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Edição especial do Circuito Sítios Históricos da República acontece na próxima sexta

Próxima edição dará ênfase aos 200 anos de museus no Brasil e visitará pontos de interesse histórico em torno da Praça da República, no centro do Rio de Janeiro.

Próxima edição dará ênfase aos 200 anos de museus no Brasil e visitará pontos de interesse histórico em torno da Praça da República, no centro do Rio de Janeiro.

O Museu da República e o Museu Casa de Benjamin Constant, situados no Rio de Janeiro (RJ) e vinculados ao Ibram, promovem em parceria, no próximo dia 18, mais uma edição do Circuito Sítios Históricos da República. Realizada desde 2009, a iniciativa leva visitantes a um passeio guiado por pontos de interesse histórico que remontam ao surgimento do regime republicano no Brasil.

A Praça da República, no centro do Rio de Janeiro, será o eixo desta edição, que dará ênfase aos 200 anos de museus no Brasil. Celebrados este ano, os dois séculos de presença contínua dos museus na vida social brasileira têm como marco os 200 anos de criação do Museu Nacional, hoje vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A Casa Histórica de Deodoro, antiga residência do proclamador da República, será o ponto de encontro e partida do circuito. A instituição oferecerá aos visitantes a oportunidade de conhecer, em sua exposição de longa duração, um pouco mais sobre a biografia do patrono e o contexto histórico em que se deu a proclamação do novo regime.

O roteiro também inclui uma parada no Monumento a Benjamin Constant, no centro da Praça da República. Idealizado, financiado e executado pelos positivistas, o monumento foi inaugurado em 1926 e contou com a contribuição de Décio Villares (estátuas) e Eduardo de Sá (baixos-relevos e medalhões). Seu conjunto escultórico inclui várias alegorias caras ao republicanismo e ao positivismo, que serão demonstradas na visita mediada.

O passeio culminará no recém-inaugurado Museu da Casa da Moeda, também situado à Praça da República, onde os visitantes poderão testemunhar a iconografia republicana nas impressões de notas e cunhagem de moedas. A instituição está situada no prédio que foi a primeira sede do Museu Real, criado em 1818 por Dom João VI – o hoje chamado Museu Nacional foi transferido pelo regime republicano para a Quinta da Boa Vista, onde ainda se encontra.

Interessados em participar desta edição do Circuito Sítios Históricos da República, que terá início às 10h e tem duração estimada de 3h, já podem garantir, sem qualquer custo, sua inscrição online. O passeio inclui guia de turismo credenciado e lanche gratuito.

Museus Ibram e Igreja Positivista fecham parceria para conservação de acervo

A parceria com os museus Ibram prevê a remoção, higienização e catalogação das coleções, em boa parte inédita. Todo o acervo tridimensional e arquivístico da IPB será encaminhado ao Museu da República para tratamento em sua reserva técnica.

Parceria prevê a remoção, higienização e catalogação das coleções, em boa parte inédita. Todo o acervo tridimensional e arquivístico da IPB será encaminhado ao Museu da República para tratamento em sua reserva técnica.

O Museu da República e o Museu Casa de Benjamim Constant, vinculados ao Ibram, oficializaram nesta quarta-feira (21), com assinatura de Termo de Cooperação Técnica, parceria para oferecer tratamento técnico ao acervo museológico, arquivístico e bibliográfico da Igreja Positivista do Brasil (IPB).

Instituição formada por uma fração da elite intelectual do fim do século XIX, a Igreja Positivista tem sua sede no Rio de Janeiro (RJ) e atuou na então capital do Império e da República promovendo debates públicos e influenciando sobre as mais diversas questões da vida social brasileira. Um dos positivistas brasileiros mais conhecidos foi Benjamin Constant (1836-1891), considerado fundador de nossa república.

