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Copa do Mundo é tema de atividade educativa no MHN neste domingo (10)

O projeto Bonde da História, desenvolvido pela Divisão Educativa do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), propõe um ação inédita para marcar o início da Copa do Mundo 2018.

O “Dia de Copa no Museu Histórico Nacional”, no dia 10 de junho (domingo), se propõe a integrar o tema da Copa do Mundo a peças da exposição permanente do MHN.

Das 13h às 17h, o museu se abre para a popular troca de figurinhas do álbum oficial da Copa 2018, que tem feito sucesso entre crianças e adultos.

Tiradentes, Carlota Joaquina e Anita Garibaldi são alguns personagens do álbum

D.João VI, Anita Garibaldi e André Rebouças também são personagens do álbum

Enquanto isso, o Bondinho da História propõe uma “caça às figurinhas” para a garotada completar o álbum exclusivo, desenvolvido pelo Educativo do museu, que traz 15 personagens da história brasileira – como Tiradentes, Dona Carlota Joaquina e a múmia Luzia.

As figurinhas deverão ser ‘caçadas’ ao longo do circuito expositivo do museu para se completar o álbum. Serão distribuídos, por ordem de chegada, 30 álbuns. Cada participante (até 15 anos) e acompanhante terão direito a apenas um exemplar.

Futebol à moda antiga
Às 14h acontece o Bonde da História com o tema “Camisas, futebol e histórias!”.

A proposta é levar o público a perceber os momentos em que a história do Brasil mistura-se a de outros países que também estão na maior competição de futebol do planeta, abordando um pouco dessa relação e as origens das camisas que cada seleção usa. A atividade é voltada para maiores de 16 anos.

Os jogos não tecnológicos também têm destaque: futebol de botão, totó, futebol de moeda e futebol Gulliver estão programados.

E tem competição também com direito a prêmios: um campeonato de embaixadinhas e um “chute ao golzinho” vendado também promete envolver o público no espírito lúdico do futebol.

As atividades são gratuitas e não há necessidade de inscrição prévia. O MHN possui estacionamento – respeitando o número de vagas existentes. O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, S/N – Centro do Rio. Saiba mais sobre o MHN.

Dúvidas e outras informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br.

Texto: Ascom/MHN

Retrato de D. João VI do acervo MHN é reproduzido em selo comemorativo

200 anos da Independência do Brasil: selo integra série de seis emissões dos Correios até 2022

200 anos da Independência do Brasil: selo integra série de seis emissões dos Correios até 2022

Nesta semana, os Correios lançaram um selo comemorativo pelo Bicentenário da Aclamação de D. João VI (1767-1826) como rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

A imagem que estampa o selo é a reprodução de uma pintura de José Leandro de Carvalho (1770-1834), que se encontra no acervo do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), desde 1924.

O pintor foi o principal retratista da corte de dom João VI entre 1808 e 1820. Além do rei, retratou outros membros da família imperial, como dom Pedro I, princesa Leopoldina e dona Maria I, tendo sido comparado pela crítica a “um pequeno Velásquez da elite imperial”.

200 anos da Independência
Este segundo selo, de uma série de seis, é resultado de parceria entre a Câmara dos Deputados e os Correios que se estenderá até 2022, quando se celebram os 200 anos da Independência do Brasil.

A arte do selo é de Ely Borges e Isabel Flecha de Lima. Foram utilizados recursos de tinta calcográfica e computação gráfica. Com valor de R$ 2,05 e tiragem de 180 mil unidades, o selo pode ser adquirido nos Correios.

O quadro pode ser visto na exposição de longa duração Portugueses no Mundo, que integra o circuito do Museu Histórico Nacional. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Imagem: Correios/Divulgação

MHN tem entrada gratuita, visitas mediadas e prêmios na 16ª Semana de Museus

Até o domingo (20), o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), oferece entrada gratuita para o público de todas as idades – celebrando a 16ª edição da Semana de Museus, que acontece nesta semana em todo o país.

