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Projeto ‘Artes sem fronteiras: bibliotecas em rede’ contempla museus do Ibram

Arte sem fronteiras (10)A Rede de Bibliotecas e Centros de Informação em Arte no Rio de Janeiro (Redarte Rio) lançou o projeto “Arte sem fronteiras: bibliotecas em rede”, selecionado pelo programa Matchfunding BNDES+. Trata-se de um portal que vai contemplar um catálogo integrado online de acervos de bibliotecas do Museu Histórico Nacional, do Museu Nacional de Belas Artes, dos Museus Castro Maya, ambos estão sob gestão do Instituto Brasileiro de Museus, e do Museu Casa de Rui Barbosa.

O valor total do projeto é de R$ 41 mil, sendo que 1/3 será arrecadado na campanha e 2/3 será financiado pelo BNDES. A campanha de arrecadação de recursos teve início no dia 21/11 e se encerrará no dia 20/12.

Museus contemplados:

Museu Histórico Nacional
Foi criado em 1922 e é um museu dedicado à História do Brasil. O acervo da biblioteca abriga obras do século XVI ao XXI. São livros, folhetos, periódicos e materiais especiais, que abrangem temas como Arte Decorativa, Numismática, Indumentária, Filatelia, História do Brasil, História do Rio de Janeiro, História de Portugal, Heráldica, Genealogia, Sigilografia, Gastronomia e Museologia.

Museu Nacional de Belas Artes
Foi criado em 1937 e concentra o maior acervo de obras de arte do sec. XIX. A biblioteca/mediateca Araújo Porto Alegre teve seu acervo formado a partir das doações de Rodolfo Amoedo. Especializada em artes plásticas do século XIX e XX, abrange a área de museologia, arquitetura e história da arte.

Museus Castro Maya
É constituída por duas unidades no Rio de Janeiro: o Museu do Açude (1964), e o Museu da Chácara do Céu (1972) que reúnem a coleção de arte do empresário Raymundo Ottoni de Castro Maya. Na biblioteca, destaca-se a Coleção Brasiliana, que tem entre seus autores Jean Baptiste Debret e a Coleção Cem Bibliófilos que reúne os 23 livros publicados pela Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil, fundada por Castro Maya.

Fundação Casa de Rui Barbosa
O museu foi criado em 1927, local onde viveu o jurista Rui Barbosa. Situada no Rio de Janeiro, abriga a biblioteca São Clemente, biblioteca Rui Barbosa e a biblioteca Infantojuvenil Maria Mazzetti.

Mais detalhes sobre o projeto e a campanha podem ser acessados aqui.

MHN sedia Seminário Internacional sobre os 500 anos da Primeira Volta ao Mundo

seminário primeira volta ao mundoPara celebrar os 500 anos da passagem dessa expedição pela baía de Guanabara, primeiro porto visitado nas Américas, em 13 de dezembro de 1519, a diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), o Museu Histórico Nacional (MHN), as embaixadas de Portugal e Espanha no Brasil, e seus consulados no Rio de Janeiro, e os institutos Camões e Cervantes promovem, nos dias 12 e 13 de dezembro de 2019, das 9h às 18h,o seminário internacional “5º Centenário da primeira volta ao mundo: a estadia da frota no Rio de Janeiro” – a ser realizado no auditório do MHN (Praça Marechal Âncora, s/n°, Centro, Rio de Janeiro, RJ).

Cruzando todos os oceanos, a viagem integrou povos, culturas e mercados, antecipando a globalização, – um dos principais legados de Espanha e Portugal para o mundo contemporâneo.

A  frota de cinco naus saiu da Espanha, em 1519, com cerca de 250 tripulantes, comandada por Magalhães, que morreria em terras do Oriente. O percurso se completou em 1522, retornando somente a nau Vitória, com apenas 18 tripulantes, sob o comando de Elcano.

