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Exposição no Museu da República integra Maratona Cultural Cidade Olímpica

O Jardim Histórico do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a partir desta sexta-feira (7), a exposição Rio – 450 anos de contemplação e cidadania. A mostra, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário da Prefeitura do RJ e com a ONG CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável), faz parte da programação da Maratona Cultural Cidade Olímpica e vai até 18 de agosto.

Produzida pelos artesãos do Projeto Rio Ecosol, a exposição conta com 10 puffs retratando ícones e símbolos do Rio de Janeiro, como o estádio do Maracanã, Pão de Açúcar, Cristo Redentor, o bondinho de Santa Teresa, entre outros. Os trabalhos destes artesãos, coordenados pelo artista plástico Cocco Barçante, são peças feitas de material reciclado e enfeitados com crochê, patchwork, flores criadas a partir de pet e retalhos diversos.

O projeto Rio Ecosol tem o objetivo de fomentar e promover o desenvolvimento da economia solidária, apoiando o empreendedor a superar a linha da pobreza com cursos de formação, oficinas e seminários que incentivem a geração de alternativas de trabalho e renda.

Museus Ibram são atração do Projeto Carioquinha, em agosto

Pátio dos Canhões, MHN

Pátio dos Canhões, MHN

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) e o Museu da República/Ibram participam do Projeto Carioquinha, que acontecerá durante todo o mês de agosto. Todos que comprovarem morar no município do Rio de Janeiro ou em cidades da Grande Rio pagarão meia entrada para vistar as instituições!

A ideia do Carioquinha, que está em sua 15ª edição, é democratizar o acesso da população às suas potencialidades turísticas e um estímulo para que cariocas da gema e do coração desvendem novas possibilidades de entretenimento em todo o estado.

Para fazer jus aos descontos e benefícios basta que o usuário comprove por meio de documento oficial com foto (identidade) que nasceu no Rio de Janeiro ou nos municípios do Grande Rio. No caso de moradores, também é necessário apresentar além do documento de identificação, uma conta de luz, água, telefone ou gás.

A programação completa estará disponível no primeiro minuto do dia primeiro de agosto, no site  www.carioquinha.com.br. O Carioquinha conta com o patrocínio da Riotur e realização da regional Rio de Janeiro da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RJ).

Receita doa uma série de obras apreendidas ao Ibram

Pintura Rio de Janeiro, de Luis Ribeiro, sendo recebida no Museu da República

Pintura Rio de Janeiro, de Luis Ribeiro, sendo recebida no Museu da República

Cinco museus Ibram receberam, nesta semana, obras apreendidas pela Receita Federal na Alfândega do Aeroporto de Guarulhos e na Alfândega do Porto de Santos, em São Paulo.  As obras, que foram destinadas ao Ibram, como previsto pela Lei 12.840/2013,  já estão sob a guarda e administração dos museus e passarão agora por procedimentos museológicos de documentação, conservação e pesquisa, através do qual as equipes técnicas dos museus poderão identificar ou confirmar sua origem, material utilizado, estilo e autoria, entre outros aspectos.

O Museu Nacional de Belas Artes (RJ) recebeu a pintura Mangueïrengruppe (grupo de mangueiras ) do artista austríaco naturalista Joseph Selleny, que veio ao país no século XIX com o objetivo de retratar a paisagem brasileira. Duas esculturas intituladas Negros Venezianos suportando resposteiros, representação artística de escravos do séc. XIX, foram para o Museu da Abolição (PE).

O Museu da República (RJ) recebeu a obra de Luís Ribeiro, Rio de Janeiro – Baia de Guanabara, de 1899, apresenta uma cena marítima da então capital federal, nos primeiros momentos da República recém instaurada. Le Corcovade, de Henri Langerock, de cerca de 1880, foi destinada ao Museu Imperial (RJ), e fará parte da coleção que retrata o Rio de Janeiro real e imperial.

A tela O Martírio das onze mil virgens, Escola Flamenca do século XVII, foi destinada ao Museu Histórico Nacional (RJ), que também recebeu as tapeçarias Noblemen in the Garden e uma tapeçaria em fio de lã, com a seguinte inscrição na borda inferior: Manufacture Royale Aubusson 1739. De acordo com a diretora do MHN, Ruth Beatriz, com essas peças, o museu forma um conjunto de tapeçarias jamais visto no Brasil.

A destinação das obras levou em conta critérios como a política de aquisição dos museus, disponibilidade para receber os bens, condições favoráveis de preservação e segurança, além das disposições de preferência previstas pela lei que dispõe sobre a destinação de bens culturais aos museus.

