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Colônia de Férias do Museu da República comemora 30 anos

Começou nesta segunda-feira (4), a Colônia de Férias do Museu da República/Ibram. A atividade comemora, em 2016, 30 anos. Desde 1986 o Museu desenvolve, gratuitamente, trabalhos com grupos de 40 crianças, de 7 a 11 anos, sempre pautadas no patrimônio material e imaterial, memória e museu. Os temas são trabalhados através de oficinas lúdico pedagógicas, dinâmicas de grupo e muitas brincadeiras.

Atividades de férias no Museu da República

Atividades de férias no Museu da República

Neste ano o tema escolhido é Olimpíadas no Museu, sobre os jogos olímpicos que serão realizados no Rio de Janeiro, para despertar nas crianças a importância dos esportes como instrumento para o desenvolvimento social e educativo.

Durante as duas semanas da Colônia, de 4 a 15 de janeiro, as crianças além de conhecerem o Museu e seu Jardim Histórico, vão participar de uma olimpíada com campeonatos de diversas modalidades, como: jogo de argola, boliche, dança da laranja, jogos de memória, quebra-cabeça com obstáculos, cabo de guerra, corrida maluca, peteca e vôlei com lençol.

Além dessas modalidades, quase olímpicas, as crianças farão passeios até o Maracanã, Escola de Educação Física e ao Museu dos Esportes no Forte São João, na Urca.

Eles farão também aquecimentos, relaxamentos, atividades de artes plásticas, jogo da palavra, assistirão filmes e farão os convites para a festa de encerramento.

No final da Colônia serão entregues medalhas e diplomas.

Este ano a Colônia de Férias do Museu da República terá a participação da empresa Saúde Total Serviços Relacionados à vida Eireli-me, que é ligada à saúde humana e atividades de condicionamento físico.

Museu da República reabre quarto onde Getúlio se suicidou

Principal atração do Museu da República/Ibram, o quarto onde o presidente Getúlio Vargas se suicidou, em 24 de agosto de 1954, foi reaberto ao público na última terça-feira (22). O cômodo estava fechado desde março deste ano devido a problemas estruturais e reformas, assim como todo o terceiro andar do Palácio do Catete, onde fica o museu.

Fechado desde março, quarto onde Getúlio se matou é a maior atração do Museu da República

Fechado desde março, quarto onde Getúlio se matou é a maior atração do Museu da República

A reabertura foi possível devido a um reparo emergencial no aparelho de ar condicionado do quarto e não se estende ao restante do andar, que nos tempos em que o palácio era a sede do governo republicano abrigava os aposentos dos presidentes e suas famílias. A visita completa ao terceiro piso somente poderá ser retomada depois de uma obra maior, prevista para o próximo ano.

O Palácio do Catete foi construído entre 1858 e 1867 pelo comerciante e fazendeiro de café Antônio Clemente Pinto, o Barão de Nova Friburgo. Em 1896, foi adquirido pelo governo federal para sediar a Presidência da República, até então instalada no Palácio do Itamaraty.

Sede do Poder Republicano por quase de 64 anos, 18 presidentes utilizaram suas instalações. O último foi Juscelino Kubitschek, que encerrou a era presidencial do palácio, com a transferência da capital para Brasília em 1960. No mesmo ano, o Palácio do Catete passou, por decreto presidencial, a abrigar o Museu da República.

 

Texto: Paulo Virgílio/Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Edição: Ascom Ibram

Museu da República desenvolve ferramenta digital com roteiros republicanos

O Museu da República/Ibram criou um novo projeto, já disponível em seu site, disponibiliza conteúdos e informações referentes aos lugares de memória do regime republicano na cidade do Rio de Janeiro, identificados em um mapa virtual e contextualizados historicamente por um conjunto de verbetes.

Roteiros Republicanos - ferramenta digital desenvolvida pelo Museu da República

Roteiros Republicanos – ferramenta digital desenvolvida pelo Museu da República

Trata-se do dispositivo digital denominado Roteiros Republicanos. Para inaugurar o projeto foram criados, inicialmente, dois roteiros relacionados às origens do regime republicano no Brasil.

