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Cinco museus Ibram receberão, em 2019, R$ 17 milhões em recursos do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos

Em reunião realizada no último dia 23, o Conselho Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos aprovou projetos de cinco museus do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para receber recursos que serão investidos em obras de restauração e requalificação, incluindo reparos de infraestrutura, reforço de segurança contra incêndio, entre outras benfeitorias.

Entre os projetos apresentados pelo Ibram, foram contemplados o Museu Casa Histórica de Alcântara (MA), o Museu da Abolição (PE), o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu Histórico Nacional e o Museu Villa-Lobos, estes três no Rio de Janeiro. Juntos, os museus receberão, na execução orçamentária de 2019, cerca de R$ 17 milhões, somando um investimento de R$ 55.525.763,64 até o final de 2021.

Na mesma reunião, o Conselho aprovou 35 projetos, sendo 22 voltados para o setor cultural, com ações de restauração, modernização, conservação, implantação e melhorias de museus, bibliotecas e espaços culturais, totalizando R$ 61,4 milhões em investimentos, ainda em 2019.

Além do Instituto Brasileiro de Museus, propostas apresentadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Fundação Casa de Rui Barbosa e Fundação Biblioteca Nacional também foram contempladas. A Portaria com os projetos aprovados foi publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de maio.

O presidente do Ibram, Paulo Amaral, ressalta a importância da iniciativa do Ministério da Justiça em devolver à sociedade valores vultosos a serem aplicados em obras justas e indispensáveis, e espera poder contar com novas oportunidades como essa, em prol dos museus brasileiros.

Vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) possui R$ 714 milhões para financiar os projetos em 2019. Mais de 80% desse montante são provenientes de multas aplicadas em ações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Em abril deste ano, o FDD publicou processo seletivo para o repasse de recursos, voltado somente para órgãos federais. Ainda neste semestre, instituições estaduais, municipais e organizações da sociedade civil serão convocadas a apresentar iniciativas que poderão ser financiadas pelo fundo.

MHN tem visita gratuita e ampla programação para a Semana de Museus

No Rio de Janeiro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) propõe uma programação especial para a 17ª Semana Nacional de Museus: visitas mediadas, lançamento de cartão fidelidade, seminário e roda de conversa estão entre as atividades. Além disso, a entrada para a exposição “Rios do Rio: as águas doces cariocas ontem e hoje” será gratuita.

No dia 11, às 14h, acontece o Bonde da História “As faces do Brasil em 10 objetos” que percorre o circuito expositivo de longa duração e se detém em itens considerados de destaque para a história do país. Às 14h30, é a vez do Bondinho da História com o tema “Pinturas rupestres: cores, aroma, formas e texturas”, em que a educadora convidada Sueli Mendonça promoverá uma oficina na qual o público conhecerá alguns pigmentos utilizados pelos primeiros habitantes do nosso território nas pinturas rupestres e produzir sua própria criação.

No domingo (12) acontece o Bonde da História “A umbanda na história do Brasil”, uma das visitas mediadas mais populares entre jovens e adultos. A atividade conta com a presença de Jorge Santana, historiador e doutorando em Ciências Sociais da UERJ, também um dos diretores do documentário “Nosso sagrado” (2017, 31min.), que será exibido logo após a visita. A produção investiga a perseguição e o racismo religioso contra o candomblé e a umbanda, que foram criminalizadas na Primeira República e na Era Vargas. A edição especial do Bonde começa excepcionalmente às 13h. Às 15h, haverá o Bondinho da História “O mito yorubá: Oxalá na criação do mundo”. Voltado para crianças de 6 a 12 anos, a visita propõe uma outra versão da criação do mundo a partir da visão yorubá.

“O futuro das tradições”

No dia 13 (segunda), das 9h30 às 17h, acontece o Seminário “O futuro das tradições: construindo o Programa Educativo Cultural do MHN”, que traz para a perspectiva do museu o tema da 17ª Semana de Museus: “Museus como núcleos culturais – o futuro das tradições”.