Tratamento e pesquisa histórica

Sediada no Templo da Humanidade, um dos poucos prédios no Brasil tombados nas três esferas de preservação do patrimônio (federal, estadual municipal), A IPB vem lutando para preservar seu rico acervo desde 2009, quando parte do telhado do prédio ruiu. A parceria com os museus Ibram prevê a remoção, higienização e catalogação das coleções, em boa parte inédita. Todo o acervo tridimensional e arquivístico da IPB será encaminhado ao Museu da República para tratamento em sua reserva técnica.

“Além ser um trabalho técnico de limpeza e catalogação, a parceria visa também produzir novo conhecimento sobre a história da república no Brasil”, afirma o historiador Marcos de Brum Lopes, do Museu Casa de Benjamim Constant, que é um dos coordenadores da ação. “Já estamos encontrando documentos que dialogam e preenchem lacunas da coleção do museu”, explica.

Para o museólogo André Angulo, do Museu da República, que também coordena o projeto, os documentos coletados na IPB podem lançar nova luz sobre algumas passagens da transição entre Império e República no Brasil.

Restauro e salvaguarda

A assinatura do Termo de Cooperação Técnica se dá no momento em que é iniciado o restauro do Templo da Humanidade, que contará com nova cobertura ainda em 2018. “Os museus Ibram são parceiros fundamentais para a salvaguarda de um acervo precioso para a história do Brasil. Estamos bastante confiantes no sucesso desse trabalho”, afirma o diretor da IPB, Alexandre Martins.

A Igreja Positivista do Brasil é um dos locais visitados durante o Circuito Sítios Históricos da República, projeto executado em conjunto pelo Museu Casa de Benjamin Constant e Museu da República que contará com edições especiais em 2018, como parte das comemorações dos 200 anos de museus no Brasil e do Bicentenário da Independência.

Texto: Bruno Aragão (Ascom/Ibram)
Foto: Divulgação IPB

Obras de restauro avançam no Museu Casa de Benjamin Constant

Realizado em várias frentes desde o início deste ano, restauro completo da casa histórica onde viveu Benjamin Constant e da sede administrativa do museu deve ser concluído no início de 2018.

Realizado em várias frentes desde o início deste ano, restauro completo da casa histórica onde viveu Benjamin Constant e da sede administrativa do museu deve ser concluído no início de 2018.

Fechado à visitação desde o início do ano para obras de restauro, o Museu Casa de Benjamin Constant (MCBC), no Rio de Janeiro (RJ), registra estágio avançado da ampla intervenção física programada, que abarca suas duas edificações históricas principais e parte da área verde onde a instituição está situada, no bairro carioca de Santa Teresa.

Passam por processo de restauração a casa histórica onde viveu Benjamin Constant (1836-1891), considerado um dos fundadores da república brasileira, e a chamada Casa de Bernardina, onde funciona a sede administrativa do museu.

Realizada em várias frentes, a obra prevê recuperação de coberturas das edificações que compõem o conjunto arquitetônico da antiga chácara, revisão de esquadrias e de pisos, além de nivelamento de seu pátio central e diagnósticos de caráter geológico e arqueológico sobre o terreno.

Avaliação, limpeza e recuperação

No primeiro trimestre de 2017, preparado o canteiro de obras, foi retirada da casa principal a maior parte de seu acervo, que foi realocada para espaços preparados na área administrativa. A partir de então, deu-se início a um trabalho de prospecção, realizado por equipe de museólogas restauradoras, com objetivo de descobrir materiais e cores originalmente utilizados em fachadas, janelas, portas, pisos e outros materiais constituintes de toda a casa.

Até 7 camadas diferentes foram encontradas em diferentes superfícies e catalogadas para estudo de composição química e tonalidades originais, ou o mais próximas possível, ao período em que Benjamin Constant viveu na antiga residência, construída em meados do século XIX.

Uma das intervenções mais fundamentais para o museu, a recuperação do telhado da casa histórica foi concluída no primeiro trimestre de 2017.

Recuperação de telhado da Casa de Bernardina, sede administrativa do MCBC.

Na sequência, foi iniciada a limpeza de mármores e ladrilhos, além de retirada, conserto e limpeza de esquadrias. O trabalho – que durou em torno de 5 meses e envolveu carpinteiros, marceneiros, serralheiros, pintores e vidraceiros – garantiu a recuperação detalhada de todas as portas e janelas do museu.