O primeiro é sobre a Proclamação da República, na manhã de 15 de novembro de 1889, que compreende a deposição do gabinete Ouro Preto no quartel-general do Campo de Santana e a posterior passagem das tropas militares lideradas pelo marechal Deodoro da Fonseca pelas ruas mais movimentadas do centro, diante de uma população indiferente aos acontecimentos.

O outro roteiro denomina-se Sítios Históricos da República, e está baseado em iniciativa realizada pelo Museu da República e pelo Museu Casa de Benjamin Constant, nos anos 2009 e 2010, para promover o turismo receptivo em sítios históricos. Esse roteiro percorre os lugares que são vinculados à memória da implantação do regime republicano no Brasil.

A navegação no mapa é dividida em duas categorias: Elementos da paisagem urbana e Roteiros Históricos. Basta clicar no ícone que uma janela se abre contendo um verbete explicativo sobre a história daquele elemento ou trecho do roteiro e sua contextualização como lugar de memória republicana.

1) Os Elementos são as ruas, as praças, os edifícios, monumentos e outras partes da paisagem urbana que estão ligadas a memória de personagens e eventos da história republicana da cidade do Rio de Janeiro. Os Elementos estão divididos em três opções:

                 a) Monumentos: reúne os bens do patrimônio urbano que foram criados para comemorar ou homenagear um acontecimento ou uma pessoa do passado.

                 b) Logradouros Públicos: reúne as ruas, as avenidas, praças e outros espaços públicos urbanos que foram lugar de acontecimentos históricos relacionados à República.

                c) Edificações: reúne prédios, casas e outras formas de construção, públicos ou privados, que são significativos para a história da República.

2) Roteiros: aqui são indicados percursos relativos à história da República, que tiveram espaço no ambiente urbano do Rio de Janeiro.

O Rio de Janeiro completou 450 anos em 2015. Roteiros Republicanos pretende preservar e difundir a memória da cidade do Rio de Janeiro, da qual o Palácio do Catete é depositário e personagem seja como sede da presidência da República de 1897 a 1960, seja como Museu da República, que comemorou 55 anos de criação em 15 de novembro de 2015.

Para acessar a ferramenta digital, basta entrar no site do Museu da República e clicar no tópico Roteiros Republicanos ou ir direto pelo endereço:
http://museudarepublica.museus.gov.br/exposicoes/roteirosrepublicanos/index.html

Museu da República sediará evento literário neste fim de semana

0512_muse da republicaDe 3 e 6 de dezembro, o Museu da República/Ibram será a sede da Primavera Literária do Rio, evento que reunirá mais de 100 editoras de todo o país. Com o tema Bibliodiversidade – encontro cultural e transformador, a feira pretende promover uma reflexão sobre a pluralidade cultural aplicada ao livro — de vozes, temas, títulos, culturas, editoras, autores e ilustradores.

Na programação do evento haverá atividades para jovens e crianças, manhãs de autógrafo, saraus de poesia, apresentações musicais e gastronômicas, além do lançamento de 20 títulos. Na sexta-feira (4) o tema em debate será Desafios atuais da bibliodiversidade, com a presença dos editores Gilles Colleu (França), Guido Indij (Argentina) e Paulo Slachevsky (Chile), além de Leonardo Boff na mesa Ética, política e cidadania.

Promovida pela Liga Brasileira de Editoras (Libre), a feira está na sua 15ª edição e tem como diferencial a abordagem do livro como um bem cultural e não apenas um objeto comercial. Lá os visitantes poderão encontrar mais de 15 mil títulos com até 50% de desconto.

A 15ª Primavera Literária do Rio de Janeiro tem entrada franca e conta com patrocínio do BNDES e da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, além do apoio do Ministério da Cultura, da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, da Aliança Internacional dos Editores Independentes, do Institut Français e do Metrô Rio.

