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Programa da TV Brasil divulga museus do Rio de Janeiro

O programa Repórter Rio, da TV Brasil, inaugura nesta quarta-feira, 3/8, a série Vamos ao Museu?, que irá ao ar toda semana (às quartas, das 12h às 12h30), sempre com um museu como tema. A série vai mostrar a riqueza histórica e cultural guardada nos museus da cidade do Rio de Janeiro.

A intenção é usar uma linguagem moderna para “guiar o telespectador por diferentes épocas, civilizações e costumes que revelam curiosidades sobre a vida do povo brasileiro e de seus antepassados”, anuncia a emissora.

O quadro de estréia apresenta o Museu Histórico Nacional/Ibram. Foi feita extensa gravação no circuito de exposição de longa duração do museu, com destaque para a iconografia de Tiradentes, carruagens e a Santa do Pau Oco, entre outras peças.

O Museu da República/Ibram e o Museu Nacional Quinta da Boa Vista serão as próximas atrações do programa, e logo outras instituições museais também serão mostradas. O programa tem roteiro e direção de Renata Chaiber e edição e apresentação de Cláudia Tisato.

Veja o vídeo de divulgação da série: http://www.youtube.com/watch?v=8A3FQ7Qh9UY

Qualificação em Estudos de Público encerra inscrições

As inscrições para a Oficina de Qualificação em Estudos de Público, que será realizada dia 3 de agosto, no Museu Histórico Nacional, estão encerradas. Devido ao grande número de pedidos, o Ibram disponibilizou vagas extras, mas estas também se esgotaram.

A oficina será ministrada pela professora Dra. Rosane Carvalho, com o objetivo de qualificar profissionais que atuam em instituições museais e centros culturais para a elaboração de pesquisas de público.

Pesquisa em coleção de moedas do MHN tem repercussão internacional

Após quatro anos de intensa pesquisa sobre a coleção de moedas pertencente ao Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), a professora Marici Magalhães, bolsista da Faperj, selecionou 1.750  moedas cunhadas por gregos, romanos e povos sob a sua influência para integrarem a publicação  “Sylloge Nummorum Graecorum Brasil”, editada com o patrocínio do Ibram e apoio da Associação de Amigos do MHN.

Casa do Trem abriga a coleção de numismática do MHN. Foto: Eneas de Loreto

A obra teve a chancela do Conselho Internacional de Numismática, que reconheceu a importância internacional dessa coleção: além das moedas gregas propriamente ditas, inclui moedas produzidas por todas as antigas civilizações sob a influência greco-romana, abrangendo geograficamente desde a costa atlântica da Europa até o noroeste da Índia, e cronologicamente desde as primeiras cunhagens gregas em aproximadamente 600 a.C até o final do século III d. C. Com quase duas mil peças, a coleção é bastante significativa e completa, pois reúne desde os mais antigos exemplares cunhados na Ásia Menor até as Moedas Provinciais de Alexandria no Egito, possuindo moedas das mais variadas cidades de três diferentes continentes. Por tais características, a  “Sylloge Nummorum Graecorum Brasil” é a única do gênero a representar a América do Sul entre as grandes coleções mundiais do gênero.

Encaminhada a museus e bibliotecas do Brasil e exterior, a publicação está tendo uma excelente repercussão, sendo considerada um “primoroso trabalho de catalogação”; “divulgação de um material riquíssimo de pesquisa existente em nosso país”, ”muito útil para todos que estudam a antiguidade clássica”, ”marco na numismática brasileira” e “produção científica altamente qualificada”.  Do Gabinete de Medalhas da Biblioteca Nacional de França vieram palavras de incentivo: “uma nova e valiosa contribuição ao desenvolvimento da numismática clássica, exemplo a ser seguido por outras instituições da América do Sul”. A Biblioteca do Vaticano pediu mais um exemplar da obra para incorporação ao acervo.

A publicação já está à venda na Loja do Museu Histórico Nacional (informações pelo telefone 21 2240-8078) e também disponível on line, no âmbito da parceria MHN/DOCPRO (acessar http://www.docpro.com.br/mhn/bibliotecadigital.html).