A mesa de abertura conta com a presença de Mila Chiovatto, coordenadora do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca de São Paulo, e Fernanda Castro, educadora do MHN. A atividade é uma parceria com a Rede de Educadores em Museus do RJ e o projeto Museu de Ideias, voltada para profissionais de museus, educadores museais, pesquisadores, estudantes e interessados no tema.

acessibilidade tatil MHNNo dia 15 de maio (quarta), das 14h às 17h, acontece a roda de conversa “O futuro das tradições: pessoas com deficiência e o direito à cultura”, voltada para profissionais da área cultural e pessoas com e sem deficiência interessadas no assunto, o encontro visa discutir a acessibilidade nos espaços culturais na contemporaneidade a partir de pessoas com experiência na área. A atividade terá intérprete de Libras.

No dia 18 de maio (sábado), às 14h, o Bonde da História tem como tema “10 objetos que fizeram nossa história”. Voltada para o público adulto, a atividade será acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva.

Às 15h, o Bondinho da História tem como tema “Do móvel ao automóvel”. Voltada para crianças de 3 a 10 anos, a visita mediada à exposição de meios de transporte terrestres conta com o auxílio do recurso de realidade aumentada.

Cartão fidelidade

No domingo (19), o Núcleo de Educação do MHN lança seu cartão fidelidade: a cada três participações em visitas mediadas, o usuário recebe brindes relacionados ao Museu Histórico Nacional. Neste dia, o Bonde da História tem como tema “A presença negra no acervo MHN”, às 14h. A visita aborda a presença da matriz africana e afro-brasileira na exposição de longa duração e a contribuição negra para a sociedade brasileira.

“Museólogo por um dia” é o Bondinho da História, às 15h. Voltada para crianças entre 5 e 10 anos, a atividade aproveita a passagem do Dia Internacional de Museus e busca estimular a curiosidade das crianças sobre a profissão de museólogo através de dinâmicas que simulam algumas das funções exercidas pelos profissionais de museus.

Mais informações em mhn.educacao@museus.gov.br. Aos finais de semana, informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3299. 0324.

Texto: Ascom/MHN
Fotos: Divulgação/MHN
Edição: Ascom/Ibram

Bonde da História: MHN promove visitas mediadas nos domingos de abril

Visitas mediadas no MHN abordarão em abril temas históricos relacionados ao mês, como páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil e o inconfidente Tiradentes.

Visitas mediadas no MHN abordarão em abril temas históricos relacionados ao mês, como páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil e o inconfidente Tiradentes.

Páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil, a resistência indígena à colonização e a figura histórica de Tiradentes serão temas de destaque das visitas mediadas promovidas pelo núcleo de Educação do Museu Histórico Nacional (MHN) durante o mês de abril.

Voltado para públicos de todas as faixas etárias, o projeto Bonde da História foi retomado no último domingo (7) com visita que abordou o tema “Pinturas históricas”. Foram abordadas obras do gênero que integram a exposição de longa duração do MHN. Voltado a crianças de 6 a 10 anos, o Bondinho da História “Brincando no pátio dos Canhões” abordou ainda a coleção de canhões de diversas origens e momentos da história do Brasil abrigada pelo museu em seu pátio.

No próximo domingo (14), o Bonde da História traz como tema “A presença de Cristo no acervo MHN”. Voltada para o público jovem e adulto, a visita vai abordar como a imagem de Jesus esteve aliada ao ideal civilizatório, forjando a sociedade no Brasil do período colonial.

Crianças e seus acompanhantes também serão convidadas para participar de mais uma edição Bondinho da História. Com o tema “Quem foi Aimberê?”, a visita vai resgatar a história do guerreiro chefe dos Tupinambás e da confederação dos Tamoios, mostrando sua luta contra a invasão portuguesa no Rio de janeiro e a defesa do território brasileiro.

No domingo seguinte (21), feriado nacional do Dia de Tiradentes, o MHN mergulha na história de Joaquim José da Silva Xavier no Bonde da História “Tiradentes: inimigo da Coroa, herói da República”. A proposta, voltada para jovens e adultos, é suscitar um bate papo sobre a construção da memória de Tiradentes (1746-1792), partindo de itens presentes na exposição de longa duração.

No mesmo dia, crianças de 4 a 10 anos e seus acompanhantes poderão mergulhar no Rio antigo a partir das pinturas ovais de Leandro Joaquim (1738-1798). O Bondinho da História, que acontecerá às 15h, revelará a história do artista e seu trabalho, dando ainda a chance para as crianças exercitarem sua criatividade em uma oficina de pintura.