Além da chance de conhecer a exposição permanente do museu, que aborda a história do Brasil em suas diversas fases, o visitante pode ainda visitar a exposição temporária “Paisagens da guerra”, do pintor italiano Edoardo de Martino. Saiba mais.

Para a Semana de Museus 2018, o MHN lançou ainda dois desafios para o público, que darão prêmios exclusivos do museu para os ganhadores. Saiba como participar.

Bonde da história
Uma programação especial também foi pensada para a 16ª Semana de Museus: o projeto Bonde da História realiza visitas mediadas entre os dias 15 (terça) e 20 (domingo), abordando temas diversos relacionados ao acervo em exposição do museu – todas com entrada gratuita.

Na terça (15), às 15h, o tema será “Umbanda e história do Brasil”. A ideia é abordar o papel e a atualidade de uma manifestação religiosa e cultural importante para a nossa formação. Haverá intérprete de Libras nesta sessão.

O projeto Bonde da História é conduzido pelo setor educativo do MHN

O projeto Bonde da História é conduzido pelo setor educativo do MHN

Na quarta (16), às 11h, o Bonde da História traz o tema “Museus, memória e mulheres”. Como a representação e representatividade femininas estão presentes na memória do país? Essa é uma pergunta que guia a visita mediada – que também conta com intérprete de Libras.

Às 15h acontece uma visita especial:“Museu para museólogos”, voltada especialmente para os profissionais da área de museus.

Na quinta (17), “A presença negra no MHN” será o tema da visita mediada, às 11h, destacando a produção artística e histórica de matrizes africanas no Brasil.

Já às 15h, o tema tem inspiração em um rap nacional e no tradicional 1º de abril para contar “As maiores mentiras do Brasil”. Quais as mentiras, mitos e construções históricas duvidosas acerca da nossa história? Haverá intérprete de Libras nesta sessão.

No sábado (19), às 14h, o Bonde da História aborda o tema “A violência em objetos de nossa história” – um debate, a partir de objetos do circuito expositivo, sobre diferentes tipos de violência. A atividade é acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva.

Encerrando a ampla programação, “Descobrindo o mundo no MHN” traz no domingo 20, às 14h, atividades multissensoriais para famílias com bebês e crianças na primeira infância. O projeto, realizado em parceria com a educadora Suely Mendonça, propõe maior interação entre o público e o espaço do museu, para além do uso de brinquedos pedagógicos e educativos.

Texto e foto: Ascom/MHN

Mais três acervos brasileiros recebem registro no Programa Memória do Mundo

Amanhã (22) acontece a cerimônia de entrega dos certificados de inscrição de três acervos documentais brasileiros no Registro Internacional do Programa Memória do Mundo da Unesco de 2017. O evento será no auditório do Arquivo Nacional (Praça da República, 173 – Centro), no Rio de Janeiro (RJ), às 18h.

Cenário da ópera Il Guarany, de Carlos Gomes, pintado por Carlo Ferrario (1870), está no acervo do Museu Imperial/Ibram em Petrópolis (RJ)

O acervo Antonio Carlos Gomes: compositor de dois mundos é custodiado por oito instituições, entre elas o Museu Histórico Nacional e o Museu Imperial – ambos integrantes da rede de museus Ibram no Rio.

Já o Arquivo Pessoal de Nise da Silveira é custodiado pela Sociedade de Amigos do Museu do Inconsciente e a Coleção Educador Paulo Freire pela sua viúva e o Instituto Paulo Freire.

Criado em 1992, o Programa Memória do Mundo da Unesco reconhece como patrimônio da humanidade documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional, inscrevendo-os nos registros e conferindo-lhes certificados que os identificam.

Tendo como objetivo estimular a preservação e a ampla difusão desse acervo, o programa facilita a preservação desses documentos e seu acesso, contribuindo, assim, para despertar a consciência coletiva para o patrimônio documental da humanidade. Conheça o programa e os acervos nacionais já reconhecidos.

Prêmio Jikji
Estão abertas, até 30 de março, as inscrições para o Prêmio Jikji – que apoia projetos de preservação e acesso ao patrimônio documental. A cada dois anos, a República da Coreia oferece 30 mil dólares a países, comissões nacionais e organizações não-governamentais que mantém relações oficiais com a Unesco.