“Cada pequeno parafuso, maçaneta, dobradiça, aldrava, cremona, fechadura e trinco foi retirado da madeira e desmontado, limpo, polido, lubrificado, remontado e voltou a seu lugar de origem. Cada peça de madeira foi lixada, desempenada, descupinizada ou trocada, enxertada, recortada, montada, polida, pintada e remontada no seu lugar”, explica Maria Alice Miller, administradora do MCBC que atua na supervisão da obra.

Ainda no primeiro trimestre da intervenção, iniciou-se um dos trabalhos mais esperados e fundamentais para o museu: a recuperação do telhado da casa histórica. O processo incluiu a retirada de telhas, escovação e jateamento de cada uma delas. Durante o período, a área destelhada foi coberta por lona especial que garantiu sua preservação frente à ação climática.

Diagnóstico e novas instalações

Em abril, foi iniciada a execução de novas instalações elétricas para o museu, exigindo a retirada dos papéis de parede da casa principal. Também foi iniciada a análise, tratamento, imunização e substituição de peças que compõem o madeiramento do telhado, forro, piso e outras áreas do imóvel, e a sondagem do terreno do museu para conhecimento sobre sua composição geológica, incluindo a existência de eventuais lençóis freáticos.

Prospecção e reassentamento

O começo do segundo semestre foi marcado pelo início da pintura das fachadas do museu – para o qual optou-se pela manutenção da cor branca, com pintura à base de cal hidratada – e limpeza de todas as luminárias da casa, trabalho realizado por restauradoras que exigiu o desmonte total de partes em metal, vidro cristal, madeira, a identificação de fabricante original e utilização de técnicas especiais de limpeza e clareamento.

Pintura de fachadas, reassentamento de calçadas e restauro de itens do mobiliário foram algumas das intervenções realizadas no segundo semestre de 2017.

Pintura de fachadas, reassentamento de calçadas e restauro de itens do mobiliário foram algumas das intervenções realizadas no segundo semestre de 2017.

Em julho, foi iniciada prospecção arqueológica com o objetivo de encontrar vestígios de antigo lago e também de um tanque utilizado para banhos externos, ambos mantidos pela família à época de Benjamin Constant. Com este objetivo, estudos arqueológicos foram realizados em dois pontos próximos à casa histórica com uso de ultrassom.

Também foi iniciado serviço de retirada do calçamento de pedras do tipo “pé-de- moleque”, empregado desde o séc. XVIII, existente em área entre a casa principal e a Casa de Bernardina. Bastante irregular, o piso está sendo reassentado de modo a facilitar a circulação e a acessibilidade de todos os visitantes. Junto a este serviço, também estão sendo recuperadas calhas e grelhas de piso para águas pluviais, feitas em concreto.

Reabertura ao público

A previsão é de que o restauro integral do MCBC seja concluído até o início de 2018, quando o museu será reaberto à visitação pública.

Museu Casa de Benjamin Constant completa 35 anos

Museu Casa de Benjamin Constant passa por obras de melhoria

Museu Casa de Benjamin Constant passa por obras de melhoria

O Museu Casa de Benjamin Constant (Ibram/MinC), no Rio de Janeiro, comemorou 35 anos no último dia 18 de outubro. A casa, que que serviu de moradia a Benjamin Constant por pouco mais de um ano e foi ocupada pela família até 1960, atualmente passa por reformas.

Tombado pelo Patrimônio Histórico em 1958, o imóvel encontra-se fechado desde janeiro para uma restauração que recupera telhado, fachadas, paredes internas, pisos, portas e janelas. A primeira etapa da obra está prevista para terminar no começo de 2018.

O Museu tem como missão, preservar a memória de Benjamin Constant e os hábitos de vida de uma típica família do século XIX que habitava uma casa de chácara no bairro de Santa Teresa. Saiba mais sobre o museu.