Galeria do Lago inaugura a exposição Inmersión/Imersão

carta a deriva

Carta à deriva

 Inmersión/Imersão será inaugurada nesta terça-feira (14), a partir das 18 horas, na Galeria do Lago, no Museu da República/Ibram. Com curadoria de Isabel Portella, a mostra reúne trabalhos das irmãs Klaudia e Ana Kemper, e falam de perto ao universo existencial familiar e afetivo de ambas. A obra de Klaudia, que reside em Santiago do Chile, mergulha fundo em experiências pessoais a partir de questionamentos sobre sua própria estética biográfica.

Já sua irmã Ana, moradora do Rio de Janeiro, revela em fotografias a Cidade Maravilhosa que Klaudia só consegue captar com o “olhar estrangeiro”, pois mora no exterior. São imagens impregnadas de símbolos, repletas de carinho e lembranças compartilhadas em cartas e conversas entre as duas. O mar carioca que Ana vislumbra e fotografa não é o mesmo do cotidiano de Klaudia, que contempla outras águas e que convidam o espectador à imersão, num “mergulho” de corpo inteiro na vida e seus processos existenciais.

Klaudia e Ana Kemper são artistas visuais, e juntas pensaram e desenvolveram essa exposição concebendo a arte como continuação de suas histórias e vivências pessoais. A mostra fica em cartaz até 16 de agosto, de terça a sexta-feira, das 10 às 12h e de 13 às 17h e tem entrada gratuita.

Jornada Republicana de junho discute Museu e Memória LGBT

A XXIV Jornada Republicana, do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), em sua edição de junho, irá abordar o tema Museu e Memória LGBT. O evento acontece no dia 30 de junho, às 18h, no Espaço Multimídia do Museu da República.

Esta edição pretende ampliar e compartilhar as experiências museológicas e a atuação dos profissionais do setor para tornar os museus espaços de afirmação e protagonismo LGBT. Participam do debate, Inês Gouveia, Jean Baptista, Jorge Luís Pinto Rodrigues (Caê) e Tony Boita.

A Jornada Republicana é um projeto mensal realizado pela equipe técnica do museu. Ela tem como objetivo discutir temas no âmbito da museologia e a contextualização com abordagens de interesse de toda a sociedade.

Mais informações pelo telefone (21) 2127.0341 ou na página do Museu da República.

Texto: Ascom/Ibram

Obra O Beijo da Guanabara é mote para atividades no Museu da República

Beijo na Guanabara

O quadro Beijo da Guanabara (1926)

O Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro, participa da 13ª Semana de Museus com uma série de atividades que têm como ponto de partida a obra Beijo da Guanabara, pintada em 1926 pelo artista plástico Carlos Chambelland, exibida no mesmo ano no 33º Salão Oficial de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.

O Beijo da Guanabara será o mote adequado para a reflexão em torno das questões ambientais contemporâneas, tais como a crise hídrica e a poluição da Baía de Guanabara.

A obra de Carlos Chambelland, no entanto, desafia a nossa imaginação à medida que faz uma citação explícita do beijo de Eros, o deus do Amor, em Psiquê (em grego, a alma), uma das três filhas de um rei da Grécia. A imagem do Beijo da Guanabara retrata e personifica a união entre o “amor” e a “alma”.

Confira a programação completa:

A partir do dia 18 de maio, segunda-feira:

- Exposição “Por um beijo da Guanabara”, no Jardim Histórico do Museu da República, de 8 às 18 horas.

- Exposição “Programa de Sustentabilidade Ambiental do Museu da República”, no Jardim Histórico do Museu da República, de 8 às 18 horas.

Dia 23 de maio:

- Seminário de pós-graduação em Educação Museal, uma parceria entre o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), os Museus da República e Castro Maya com a FAETEC, sobre temas relativos à área de museus. No Auditório Apolônio de Carvalho, de 8 às 17 horas.

- Atividades de desenho, pintura e montagem de quebra-cabeças com crianças frequentadoras do Jardim Histórico do Museu da República, a partir das 16 horas.

Dia 26 de maio:

- XXIII Jornada Republicana – mesa-redonda de debates com o tema “Museus para uma sociedade sustentável”, no Espaço Multimídia do Museu da República, a partir das 18 horas.

Dia 27 de maio:

- Lançamento do livro “Há uma gota de sangue em cada museu”, do professor, poeta e museólogo Mário Chagas. No Pátio Interno do Museu da República, às 18 horas.

- Lançamento da revista “Cadernos do CEOM – Museologia Social”, de Mário Chagas e Inês Gouveia. . No Pátio Interno do Museu da República, às 18 horas.

Todos os eventos têm entrada franca. O Museu da República fica na Rua do Catete, 153, bairro do Catete, no Rio de Janeiro. Mais informações na página do Museu.

