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Ampla programação marca o mês de dezembro no Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), programou uma série de atividades para o mês de dezembro.

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A exposição Isto é uma Mesa fica em cartaz até 31 de janeiro de 2014

No dia 12 (quinta), acontece a abertura da mostra Isto é uma mesa. Primeira exposição de uma série programada para ocupar o museu no ano que vem com design contemporâneo, a exposição reúne mesas de seis expoentes das novas gerações de designers e segue em cartaz até 31 de janeiro de 2014.

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, e realização de MeMo e  Olhares,  a exposição apresenta obras de  Leo Capote, Carol Gay, Alê Jordão, Katharina Welper e Oficina Ethos (Guilherme Saas e Rodrigo Calixto), designers que, apesar do uso de materiais e técnicas diversos, têm em comum a marca autoral.

Circulando cultura
O MHN também faz parte do Programa Circulando Cultura, que promove um passeio diferente no sábado (14). Quatro ônibus com ar condicionados irão transportar, gratuitamente, o público entre as seis instituições participantes do programa: Monumento aos Pracinhas, Forte de Copacabana, Forte do Leme, Museu de Arte do Rio, Centro Cultural Banco do Brasil e Museu Histórico Nacional. Todas as entradas neste dia serão gratuitas e com programação especifica.

Para participar, os passageiros poderão embarcar e desembarcar em qualquer ponto do roteiro, que será sinalizado com placa do evento, visitando os pontos que desejarem por quanto tempo quiser.

A partir de 18 de dezembro, o MHN abre a exposição Japão: reino dos personagens. Promovida pelo Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão, a mostra itinerante examina as circunstâncias culturais e históricas por trás da afeição do povo japonês por personagens, e tece caminhos acerca do futuro dos personagens no Japão contemporâneo. O público pode conferir a exposição até o dia 12 de janeiro de 2014.

E para fechar o ano, o museu recebe a última edição do projeto Música no Museu 2013. O evento será no dia 27, às 12h30, com o Quarteto Sol de Violão. No repertório, Clássicos Brasileiros. Saiba mais sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MHN

Cessão de terreno ao Ibram vai ampliar Museu Histórico Nacional no RJ

O Governo do Estado do Rio de Janeiro cedeu o terreno localizado ao lado do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) ao Instituto Brasileiro de Museus. A cessão, por tempo indeterminado, foi oficializada através de publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, no dia 25 de novembro.

Museu Histórico Nacional (RJ)

Museu Histórico Nacional (RJ)

O terreno, hoje ocupado pelo Detran, será utilizado para a construção do anexo do museu. A concessão da área já havia sido tentada em diversas ocasiões, até então sem êxito.

Para o anexo a ser construído, serão transferidas as áreas museográfica  e administrativa,  a biblioteca e o arquivo histórico do MHN. A nova construção possibilitará, ainda, a implantação de um Centro de Referência em Conservação e Restauração; de um auditório de maior capacidade; e a ampliação das áreas de serviços ao público.

Com a transferência, novos espaços de exposições de longa e curta duração serão  liberados  no atual conjunto arquitetônico, possibilitando que mais de 120 peças estejam abertas à sociedade.

Medalha
Por conta da cessão do terreno ao MHN, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi um dos homenageados com a Medalha Henrique Sérgio Gregori deste ano, entregue em cerimônia realizada na terça-feira (3).

Instituída pela Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, em 1990, a medalha é concedida anualmente às empresas, instituições e representações estrangeiras que apoiaram projetos e pleitos do museu e pessoas que se distinguiram por sua relevante colaboração à instituição.