SERVIÇO

Tema: Bibliodiversidade – encontro cultural e transformador
De 3 a 6 de dezembro 2015, das 10 às 21h
Local: Museu da República (Rua do Catete, 153 – Catete | Rio de Janeiro – RJ)
Tel.: (21) 2127-0324

Museu da República comemora 55 anos e realiza uma série de atividades

Escadaria principal do Palácio

Escadaria principal do Palácio

Pelos salões do Palácio do Catete, atual Museu da República/Ibram, circularam 18 presidentes, que, com seus ministérios, decidiram os rumos, muitas vezes dramáticos e cruciais, da vida social, política e econômica do Brasil. A história do Museu da República começa em 1960 e se confunde com a própria história política recente do Brasil. O MR é hoje um importante pólo artístico-cultural do Rio de Janeiro e do Brasil. Sua missão fundamental continua sendo a mesma da sua criação: a preservação, a investigação e a comunicação dos testemunhos materiais e não-materiais vinculados à história da República no Brasil.

Para comemorar 55 anos de atividade no dia 15 de novembro, o Museu da República criou uma programação especial, que traz as bases da sua formação: história, educação e cultura.

Para começar, no dia 13 acontece o lançamento do livro Mulheres no Poder: trajetórias na política a partir da luta das sufragistas do Brasil, de Schuma Schumaher e Antonia Ceva. No dia 14 o lançamento do livro de poesias Água Salobra, do poeta e museólogo Mário Chagas.

No dia 15, cerimônia de homenagem aos colaboradores do Museu da República, lançamento da ferramenta digital Roteiros Republicanos, inauguração da exposição Em Soslaio, do artista Mario Grisolli e atividade educativa A Pátria, coordenada pelo Setor Educativo do Museu da República.

E no dia 16 acontece o lançamento do livro Do palácio ao museu: a trajetória pedagógica do Museu da República do governo bossa nova à ditadura civil-militar, de Kátia Frecheiras.

O Museu também recebe, durante três dias, o MIMO festival de música instrumental, com shows, workshops de música, aulas espetáculo e poesia.

Na programação, a Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades, shows com Antônio Guerra, Nailor Proveta & Alessandro Penezzi, Orquestra popular Tuhu, David ganc e quarteto Guerra-Peixe, Boubacar Traoré, Duo Milewski & Mr. Bruno, os workshops “violino na música tradicional escocesa”; “Sambasoul – a banda Black Rio e o álbum Maria Fumaça”; “A música do corpo”; “Violão brasileiro”; Improvisação ao longo do tempo”; “Ouvindo Tom Zé”; “Música tradicional coreana e seus instrumentos”; “Blues ao redor do mundo”; e “A música de Angola do pós-guerra”.

E para lavar a alma uma chuva de poesia, com poemas de Drummond, Cecília Meireles e Oswald de Andrade, entre outros.

SERVIÇO:

Comemoração dos 55 anos do Museu da República

Dias 13 – 14 – 15 e 16 de novembro

Local – Jardim Histórico do Museu da República

Aberto das 8:00 às 19:00 horas

ENTRADA FRANCA

selo 55 MR

PROGRAMAÇÃO  COMPLETA

SEXTA, Dia 13/11

Lançamento do livro “Mulheres no Poder: trajetórias na política a partir da luta das sufragistas do Brasil”, de Schuma Schumaher e Antonia Ceva. Obra de referência, que apresenta a trajetória de mulheres de nosso país e nossa História.

Local: Varanda do Palácio do Catete

Horário: 18h

SÁBADO, Dia 14/11

Lançamento do livro de poesias “Água Salobra”, do poeta e museólogo Mário Chagas. “Água Salobra” é um livro composto de 4 secções: “Pororoca”, “A Vida às Margens do Rio”, “Verão” e Fórmula Um” reúne poemas trabalhados ao longo dos últimos dez anos. Como diz o poeta: “algo nessa água/é sal/algo é obra”.

Local: Coreto do Jardim Histórico

Horário: 16h

DOMINGO, Dia 15/11

10h:  Cerimônia de homenagem aos colaboradores do Museu da República

10h30: Lançamento da ferramenta digital “ROTEIROS REPUBLICANOS”

Local: Auditório Apolônio de Carvalho

11h: Inauguração da exposição “EM SOSLAIO”, do artista Mario Grisolli, que aborda a questão da observação das estrelas por periscópio que será instalado na parte superior do Coreto, no Jardim do Museu da República. O trabalho busca uma projeção de luz oblíqua, deformando e re-codificando a paisagem que estamos acostumados a ver.

