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Design de móveis em exposição no Museu Histórico Nacional (RJ)

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Design brasileiro de móveis é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Projetos de Guto Índio da Costa e Sergio Rodrigues expostos no MHN

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

“O design tem uma atuação muito ampla, mas as cadeiras, poltronas e outros assentos são um de seus viéses mais expressivos historicamente”, explica Zanini de Zanine

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo.

“Nosso objetivo foi combinar móveis clássicos dos dois períodos, já bastante conhecidos, com outros que vão surpreender o público”, conta Marcelo Vasconcellos. “A homenagem à Aida  é oportuna porque ela tem um trabalho de enorme consistência e grande reconhecimento para quem é do ramo, mas é pouco lembrada publicamente”. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Jornada Mundial da Juventude: arte e religiosidade ocupam museus Ibram

A cidade do Rio de Janeiro se prepara para receber a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), maior evento jovem da igreja católica. A JMJ acontece de 23 a 28 de julho e contará com a presença do Papa Francisco. A expectativa é que o evento receba mais de dois milhões de jovens de todo o mundo. No contexto, três museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) realizam exposições que aproximam arte e religiosidade. Integrando a programação oficial da jornada, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe a mostra A herança do sagrado. A exposição será aberta ao público no dia 10 de julho e fica em cartaz até o  dia 13 de outubro. Durante todo o período da exposição, o museu abrirá em horário diferenciado – de terça a domingo, das 9h às 21h – e terá entrada gratuita. Serão exibidas mais de 100 obras entre pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças de arte sacra. Entre elas estão quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato, Bernini, Correggio, Annibale Carracci, Guido Reni e Beato Angelico.

Oratórios pertecem ao acervo de museu mineiro dedicado ao tema

Barroco brasileiro Durante a JMJ, o MNBA também recebe a exposição Oratórios: relíquias do Barroco Brasileiro. O visitante poderá apreciar cerca de 115 oratórios, objetos e imagens sacras dos séculos XVII ao XX, pertencentes ao acervo do Museu do Oratório, instalado em Ouro Preto (MG), desde 1998. A mostra será inaugurada dia 16 de julho e fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Os oratórios falam de usos, costumes e tradições; evocam hábitos e características do ciclo do ouro e dos diamantes; narram o processo de contribuições afro-luso-ameríndias que se fundem na formação cultural brasileira. A história da arte e da arquitetura se revela no conjunto dos oratórios, por meio da influência barroca, rococó e neoclássica. Até o final de 2013, a exposição itinerante chegará a outras cidades brasileiras. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para mais informações. Tesouros do MHN Outra exposição relacionada ao tema religioso e que já está em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) é A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional. Ela fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Nos dias 25 e 26 de julho, das 14h às 18h, terá entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 600 peças de sua expressiva coleção de arte sacra, entre as quais pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios, e objetos da Capela Imperial. Abrem a exposição três esculturas em marfim  de origem luso-oriental e indo-portuguesa, do século XVII e XVIII. Elas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Visita à exposição no MHN será gratuita nos dias 25 e 26 de julho

Significativas também são as pinturas sobre madeira, realizadas na Bahia do século XVIII,  que  fazem parte de um conjunto de seis painéis utilizados nas procissões dos Passos da Paixão de Cristo, na época da Quaresma. Ao lado das pinturas baianas, um importante conjunto de esculturas policromadas e outro de oratórios do período colonial. Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata. Saiba mais na página do Museu Histórico Nacional. Homenagem a Aleijadinho O Museu Villa-Lobos/Ibram também recebe uma exposição concebida especialmente para a Jornada Mundial da Juventude.  A Ceia Brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho reúne três pinturas e 14 estudos  preparatórios para esta que é considerada uma obra-prima do artista russo-brasileiro. A exposição reúne uma pintura do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo (MG), um autorretrato, fotos e uma trilha sonora de Villa-Lobos, especialmente elaborada pela equipe do Museu Villa-Lobos, além de textos de Antônio Bento e Carlos Drummond de Andrade. Faça uma visita virtual a exposição. A abertura da mostra será no dia 22 de julho, às 19h, com a participação especial do Duo Márcio Mallard (Violoncelo) e Wagner Tiso (Piano) – diretor do museu. No recital, o violoncelo que pertenceu a Villa-Lobos, recentemente restaurado, será utilizado e serão executadas obras do compositor. A mostra fica em cartaz para o público de 23 de julho a 30 de setembro. Conheça a página  do Museu Villa-Lobos. Texto: Ascom/Ibram Fotos: Divulgação MNBA, MHN/Ibram Última atualização: 30.7.2013

A arte da tapeçaria portuguesa no Museu Histórico Nacional (RJ)

A exposição A arte da tapeçaria – tradição e modernidade, aberta no dia 13 de junho no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), apresenta ao público o trabalho realizado há mais de 65 anos pela Manufactura de Tapeçarias da cidade portuguesa de Portalegre.

