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Portarias reconhecem associações de amigos de museus Ibram

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) fez publicar hoje (25), no Diário Oficial da União (DOU), cinco portarias que reconhecem como legítimas e prontas para produzir os efeitos decorrentes das ações previstas em estatutos sociais as associações de amigos dos museus Castro Maya (Chácara do Céu e Museu do Açude, RJ), Museu da Inconfidência (MG), Museu Lasar Segall (SP), Museu Victor Meirelles (SC) e Museu Histórico Nacional (RJ) – todos integrantes da rede de museus Ibram.

O reconhecimento das entidades, realizada pela Diretoria Colegiada do instituto em 15 de julho, dá sequência ao ordenamento jurídico relacionado ao decreto que regulamentou o Estatuto de Museus, publicado em outubro de 2013, no qual há destaque para as associações de amigos, que devem “apoiar e colaborar com as atividades dos museus, contribuindo para seu desenvolvimento e para a preservação do patrimônio museológico”.

Requisitos
No âmbito do Poder Executivo Federal, a atuação das associações, especialmente em relação à captação de recursos, fica condicionada ao prévio reconhecimento da entidade por ato administrativo do museu ou instituição a que ele esteja vinculado, cabendo ao Ibram estabelecer requisitos para o reconhecimento das associações de amigos de seus museus.

Em 28 de outubro de 2011, foi publicada a Instrução Normativa (IN) nº1, dispondo sobre critérios que definam as relações entre os museus que integram o Ibram e suas respectivas associações de amigos.

A partir da IN, as entidades ficam condicionadas ao prévio reconhecimento por parte do instituto, que passa a adotar requisitos mínimos para sua aprovação, como ser entidade da sociedade civil sem fins lucrativos e ter como finalidade exclusiva “o apoio, a manutenção e o incentivo às atividades dos museus a que se refiram”.

As associações deverão então encaminhar ao Ibram um Plano Anual de Atividades, contendo planos, projetos e ações a serem realizados no decorrer do ano – levando em conta os Planos Museológicos dos museus aos quais estão ligadas.

Texto: Ascom/Ibram

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Ibram/MinC publica normativa sobre associações de amigos de museus

Ministra da Cultura e prefeito do Rio assinam cessão de terreno para MHN

O Museu Histórico Nacional (MHN), situado no centro do Rio de Janeiro (RJ) e vinculado ao Ibram/MinC, recebeu na tarde desta quinta-feira (21), a visita da ministra da Cultura, Marta Suplicy, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes.

Cerimônia de doação aconteceu na Sala

Cerimônia de cessão de terreno e entrega de medalhas aconteceu na Galeria das Tapeçarias do MHN

Marta Suplicy assinou com o prefeito da capital protocolo para a cessão da parte do terreno que pertence ao município. Durante a cerimônia, Ambos receberam a Medalha Henrique Sérgio Gregori, entregues pelo Presidente da Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, Jorge La Saigne de Botton.

Também acompanhada pelo presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, e pela diretora do museu, Vera Tostes, a ministra  e o prefeito conheceram o terreno onde será erguido o futuro anexo do museu – resultado de doações tanto do governo do Estado do RJ e, agora, da prefeitura do Rio.

A área total do terreno doado é de 3,3 mil m². Para o anexo do museu a ser construído, serão transferidas as áreas museográfica e administrativa, a biblioteca e o arquivo histórico do museu.

A nova construção possibilitará, ainda, a implantação de um Centro de Referência em Conservação e Restauração; de um auditório de maior capacidade; e a ampliação das áreas de serviços ao público. Com a transferência, novos espaços de exposições de longa e curta duração serão liberados no atual prédio do MHN.

Comemorações em 2022
“É um marco histórico”, resumiu o presidente do Ibram, Angelo Oswaldo. “Com a assinatura deste protocolo, damos início a um projeto que vai permitir a um dos museus mais ricos do Brasil expor quase todo seu acervo, de 350 mil itens, além de preparar-se para seu centenário em 2022, quando também se comemora o bicentenário de nossa independência”.

Ministra da Cultura assina Livro de Ouro do MHN

Ministra da Cultura assina Livro de Ouro do MHN

De acordo com Angelo Oswaldo, já está em estudo a formatação de Parceria Público-Privada para a construção do novo prédio, cujo projeto será escolhido através de concorrência coordenada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). “Será um projeto bastante ousado, em diálogo com o século XXI”, adianta.

O presidente do Ibram agradeceu pessoalmente ao prefeito do Rio de Janeiro pela demolição do chamado Elevado da Perimetral, intervenção que integra programa de revitalização da área portuária da cidade e deu maior visibilidade ao MHN e outros museus de seu entorno.