Local: Coreto do Jardim Histórico

11h e 15h: Atividade Educativa “A Pátria”, coordenada pelo Setor Educativo do Museu da República, com brincadeiras e distribuição de jogos e publicações.

Local: Pátio Interno do museu

SEGUNDA, Dia 16/11

Lançamento do livro “Do palácio ao museu: a trajetória pedagógica do Museu da República do governo bossa nova à ditadura  civil-militar (1960-1977)”, de Kátia Frecheiras, pesquisadora do Museu da República.

Local: Espaço Multimídia – 1º andar

Horário: 14h

PROGRAMAÇÃO MIMO FESTIVAL

CONCERTOS

SÁBADO, 14/11

11h, Museu da República

GRANDE COMPANHIA BRASILEIRA DE MYSTÉRIOS E NOVIDADES (Brasil)

15h, Museu da República

ANTÔNIO GUERRA (Brasil) – Artista vencedor do Prêmio MIMO Instrumental 2015

17h, Museu da República

NAILOR PROVETA & ALESSANDRO PENEZZI (Brasil)

DOMINGO, 15/11

11h, Museu da República

ORQUESTRA POPULAR TUHU (Brasil)

15h, Museu da República

DAVID GANC & QUARTETO GUERRA-PEIXE. Participação MINGO ARAÚJO (Brasil)

17h, Museu da República

BOUBACAR TRAORÉ (Mali)

ETAPA EDUCATIVA

MIMO PARA INICIANTES

QUINTA E SEXTA-FEIRA, 12 e 13/11

Ministrante: DUO MILEWSKI & MR. BRUNO (Brasil)

Dedicada a crianças entre 5 e 10 anos de idade, matriculadas na rede pública de ensino, a iniciativa aproxima os alunos do mundo da música. As aulas-espetáculo são ministradas pelo violinista Jerzy Milewski, a pianista Aleida Schweitzer, e o bonequeiro e violonista Mr. Bruno.

Local: Museu da República – Auditório

*Atividade fechada para escolas convidadas da rede pública

WORKSHOPS

SEXTA-FEIRA, 13/11

Tema: O VIOLINO NA MÚSICA TRADICIONAL ESCOCESA

Ministrante: CHRIS STOUT (Escócia)

O premiado violinista é adepto de uma variedade de estilos do violino, mas tem como maior influência a música tradicional de seu país. Seu estilo inconfundível também é influenciado pelo jazz, a música eletrônica e clássica. Ele demonstrará os elementos marcantes da música tradicional da Escócia e como os utiliza como inspiração para compor.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 9h30 às 11h

Tema: SAMBASOUL – BANDA BLACK RIO E O ÁLBUM ‘MARIA FUMAÇA’

Ministrante: WILLIAM MAGALHÃES (Brasil)

O atual líder do grupo falará sobre as estruturas rítmicas, melódicas e harmônicas e os encorpados arranjos de metais que o bem-sucedido grupo carioca utilizou à época de sua criação, a partir do samba, da gafieira, do funk e do jazz, e que até hoje soa original. Lançado em 1977, o álbum “Maria Fumaça” figura entre os principais da MPB.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 13h30 às 15h

Tema: A MÚSICA DO CORPO

Ministrantes e provocadores: LÍGIA VEIGA E MARÍLIA FELIPPE (Brasil)

Com a proposta de desenvolver o potencial criativo dos participantes, tendo no trabalho corporal, com suas percepções e expressões, a experiência do tempo e do espaço, pretende introduzir a linguagem do Teatro de Rua com a marca da Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades. Os espetáculos do grupo têm coreografias em pernas-de-pau e música ao vivo.

Local: Museu da República – Auditório

Nº de participantes: 40

Horário: das 15h30 às 17h

Tema: VIOLÃO BRASILEIRO

Ministrante: ALESSANDRO PENEZZI (Brasil)

O artista abordará aspectos técnicos e estilísticos do instrumento, através do repertório de expoentes da história do violão brasileiro. Natural de Piracicaba, elogiado pela crítica, vem se destacando por sua técnica brilhante e a criatividade em suas composições, que têm sido gravadas por grandes nomes.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 15h30 às 17h

Tema: IMPROVISAÇÃO AO LONGO DO TEMPO

Ministrante: DAVID GANC (Brasil)

A improvisação está presente na música desde o período barroco até nossos dias, de várias formas e em todos os gêneros. Através de exemplos extraídos das transcrições de improvisos dos saxofonistas e compositores Nivaldo Ornelas e Pixinguinha, o instrumentista abordará conceitos e técnicas de improvisação, arte muito praticada, pouco estudada e reconhecida.

