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Ibram e México firmam parceria para mostra inédita no Brasil

IMG_6396O Ibram e o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México firmaram, nesta sexta-feira (8), acordo para trazer uma exposição inédita para o país. A mostra, Magia do Sorriso no Golfo do México será sediada no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, e faz parte da programação do Museu para as Olimpíadas.

A mostra é composta por um acervo de 114 itens, sendo 4 deles esculturas duplas, totalizando 118 objetos. Os objetos são esculturas de cerâmica encontradas em sítios arqueológicos na região de Remojadas, atual estado de Veracruz, no México. As figuras mais conhecidas de Remojadas são denominadas “sorridentes” (caritas sonrientes), por se tratarem de figuras com sorrisos abertos em rostos delineados. Em geral são estátuas de homens ou mulheres de rostos sorridentes, muitas vezes segurando instrumentos musicais como flautas, apitos e ocarinas. De algumas, restam apenas as cabeças sorridentes.

A Embaixada do México no Brasil foi responsável por organizar a exposição e atuou sempre na interlocução entre IBRAM e INAH. Para a Embaixadora do México no Brasil, Beatriz Paredes, a parceria é importantíssima. “Este acervo sairá do México para uma exposição no exterior pela primeira vez, o que sinaliza o potencial de estabelecimento de grandes parcerias no setor cultural entre Brasil e México, e reafirma a importância dada por ambos países ao sucesso desta exposição”, afirmou durante a reunião.

Durante os Jogos Olímpicos, o MHN sediará a Casa México, um parceria com a Embaixada do México no Brasil, o Consulado do México no Rio de Janeiro e o Comitê Olímpico Mexicano.

A exposição Magia do Sorriso no Golfo do México constituirá uma das principais atividades realizadas pelo Museu Histórico Nacional para o período dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, e será seguida por um calendário de palestras e atividades adicionais que está sendo organizado pelo museu.

Também estão programadas as mostras México 68-Rio 2016, que abordará o ambiente gráfico que constitui a marca das duas Olimpíadas e Frida e Eu, que se dirige ao público infantil de 5 a 10 anos para promover a compreensão da linguagem da arte moderna por meio da vida e obra da artista mexicana Frida Kahlo.

Para o diretor do MHN, Paulo Knauss, a relação entre Brasil e México e a cultura dos dois países vai estar muito bem representada no Museu, que também receberá mostras bem brasileiras. “O MHN vai receber também a exposição Guerra do Contestado, arte e história por Hassis que trata a história de um dos conflitos sociais mais violentos da história do Brasil que se desenvolveu entre 1912 e 1916 e Brasil na arte popular – 40 anos do Museu Casa do Pontal.”

 

 

Museu Histórico Nacional recebe mostra do Prêmio Marcantonio Vilaça

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) recebe a mostra itinerante do 5º Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, com trabalhos de referência que fazem parte da trajetória de cada um dos cinco vencedores do prêmio, que teve a curadoria de Marcus Lontra.

A mostra é composta por vídeos, fotografias, desenhos, instalações e objetos dos artistas Berna Reale (PA), Gê Orthof (DF), Grupo EmpreZa (GO), Nicolás Robbio (SP) e Virgínia de Medeiros (BA), além dos projetos Arte Indústria, da artista Amelia Toledo, que faz um diálogo entre produtos manufaturados e materiais extraídos da natureza, e Quando o tempo aperta, organizada Raphael Fonseca – um dos curadores premiados em abril de 2015 -, que reúne trabalhos de Adriano Costa, Ana Maria Tavares, André Komatsu e Marcelo Cidade, Gabriela Mureb, Hélio Oiticica, Lais Myrrha, Leandra Espírito Santo, Lucio Costa, Pierre Verger, Raquel Stolf, Rochelle Costi e Sara Não Tem Nome.

Com entrada gratuita, a mostra ficará no Museu Histórico Nacional até o dia 12 de junho, para visitação de terça a sexta, das 10h às 17h30 e aos sábados, domingos e feriados, de 14h às 18h. O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, s/nº, no centro do Rio de Janeiro.