Cada projeto deve enfocar o impacto da contribuição do candidato à preservação e à oferta de acesso do patrimônio documental, por meio das atividades desenvolvidas ou gerenciadas, inovações, liderança, publicações, etc; e quaisquer dificuldades incomuns que o candidato tenha tido que superar em suas atividades para preservar e dar acesso ao patrimônio documental. Saiba mais.

Texto e imagem: Arquivo Nacional/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

 

Arte+Feminismo: maratona de edição Wikipédia acontece sábado (10) no MHN

O Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), recebe neste sábado (10), das 9h30 às 17h30, uma maratona de edição – edit-a-thon -  da maior enciclopédia colaborativa do mundo, a Wikipédia, com o tema Arte+Feminismo.

O objetivo é melhorar a cobertura de artigos que abordem questões de gênero, feminismo e arte  e inclui capacitação e disponibilização de material de apoio e de referência nos temas trabalhados para novos editores.

Museu Histórico Nacional (RJ)

Edit-a-thon Wikipédia no MHN terá como tema Arte+Feminismo

Em um levantamento de 2011, a Wikimedia Foundation divulgou que menos de 10% de seus contribuidores se identificavam como mulheres.

A tímida participação feminina também acarreta uma menor representatividade de temas relacionados a mulheres na enciclopédia on-line mais popular do mundo.

Desde 2014, as maratonas de edição Arte+Feminismo têm acontecido ao redor do mundo em centenas de instituições na Europa e Estados Unidos, tendo criado e aprimorado mais de 11 mil artigos em várias línguas.

O edit-a-thon Arte+Feminismo no MHN é gratuito e aberto a pessoas de todas as identidades e expressões de gênero. As inscrições podem ser feitas online. Será oferecido coffee-break, cuidador de crianças e o estacionamento do museu – respeitando as vagas existentes.

O participante deve levar seu equipamento (laptop ou tablete). Caso ainda não seja cadastrado na Wikipédia, poderá realizar o primeiro acesso no  próprio evento.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora S/N, Centro. Mais informações pelo telefone (21) 3299.0324 ou endereço eletrônico faleconosco.mhn@museus.gov.br.

Texto e foto: MHN/Divulgação
Edição: Ascom/Ibram

Museus Ibram têm candidaturas aprovadas para o MoWBrasil

O Museu da República (Ibram/MinC) e o Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC) estão entre as instituições que tiveram candidaturas aprovadas para o Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO.

Em reunião ocorrida nos dias 2 e 3 de outubro na Escola de Ciências da Informação da UFMG, em Belo Horizonte, o Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO – MoWBrasil aprovou dez (10) das vinte e duas (22) candidaturas ao Edital MoWBrasil 2017 para serem inscritas no Registro Nacional do Programa.

A Coleção Família Passos, do Museu da República e Registros Iconográficos Da Revolta Da Armada (1893-1894), do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Instituto Moreira Salles e Museu Histórico Nacional estão entre os aprovados.

Criado pela UNESCO em 1992, o Programa Memória do Mundo da UNESCO/Memory of the World – MoW reconhece como patrimônio da humanidade documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional, inscrevendo-os nos registros e conferindo-lhes certificados que os identificam. Tendo como objetivo estimular a preservação e a ampla difusão desse acervo, o MoW facilita a preservação desses documentos e seu acesso, contribuindo, assim, para despertar a consciência coletiva para o patrimônio documental da humanidade.

 A cerimônia de entrega dos Certificados de inscrição no Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO ocorrerá em dezembro, na cidade do Rio de Janeiro.

MHN realiza seminário para celebrar o aniversário da Instituição

21616418_705168113014016_141172771027784064_nO Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC) realiza, nos dias 10 e 11 de outubro, o Seminário “Games e Museus: a história em jogo” em comemoração ao aniversário do Museu, celebrado este mês.