Local: Museu da República – Auditório

Nº de participantes: 40

Horário: das 17h30 às 19h

Tema: OUVINDO TOM ZÉ

Ministrante: TOM ZÉ (Brasil)

O originalíssimo e irreverente artista baiano, um dos fundadores do movimento tropicalista, falará sobre a sua trajetória, a influência de H. J. Koellreutter em sua formação e o experimentalismo que marca suas composições, confirmando a atemporalidade de sua obra.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 17h30 às 19h

SÁBADO, 14/11

Tema: MÚSICA TRADICIONAL COREANA E SEUS INSTRUMENTOS

Ministrante: SU:M (Coreia do Sul)

As artistas deste dueto vanguardista apresentarão os antigos instrumentos da cultura sul-coreana, suas características, significados e abordarão o diálogo entre a música tradicional coreana e a contemporaneidade.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 9h30 às 11h

Tema: BLUES AO REDOR DO MUNDO

Ministrante: VINCENT BUCHER (França)

O gaitista francês de blues adquiriu, através de viagens e encontros com instrumentistas de outras nacionalidades, uma experiência ímpar nesta linguagem musical. Ele abordará o gênero em suas diferentes formas e influências ao redor do mundo, destacando a origem africana do instrumento, o blues mandingue e seu encontro com Boubacar Traoré.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 13h30 às 15h

Tema: A MÚSICA DE ANGOLA DO PÓS-GUERRA

Ministrante: PEDRO COQUENÃO (Angola)

O DJ e produtor musical luso-angolano Pedro Coquenão, mais conhecido como Batida, apresenta o seu inovador projeto artístico e as diversas faces da sua criação e luta pelo Movimento Pró-democracia em Angola. Neste encontro, será exibido o documentário “É Dreda Ser Angolano” (2004, 65 min), produzido por Pedro e o rapper ativista Luaty Beirão. O filme trata da música do pós-guerra civil no país africano. Após sua exibição, haverá um bate-papo com o artista.

Local: Museu da República – Cineclube

Nº de participantes: 40

Horário: das 15h30 às 17h

CHUVA DE POESIA

SÁBADO, 14/11 E DOMINGO, 15/11

Museu da República – Comemoração do 55º aniversário do museu, com poemas de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Oswald de Andrade, entre outros.

Local: Os poemas serão lançados da varanda do Palácio do Catete.

Horário: 16h30

Museu da República lança ação educativa pioneira com jovens adultos

Numa ação pioneira no universo museal brasileiro, o Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro, lançou neste segundo semestre o projeto PEJA, uma lacuna no museu, em parceria com a rede municipal de ensino da Prefeitura do Rio de Janeiro, através do Centro de Referência no ensino de jovens adultos-CREJA, e os CIEP’s Gregório Bezerra e Geni Gomes.

Alunos do PEJA no curso de mediaçao museológica

Alunos do PEJA no curso de mediaçao museológica

A iniciativa é um desdobramento de um outro projeto realizado pela instituição no ano passado, chamado Educação e Cidadaniae que conquistou o 5º Prêmio Ibero-Americano de Educação e Museus, tendo sido desenvolvido a partir da exposição comemorativa dos 70 anos da CLT. A premiação envolveu a seleção de projetos de excelência na área de educação museal em países de língua portuguesa e espanhola.

Projeto PEJA – uma lacuna no museu

Os estudantes do PEJA (Programa de Educação de Jovens Adultos) são o público-alvo desse projeto. São, em sua grande maioria, trabalhadores que por sua condição socioeconômica têm dificuldades de acesso a espaços culturais, como cinemas, teatros e museus. Foi pensando nisso que o Museu da República buscou viabilizar essa presença a partir do uso do dinheiro do prêmio conquistado ano passado (US$ 10 mil) e assim custear as despesas de transporte e alimentação dos participantes do projeto, bem como a confecção dos banners da exposição itinerante que percorrerá as escolas envolvidas.