No último domingo de abril (28), o Bonde da História faz referência à chegada dos portugueses com o tema “Descobrimento ou invasão?”. Os visitantes jovens e adultos farão uma visita pelo sala “Portugueses no mundo” com destaque para o processo de ocupação do território brasileiro por nações europeias e uso dos diferentes termos para abordar a presença portuguesa.

“Chegada dos portugueses” é o tema do Bondinho da História que finaliza o mês de abril. Voltada para crianças acima de 8 anos e seus acompanhantes, a visita vai abordar o contexto de chegada dos europeus na América. Na atividade, será possível participar de um “jogo de tabuleiro” onde os participantes serão as peças principais.

Como participar

Aos domingos, dia de entrada gratuita no MHN, o Bonde da História sempre começa às 14h e o Bondinho às 15h. Não há necessidade de agendamento ou inscrição: o encontro com os educadores acontece na recepção do museu nos horários indicados.

Aos sábados, o Bonde da História acontece às 14h e percorre todo o circuito de exposições de longa duração do museu. Confira ingresso e gratuidades. Mais informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br ou pelo telefone (21) 3299-0324.

Educação museal: linha de pesquisa realiza encontros mensais no MHN

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Vinculada ao grupo de pesquisa “Escritas da história em museus: objetos, narrativas e temporalidades”, do Museu Histórico Nacional (MHN) e CNPq, a linha de pesquisa “Educação museal: conceitos, história e políticas”, passa a se reunir mensalmente no museu com educadores, profissionais de museus, pesquisadores e estudantes.

O objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento e de informação em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus. O calendário 2019 inclui cursos, mesas redondas, encontros e apresentações de pesquisas.

Na próxima quinta-feira (28), das 10h às 13h, acontece a primeira reunião da linha de pesquisa em 2019, que vai realizar a leitura e debate de termos e conceitos do Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) – disponível para download gratuito.

Saiba mais.

Museu Histórico Nacional oferece entrada gratuita até 17 de fevereiro

Além de visitar as exposições do MHN, público pode participar gratuitamente das visitas mediadas do projeto Bonde da História.

Além de visitar as exposições do MHN, público pode participar gratuitamente das visitas mediadas do projeto Bonde da História.

Desde a última sexta-feira (1º), moradores do Rio de Janeiro e turistas podem aproveitar a estada na cidade para conhecer gratuitamente um dos acervos mais importantes sobre a história do Brasil. Até o dia 17 de fevereiro, o Museu Histórico Nacional (MHN), que faz parte da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), estará com entrada gratuita para todos os públicos.

Além da exposição de longa duração, que apresenta aspectos do Brasil desde a pré-história até o fim da monarquia, o público pode participar das visitas mediadas do projeto Bonde da História e visitar a exposição temporária “O retrato do rei dom João VI” em suas últimas semanas.

Neste domingo (3), o primeiro Bonde da História do mês, voltado para jovens e adultos, teve por tema “Pinturas históricas”. A visita foi na sala da exposição de longa duração “A construção da nação”, com ênfase nos quadros do século XIX do gênero pintura histórica.

No mesmo dia, o Bondinho da História apresentou “Mani e suas aventuras no tempo das cavernas”. A visita mediada propõe, a crianças de 5 a 12 anos e acompanhantes, uma viagem até a pré-história do Brasil com a personagem Mani. A contação aborda, a partir de Mani, a vida e os costumes dos primeiros habitantes do território brasileiro.

Saiba mais sobre as próximas edições do Bonde da História e como participar.

MHN tem visitas mediadas em todos os domingos de janeiro

Proposta é levar visitantes a conhecer as exposições do museu a partir de temas pensados para diversos públicos.

Proposta é levar visitantes a conhecer as exposições do Museu Histórico Nacional a partir de temas pensados para diversos públicos.

No primeiro mês do ano, o Núcleo de Educação do Museu Histórico nacional (MHN) segue com o projeto Bonde da História, cuja proposta é levar visitantes a conhecer as exposições do museu a partir de temas pensados para diversos públicos.

No último domingo (6) aconteceu a primeira visita mediada do ano e os educadores levaram os visitantes, jovens e adultos, para conhecer a exposição temporária “ O retrato do rei dom João VI”. A proposta foi apresentar a iconografia relacionada ao rei dom João VI, através de pinturas e gravuras de acervos brasileiros e portugueses. O Bondinho da História também levou crianças (4 a 8 anos) a conhecer histórias sobre a vida de dom João VI e seus eventos mais importantes. Ao final, as crianças foram convidadas a confeccionar insígnias e leques reproduzindo peças da exposição.

