Museu Regional abre nova exposição dia 22 em São João del-Rei (MG)

Um dos trabalhos da fotógrafa que estará em exibição no MRSJDR/Ibram

Um dos trabalhos da fotógrafa que estará em exposição no MRSJDR/Ibram até 1º de abril

O Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), inaugura, no dia 22 de fevereiro, a exposição Fragmentos do Cotidiano, da fotógrafa Thais Andressa.

A mostra é composta por 40 fotografias realizadas na cidade. Nas imagens há a busca por um olhar diferente do tradicional: por meio de reflexos e distorções, as ruas da cidade são retratadas. O projeto de exposição contempla ainda questões da memória social coletiva e identidade cultural.

Estudante do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), Thais Andressa já realizou duas outras exposições fotográficas. No ano passado teve foto publicada na primeira edição da Revista Rasante – a cidade submersa, publicada em São Paulo.

A exposição pode ser visitada, até 1º de abril, das 9h às 17h30, de segunda a sexta-feira, e das 9h às 16h aos fins de semana e feriados. A entrada é gratuita. O MRSJDR localiza-se à Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro. Mais informações pelo telefone (32) 3371.7663 ou pelo e-mail mrsjdr@museus.gov.br.

Texto: MRSJDR/divulgação
Edição: Ascom/Ibram
Foto: Thais Andressa/divulgação

Livro na área de Ciências Sociais tem lançamento no MRSJDR em Minas Gerais

Nesta segunda (18), às 19h, o Museu Regional de São João del-Rei (MRSJDR/Ibram), em Minas Gerais (MG), abre as portas para o lançamento do livro Uma análise crítica dos discursos sobre o sincretismo em mídia impressa: um diálogo com as ciências sociais, de Cláudio Márcio do Carmo.

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Museu Regional de São João del-Rei (MG)

Professor Associado da Universidade Federal de São João del-Rei, atua na graduação e no Programa de Mestrado em Letras.

Com interesse em práticas discursivas na mídia, especialmente as orientadas a minorias, grupos vulneráveis, questão racial e questão religiosa, o foco atual das pesquisas, sob perspectivas de base linguística sistêmico-funcional, centra-se, sobretudo, na produção, distribuição e consumo do discurso de ódio na mídia e, por outro lado, no ensino de português para estrangeiros.

Cláudio Carmo é pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e atualmente faz estágio pós-doutoral na área de Linguística Aplicada na Universidade da Georgia (EUA).

A entrada para o evento é franca. O MRSJDR fica na Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro de São João del-Rei. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 3371.7663.

Texto: Ascom/Ibram
Foto: Divulgação MRSJDR

Prédio do Museu S.João del-Rei será revitalizado

O prédio do Museu Regional de São João del-Rei/Ibram – símbolo da arquitetura colonial mineira – passará por restauração na fachada e readequação interna. O casarão de três pavimentos, construído em 1859 nos moldes da tradição colonial para abrigar a família e os negócios do Comendador João Mourão, foi tombado em 1946 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Licitada em dezembro de 2010, a obra começou em 25 de abril e a conclusão está prevista para o final deste ano.

Segundo o diretor do Museu Regional, João Luiz Domingues Barbosa, a restauração da fachada do prédio será importante para a sua conservação. A obra está revisando a alvenaria e esquadrias de portas e janelas, recuperando estuques decorativos na fachada e, mantendo as características e cores originais. A alvenaria estrutural é mista de barro batido, adobe e pedra e, o beiral das janelas em estuque – um composto de cal, areia fina, pó de mármore e gesso – está sendo reconstruído.

Além da restauração, o prédio também passa por uma readequação dos espaços internos, em função do aumento no quadro de funcionários, após a criação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em 2009.

Desde a sua abertura, em 1963, o Museu Regional de São João del-Rei/Ibram é conhecido pelo acervo  que retrata o cotidiano e o comportamento dos mineiros nos séculos XVIII e XIX.