Perspectiva sul-americana
O seminário reúne especialistas do Brasil, Espanha, Portugal, Argentina, Chile, Peru e Uruguai para comemorar a contribuição dos países sul-americanos visitados pela frota da primeira viagem de circum-navegação. Além disso, visa propor reflexões sobre a expedição liderada pelos navegadores Magalhães e Elcano e sua inserção no processo de globalização, estabelecendo pontes entre o passado e o presente, revisitando a história sob uma perspectiva contemporânea. Confira a programação completa.

As inscrições estão abertas até 10 de dezembro e podem ser feitas pelo sítio eletrônico da DPHDM no valor de R$ 50 (inteira) ou R$ 25 (meia-entrada para estudantes, professores, militares, idosos e pessoas com deficiência), pagos via depósito ou transferência bancária para a conta da Associação de Amigos do MHN: Banco do Brasil – Agência: 2861-4 / Conta corrente: 19600-2 / CNPJ: 32.268.617/0001-89.

A inscrição está condicionada ao envio do comprovante da transação bancária no referido sítio eletrônico. O comprovante de meia-entrada deverá ser apresentado no credenciamento, no primeiro dia do seminário. Haverá emissão de certificado digital para os participantes.

Texto e imagem: DPHDM/Divulgação
Edição: Ascom/MHN

MHN completa 97 anos com atividades gratuitas

Museu Historico Nacional (fachada)No último sábado (12), a entrada no Museu Histórico Nacional/Ibram em comemoração aos 97 anos da instituição foi gratuita.

No dia 12 de outubro de 1922, o MHN foi aberto ao público na cidade do Rio de Janeiro, como parte da exposição internacional que celebrou o Centenário da Independência do Brasil (1822). Um dos mais importantes museus de história do Brasil, o museu reúne um acervo com mais de 300 mil itens e este ano já recebeu cerca de 40 mil visitantes.

Na programação, às 14h, aconteceu o Bonde da História “10 objetos que contam nossa história”, no qual jovens e adultos puderam conhecer peças de destaque da exposição de longa duração do museu em um sobrevoo pela história do Brasil.

Já às 15h, o Dia das Crianças teve uma atividade especial no Bondinho da História. Na visita “Museu de brincadeiras”, a equipe educativa convidou crianças e jovens (7 a 14 anos), além de acompanhantes, a conhecer brincadeiras da época de seus avós e pais, além de conversas sobre temas relacionados aos direitos da criança e do adolescente em tempos atuais. Para quem não pôde comparecer, a atividade se repetiu no domingo (13) no mesmo horário.

Também no domingo, às 14h, dia de entrada gratuita para todos, o Bonde da História convidou os públicos jovem e adulto para participarem da nova visita mediada “Povos originários do Brasil”, onde conheceram parte do acervo e debateram sobre os povos originários e diversos momentos de resistência das culturas indígenas no Brasil.

Além das visitas mediadas, foi possível prestigiar a exposição “Nas asas da Panair”, que conta a trajetória da empresa de aviação Panair do Brasil.

Aos fins de semana e feriados, o MHN funciona das 13h às 17h. Não é preciso agendamento prévio para participar das visitas mediadas – que têm sessão única e, de acordo com o número de participantes, podem acabar um pouco antes ou depois do horário previsto.

Mais informações pelo e-mail mhn.educacao@museus.gov.br ou pelo telefone (21) 3299.0324. Confira todas as visitas mediadas do MHN no mês de outubro: http://bit.ly/30TSjyJ.

Texto: Ascom/MHN
Edição: Ascom/Ibram sede

Museu Histórico Nacional inaugura a exposição ‘Nas asas da Panair’

PanairSob curadoria da historiadora Mariza Soares, a mostra apresenta itens da coleção criada em 2017, como resultado de uma parceria entre a empresa Panair do Brasil e a Família Panair, uma associação que reúne antigos funcionários da companhia. Ao longo de um ano, foram coletados quase 700 peças, entre objetos e material de divulgação impresso.

