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Museu Histórico Nacional recebe mostra Quando o mar virou Rio

Quando o mar virou Rio em cartaz no MHN

Quando o mar virou Rio: exposição fica em cartaz no MHN até 28 de maio

Entre os dias 24 de março e 28 de maio, o Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro, vai “estender a canga e abrir o guarda sol” para receber a exposição Quando o mar virou Rio.

Ao todo são 130 obras de 25 artistas, entre gravuras, fotografias, instalações e pinturas, organizadas em nove temas que resgatam a história da relação dos moradores do Rio de Janeiro com a praia – desde a origem, quando os médicos receitavam banhos de mar para curar doenças de pele ou respiratórias, até os dias atuais – incluindo a moda, os esportes e o ideal de ‘carioquice’ que ganhou fama no mundo.

Uma parte significativa dessa coleção veio de acervos: 11 artistas e 24 obras são do próprio Museu Histórico Nacional; 26 obras das coleções dos fotógrafos Augusto Malta (1864-1957) e Alair Gomes (1921-1992) pertencem à Biblioteca Nacional; e há mais 5 imagens do Augusto Malta que compõem o acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS).

Trajetória entrelaçada
“A curadoria gosta de pensar que a exposição é uma ode ao movimento da cidade, que começa com a vinda dos primeiros índios que buscavam a terra sem males, passa pelos navegantes portugueses e é porto de partida e chegada de produtos, pessoas e influências de além mar”, explica o curador Diogo Rezende, até quando o Rio se volta literalmente para a praia, desaguando numa paixão do carioca por ocupar a orla de diferentes maneiras”.

Para Letícia Stallone, também curadora, a mostra “apresenta parte da história dessa cidade, conhecida no mundo inteiro como Rio, mas que tem uma trajetória tão entrelaçada ao mar que a sua própria identidade está vinculada à imensidão da água salgada, ao sol, à areia e tudo que pertence a esse ambiente. Tudo isso num mesmo gingado que a gente que se mete nessa geografia acaba adquirindo”.

A mostra foi idealizada e produzida pelo estúdio M´Baraká e pela produtora Logorama, com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura por meio da Lei Municipal de Incentivo a Cultura – Lei do ISS, e da Multi Terminais, copatrocínio da E.T.T. First RH e a Shift Gestão de Serviços e apoio do Control Lab e do Consulado Francês.

Texto: Divulgação MHN
Edição: Ascom Ibram
Foto: Júlio Bittencourt/Divulgação

Ibram e Google disponibilizarão online acervos de cinco museus

Imagens em alta definição de bens culturais pertencentes aos acervos de cinco museus da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) estarão disponíveis online nos próximos meses.

Museu Lasar Segall em SP é uma das instituições integradas ao projeto Ibram-Google

Museu Lasar Segall em SP é uma das instituições participantes da parceria entre Ibram e Google

Resultado de parceria entre o Ibram e a Google Inc, por meio do Projeto Google Art, a digitalização tem como objetivo promover os museus brasileiros e seus acervos, democratizando o acesso ao vasto patrimônio que essas instituições preservam.

Nesta primeira fase do projeto participam o Museu Imperial, em Petrópolis (RJ); o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), os Museus Castro Maya e o Museu Histórico Nacional (MHN), localizados no Rio; além do Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP).

Inicialmente, estarão disponíveis online imagens do interior e edificação dos museus, por meio da tecnologia Street View, imagens de peças emblemáticas dos acervos de cada instituição, capturadas em alta definição (ArtCamera), além de conteúdos relacionados – como plantas baixas e dados de identificação (metadados) das obras.

Trabalho em processo
Com as imagens das galerias e edificações dos museus já capturadas, está em andamento a fotografia das obras: cerca de 100 imagens devem ser feitas em cada instituição. Com a inclusão dos metadados, a última fase será a construção das exposições virtuais que alinham as obras em torno de narrativas.

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Projeto Google Art já possui cerca de 45 mil obras disponíveis online

O lançamento dos conteúdos digitais dos museus Ibram na plataforma Google deve acontecer durante o 7º Fórum Nacional de Museus, na cidade de Porto Alegre (RS), no mês de junho.

O Google Art é um projeto sem fins lucrativos desenvolvido pelo Instituto Cultural da Google. Com instituições parceiras em mais de 60 países, e cerca de 45 mil obras online, 26 instituições brasileiras já se encontram no projeto – como Pinacoteca de São Paulo, Museu do Amanhã (RJ), Fundação Athos Bulcão (DF) e Inhotim (MG).

A proposta é divulgar os acervos culturais, obras de arte e documentos históricos que estão fisicamente em museus e instituições de todo o mundo por meio da rede mundial de computadores, ampliando sua acessibilidade para pessoas no mundo inteiro. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Ibram/Divulgação

Publicações editadas pelo MHN em 2016 estão disponíveis na internet

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Recém-lançados, dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), teve ampla produção bibliográfica no ano passado.