MHN apresenta exposição ´Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo´

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram), exibe, até 17 de janeiro de 2016, a mostra Cartazes de viagem, 1910-1970 Coleção Berardo. Com curadoria de Marcio Alves Roiter, do Instituto Art Déco Brasil, e de Paulo Knauss, diretor do MHN, a exposição faz parte do evento Rio como Destino.

Divulgação www.riocomodestino.com.br

Divulgação www.riocomodestino.com.br

A mostra traz 40 cartazes, que levaram 40 anos para serem reunidos. Encontrados em leilões e galerias de arte de diversos pontos do mundo, sobretudo Paris, Londres e Nova York, os exemplares pertencem à Coleção Berardo e retratam o período em que o Rio de Janeiro foi porta de entrada da América Latina para os viajantes que vinham da Europa e dos Estados Unidos.

Para conquistar cada vez mais novos turistas, as companhias marítimas e aéreas usavam a beleza da cidade como artifício: contratavam artistas para pintar paisagens maravilhosas em cartazes divulgados mundo afora.

Nas primeiras décadas do século 20, muitos cartazes e cartões-postais foram produzidos para levar o espírito do Rio para outras cidades e países.  “Eram companhias estrangeiras, na maioria, com a exceção da Panair e da Varig, vendendo o Rio para viajantes. Isso fica claro nos diferentes idiomas utilizados nos cartazes, que nem sempre acompanham a origem da companhia aérea ou marítima”, explicou Marcio Alves Roiter, curador da mostra.

Seminário Internacional discute trajetória da implantação do Rio de Janeiro

De 6 a 8 de outubro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) realizará o Seminário Internacional Ponta do Calabouço e Adjacências: história, memória e patrimônio nos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, que promoverá um debate sobre a trajetória da região que corresponde ao Bairro da Misericórdia, ponto a partir do qual se implantou a cidade e tem o Museu Histórico Nacional como um de seus principais remanescentes.

O Seminário tratará sobre a formação da área conhecida como Ponta da Piaçava, posteriormente consagrada como Ponta do Calabouço, e analisará a história e paisagem arquitetônica da região, além de discutir sobre as possibilidades de educação para a construção de cidadania nesse espaço da cidade.

O conjunto arquitetônico do MHN é constituído pelos vestígios do Forte de São Tiago, a Casa do Trem, e o Arsenal de Guerra que, desde as últimas décadas do século XVI, constituem fontes para pesquisas e reflexões acerca das heranças materiais e imateriais do antigo centro, cujos limites eram os morros de São Bento, da Conceição, de Santo Antônio e do Castelo.

A importância desse território de memória e as coleções de objetos e documentos preservadas nas instituições aí localizadas, motivaram a organização do evento que será realizado em parceria com o Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense – LABHOI-UFF, o Programa de Pós-graduação em Arquitetura da UFRJ – PROARQ e o Departamento de História da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ.

A participação no Seminário é gratuita, com limitação de 200 vagas. As inscrições podem ser feitas no local, a partir das 9h, pelo e-mail: mhn.pesquisa@museus.gov.br. Os participantes terão direito à certificado, mediante comprovação de frequência (75% de presença). Informações pelo telefone (21) 3299-0338

Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia

A partir do dia 6 de outubro, o MHN exibirá a exposição Tão importante, tão esquecido: o bairro da Misericórdia, que aborda a plenitude e a decadência do bairro da Misericórdia, e que durante os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro passou por diversas transformações. Com curadoria de Isabel Lenzi, a exposição pode ser vista até o dia 17 de janeiro de 2016.

As duas atividades fazem parte das comemorações do mês de criação do MHN e dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro.

Nomeado o novo diretor do Museu Histórico Nacional

Publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira(24), a portaria de nomeação de Paulo Knauss de Mendonça como novo diretor do Museu Histórico Nacional (MHN), unidade do Instituto Brasileiro de Museus, no Rio de Janeiro (RJ). Knauss foi selecionado entre os candidatos inscritos na Chamada Pública nº 7, aberta em outubro de 2014.