Integram a exposição 28 tapeçarias de consagrados artistas contemporâneos, entre os quais Le Corbusier, Jorge Martins, Vieira da Silva e Vik Muniz.

A exposição, em cartaz até 18 de agosto, faz parte das comemorações do Ano de Portugal no Brasil. Promovida pelo Espírito Santo Cultura, a mostra esteve anteriormente no Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso, em São Paulo (SP).

A exposição mostra em vídeo e por meio de peças originais todas as etapas do processo criativo e tecnológico que envolve intensa colaboração: os cartões criados pelos artistas com as obras de arte para tapeçaria, a transposição pelos designers para os desenhos de tecelagem e, finalmente, a execução das obras em teares manuais pelas tecedeiras, que mantêm total fidelidade às concepções originais. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MHN

Exposição no Museu Histórico Nacional apresenta a arte da tapeçaria portuguesa

A exposição A arte da tapeçaria – tradição e modernidade,  que abre amanhã (13) no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), apresenta ao público o trabalho realizado há mais de 65 anos pela Manufactura de Tapeçarias da cidade portuguesa de Portalegre.

Peça do artista Vik Muniz desenvolvida pela tapeçaria de Portalegre

Integram a exposição 28 tapeçarias de consagrados artistas contemporâneos, entre os quais Le Corbusier, Jorge Martins, Vieira da Silva e Vik Muniz.

A exposição, em cartaz até 18 de agosto, faz parte das comemorações do Ano de Portugal no Brasil. Promovida pelo Espírito Santo Cultura, a mostra  esteve anteriormente no Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso, em São Paulo (SP).

A exposição mostra em vídeo e por meio de peças originais todas as etapas do processo criativo e tecnológico que envolve intensa colaboração: os cartões criados pelos artistas com as obras de arte para tapeçaria, a transposição pelos designers para os desenhos de tecelagem e, finalmente, a execução das obras em teares manuais pelas tecedeiras, que mantêm total fidelidade às concepções originais. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MHN

Duas exposições em cartaz no Museu Histórico Nacional (RJ)

O Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a estrutura do Ibram/MinC, exibe ao público, desde 9 de abril, duas exposições: A Arte Entre Quatro Olhares e A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional.

Em A Arte Entre Quatro Olhares, a busca constante por respostas aos desafios da modernidade é colocada a partir das particularidades do olhar feminino, retratadas nas esculturas das artistas Alice Pitaluga, Dirce Cavalcanti (Darja), Maria Isabel Fragoso (Mabel) e Teresa Oliveira Santos. A exposição pode ser vista até 26 de maio.

Já a mostra A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional, em cartaz até 28 de julho, reúne 390 peças da vasta coleção de arte sacra do MHN, entre as quais estão pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios e objetos da Capela Imperial.

A coleção de marfins religiosos, hoje pertencente ao acervo do Museu Histórico Nacional,  foi formada entre os anos de 1919 e 1930 por José Luiz de Souza Lima, que a penhorou à Caixa Econômica em 1933, sem nunca tê-la resgatado.

Em 1940, em decisão histórica, o então Presidente Getúlio Vargas abriu crédito especial e autorizou o pagamento à Caixa Econômica Federal, resgatou a coleção e fez a doação ao MHN. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação MHN

Grupo Cantada faz apresentação musical no Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebe o projeto Música no Museu nessa sexta-feira, 22 de março. O evento começa às 12h30 e tem entrada franca. Nesta edição, o grupo Cantada apresenta seu repertório composto por bossa nova e MPB..

O Cantada formou-se em outubro de 2009, quando um grupo de amigos resolveu colocar em prática a crença de que cantar é uma forma de “expressar a amizade”. A proposta inicial era criar uma rotina para que esses cantadores pudessem se encontrar, bater papo, aproveitar umas comidinhas e praticar o canto de que tanto gostam.