No próximo domingo (13), às 14h, o Bonde da História apresenta um tema que tem feito sucesso entre o público. “Museu, memórias e mulheres” aborda o papel e a representatividade das mulheres na história do Brasil. A atividade é aberta a todos os públicos. Às 15h, uma atividade voltada para crianças de 3 a 7 anos e seus familiares transformará as crianças em detetives que devem desvendar segredos nas exposições de longa duração do MHN.

O Rio nas exposições do MHN

No dia 20, às 14h, o Bonde da História será dedicado ao Rio de Janeiro. No aniversário da cidade, a visita mediada “O Rio na exposição do MHN” passa pelo Pátio de Santiago e por várias salas das exposições de longa duração, buscando conexões entre a história da cidade do Rio de Janeiro e a história do próprio MHN – que completará 100 anos em 2022.

Grande testemunho do Rio colonial, as pinturas ovais de Leandro Joaquim (1738-1798) chamam a atenção dos visitantes. Com o intuito de envolver as crianças com o trabalho do artista e a memória da cidade, o Bondinho da História do dia 20, às 15h, chega com o tema “O Rio de Leandro Joaquim”.

Após conhecer as pinturas do artista, os participantes são convidados para uma oficina de pintura, onde poderão deixar a imaginação fluir para retratar o Rio atual. A atividade é voltada para crianças entre 4 e 10 anos – acompanhadas de pais ou responsável.

O último Bonde da História do mês, no dia 27, terá como tema “A presença negra no acervo do MHN”, a partir das 14h. A visita mediada abordará as exposições de longa duração trazendo à tona a produção artística e a presença histórica de matrizes africanas no Brasil. O objetivo é discutir, através do acervo, a presença negra na formação da sociedade brasileira.

O Bondinho da História no mesmo dia, às 15h, ganha uma versão especial com o tema “Museu de brincadeiras“. Em uma viagem a gerações passadas, os participantes, crianças e jovens de 7 a 14 anos, acompanhadas de pais ou responsáveis, participam de brincadeiras que fizeram parte da infância de outros tempos. Além disso, será abordada a questão “O que é ser criança?”, trazendo à tona questões relacionadas com os direitos da criança e do adolescente. A atividade será acessível para pessoas com deficiência visual.

Como participar

Aos domingos, dia de entrada gratuita no MHN, o Bonde da História sempre começa às 14h e o Bondinho às 15h. Não há necessidade de agendamento ou inscrição: o encontro com os educadores acontece na recepção do museu nos horários indicados.

Aos sábados, o Bonde da História acontece às 14h e percorre todo o circuito de exposições de longa duração do museu. Confira informações sobre ingresso e gratuidades. Mais informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br.

Museu Histórico Nacional disponibiliza online 500 pinturas do acervo

Acervo online do MHN, que integra a rede Ibram, já traz informações sobre 500 itens da pinacoteca do museu.

Acervo online do MHN, que integra a rede Ibram, já traz informações sobre 500 itens da pinacoteca do museu; na próxima etapa, serão disponibilizados outros 150 mil itens.

O Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) no Rio de Janeiro (RJ), disponibiliza online, a partir desta semana, seu acervo de pintura com 500 itens.

O Acervo MHN oferece a pesquisadores e ao público em geral acesso a informações completas sobre as obras, além de mais de uma centena de imagens em domínio público para download gratuito.

A ideia é que, nos próximos anos, as imagens de todas as 500 obras que compõem a pinacoteca do museu estejam acessíveis online. Após as pinturas, o MHN pretende disponibilizar sua coleção numismática, que conta com mais de 150 mil itens.

O projeto é resultado de cooperação entre o Ministério da Cultura (MinC), Ibram e Universidade Federal de Goiás – por meio do Laboratório de Políticas Públicas Participativas (L3P). O MHN é o primeiro museu da rede Ibram, que administra 30 museus federais, a utilizar o repositório Tainacan para acervos culturais digitais.

Como funciona

O repositório é de simples navegação: no menu principal, encontram-se as informações sobre o uso das imagens disponíveis, assim como dá acesso à pagina do MHN – onde é possível conhecer, além do acervo museológico, os acervos arquivísticos e bibliográficos do museu que já se encontram online.
A partir de curadoria feita pela equipe do MHN, estão disponíveis, nessa primeira etapa, três exposições inéditas: “Marinhas – De Martino, “Retratos do império” e “Paisagens cariocas”.

