Página 1 de 912345...Última »

Férias movimentam os museus Solar Monjardim (ES) e República (RJ)

Brincadeiras de antigamente no Museu Solar Monjardim

Brincadeiras de antigamente no Museu Solar Monjardim

Os museus Solar Monjardim, em Vitória (ES) e República, no Rio de Janeiro, tiveram programações especiais para as crianças no período de férias escolares.

No Museu Solar Monjardim, as crianças tiveram à sua disposição um cardápio de brincadeiras à moda antiga. Numa iniciativa do Setor Educativo do museu, diversos jogos tradicionais foram disponibilizados ao público infantil e várias atividades lúdicas foram realizadas.

Seja jogando bola de gude ou peteca, pulando corda, amarelinha ou brincando com elásticos, as crianças puderam ter um gostinho de como seus pais e avós se divertiam na sua idade. As atividades foram realizadas no terreiro e no anfiteatro existentes na chácara onde está implantado o museu, sob a sombra das mangueiras centenárias do local. Além dos jogos e brincadeiras os pequenos visitantes participaram ainda de visitas mediadas especiais.

A resposta à iniciativa foi positiva e a direção do museu decidiu manter os brinquedos e objetos usados nas atividades disponíveis para os visitantes que queiram aproveitar a infraestrutura e segurança do local para se divertirem em família. O objetivo da ação é não apenas trazer a comunidade do entorno e turistas para dentro do museu, mas ampliar as possibilidades de uso e fruição do espaço público e seus equipamentos.

Colônia de Férias no Museu da República

Colônia de Férias no Museu da República

Já o Museu da República realizou, no período de 15 a 19 de janeiro, a sua tradicional Colônia de Férias, atendendo crianças de 8 a 10 anos. A Colônia recebeu 30 crianças, sendo a maioria moradoras dos bairros do entorno do Museu.

Foram realizadas diversas atividades lúdico-pedagógicas, destacando oficinas de pintura, escultura, música, além de brincadeiras livres, tanto dentro, quanto nos jardins do Museu.

Chamadas públicas para diretores de museus Ibram marcam 2017

Jardins do Museu da República no Catete

Jardins do Museu da República no Catete

Foi publicado ontem (21), no Diário Oficial da União, o resultado final da seleção de candidato para ocupar o cargo de diretor do Museu da República, no Rio de Janeiro (RJ) e do Palácio Rio Negro, em Petrópolis (RJ).

Este foi o quinto processo seletivo para cargos de diretores de museus Ibram finalizado em 2017.

Ao longo do ano, tomaram posse no cargo o diretor do Museu Solar Monjardim, situado em Vitória (ES), na primeira semana de dezembro; em novembro, a nova diretora do Museu Villa-Lobos, situado no Rio de Janeiro; a nova diretora do Museu da Inconfidência, em Ouro Preto (MG), e a do Museu do Diamante, em Diamantina (MG), tomaram posse no mês de setembro; e, em janeiro, o diretor do Museu das Missões, em São Miguel das Missões (RS), nomeado ao final do processo seletivo iniciado ainda em 2015.

Na quarta-feira (20), foram homologadas as inscrições de candidatos para o cargo de diretor do Museu Lasar Segall, em São Paulo (SP). A seleção de diretores dos museus Ibram se dá através de Chamadas Públicas e observa critérios técnicos e objetivos de qualificação profissional dos candidatos.

Exposição em AL exibe 43 peças do Museu da República

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889 e outros itens de seu uso pessoal, foram cedidos pelo Museu da República para exibição na casa em que nasceu o militar, político e primeiro presidente do Brasil, em Alagoas.

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889, e outros itens de seu uso pessoal, foram cedidos para exibição temporária na casa em que nasceu o primeiro presidente do Brasil, em Alagoas.

Por ocasião do feriado nacional que celebrou a Proclamação da República, a Casa Museu de Marechal Deodoro, no município de Marechal Deodoro (AL), inaugurou na última quarta-feira (15) exposição que traz 43 peças pertencentes ao acervo do Museu da República, vinculado ao Ibram.

A espada que Deodoro da Fonseca teria usado durante o ato da proclamação, em 1889, é o grande destaque do conjunto, composto de itens de uso pessoal do militar, político e primeiro presidente do Brasil, nascido na cidade histórica alagoana que hoje leva seu nome.

Fundada em 1611 com o nome de povoado de Vila Madalena de Subaúma, a atual Marechal Deodoro foi a primeira capital de Alagoas, entre 1817 e 1839, e voltou a sê-lo, de forma simbólica, durante as celebrações pelo 15 de Novembro.