Na seleção, foram considerados os critérios de formação acadêmica em nível superior; experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações do governo ou entidades da sociedade em geral; e conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu. Os critérios foram aferidos através de apresentação de currículo, declaração de interesse e plano de trabalho. Além da apresentação da documentação, também foi realizada entrevista oral entre o candidato e a comissão de seleção designada.

Paulo Knauss_diretor MHNPaulo Knauss possui ampla formação universitária no Brasil, sendo Licenciado, Mestre e Doutor em História, e vasta experiência no exterior, onde obteve bolsas de estudo na Alemanha e na França, inclusive estágio de pós-doutorado. Possui larga experiência acadêmica como professor do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde orientou vários trabalhos de mestrado e doutorado, além de ter desenvolvido e coordenado vários projetos de pesquisa no campo das relações entre história e memória, arte e cultura visual. Nos últimos anos, tem estudado especialmente a história de coleções e acervos de arte no Brasil. Com inúmeras participações em eventos científicos, é autor de vários títulos.

Em 2015, sob sua organização, foi lançado o livro Objetos do olhar: história e arte.  Participa ativamente de fóruns de política cultural, tendo sido membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) e do Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ).  Foi diretor do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro e presidente da seção estadual da Associação Nacional de História – Rio de Janeiro. É conselheiro do Museu de Astronomia e Ciências Afins, membro do Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) e sócio do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro (IHGRJ) e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).

MNBA e MHN, no Rio de Janeiro, sediam mostra TRIO Bienal

A partir de 11 de setembro, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram, no Rio de Janeiro,  será uma das sedes da TRIO Bienal, mostra  internacional de arte contemporânea em torno do tridimensional em seu escopo clássico – escultura, instalações e objetos – assim como, em todos os seus campos expandidos – pintura, fotografia, desenho, vídeo e outros suportes, como investigação tridimensional.Anish Kapoor (Sem titulo)

A curadoria de Marcus de Lontra Costa, sob o tema Quem foi que disse que não existe amanhã? – frase de uma letra do rapper Marcelo D2 – pretende discutir o momento de incerteza e de crise, tanto no Brasil quanto no mundo, e resume a persistência na procura de uma determinada arquitetura no caráter utópico da arte, recarregando fortemente a fé modernista em um mundo mais perfeito.A mostra no MNBA sob o título Reflexões sobre o Reflexo – Dinâmicas do Cinetismo no Tridimensional vai trazer obras de  Anish Kapoor(Reino Unido); Cildo Meireles(Rio de Janeiro), Constantin Brancusi(Romênia);  Heleno Bernardi(Rio de Janeiro);  Hilal Sami Hillal(Espírito Santo);  Hugo Mendes(Paraná); Ivan Navarro(Chile) e Marcia Xavier(Minas Gerais),  entre outros nomes e fica em cartaz até 11 de outubro.

Transversalidades das Identidades Tropicais

A partir de 12 de setembro, o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) abriga a exposição Transversalidades das Identidades Tropicais, que reúne esculturas, objetos e instalações de 25 artistas do Brasil e do exterior e integra a TRIO Bienal – Bienal Tridimensional Intern’l do Rio 2015.

Sob a curadoria de Marcus de Lontra, ex-diretor do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e produção executiva de Alexandre Murucci, a TRIO Bienal reúne, em onze centros culturais e museus da cidade, obras de 160 artistas, entre os quais Marina Abramovic, Vik Muniz, Los Carpinteros, Anna Bella Geiger, e Daniel Buren, de 44 países. Todas as obras da TRIO Bienal abordam o tridimensional – escultura, instalações, objetos – assim como, em todos os seus campos ampliados – pintura, fotografia, performance, vídeo e outros suportes enquanto investigação tridimensional.trio-bienal-300x80