A Divisão de Pesquisa do museu foi responsável pela edição e lançamento de dois livros e um catálogo, além de mais um volume dos tradicionais Anais do Museu Histórico Nacional, publicados desde a década de 1940.

A nova safra de publicações inclui o livro Os Vice-Reis no Rio de Janeiro – 250 anos, que traz artigos selecionados pelo MHN a partir de Seminário Internacional dedicado à transferência da sede do governo-geral do Estado do Brasil e dos vice-reis de Salvador para o Rio de Janeiro.

Personagens e memórias
Também resultado de Seminário Internacional, D. Leopoldina e seu tempo: sociedade, política, ciência e arte no século XIX reúne ensaios que tomam a personagem histórica, arquiduquesa austríaca e imperatriz do Brasil, como referência para o entendimento de uma época de transformações sociais.

Idealizado a partir da exposição homônima realizada no MHN, o catálogo Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia traz reflexões sobre a construção da memória e das transformações vividas pela cidade do Rio de Janeiro, do início da cidade, nos séculos XVI e XVII, ao Porto Maravilha do século XXI.

Completa o pacote de lançamentos o volume 47 dos Anais do Museu Histórico Nacional – material de referência para pesquisadores da área das ciências humanas e sociais, a tradicional publicação recebeu avaliação B1 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O volume 47 foi inteiramente dedicado à história recente da Museologia, com dossiê organizado pelo museólogo e professor Bruno Brulon, seleção de textos do professor francês André Desvallés, importante teórico francês da Nova Museologia, e artigos do museólogo e professor Mário Chagas (Ibram/UniRio) e da historiadora e doutora em Museologia Analucia Thompson.

As publicações podem ser adquiridas na loja física do MHN ou acessadas na Biblioteca Virtual do museu.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Pâmela Lima

100 obras de artistas de cinco países estão expostas até dia 31 no MHN

A partir desta sexta-feira (14), o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ), recebe a mostra Aomei Fine Arts 2016, que reúne cerca de 100 obras de artistas da China, Japão, Irlanda, Coréia do Sul e Brasil.

Imagem que compõe a exposição mostra uma partida de hóquei na China antiga

Com o tema A Arte faz as Olimpíadas ainda mais bela, a exposição traz pinturas que retratam esportes seculares da China e sua civilização, que já apresentava esportes como o futebol e o hóquei, há dois mil anos.

A mostra fica em cartaz somente até o dia 31 de outubro e depois segue para outros países. No dia 25, haverá um seminário que contará com a presença de artistas chineses e dos curadores da mostra, no auditório do MHN, às 19h30.

Fruto da celebração do Ano de Intercâmbio China – América Latina – Caribe, iniciativa nascida após reunião do presidente chinês Xi Jinping e dos líderes da América Latina e do Caribe, realizada em julho de 2014, a exposição busca interpretar o espírito olímpico nas artes, refletindo a mistura multicultural chinesa, da América Latina e do mundo.

A Aomei Fine Arts é uma produção da China Society for the Promotion of Cultural and Art Development, da Beijing Association for the Promotion of Olympics-related Culture e do Beijing Olympic Club.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, s/nº – Centro, e está aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados das 14h às 18h.

Texto e foto: Divulgação MHN

Indumentária e moda são temas de seminário internacional no MHN

Sophia Jobim (1904-1968), uma das referências nacionais do ensino e estudo das relações entre indumentária e moda, é a homenageada no Seminário Internacional Estudos de Indumentária e Moda no Brasil: tributo a Sophia Jobim, que acontece entre os dias 27 e 29 de setembro na capital fluminense.

Sophia Jobim em seu ateliê no Rio (sem data)

Sophia Jobim em seu ateliê no Rio (sem data)

Organizado pela  Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e  Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio, o evento internacional se propõe a ampliar as discussões da presença da indumentária e da moda no âmbito das ciências humanas – que teve na professora, pesquisadora, artista e museóloga brasileira Sophia Jobim figura-chave no cruzamento entre as duas áreas.

Programação
Na abertura (27), a conferência principal traz o pesquisador e escritor Frederico Pernambucano de Mello para falar sobre a estética dos cangaceiros, personagens que fizeram história até meados do século XX na região Nordeste e integram o imaginário cultural brasileiro.

As três mesas de diálogo programadas para o primeiro dia trazem pesquisadores de universidades do Rio, São Paulo, Minas Gerais, Pará e Bahia – além de Alessandro Bucci, da Universidade de Edimburgo (Escócia). No fim do dia, o MHN abre exposição com obras da Coleção Sophia Jobim presentes no seu acervo.