Pioneirismo do projeto

De acordo com Marcelo de Souza Pereira, do setor educativo do Museu da República, um dos objetivos principais do projeto PEJA, uma lacuna no museu é trazer os alunos para dentro do Museu da República, estimulando – a partir de diversas ações – sua curiosidade e interesse voltados ao conhecimento da história da instituição e seu acervo, e também para o universo museal.

Marcelo fez questão de destacar que a importância do projeto reside em dois aspectos: um deles é a abertura do Museu da República à noite, que vai propiciar aos estudantes a chance de travar contato com novas realidades e novas informações, de um universo até então desconhecido e muitas vezes inacessível a este público. Importante também frisar é que essa será a primeira vez que muitas dessas pessoas estarão visitando um museu o qual, por sua vez, estará cumprindo sua missão de estar sempre acessível a todos os públicos, como ambiente de educação e promoção da cidadania.

Outro ponto a destacar nesta ação pioneira do Museu da República envolvendo os alunos do PEJA está ligado ao fato deles próprios poderem apresentar o museu a seus colegas. Isto será possível graças ao mini-curso de mediação, onde serão repassadas informações sobre o Museu e seu acervo, incluindo parte da história do período republicano. A mediação feita pelos estudantes acontecerá em dois momentos distintos: primeiramente, vão trabalhar mediando a exposição itinerante, composta de 15 banners enfocando o tema “trabalho”, a serem exibidos nas escolas de origem dos alunos. Posteriormente, vão conhecer o Palácio do Catete e mediar as visitas de seus colegas dentro dele.

A ideia de ter os estudantes do PEJA atuando como mediadores no Museu da República com seus próprios colegas foi da aluna Débora Lopes, do curso de pós-graduação em Educação Museal, museóloga e professora do CIEP Gregório Bezerra. Tal curso de pós-graduação resulta de uma cooperação técnica entre o Museu da República, o Museu Chácara do Céu e a FAETEC, via ISERJ (Instituto Superior de Educação Tecnológica). A ideia da mediação dos alunos foi aceita e incorporada ao Projeto PEJA, uma lacuna no museu, do Museu da República.

Dinâmica das atividades

As atividades, que tiveram início no dia 23 de setembro, vão se desenvolver no museu todas as quartas-feiras durante oito semanas, com duração de 4 horas por dia, de nove da manhã a uma da tarde. No primeiro módulo, estão previstas ações como o mini-curso de mediação, que vai trabalhar conceitos de patrimônio, memória, identidade e cidadania. No segundo encontro, a ideia é refletir sobre as diferenças entre patrimônio material e imaterial para, em seguida, encaminhar os alunos para o interior do Palácio do Catete, fazendo com que conheçam o espaço. Pelo fato de já estarem inseridos no mercado, o tema a ser abordado durante a visita será o “trabalho”, a partir do próprio acervo museológico. Serão apresentados  aspectos ligados à própria construção do imóvel, além das leis trabalhistas implantadas no governo Vargas com a promulgação da CLT. Outro tópico a ser abordado está relacionado aos diversos profissionais que atuam dentro do Museu da República e seu jardim histórico (ambos tombados como Patrimônio Histórico e Artístico), como o educador, o museólogo, o pesquisador, o jornalista, o arquivista, o bibliotecário, o administrador, o jardineiro, os seguranças, o pessoal de asseio e conservação, etc. Portanto, em sua primeira parte, o projeto terá como foco principal o mini-curso de mediação museal. Após essa fase, as escolas serão convidadas a visitarem o Museu da República, ocasião em que os próprios alunos farão a mediação para os seus colegas de turma.

O Projeto PEJA, uma lacuna no museu vai até o final do ano, nas dependências do Museu da República.

Texto: Ricardo Portugal – Assessoria de Imprensa do Museu da República/IBRAM

Pijama de Getúlio Vargas volta a ser exposto no Museu da República

Pijama do Presidente Getúlio Vargas

Pijama do Presidente Getúlio Vargas

Na próxima segunda-feira, dia 24, faz 61 anos que Getúlio Vargas “saiu da vida para entrar na História”.  O Museu da República, no Rio de Janeiro, vai abrir excepcionalmente as suas portas neste dia, para receber todos aqueles que queiram homenagear esse ilustre e debatido personagem da História do nosso País.

