Página 3 de 812345...Última »

Galeria do Lago inaugura a exposição Inmersión/Imersão

carta a deriva

Carta à deriva

 Inmersión/Imersão será inaugurada nesta terça-feira (14), a partir das 18 horas, na Galeria do Lago, no Museu da República/Ibram. Com curadoria de Isabel Portella, a mostra reúne trabalhos das irmãs Klaudia e Ana Kemper, e falam de perto ao universo existencial familiar e afetivo de ambas. A obra de Klaudia, que reside em Santiago do Chile, mergulha fundo em experiências pessoais a partir de questionamentos sobre sua própria estética biográfica.

Já sua irmã Ana, moradora do Rio de Janeiro, revela em fotografias a Cidade Maravilhosa que Klaudia só consegue captar com o “olhar estrangeiro”, pois mora no exterior. São imagens impregnadas de símbolos, repletas de carinho e lembranças compartilhadas em cartas e conversas entre as duas. O mar carioca que Ana vislumbra e fotografa não é o mesmo do cotidiano de Klaudia, que contempla outras águas e que convidam o espectador à imersão, num “mergulho” de corpo inteiro na vida e seus processos existenciais.

Klaudia e Ana Kemper são artistas visuais, e juntas pensaram e desenvolveram essa exposição concebendo a arte como continuação de suas histórias e vivências pessoais. A mostra fica em cartaz até 16 de agosto, de terça a sexta-feira, das 10 às 12h e de 13 às 17h e tem entrada gratuita.

Jornada Republicana de junho discute Museu e Memória LGBT

A XXIV Jornada Republicana, do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), em sua edição de junho, irá abordar o tema Museu e Memória LGBT. O evento acontece no dia 30 de junho, às 18h, no Espaço Multimídia do Museu da República.

Esta edição pretende ampliar e compartilhar as experiências museológicas e a atuação dos profissionais do setor para tornar os museus espaços de afirmação e protagonismo LGBT. Participam do debate, Inês Gouveia, Jean Baptista, Jorge Luís Pinto Rodrigues (Caê) e Tony Boita.

A Jornada Republicana é um projeto mensal realizado pela equipe técnica do museu. Ela tem como objetivo discutir temas no âmbito da museologia e a contextualização com abordagens de interesse de toda a sociedade.

Mais informações pelo telefone (21) 2127.0341 ou na página do Museu da República.

Texto: Ascom/Ibram

Obra O Beijo da Guanabara é mote para atividades no Museu da República

Beijo na Guanabara

O quadro Beijo da Guanabara (1926)

O Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro, participa da 13ª Semana de Museus com uma série de atividades que têm como ponto de partida a obra Beijo da Guanabara, pintada em 1926 pelo artista plástico Carlos Chambelland, exibida no mesmo ano no 33º Salão Oficial de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.

O Beijo da Guanabara será o mote adequado para a reflexão em torno das questões ambientais contemporâneas, tais como a crise hídrica e a poluição da Baía de Guanabara.

A obra de Carlos Chambelland, no entanto, desafia a nossa imaginação à medida que faz uma citação explícita do beijo de Eros, o deus do Amor, em Psiquê (em grego, a alma), uma das três filhas de um rei da Grécia. A imagem do Beijo da Guanabara retrata e personifica a união entre o “amor” e a “alma”.

Confira a programação completa:

A partir do dia 18 de maio, segunda-feira:

- Exposição “Por um beijo da Guanabara”, no Jardim Histórico do Museu da República, de 8 às 18 horas.

- Exposição “Programa de Sustentabilidade Ambiental do Museu da República”, no Jardim Histórico do Museu da República, de 8 às 18 horas.

Dia 23 de maio:

- Seminário de pós-graduação em Educação Museal, uma parceria entre o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), os Museus da República e Castro Maya com a FAETEC, sobre temas relativos à área de museus. No Auditório Apolônio de Carvalho, de 8 às 17 horas.