Entre os artistas que expõem no Museu Histórico Nacional encontram-se Almandrade (Bahia), Andrea Brown (Rio de Janeiro), Barrão (Rio de Janeiro), Bruno Miguel (Rio de Janeiro), Camille Kachani – (São Paulo), Carina Bokel Becker (Rio de Janeiro), Carlos Krauz (Rio Grande do Sul), Daniel Buren (França), Deneir Martins (Rio de Janeiro), Denise Milan (São Paulo), Estela Sokol (São Paulo), Giuseppe Linardi (Itália), Henrique Oliveira (São Paulo), Joana Vasconcelos ( Portugal), Laerte Ramos (São Paulo) e Laurence Jenkell (USA). Participação, ainda, do artista Pedro Paulo Domingues, com uma intervenção em um canhão do acervo do Museu Histórico Nacional e posicionado no Pátio de Santiago, voltado para a baía da Guanabara.

A exposição fica  em cartaz até o dia 26 de novembro no Museu Histórico Nacional, que fica na Praça Marechal Âncora, s/nº, no Centro do Rio de Janeiro. Informações: (21) 3299-0324.

Reis da África no Museu Histórico Nacional começa nesta sexta (28)

Fo Djmo Kamga de Bandjoun, Bandjoun, Província Oeste, Camarões, 2012.

Fo Djmo Kamga de Bandjoun, Bandjoun, Província Oeste, Camarões, 2012.

A partir desta sexta-feira (28) o Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) exibirá, em parceria com o Museu Afro Brasil, a exposição O Espírito da África – Os Reis Africanos. Com curadoria de Emanoel Araújo, a exposição reúne 58 fotografias do austríaco Alfred Weidinger, que retratou reis e chefes contemporâneos de diversas partes do continente africano, além de oito obras de arte africanas que dialogam com as próprias fotos.

Segundo o curador, as fotos expostas têm um grande significado para a história e a memória ancestrais africana, uma vez em que os líderes tribais registrados pela câmera de Weidinger não tem mais poder político, sendo, no entanto, em sua essência, conselheiros de suas comunidades, lembrando a memória de uma África perversamente desfeita pelas novas divisões territoriais, que uniram diferentes etnias no período colonial.

O Museu Histórico Nacional fica na Praça Marechal Âncora, no Centro do Rio de Janeiro,  e a exposição pode ser vista até o dia 15 de novembro, de terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.

O fotógrafo

Alfred Weidinger é um fotógrafo austríaco especializado na África, com foco em pessoas. Em 2012 retratou os remanescentes das monarquias dos maiores reinados africanos. Essa busca resultou em um conjunto de belos retratos da nobreza africana do século 21, intitulado Last Kings of Africa, (Os Últimos Reis da África). A composição das fotos é inspirada nas fotografias dos Reis, Chefes e Anciões africanos tiradas entre o final do século 19 e o início do século 20 que ficaram famosas em todo o mundo através de cartões postais e marcavam a curiosidade sobre a África ao mesmo tempo em que evidenciavam o início do domínio colonial europeu naquele continente, carregando o peso da subjugação da África aos poderes estrangeiros.

MHN recebe mostra Hiperfoto-Rio, de Jean François Rauzier

04.08_mhnO Museu Histórico Nacional/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ),  inaugura no dia 17 de agosto, segunda-feira, a exposição Hiperfoto-Rio, do fotógrafo francês Jean François Rauzier, no contexto das celebrações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, que vai até 20 de setembro.

A mostra apresenta 31 imagens de paisagens, da arquitetura e ambientes do Rio de Janeiro elaboradas através de uma técnica autoral jamais antes vista.  Para serem produzidas as hyperfotografias de Rauzier passam por um processo longo e complexo.  Manipuladas em computador, algumas delas, inclusive, alcançam um volume que pode sugerir uma escultura bidimensional.

A exposição oferece ao espectador conhecer imagens cujas intensidades ultrapassam ao normal.  Numa única obra o público pode ver tudo e, ao mesmo tempo, somente o que ele quiser.  Com seus olhos ele pode passear na imagem, ver de perto um detalhe, mover-se para trás para vê-la em sua totalidade, construindo assim a sua própria história da obra.