Quase todos contribuíram com folhetos, medalhas comemorativas, uniformes, adereços, louça, maletas de mão, brindes, fotografias, fitas e CDs com entrevistas, outros tipos de documentos e pequenos luxos – como protetor de caneta tinteiro, guardanapo de linho e talher de prata dos “tempos da Panair”. Alguns objetos foram adquiridos nos leilões de liquidação da empresa.

Desde sua concepção inicial, foi prevista a doação da coleção ao MHN/Ibram. Durante dois anos, Rodolfo da Rocha Miranda, diretor-presidente da Panair do Brasil, coordenou a coleta da memorabilia, que foi, concomitantemente, organizada por historiadores e museólogos.

Todos os colaboradores tiveram os itens doados, cadastrados e fotografados. A Panair do Brasil financiou a construção da coleção e a exposição como uma homenagem a seus funcionários, familiares e todos os que, ao longo dos últimos cinquenta anos, contribuíram para manter viva a memória da empresa e daqueles que contribuíram com ela.

MHN e a coleção Panair
Esta coleção é a primeira sobre uma empresa que o MHN incorpora. A inovação decorre, principalmente, do fato de ela ser constituída por doação e participação de ex-funcionários da empresa e familiares em colaboração com a equipe do MHN.

“A companhia de aviação Panair é o símbolo de uma época do Brasil quando a viagem de avião representava um ideal de vida moderna. O contato direto com as peças da coleção aproxima todos da história de modo sensível”, fundamenta o diretor do MHN, Paulo Knauss.

A historiadora Mariza Soares explica sua curadoria: “Para esta mostra foram selecionados os itens que atestam a modernidade da empresa e seu alto padrão de funcionamento, então conhecido como ‘padrão Panair’. Mas mais que isso a coleção atesta a determinação da Família Panair de preencher o vazio que o fechamento da empresa deixou em suas vidas”.

“Os doadores, antigos funcionários e seus familiares, o fizeram na certeza de que ao ceder suas relíquias pessoais a uma instituição como o Museu Histórico Nacional abrem mão delas para criar uma coleção coletiva que irá sobreviver a todos e prolongar a memória da empresa e de seus funcionários”, argumenta Mariza Soares.

O conjunto da mostra ilustra o conceito curatorial de modernidade e alta qualidade com cerca de 300 artigos: vestuário da tripulação, louça, faqueiro de prata, brindes, fotos pessoais e documentais, encontradas na Biblioteca Nacional e no Arquivo Nacional, e matérias de jornal, principalmente da época do fechamento da Panair.

Há uma vasta seleção de peças gráficas promocionais de roteiros nacionais e internacionais, folhinhas, menus de bordo, encarte para passagens e outros materiais de folheteria.

No dia 25 de agosto, acontece o lançamento do catálogo da exposição e a exibição de filme que narra a trajetória da Panair do Brasil. A mostra pode ser visitada até 29 de setembro na galeria de exposições temporárias do MHN.

Louça de bordo: o “padrão Panair” tornou-se referência de qualidade no Brasil

Louça de bordo: o “padrão Panair” tornou-se referência de qualidade no Brasil

Sobre a Panair
Há exatos 90 anos, em 1929, surgia no Brasil uma subsidiária da americana Nyrba (Nova Iorque – Rio – Buenos Aires) que, no ano seguinte, incorporada pela Pan American, passou a se chamar Panair.

Em 1961, com a entrada dos empresários Celso da Rocha Miranda (1917-1986) e Mario Wallace Simonsen (1909-1965), a Panair teve seu longo processo de nacionalização concluído. Era a Panair que, nos anos 1930 atendia a Amazônia, promovendo a integração da região com o resto do país. Com seus hidroaviões, levava carga e remédios e transportava doentes.

A Panair do Brasil se tornou a segunda maior companhia aérea do mundo e a excelência de atendimento nos voos e em terra rendeu-lhe a expressão “padrão Panair” para designar qualquer coisa que fosse de alta qualidade fora do âmbito da aviação.

Em 10 de fevereiro de 1965, a Panair do Brasil teve suspensas todas as suas concessões de voo, por um despacho do presidente da República Marechal Castello Branco.