Condecorações por bravura, elementos de farda, montaria e objetos da intimidade do proclamador da República, como escova de dentes, de cabelo e saboneteira, também integram a exposição – cuja abertura contou com a presença do prefeito de Marechal Deodoro e do governador de Alagoas, entre outras autoridades.

“Fizemos uma curadoria que mostra três dimensões de Deodoro da Fonseca: a figura dele como homem comum, o militar e o primeiro presidente da república”, explica o museólogo André Angulo, do Museu da República. A princípio, o conjunto cedido ficará em exibição na antiga casa colonial onde nasceu Deodoro da Fonseca, em 1827, por um período de dois anos.

Museus Ibram têm candidaturas aprovadas para o MoWBrasil

O Museu da República (Ibram/MinC) e o Museu Histórico Nacional (Ibram/MinC) estão entre as instituições que tiveram candidaturas aprovadas para o Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO.

Em reunião ocorrida nos dias 2 e 3 de outubro na Escola de Ciências da Informação da UFMG, em Belo Horizonte, o Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO – MoWBrasil aprovou dez (10) das vinte e duas (22) candidaturas ao Edital MoWBrasil 2017 para serem inscritas no Registro Nacional do Programa.

A Coleção Família Passos, do Museu da República e Registros Iconográficos Da Revolta Da Armada (1893-1894), do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Instituto Moreira Salles e Museu Histórico Nacional estão entre os aprovados.

Criado pela UNESCO em 1992, o Programa Memória do Mundo da UNESCO/Memory of the World – MoW reconhece como patrimônio da humanidade documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional, inscrevendo-os nos registros e conferindo-lhes certificados que os identificam. Tendo como objetivo estimular a preservação e a ampla difusão desse acervo, o MoW facilita a preservação desses documentos e seu acesso, contribuindo, assim, para despertar a consciência coletiva para o patrimônio documental da humanidade.

 A cerimônia de entrega dos Certificados de inscrição no Registro Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO ocorrerá em dezembro, na cidade do Rio de Janeiro.

Museu da República e Colégio Pedro II assinam termo de cooperação

Interior do Museu da República no Rio

Interior do Museu da República/Ibram no Rio

O Museu da República (Ibram/MinC) e o Colégio Pedro II, ambos no Rio de Janeiro (RJ), formalizaram os termos da parceria de estímulo à iniciação científica existente há dois anos entre as instituições.

A assinatura do acordo foi feita pela diretora do Museu da República, Magaly Cabral, pelo reitor Oscar Halac, e pelo diretor de Pesquisa do Colégio Pedro II, Jorge Fernando de Araujo, na última semana. O extrato do termo foi publicado do Diário Oficial na segunda-feira (2).

Com a formalização do acordo, o Colégio Pedro II passará a oferecer bolsas de iniciação científica para os estudantes envolvidos, e também para o Museu da República. Magaly Cabral, que foi estudante do Pedro II, explicou como funciona o projeto. “Incialmente os alunos percorrem os bastidores do museu e se informam sobre as diversas atividades que o museu desenvolve na suas diversas áreas. Depois de conhecerem os bastidores, eles escolhem em que área querem se especializar”.

Atualmente, 12 estudantes do Colégio Pedro II participam do projeto. O diretor Jorge Fernando destacou os benefícios da iniciação científica para os estudantes. “Eles precisam ser ‘despertados’, ter sua vocação estimulada. Quem sabe não estimulamos futuros historiadores, museólogos ou arquivologistas?”, comentou.

Texto: Ascom Colégio Pedro II
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Museu da República/Divulgação

Ibram abre chamada para diretor do Museu da República/Palácio Rio Negro

Museu da República no Rio (RJ)

Museu da República no Rio (RJ)

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) tornou público, nesta segunda-feira (31), o edital da chamada pública para o cargo comissionado de diretor do Museu da República/Palácio Rio Negro, unidade museológica que integra o Ibram no Rio de Janeiro (RJ)

A seleção pública será realizada mediante critérios técnicos e objetivos de qualificação, avaliados por Comissão de Seleção através de análise de currículo, Declaração de Interesse e Plano de Trabalho. Realizado em três etapas, o processo seletivo inclui ainda entrevista oral de caráter classificatório.

