março de 2011.

A mesma unidade do CCBB emplacou mais duas exposições entre as 10 mais vistas: Oneness, de Mariko Mori, com 6.990 visitantes diários, e Eu em Tu: Laurie Anderson, com 6.930 visitantes – todas tinham entrada franca. Veja a lista completa aqui.

Segundo a publicação, “o apetite por arte contemporânea no Brasil é incrível” e cita Inhotim, instituto de arte localizado em Brumadinho (MG), como referência, tendo recebido 770 mil visitantes em 2011.

Exposições que estiveram em cartaz em museus que integram o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) aparecem na lista geral de The Art Newspaper 2011. O Museu Imperial, com a exposição Museu Imperial na Memória, recebeu mais de 92 mil visitantes em quatro meses. 

Já o Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro, aparece com cinco exposições: Mulheres na Coleção do Museu Histórico Nacional (32.500 visitantes), Percurso Gráfico – 50 anos da arte de Clécio Penedo (23.100 visitantes), Brasil e a Transformação da Paisagem (16.300 visitantes), Jóias Auditions (15.200 visitantes) e Mostra Welasco de Móveis (12.300 visitantes).

O Museu Nacional de Belas (MNBA), também no Rio de Janeiro, recebeu 11.035 visitantes para a exposição Um retrato da sociedade brasileira: Coleção Francisco Rodrigues de Fotografias 1840-1920, que esteve em cartaz por apenas um mês – entre junho e julho de 2011.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Site Oficial M.C.Escher

Página 9 de 12« Primeira...7891011...Última »