A alegação, provadamente inverídica, foi a de que a situação financeira da empresa era irrecuperável. Sem poder operar, a companhia dispensou os funcionários, mas a saúde financeira da companhia permitiu que todos fossem indenizados.

No ano seguinte, ainda sob o choque do desmonte da empresa, foi criada a Família Panair. Desde 1966, o grupo se encontra uma vez por ano para preservar a memória da companhia e a amizade entre eles.

Panair na memória
A canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, escrita em 1974, tinha o título “Saudade  dos aviões da Panair”. A empresa fora fechada pelo governo militar e, por precaução, os autores criaram um segundo título: “Conversando no bar”. Foi em um voo da Panair que Brant tomou a primeira coca-cola da sua vida e o menino Milton, segundo ele próprio, era convidado a visitar a cabine de comando quando viajava com os pais.

Em 2005, o jornalista paulista Daniel Leb Sasaki publicou o livro “Pouso forçado”, relançado em 2015 em edição muito ampliada, depois da Lei de Acesso à Informação e da Comissão Nacional da Verdade, que propiciaram ao autor acesso a material inédito. A primeira edição foi indicada ao Prêmio Jabuti.

O cineasta Marco Altberg lançou, em 2007, o documentário “Nas Asas da Panair – uma história de glamour e conspiração”, que narra a história da companhia por meio de depoimentos de ex-funcionários, dos familiares do seu presidente, Paulo de Oliveira Sampaio, dos acionistas Rocha Miranda e Simonsen e ex-passageiros, como Eduardo Suplicy, Norma Benguell, Milton Nascimento e Fernando Brant.

A exposição “Nas asas da Panair” é uma realização do MHN/Ibram, com patrocínio da Panair do Brasil, produção da Artepadilla e apoio da Associação de Amigos do MHN.

Texto: Assessoria de Comunicação do Museu Histórico Nacional
Edição: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Museus

Museu Histórico Nacional adquire duas obras do artista Décio Rodrigues Villares

As obras

As obras “Alegoria da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922″ e “Tiradentes”, do artista Décio Rodrigues Villares foram recém adquiridas pelo Museu Histórico Nacional.

Na quarta-feira (03), o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebeu duas novas pinturas do artista carioca Décio Rodrigues Villares (1851-1931), reforçando a presença do artista na coleção e o diálogo com a exposição de longa duração do MHN. As obras incorporadas ao acervo do Museu foram adquiridas pela Associação de Amigos do Museu Histórico Nacional (AAMHN) e patronos, em leilões de arte no Rio de Janeiro e em São Paulo.

A obra “Alegoria da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922″ foi encomendada para homenagear o pavilhão norte-americano presente na exposição internacional daquele ano. Em breve, a peça será exposta na sala “Cidadania em construção”, onde se encontram outros itens relacionados ao período republicano e a exposição de 1922.

Já a tela em pequeno formato “Tiradentes”, do início do século 20, é uma segunda obra de Villares na nossa coleção que retrata o mártir da Inconfidência Mineira. Com as duas novas aquisições, o MHN passa a ter nove itens de Décio Villares em seu acervo – entre pinturas e esculturas.

Décio Villares foi pintor, escultor e caricaturista. Formado pela Academia Imperial de Belas Artes, envolveu-se com questões caras ao Positivismo, especialmente a partir de 1888. No ano seguinte, participou da concepção da bandeira do Brasil republicano. Após a sua morte, um incêndio em seu ateliê destruiu grande parte de suas obras.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora s/n°, no Centro do Rio de Janeiro  (RJ) e esta aberto ao público de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.

Cinco museus Ibram receberão, em 2019, R$ 17 milhões em recursos do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos

Em reunião realizada no último dia 23, o Conselho Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos aprovou projetos de cinco museus do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para receber recursos que serão investidos em obras de restauração e requalificação, incluindo reparos de infraestrutura, reforço de segurança contra incêndio, entre outras benfeitorias.