Poderão concorrer ao cargo servidores públicos ou não, com formação acadêmica, conhecimento das políticas públicas do setor museológico e da área de atuação do museu, além de experiência comprovada em gestão envolvendo atividades de relacionamento com organizações de governo e entidades da sociedade em geral. Confira todas as condições no edital.

Interessados em candidatar-se ao cargo devem encaminhar os documentos requisitados no edital para o endereço eletrônico selecao@museus.gov.br, informando no assunto “Chamada Pública Museu da República/Palácio Rio Negro”, até às 23h59min do dia 28 de setembro de 2017.

Todos os documentos para concorrer à seleção estão disponíveis para download.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Museu da República/Divulgação

Conheça o projeto de memória institucional do Museu da República no RJ

Para incentivar a reflexão dos museus sobre suas trajetórias, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) escolheu para  a 11ª Primavera dos Museus o tema “Museus e suas memórias”.

Museu da República no Rio (RJ)

Museu da República no Rio (RJ)

O Museu da República (MR), no Rio de Janeiro (RJ), que integra a rede de 30 museus federais do Ibram, tem a memória institucional como uma de suas preocupações recentes.

Com o objetivo de recuperar e organizar os registros da trajetória do MR, em seus mais de 50 anos de atividades, o Programa de Memória Institucional foi criado em 2010, coordenado pelo Arquivo Histórico e Institucional do museu.

Para além do recolhimento ao arquivo de documentação existente em outros setores do museu, assim como em instituições com as quais o museu já se relacionou, em 2014 teve início a etapa de entrevistas baseada nos métodos de história oral.

A memória contada
De 1960 até hoje, foram dez diretores, em sua maioria mulheres, que marcaram presença à frente do Museu da República.

“Realizamos 12 entrevistas até agora. São cerca de 40 horas gravadas com todos os ex-diretores, a diretora atual e com servidores que, ainda na ativa, estão no Museu da República há mais de 15 anos”, explica Gleise Cruz, arquivista.

Ela conta que, desde que o projeto foi criado, é perceptível o aumento no interesse pelo material, que tem ajudado a complementar informações já conhecidas, assim como preencher lacunas relacionadas à memória institucional.

A memória das colônias de férias do MR também está sendo preservada

A memória das colônias de férias do MR também está sendo preservada

“Estamos agora transcrevendo as entrevistas para facilitar o acesso: são muitas histórias curiosas, divertidas e até emocionantes…”, aponta Gleise Cruz.

Além de recontar a trajetória do museu por meio das histórias de seus servidores, a intenção é também incorporar esse material ao acervo, na forma de documentos históricos audiovisuais, e disponibilizá-lo para consulta.

Mario Chagas, museólogo do museu, aponta a realização da exposição O museu e eu (2013) como representativa para a memória da instituição. O foco da mostra foi a memória dos visitantes no museu, considerados “patrimônio” por Chagas, a partir de fotografias e livros de assinatura. Leia texto escrito para a exposição.

O museólogo ainda cita o trabalho realizado pelo Setor Educativo em prol da memória das colônias de férias do MR, que acontecem anualmente e envolvem centenas de participantes.

Mais informações sobre o projeto de memória institucional do Museu da República podem ser obtidas pelo endereço eletrônico mr.arquivo@museus.gov.br.Visite a página web e assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o MR.

Primavera dos Museus
Museus, instituições de memória e centros culturais interessados em participar da 11ª Primavera dos Museus devem acessar a página de Eventos Ibram, até 14 de agosto, e cadastrar online suas atividades programadas -  como exposições, palestras, seminários, shows, exibição de filmes etc. A programação é de inteira responsabilidade dos museus.

A Primavera dos Museus 2017 acontece entre os dias 18 e 24 de setembro. Outras informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico primavera@museus.gov.br.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MR/divulgação

‘República dos Professores’ debate Canudos no Museu da República

canudos1-300x211Fato histórico trágico que marcou os primeiros momentos da República Federativa do Brasil, a Guerra de Canudos é o tema da próxima edição do “República dos Professores” – programa de palestras coordenado pelo setor educativo do Museu da República que é voltado para professores das redes de ensino públicas e privadas do município e do estado do Rio de Janeiro.

“Canudos: lugar de memória” vai trazer uma reflexão sobre a Guerra de Canudos a partir de três eixos: a figura de Antônio Conselheiro e o modo de vida comunitário dos canudenses; a república recém instaurada e as quatro expedições militares contra Canudos; e as narrativas de Flávio de Barros (fotógrafo de guerra) e Euclides da Cunha (repórter e escritor de “Os Sertões”, obra emblemática sobre o tema).