Também foram agraciados com a medalha o presidente do Ibram,  Angelo Oswaldo de Araujo Santos; a Academia Brasileira de Medicina, representada pelo Presidente Pietro Novelino; a Relações Públicas Diana Vianna de Souza; e os funcionários do MHN Aline Montenegro Magalhães, José Pereira Ignácio e Reginaldo Martins de Oliveira.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Memória do Mundo: Museu Imperial recebe Registro Regional da Unesco

Hoje (5), o Museu Imperial/Ibram, em Petrópolis (RJ), recebeu, junto com outras oito instituições brasileiras, o Registro Regional do Programa Memória do Mundo – América Latina e Caribe (MOW-LAC), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O prêmio foi concedido ao conjunto documental A Guerra da Tríplice Aliança: representações iconográficas e cartográficas (na imagem acima, um mapa utilizado pelas tropas brasileiras).

O conjunto, que reúne uma vasta documentação sobre o conflito conhecido como Guerra do Paraguai, possui 402 documentos iconográficos e cartográficos do Museu Imperial, Arquivo Nacional, Biblioteca Nacional/MinC, Arquivo Histórico e Mapoteca Histórica do Itamaraty, Museu Histórico Nacional/Ibram, Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha e Arquivo Histórico do Exército.

E os acervos ora reconhecidos pela Unesco foram produzidos pela Secretaria de Estado e Negócios da Guerra do Brasil, por técnicos, artistas e fotógrafos que participaram do evento.

Esforço coletivo
O Museu Imperial possui 51 documentos no conjunto – fotografias, mapas, plantas e uma gravura – pertencentes ao fundo Arquivo da Casa Imperial do Brasil, doado à instituição pelo príncipe d. Pedro Gastão de Orleans e Bragança, bisneto do imperador d. Pedro II, chefe do Estado brasileiro durante o conflito. A instituição foi a escolhida para representar, junto à Unesco, a rede de oito entidades públicas e uma privada que se submeteram à candidatura.

“A nominação da Unesco premia um esforço coletivo de nove instituições detentoras de documentação relativa à Guerra do Paraguai, que, juntas, qualificam seu trabalho de preservação, pesquisa e comunicação do patrimônio representativo da memória latino-americana”, afirma Maurício Vicente Ferreira Jr., diretor do Museu Imperial.

Fotografia do acervo retrata o Conde d'Eu e oficiais no Paraguai (1870)

Fotografia do acervo retrata o Conde d’Eu e oficiais no Paraguai (1870)

Por isso, a acesso a essa documentação é livre e há instrumentos de pesquisa disponíveis em cada uma das instituições proponentes, tais como inventários, catálogos, fichários, bases de dados e sistemas online. A maior parte do acervo proposto para o registro está digitalizada ou em fase de digitalização.

No Museu Imperial, os pesquisadores podem ter acesso aos documentos no Arquivo Histórico. As consultas devem ser agendadas com, no mínimo, dois dias de antecedência pelo e-mail mimp.arq.historico@museus.gov.br ou pelos telefones (24) 2233.0327 e 2233.0315.

Saiba mais sobre a Guerra da Tríplice Aliança e o Programa Memória do Mundo na página do Museu Imperial.

Texto e imagens: Divulgação Museu Imperial

Semana do Idoso no Museu Histórico Nacional acontece nesta sexta-feira

O Museu Histórico Nacional, através de sua área de Projetos Sociais, e a Secretaria Especial de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida, através do Projeto Casas de Convivência e Lazer para Idosos, realiza, na próxima sexta-feira (27), uma série de atividades em comemoração à Semana do Idoso.

A programação do evento é extensa. Começa às 12h30 com apresentação da Orquestra de Violoncelos das Comunidades Pacificadas, com integrantes de quatro comunidades do Rio de Janeiro: Dona Marta, Complexo do Alemão, Morro dos Macacos e Cidade de Deus.

Das 13h45m às 16h terá apresentação de teatro, música e dança pelos grupos das Casas de Convivência e CRAS Itamar Franco. Em seguida, uma visita mediada à exposição Jogos Olímpicos: História, Cultura e Arte.

Durante todo evento serão oferecidas pelo SESC Rio atividades de promoção para a saúde: aferição de pressão arterial, medição de glicose e colesterol, peso e altura, cálculo de IMC (índice de massa corpórea), além de orientação nutricional.