- Atividades de desenho, pintura e montagem de quebra-cabeças com crianças frequentadoras do Jardim Histórico do Museu da República, a partir das 16 horas.

Dia 26 de maio:

- XXIII Jornada Republicana – mesa-redonda de debates com o tema “Museus para uma sociedade sustentável”, no Espaço Multimídia do Museu da República, a partir das 18 horas.

Dia 27 de maio:

- Lançamento do livro “Há uma gota de sangue em cada museu”, do professor, poeta e museólogo Mário Chagas. No Pátio Interno do Museu da República, às 18 horas.

- Lançamento da revista “Cadernos do CEOM – Museologia Social”, de Mário Chagas e Inês Gouveia. . No Pátio Interno do Museu da República, às 18 horas.

Todos os eventos têm entrada franca. O Museu da República fica na Rua do Catete, 153, bairro do Catete, no Rio de Janeiro. Mais informações na página do Museu.

Texto e fotos: Divulgação Museu da República

Museu da República inaugura instalação ‘Nada acabará, nada ainda começou’

flores do baile2A Galeria do Lago no Museu da República (Ibram/MinC) inaugura, no próximo sábado (16) a instalação “Nada acabará, nada ainda começou”, do artista Raul Leal. A mostra, que tem curadoria de Isabel Sanson Portella, vai até o dia 28 de junho.

Tendo a figura de Nair de Teffé como fio condutor o artista vai apresentar trabalhos em pintura, texto e vídeo formando uma instalação que ocupará todo o espaço da galeria, que  abriga projetos de arte contemporânea que fazem uma conexão com a história e o acervo do museu.

Em 26 de outubro de 1914 a então primeira-dama do Brasil, Nair de Teffé, organizou uma recepção nos salões do palácio do Catete onde foram executadas obras de compositores populares brasileiros, culminando com a apresentação do Corta-Jaca, maxixe da compositora Chiquinha Gonzaga. A repercussão foi a pior possível, abalando ainda mais a pouca popularidade do presidente Hermes da Fonseca.

Ruy Barbosa declarou que nosso governo estava prestando as mesmas honras que merecia a música de Wagner às expressões mais chulas da nossa cultura, o mesmo Wagner que execrou a música de outros compositores que não aderiam ao seu credo musical, condenando-os à clandestinidade e a um preconceito sobre suas obras que durou décadas.

A música de Catulo da Paixão Cearense e Chiquinha Gonzaga nos salões do Catete foi recebida com tanto estranhamento quanto os “objets trouvés” dos dadaístas nas exposições de arte na mesma época. Aquela música estava deslocada, ocupava um lugar que não era destinado a ela. Paralelamente, músicos negros, trabalhadores dos bairros da Saúde e da Gamboa, tentavam organizar clubes onde pudessem tocar sua música sem serem taxados de desordeiros e acusados de vadiagem, aquelas pessoas também estavam deslocadas dentro da sociedade.

Contemporaneamente o músico André Mehmari foi achacado numa apresentação para estudantes da rede pública por executar composições de Ernesto Nazareth. A cantora Rita Beneditto foi proibida de se apresentar num evento gospel patrocinado pela prefeitura de Campo Grande devido ao título de seu show ser “Tecnomacumba”.

Até onde esses movimentos de segregação e exclusão são processos de dominação? É certo que a música une, mas poderá também separar? Apesar de patrimônio imaterial, o legado musical brasileiro também está sujeito a processos de construção e destruição. Traçando paralelos entre esses eventos, criando atritos e conexões a mostra não pretende exibir respostas, mas sim criar perguntas e questionamentos.

Sobre o artista Raul Leal

Raul Leal é artista visual radicado no Rio de Janeiro. Participou de diversas exposições individuais e coletivas em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Artes de Blumenau e Museu de Arte de Ribeirão Preto. Recebeu prêmios em diversos salões de arte e tem trabalhos em importantes coleções.