A visita da ministra Marta Suplicy ao Museu Histórico Nacional motivou ainda a realização de uma homenagem a seu avô, Jaime Smith de Vasconcellos – o terceiro Barão de Vasconcellos. O barão foi, nos anos 1920, um dos primeiros doadores do MHN, que até os anos 1960 manteve a Sala de Smith de Vasconcellos, reunindo cerâmicas, cristais e porcelanas.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Gustavo Serrate/MinC

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Cessão de terreno ao Ibram vai ampliar Museu Histórico Nacional no RJ

Artesanto japonês em metal é tema de exposição no Museu Histórico Nacional

Em comemoração ao Mês da Cultura Japonesa, promovido pelo Consulado Geral do Japão, o Museu Histórico Nacional, no Rio de janeiro (RJ), inaugura na quinta-feira (7), uma exposição que vai oferecer aos visitantes uma amostra da arte da produção de peças japonesas com metal.

Chaleira de ferro Nambu é um dos objetos utilitários em exposição

Artesanato do Japão – Tradições e Técnicas vai trazer ao público produtos de metal Nanbu, da província japonesa de Iwate. Produzidas a partir de tecnologia que acredita-se ter sido trazida de Kyoto, as peças foram fabricadas de ferro fundido em molde de areia.

A chaleira de ferro Nanbu é considerada a peça mais famosa e representativa desta técnica. Sua fabricação teve início no século XVIII para uso na cerimônia do chá.

O acabamento da superfície nodosa chamada ‘arare’, além de conferir beleza visual às peças, protege da oxidação pela permanência por 30 minutos na brasa de carvão a 9 mil graus celsius, é muito resistente e garante longos anos de uso.

A exposição vai trazer também utensílios de bronze Tsubame, da província de Niigata, fabricados a partir de técnica de alquimia, na qual um objeto tridimensional é produzido a partir de uma folha de bronze batida a martelo. Serão expostos ainda utensílios de bronze Takaoka, da província de Toyama.

A exposição fica em cartaz até 24 de agosto e pode ser visitada de terça a sexta-feira das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 18h. Saiba mais.

Texto e foto: Divulgação Museu Histórico Nacional
Edição: Ascom/Ibram

Gravura e Arte impressa: bienal reúne 96 artistas sul-americanos no MHN

Com a participação de 96 artistas da Argentina, Brasil, Chile e Peru, estará em cartaz no Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro (RJ), entre os dias 25 de julho e 28 de setembro, a 1º Bienal Sul Americana de Gravura e Arte Impressa Rio/Córdoba. A abertura acontece no dia 24 de julho (quinta-feira), às 19h30, e tem entrada franca.

Artistas da Argentina, Brasil, Chile

Intercâmbio: artistas da Argentina, Brasil, Chile e Peru expõem no MHN

Promovida pela Gerardo Torres Produções Culturais, a bienal pretende constituir-se numa referência da gráfica artística sul-americana, refletindo um panorama atual de suas variadas formas expressivas, recursos técnicos de impressão e tendências.

Segundo o curador Gerardo Torres, para a seleção de artistas considerou-se que fossem artistas em atividade, com obras atuais e que em conjunto representassem a diversidade de linguagens e estilos, abarcando desde a geração dos anos 1960 até a atualidade.

O evento faz parte de projeto que busca desenvolver um “Corredor Cultural” entre a cidade argentina de Córdoba e distintas cidades do Brasil, canalizando, ainda, manifestações artísticas de outros países sul-americanos com o propósito de enriquecer as relações ibero-americanas em seu aspecto cultural.

Depois do Rio, a exposição será exibida no Museu Provincial de Bellas Artes Emilio Caraffa, em Córdoba. A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 14 às 18h. Saiba como chegar ao MHN.

Texto e imagem: Divulgação MHN

Semana de Museus 2014: presidente do Ibram participa de eventos em MG e RJ

A 12ª Semana de Museus será aberta pelo presidente do Ibram, Angelo Oswaldo, no domingo (11), na cidade histórica de Congonhas (MG), com uma palestra, seguida da Série de Concertos Coloniais com o Coral Cidade dos Profetas.

AngeloOswaldo

Presidente do Ibram participa de eventos em Minas Gerais e Rio de Janeiro na próxima semana

Oswaldo também faz visita às obras de implantação do Museu de Congonhas. Ao longo da semana, pela primeira vez a futura instituição ganhará as ruas da cidade histórica em palestras, concursos educativos, lançamentos de livros e exposições, adiantando a possibilidade de futuras conexões.

A agenda oficial do presidente ainda conta com um evento no Museu de Artes e Ofícios (MAO), em Belo Horizonte e uma visita ao Museu de Arte Contemporânea (MAC), na cidade de Niterói (RJ).