Entre os projetos apresentados pelo Ibram, foram contemplados o Museu Casa Histórica de Alcântara (MA), o Museu da Abolição (PE), o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu Histórico Nacional e o Museu Villa-Lobos, estes três no Rio de Janeiro. Juntos, os museus receberão, na execução orçamentária de 2019, cerca de R$ 17 milhões, somando um investimento de R$ 55.525.763,64 até o final de 2021.

Na mesma reunião, o Conselho aprovou 35 projetos, sendo 22 voltados para o setor cultural, com ações de restauração, modernização, conservação, implantação e melhorias de museus, bibliotecas e espaços culturais, totalizando R$ 61,4 milhões em investimentos, ainda em 2019.

Além do Instituto Brasileiro de Museus, propostas apresentadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Fundação Casa de Rui Barbosa e Fundação Biblioteca Nacional também foram contempladas. A Portaria com os projetos aprovados foi publicada no Diário Oficial da União no dia 27 de maio.

O presidente do Ibram, Paulo Amaral, ressalta a importância da iniciativa do Ministério da Justiça em devolver à sociedade valores vultosos a serem aplicados em obras justas e indispensáveis, e espera poder contar com novas oportunidades como essa, em prol dos museus brasileiros.

Vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) possui R$ 714 milhões para financiar os projetos em 2019. Mais de 80% desse montante são provenientes de multas aplicadas em ações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

Em abril deste ano, o FDD publicou processo seletivo para o repasse de recursos, voltado somente para órgãos federais. Ainda neste semestre, instituições estaduais, municipais e organizações da sociedade civil serão convocadas a apresentar iniciativas que poderão ser financiadas pelo fundo.

MHN tem visita gratuita e ampla programação para a Semana de Museus

No Rio de Janeiro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) propõe uma programação especial para a 17ª Semana Nacional de Museus: visitas mediadas, lançamento de cartão fidelidade, seminário e roda de conversa estão entre as atividades. Além disso, a entrada para a exposição “Rios do Rio: as águas doces cariocas ontem e hoje” será gratuita.

No dia 11, às 14h, acontece o Bonde da História “As faces do Brasil em 10 objetos” que percorre o circuito expositivo de longa duração e se detém em itens considerados de destaque para a história do país. Às 14h30, é a vez do Bondinho da História com o tema “Pinturas rupestres: cores, aroma, formas e texturas”, em que a educadora convidada Sueli Mendonça promoverá uma oficina na qual o público conhecerá alguns pigmentos utilizados pelos primeiros habitantes do nosso território nas pinturas rupestres e produzir sua própria criação.

No domingo (12) acontece o Bonde da História “A umbanda na história do Brasil”, uma das visitas mediadas mais populares entre jovens e adultos. A atividade conta com a presença de Jorge Santana, historiador e doutorando em Ciências Sociais da UERJ, também um dos diretores do documentário “Nosso sagrado” (2017, 31min.), que será exibido logo após a visita. A produção investiga a perseguição e o racismo religioso contra o candomblé e a umbanda, que foram criminalizadas na Primeira República e na Era Vargas. A edição especial do Bonde começa excepcionalmente às 13h. Às 15h, haverá o Bondinho da História “O mito yorubá: Oxalá na criação do mundo”. Voltado para crianças de 6 a 12 anos, a visita propõe uma outra versão da criação do mundo a partir da visão yorubá.

“O futuro das tradições”

No dia 13 (segunda), das 9h30 às 17h, acontece o Seminário “O futuro das tradições: construindo o Programa Educativo Cultural do MHN”, que traz para a perspectiva do museu o tema da 17ª Semana de Museus: “Museus como núcleos culturais – o futuro das tradições”.

A mesa de abertura conta com a presença de Mila Chiovatto, coordenadora do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca de São Paulo, e Fernanda Castro, educadora do MHN. A atividade é uma parceria com a Rede de Educadores em Museus do RJ e o projeto Museu de Ideias, voltada para profissionais de museus, educadores museais, pesquisadores, estudantes e interessados no tema.

acessibilidade tatil MHNNo dia 15 de maio (quarta), das 14h às 17h, acontece a roda de conversa “O futuro das tradições: pessoas com deficiência e o direito à cultura”, voltada para profissionais da área cultural e pessoas com e sem deficiência interessadas no assunto, o encontro visa discutir a acessibilidade nos espaços culturais na contemporaneidade a partir de pessoas com experiência na área. A atividade terá intérprete de Libras.