O seminário objetiva reunir pesquisadores para apresentar suas experiências, metodologias e pesquisas acerca do tema, assim como refletir sobre o modo pelo qual o espaço da memória histórica e dos museus e seus acervos são incorporados, ressignificados e trabalhados pelos recursos das audiovisualidades, como o cinema, televisão, games, vídeos, aplicativos, smartphones, dentre outros.”

As inscrições podem ser feitas pela internet e no dia da abertura, a partir das 9h da manhã. No dia 10, a programação conta com uma palestra de abertura e mesas-redondas. E no dia 11, acontece o curso de curta duração: Jogos e ensino de história, ministrado pelo Professor Dr. Christiano Britto, da Universidade Federal Fluminense. O curso propõe reflexões em torno do uso da história em jogos de videogames, como as franquias de Medal of Honor e Call of Duty e os títulos Valiants Hearts e Uncharted, dentre outros. Serão objetos de análise categorias e questões em torno de eventos históricos, biografias, documentos e monumentos que são utilizados em narrativas de videogames.

Mais informações aqui.

Publicações guardam aspectos relevantes da memória institucional do MHN

O Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro (RJ), criado em 1922 no âmbito das comemorações do Centenário da Independência do Brasil, é o mais antigo museu ligado ao Ibram. Voltado para a construção de memórias nacionais e suas representações, devota especial atenção à produção e preservação de suas memórias institucionais.

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Anais do MHN: publicações abordam aspectos da memória institucional

Instituição quase centenária, o museu é consciente de seu papel na sociedade e da importância de sua trajetória. Grande parte dessa trajetória está registrada nos Anais do Museu Histórico Nacional. Desde o primeiro volume, datado de 1940 até os atuais, todos podem ser acessados na página web do museu.

Ali também estão disponíveis os relatórios de atividades e os processos de entrada de acervo correspondentes ao período de 1922 até a década de 1970, além da Hemeroteca Gustavo Barroso.

Formação e preservação
Para a equipe do museu, a análise dessa documentação disponibilizada ao grande público tem contribuído para a produção do conhecimento sobre a história do MHN e sua atuação tanto na formação de profissionais de museologia, quanto na preservação do patrimônio nacional.

Trata-se de duas ações pioneiras do museu: a criação do Curso de Museus, em 1932, e da Inspetoria de Monumentos Nacionais em 1934.

O curso de museus funcionou sob a responsabilidade e nas dependências do MHN até 1979, quando foi transferido para a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio).

Em funcionamento até hoje, é uma referência na formação de museólogos. Já a Inspetoria de Monumentos Nacionais foi um órgão efêmero e extinto em 1937, em função da criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) – órgão anterior ao Iphan. Em seu período de existência, a Inspetoria restringiu suas atividades à conservação e restauração de igrejas, pontes e chafarizes na cidade mineira de Ouro Preto – decretada Monumento Nacional em 1933.

Além disso, o MHN promove ações comemorativas que contribuem para a divulgação da memória institucional. No âmbito das atividades da Primavera dos Museus, com o tema Museus e suas memórias, e também na preparação da agenda para seu centenário em 2022, o Museu Histórico Nacional mais uma vez sublinha os trabalhos de produção e divulgação das suas memórias institucionais com projetos de eventos, livros, exposição e catálogos.

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MHN/Divulgação

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Técnicos do Ibram participam de treinamento em Estudos de Público

museuspublico_MHN-300x224Técnicos dos museus vinculados ao Ibram participaram, nesta semana, de uma oficina de treinamento em Estudos de Público.

A primeira turma, nos dias 3 e 4 de julho, reuniu no Museu da Inconfidência (MG), 13 profissionais dos museus sediados naquele estado. Já a segunda turma, reuniu cerca de 40 técnicos oriundos dos museus vinculados nos demais estados da federação nos dias 6 e 7, no Museu Histórico Nacional (RJ).

A capacitação é voltada para a implementação do Laboratório de Público Ibram, iniciativa do Projeto Museus & Público, que pretende levantar dados sobre o perfil dos visitantes. O laboratório utilizará metodologia desenvolvida pelo Observatório Ibero-Americano de Museus (OIM), que contou com a participação dos países membros do Ibermuseus.