O terceiro andar continua fechado ao público, mas o pijama de Getúlio Vargas vai para a exposição Saio da vida para entrar na memória, localizada na Sala de Exposições de Curta Duração do Museu (1º andar) que se encerra em 30 de agosto (domingo).

A mostra retrata o período final do segundo governo Vargas, apresentando personagens e fatos marcantes que antecederam o suicídio, como reportagens de jornais da época, documentos como a Carta-Testamento do ex-presidente, além de muitos de seus objetos pessoais, dentre eles o pijama que usava quando morreu.

MinC promove mais de 40 atividades na Maratona Cultural Cidade Olímpica

Contornos, do Coletivo Pi.

Contornos, do Coletivo Pi.

Falta um ano para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e para comemorar essa contagem regressiva, o Ministério da Cultura (MinC) participa da Maratona Cultural Cidade Olímpica, no Rio de Janeiro.

A Maratona que será realizada nos dias 8 e 9 de agosto, no Rio de Janeiro, contará com mais de 40 atividades, promovidas pelo MinC e entidades vinculadas, que incluem debates, palestras, exposições, shows, atividades físicas e espetáculos teatrais, circenses e de dança, que compõem o CircuitoMinC.

A maior parte das atrações ocorrerá na região central da cidade, em especial na Praça da Cinelândia. As ações são promovidas pelo MinC, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural (SCDC), e das entidades vinculadas: Fundação Nacional de Artes (Funarte), Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) e Instituto Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan).

Todos os museus vinculados ao Ibram no Rio de Janeiro e também todos os que aderiram à campanha Passaporte dos Museus Cariocas estarão com as portas abertas com exposições no fim de semana com entrada franca. O Museu Nacional de Belas Artes recebe no sábado, às 15h, a performance Contornos, do Coletivo Pi. Serão quatro mulheres utilizando seus corpos para deixar suas marcas em uma tela, montada no Pátio do MNBA. O Jardim Histórico do Museu da República estará com a mostra Rio – 450 anos de contemplação e cidadania ao longo de toda a semana. Produzida pelos artesãos do Projeto Rio Ecosol, a exposição conta com 10 puffs retratando ícones e símbolos do Rio de Janeiro, como o estádio do Maracanã, Pão de Açúcar, Cristo Redentor, o bondinho de Santa Teresa, entre outros. Os trabalhos destes artesãos, coordenados pelo artista plástico Cocco Barçante, são peças feitas de material reciclado e enfeitados com crochê, patchwork, flores criadas a partir de pet e retalhos diversos.

Pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), as atividades estão centradas no Paço Imperial no sábado e no domingo. Além das três exposições gratuitas, abertas das 12 às 18h, haverá um pocket show. As exposições são Uma Pausa em Pleno Voo, do artista plástico Efrain Almeida, que traz esculturas e instalações de pássaros; Atlas, de Ricardo Ventura, com obras tridimensionais, tendo a arquitetura como referência; e Maria de Todos Nós, em comemoração aos 50 anos de carreira da cantora Maria Bethânia com fotografias, ideias, obras de arte, objetos e textos dela. O pocket show será com o guitarrista Pedro Sá e o cantor Moreno Veloso, às 16h.

A Fundação Casa de Rui Barbosa realiza no sábado, (8/8), a Olimpíada Informal (OI) – uma parceria com a Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro para estimular a prática esportiva, entendida como elemento cultural. Todas as atividades são gratuitas. Elas começam às 10h, com “Panos pra manga”: exercícios de psicomotricidade para crianças de seis meses a três anos de idade; às 11h, o professor José Eduardo Prates organiza o Aulão de Alongamento Para a Terceira Idade; às 14h15 haverá sessão de visita mediada ao museu;  às 15h terá apresentação de Muay Thai com suas diversas modalidades; às 16h, o mestre Ferradura dará aula de capoeira para crianças e adultos, seguida de roda. Ao longo do dia, de hora em hora, serão oferecidas visitas mediadas ao museu.  Trata-se do primeiro museu-casa do Brasil, inaugurado em 1930 na casa onde havia vivido o escritor e líder político Rui Barbosa e sua família. A biblioteca, o arquivo e o mobiliário compõem seu acervo.