 

Museus Ibram inauguram exposições no estado do Rio de Janeiro

Aconteceu na última quarta-feira (25), no Museu de Arte Religiosa e Tradicional de Cabo Frio/Ibram (RJ), a abertura da exposição Ciência e Arte do artista baiano radicado em Armação dos Búzios (RJ), Gilmário Santana.

São peças esculpidas em madeira, em diferentes proporções, que ficarão em frente à fachada do antigo Convento de Nossa Senhora dos Anjos. A mostra tem curadoria de José Antônio J. Mendes e fica em exibição até o dia 24 de novembro.

Na capital fluminense, Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) abre exposição comemorativa dos 250 anos da transferência da sede do governo do Brasil de Salvador para o Rio de Janeiro, ocorrida em 1763. A mostra apresenta acervos do MHN e de colecionadores particulares. A exposição fica em cartaz de 7 de outubro de 2013 a 26 de janeiro de 2014. A entrada do museu é franca até o dia 1º de dezembro.

Mnemosyne é o título da nova exposição que estará em cartaz na Galeria do Lago, do Museu da República/Ibram (Palácio do Catete), a partir do próximo dia 28 de setembro. A exposição é constituída de retratos com intervenções de Rui Macedo. São 225 obras, pinturas de todos os presidentes da República Brasileira e outras figuras ilustres que pertencem à cultura mundial, entre artistas, filósofos, escritores, compositores. A instalação evoca o espírito de um tempo – o da República Brasileira – numa homenagem a sua História.

Em Vassouras, o Museu Casa da Hera/Ibram inaugurou a segunda edição da Mostra Inspiração e Expressão, realizada pelos artesãos da região do Vale do Paraíba Sul Fluminense. A mostra busca estimular o artesanato com identidade regional, fomentando a produção local e agregando valores aos produtos e seguirá em cartaz até dia 29 de dezembro.

Todas as obras expostas são inspiradas pelas imagens, texturas e personagens do MCH, parte das peças foi produzida por trabalhadores da própria instituição.

Saiba mais sobre os museus Ibram.

Olímpiadas 2016: exposição com acervo de museu suíço abre no MHN

Entre os dias 13 de setembro e 1º de dezembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebe a exposição interativa Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte, organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

A exposição, antes de chegar ao Rio, esteve na capital paulista

Após passar por São Paulo (SP), o acervo do Museu Olímpico de Lausanne, na Suíça, chega ao Rio de Janeiro (RJ) em uma mostra inédita no Brasil. Nela, o público poderá conhecer, gratuitamente, cerca de 300 peças que marcaram e representam a trajetória dos Jogos da Era Moderna.

Uma parte do material exposto pertence ao Comitê Olímpico Internacional (COI), detentor do principal arquivo do mundo sobre o tema, e outra ao COB. Já servindo como ‘aquecimento’ para os Jogos Olímpicos 2016, na capital fluminense, a mostra apresenta ao público os valores dos Jogos Olímpicos.

“Como sede da próxima edição, temos a responsabilidade de contribuir para o processo de educação olímpica das pessoas, que vai muito além de conhecer as regras das 28 modalidades do maior evento esportivo do mundo”, destaca o presidente do COB, e do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.

Interação
A exposição é dividida em nove módulos: Jogos da Antiguidade, O Sonho de Coubertin, Acendendo a Tocha, Cerimônias, Esportes e Medalhas, Mascotes, Rio 2016, Memorabília e Time Brasil, que conectam história, emoção, conhecimento, educação e cultura.

Interatividade da exposição envolve tanto adultos quanto crianças

Além de conhecer de perto tochas, medalhas e mascotes de diversas edições, os visitantes poderão apreciar objetos raros, empunhar a tocha dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, tirar fotos ao lado da famosa mascote Mischa (Moscou, 1980) e participar de uma simulação de salto em distância.