A coleção de 15 telas do pintor italiano Edoardo De Martino (1836-1912), que se estabeleceu no Brasil entre 1867 e 1875, retrata as mais representativas batalhas navais da história brasileira. O MHN possui o maior acervo do artista no país.

O MHN possui uma representativa coleção de retratos do império brasileiro – realizados por diversos artistas entre o século XVIII e século XX. Na exposição “Retratos do império” estão presentes 54 pinturas que revelam diferentes fases de personagens da monarquia brasileira.

A cidade do Rio de Janeiro, desde os tempos coloniais, é uma personagem de grande destaque na pintura. Das telas ovais de Leandro Joaquim, realizadas no século XVIII, a pinturas onde se vê a transformação da cidade ao longo do tempo, são várias as feições do Rio que podem ser vistas nas 27 telas que compõem a exposição “Paisagens cariocas”.

Também é possível conhecer os itens mais acessados pelos usuários. Com o aperfeiçoamento da ferramenta, ainda em fase de testes, o público poderá, em breve, interagir com as obras e exposições em cartaz. Conheça o acervo online do Museu Histórico Nacional.

‘O retrato do rei dom João VI’ é a nova exposição do MHN

Dom João e sua esposa, dona Carlota Joaquina: o retrato, feito no século XIX por Manuel Dias de Oliveira, pertence ao acervo do Museu Histórico Nacional/Ibram

Dom João e sua esposa, dona Carlota Joaquina: o retrato, feito no século XIX por Manuel Dias de Oliveira, pertence ao acervo do Museu Histórico Nacional/Ibram

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) inaugura hoje (29) a exposição “O retrato do rei dom João VI”, que marca os 200 anos de sua aclamação como Rei de Portugal, Brasil e Algarves. A mostra reúne mais de 60 peças que apresentarão ao visitante as várias faces de dom João VI ao longo da vida.

Com curadoria de Paulo Knauss, diretor do MHN e professor de História da Universidade Federal Fluminense – UFF, a mostra é centrada na construção da imagem de dom João a partir de 24 pinturas, oriundas de instituições brasileiras e portuguesas, coleções particulares e do próprio acervo do MHN. Além dos retratos, completam a exposição condecorações, medalhas, moedas, leques, gravuras e uma réplica da coroa de 1818.

Dom João VI foi, possivelmente, o rei português mais retratado na história da pintura e da gravura, pois precisava promover sua imagem para se fazer presente em Portugal enquanto viveu no Brasil – entre 1808 e 1821. A curadoria se propõe a revelar uma história da pintura no Brasil da época, em diálogo com a produção da Missão Artística Francesa, com destaque para os trabalhos de José Leandro de Carvalho e Simplício Rodrigues de Sá.

A exposição “O retrato do rei dom João VI” dá início a uma série de eventos comemorativos do bicentenário da independência do Brasil e do centenário do MHN em 2022, e fica em cartaz até 17 de fevereiro de 2019. Saiba mais.

O Bonde da História

Na primeira edição do mês de dezembro, dia 2, acontecerá uma Conversa na Galeria com o curador da mostra “O retrato do rei dom João VI” e diretor do MHN, Paulo Knauss, e Patrícia Telles – doutora em História da Arte pela Universidade de Évora (Portugal).

Para participar, não é preciso agendamento prévio para participar do Bonde da História: o encontro com os educadores acontece na recepção do museu. A visita será gratuita. Mais informações pelo e-mail mhn.educacao@museus.gov.br ou pelo telefone (21) 3299.0324.

MHN conclui pesquisas sobre Casa do Trem e carruagens na literatura

Sob a orientação do Núcleo de Pesquisa do Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede Ibram no Rio de Janeiro (RJ), duas pesquisas de iniciação científica foram concluídas recentemente com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

“Estudo sobre as carruagens e sua presença em obras literárias de José de Alencar e Machado de Assis” trouxe um novo recorte para obras de escritores consagrados desde o século XIX.

“Na coleção do Museu Histórico Nacional estão presentes algumas carruagens que aparecem nas histórias contadas por José de Alencar e Machado de Assis”, explica o bolsista Adilson da Silva Santos Junior, autor da pesquisa orientada por Álvaro Marins.