Texto e fotos: Divulgação Museu da República

Museu da República inaugura instalação ‘Nada acabará, nada ainda começou’

flores do baile2A Galeria do Lago no Museu da República (Ibram/MinC) inaugura, no próximo sábado (16) a instalação “Nada acabará, nada ainda começou”, do artista Raul Leal. A mostra, que tem curadoria de Isabel Sanson Portella, vai até o dia 28 de junho.

Tendo a figura de Nair de Teffé como fio condutor o artista vai apresentar trabalhos em pintura, texto e vídeo formando uma instalação que ocupará todo o espaço da galeria, que  abriga projetos de arte contemporânea que fazem uma conexão com a história e o acervo do museu.

Em 26 de outubro de 1914 a então primeira-dama do Brasil, Nair de Teffé, organizou uma recepção nos salões do palácio do Catete onde foram executadas obras de compositores populares brasileiros, culminando com a apresentação do Corta-Jaca, maxixe da compositora Chiquinha Gonzaga. A repercussão foi a pior possível, abalando ainda mais a pouca popularidade do presidente Hermes da Fonseca.

Ruy Barbosa declarou que nosso governo estava prestando as mesmas honras que merecia a música de Wagner às expressões mais chulas da nossa cultura, o mesmo Wagner que execrou a música de outros compositores que não aderiam ao seu credo musical, condenando-os à clandestinidade e a um preconceito sobre suas obras que durou décadas.

A música de Catulo da Paixão Cearense e Chiquinha Gonzaga nos salões do Catete foi recebida com tanto estranhamento quanto os “objets trouvés” dos dadaístas nas exposições de arte na mesma época. Aquela música estava deslocada, ocupava um lugar que não era destinado a ela. Paralelamente, músicos negros, trabalhadores dos bairros da Saúde e da Gamboa, tentavam organizar clubes onde pudessem tocar sua música sem serem taxados de desordeiros e acusados de vadiagem, aquelas pessoas também estavam deslocadas dentro da sociedade.

Contemporaneamente o músico André Mehmari foi achacado numa apresentação para estudantes da rede pública por executar composições de Ernesto Nazareth. A cantora Rita Beneditto foi proibida de se apresentar num evento gospel patrocinado pela prefeitura de Campo Grande devido ao título de seu show ser “Tecnomacumba”.

Até onde esses movimentos de segregação e exclusão são processos de dominação? É certo que a música une, mas poderá também separar? Apesar de patrimônio imaterial, o legado musical brasileiro também está sujeito a processos de construção e destruição. Traçando paralelos entre esses eventos, criando atritos e conexões a mostra não pretende exibir respostas, mas sim criar perguntas e questionamentos.

Sobre o artista Raul Leal

Raul Leal é artista visual radicado no Rio de Janeiro. Participou de diversas exposições individuais e coletivas em instituições como o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Artes de Blumenau e Museu de Arte de Ribeirão Preto. Recebeu prêmios em diversos salões de arte e tem trabalhos em importantes coleções.

 

 

Editada pelo Museu da República, Revista do Professor completa 5 edições

Já se encontram disponibilizadas, em formato impresso, as cinco edições da Revista do Professor, publicação anual do Setor Educativo do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ). Os cinco números também se encontram disponíveis para leitura online na página do museu.

As cinco edições da Revista do Professor

As cinco edições da Revista do Professor

Fruto de um projeto pedagógico iniciado em 2008, a publicação é voltada para todos os educadores, inclusive aqueles que se dedicam ao trabalho em museus.

Inicialmente, a Revista do Professor contabilizava cinco edições, todas no formato online. Agora, os dois números mais recentes (edições 4 e 5) já se encontram impressos e à disposição dos interessados, gratuitamente.

Ferramenta educativa
A publicação surgiu da necessidade de mostrar aos professores a forma como o Museu da República atua no processo educativo multidisciplinar com os alunos, além de todo universo da comunidade educacional.

Abordando a história republicana, o patrimônio e a cidadania, a Revista do Professor destaca a exposição A Res publica brasileira, uma narrativa visual e textual da trajetória do período republicano brasileiro em suas variadas conjunturas político-sociais. Os textos da revista trazem ainda análises sobre o pensamento republicano ao longo do tempo, nas áreas de educação, arquitetura, literatura, astronomia, artes plásticas, cultura e meio ambiente, entre outros.

De acordo com a assessora técnica e coordenadora de Educação do Museu da República, Normanda Freitas, a revista é uma ferramenta educativa, um esforço para suprir as carências de publicações que abordem tais assuntos na formação dos profissionais do magistério, em todos os níveis.