Fonte: Assessoria de Imprensa do MHN

Museu Histórico Nacional/Ibram homenageia garis

O Dia do Gari é comemorado no dia 16 de maio e durante todo o mês de maio o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro (RJ) estará de portas abertas a todos os garis que queiram visitar a instituição. O museu, na exposição “Cidadania em Construção”, incluiu um uniforme de gari ao lado de outros trajes ligados ao trabalho. Essa exposição tem como objetivo a reflexão sobre o processo de construção da cidadania, a partir dos direitos individuais, políticos e sociais.

Maio é mês de RioHarpFestival – Música no Museu

O RioHarpFestival/Música no Museu chega a sua sexta edição neste ano, trazendo ao Rio de Janeiro harpistas de mais de 20 países para apresentações em diversos pontos da cidade, de 1º a 31 de maio.

Todos os concertos são gratuitos. Além dos locais habituais de Música no Museu, as apresentações ocorrerão nos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro, como Ilha Fiscal, Corcovado, Academia Brasileira de Letras, Real Gabinete Português de Leitura, Arquivo Nacional e estações do Metrô, com cerca de 60 concertos. O Museu Histórico Nacional, o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu da República (todos integrantes do Ibram/MinC) também serão sede do festival.

O encerramento do RioHarpFestival será com o lançamento da Orquestra Jovem Música no Museu. Veja a programação completa em www.musicanomuseu.com.br e www.rioharpfestival.com.br

Museu Histórico Nacional comemora Dia do Índio

O Museu Histórico Nacional  comemora o Dia do Índio (19 de abril) no próximo dia 14, das 10h às 14h com projeção do filme “Terra Cheia de Graça” (Secretaria de Educação à Distância do MEC), visita mediada à exposição “Oreretama” e e atividade interativa com o caderno pedagógico do Museu.

A exposição “Oreretama” é permanente no Museu Histórico Nacional e dividida em dois grandes núcleos: uma ambientação representando uma gruta do sítio arqueológico da Serra da Capivara e os sambaquis do litoral, incluindo objetos retirados de sítios do Estado do Rio de Janeiro, e outro dedicado ao índio brasileiro, sobretudo após o contato com o homem branco.

Mais informações: Divisão Educativa (21) 2550-9261/62 ou mhnatividadeseducativas@gmail.com

Museus mostram trajetória da mulher na arte brasileira

Durante muito tempo, a mulher esteve presente na arte apenas como inspiradora e musa, à margem do processo criativo. Mas esse papel não lhe cabe mais, e os museus brasileiros são prova disso: as coleções estão repletas de obras feitas por mulheres, que expressam o olhar de sua época e a insistência feminina em participar do mundo e do período em que vivem por meio da criação artística.

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, 8 de março, um roteiro pelos museus do Ibram/MinC no Rio de Janeiro oferece um panorama da trajetória feminina na arte brasileira.

No Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Museu Histórico Nacional e no Museu da República, por exemplo, estão obras da pintora Georgina de Albuquerque (1885-1962), uma das precursoras da participação das mulheres nas artes plásticas no país. Georgina rompeu com o academicismo após uma viagem à França, em 1906, e em 1952 torna-se a primeira mulher a dirigir a Escola Nacional de Belas Artes, onde mulheres só puderam entrar a partir de 1879. A artista obteve menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes de 1909 por seu quadro Supremo Amor e a partir daí, seu talento foi reconhecido no cenário artístico nacional.

Primeira caricaturista a despontar no Brasil, Nair de Teffé (1886-1981) foi outra dessas pioneiras. Nair retratou todos os presidentes de Deodoro da Fonseca a JK, além de figuras da sociedade do século XX, por meio de portrait-charges ou retratos caricaturais. A artista começou sua carreira na revista Fon-Fon! (1907) e teve caricaturas divulgadas em publicações francesas (Le rire, Excelsior, Fémina e Fantasio. Seu trabalho pode ser visto no Museu Histórico Nacional e no Museu Imperial, entre outros.

As mulheres também participaram ativamente do estopim do movimento modernista. Anita Malfatti (1889-1964) e Tarsila do Amaral (1890-1973) ajudaram a renovar a arte brasileira inspiradas na brasilidade.