O encontro, que acontece na próxima quarta-feira (12) a partir das 14h, vai trazer como palestrante a historiadora Carla Costa, mestre em Memória Social e pesquisadora do Museu da República. A reserva de vaga e material pode ser feita pelos telefones (21) 2127 0345/0332, ou ainda pelo e-mail mr.educa@museus.gov.br.

Museus Ibram participam da Semana Nacional de Arquivos

Acontece, entre os dias 5 e 10 de julho, a 1ª Semana Nacional de Arquivos. O evento, baseado no sucesso da Semana de Museus, é organizado pelo Arquivo Nacional em parceria com a Fundação Casa de Rui Barbosa e visa ampliar a visibilidade dos arquivos e sua inserção na sociedade.

As instituições interessadas em participar devem se inscrever até o dia 30 de maio aqui. O Museu Histórico Nacional e o Museu da República, ambos no Rio de Janeiro, já se inscreveram para participar da Semana.

O Museu Histórico Nacional realiza, no dia 6 de junho, às 14h, a palestra “Paleografia de Manuscritos do Brasil”, com o Prof. Dr. Franklin Leal. A Paleografia é uma ciência que causa fascínio ao abordar a história da evolução da escrita, das letras e dos números. Seu estudo é fundamental nas áreas de História, Filologia, Arquivologia, Museologia e Biblioteconomia. Considerando que o Brasil reúne o maior acervo de manuscritos da América Latina, o evento tem como objetivo debater a relevância da prática de transcrições paleográficas no país.

Diversas atividades foram programadas pelo Museu da República. Ao longo da semana, ficarão expostos no saguão do Palácio, documentos dos arquivos do Museu. No dia 6, haverá uma visita técnica ao Arquivo Histórico. São 15 vagas e as inscrições devem ser feitas através do e-mail mr.arquivo@museus.gov.br. Também o Cineclube Silvio Tendler será sobre o tema e acontece, no dia 7, a mesa-redonda A poética do arquivar-se, mediada pelo museólogo Mario Chagas, com apresentações de Luiz Claudio da Costa, Isabel Portella e os artistas do Coletivo Filé de Peixe. Toda a programação da Semana Nacional de Arquivos pode ser encontrada aqui.

Palácio Rio Negro reabre ao público em Petrópolis com nova exposição

Palacio Rio Negro_fachada

Fachada do Palácio Rio Negro em Petrópolis (RJ)

O Palácio Rio Negro/Ibram, em Petrópolis (RJ), recebeu obras de requalificação e reabre ao público nesta sexta-feira (12), com a exposição Histórias do Palácio Rio Negro.

A mostra reúne painéis com fotos e textos sobre as diversas fases do palácio, acontecimentos e personagens que transitaram pelas suas salas e corredores. Histórias vivenciadas antes da construção pertencer ao Governo Federal e se tornar a residência de verão oficial dos presidentes do Brasil até os dias de hoje.

Outro destaque é a abertura, pela primeira vez, do quarto que foi ocupado por Getúlio Vargas (1882-1954). Os móveis originais, que estavam na reserva técnica do Museu da República, unidade do Ibram que administra o palácio, estão agora à vista do público.

A obra de requalificação da infraestrutura elétrica foi realizada no interior e no exterior do palácio e incluiu, entre outras melhorias, instalação de eletrocalhas, equipamentos para a antiga casa de geradores, para-raios e iluminação da fachada – destacando os detalhes da arquitetura.

O projeto foi realizado pelo Instituto Cultural Cidade Viva (ICCV) em parceria com o Palácio Rio Negro e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) – com o patrocínio da Petrobras.

O Palácio Rio Negro
O palácio foi construído em estilo eclético em 1889 por encomenda do produtor de café Manoel Gomes de Carvalho, o Barão de Rio Negro,  que ocupou a propriedade até 1894. Em 1896, por causa da Revolta da Armada, o governo fluminense é transferido para Petrópolis e ocupa o palácio até 1903, ano em que passa a pertencer ao Governo Federal, transformando-se em residência oficial de veraneio dos presidentes da República.

O palácio, localizado na Av. Koeller, 255 – Centro, pode ser visitado de terça-feira a domingo, incluindo feriados, das 10h às 17h. Mais informações pelo telefone (24) 2246.2423.

Texto e foto: Divulgação Palácio Rio Negro
Edição: Ascom/Ibram

Página 1 de 912345...Última »