O grupo, com regência e arranjos de Bianca Malafaia, é composto por Gorete de Sousa (1º Soprano), Cláudia Furtado (1º Soprano), Lulu Domenech (2º Soprano), Rita Andrade (2º Soprano), Wanda Saavedra (1º Contralto), Mônica Castro (1º Contralto), Elisa Castro (2º Contralto), Dininha Morgado (2º Contralto). Saiba mais sobre o MHN.

Texto: Divulgação MHN

Museu Histórico Nacional recebe coleção portuguesa de moedas brasileiras

Peças da coleção portuguesa que será exibida no MHN

No âmbito das comemorações do Ano de Portugal no Brasil, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), recebe, entre 21 de março e 20 de junho, a exposição BES Numismática e o Brasil.

A mostra reúne 150 moedas e barras de ouro do Brasil, raras e de alta qualidade, selecionadas entre as 2 mil peças integrantes da coleção portuguesa do Banco do Espírito Santo (BES),  que é uma das mais completas e significativas coleções do gênero no mundo. Esta é primeira vez que esta coleção particular será apresentada ao público.

Esta é uma oportunidade para conhecer parte da história da moeda do Brasil colonial. No país, a cunhagem de moeda começou em Recife (PE), com os holandeses, e se intensificou com os portugueses, que fundaram quatro casas da moeda: na Bahia, em Pernambuco, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

Além da exposição, serão exibidos vídeos e apresentadas peças relacionadas à numismática, tais como balanças de precisão e sacos para o transporte de moedas, que remontam ao século XVII.  A visita monitorada para grupos e escolares pode ser agendada no setor Educativo pelos telefones  (21) 2550.9261/9262.  Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MHN/Ibram

Ex-funcionária doa coleção de Anais do Museu Histórico Nacional ao Cenedom

Ecyla Brandão com o Diploma de Agradecimento oferecido pelo Ibram

No dia 14 de agosto, uma comissão do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) oficializou, com um Diploma de Agradecimento, a doação de coleção com 43 exemplares dos Anais do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), entre outras publicações, realizada por Ecyla Castanheira Brandão.

O material ficará sob a responsabilidade do Centro Nacional de Estudos e Documentação da Museologia (Cenedom/Ibram), localizado em Brasília.

Professora, Ecyla Brandão trabalhou na Escola de Belas Artes da UFRJ (1950-1985) e foi responsável, entre 1962 e 1982, por vários setores dos Museus Histórico Nacional, Nacional de Belas Artes e da República – todos ligados atualmente ao Ibram/MinC. À frente do Museu Histórico Nacional, empreendeu várias ações para a valorização do acervo, através da pesquisa, restauração e exposição.

Em 1940 foi lançado o primeiro volume dos Anais do Museu Histórico Nacional, organizando publicações de estudos sobre o acervo do próprio museu, como peças de numismática, vestuário e obras de arte.

As edições dos Anais e outras publicações do museu podem ser acessadas em formato digital na página do Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação Cenedom

Começa Seminário Internacional 90 anos do Museu Histórico Nacional

Começou nesta segunda-feira, 1º de outubro, no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), o Seminário Internacional 90 anos do Museu Histórico Nacional em debate (1922-2012). O encontro vai até quarta-feira (3) com uma programação extensa no Rio de Janeiro.

Anualmente o MHN, com o apoio do Ibram e parcerias com universidades, instituições culturais e de pesquisa, do Brasil e do exterior, realiza em outubro, mês de sua criação, um seminário internacional abordando temas das áreas das ciências humanas e sociais.

Em 2012, em comemoração aos seus 90 anos de existência, o MHN dedica o seminário à reflexão e ao debate sobre sua trajetória de nove décadas, período em que se tornou referência em diversas áreas do campo museal, com destaque para o ensino da museologia.

Criado em 1932, o Curso de Museus do MHN deu origem à atual Escola de Museologia da UNIRIO, primeira instituição de ensino superior em museologia na América Latina e, este ano, parceira do MHN na realização deste seminário, quando comemora 80 anos de formação de museólogos.

O MHN foi ainda pioneiro na política de preservação do patrimônio nacional com a Inspetoria de Monumentos Nacionais, que funcionou entre 1934 e 1937.

Confira a programação do evento na página do MHN.

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