A Fundação Biblioteca Nacional abrirá suas portas no sábado, das 10h30 às 17h, com duas exposições: “Rio 450 anos: uma história do futuro”, no Espaço Cultural Eliseu Visconti e “Cartografia Histórica do Brasil na Biblioteca Nacional”, no 3° andar da sede da Biblioteca.

Além disso, em uma parceria com a Funarte, haverá encenação do espetáculo “Não me toque, estou cheia de lágrimas – Sensações”, de Clarice Lispector, no foyer e escadarias da Biblioteca Nacional.

Haverá ainda a campanha “Um livro por uma ideia” – atividade de distribuição de cerca de 400 livros em troca de texto, frase ou desenho em painel que será instalado na entrada da Biblioteca Nacional.

A Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural monta, na Praça da Cinelândia, o Território Cultura Viva com tenda para a realização de debates sobre cultura e cidade, apresentações artísticas de coletivos culturais e Pontos de Cultura, oficina e plantão para tirar dúvidas sobre editais Pontos de Mídia Livre, Pontos de Cultura Indígena e Cultura de Redes. A programação se realiza no sábado, das 9h às 20h.

Também na Praça da Cinelândia a Funarte organizou seis atividades: às 10h, haverá Carrossel Breique com Opavirá; às 10h30, apresentação de Jongo da Serrinha; às 12h30 tem campeonato de queimada entre drag queens (gaymada), com o Coletivo Toda Deseo (MG); às 14h30 se apresenta o Circo de Uma Nota Sol com o grupo Off-Sina (RJ) e às 17h30, show com a cantora pernambucana Karina Buhr.

Texto: Ascom Minc (com adaptações Ascom Ibram)
Foto: Divulgação Coletivo Pi

 

Exposição no Museu da República integra Maratona Cultural Cidade Olímpica

O Jardim Histórico do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro, recebe a partir desta sexta-feira (7), a exposição Rio – 450 anos de contemplação e cidadania. A mostra, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Solidário da Prefeitura do RJ e com a ONG CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável), faz parte da programação da Maratona Cultural Cidade Olímpica e vai até 18 de agosto.

Produzida pelos artesãos do Projeto Rio Ecosol, a exposição conta com 10 puffs retratando ícones e símbolos do Rio de Janeiro, como o estádio do Maracanã, Pão de Açúcar, Cristo Redentor, o bondinho de Santa Teresa, entre outros. Os trabalhos destes artesãos, coordenados pelo artista plástico Cocco Barçante, são peças feitas de material reciclado e enfeitados com crochê, patchwork, flores criadas a partir de pet e retalhos diversos.

O projeto Rio Ecosol tem o objetivo de fomentar e promover o desenvolvimento da economia solidária, apoiando o empreendedor a superar a linha da pobreza com cursos de formação, oficinas e seminários que incentivem a geração de alternativas de trabalho e renda.

Museus Ibram são atração do Projeto Carioquinha, em agosto

Pátio dos Canhões, MHN

Pátio dos Canhões, MHN

O Museu Histórico Nacional (MHN/Ibram) e o Museu da República/Ibram participam do Projeto Carioquinha, que acontecerá durante todo o mês de agosto. Todos que comprovarem morar no município do Rio de Janeiro ou em cidades da Grande Rio pagarão meia entrada para vistar as instituições!

A ideia do Carioquinha, que está em sua 15ª edição, é democratizar o acesso da população às suas potencialidades turísticas e um estímulo para que cariocas da gema e do coração desvendem novas possibilidades de entretenimento em todo o estado.

Para fazer jus aos descontos e benefícios basta que o usuário comprove por meio de documento oficial com foto (identidade) que nasceu no Rio de Janeiro ou nos municípios do Grande Rio. No caso de moradores, também é necessário apresentar além do documento de identificação, uma conta de luz, água, telefone ou gás.

A programação completa estará disponível no primeiro minuto do dia primeiro de agosto, no site  www.carioquinha.com.br. O Carioquinha conta com o patrocínio da Riotur e realização da regional Rio de Janeiro da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH/RJ).

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