Para Rômulo Sabarense da Costa, do Museu Regional Casa dos Ottoni, o levantamento de estudo de público é primordial para qualquer museu que pretenda estabelecer plano estratégico. “Conhecer o público ajuda a estabelecer metas, ajustar atividades e também nos dá subsídios para identificar o público ausente, o ‘não-público’. A partir dessa análise, a instituição deixa de ser mero agente passivo, apenas esperando o público visitante, para buscar método para trazer público regular e público potencial”, declarou.

Para o diretor do Museu do Ouro, Ricardo Rosa, o treinamento proporcionou a troca de experiências, o intercâmbio e a interação com colegas de outros museus e foi um espaço de construção coletiva, dedicado ao debate e a capacitação.

“A área educativa do Museu do Ouro já realiza pesquisa de público, sendo computados dados como, procedência, gênero, escolaridade, rede de ensino, faixa etária etc, porém a criação de uma metodologia unificada de pesquisa e aplicação, dentro dos museus do Ibram, apresenta-se como de suma importância para a compilação, validação, interação e dinamização dos dados coletados”, concluiu.

Saiba mais sobre o projeto Museus & Público, que visa estudar as características das relações existentes entre os museus e seus públicos.

Tecnologia desenvolvida pela UFRJ será atração no Museu Histórico Nacional

FOTO: RICARDO BHERINGUma parceria entre o Museu Histórico Nacional/Ibram do Rio de Janeiro, pesquisadores do Laboratório Lamce, instalado no Parque Tecnológico da UFRJ e a startup Engset, ex-residente da Incubadora de Empresas da COPPE, irá unir tecnologia e história através das tecnologias de realidade aumentada e holografia.

A iniciativa será lançada no dia 13 de junho, às 10h30, na Galeria das Carruagens do Museu Histórico Nacional, onde um grupo de estudantes convidados fará uso das tecnologias em primeira mão.

Com o objetivo de levar interatividade para o Museu, foram desenvolvidas tecnologias de holografia e realidade aumentada para o espaço em forma de aplicativo.

Denominado MHN-GuideIn, o aplicativo permite, por meio da câmera de smartphones ou tablets, que visitantes visualizem os elementos virtuais tridimensionais sobre os painéis e cartazes da galeria das carruagens no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. Ele também apresenta imagens imersivas de 360 graus do interior de todos os veículos em exposição na galeria. O usuário poderá examinar detalhes do interior, direcionando o smartphone ou tablet como se estivesse no seu próprio veículo.

O projeto está sendo instalado na Galeria das Carruagens e inclui a modernização de todas as placas e painéis informativos da galeria, preparando-os para a inovação. A tecnologia permitirá que todos os visitantes que baixarem o aplicativo possam ter uma experiência de “volta ao passado” e se aproximar um pouco mais da história através da inovação. O aplicativo é gratuito e estará disponível para dispositivos da plataforma Android e IOS/Apple a partir de amanhã (13).

O Museu Histórico Nacional

Atualmente, o Museu Histórico Nacional ocupa todo o complexo arquitetônico da Ponta do Calabouço e reúne um acervo com cerca de 258 mil itens, entre objetos, documentos e livros, e sendo uma instituição de produção e difusão de conhecimento.

O MHN mantém, em 9 mil m² de área aberta ao público, galerias de exposições de longa duração e temporárias, além da Biblioteca especializada em História do Brasil, História da Arte, Museologia e Moda, do Arquivo Histórico, com importantes documentos manuscritos, aquarelas, ilustrações e fotografias, entre as quais exemplares de Juan Gutierrez, Augusto Malta e Marc Ferrez. Mantém, ainda, programas voltados para estudantes, professores, terceira idade e comunidades carentes.

As áreas de Reserva Técnica, Laboratório de Conservação e Restauração Numismática (coleção de moedas e outros valores impressos) podem ser consultadas, mediante agendamento prévio.

Texto e foto: Museu Histórico Nacional/divulgação

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