A mostra do Rio de Janeiro ainda traz uma novidade: peças marcantes da Coca-Cola,  patrocinadora dos Jogos Olímpicos desde 1928, serão incluídas na seção Memorabília.

Interações educativas estarão disponíveis em uma sala de cinema, onde também serão exibidos vídeos do acervo do COI. Saiba mais sobre o MHN.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram
Fotos: Márcia Alves/Approach/COB

Design de móveis em exposição no Museu Histórico Nacional (RJ)

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Design brasileiro de móveis é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

Até o dia 22 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), abriga a exposição Do moderno ao contemporâneo – o design brasileiro de móveis, com foco em dois momentos dinâmicos da produção nacional de mobiliário.

Projetos de Guto Índio da Costa e Sergio Rodrigues expostos no MHN

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, a mostra ocupa uma galeria de 370 m² com cerca de 80 cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de dez designers modernos e 20 contemporâneos.

Com peças de Sergio Rodrigues, Oscar Niemeyer, Irmãos Campana, Domingos Tótora, entre outros, a proposta foi estabelecer um recorte expondo apenas assentos, com o intuito de facilitar a interpretação do público sobre a diversidade de linguagens na mostra.

“O design tem uma atuação muito ampla, mas as cadeiras, poltronas e outros assentos são um de seus viéses mais expressivos historicamente”, explica Zanini de Zanine

A mostra trará ainda, como destaque, uma sala dedicada ao design de Aida Boal. Uma das grandes criadoras do design moderno, Aida se encontra hoje ausente do mercado de design e seu nome é pouco falado, num processo recorrente que manteve no ostracismo grande parte dos designers importantes do modernismo.

“Nosso objetivo foi combinar móveis clássicos dos dois períodos, já bastante conhecidos, com outros que vão surpreender o público”, conta Marcelo Vasconcellos. “A homenagem à Aida  é oportuna porque ela tem um trabalho de enorme consistência e grande reconhecimento para quem é do ramo, mas é pouco lembrada publicamente”. Saiba mais sobre a exposição e o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

Jornada Mundial da Juventude: arte e religiosidade ocupam museus Ibram

A cidade do Rio de Janeiro se prepara para receber a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), maior evento jovem da igreja católica. A JMJ acontece de 23 a 28 de julho e contará com a presença do Papa Francisco. A expectativa é que o evento receba mais de dois milhões de jovens de todo o mundo. No contexto, três museus ligados ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) realizam exposições que aproximam arte e religiosidade. Integrando a programação oficial da jornada, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA/Ibram) recebe a mostra A herança do sagrado. A exposição será aberta ao público no dia 10 de julho e fica em cartaz até o  dia 13 de outubro. Durante todo o período da exposição, o museu abrirá em horário diferenciado – de terça a domingo, das 9h às 21h – e terá entrada gratuita. Serão exibidas mais de 100 obras entre pinturas, esculturas, manuscritos e outras peças de arte sacra. Entre elas estão quadros de Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Caravaggio, Pinturicchio, Perugino, Sassoferrato, Bernini, Correggio, Annibale Carracci, Guido Reni e Beato Angelico.