Ela ressalta que a Revista do Professor objetiva mostrar a abrangência do acervo do Museu da República e sua relação com o trabalho do educador em sala de aula, estando aberta a todos os professores que desejarem contribuir com suas análises e reflexões sobre a conjuntura educacional do país.

Escolas, bibliotecas e professores interessados em adquirir gratuitamente as cinco edições impressas da revista podem entrar em contato com o Setor Educativo do Museu da República, pelos telefones (21)2127-0345 ou 2127-0332. Pedidos também podem ser encaminhados pelo e-mail mr.educa@museus.gov.br ou pelo página do museu, na aba fale conosco.

Texto e imagem: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Museu da República cria mostra virtual sobre dedicatórias a Getúlio Vargas

bannerO Museu da República (Ibram/MinC) apresenta a mostra virtual Dedicatórias a Getúlio Vargas: Fragmentos de uma Biblioteca, que pode ser vista na página do museu na internet.

A exposição foi criada como continuidade da mostra presencial Saio da vida para entrar na memória, em exibição no Palácio do Catete, aberta à visitação até o dia 19 de abril.

A iniciativa consistiu num esforço para propiciar aos leitores e pesquisadores uma nova visão dos livros que compõem parte do acervo de obras raras da Coleção Getúlio Vargas, localizada na biblioteca do museu.

Essa releitura é feita a partir das dedicatórias em livros ofertados ao ex-presidente Vargas, de um modo geral, em diversas fases de sua vida pública, desde a época em que atuava como advogado e político no Rio Grande do Sul, até sua chegada à chefia do governo federal, na condição de ditador no período do Estado Novo e, posteriormente, como senador e presidente eleito pelo voto direto.

Biblioteca particular
De acordo com Valeria Gauz, bibliotecária do Museu da República e curadora da exposição virtual, a mostra disponibiliza as dedicatórias de alguns dos livros que compuseram a biblioteca particular de Vargas, selecionando diversas mensagens em homenagem ao político gaúcho, feitas por personagens que conheceram e/ou conviveram com o ex-presidente.

Gauz destacou a importância do “diálogo” estabelecido entre os livros da biblioteca com os acervos arquivísticos e museológicos do museu. Desta forma, cada dedicatória vem acompanhada de sua transcrição e de informações sobre fatos históricos protagonizados por Getúlio Vargas, dados biográficos do autor, editor ou outra pessoa citada e curiosidades bibliográficas; além de links para a visualização de alguns objetos museológicos e documentos do Arquivo Histórico, reunindo coleções e acervos pertinentes do Museu da República. Saiba mais.

Texto e imagem: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

Exposição de fotos no Museu da República comemora 450 anos do Rio

Entre os dias 4 de março e e 3 de maio, os jardins do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), serão o cenário da exposição Conexões de Olhares, que reúne fotos feitas por crianças e adolescentes, entre 10 e 16 anos, moradores de 12 comunidades pacificadas na capital fluminense, que revelam ao público o olhar delas sobre os lugares onde vivem.

Imagem de um dos jovens fotógrafos do Complexo do Alemão

Imagem de um dos jovens fotógrafos do Complexo do Alemão

Iniciativa do Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), através do programa Sesi Cidadania, os jovens fotógrafos participaram de oficinas ministradas pela fotojornalista japonesa Hikaru Nagatake, que realiza em várias partes do mundo a ação Wonder Eyes Project.

O projeto tem por objetivo desenvolver a criatividade de crianças e adolescentes por meio da fotografia. Com câmeras simples, eles retratam sua visão sobre as belezas dos ambientes em que habitam.

Novas visões
“É muito gratificante organizar essa exposição porque as fotos tiradas pelas crianças mostram o Rio de Janeiro de verdade, que a maioria não tem ideia de que existe”, conta Hikaru Nagatake, também curadora da exposição.

“Foi um grande prazer participar das oficinas com os jovens das comunidades cariocas, uma experiência que me fez conhecer melhor a energia e a vida das pessoas que moram nessas regiões”,  reforça.

A mostra reúne imagens das comunidades Santa Marta, Tabajaras, Mangueira, São Carlos, Formiga, Andaraí, Complexo do Alemão, Providência, Cidade de Deus, Macacos, Morro Azul e Borel.

Durante os domingos do mês de março, o público vai poder assistir também shows musicais. Sempre às 10h, os artistas Dudu Oliveira (dia 8), Jaime Alem (dia 15), Dino Rangel (dia 22)  e Turíbio Santos (dia 29) vão se revezar em apresentações de MPB e chorinho. A entrada é gratuita. Saiba mais sobre o Museu da República.

Texto e foto: Divulgação Museu da República
Edição: Ascom/Ibram

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