 

 

Editada pelo Museu da República, Revista do Professor completa 5 edições

Já se encontram disponibilizadas, em formato impresso, as cinco edições da Revista do Professor, publicação anual do Setor Educativo do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ). Os cinco números também se encontram disponíveis para leitura online na página do museu.

As cinco edições da Revista do Professor

As cinco edições da Revista do Professor

Fruto de um projeto pedagógico iniciado em 2008, a publicação é voltada para todos os educadores, inclusive aqueles que se dedicam ao trabalho em museus.

Inicialmente, a Revista do Professor contabilizava cinco edições, todas no formato online. Agora, os dois números mais recentes (edições 4 e 5) já se encontram impressos e à disposição dos interessados, gratuitamente.

Ferramenta educativa
A publicação surgiu da necessidade de mostrar aos professores a forma como o Museu da República atua no processo educativo multidisciplinar com os alunos, além de todo universo da comunidade educacional.

Abordando a história republicana, o patrimônio e a cidadania, a Revista do Professor destaca a exposição A Res publica brasileira, uma narrativa visual e textual da trajetória do período republicano brasileiro em suas variadas conjunturas político-sociais. Os textos da revista trazem ainda análises sobre o pensamento republicano ao longo do tempo, nas áreas de educação, arquitetura, literatura, astronomia, artes plásticas, cultura e meio ambiente, entre outros.

De acordo com a assessora técnica e coordenadora de Educação do Museu da República, Normanda Freitas, a revista é uma ferramenta educativa, um esforço para suprir as carências de publicações que abordem tais assuntos na formação dos profissionais do magistério, em todos os níveis.

Ela ressalta que a Revista do Professor objetiva mostrar a abrangência do acervo do Museu da República e sua relação com o trabalho do educador em sala de aula, estando aberta a todos os professores que desejarem contribuir com suas análises e reflexões sobre a conjuntura educacional do país.

Escolas, bibliotecas e professores interessados em adquirir gratuitamente as cinco edições impressas da revista podem entrar em contato com o Setor Educativo do Museu da República, pelos telefones (21)2127-0345 ou 2127-0332. Pedidos também podem ser encaminhados pelo e-mail mr.educa@museus.gov.br ou pelo página do museu, na aba fale conosco.

Texto e imagem: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Museu da República cria mostra virtual sobre dedicatórias a Getúlio Vargas

bannerO Museu da República (Ibram/MinC) apresenta a mostra virtual Dedicatórias a Getúlio Vargas: Fragmentos de uma Biblioteca, que pode ser vista na página do museu na internet.

A exposição foi criada como continuidade da mostra presencial Saio da vida para entrar na memória, em exibição no Palácio do Catete, aberta à visitação até o dia 19 de abril.

A iniciativa consistiu num esforço para propiciar aos leitores e pesquisadores uma nova visão dos livros que compõem parte do acervo de obras raras da Coleção Getúlio Vargas, localizada na biblioteca do museu.

Essa releitura é feita a partir das dedicatórias em livros ofertados ao ex-presidente Vargas, de um modo geral, em diversas fases de sua vida pública, desde a época em que atuava como advogado e político no Rio Grande do Sul, até sua chegada à chefia do governo federal, na condição de ditador no período do Estado Novo e, posteriormente, como senador e presidente eleito pelo voto direto.

Biblioteca particular
De acordo com Valeria Gauz, bibliotecária do Museu da República e curadora da exposição virtual, a mostra disponibiliza as dedicatórias de alguns dos livros que compuseram a biblioteca particular de Vargas, selecionando diversas mensagens em homenagem ao político gaúcho, feitas por personagens que conheceram e/ou conviveram com o ex-presidente.