Fundo arquivístico busca reconstituir trajetória do MCBC no Rio

Museu Casa de Benjamin Constant é uma das unidades Ibram que receberá melhorias

Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram no Rio

Com a criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2009, os museus federais até então sob responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foram incorporados à estrutura da mais nova autarquia do Ministério da Cultura (MinC) – entre eles está o Museu Casa de Benjamin Constant (MCBC/Ibram), no Rio de Janeiro (RJ).

A proximidade histórica entre os museus federais e o Iphan deixou ‘rastros documentais’. Com o intuito de reunir documentos dispersos, realizou-se extensa pesquisa nos acervos do órgão, que autorizou a reprodução fotográfica do material encontrado.

Historiador do MCBC, Marcos Felipe de Brum conduziu a pesquisa e a supervisão da equipe de estagiários envolvidos no projeto. “Nosso cotidiano de pesquisa baseia-se num relacionamento apaixonado com documentos. Mas trabalhar na formação e organização de coleções requer paciência”, explica.

Fundo MCBC
Atualmente com cinco fundos arquivísticos, que contemplam documentação doada pela família de Benjamin Constant, o novo projeto é a formação do Fundo MCBC, que deverá congregar documentos sobre a história do museu que permanecem nos arquivos físicos do Iphan.

Para, Elaine Carrilho, diretora do museu, o fundo deve “contribuir para a preservação da memória institucional e permitir o tratamento arquivístico adequado da documentação em dossiês temáticos a serem disponibilizados aos pesquisadores”.

Residência de Benjamin Constant (1836-1891), figura de destaque na fundação da República brasileira, o imóvel localizado em extensa área verde no bairro de Santa Teresa foi adquirido pela União logo após o falecimento do estadista.

Aberto desde 1982, ou seja, há 35 anos, e atualmente passando por obras de modernização, o museu expõe objetos, obras de arte e mobiliário que recriam o modo de vida do final do Século XIX e início do Século XX no Rio.

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivísitco

Planta do MCBC referente a uma das intervenções de restauro na casa (1989): material reunido em fundo arquivístico

Assista episódio da série Conhecendo Museus sobre o Museu Casa de Benjamin Constant. Acesse também a publicação digital da coleção Museus Ibram sobre o MCBC.

Texto: Ascom/Ibram
Fotos: MCBC/Divulgação

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MCBC adquire retrato histórico de Benjamin Constant

benjamin_decio_vilaresO Museu Casa de Benjamin Constant (MCBC), vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), adquiriu, durante leilão realizado no Rio de Janeiro (RJ) na última segunda-feira (24), a pintura Retrato de Benjamin Constant, de autoria do pintor, escultor e desenhista Décio Rodrigues Villares (1851-1931).

Datado de 1890 e com dimensões de 30 x 20 cm, o óleo sobre tela retrata o militar, engenheiro, professor e político que é considerado um dos fundadores de nossa república. O quadro será incorporado ao acervo do MCBC, que abriga pinturas, fotografias, esculturas, mobiliário, indumentária, medalhas, objetos pessoais, livros e documentos relacionados aos diversos aspectos da vida privada e pública do estadista.

A obra foi adquirida utilizando o direito de preferência previsto pela Lei 11.904/09, que instituiu o Estatuto de Museus. Pela lei, as instituições que integram o Sistema Brasileiro de Museus gozam de preferência em caso de venda judicial ou leilão de bens culturais.

“O valor do pequeno óleo de Villares não reside nos aspectos estéticos, mas nos autorais e documentais”, explica o historiador Marcos Felipe de Brum Lopes, do Museu Casa de Benjamin Constant. “É o maior retratista de Benjamin Constant e, junto com Eduardo de Sá, o maior artista positivista do país. Além disso, o óleo documenta o processo de construção da imagem de Benjamin como herói e fundador da República”, completa o pesquisador.