A obra de Jean François Rauzier dialoga com o cubismo, o mosaico, o surrealismo, o barroco e a escultura bidimensional.  Para esta exposição, o fotógrafo capturou mais de oito mil imagens em outubro 2014 na cidade do Rio de Janeiro.  O artista pesquisa a técnica da hiperfoto desde 2002.

Museus Ibram são atração do Projeto Carioquinha, em agosto

Pátio dos Canhões, MHN

Pátio dos Canhões, MHN

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) e o Museu da República/Ibram participam do Projeto Carioquinha, que acontecerá durante todo o mês de agosto. Todos que comprovarem morar no município do Rio de Janeiro ou em cidades da Grande Rio pagarão meia entrada para vistar as instituições!

A ideia do Carioquinha, que está em sua 15ª edição, é democratizar o acesso da população às suas potencialidades turísticas e um estímulo para que cariocas da gema e do coração desvendem novas possibilidades de entretenimento em todo o estado.

Para fazer jus aos descontos e benefícios basta que o usuário comprove por meio de documento oficial com foto (identidade) que nasceu no Rio de Janeiro ou nos municípios do Grande Rio. No caso de moradores, também é necessário apresentar além do documento de identificação, uma conta de luz, água, telefone ou gás.

A programação completa estará disponível no primeiro minuto do dia primeiro de agosto, no site  www.carioquinha.com.br. O Carioquinha conta com o patrocínio da Riotur e realização da regional Rio de Janeiro da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RJ).

Receita doa uma série de obras apreendidas ao Ibram

Pintura Rio de Janeiro, de Luis Ribeiro, sendo recebida no Museu da República

Pintura Rio de Janeiro, de Luis Ribeiro, sendo recebida no Museu da República

Cinco museus Ibram receberam, nesta semana, obras apreendidas pela Receita Federal na Alfândega do Aeroporto de Guarulhos e na Alfândega do Porto de Santos, em São Paulo.  As obras, que foram destinadas ao Ibram, como previsto pela Lei 12.840/2013,  já estão sob a guarda e administração dos museus e passarão agora por procedimentos museológicos de documentação, conservação e pesquisa, através do qual as equipes técnicas dos museus poderão identificar ou confirmar sua origem, material utilizado, estilo e autoria, entre outros aspectos.

O Museu Nacional de Belas Artes (RJ) recebeu a pintura Mangueïrengruppe (grupo de mangueiras ) do artista austríaco naturalista Joseph Selleny, que veio ao país no século XIX com o objetivo de retratar a paisagem brasileira. Duas esculturas intituladas Negros Venezianos suportando resposteiros, representação artística de escravos do séc. XIX, foram para o Museu da Abolição (PE).

O Museu da República (RJ) recebeu a obra de Luís Ribeiro, Rio de Janeiro – Baia de Guanabara, de 1899, apresenta uma cena marítima da então capital federal, nos primeiros momentos da República recém instaurada. Le Corcovade, de Henri Langerock, de cerca de 1880, foi destinada ao Museu Imperial (RJ), e fará parte da coleção que retrata o Rio de Janeiro real e imperial.

A tela O Martírio das onze mil virgens, Escola Flamenca do século XVII, foi destinada ao Museu Histórico Nacional (RJ), que também recebeu as tapeçarias Noblemen in the Garden e uma tapeçaria em fio de lã, com a seguinte inscrição na borda inferior: Manufacture Royale Aubusson 1739. De acordo com a diretora do MHN, Ruth Beatriz, com essas peças, o museu forma um conjunto de tapeçarias jamais visto no Brasil.

A destinação das obras levou em conta critérios como a política de aquisição dos museus, disponibilidade para receber os bens, condições favoráveis de preservação e segurança, além das disposições de preferência previstas pela lei que dispõe sobre a destinação de bens culturais aos museus.

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