No dia 18 de maio (sábado), às 14h, o Bonde da História tem como tema “10 objetos que fizeram nossa história”. Voltada para o público adulto, a atividade será acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva.

Às 15h, o Bondinho da História tem como tema “Do móvel ao automóvel”. Voltada para crianças de 3 a 10 anos, a visita mediada à exposição de meios de transporte terrestres conta com o auxílio do recurso de realidade aumentada.

Cartão fidelidade

No domingo (19), o Núcleo de Educação do MHN lança seu cartão fidelidade: a cada três participações em visitas mediadas, o usuário recebe brindes relacionados ao Museu Histórico Nacional. Neste dia, o Bonde da História tem como tema “A presença negra no acervo MHN”, às 14h. A visita aborda a presença da matriz africana e afro-brasileira na exposição de longa duração e a contribuição negra para a sociedade brasileira.

“Museólogo por um dia” é o Bondinho da História, às 15h. Voltada para crianças entre 5 e 10 anos, a atividade aproveita a passagem do Dia Internacional de Museus e busca estimular a curiosidade das crianças sobre a profissão de museólogo através de dinâmicas que simulam algumas das funções exercidas pelos profissionais de museus.

Mais informações em mhn.educacao@museus.gov.br. Aos finais de semana, informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3299. 0324.

Texto: Ascom/MHN
Fotos: Divulgação/MHN
Edição: Ascom/Ibram

Bonde da História: MHN promove visitas mediadas nos domingos de abril

Visitas mediadas no MHN abordarão em abril temas históricos relacionados ao mês, como páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil e o inconfidente Tiradentes.

Visitas mediadas no MHN abordarão em abril temas históricos relacionados ao mês, como páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil e o inconfidente Tiradentes.

Páscoa, a chegada dos portugueses ao Brasil, a resistência indígena à colonização e a figura histórica de Tiradentes serão temas de destaque das visitas mediadas promovidas pelo núcleo de Educação do Museu Histórico Nacional (MHN) durante o mês de abril.

Voltado para públicos de todas as faixas etárias, o projeto Bonde da História foi retomado no último domingo (7) com visita que abordou o tema “Pinturas históricas”. Foram abordadas obras do gênero que integram a exposição de longa duração do MHN. Voltado a crianças de 6 a 10 anos, o Bondinho da História “Brincando no pátio dos Canhões” abordou ainda a coleção de canhões de diversas origens e momentos da história do Brasil abrigada pelo museu em seu pátio.

No próximo domingo (14), o Bonde da História traz como tema “A presença de Cristo no acervo MHN”. Voltada para o público jovem e adulto, a visita vai abordar como a imagem de Jesus esteve aliada ao ideal civilizatório, forjando a sociedade no Brasil do período colonial.

Crianças e seus acompanhantes também serão convidadas para participar de mais uma edição Bondinho da História. Com o tema “Quem foi Aimberê?”, a visita vai resgatar a história do guerreiro chefe dos Tupinambás e da confederação dos Tamoios, mostrando sua luta contra a invasão portuguesa no Rio de janeiro e a defesa do território brasileiro.

No domingo seguinte (21), feriado nacional do Dia de Tiradentes, o MHN mergulha na história de Joaquim José da Silva Xavier no Bonde da História “Tiradentes: inimigo da Coroa, herói da República”. A proposta, voltada para jovens e adultos, é suscitar um bate papo sobre a construção da memória de Tiradentes (1746-1792), partindo de itens presentes na exposição de longa duração.