O museu – O Museu Casa de Benjamin Constant passa, desde janeiro deste ano, por um amplo conjunto de obras de restauração da casa onde residiu Benjamin Constant e de seu entorno. A intervenção inclui recuperação de coberturas das edificações que compõem o conjunto arquitetônico da antiga chácara, revisão de esquadrias e de pisos, além de nivelamento de seu pátio central. A previsão é de que o restauro seja concluído no prazo de um ano, quando o MCBC será reaberto à visitação pública.

Caminhada Republicana ganha edição especial para as Olimpíadas

caminhadaolO Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram, em parceria com o Museu da República/Ibram preparou duas edições da Caminhada Republicana para o período dos Jogos Olímpicos Rio 2016.  A atividade acontece nos dias 9 e 16 de agosto e os participantes passarão por diversos locais que marcam o Circuito Sítios Históricos da República, na cidade do Rio de Janeiro.

A atividade tem início da Estação do Bonde de Santa Teresa, com um passeio pelo bairro, seguido de visita ao Museu Casa de Benjamin Constant, Templo da Humanidade e Museu da República.

Serão distribuídas 30 senhas por dia, a partir das 7h30 na Estação do Bonde de Santa Teresa. Os telefones para informação são (21) 3970-1177 / 3970-1168.

Três novos volumes da Coleção Museus do Ibram já estão disponíveis para download

colecao ibramEstão disponíveis no site do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), para consulta ou download, em versão de menor resolução, três novos volumes da Coleção Museus do Ibram: Museu Casa de Benjamin Constant, Museu Casa da Hera e Museu das Missões.

A Coleção Museus do Ibram tem como proposta divulgar os museus da instituição, suas histórias, acervos e as relações que mantêm com as comunidades das regiões nas quais se inserem. Além disso, a Coleção destina-se a um público amplo e diverso. Busca promover o estudo, a preservação, a valorização e a divulgação do patrimônio sob a guarda das unidades museológicas do Instituto por meio de livros com textos leves e ricamente ilustrados.

Guardiões de ricos e diversificados acervos, o Museu Casa de Benjamin Constant, Museu Casa da Hera e Museu das Missões são os protagonistas das três edições que põem luz sobre o rico patrimônio cultural sob a responsabilidade do Ibram e de seus museus e sobre a história de nosso país.

Conheça essas e outras publicações no site do Instituto Brasileiro de Museus.

Horários museus Ibram neste fim de semana

O Museu das Bandeiras, na Cidade de Goiás, funcionará só até às 11h30 neste sábado e domingo (24 e 25).

O Museu Casa de Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, estará fechado no próximo fim de semana ( 24 e 25) em função da execução dos serviços de dedetização/desratização/controle de vetores e também de limpeza de caixas de água. O fechamento inclui a casa histórica e o parque, tendo em vista que haverá movimentação de trabalhadores por toda parte externa do museu.

Confira os dias e horário de funcionamento dos museu Ibram aqui.

Casa de Benjamin Constant comemora 33 anos e o V Centenário de Santa Teresa

Museu Casa de Benjamin Constant - Foto: Valter Gaudio

Museu Casa de Benjamin Constant – Foto: Valter Gaudio

O Museu Casa de Benjamin Constant/Ibram, em Santa Teresa, no Rio de Janeiro comemora 33 anos neste domingo 18, com entrada gratuita de 13h às 19h. E, como parte das comemorações, participa dos eventos do V Centenário de Santa Teresa, padroeira do bairro. As atividades são realizadas pela Santa Rede – coletivo no qual o museu faz parte.

No sábado, dia 17/10, às 11h, o Grupo Poesia no Parque – composto por professores e amantes da poesia ligados ao Centro Educacional Anísio Teixeira – CEAT e à Fundação Cultural Casa Lygia Bojunga – declamará poesias de autores espanhóis num encontro denominado A Poesia das Castanholas.

No domingo, a partir das 16h, fechando as comemorações pelo V Centenário, um Culto Inter Religioso será oficiado por membros das igrejas católica, anglicana e presbiteriana, além da sociedade budista e dos cultos afrobrasileiros. O culto culmina com a apresentação do Coral Encanta Santa, que apresentará melodias sacras e leigas, a partir das 17h. Veja toda a programação do V Centenário.

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