Na ocasião será assinado um termo de cooperação entre o Ibram, a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e a Fundação de Arte de Niterói para a elaboração do estudo preliminar de reserva técnica compartilhada de acervos museológicos dos museus de Arte Contemporânea, Arqueologia de Itaipu, História e Arte do Rio de Janeiro e Museu Antonio Parreiras.  A criação do Sistema Municipal de Museus de Niterói também será formalizada no evento.

Este ano, a Semana de Museus reúne 1.337 instituições, que realizam mais de quatro mil atividades durante o mês de maio. O tema proposto pelo Conselho Internacional de Museus (Icom), para comemorar o Dia Internacional de Museus (18 de maio) em 2014, Museus: coleções criam conexões, estimula a valorização do colecionismo e a interação entre acervos públicos e privados no campo das realidades culturais do país.

Para Angelo Oswaldo, os números mostram o dinamismo do campo museológico brasileiro: “são mais de quatro mil ações que movimentarão o campo cultural brasileiro ao longo do mês de maio, trazendo, inclusive, reflexos positivos na economia”. Confira a programação completa do evento nacional por estado da federação.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Hiperbólico: Museu Histórico Nacional abre exposição de designer no RJ

O designer carioca Brunno Jahara completa 10 anos de carreira este ano e realiza sua primeira exposição retrospectiva, com curadoria de Marcelo Vasconcellos (Galeria MeMo). A mostra abre ao público amanhã (21), no Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), e pode ser visitada até 4 de maio.

Uso diversificado de materiais marca a produção de Jahara

Materiais diversos marcam a produção do designer carioca

Com 750m², a exposição Hiperbólico ocupa três galerias do museu e apresentará as principais peças e coleções do designer, além de croquis e desenhos técnicos, informações sobre os processos de produção e referências criativas.

Com influências de cada um dos lugares em que viveu ou passou, a obra de Jahara possui forte influência do Brasil, a natureza do país e sua cultura. De acordo com o designer, isso resulta em peças que mesclam diferentes materiais como alumínio, madeira, latão, porcelana, vidro, plástico, e papel.

Experiência internacional
Após seis anos na Europa, onde colaborou com designers e marcas como Heineken, Melissa, Fabrica, St. James e a fábrica de porcelanas portuguesa Vista Alegre, Jahara voltou ao Brasil onde abriu estúdios em São Paulo e Rio de Janeiro.

A primeira exposição internacional do designer aconteceu em Tokyo, em 2003, seguida da participação em mostras e espaços culturais na Itália e França.

O Museu Histórico Nacional localiza-se à Praça Marechal Âncora – próximo à Praça XV, no Centro do Rio. Está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. A entrada custa R$ 8. Aos domingos, a entrada é franca. Saiba mais.

 

Texto e foto: Divulgação MHN
Edição: Ascom/Ibram

MHN recebe raro exemplar de canhão naval do período colonial brasileiro

Peça já se encontra na reserva técnica do MHN

Peça já se encontra na reserva técnica do MHN

Sob a proteção do exército, o Museu Histórico Nacional, vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus, no Rio de Janeiro (RJ), recebeu hoje (11), por volta das 15h, uma raridade: um canhão naval fundido no século 16 – existem registros de apenas 10 deles em museus pelo mundo.

A peça é resultado de busca e apreensão realizada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), em processo iniciado em 2011 e concluído em 2012.

A peça de 1,60 metro e cerca de 60 quilos, segundo estudos, foi fundida pelo português Francisco Álvares, entre 1560 e 1580. Trata-se de um dos primeiros canhões do fundidor em território brasileiro. Eram apenas quatro canhões navais do período em solo colonial.

Observa-se ainda que não há nenhuma peça do tipo no Brasil, o que o torna de grande valor histórico. Investigações revelaram ainda que a peça veio de embarcação naufragada, por meio de resgate clandestino, nos anos 1980, na costa da Bahia.

Confira parecer realizado por técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC) sobre a peça.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MHN
Última atualização: 12.3.2014

Publicações do Museu Histórico Nacional recebem avaliação máxima da Capes

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), teve duas de suas publicações classificadas com nota máxima em recente relatório divulgado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), agência vinculada ao Ministério da Educação (MEC) – responsável pela avaliação de programas de pós-graduação no Brasil.

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Capes avaliou com nota máxima anais de seminário MHN realizado em 2011

Em seu último relatório trienal, que apresenta o resultado do processo de avaliação ocorrido nos anos de 2010, 2011 e 2012, a Capes concedeu nota “L-4” (76 a 100 pontos) aos anais dos Seminários Internacionais Museus e Comunicação – Exposições como objeto de estudo, realizado em outubro de 2009, e Coleções e Colecionadores: a polissemia das práticas, realizado em outubro de 2011.