Oratórios pertecem ao acervo de museu mineiro dedicado ao tema

Barroco brasileiro Durante a JMJ, o MNBA também recebe a exposição Oratórios: relíquias do Barroco Brasileiro. O visitante poderá apreciar cerca de 115 oratórios, objetos e imagens sacras dos séculos XVII ao XX, pertencentes ao acervo do Museu do Oratório, instalado em Ouro Preto (MG), desde 1998. A mostra será inaugurada dia 16 de julho e fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Os oratórios falam de usos, costumes e tradições; evocam hábitos e características do ciclo do ouro e dos diamantes; narram o processo de contribuições afro-luso-ameríndias que se fundem na formação cultural brasileira. A história da arte e da arquitetura se revela no conjunto dos oratórios, por meio da influência barroca, rococó e neoclássica. Até o final de 2013, a exposição itinerante chegará a outras cidades brasileiras. Visite a página do Museu Nacional de Belas Artes para mais informações. Tesouros do MHN Outra exposição relacionada ao tema religioso e que já está em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) é A Arte à Serviço da Fé – Tesouros do Museu Histórico Nacional. Ela fica em cartaz até o dia 18 de agosto. Nos dias 25 e 26 de julho, das 14h às 18h, terá entrada gratuita. A mostra reúne cerca de 600 peças de sua expressiva coleção de arte sacra, entre as quais pinturas, esculturas em madeira e marfim, oratórios, e objetos da Capela Imperial. Abrem a exposição três esculturas em marfim  de origem luso-oriental e indo-portuguesa, do século XVII e XVIII. Elas fazem parte de uma coleção única no gênero no mundo, não apenas pela quantidade de peças (572 exemplares) como pela qualidade, da qual o público terá a oportunidade de conhecer inúmeros exemplares na exposição.

Visita à exposição no MHN será gratuita nos dias 25 e 26 de julho

Significativas também são as pinturas sobre madeira, realizadas na Bahia do século XVIII,  que  fazem parte de um conjunto de seis painéis utilizados nas procissões dos Passos da Paixão de Cristo, na época da Quaresma. Ao lado das pinturas baianas, um importante conjunto de esculturas policromadas e outro de oratórios do período colonial. Da Capela Imperial do Paço de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, os visitantes poderão apreciar o frontão do altar em madeira policromada, um conjunto de  toucheiros, cálice, custódia e sacras em prata. Saiba mais na página do Museu Histórico Nacional. Homenagem a Aleijadinho O Museu Villa-Lobos/Ibram também recebe uma exposição concebida especialmente para a Jornada Mundial da Juventude.  A Ceia Brasileira de Ismailovitch – Homenagem ao Aleijadinho reúne três pinturas e 14 estudos  preparatórios para esta que é considerada uma obra-prima do artista russo-brasileiro. A exposição reúne uma pintura do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo (MG), um autorretrato, fotos e uma trilha sonora de Villa-Lobos, especialmente elaborada pela equipe do Museu Villa-Lobos, além de textos de Antônio Bento e Carlos Drummond de Andrade. Faça uma visita virtual a exposição. A abertura da mostra será no dia 22 de julho, às 19h, com a participação especial do Duo Márcio Mallard (Violoncelo) e Wagner Tiso (Piano) – diretor do museu. No recital, o violoncelo que pertenceu a Villa-Lobos, recentemente restaurado, será utilizado e serão executadas obras do compositor. A mostra fica em cartaz para o público de 23 de julho a 30 de setembro. Conheça a página  do Museu Villa-Lobos. Texto: Ascom/Ibram Fotos: Divulgação MNBA, MHN/Ibram Última atualização: 30.7.2013

A arte da tapeçaria portuguesa no Museu Histórico Nacional (RJ)

A exposição A arte da tapeçaria – tradição e modernidade, aberta no dia 13 de junho no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), apresenta ao público o trabalho realizado há mais de 65 anos pela Manufactura de Tapeçarias da cidade portuguesa de Portalegre.

Integram a exposição 28 tapeçarias de consagrados artistas contemporâneos, entre os quais Le Corbusier, Jorge Martins, Vieira da Silva e Vik Muniz.

A exposição, em cartaz até 18 de agosto, faz parte das comemorações do Ano de Portugal no Brasil. Promovida pelo Espírito Santo Cultura, a mostra esteve anteriormente no Centro Cultural Fiesp Ruth Cardoso, em São Paulo (SP).

A exposição mostra em vídeo e por meio de peças originais todas as etapas do processo criativo e tecnológico que envolve intensa colaboração: os cartões criados pelos artistas com as obras de arte para tapeçaria, a transposição pelos designers para os desenhos de tecelagem e, finalmente, a execução das obras em teares manuais pelas tecedeiras, que mantêm total fidelidade às concepções originais. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação MHN

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