A Vitória é um modelo de carruagem citado em obra de José de Alencar

A Vitória é um modelo de carruagem citado em obra de José de Alencar

“A última seção da coleção contém carros do século XIX até o século XX. As primeiras carruagens expostas na coleção são as vitórias, veículo que aparece parado no início d’a Pata da Gazela” – obra escrita por Alencar em 1870″, revela o bolsista.

“Seja na estrutura da classe senhorial, simbolizada através do Romantismo de Alencar, ou nas formas irônicas presentes nos textos de Machado, as representações literárias desses autores mostram com eficiência as carruagens do século XIX e, sobretudo, a sua função social”, conclui Adilson Santos Junior.

Arquitetura em pauta
A Casa do Trem, um dos edifícios que compõe o complexo arquitetônico do MHN, também foi tema de pesquisa recente. “Valoração e autenticidade histórica na restauração de bens imóveis coloniais: um estudo sobre a Casa do Trem” foi realizada por Fernanda Pinheiro Pereira da Silva sob a orientação de Rafael Zamorano.

O edifício, cuja construção foi iniciada em meados do século XVIII, ficou pronto em 1762. Com a finalidade de guardar armamentos destinados a tropas que seriam enviadas de Portugal para reforçar a defesa da cidade, constantemente ameaçada por corsários, o prédio foi integrado ao MHN em 1922 – ano de criação do museu como parte das celebrações do Centenário da Independência do Brasil.

“A Casa do Trem é testemunha não apenas da história da ocupação do Rio de Janeiro, mas guarda em sua trajetória os embates sobre a autenticidade dos edifícios antigos da cidade, onde houve claramente uma apagamento da intervenções neocoloniais buscando uma suposta autenticidade colonial”, aponta Fernanda Pinheiro em seu relatório final.

As duas pesquisas serão publicadas nos Anais do MHN, assim como ficarão disponíveis para consulta na biblioteca do museu.Saiba mais sobre o Museu Histórico Nacional.

Texto e foto: Ascom MHN

Livro e palestra no Museu Histórico Nacional abordam espadas imperiais

Mais de 150 espadas imperiais brasileiras datadas do período 1822-1889 foram identificadas como resultado de vasta pesquisa realizada pelo escritor Alfonso Menegassi, cujo livro “Espadas do império brasileiro” será lançado nesta quarta-feira (15) no Museu Histórico Nacional (MHN), que integra a rede Ibram no Rio de Janeiro (RJ).

A intenção do autor foi desvendar o universo das espadas usadas no Primeiro e Segundo Reinado no Brasil. Ao longo da obra, com mais de 450 páginas e 10 mil imagens, o autor vai desvendando este segmento de armas brancas, criando um paralelo com a história do Brasil.

Detalhe da capa do livro de Alfonso Menegassi

Detalhe da capa do livro de Alfonso Menegassi

Os modelos, fabricantes, importadores, a presença nas imagens da época e uma proposta de classificação para as espadas são algumas áreas nas quais o livro se debruça.

Outra questão que Menegassi destaca é o porquê de termos os nossos próprios modelos e padrões de espadas, referendadas inclusive em decretos imperiais. Segundo o autor, a intenção é criar espaço para uma “ampla e saudável discussão, descortinando segredos que muitos guardavam a sete chaves”.

Após o lançamento do livro, acontece uma conversa entre Alfonso Menegassi e convidados: o historiador e diretor do MHN, Paulo Knauss; o arquiteto e também pesquisador do tema José Luis Lorenzi Lima; e Luiz Fernando Folly – escritor e presidente da Fundação Dom João VI.

Tanto o lançamento quanto o debate acontecem no auditório do MHN, a partir das 15h, e têm entrada franca.

 O autor

Carioca, Alfonso Menegassi mudou-se para Porto Alegre (RS) ainda nos anos 1970. Os estudos no Colégio Militar da capital gaúcha foram a porta de entrada para seu interesse por armas e a estrutura militar.

Com formação (graduação e pós-graduação) nas áreas de Educação Física e Odontologia, Menegassi vive hoje em Camboriú (SC), onde desenvolve suas pesquisas sobre o tema. Entre suas próximas obras está um estudo específico sobre as espadas imperiais constantes nos acervos dos museus brasileiros.

O Museu Histórico Nacional localiza-se à Praça Marechal Âncora, S/N – Centro do Rio. Saiba mais sobre o MHN.

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