No mesmo dia, crianças de 4 a 10 anos e seus acompanhantes poderão mergulhar no Rio antigo a partir das pinturas ovais de Leandro Joaquim (1738-1798). O Bondinho da História, que acontecerá às 15h, revelará a história do artista e seu trabalho, dando ainda a chance para as crianças exercitarem sua criatividade em uma oficina de pintura.

No último domingo de abril (28), o Bonde da História faz referência à chegada dos portugueses com o tema “Descobrimento ou invasão?”. Os visitantes jovens e adultos farão uma visita pelo sala “Portugueses no mundo” com destaque para o processo de ocupação do território brasileiro por nações europeias e uso dos diferentes termos para abordar a presença portuguesa.

“Chegada dos portugueses” é o tema do Bondinho da História que finaliza o mês de abril. Voltada para crianças acima de 8 anos e seus acompanhantes, a visita vai abordar o contexto de chegada dos europeus na América. Na atividade, será possível participar de um “jogo de tabuleiro” onde os participantes serão as peças principais.

Como participar

Aos domingos, dia de entrada gratuita no MHN, o Bonde da História sempre começa às 14h e o Bondinho às 15h. Não há necessidade de agendamento ou inscrição: o encontro com os educadores acontece na recepção do museu nos horários indicados.

Aos sábados, o Bonde da História acontece às 14h e percorre todo o circuito de exposições de longa duração do museu. Confira ingresso e gratuidades. Mais informações sobre o projeto Bonde da História podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mhn.educacao@museus.gov.br ou pelo telefone (21) 3299-0324.

Educação museal: linha de pesquisa realiza encontros mensais no MHN

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus.

Vinculada ao grupo de pesquisa “Escritas da história em museus: objetos, narrativas e temporalidades”, do Museu Histórico Nacional (MHN) e CNPq, a linha de pesquisa “Educação museal: conceitos, história e políticas”, passa a se reunir mensalmente no museu com educadores, profissionais de museus, pesquisadores e estudantes.

O objetivo da ação é a formação continuada no campo, a produção de conhecimento e de informação em educação museal, a elaboração teórica coletiva e a construção de ferramentas e metodologias aplicáveis à prática educativa em museus. O calendário 2019 inclui cursos, mesas redondas, encontros e apresentações de pesquisas.

Na próxima quinta-feira (28), das 10h às 13h, acontece a primeira reunião da linha de pesquisa em 2019, que vai realizar a leitura e debate de termos e conceitos do Caderno da Política Nacional de Educação Museal (PNEM) – disponível para download gratuito.

Saiba mais.

Museu Histórico Nacional oferece entrada gratuita até 17 de fevereiro

Além de visitar as exposições do MHN, público pode participar gratuitamente das visitas mediadas do projeto Bonde da História.

Além de visitar as exposições do MHN, público pode participar gratuitamente das visitas mediadas do projeto Bonde da História.

Desde a última sexta-feira (1º), moradores do Rio de Janeiro e turistas podem aproveitar a estada na cidade para conhecer gratuitamente um dos acervos mais importantes sobre a história do Brasil. Até o dia 17 de fevereiro, o Museu Histórico Nacional (MHN), que faz parte da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), estará com entrada gratuita para todos os públicos.

Além da exposição de longa duração, que apresenta aspectos do Brasil desde a pré-história até o fim da monarquia, o público pode participar das visitas mediadas do projeto Bonde da História e visitar a exposição temporária “O retrato do rei dom João VI” em suas últimas semanas.

Neste domingo (3), o primeiro Bonde da História do mês, voltado para jovens e adultos, teve por tema “Pinturas históricas”. A visita foi na sala da exposição de longa duração “A construção da nação”, com ênfase nos quadros do século XIX do gênero pintura histórica.

No mesmo dia, o Bondinho da História apresentou “Mani e suas aventuras no tempo das cavernas”. A visita mediada propõe, a crianças de 5 a 12 anos e acompanhantes, uma viagem até a pré-história do Brasil com a personagem Mani. A contação aborda, a partir de Mani, a vida e os costumes dos primeiros habitantes do território brasileiro.

Saiba mais sobre as próximas edições do Bonde da História e como participar.

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