Em 1917, Anita chocou São Paulo ao apresentar uma mostra com 53 de seus mais arrojados trabalhos e recebeu de Monteiro Lobato uma crítica tão violenta que levou Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia e Mário de Andrade a publicar artigos em sua defesa. Juntou-se ao movimento modernista Tarsila do Amaral, que estruturou sua personalidade artística a partir de influências cubistas, durante seus estudos em Paris, na Académie Julien. Depois de uma viagem às cidades históricas mineiras, o contato com o barroco brasileiro associado às teorias e práticas cubistas, ela criou uma pintura denominada Pau Brasil. Em 1926, Tarsila inicia sua fase antropofágica, de retorno ao primitivo, que tem como referência o quadro Abaporu.

O MNBA guarda algumas de suas obras. No mesmo museu, pode-se conhecer ainda o talento de Djanira (1914-1979) que, inspirada em trabalhos de mulheres modernistas, tornou-se uma das grandes intérpretes do movimento no Brasil. Ela apareceu no panorama cultural brasileiro em 1942, participando do Salão Nacional de Belas Artes e teve como temas o retrato, o futebol, a música popular, as atividades circenses, o teatro, além de suas pinturas sobre trabalhadores. Djanira fez várias viagens pelo interior, conhecendo os costumes e movimentos folclóricos do povo, enriquecendo sua temática e exploração de cores, composição e formas.

Um novo redirecionamento da arte brasileira acontece a partir de 1951, tendo como marco a 1ª Bienal de Artes de São Paulo. A bienal – cuja organização teve participação decisiva de uma mulher, a escultora Maria Martins – inspirou a criação do Manifesto Neoconcreto no Brasil.

Falar em neoconcretismo é falar em Lygia Pape (1927-2004) e também em Lygia Clark (1920-1988), que, dentre outras experiências inovadoras, consolida a performance na história da arte ao utilizar o corpo como parte da obra. O legado das duas artistas integra, por exemplo, o acervo dos Museus Castro Maya (Museu da Chácara do Céu e Museu do Açude), ao lado de obras de Fayga Ostrower. Outras artistas contemporâneas como Mônica Barki, Ana Bella Geiger, Marta Niklaus, Malu Fatorelli e Iole de Freitas também estão presentes nos acervos dos museus Ibram/MinC.

Museu Histórico Nacional realiza seminário

De 4 a 7 de outubro, o Museu Histórico Nacional promove seminário internacional com o tema Museus nacionais e os desafios do contemporâneo. O evento é realizado anualmente em outubro, mês de aniversário do museu. O seminário conta com o apoio do Ibram/MinC e a parceria com universidades, instituições culturais e de pesquisa, do Brasil e do exterior.

O objetivo é abrir espaço para a reflexão e o debate sobre as escolhas, os caminhos e as experiências dos museus nacionais, visando, inclusive, ao estabelecimento de novas diretrizes.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas até 24 de setembro, no Museu Histórico Nacional.

A programação completa está disponível no site do museu: www.museuhistoriconacional.com.br

Mais informações: (21) 2550-9220.

Museu para Todos: MHN apresenta exposição itinerante O Império e a República

O Museu Histórico Nacional (MHN) apresenta aos internos do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho, no dia 18 de maio, a exposição itinerante O Império e a República. A atividade faz parte da programação da 8ª Semana Nacional de Museus.

Numa iniciativa pioneira no Brasil, o MHN está desenvolvendo uma parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro para viabilizar a ida de exposições itinerantes aos presídios. O projeto tem o objetivo de levar um pouco da história nacional aos detentos, aproximando o museu de todos os segmentos sociais, sobretudo aqueles menos privilegiados social e economicamente.

A área de projetos sociais do MHN desenvolve uma série de atividades para menores em situação de risco ou em fase de reintegração social, portadores de necessidades especiais, idosos abrigados em asilos e instituições públicas e grupos de ex-drogados e também de ex-presidiários. A apresentação da mesma mostra está prevista para o período de 8 a 12 de junho no Presídio do Grajaú (20º DP).

Por meio das exposições itinerantes a instituição procura favorecer ainda as pessoas que residem em outras cidades ou que têm dificuldade de acesso às instalações físicas do museu. São contemplados, assim, colégios, instituições públicas e privadas e outros espaços, pois as exposições são concebidas para serem montadas de forma simples e prática.

O MHN fica na Praça Marechal Âncora, s/n, Centro, Rio de Janeiro-RJ. Informações:(21) 2550-9257.