Os dias 28 e 29 estão voltados para minicursos e oficinas. Podem se inscrever tanto professores do ensino fundamental e médio quanto o publico em geral. Os minicursos têm vagas limitadas e o valor da inscrição é R$30 por atividade. As demais atividades são gratuitas e haverá certificado para os participantes. Saiba como se inscrever.

O Museu Histórico Nacional está localizado na Praça Marechal Âncora, S/N (próximo à Praça XV), no centro do Rio. Saiba mais.

Texto: Divulgação MHN/Ibram
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Cadernos de Sophia/Divulgação

Durante olimpíadas, exposição no MHN traz mostra da cultura popular brasileira

mhnPara o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016, que terão abertura oficial nesta sexta-feira (5), o Museu Histórico Nacional (MHN), no Rio de Janeiro, programa exposição que oferece a brasileiros e estrangeiros a oportunidade de conhecer melhor a riquíssima cultura popular do país sede.

O Brasil na Arte Popular – 40 anos do Museu Casa do Pontal traz ao público parte do acervo exclusivo daquele que é considerado o maior museu de arte popular brasileiro, resultado de mais de 40 anos de viagens e pesquisas por todo o país do designer francês Jacques Van de Beuque.

A exposição conta com 150 esculturas que expressam a arte popular brasileira das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que poderão ser visitadas de 12 de agosto a 30 de outubro.

Contestado – Oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer melhor também detalhes da história brasileira, o MHN exibe, desde a última quarta-feira (3), a exposição Guerra do Contestado, Arte e História por Hassis: Em homenagem a Heidy de Assis.

Realizada em parceria com a Fundação Hassis e Museu do Contestado, a exposição, que aborda o conflito armado (1912-1916) travado entre Santa Catarina e Paraná, traz uma série de 78 desenhos feitos a nanquim, além de um documentário produzido pela Fundação Cultural de Santa Catarina e um vídeo do próprio artista.

Ibram e México firmam parceria para mostra inédita no Brasil

IMG_6396O Ibram e o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México firmaram, nesta sexta-feira (8), acordo para trazer uma exposição inédita para o país. A mostra, Magia do Sorriso no Golfo do México será sediada no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, e faz parte da programação do Museu para as Olimpíadas.

A mostra é composta por um acervo de 114 itens, sendo 4 deles esculturas duplas, totalizando 118 objetos. Os objetos são esculturas de cerâmica encontradas em sítios arqueológicos na região de Remojadas, atual estado de Veracruz, no México. As figuras mais conhecidas de Remojadas são denominadas “sorridentes” (caritas sonrientes), por se tratarem de figuras com sorrisos abertos em rostos delineados. Em geral são estátuas de homens ou mulheres de rostos sorridentes, muitas vezes segurando instrumentos musicais como flautas, apitos e ocarinas. De algumas, restam apenas as cabeças sorridentes.

A Embaixada do México no Brasil foi responsável por organizar a exposição e atuou sempre na interlocução entre IBRAM e INAH. Para a Embaixadora do México no Brasil, Beatriz Paredes, a parceria é importantíssima. “Este acervo sairá do México para uma exposição no exterior pela primeira vez, o que sinaliza o potencial de estabelecimento de grandes parcerias no setor cultural entre Brasil e México, e reafirma a importância dada por ambos países ao sucesso desta exposição”, afirmou durante a reunião.

Durante os Jogos Olímpicos, o MHN sediará a Casa México, um parceria com a Embaixada do México no Brasil, o Consulado do México no Rio de Janeiro e o Comitê Olímpico Mexicano.

A exposição Magia do Sorriso no Golfo do México constituirá uma das principais atividades realizadas pelo Museu Histórico Nacional para o período dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, e será seguida por um calendário de palestras e atividades adicionais que está sendo organizado pelo museu.

Também estão programadas as mostras México 68-Rio 2016, que abordará o ambiente gráfico que constitui a marca das duas Olimpíadas e Frida e Eu, que se dirige ao público infantil de 5 a 10 anos para promover a compreensão da linguagem da arte moderna por meio da vida e obra da artista mexicana Frida Kahlo.

Para o diretor do MHN, Paulo Knauss, a relação entre Brasil e México e a cultura dos dois países vai estar muito bem representada no Museu, que também receberá mostras bem brasileiras. “O MHN vai receber também a exposição Guerra do Contestado, arte e história por Hassis que trata a história de um dos conflitos sociais mais violentos da história do Brasil que se desenvolveu entre 1912 e 1916 e Brasil na arte popular – 40 anos do Museu Casa do Pontal.”