Gauz destacou a importância do “diálogo” estabelecido entre os livros da biblioteca com os acervos arquivísticos e museológicos do museu. Desta forma, cada dedicatória vem acompanhada de sua transcrição e de informações sobre fatos históricos protagonizados por Getúlio Vargas, dados biográficos do autor, editor ou outra pessoa citada e curiosidades bibliográficas; além de links para a visualização de alguns objetos museológicos e documentos do Arquivo Histórico, reunindo coleções e acervos pertinentes do Museu da República. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Exposição de fotos no Museu da República comemora 450 anos do Rio

Entre os dias 4 de março e e 3 de maio, os jardins do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), serão o cenário da exposição Conexões de Olhares, que reúne fotos feitas por crianças e adolescentes, entre 10 e 16 anos, moradores de 12 comunidades pacificadas na capital fluminense, que revelam ao público o olhar delas sobre os lugares onde vivem.

Imagem de um dos jovens fotógrafos do Complexo do Alemão

Imagem de um dos jovens fotógrafos do Complexo do Alemão

Iniciativa do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), através do programa Sesi Cidadania, os jovens fotógrafos participaram de oficinas ministradas pela fotojornalista japonesa Hikaru Nagatake, que realiza em várias partes do mundo a ação Wonder Eyes Project.

O projeto tem por objetivo desenvolver a criatividade de crianças e adolescentes por meio da fotografia. Com câmeras simples, eles retratam sua visão sobre as belezas dos ambientes em que habitam.

Novas visões
“É muito gratificante organizar essa exposição porque as fotos tiradas pelas crianças mostram o Rio de Janeiro de verdade, que a maioria não tem ideia de que existe”, conta Hikaru Nagatake, também curadora da exposição.

“Foi um grande prazer participar das oficinas com os jovens das comunidades cariocas, uma experiência que me fez conhecer melhor a energia e a vida das pessoas que moram nessas regiões”,  reforça.

A mostra reúne imagens das comunidades Santa Marta, Tabajaras, Mangueira, São Carlos, Formiga, Andaraí, Complexo do Alemão, Providência, Cidade de Deus, Macacos, Morro Azul e Borel.

Durante os domingos do mês de março, o público vai poder assistir também shows musicais. Sempre às 10h, os artistas Dudu Oliveira (dia 8), Jaime Alem (dia 15), Dino Rangel (dia 22)  e Turíbio Santos (dia 29) vão se revezar em apresentações de MPB e chorinho. A entrada é gratuita. Saiba mais sobre o Museu da República.

Texto e foto: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Férias nos museus Ibram: confira atividades programadas

De olho nas férias escolares, museus de todo o Brasil trazem programações especiais voltadas para crianças e adolescentes neste início de ano. Os museus da rede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) não fogem à regra e prepararam uma série de atividades de cunho cultural e recreativo.

Programação na Casa da Hera acontece na última semana de janeiro

Em Ouro Preto (MG), a ação educativa Férias no Setor Educativo do Museu da Inconfidência propõe resgatar brincadeiras tradicionais (bola de gude, peteca, amarelinha e pular corda) através de atividades lúdicas e manuais, além de pintura, musicalização e oficinas que estimulam as crianças a criarem seus próprios brinquedos.

A programação, que é voltada a crianças a partir de 6 anos e segue até o próximo dia 31, acontece de segunda a sexta, das 14h às 17h. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo e-mail educativodomuseu@gmail.com ou pelo telefone (31) 3551.1378.

Em Recife (PE), a ludoteca do Museu da Abolição está a todo vapor nestas férias. O novo espaço do museu se propõe a valorizar, preservar e difundir a memória e referências culturais afrobrasileiras de maneira interativa e divertida com jogos, oficinas e apresentações culturais. Saiba mais.

Filmes e histórias contadas
Já a Biblioteca Rocambole do Museu Imperial, em Petrópolis (RJ), também segue em funcionamento durante as férias escolares, quando o público infanto-juvenil terá oportunidade de explorar seu acervo composto por cerca de 600 títulos, entre livros, revistas, gibis e outras mídias.