Einstein chega ao Museu Histórico Nacional

A exposição internacional Einstein estreia dia 7 abril, no Museu Histórico Nacional (MHN), e promete despertar o espírito questionador que existe em cada criança, jovem e adulto. Vista por mais de 2 milhões de pessoas no mundo, a mostra é fruto de uma parceria entre o Instituto Sangari e o American Museum of Natural History (AMNH), em Nova York.

A exibição desvenda o universo de um dos maiores gênios do século 20 por meio de 10 seções: Vida e tempo, Luz, Tempo, Átomos, Energia, Gravidade, Guerra e Paz, Cidadão Global, Legado e Einstein no Brasil. Com elas, o visitante conhece não somente o homem por trás da ciência como também se aproxima de suas complexas teorias. Tudo isso apresentado por meio de objetos pessoais, fotos, fac-símiles de cartas, manuscritos e uma série de instalações interativas.

Um cinema 3D, que leva o espectador a uma incrível viagem pelo espaço, e uma mesa high-tech, que abre buracos negros quando é tocada, estão entre os atrativos. Durante todo o período expositivo, haverá ainda um Encontro de Educadores e visitas guiadas que podem ser previamente agendadas.

O visitante terá acesso a trechos do diário pessoal de Einstein e registros de sua viagem ao Brasil. O cientista não somente visitou o Rio de Janeiro, em 1925, como teve no Brasil uma das maiores descobertas de todos os tempos: foi na cidade de Sobral-CE, em 1919, que um eclipse solar confirmou o que previa a Teoria da Relatividade Geral.

Para descobrir a percepção da figura de Einstein no imaginário brasileiro, o Instituto Sangari convidou 11 renomados artistas nacionais que o representaram utilizando diferentes técnicas como grafite, pintura a óleo, colagem, entre outras. A trilha sonora da mostra foi criada pelo saudoso maestro Silvio Barbato.

O Museu Histórico Nacional fica na Pça. Marechal Ancora, s/n°, Centro, Rio de Janeiro–RJ. Informações: (11) 3883-9090, exposicao@divertecultural.com.br, Site do Instituto Sagari, Site do Museu Histórico Nacional, ou no site do Einstein Brasil. Einstein chega ao Museu Histórico Nacional A exposição internacional Einstein estreia dia 7 abril, no Museu Histórico Nacional (MHN), e promete despertar o espírito questionador que existe em cada criança, jovem e adulto. Vista por mais de 2 milhões de pessoas no mundo, a mostra é fruto de uma parceria entre o Instituto Sangari e o American Museum of Natural History (AMNH), em Nova York.

A exibição desvenda o universo de um dos maiores gênios do século 20 por meio de 10 seções: Vida e tempo, Luz, Tempo, Átomos, Energia, Gravidade, Guerra e Paz, Cidadão Global, Legado e Einstein no Brasil. Com elas, o visitante conhece não somente o homem por trás da ciência como também se aproxima de suas complexas teorias. Tudo isso apresentado por meio de objetos pessoais, fotos, fac-símiles de cartas, manuscritos e uma série de instalações interativas.

Um cinema 3D, que leva o espectador a uma incrível viagem pelo espaço, e uma mesa high-tech, que abre buracos negros quando é tocada, estão entre os atrativos. Durante todo o período expositivo, haverá ainda um Encontro de Educadores e visitas guiadas que podem ser previamente agendadas.

O visitante terá acesso a trechos do diário pessoal de Einstein e registros de sua viagem ao Brasil. O cientista não somente visitou o Rio de Janeiro, em 1925, como teve no Brasil uma das maiores descobertas de todos os tempos: foi na cidade de Sobral-CE, em 1919, que um eclipse solar confirmou o que previa a Teoria da Relatividade Geral.

Para descobrir a percepção da figura de Einstein no imaginário brasileiro, o Instituto Sangari convidou 11 renomados artistas nacionais que o representaram utilizando diferentes técnicas como grafite, pintura a óleo, colagem, entre outras. A trilha sonora da mostra foi criada pelo saudoso maestro Silvio Barbato.

O Museu Histórico Nacional fica na Pça. Marechal Ancora, s/n°, Centro, Rio de Janeiro–RJ. Informações: (11) 3883-9090, exposicao@divertecultural.com.br, Site do Instituto Sagari, Site do Museu Histórico Nacional, ou no site do Einstein Brasil.

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