 

 

Museu Histórico Nacional recebe mostra do Prêmio Marcantonio Vilaça

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebe a mostra itinerante do 5º Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, com trabalhos de referência que fazem parte da trajetória de cada um dos cinco vencedores do prêmio, que teve a curadoria de Marcus Lontra.

A mostra é composta por vídeos, fotografias, desenhos, instalações e objetos dos artistas Berna Reale (PA), Gê Orthof (DF), Grupo EmpreZa (GO), Nicolás Robbio (SP) e Virgínia de Medeiros (BA), além dos projetos Arte Indústria, da artista Amelia Toledo, que faz um diálogo entre produtos manufaturados e materiais extraídos da natureza, e Quando o tempo aperta, organizada Raphael Fonseca – um dos curadores premiados em abril de 2015 -, que reúne trabalhos de Adriano Costa, Ana Maria Tavares, André Komatsu e Marcelo Cidade, Gabriela Mureb, Hélio Oiticica, Lais Myrrha, Leandra Espírito Santo, Lucio Costa, Pierre Verger, Raquel Stolf, Rochelle Costi e Sara Não Tem Nome.

Com entrada gratuita, a mostra ficará no Museu Histórico Nacional até o dia 12 de junho, para visitação de terça a sexta, das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados, de 14h às 18h. O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, s/nº, no centro do Rio de Janeiro.

MHN apresenta exposição ´Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo´

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), exibe, até 17 de janeiro de 2016, a mostra Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo. Com curadoria de Marcio Alves Roiter, do Instituto Art Déco Brasil, e de Paulo Knauss, diretor do MHN, a exposição faz parte do evento Rio como Destino.

Divulgação www.riocomodestino.com.br

Divulgação www.riocomodestino.com.br

A mostra traz 40 cartazes, que levaram 40 anos para serem reunidos. Encontrados em leilões e galerias de arte de diversos pontos do mundo, sobretudo Paris, Londres e Nova York, os exemplares pertencem à Coleção Berardo e retratam o período em que o Rio de Janeiro foi porta de entrada da América Latina para os viajantes que vinham da Europa e dos Estados Unidos.

Para conquistar cada vez mais novos turistas, as companhias marítimas e aéreas usavam a beleza da cidade como artifício: contratavam artistas para pintar paisagens maravilhosas em cartazes divulgados mundo afora.

Nas primeiras décadas do século 20, muitos cartazes e cartões-postais foram produzidos para levar o espírito do Rio para outras cidades e países.  “Eram companhias estrangeiras, na maioria, com a exceção da Panair e da Varig, vendendo o Rio para viajantes. Isso fica claro nos diferentes idiomas utilizados nos cartazes, que nem sempre acompanham a origem da companhia aérea ou marítima”, explicou Marcio Alves Roiter, curador da mostra.

Seminário Internacional discute trajetória da implantação do Rio de Janeiro

De 6 a 8 de outubro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) realizará o Seminário Internacional Ponta do Calabouço e Adjacências: história, memória e patrimônio nos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, que promoverá um debate sobre a trajetória da região que corresponde ao Bairro da Misericórdia, ponto a partir do qual se implantou a cidade e tem o Museu Histórico Nacional como um de seus principais remanescentes.

O Seminário tratará sobre a formação da área conhecida como Ponta da Piaçava, posteriormente consagrada como Ponta do Calabouço, e analisará a história e paisagem arquitetônica da região, além de discutir sobre as possibilidades de educação para a construção de cidadania nesse espaço da cidade.

O conjunto arquitetônico do MHN é constituído pelos vestígios do Forte de São Tiago, a Casa do Trem, e o Arsenal de Guerra que, desde as últimas décadas do século XVI, constituem fontes para pesquisas e reflexões acerca das heranças materiais e imateriais do antigo centro, cujos limites eram os morros de São Bento, da Conceição, de Santo Antônio e do Castelo.

A importância desse território de memória e as coleções de objetos e documentos preservadas nas instituições aí localizadas, motivaram a organização do evento que será realizado em parceria com o Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense – LABHOI-UFF, o Programa de Pós-graduação em Arquitetura da UFRJ – PROARQ e o Departamento de História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.

A participação no Seminário é gratuita, com limitação de 200 vagas. As inscrições podem ser feitas no local, a partir das 9h, pelo e-mail: mhn.pesquisa@museus.gov.br. Os participantes terão direito à certificado, mediante comprovação de frequência (75% de presença). Informações pelo telefone (21) 3299-0338

Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia

A partir do dia 6 de outubro, o MHN exibirá a exposição Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia, que aborda a plenitude e a decadência do bairro da Misericórdia, e que durante os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro passou por diversas transformações. Com curadoria de Isabel Lenzi, a exposição pode ser vista até o dia 17 de janeiro de 2016.

As duas atividades fazem parte das comemorações do mês de criação do MHN e dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

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