A partir da quarta-feira (21), será oferecida também programação especial que inclui exibição de filmes, contação de histórias e oficinas criativas. Confira a programação completa.

Atividade de leitura na Biblioteca Rocambole do Museu Imperial

Museu Imperial: várias atividades nas férias das crianças em Petrópolis

No Museu Casa da Hera, em Vassouras (RJ), a quarta edição das Férias no Museu convida as crianças a brincar e aprender se divertindo, ao mesmo tempo em que desfrutam da ampla área verde da Chácara da Hera.

A programação acontece entre os dias 27 e 31, e inclui as atividades Brincadeiras de Antigamente, Contar e Brincar Histórias, Cineclube, Laboratório de Brinquedos e Slackline.

Já a tradicional Colônia de Férias do Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ), traz como tema este ano Rio, 450 anos de História, em homenagem ao aniversário da cidade.

As atividades programadas incluem passeios a locais representativos da história do Rio de Janeiro, atividades plásticas, exibição de filmes, construção de maquetes, atividades de música, dança com baile no Salão Nobre do museu, além de muita recreação no Jardim Histórico, com direito a banho de mangueira para aliviar o calor.

A programação gratuita acontece até o próximo dia 30, das 13h às 17h, e é voltada para crianças com idade entre 7 e 11 anos. Saiba mais.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: Banco de imagens Ibram

Palácio Rio Negro fechará ao público excepcionalmente nesta sexta (9)

palacio_rio_negroA

Mudança na expografia motiva suspensão temporária da visitação

Localizado em Petrópolis (RJ) e vinculado ao Museu da República/Ibram, o Palácio Rio Negro estará fechado ao público, em caráter excepcional, nesta sexta-feira (9).

O motivo do fechamento é a mudança na expografia dos quartos principais do palácio, que será realizada pela equipe do museu.

Construído em 1889 para ser a residência do Barão do Rio Negro, rico comerciante de café, o Palácio Rio Negro foi incorporado pelo Governo Federal em 1903 e passou a ser a residência oficial de verão dos presidentes da República em Petrópolis. Além desta função, o espaço é dedicado à memória da República na antiga “cidade imperial”.

O museu, que funciona de terça a sábado, das 10h às 17h, reabre para visitação normal no sábado (10).

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Banco de Imagens Ibram

Exposições de arte contemporânea no Museu da República ganham livro

Para comemorar os dez anos de atividades da Galeria do Lago, espaço dedicado à arte contemporânea situado em seu jardim, o Museu da República/Ibram, no Rio, lança nesta segunda-feira (8), a partir das 18h, livro que apresenta cronologicamente as exposições individuais e coletivas realizadas no espaço.

Jardins do Museu da República no Catete

Jardins do Museu da República no Catete

Com organização da artista visual Martha Niklaus, que esteve à frente da galeria durante estes dez anos, Galeria do Lago: arte contemporânea no Museu da República traz imagens das obras de todos os 140 artistas envolvidos e textos inéditos.

O livro tem edição bilíngue (português-inglês), 320 páginas e será distribuído gratuitamente no lançamento.

A própria Martha Niklaus, a crítica de arte Glória Ferreira, o museólogo e poeta Mario Chagas e a curadora Isabel Sanson Portella, atual coordenadora da Galeria do Lago, assinam os textos da publicação, que traz também reedição das entrevistas com os artistas publicadas nos fôlderes de suas exposições.

Com exposições que duram em média três meses, a Galeria do Lago apresenta obras que dialogam com o Museu da República, seu acervo histórico, paisagístico e arquitetônico, possibilitando o acesso aos cinco mil frequentadores que desfrutam diariamente do maior jardim público do bairro do Catete. Saiba mais.

Texto: Divulgação Museu da República
Foto: Arquivo Ibram

Página 3 de 812345...Última »