Editados pelo MHN, os livros, dessa forma, obtiveram a nota máxima da Capes para a área de Ciências Sociais Aplicadas. A Classificação de Livros integra a avaliação da produção científica docente e discente dos programas de pós-graduação.

De acordo com a coordenação, são classificadas no chamado “Estrato L4”, obras consideradas “diferenciadas quanto à inovação temática, metodológica e com impacto na área e nos campos específicos de conhecimento aos quais está relacionada”, entre outros critérios. Saiba mais sobre o MHN.

Texto e foto: Ascom/Ibram

Ampla programação marca o mês de dezembro no Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), programou uma série de atividades para o mês de dezembro.

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A exposição Isto é uma Mesa fica em cartaz até 31 de janeiro de 2014

No dia 12 (quinta), acontece a abertura da mostra Isto é uma mesa. Primeira exposição de uma série programada para ocupar o museu no ano que vem com design contemporâneo, a exposição reúne mesas de seis expoentes das novas gerações de designers e segue em cartaz até 31 de janeiro de 2014.

Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine, e realização de MeMo e  Olhares,  a exposição apresenta obras de  Leo Capote, Carol Gay, Alê Jordão, Katharina Welper e Oficina Ethos (Guilherme Saas e Rodrigo Calixto), designers que, apesar do uso de materiais e técnicas diversos, têm em comum a marca autoral.

Circulando cultura
O MHN também faz parte do Programa Circulando Cultura, que promove um passeio diferente no sábado (14). Quatro ônibus com ar condicionados irão transportar, gratuitamente, o público entre as seis instituições participantes do programa: Monumento aos Pracinhas, Forte de Copacabana, Forte do Leme, Museu de Arte do Rio, Centro Cultural Banco do Brasil e Museu Histórico Nacional. Todas as entradas neste dia serão gratuitas e com programação especifica.

Para participar, os passageiros poderão embarcar e desembarcar em qualquer ponto do roteiro, que será sinalizado com placa do evento, visitando os pontos que desejarem por quanto tempo quiser.

A partir de 18 de dezembro, o MHN abre a exposição Japão: reino dos personagens. Promovida pelo Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão, a mostra itinerante examina as circunstâncias culturais e históricas por trás da afeição do povo japonês por personagens, e tece caminhos acerca do futuro dos personagens no Japão contemporâneo. O público pode conferir a exposição até o dia 12 de janeiro de 2014.

E para fechar o ano, o museu recebe a última edição do projeto Música no Museu 2013. O evento será no dia 27, às 12h30, com o Quarteto Sol de Violão. No repertório, Clássicos Brasileiros. Saiba mais sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MHN

Cessão de terreno ao Ibram vai ampliar Museu Histórico Nacional no RJ

O Governo do Estado do Rio de Janeiro cedeu o terreno localizado ao lado do Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) ao Instituto Brasileiro de Museus. A cessão, por tempo indeterminado, foi oficializada através de publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, no dia 25 de novembro.

Museu Histórico Nacional (RJ)

Museu Histórico Nacional (RJ)

O terreno, hoje ocupado pelo Detran, será utilizado para a construção do anexo do museu. A concessão da área já havia sido tentada em diversas ocasiões, até então sem êxito.

Para o anexo a ser construído, serão transferidas as áreas museográfica  e administrativa,  a biblioteca e o arquivo histórico do MHN. A nova construção possibilitará, ainda, a implantação de um Centro de Referência em Conservação e Restauração; de um auditório de maior capacidade; e a ampliação das áreas de serviços ao público.

Com a transferência, novos espaços de exposições de longa e curta duração serão  liberados  no atual conjunto arquitetônico, possibilitando que mais de 120 peças estejam abertas à sociedade.

Medalha
Por conta da cessão do terreno ao MHN, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi um dos homenageados com a Medalha Henrique Sérgio Gregori deste ano, entregue em cerimônia realizada na terça-feira (3).

Instituída pela Associação dos Amigos do Museu Histórico Nacional, em 1990, a medalha é concedida anualmente às empresas, instituições e representações estrangeiras que apoiaram projetos e pleitos do museu e pessoas que se distinguiram por sua relevante colaboração à instituição.

Também foram agraciados com a medalha o presidente do Ibram,  Angelo Oswaldo de Araujo Santos; a Academia Brasileira de Medicina, representada pelo Presidente Pietro Novelino; a Relações Públicas Diana Vianna de Souza; e os funcionários do MHN Aline Montenegro Magalhães, José Pereira Ignácio e Reginaldo Martins de Oliveira.

Texto e foto: Ascom/Ibram

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